Paz na Alma | NÃO FALTA

Comunhão Espírita de Brasília 14/05/2025 (há 11 meses) 3:04 232 visualizações

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Transcrição

Não falta. E se os deixar ir em jejum para suas casas, desfalecerão no caminho, porque alguns deles vieram de longe. Jesus. Marcos, capítulo 8, versículo 3. A preocupação de Jesus pela multidão necessitada continua viva através do tempo. Quantas escolas religiosas palpitam no seio das nações ao influxo do amor providencial do mestre divino? Pode haver homens perversos e desesperados que perseveram na malícia e na negação, mas não se vê coletividade sem o socorro da fé. Os próprios selvagens recebem poços de assistência do Senhor, naturalmente de acordo com a rusticidade de suas interpretações primitivistas. Não falta alimento do céu às criaturas. Se alguns espíritos se declaram descrentes da paternidade de Deus, é que se encontram incapazes ou enfermos pelas ruínas interiores a que se entregaram. Jesus manifesta inariável preocupação em nutrir o espírito dos tutelados através de mil modos diferentes, desde a tábado indígena à catedrais das grandes metrópoles. Nesses poços de socorro sublime, o homem aprende em esforço gradativo a alimentar-se espiritualmente até trazer a igreja ao próprio lar, transportando-a do santuário doméstico para o recinto do próprio coração. Pouca gente medita na infinita misericórdia que serve no mundo à mesa edificante das ideias religiosas. Inclina-se o mestre ao bem de todos os homens. Cheio de abnegação e amor, sabe alimentar com recursos específicos o ignorante e o sábio, o indagador e o crente, o revoltado e o infeliz. Mais que ninguém compreende Jesus que de outro modo as criaturas cairiam exaustas nos imensos despenhadeiros que marginam a cenda evolutiva. Emanu pela psicografia de Francisco Cândido Xavier. Pão nosso.

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