Paulo e Estevão 2a parte Capítulo 8 10112025

Estudantes do Evangelho TV 11/11/2025 (há 6 meses) 1:04:48 22 visualizações

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Transcrição

A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GA. >> Vamos fazer a nossa leitura, né? Boa noite para todos vocês. A nossa leitura preparatória é do, olha só que interessante, é do livro Palavras de Vida Eterna, o item 147, mãos em serviço. E Jesus, estendendo as mãos, tocou, dizendo: "Quero ser limpo". Mateus, capítulo 8, versículo 3. Mãos estendidas. Quando estiveres meditando e orando, recorda que todas as grandes ideias se derramaram através dos braços para concretizarem as boas obras. Cidades que honram a civilização, indústrias que sustentam o povo, casa que alberga a família, gleba que produz, são garantidas pelo esforço das mãos. Médicos despendem largo tempo em estudo para a conquista do título que lhes confere o direito de orientar o doente. No entanto, vivem estendendo as mãos no amparo aos enfermos. Educadores mergulham vários lustros na corrente das letras, adquirindo a ciência de manejá-las. Contudo, gastam longo trecho da existência, estendendo as mãos no trabalho da escrita. Cada reencarnação de nosso espírito exige braços abertos do regaço maternal que nos acolhe. Toda refeição para surgir pede braços em movimento. Cultivemos a reflexão para que se nos aclare o ideal sem largar o trabalho que noo realiza. Jesus, embora pudesse representar-se por milhões de mensageiros, escolheu vir ele próprio até nós, colocando mãos no serviço, de preferência em direção aos menos felizes. Pensemos nele. Senhor. E toda vez que nos sentirmos cansados, suspirando por repouso indébito, lembremo-nos de que as mãos do Cristo, após socorrer-nos e levantar-nos, longe de encontrarem apoio repousante, foram cravadas no lenho do sacrifício do qual, com quanto escarnecidas e espancadas, ainda se despediram de nós entre a palavra do perdão e a serenidade da bção. Manuel, sempre nos inspirando. Paulo mirando-se no exemplo de Jesus,

rifício do qual, com quanto escarnecidas e espancadas, ainda se despediram de nós entre a palavra do perdão e a serenidade da bção. Manuel, sempre nos inspirando. Paulo mirando-se no exemplo de Jesus, sempre com suas mãos estendidas e seus pés dispostos, né? Nós vimos na semana passada com o Tom, quanto ele andou, quanto ele peregrinou para que hoje nós pudéssemos estudar a boa nova. Se não fosse o trabalho do Paulo, ela não teria se expandido para todos os lugares, né? Então vamos elevar nosso pensamento a Deus, nosso pai com o coração, os corações cheios de gratidão e de alegria por podermos ter acesso a essas informações, por podermos conhecer e saber que para aquele que tem vontade, para aquele que se dispõe, nada é impossível, que o nosso sacrifício pessoal é importante para enriquecer qualquer obra que fizer. Tudo a que nos dispusermos vai exigir a nossa dedicação, o nosso empenho. Muitas vezes as nossas lágrimas, as nossas noites em sons, mas os resultados da dedicação, eles são sempre promissores, eles são sempre felizes com a mãe que não, a mãe e o pai que não regateiam esforços para cuidar de seus filhos, para amparar suas fragilidades para alimentar o seu corpo e a sua alma para fortalecer aquele espírito, aquela personalidade, para verem um dia essas naves voarem dos ninhos onde foram acolhidos e distribuírem as sementes plantadas com os valores adquiridos. Assim, qualquer obra que fizermos em relação a nós mesmos, em relação a tantas outras pessoas que nos buscam e esperam de nós, são como filhos que acarinhamos, que orientamos, que colocamos no seu caminho e que deixamos correr livres para semear o terreno que vamos pisar lá na frente. Por isso, Senhor, te agradecemos pelo conhecimento que chega, pelo conhecimento que nos faz enxergar além dos limites da nossa visão. enxergar com a alma, com o coração, sabendo que pelo esforço despendido, todo amparo, toda proteção e a realização chegarão no momento certo. que os nossos mentores espirituais aqui presentes possam nos inspirar e inspirar

om o coração, sabendo que pelo esforço despendido, todo amparo, toda proteção e a realização chegarão no momento certo. que os nossos mentores espirituais aqui presentes possam nos inspirar e inspirar principalmente ao Emivaldo, que com o conhecimento que tem e com a palavra branda e leve, tranquila, vai nos trazer as suas reflexões desta noite. E pedimos que essas mesmas luzes que nos visitam possam estar em todos os recantos dos nossos lares. Cada um de nós aqui representa um núcleo familiar. Que essas famílias todas, Senhor, possam ser atendidas, amparadas, protegidas pelo vosso amor sobre os o amparo e a proteção desses amigos espirituais. E com a vossa permissão, nós iniciamos então o encontro desta noite, dizendo graças a Deus e a Jesus. Muito bem, Emivaldo. Parabéns paraa Terezinha, que mesmo no dia do aniversário tá aqui conosco, né? Eh, e Emivaldo, a palavra é sua, meu querido, para que você possa trazer para nós as suas reflexões e aquilo que você precisar. Estamos aqui à sua disposição, tá bom? >> Muito bem. Boa noite a todos. É uma alegria estar aqui e participar desse grupo. Eh, dando continuidade, então, ao estudo de Paulo Estevão, que muito, muito, né, nos toca e nos enriquece. Hoje nós vamos para o capítulo oito, é intitulado Martírio em Jerusalém. Mas antes de de dar início propriamente ao capítulo, eu queria fazer primeiro um apanhadozinho sobre a apresentação, eh, sobre o a exposição do nosso irmão Tom semana passada, que trata das epístolas, porque é um contínuo aqui, né? Então, das epístolas de Paulo, as várias viagens missionárias que ele fez, Pá, Menor, com Barnabé, com Timóteo, cada um para um lado e enfim e e e produzindo tantas cartas, né? Então, a partir desse momento dele em Corinto, eh alguns autores colocam como o momento em que Paulo mais produziu epístolas, mais escreveu as suas comunidades e mais fortaleceu o cristianismo primitivo daquele momento, né? então vai paraa Macedônia, Galácia, Tessalônica, Caia e tantas outras cidades. Então,

duziu epístolas, mais escreveu as suas comunidades e mais fortaleceu o cristianismo primitivo daquele momento, né? então vai paraa Macedônia, Galácia, Tessalônica, Caia e tantas outras cidades. Então, nós temos já aqui um Paulo absolutamente maduro, né, muito consciente já dos seus processos ou tomando consciência, porque na verdade é um processo de tomada, nunca um fim total, mas um processo de de maturidade, de de de elevação espiritual. Então, com esse, com essa reflexão, com essa força, ele enfrenta as perseguições e prepara-se cada dia mais para o seu testemunho, né? O martírio que é do grego testemunho a partir, né? Então, testemunho em Jerusalém. Então, eh aqui eh nesse momento nós começamos ver o Paulo se preparando para esse grande testemunho que dará em Jerusalém e e e se fará tornar a cabo, né, em Roma, como o capítulo posterior vai prescrever. Então, eh, nesse capítulo oito, o martírio em Jerusalém, eh, não é exatamente a morte, né, de Paulo, mas é a morte do do do Saulo antigo, né, a morte e e cada vez mais aparecendo Paulo, né, o Paulo, o cristão, aquele que agora eh faz parte da missão de Jesus, que é de pregar o evangelho em todas as partes do mundo. Então aqui não é, como eu disse, não é a morte em si, não é o a morte do corpo físico, mas é a morte do ego, né? Emanuel traz muito forte essa essa reflexão, porque eh eu até já apresento, né, aqui uma uma um questionamento. não está preocupado em apresentar os fatos pelos fatos, porque isso nós já temos em vários contextos, em vários textos, mas é o é como que Paulo faz essa transição, né, da sua auto eh um nome absolutamente inteligente, né, o Saulo arrogante e e etc para essa quebra do ego, né, para essa agora se dobrar diante de tantas as injustiças que ele passou, como o texto apresenta, mas é esse processo de tomada de consciência, esse processo de mudança que Paulo vai fazendo em si mesmo, em si mesmo, ao longo de todos os acontecimentos eh que lhe acometem Jerusalém, sobretudo, né, diante do Sinedédro,

e tomada de consciência, esse processo de mudança que Paulo vai fazendo em si mesmo, em si mesmo, ao longo de todos os acontecimentos eh que lhe acometem Jerusalém, sobretudo, né, diante do Sinedédro, diante da comunidade judaica, que não aceitava em absoluta o a o seu processo de conversão. Então eu trouxe aqui, me atrevi, já me peço respeitosa, venha quem me aparecederá depois, né? Quem vai me suceder na apresentação, porque essa é uma frase já de Paulo, posteriormente em Roma, né, quando a sua missão está absolutamente finalizada, né? Viver para mim é Cristo e morrer é ganho. Então aqui nós temos o Paulo eh se comunicando depois, posteriormente aqui já no dos anos 60, 75, se comunicando a comunidade de Filipenses, né, comunidade de Filipo. Mas já nesse momento, no capítulo 8, nós já temos esse Paulo maduro, consciente desse processo que ou eh tomando consciência do que vai chegar a, né, eh na sua missão, né, e ele está disposto a isso. Nós vemos a no encontro com Thago, por exemplo, está muito claro que ele está aceitando e a a missão, né, e e e a consequência da sua missão. Então, o eh eu acho que Filipenses traz essa maturidade gigantesca de Paulo, né, que que é um contínuo, começa com a, eu digo, começa com as epístolas, passa aqui por Jerusalém e chega em Roma depois. quando eh da sua morte. Então essa maturidade vai perpassar todo o capítulo oito que Emanuel quer mostrar. E Paulo mesmo assim, subserviente acolhe, aceita, não revida, não trata com ódio, não trata com, enfim, ele vai aceitando, tomando consciência de que essa é a sua missão, né? Então esse martírio não é de um episódio, né? que acontece fechado em si mesmo, né? Morreu, não é um é um contínuo, né? é um contínio que vai retornando aí então eh essa essa consciência em Paulo. Então aqui, só retomando um pouquinho do capítulo 7, Paulo já havia realizado inúmeras viagens missionárias, como o texto e de Atos dos Apóstolos conta inúmeras, né, muitas viagens missionárias, escrito várias epístolas já, né, sofrendo inúmeras perseguições e

á havia realizado inúmeras viagens missionárias, como o texto e de Atos dos Apóstolos conta inúmeras, né, muitas viagens missionárias, escrito várias epístolas já, né, sofrendo inúmeras perseguições e e ousado, né, evangelizando aqui para os gentios, convertendo em números, como nós temos depois, né, no texto trófimo que é um desses, né, convertidos, eh, gentil convertido, enfim. E aí Paulo estava aqui, né, no capítulo oito, preso espiritualmente, mas com o espírito totalmente desprendido, entregue já a essa vontade, né? tinha consciência de que desse que de que esse seu ministério estava chegando ao fim, né? Que estava chegando, estava caminhando para isso. Naturalmente ele vai perguntar: "Não, não é aqui que você vai finalizar sua missão. Roma ainda lhe espera, Roma ainda lhe aguarda, né?" Então, eh, a carta de Filipenses depois vai fazer essa síntese, né, do pensamento completo e da missão completa eh de Paulo, né, de que morrer e viver agora não importava com quanto ele fizesse a vontade, né, a vontade de Deus. Essas epístolas revelam a maturidade, né, de Paulo. Então, esse capítulo 8 é esse contínuo. Eh, Emanuel descreve a fase em que Paulo retorna a Jerusalém e enfrenta a perseguição, como eu disse, dos judeus, sobretudo a partir ali do episódio no Sinédrio. Eh, preso e humilhado, elevado às autoridades, né? Eh, mas não se revolta. trata tudo com muita serenidade, com muita segurança. Então, o martírio de Paulo não se inconsumou na vida dos homens, mas na vitória silenciosa do Espírito sobre si mesmo. Sobre si mesmo. Então, essa reflexão que eh fica para mim, sobretudo nesse estudo do capítulo, né? Então vamos no plano teológico. Eh, a jornada de Paulo representa o caminho de santificação. É um caminho, é um caminho, não está fechado. É tanto que Paulo está num caminho mesmo, né? Não ficou em Jerusalém preso, mas depois continuou de barco, né? Junto com outros prisioneiros para Jerusalém. Então é o caminho, né? Alguns autoridades da da da Igreja Católica, como Teresa da Cruz, chama as sete

Jerusalém preso, mas depois continuou de barco, né? Junto com outros prisioneiros para Jerusalém. Então é o caminho, né? Alguns autoridades da da da Igreja Católica, como Teresa da Cruz, chama as sete moradas da alma, né, que é o caminho do processo evolutivo. E em Emanu esse processo evol tem uma conotação de evolução do espírito, né? É a conquista da paz interior por meio da renúncia, do perdão e do amor universal. Então, o verdadeiro martírio não é a morte do corpo, mas é a morte do ego, é a morte eh é a mortificação, né? Eh, aquilo que muitas partes do texto bíblico, eh, tanto Yavé quanto Jesus eh eh avisa e solicita a morte, a mortificação, vestir-se de de eh dormir-se em cinza, vestir-se de enfim. Eh, então é essa mortificação, né, que deve ser a mais difícil, porque nos obriga a nos enfrentar nós mesmos as nossas ah inclinações, as nossas concepções, aquilo que nós temos como verdade absoluta, que muitas vezes é um loo engano, né, que é o que diz então em Paulo. OK. Jerusalém então inicia um martírio psicológico espiritual, mas é só em Roma que esse martírio ele de fato vai se consolidar. Vamos para o capítulo. Então o capítulo inicia da seguinte maneira. Paulo de Tarso em Jerusalém, hospedado, hospedado na casa de Minanson, que era, né, um um um convertido, um discípulo convertido, conforme recomendação do apóstolo Tiago, antes de qualquer entendimento com a igreja, antes de qualquer contato com a igreja primitiva nascente, né, eh, Thaago, então recomenda Paulo que vá se hospedar na casa desse discípulo. Paulo, ciente de que atravessava uma etapa decisiva de sua existência, dedica o dia a organizar planos de trabalho e orientações aos discípulos diretos, preparando-se espiritualmente para o testemunho que se aproximava, né? Aí eu coloquei testemunho em em destaque, exatamente para eh esse martírio, né? Dar testemunho de dar testemunho de alguma coisa. Essa esse é o significado, né, do martírio, mesmo diante do sofrimento e da morte certa. Esse esse é o significado. Então, após

eh esse martírio, né? Dar testemunho de dar testemunho de alguma coisa. Essa esse é o significado, né, do martírio, mesmo diante do sofrimento e da morte certa. Esse esse é o significado. Então, após anos de missões aqui em evangelização pela Ásia e pela Grécia, Paulo retorna a Jerusalém, onde começa então o seu testemunho. Tiago aconselha Paulo a não se apresentar de imediato à comunidade cristã para evitar tensões com os irmãos judeus. mais conservadores. Por quê? Porque o texto de Paulo, as epístolas era muito conhecida inclusive em Jerusalém. As as epístolas que as cartas, as recomendações que ele fez em viagens e em pregações e discursos eram muito conhecido, né, já em Jerusalém. Então, a a essa frase, né, Paulo ciente do que atravessava uma etapa decisiva de sua existência revela a consciência espiritual amadurecida, né? Ele sabe que está se aproximando do seu martírio não como tragédia, mas como cuminância de sua missão apostólica. Ao contrário do Saulo, impetuoso e racional de antes, esse Paulo agora é sereno, introspectivo e consciente da vontade divina. Ele percebe que a cruz, o sofrimento e a prisão são partes do caminho de quem serve verdadeiramente ao Cristo. Então Paulo não teme a morte, não tem medo do de morrer porque ele é porque ela é agora para Paulo, né, uma vitória do espírito sobre a matéria, uma vitória, né, do espírito sobre sobre ele mesmo, né, desse processo de autoanálise, desse processo de autoconhecimento, de autorreflexão. Então, ele dedica o dia a organizar os planos de trabalho e orientações aos discípulos. Quer dizer, mesmo prestes a sofrer as a perseguição e e todo aconteceria no Sinedé, Paulo não se revolta para si mesmo, mas continua preocupado com o futuro das comunidades cristãs, que ajudou a fundar que foram inúmeras, né? Ele escreve, planeja e orienta os discípulos como Timóteo, Lucas, Tito e outros, né? inclusive Lucas e alguns desses que que que o acompanhou depois no final do capítulo a viagem a Roma. Então esse gesto, né,

eve, planeja e orienta os discípulos como Timóteo, Lucas, Tito e outros, né? inclusive Lucas e alguns desses que que que o acompanhou depois no final do capítulo a viagem a Roma. Então esse gesto, né, simboliza o desprendimento do verdadeiro servo. Paulo não teme mais ao que virá. Preocupa-se em deixar semente bem plantada, gerando que o evangelho continue florescendo mesmo após sua partida. Então, Emmanuel mostra aqui a transição da da liderança ativa para o testemunho espiritual. Paulo já está mais voltado para o invisível do que para a ação material. Portanto, eh eh Jerusalém é o retorno ao ponto de origem, é a reconciliação espiritual com o passado, quando enquanto Saulo era o perseguidor, né? a casa de Minanson, o refúgio, né? Esse essa representação do refúgio, o acolhimento e a proteção espiritual, que é o símbolo da igreja interior, da igreja intimista, da igreja primitiva, nascente naquele momento. Tiago, né? Eh, eh, eh, representa essa prudência e essa sabedoria institucional representa a igreja que ainda teme o conflito. E aí, então, nós temos a preparação espiritual. Paulo já vive em comunhão constante com Cristo, está pronto para o grande sacrifício. O que então eh deverá fazer naquela noite, né, Thago, envelhecido, exausto, doente, como o texto coloca, visita o antigo doutor de Tarso. descreve um diálogo de rara profundidade espiritual em que Thago expõe as impressões do Sinédro que deliberara reviver os processos de perseguições iniciados por ele, Paulo, quando da sua movimentada gestão no Sinédro, acusando-o de feitiçaria e traição à lei de Moisés, que eram eh muito sérias, né, essas essas alegações, essas acusações. Porque a lei de Moisés é que regia, eh, que regia todo o povo, né, todo o judaísmo. Então, acusar Paulo eh de traição, de feitiçaria e e traição à lei de Moisés é ess dos maiores, dos crimes mais graves contra a a lei judaica, né? E aqui nós temos, por exemplo, já, né, a alegação eh dos judeus, sobretudo os judeus mais radicais, eh, de já de trófimo, né,

isés é ess dos maiores, dos crimes mais graves contra a a lei judaica, né? E aqui nós temos, por exemplo, já, né, a alegação eh dos judeus, sobretudo os judeus mais radicais, eh, de já de trófimo, né, porque Paulo, segundo ele, já havia levado então eh Trófimo para o templo e tudo mais. essa interpretação, né, de de de Thago envelhecido, exausto, doente, né, mas também representa essa serenidade, esse processo de maturidade absoluta, de que já viveram muita coisa, já havia a experiência, né? Então, Paulo ainda mais jovem eh tinha mais esse ímpeto, né? Então, nós temos essa essa maturidade, essa profundidade de Thago e essa esse processo de autoconhecimento, de composição e fortalecimento da das sua espiritualidade, da sua missão em Paulo. Então, Thiago revela que intercedeu junto às autoridades religiosas para amenizar as sanções que o Sinedro aceitaria abrandar as medidas mediante uma exigência simbólica, que Paulo custeasse as despesas de quatro pobres judeus, que esses judeus haviam feito votos de nazireu, né, comparecendo com eles no templo durante sete dias consecutivos, para que todo o povo possa ver que continuas bom judeu e leal filho de Abraão. Era um pedido eh ousado de Thago, porque eh para Paulo isso parecia, né, um absurdo pedir, né, aparecer no aparecer ao templo durante sete dias consecutivos com os nazireus. E os nazireus eram aqueles que que faziam votos, né, que faziam votos, consagração eh eh completa a Deus. Então, por exemplo, é um eh o texto de Números, é um texto mais antigo, né, do do do Vetero Testamento e de número seis, que então eh escreve descreve as proibições eh que um nazireu não poderia fazer. entre eles, por exemplo, não cortar o cabelo durante esse período de voto, abstinhos e bebidas fermentadas, evitar qualquer contato com os mortos e apresentar-se ao templo, né? Era uma obrigação, tinha que apresentar-se ao templo ao término do voto, oferecendo sacrifícios. Isso para que esses nazius fizessem, né, esse essa consagração total, exigia um certo custo, né, um

né? Era uma obrigação, tinha que apresentar-se ao templo ao término do voto, oferecendo sacrifícios. Isso para que esses nazius fizessem, né, esse essa consagração total, exigia um certo custo, né, um certo um certo valor. Por quê? porque tinha que apresentar oferendas. Então, eh normalmente animais, né, eram apresentados no templo, né, como processo de purificação. E aí cer essas pessoas, muitas não tinham dinheiro. Então, Paulo custearia essas despesas desses quatro nazireus. Então, o Sineddra exigiu que Paulo pagasse as despesas nesses quatro naz nazireus. um ato que eu ligaria novamente à lei de Moisés diante do povo, né? Isso para Paulos era um pouco ofensivo, porque eh Paulo ficou entre duas coisas, perder a autoridade, né, enquanto enquanto eh formador das igrejas nascentes, do cristianismo nascente, né, perder um pouco dessa autoridade junto à comunidade eh cristã, mas também a a de eh de se apresentar, né, de de fazer uma uma um média com com o Sinédrio e aí a diminuiria um pouco toda aquelas tensões eh que havia na comunidade. Então, era um gesto para Thago, na verdade, um gesto político, mas um gesto também diplomático, né? E aí então tenta o eh o Thago equilibrar a fé e a prudência, eh porque Jerusalém estava em campo minado, então não poderia eh ser tão radical com isso. Então é um momento para Paulo de prova de obediência espiritual. Eh, sabe que o G não salvaria, mas aceitaria o sacrifício com serenidade em atenção à palavra de Thago, né? Então, diante da proposta, Paulo reage com desconforto e isso não representa nobreza alguma. essas exigências e e ironia profunda e visa reduzir-nos a crianças de tão fútil que é não é perseguição, é humilhação. Mas Thago em tom fraternal, mais maduro, explica-lhe o sentido do sacrifício celicioso da renúncia diária como forma de testemunho. O melhor testemunho está em morrer devagarinho, diariamente, pela vitória da causa de Cristo. E Paulo vai tomando então essa consciência, né? Então Paulo chega concluso: "Tiago, como tu mesmo atingiu

O melhor testemunho está em morrer devagarinho, diariamente, pela vitória da causa de Cristo. E Paulo vai tomando então essa consciência, né? Então Paulo chega concluso: "Tiago, como tu mesmo atingiu hoje o nível mais alto de compreensão da vida. Entenda melhor os teus argumentos. A a existência humana é bem uma ascensão das trevas para a luz. A juventude, a presunção de autoridade, a centralização de nossa esfera pessoal acarretam muitas ilusões, laivando de sombras as coisas mais santas. Então Paulo há um pouco, né, de não aceitar, mas toma consciência a partir sobre tudo eh da maturidade também de de Thago, né? Então, como ouvido, Paulo compreende o apelo espiritual e aceita a exigência como forma de reparação e humildade. Ele diz: "Ah, assiste-me o dever de curvar-me às exigências do judaísmo, consequente de uma perseguição por mim própria iniciada em outros tempos, né?" Então, tem consciência. Agora, no dia seguinte, Paulo comparece à igreja de Jerusalém, acompanhado dos anciãos e Thago. A reunião revela o quanto das antigas tradições farisaicas ainda influenciavam o ambiente religioso. Os judeus, rigorosos observadores da lei antiga, exig exigem-lhe uma demonstração pública de fidelidade ao que Paulo com serenidade consente em realizar a purificação no templo. O judaísmo sempre foi apegado à observação da lei, né? muito rigorosamente, muito rigorosamente. Eh, quando eu lembro quando eu fui fazer o a minha pesquisa de doutorado no Chile, em Santiago, porque eu tinha uma comunidade judaica grande e eu pesquisava sobre os os rassems, né, que é a área mais ortodoxa do judaísmo, aqueles que usam, né, os as representações no corpo, na testa, enfim, vestes, né, o cabelo que envolta, roupas pretas, longas e pesadas. porque há uma interpretação literal, né, da da lei antiga. Então essa observação rigorosa é até hoje, né, para as mulheres ainda um pouco mais fortes. E aqui Paulo, né, aceita, aceita porque tomou consciência e consente na purificação. Então, durante os dias seguintes,

observação rigorosa é até hoje, né, para as mulheres ainda um pouco mais fortes. E aqui Paulo, né, aceita, aceita porque tomou consciência e consente na purificação. Então, durante os dias seguintes, cresce o tumulto em Jerusalém. O comparecimento do célebre doutor, que enlouquecer as portas de Damasco enquanto Saulo desperta a ira e curiosidade. A multidão agita se os doutores do Sineddro, buscando pretextos para condená-lo, acusam-no de ter levado um grego trófimo, seu discípulo, ao templo. Era um ato proibido pela lei. Então, a hostilidade transforma-se em violência, né? e gritavam eufóricos, morte ao desertor, pedras, a traição. E de fato começa então aí eh essa essa violência, né, física mais sentida em Paulo. Então, Paulo é acusado falsamente de ter levado Trófimo, né, em grego, um gentil, eh, ao interior do templo de Jerusalém, algo estritamente proibido pela lei, né? E mas quem é Trofo? Prof é mencionado no no Novo Testamento, na eh na carta de Atos dos Apóstolos e na segundo segundo carta de São Paulo a Timóteo, né, a comunidade de Timóteo, porque Paul aí prófono convertido também se torna um pregador, um, né, que vai conduzir então a a a boa nova eh do evangelho. suplício é interrompido pela chegada dos soldados, né? Eh, claro, aqui pedradas, morte e etc e tal. Então, chega o o os soldados romanos comandados por Claud Lízias, que o resgata, né, da multidão enfrenta, conduz então a torre Antônia. Diante do tribuno, Paulo, ferido, ensanguentado e calmo, pede para falar ao povo. Subindo alguns degraus, dirige-se à multidão em hebraico, relatando sua conversão, seu encontro com Jesus e o remorço que tem pela morte de Estevão. A morte de Estevão eh vai ser um um marco na vida de Paulo. Eh, gostaria de, eu acho, esse esse momento eu acho que é é muito para mim muito bonito assim de Paulo, de aceitar tudo, de aceitar tudo com com calma, com de não revidade, enfim, né? Então aqui nós temos um momento assim de absoluto conversão de Paulo, né? Né? Ele recorda agora o seu passado como perseguidor e o

tudo, de aceitar tudo com com calma, com de não revidade, enfim, né? Então aqui nós temos um momento assim de absoluto conversão de Paulo, né? Né? Ele recorda agora o seu passado como perseguidor e o remorço pela morte de Estevão e testemunha, então, a sua transformação interior, mostrando, né, na língua original judaica, eh, no hebraico, a sua conversão completa. E aí o texto de Atos aqui de Atos dos Apóstolos 22, né? Tem o discurso de pal um discurso longo, mas eu quia só de ler um pouquinho porque é muito bonito. Ele ele começa dizendo: "Irmãos e pais, escutai a minha defesa que tenho agora a vos apresentar." Tendo ouvido que eles dirigia a palavra em língua hebraica, fizeram mais silêncio ainda. Ele prosseguiu: "Eu sou judeu, nasci em Tasso, na na Silícia, mas criei-me nessa cidade educada aos pés de Gamaliel, grande educador judaico, né? Um um grande eh esqueci a palavra eh rabino, né? Assim, de uma envergadura gigantesca, né? Então, respeitado antes e hoje ainda, né? Então, eh, recorre a sua tradição, recorre a ao seu histórico enquanto enquanto eh cidadão, porque aqui ele está reivindicando a sua a a si mesmo, não a sua ligação a ao judaísmo, mas a tradição, ao respeito à tradição, né? Porque agora há há um processo de conversão. Educada aos pés de Gamaliel na observância exata da lei de nossos pais, cheio de zelo por Deus como vós todos os di todos no dia de hoje. Persegui de morte este caminho, prendendo e lançando à prisão homens e mulheres, como podem testemunhar o sumo sacerdote todos os anciãos. Deles cheguei a receber cartas de recomendação para os irmãos em Damasco e para lá me dirigir, a fim de trazer algemados para Jerusalém, os que lá estivessem parecer aqui punidos. Acontece que eu a caminho, aproximei-me de Damasco e tal e caí ao chão e houve uma voz que me dizia: "Saul, Saul, por que me persegues?" Respondi: Quem é Senhor? Ele me diz: "Eu sou Jesus, o Nazareu. A quem tu persegues? O que estava comig? O que estavam comigo? Viram a luz, mas não escutaram a voz que falava comigo.

que me persegues?" Respondi: Quem é Senhor? Ele me diz: "Eu sou Jesus, o Nazareu. A quem tu persegues? O que estava comig? O que estavam comigo? Viram a luz, mas não escutaram a voz que falava comigo. Eu prossegui. Que devo fazer, Senhor? E o Senhor me disse: "Levanta-te e entra em Damasco. Lá te dirão tudo o que te ordenado fazer. Como eu não enxergasse mais por causa do fugor naquela luz, cheguei a Damasco, levado pelas mãos dos que estavam comigo. E aí continua então o o relato, o seu relato de convenção, né, que é a morte, a queda de Paulo, né, a queda do cavalo, como a gente usa de maneira metafórica, né? Então, a, enfim, o relato foi tão bonito, né, tão profundo, que comoveu parte, né, dos presentes e impressionou então o tribuno que estava julgando eh Paulo, né, que ouvindo-lhe a palavra cinzelada de misteriosa beleza, como descreve Emanuel, reconhece, tratar-se de homem de fé aqui, né, cinzelada beleza, de misteriosa beleza, eh, é de cultura, né? né? Quanta cultura, quanta inteligência, mas de quanta profundidade espiritual estava revestido naquele momento Paulo. Entretanto, o povo volta a se agitar e Paulo é reconduzido então à prisão, a torre Antônia anexa ali ao a ao templo, né? Então, na célula, aposta sofre de novo, novamente muitos maus tratos, mas demonstra coragem e discernimento, questionando seus algos: será listo açoitardes de um cidadão romano antes de condenado? Porque era um cidadão, né, fez toda a sua ah para dizer, né, eu eu sou um cidadão romano, mas conheço profundamente a escola de Gamaliel. Diante dessa declaração, o tribuno reconhece o erro e manda então libertá-lo das amarras, garantindo-lhe um melhor tratamento, um tratamento mais mais tranquilo. Mais tarde, Paulo é novamente levado ao Sinédrio, onde o sumo sacerdote Ananias o insulta e ordena que seja ferido na boca. Paulo serem responde: Sacerdote, vigiai o coração para não incidirdes em repressões injustas. Os homens como vós são como as paredes branqueadas dos sepulcros, mas também sereis feridos

erido na boca. Paulo serem responde: Sacerdote, vigiai o coração para não incidirdes em repressões injustas. Os homens como vós são como as paredes branqueadas dos sepulcros, mas também sereis feridos pela justiça de Deus. Chama-lhe atenção, né? Chama a atenção aí ao sacerdote Ananias, porque não podia aqui bater, não podia espancar, né? Então Ananias falou uma ferida na boca que antes Paulo terminasse, né, os soldados já estavam em cima ali, eh, já fer boca, né, com golpes e tal. Mas apesar das agressões que Paulo sofreu, né, em Jerusalém, manteve uma postura de amor e fé, né? E aí o texto Emanuel, Emanuel descreve, né, a essa fala: "Continuarei a ferir, continuai a ferir-me, escarrai-me na face, açoitai-me. Esse martirológio me exalta para uma esperança superior, porque já criei no meu íntimo um santuário intangível às vossas mãos e onde Jesus há de reinar aparecendo." É uma consciência profunda, né? é aceitar o seu martilológio eh como com muita convicção, não é essas dores, mas que vão atingir, que vão eh me dobrar diante da tradição judaica que vá fazer com que eu retorne a às tradições erradas do judaísmo e tal e tal, tal. Há uma convicção profunda, há aqui uma conexão espiritual profunda com a palavra de Jesus, com a esse seu processo de convicção, né? Eh, eh, eh, é dizer, ah, pode fazer qualquer coisa, né? morrer e viver para mim não importa, desde que eu esteja conectado absolutamente com a a vontade de Deus, com a missão que Deus me confiou e com a convicção espiritual que eu carrego em mim, né? Então, já não sou eu quem vivo, é Cristo agora que vive. Portanto, faça o que quiser, né? Faça o que quiser. É uma tomada de consciência profunda. Tem uma uma filósofa judia moderna chamada Edit Stein e depois foi canonizada pela Igreja Católica como Teresa Benedita da Cruz. E ela eh diz o seguinte, né? Por mais que a pessoa não conheça Deus e ainda que não o saiba, ela vai sendo direcionada a Deus. Quer dizer, por mais que eu não conheça Deus, por mais que eu não queira, não aceito,

o seguinte, né? Por mais que a pessoa não conheça Deus e ainda que não o saiba, ela vai sendo direcionada a Deus. Quer dizer, por mais que eu não conheça Deus, por mais que eu não queira, não aceito, a gente está sendo conduzido, né, a esse a esse ser espiritual profundo. E Paulo chegou a isso, né? Profundamente sofreu, caiu, levantou, está aqui nesse martirológio, mas aceita com convicção que agora ele compreende, agora os seus olhos se abriram, né? Seus olhos que estavam cego, né? Que estava cego, agora consegue ver com clareza eh a missão que que Jesus ele confia. Então o tumulto cresce e os romanos intervém novamente, devolvendo Paulo novamente à prisão. À noite, sozinho na cela, o apóstolo recebe uma visão consoladora de Cristo, que ele diz: "Regozijo-te pelas dores que resgatam e iluminam a consciência. Guarda o teu bom ânimo, porque assim como testificaste de mim em Jerusalém, importa que eu faças também em Roma." É uma visão consoladora profunda, né? Porque há a convicção, né? Há convicção de que Cristo está conduzindo a sua missão, o seu martirológio e diz: "Alegra-te, seja feliz, ser feliz, acolha a dor, esse sofrimento, essa passagem, porque tudo passa, como diz, né, Chico Xavier, como um processo de conv um processo de emendar-se, um processo de elevação espiritual, de crescimento, de maturidade na fé. guarda o teu bom ânimo, força, né, etaligana, como diz em espanhol, dê, né, mais vitalidade a isso, né, porque assim como você está falando de mim aqui, você falou de mim no Sinédro, é importante que você também false em Romo. Então, é uma consolação, né? como consolação. E aí aqui eh eu eh já no final do capítulo já se conduzindo aí então, né, Paulo aceitando essa missão eh de de do sofrimento, do de acolher o que deveria viver em Jerusalém. E aí no final do capítulo ele diz o seguinte, né, já no discurso no barco junto com outros prisioneiros e Lucas para Roma, né, ele diz, tens razão. No na conversa com Lucas disse finalmente, somos fracos demais para nos atribuirmos qualquer

inte, né, já no discurso no barco junto com outros prisioneiros e Lucas para Roma, né, ele diz, tens razão. No na conversa com Lucas disse finalmente, somos fracos demais para nos atribuirmos qualquer valor. Além disso, acrescentou Paulo, a batalha do Cristo está começada. Toda vitória pertencerá ao seu amor e não ao nosso esforço de sermos endividados. Escreve, portanto, tuas anotações de modo mais simples e nada comental. Aqui, Emanuel eh deixa claro que as anotações então escritas por Lucas seriam o seu evangelho, mas que escrevesse com com simplicidade, né, com singeleza, né, e certamente, né, os alguns teólicos e alguns estudiosos diz que é o o evangelho mais poético, é o evangelho mais piedoso dos quatro evangelhos, né? O evangelho de Lucas que anuncia o nascimento de Jesus com toda a teologia, mas com toda a piedade. Então, eh, é um trecho que passa durante a viagem marítulo a Roma, como eu disse, mas que, eh, traz a continua, né, Paulo ainda dando instruções, não posso parar. Eh, não é que eu esteja sofrendo, não é que estou passando por esse momento de provação, de maturidade na fé, que eu vou parar a minha missão enquanto, né, e é uma missão a todos nós, né, não nos parar, não congelar diante das circunstâncias, diante das dificuldades, não. A vida precisa continuar. A vida precisa continuar, né? Eh, como ai de mim, se eu não faço, eu tenho, né, que que andar, tenho que cantar, eu tenho que falar, ai de mim se não faço, né? Ai, né? Como diz Paulo também, quer dizer, precisa continuar, né? E isso continuar e continuar e continuar. Então, ele toda a vitória pertencerá ao Cristo, ao amor de Cristo e não ao nosso esforço de sermos endividados. Essa frase é o coração espiritual desse trecho, né? Paulo ensina a Lucas e a todos os futuros seguidores que nenhum mérito humano é suficiente para explicar a vitória do evangelho. A vitória sempre de Cristo. E o homem é apenas um instrumento em suas mãos. É um carticipante. Eh, eh, alguns autores o o cfundador da humanidade, né, de que Cristo é de que

ar a vitória do evangelho. A vitória sempre de Cristo. E o homem é apenas um instrumento em suas mãos. É um carticipante. Eh, eh, alguns autores o o cfundador da humanidade, né, de que Cristo é de que Deus, por meio de Cristo, é o fundador por excelência. E os os nós humanos somos copartícipes desse processo de humanização do ser humano para que ele saia do processo de animalização. Então quando Paulo diz que são servos endividados, ele reconhece a dívida moral e espiritual de todos nós para o amor divino, né? Então seu raciocínio é o mesmo quando eles escrevem lá aos Romanos e ao a Coríntios. Pela graça de Deus, eu sou o que sou e a sua graça me foi concedida, não se torna vã. Então aqui Emanuel explica espiritualmente a a a origem do evangelho de Lucas, orienta o discípulo a registrar os fatos e os ensinamentos de Jesus com simplicidade, sem adornos, né, apenas para a glorificação do mestre. Então é uma beleza simbólica. Paulo mostra como inspirador espiritual da redação dos textos evangélicos, né, e Lucas como fiel cronista do amor de Cristo. Então o Evangelho de Lucas, né, Emanuel sugere aqui, não nasce de uma intenção literária, né, dos ensinamentos eh de Jesus, mas de um ato de devoção. a tentativa de preservar a verdade e a ternura de Jesus em uma linguagem acessível aos fiéis. Então, nós temos aqui algumas eh interpretações que eu fui inserindo, né? Por exemplo, a a lei de causa e efeitos, né? Desde as primeiras páginas do capítulo, né? desse capítulo oito, percebe-se Paulo que Paulo reconhece o valor preparador, eh, reparador das dores que o cercam. Quando se vê diante da multidão hostil, Emanuel registra que o apóstolo pensa consigo: "Não seria justo padecer muito pelo muito que martirizar os outros? Era razoável que sentisse alegria naqueles instantes amargas, né?" Então, Emanuel mostra que a dor é um instrumento de reajuste e crescimento espiritual, né? Como diz, por exemplo, eh, no capítulo 5 do Evangelho, bem-aventurados os aflitos. E depois ele diz, a dor é uma

ão, Emanuel mostra que a dor é um instrumento de reajuste e crescimento espiritual, né? Como diz, por exemplo, eh, no capítulo 5 do Evangelho, bem-aventurados os aflitos. E depois ele diz, a dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos. é meio pelo qual ele, Jesus conduz à perfeição. Então, como disse Cristo a Paulo na aparição na cela, regozija-te, alegra-te, né? Então, o tema do perdão percorre todo o capítulo como foi o condutor da liberdade, da libertação espiritual de Paulo. Ao ser insultado no Sinedério, o apóstolo responde com serenidade e fé: "Continuai a ferir-me. Escarrai-me a face. Continua, né? Eu estou em uma união profunda com Cristo. Não é isso que vai me afastar ou vai fazer com que eu volte atrás na convicção que eu tenho, na certeza absoluta que eu tenho do Cristo que vive em mim agora, porque já não sou eu que vivo agora, é Cristo, né? Então essa fala diante do Sinedro expressa o mesmo sentimento de Estevão no início da obra quando perdo seus algos dizendo: "Senhor, não lhes imputes este pecado", né? Então Paulo fecha, né, um ciclo de reencarnações e reajustes em que o ofensor e o ofendido se reencontram no amor e no perdão, né? Eu trouxe aqui algumas citações eh na obra O Pão Nosso, né? Então, eh, Emanuel reforça essa ideia, né? Perdoar é libertar o coração das sombras e permitir que a luz divina nele se estabeleça. É uma permissão, né? É uma aceitação, né? é um processo de compreensão a partir de uma autoanálise, a partir de uma compreensão profunda, né, da mensagem da da eh daquilo que tá sendo proposto aqui, no caso, o evangelho, né, a palavra do de Jesus mesmo, Cristo. Então, é libertar o coração das sombras, das amarras que eu tenho, das minhas convicções pré-estabelecidas, das minhas, eh, compreensões, né, dos meus preconceitos, das minhas afirmações, dos, enfim, daquilo que eu tenho como centro para acolher um outro centro, uma outra perspectiva, né? Imagine que Paulo deva ter sofrido muito, né, para mudar sua compreensão, primeiro sofrido consigo mesmo, né, amarrado em

eu tenho como centro para acolher um outro centro, uma outra perspectiva, né? Imagine que Paulo deva ter sofrido muito, né, para mudar sua compreensão, primeiro sofrido consigo mesmo, né, amarrado em em si mesesmado, né, em si mesmado com todos os processos e e ter que aceitar Jesus, eh, e ter que passar por tudo aquilo, ficar cego e acolher o, né, o sofrimento. Acolha o sofrimento com alegria. Imagine o processo profundo que ele deve ter passado. Portanto, por isso ele diz, né, regozija, pode fazer o que for, agora eu não sou eu quem vivo, agora é o Cristo, né? Então esse martirológio é um arquétipo da evolução humana, né? Então aqui no sentido mais universal, o martírio de Paulo reflete o drama de toda a humanidade no processo evolutivo, né? no processo eh em que os espíritos estão eh em evolução, né? Cada martírio em algum degrau percorre o mesmo caminho simbólico. Então, Saulo representa o homem dominado pela razão e pela vaidade, né, em si mesmo, em suas paixões e em seu saber, né? Eh, e Paulo representa o homem desperto pela dor e pela fé, né? Agora um homem convertido, totalmente novo. O martírio em Jerusalém representa o instante da rendição total. a esse amor a Cristo. Então, acolhe as dores que semeou, né? Perdão e caridade. Revida o ódio com serenidade, testemunha o Cristo profundamente. Agora, o martírio, né, esse martírio em Jerusalém representa uma prova de fé, né? E aí a entrega completa à vontade de Deus. Então, Emmanuel mostra que a trajetória do apóstolo é a parábola da alma humana, que precisa atravessar suas próprias Jerusaléns interiores, isto é, enfrentar as suas zonas de orgulho, suas zonas de conforto, suas zonas, as suas sombras para alcançar a união com Cristo interno, né? André Luiz confirma essa leitura simbólica na obra Evolução em 2000 mundo. Ele diz o seguinte: "A dor é a luz que desperta a alma adormecida no egoísmo e a reconduz ao caminho do bem eterno". E é interessante, eh, muitas pessoas, né? Muitas pessoas passam por um processo de evolução e de

uinte: "A dor é a luz que desperta a alma adormecida no egoísmo e a reconduz ao caminho do bem eterno". E é interessante, eh, muitas pessoas, né? Muitas pessoas passam por um processo de evolução e de e de mudança completa a partir da dor, a partir de do sofrimento, a partir de uma perca, a partir da doença, a partir de alguma, né, que que eu considerado eh o ponto, né, de virhada de chave, a queda do cavalo de Paulo, enfim, né, a tirando a cegueira dos olhos para ver a realidade, ver, então, né, eh um processo de de de aprofundamento, né, dentro de si mesmo para encontrar a a luz e a riqueza que é o Cristo. Então, o martírio é esse símbolo de ascensão espiritual pelo pela superação do eu, né, inferior, do ego, que tanto aprisiona não só Paulo, mas também nos aprisionam. Eh, no na obra O Caminho de Luz, Emanuel explica que Jesus é o guia espiritual da Terra e que sua doutrina é a síntese da lei do amor que rege o universo, né? Então aqui nós temos eh eh o cristianismo é a libertação da letra que mata para o espírito que vivifica, que é isso que Paulo está sentindo na própria carne, né? É o que Paulo está passando na própria carne, em si mesmo, né? Essa oposição ao apego h das ao apego às leis. E agora essa leveza que traz o Cristo, essa novidade que apresenta o Cristo a partir da conversão de Paulo na eh também Emanuel retoma, por exemplo, o tema do testemunho eh na obra Caminhos, Verdade e Vida. Ele diz o seguinte: "O discípulo do Cristo não deve esperar a cruz do martírio público, mas aceitar as pequenas cruzes de cada dia na renúncia silenciosa, no devor cumprido, no perdão constante." Essa citação explica de modo direto a lição transmitida por Paulo a Tiago ou por Tiago a Paulo no início do capítulo. O mesmo melhor testemunho está em morrer devagarinho, diariamente, pela vitória da causa do Cristo. Ambas as passagens convergem para o mesmo ponto doutrinário. O verdadeiro sacrifício cristão é interior, contínuo e e silencioso. Emanuel demonstra que o martírio não está em morrer fisicamente,

isto. Ambas as passagens convergem para o mesmo ponto doutrinário. O verdadeiro sacrifício cristão é interior, contínuo e e silencioso. Emanuel demonstra que o martírio não está em morrer fisicamente, mas em viver espiritualmente, em infidelidade ao amor. A gente pensa que as coisas não passam, né? o sofrimento que que de quando nós estamos dentro de uma situação eh profunda, que não vemos luz no fim do túnel, que não vemos perspectiva, que não vemos saída, que não temos a quem recorrer, cremos que não há, né, que é o fim, que acabou. E e a gente chora, né? Entra em desespero. Mas aqui está dizendo, né, com tanta clareza, todas as coisas passam, como diz Chico Xavier, tudo passa, né? E também depois no Atto dos Apóstolos, né? Eis que todas as coisas passarão, né? E nós nos tornaremos um só em Cristo. Não haverá mais dor, não haverá mais morte, não haverá, porque nós estaremos completamente nele. Então, eh, Paulo apresenta aqui o testemunho para aquele momento, mas para nós hoje, né, todas as coisas passam. Confia, se alegre, não critique, não questione, não duvide. Está conosco. Regozija-te, alegra-te, porque desse momento que você está passando aqui, eu preciso que você testemune ele lá na comunidade, lá no seu trabalho, para as pessoas que estão com você, para para alguém que precisa ouvir esse testemunho lá em Roma. né? Como disse a Paulo. Então, é muito bonito. Eh, na obra eh também Pão Nosso, né? Capítulo 76, perdão. Eu descreve: "Perdoai e libertar o coração das sombras que o aprisionam e abrir-lhe as portas para a luz". Então, portanto, que Paulo já vivenciu o evangelho em plenitude, libertando o filho do orgulho que o dominava na juventude e alcançando a maturidade espiritual do servo consciente. É o desapegar-se do homem velho para revestir-se totalmente daquilo que agora será a sua nova roupagem, né? representará a sua nova missão. Eh, na obra renúncia, né, Emanuel narra a história da missionária ao Sion, né, o espírito que como Paulo aceita a dor e o anonimato como meio de redenção. Há um

em, né? representará a sua nova missão. Eh, na obra renúncia, né, Emanuel narra a história da missionária ao Sion, né, o espírito que como Paulo aceita a dor e o anonimato como meio de redenção. Há um paralelo espiritual muito profundo aqui na missionária ao Silone e Paulo, né? Então, ao Sil renuncia os afetos terrenos para servir a Deus com pureza. E Paulo renuncia à glória intelectual e ao status farisaico para viver a humildade dos discípulos do Cristo. Eh, é renunciar-se a si mesmo, né? E e é deixar-se e é levar por a boa nova, é encontrar um propósito maior paraa vida. Então eu coloquei esse quadro aqui, né, fazendo um paralelo entre a, como eu comecei no capítulo, né, a carta de Paulo a a comunidade de Filipos, né, aqui ele já, né, não vou antecipar porque alguém, né, continuará o texto, mas já lá na prisão em Roma e aqui, né, a prisão eh de Paulo em Jerusalém, que antecede a viagem, né, a Roma. E qual é o momento na vida de Paulo, né, aqui na comunidade hoje, né, no martírio em Jerusalém, é o início do processo de purificação e entrega profunda de Paulo, né, a missão, a acolher com alegria, né, e é a prova da fé e da libertação interior total. é uma libertação sobretudo do ego, das paixões terrenas, das suas convicções, né? Emanuel inclusive brinca, né, com com a com a a forma tão intelectual que Paulo tinha e tão inteligente de falar, né? Então é se libertar inclusive disso, é a morte moral desse homem, do homem velho, do Saulo, arrogante, perseguidor, mal, enfim, né? Legalista e etc. Qualquer adjetivo que a gente possa colocar aqui para esse homem novo convertido, vertido com um novo um novo nome, né? Agora, Paulo, então é a vitória do espírito, é a vitória de Cristo sobre o orgulho e sobre a carne desse homem, desse homem novo. Bom, era isso. Eu espero ter alcançado um pouco aí nas alcançado a a a a completude do capítulo, né, que era muito extenso. É isso. Muito obrigado, gente. >> Vamos fechar os olhos e agradecer a Jesus. por mais essa oportunidade de

lcançado um pouco aí nas alcançado a a a a completude do capítulo, né, que era muito extenso. É isso. Muito obrigado, gente. >> Vamos fechar os olhos e agradecer a Jesus. por mais essa oportunidade de estudo, da complementação da doutrina, que são os livros de histórias do Emanuel e do André Luiz, com os quais a gente aprende tanto, nos faz refletir, nos nos faz analisar e e evoluir um pouquinho. Gratidão, Senhor, por todas essas bênçãos. abençoa a todos nós que assistimos essa palestra. Eh, abençoa o expositor e nos ampare, Senhor Jesus, no entendimento, mas sobretudo na na vivência de todos esses ensinamentos na nossa vida atual. Nós sabemos que naquela época talvez estivéssemos todos encarnados, mas nessa encarnação nós temos o privilégio de entender que todas as lições dos apóstolos de Jesus são para a nossa evolução espiritual, mas devemos refletir, devemos entender e devemos praticar na nossa vida. Nós te agradecemos, que tenhamos uma boa noite, um bom sonho e que assim seja.

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