Paulo e Estevão 1a parte Capítulo 3 28072025
Para mais informações sobre a Casa Espírita Estudantes do Evangelho acesse o site: www.estudantesdoevangelho.com.br Instagram: @casaestudantesdoevangelho Facebook: @casaestudantesdoevangelho
A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do Gef. >> Então é com esse pensamento, senhor, que nós elevamos até vó. o nosso pensamento, a nossa gratidão por estarmos aqui reunidos mais uma vez sob o vosso amparo e a vossa proteção pelo retorno das nossas atividades que são tão queridas para nós, pelo reinício que foi bastante concorrido tanto no plano físico quanto físico presencial, quanto no no virtual e também no espiritual, porque o nosso auditório estava regurgitando de amigos espirituais, de espíritos em tratamento, de espíritos em fase de estudo, acompanhando a abertura desse seminário, que é um evento muito importante para nós enquanto encarnados, para os espíritos que estão em fase de aprendizagem junto conosco e para todos nós juntos. Porque é um instante de tratamento espiritual que nós recebemos. A medida em que as lições edificantes vão chegando, o nosso coração também acalma, o nosso pensamento sintoniza com as energias maiores que estão ali nos assistindo. E assim a espiritualidade amiga pode escutar nossos corações, pode nos trazer aquilo que nós precisamos. para restabelecermos nosso equilíbrio, nossa saúde, para ampliar a nossa visão de vida e a nossa consciência da responsabilidade que temos sob uma par e a proteção dessa espiritualidade que nos visita. E com a vossa permissão, então, Senhor, nós iniciamos o nosso encontro desta noite, dizendo graças a Deus e a Jesus. Muito bem, sejam todos muito bem-vindos. É uma alegria imensa estarmos todos aqui. E nós vamos passar a palavra para Eliana Nice, que vai fazer pra gente o terceiro capítulo hoje, né, que o primeiro e o segundo a gente já viu no sábado, dando prosseguimento ao nosso estudo. Eliana, a palavra é sua, querida. Boa noite, Lina. >> Boa noite, gente. Hoje nós vamos começar o terceiro capítulo da primeira parte do livro Paulo e Estevan. E esse seminário
uimento ao nosso estudo. Eliana, a palavra é sua, querida. Boa noite, Lina. >> Boa noite, gente. Hoje nós vamos começar o terceiro capítulo da primeira parte do livro Paulo e Estevan. E esse seminário vai ser iluminado como é a obra prima de Emanuel de Paulo Estevan. Tá me ouvindo bem, S? Sim, estamos te ouvindo bem. >> Que bom. Então, eh, esse livro veio por Emanuel, pela psicografia de Chico Xavier. E nós vamos começar a parte três do nosso capítulo, capítulo três, a primeira parte que se chama em Jerusalém. Então, para começar, eu vou fazer uma retrospectiva, né? O que que já aconteceu no capítulo, nos capítulos anteriores? Então, a família de Jesiel foi presa em decorrência daquele incêndio que o pai de Jesiel, Joquedebu início. Joquedeb foi condenado a 20 vergastadas e Josiel, Josel se declarou culpado no lugar do pai. E aí a pena, como haviam visto ele ajudando a apagar o incêndio, acharam que ele também era culpado. E aí apenas se tornou cumulativa a ambos. Um servo do Licino Minúcio, que estava muito mal porque foi queimado no incêndio, veio, veio seado no incêndio, ele veio a óbito. E aí as penas dos dois foram agravadas com mais vergastadas para Juquedeb e o Gesel foi condenado a ser escrevizado nas galeras. Juquedeb desencarnou durante o castigo, a ponta de uma lança, encostou no pescoço dele, deu hemorragia. E Abigail, irmã de Jesiel, depois de fazer uma prece pelo pai, né, pelo pai terreno, ela contagiou a todos com a energia da prece. E em decorrência dessa prece, que eu penso que emocionou a muitas pessoas, ela foi solta. E quando ela foi solta, ela foi acolhida por Zacarias e Rute, que também haviam perdido um filho assassinado pelos romanos. E eles foram paraa Palestina, né? Eles estavam indo paraa Palestina. E aí o capítulo agora vai ter início propriamente dito. A gente vai começar com uma frase que Jesiel se lembrou de sua mãe, né, falando que o homem acima de tudo deve amar a Deus. Então, em meio à dor de perder a irmã, né, não ter mais esperança de encontrá-la
nte vai começar com uma frase que Jesiel se lembrou de sua mãe, né, falando que o homem acima de tudo deve amar a Deus. Então, em meio à dor de perder a irmã, né, não ter mais esperança de encontrá-la por um bom tempo. E a morte do pai, ele se lembrou da dos ensinamentos maternos. E aí a gente pode perceber a importância da instrução evangélica num lar, né? A mãe dessa família trouxe conhecimento, trouxe fé para esse lar, formando uma base muito sólida na no coração dos filhos. E Jesiel foi recolhido numa cela úmida durante um mês, né, que foi o tempo mais ou menos dele se curar daquelas ferimentos causados pelas pelos chicotados, pelos vegastadas. E ali ele não se desesperou, ele tava sempre mergulhado num pensamento e profunda meditação, cogitação. O capítulo 172 livro Verdade e Vida de Emmanuel, ele traz pra gente que caracterizam-se as lágrimas através de origens específicas. Quando elas nascem da dor sincera e construtiva, são filtros de redenção e vida. Mas, no entanto, se procedem do desespero, são venenos mortais. Esse trecho do capítulo que se intitula Lágrimas eh nos faz refletir sobre a tristeza, poder nos trazer burilamento e aprendizado durante nossa trajetória de de de provas, expiações aqui na Terra, onde teremos momentos de alegria e de tristeza, mas que a gente possa viver o bem e sofrer, né? Aquele bem sofrer descrito no Evangelho do Segundo Espiritismo, capítulo 5. Aí vem um pedacinho uma mais do livro transcrito. O autor dos Provérbios recomendara como imprescindível a serenidade da alma em todas as flutuações da vida, porque dela procedem precedem as fontes mais puras da existência. Após esse tempo, então, de um mês, Jesiel foi encaminhado finalmente a uma das galeras de tráfego comercial, né, que era a pena que ele tinha sido condenado, se encontrava batido e a rua de experiência o havia deixado com a fisionomia de expressão dolorosa e sombria. Estava órfão de pai e mãe e escrevizado por verdugos cruéis. mantinha a fé e a esperança de um dia
trava batido e a rua de experiência o havia deixado com a fisionomia de expressão dolorosa e sombria. Estava órfão de pai e mãe e escrevizado por verdugos cruéis. mantinha a fé e a esperança de um dia eh ainda encontrar a sua irmã, né, sua amada irmã, se ele conseguisse porventura a liberdade. A a e ele foi conduzido pelas ruas de Corinto até o porto, onde foi internado do porão de uma dessas galeras que tinha aquele enfeite, né, daquela águia. eh, que era o o símbolo dos romanos, aquela águia dominadora. E mesmo na condição de condenado, a trabalhos perpétuos, enfrentou sua nova situação com confiança e humildade. E o feitor Lisipo percebeu-lhe a boa conduta, o esforço que o diferenciava dos demais que trabalhavam com raiva, com revolta. Acostumado a lidar com malfeitores, esse esse feitor surpreendeu seu reconhecer no moço hebreu a disposição sincera de quemgava ao sacrifício sem rebeldias e sem baixa. Como outros descendentes de sua raça, sofreram o sacrifício pungente. Todavia, guardara a fé como auréola divina dos que sabem verdadeiramente esperar. Na verdade, a serenidade de Jesiel imprimia em seus pensamentos e ações, que que ele sempre imprimia, né, nos seus pensamentos, nas suas ações, trouxe a ele sempre bons resultados. Fica para nós então esse esse exemplo de Jesiel, que é um exemplo grandioso do modo de agir com humildade e fé. Gesiel espírito que trazia as virtudes construídas em seu coração e agia dentro da fé e da verdade evangélica. O capítulo 19 do Evangelho nos traz que a fé sincera é sempre calma, faculta a paciência que sabe esperar. Por quê? Tendo em seu ponto de apoio, tendo seu ponto de apoio na inteligência, na compreensão das coisas, ten a certeza de chegar ao objetivo visado. A verdadeira fé, segundo o Evangelho, se conjuga à humildade. Aquele que a possui deposita com mais confiança, deposita muito mais confiança em Deus do que em si próprio. A fé necessita de uma base que é a inteligência perfeita daquilo em que se deve crer. E para crer não basta ver, é
osita com mais confiança, deposita muito mais confiança em Deus do que em si próprio. A fé necessita de uma base que é a inteligência perfeita daquilo em que se deve crer. E para crer não basta ver, é sobretudo compreender. Então a nossa fé nos traz esperança porque a convicção de que o sofrimento e as dificuldades pelas quais passamos são temporários com relação à nossa vida eterna, né? Jel trabalhava manejando os reinos pesados como quem se dava a uma tarefa habitual. O feitor já conhecia nele um servo digno de estilo e consideração. Sabia impor-se aos companheiros com o prestígio da natural bondade que ele transbordava da alma. E aí um colega desalentado reclamou, né? Porque esses colegas do Gesel eram assim mais parecidos conosco. Eles reclamavam aí. Ai de nós. São raros os que resistem esses remos malditos por mais de 4 meses. Mas todo serviço é de Deus, amigo. Respondeu Jesiel, altamente inspirado. E desde que aqui nos encontramos em atividade honesta e de consciência tranquila, devemos guardar a convicção de servos do criador, trabalhando em suas obras. Eh, aqui, eh, então o Gesiel nos dá a o exemplo do valor do trabalho, né? Pode ser qualquer trabalho, por mais simples que seja, eh, por mais simples que seja, é uma tarefa da vida, é o que nos faz eh engrandecer, aprender, né? E voltando de Cefalônia, a Galéria recebeu um passageiro ilustre, era o jovem romano Sérgio Paulo. É, o moço Patrício se constituiu logo alvo de grandes atenções, dada a importância do seu nome e o caráter oficial da missão a ele cometida. Mas logo ele adoeceu com febre alta e abrindo-se-lhe o corpo em chagas purulentas. O comandante pediu ao feitor Lisipo que indicasse um escravo capaz de sucumbir-se, de incupir-se de toda a assistência ao passageiro ilustre. O feitor designou quem? Jesiel. E a partir daquele momento, ele consagrou-se ao enfermo e com todas as reservas de sua afetividade, dias seguidos e longas noites, velou a cabeceira do ilustre romano com devotamento e boa vontade.
l. E a partir daquele momento, ele consagrou-se ao enfermo e com todas as reservas de sua afetividade, dias seguidos e longas noites, velou a cabeceira do ilustre romano com devotamento e boa vontade. Falava-lhe de Deus, recitava trechos antigos dos profetas e Sérgio Paulo afeiçoou-se ao enfermo humilde e bom. Depois de alguns dias, o doente entrou em rápida convalescência com manifestações gerais de alegria. Então, ele começou a melhorar pelo bom tratamento que recebeu de pelo do do eh do Jesiel que tratava seu corpo e sua alma, né? Eh, a atitude de Jesiel aqui nos lembra uma atitude genuinamente cristã, pois ele estava cuidando com muita tristeza e amor de um representante do povo que subjulgava os judeus. Ali Jesiel renunciou a si mesmo para amar ao próximo. Em Lucas, Jesus ensina que qualquer um não que não renunciar a tudo quanto tem, não pode ser seu discípulo. E Jesiel, para cuidar com o amor do romano, né, do Paulo Sérgio, ele renunciou a si mesmo como judeu e tratou como irmão. A elevação do espírito de Jesiel era tamanha que ele seguia intrinsecamente o que Jesus veio nos ensinar sem nem mesmo tê-lo conhecido, né? Então ele cuidou do corpo e do espírito de Jesiel, de Paulo Sérgio. Jesiel cuidou do corpo e do espírito de Paulo Sérgio. Ele cuidava da febre, cuidava das chagas e também falava de Deus e das Escrituras e orava por ele e também com ele. Eh, no evangelho, né, capítulo 5, item 29, a gente vê, tá escrito assim: "O verdadeiro devotamento consiste em não temer a morte quando se trate de ser útil, em afrontar o perigo, em fazer de antemão e sem pesar o sacrifício da vida, se for necessário." Então, Jesiel dedicou, sem se preocupar se iria se contagiar com a temida doença, ele vivenciou o verdadeiro devotamento, renunciando a si mesmo em prol do semelhante. O jovem cativo apresentou os primeiros sintomas da moléstia desconhecida. O comandante pediu a Sérgio Paulo aprovação para quê? para lançar o jovem ao mar. Então, até nas palavras do comandante, ele que preferia envenenar os peixes do
iros sintomas da moléstia desconhecida. O comandante pediu a Sérgio Paulo aprovação para quê? para lançar o jovem ao mar. Então, até nas palavras do comandante, ele que preferia envenenar os peixes do que contaminar a tripulação. Mas Sérgio Paulo ponderou com profunda nobreza que não poderia admitir que Jesiel fosse atirado ao mar com sua aquessência, porque ele se sentia devedor de sua própria vida a ele por sua dedicação. pediu então cooperação para levar Gesiel em um bote e libertá-lo às margens do porto de Jopa. Eh, Paulo Sérgio, dirigindose, dirigindo-lhe a palavra com delicadeza e bondade, falou com Jesiel. José, não ignoras que te encontras no enfermo. O comandante, atento à possibilidade de contágio geral, pretendia lançar-te ao mar. Contudo, amanhã à tarde explicou o plano para ele, né? Chegaremos a J e de valer-me dessa circunstância para devolver-te à vida livre. E aí pediu a ele que entendesse que ele estaria assim procedendo e estaria infringindo certas determinações importantes que regem os interesses dos compatriotas, né, de Sérgio Paulo. E pediu para ele sigilo que não comentasse com ninguém. Aí ele falou: "Vou te dar a liberdade, entretanto, caso você melhore, se restabeleça, deverá ser um novo homem com um nome diferente." Aí no dia imediato, um pequeno bote aproximava-se de local silencioso das margens, tripulado por dois homens, cujos vultos se perdiam nas sombras. Era Sérgio de Paulo levando Jesiel. Ele mesmo foi remando. Derradeiras palavras de bom conselho, despedida e o moço hebreu osculou, beijou comovidamente a mão do benfeitor que voltou à galera apressado, mas com a sua consciência tranquila. Aí Jesiel desmaiou, né? e na na a margens do rio. Aí nesse episódio de de gratidão do Paulo, a gente pode lembrar que seja quais forem as provas que a gente passa, a gente deve sempre saber reconhecer a sabedoria misericordiosa de Deus, que sabe sempre que é melhor pra gente, né? a gratidão tanto do Paulo Sérgio com relação a Gesel como de Gesiel com relação a Deus. E Jes foi e
pre saber reconhecer a sabedoria misericordiosa de Deus, que sabe sempre que é melhor pra gente, né? a gratidão tanto do Paulo Sérgio com relação a Gesel como de Gesiel com relação a Deus. E Jes foi e desmaiou, não tava mais aguentando as dores, né, a febre desmaiou lá no chão as margens do rio. E ele acordou com umas mãos, né, eh eh revistando ele e ele falou assim abruptamente, assustou e falou assim: "Não me mates, amigo, darvos ei todo o dinheiro que possui." Porque o rapaz, né, o o ladrão não havia encontrado nenhum dinheiro nas roupas dele. Aí ele levantou a mão para, talvez com um punhal para matar Jesiel. Jesiel mais uma vez, né, foi usou da sua mansuetude, do seu amor e tratou o ladrão de amigo. Não me mates, amigo. Então o ladrão foi quebrado na sua criatividade e falou: "Ó, sois excessivamente generoso". Porque ele achou muito bom, né? Que Jesiel tinha um dinheiro escondido na oliveira, no bolsinho interno costurado. E ele falou e entregou o dinheiro. Aí ele falou, né? O ladrão ficou muito feliz, falou: "Sois excessivamente generoso". Aí Jesel deu outra lição pro ladrão e pra gente também, né? Ladrão chamava Irineu de Crotona. O dinheiro é sempre bom quando, como ele podemos adquirir a simpatia ou a misericórdia dos homens. Podeis indicar-me algum albergue ou alguém que me possa prestar a caridade de um asilo? E o Irineu de Crotona disse: "Não sei onde possa existir um abrigo adequado para receber-vos. A verdade que para a prática do mal todos estão prontos, mas para praticar o bem nem sempre, né?" Aí ele de repente falou: "Não, agora me lembro." Eu o Irineu de Crotona lembrou: "Conheço umas pessoas que vos podem auxiliar. são os homens do caminho. Esses homens do caminho agora é a primeira vez que que foi citado, né? E eram os primeiros cristãos. Feita a reduzida caminhada, ele ajudou, né, o moço, o Jesiel, o ladrão ajudou o moço, o José a chegar até o um benfeitor, né? E ele foi disfarçado de benfeitora, apoiando Jesiel e parou a porta de uma casa humilde. Aí Irineu entrou lá com
, né, o moço, o Jesiel, o ladrão ajudou o moço, o José a chegar até o um benfeitor, né? E ele foi disfarçado de benfeitora, apoiando Jesiel e parou a porta de uma casa humilde. Aí Irineu entrou lá com regressou com um homem idoso, nome Efraim e em semblante muito amigável, agradável, que estendeu a mão cordialmente e disse: "De onde vens, irmão?" Eh, o rapaz admirou-se, né? O Gisel ficou admirado de tanta fabilidade, delicadeza num homem que via pela primeira vez, né? E aí ele achou estranho e perguntou assim: "Eh, por que me chamais de irmão? se não me conheceis", interrogou com ouvido. Mas aí o interpelado, renovando o sorriso generoso, acrescentava: "Somos todos família em Cristo Jesus. Deus vos recompense pela generosidade da acolhida," disse Jesiel. Mas é assim, ele ainda ficou intrigado, né? Eh, Efraim disse que não era o primeiro doente de Cefalona que o Cristo envia a sua porta e reconhecendo a gravidade do caso, pretendia levar Jesiel logo a Jerusalém. E ao crepúsculo, né, aproveitando o frescor da noite, uma carroça simples saía de Jope com destino a Jerusalém. Tinha lá dentro da carroça Jesiel e um outro doente. Somente na manhã seguinte o veículo parou à porta de um casarão grand de grandes proporções, mas de aparência palpérrima. Eh, Jopre ficava à beira do mar e a distância de Jopre até Jerusalém eram 56 km. Efraim fez esse percurso a pé durante a noite toda e não deve ter sido a primeira vez. Ele tava acostumado a levar doentes para lá. Esse cristão dava um exemplo de grande renúncia e dedicação ao próximo, porque ele era já um homem idoso, né, para fazer tamanha caminhada de boa vontade. Eh, aí na porta dessa casa, eles foram atendidos por um rapaz de semblante alegre. E Efraim pediu para chamar quem? Simão Pedro. Eh, acompanhado de Thago, que é irmão de Levi, irmão Pedro apareceu e recebeu o visitante com demonstrações de carinho. Efraim esclareceu então que havia trazido dois desamparados eh do mundo e que requeria auxílio urgente. Aí, nesse trechinho do livro, Emanuel
areceu e recebeu o visitante com demonstrações de carinho. Efraim esclareceu então que havia trazido dois desamparados eh do mundo e que requeria auxílio urgente. Aí, nesse trechinho do livro, Emanuel traz a informação de que Thago Menor era irmão de Levi. Levi é Mateus. Depois ele mudou de nome para ser Mateus, né? É sabido que Thago Maior era irmão de João, filho de Zebedeu, mas que o Thiago Menor e Levi eram irmãos, foi revelado nas entrelinhas desse capítulo por Emanuel. Então, Emmanuel vai revelando coisinhas pra gente que ninguém havia revelado ainda. Se a gente prestar atenção nesse livro, vai ter muitas revelações. Aí Thago falou assim, mas que o Efraim trouxe os doentes, né? O Pedro falou que ia olhar e tal, e falou assim: "Mas é quase impossível, talho Thaago, estamos com 49 acamados". E Pedro esboçou um sero, um sorriso generoso e obtemperou. Ora, Thago, se estivéssemos pescando, seria até justo, né, nos eximos deste ou daquele dever que exorbitasse a a esfera das obrigações inadiáveis de cada dia, junto da família, cuja organização vem de Deus. Mas agora o mestre nos legou o trabalho de assistência a todos os seus filhos no no sofrimento. Presentemente, nosso tempo se destina a isso. Então, vejamos, pois, o que é possível fazer. E o bondoso apóstolo adiantou-se para colher os dois infelizes. Pedro aqui nos traz um exemplo de que não importa o quanto já estejamos sobrecarregados, se Deus nos está encaminhando alguma tarefa, devemos nos esforçar para para que o os recursos a gente tem que confiar. A gente se esforça e e confia que os recursos vão ser encaminhados por Deus, pela providência divina. Desde que vieras de Tiberíades para Jerusalém, Simão Pedro transformara-se em célula central de grande movimentoarista. Os filósofos do mundo sempre pontificaram de cátedras confortáveis, mas nunca desceram ao plano de ação pessoal, ao lado dos infortunados da sorte. Jesus renovou, renovara com exemplos divinos todo o sistema de pregação da virtude. Então Jesus
e cátedras confortáveis, mas nunca desceram ao plano de ação pessoal, ao lado dos infortunados da sorte. Jesus renovou, renovara com exemplos divinos todo o sistema de pregação da virtude. Então Jesus chamava-se os aflitos e os enfermos. Inaugurou no mundo a fórmula da verdadeira benemerência social. As primeiras organizações de assistência ergueram-se com o esforço dos apóstolos ao influxo amoroso das lições do mestre. Era por esse motivo que a residência de Pedro, que era a doação dos amigos da do caminho, regurgitava de enfermos desvalidos, sem esperança. Ali era natural que nem todos se curassem, o que obrigava o velho pescador a agasalhar consigo, a ficar, né, manter ali todos os necessitados com o carinho de um pai. Recolhendo-se ali com a família, era auxiliado particularmente por Tiago, filho de Alfeu, por João. Mas em breve Felipe e suas filhas também iriam morar ali perto. Instalavam-se igualmente Jerusalém, operando nesse grande esforço fraternal. Era tamanho o movimento de necessitados de toda sorte que há muito Simão não mais podia entregar-se a outro mister. No concernente, a pregação da boa nova do reino. A dilatação desses místeres vinculara o antigo discípulo aos maiores núcleos do judaísmo dominante. Obrigado a valer-se do socorro dos elementos mais notáveis da cidade, Pedro sentia-se cada vez mais escravo de seus amigos benfeitores e também dos seus pobres beneficiados, aquele que eles escolhiam, né? Eh, Gesiel ficou em estado de completa inconsciência no delírio da febre que o prostrava. Eh, suas palavras desconexas, entretanto, revelavam tão exato conhecimento dos textos sagrados que Pedro e João se interessaram de modo especial por aquele jovem, principalmente Simão, passava longas horas entretido em ouvi-lo, anotando-lhe os conceitos profundos, embora filhos da exaltação febril da era era tava quase em em consciência, né? Mas ele tava tendo falando todos os textos que ele decorou ao longo da vida. Decorri das duas semanas, Jesiel melhorou. Percebia em
hos da exaltação febril da era era tava quase em em consciência, né? Mas ele tava tendo falando todos os textos que ele decorou ao longo da vida. Decorri das duas semanas, Jesiel melhorou. Percebia em Pedro um exemplo vivo de renúncia fraterna. Entre ambos estabeleceu-se as grandes atrações, a a corrente magnética das grandes atrações afetivas. Pedro disse: "Jesiel, revelaste a condição espiritual de filho dos lares organizados com Deus pelo conhecimento dos textos sagrados." Ele tava muito impressionado, porque Jesel sabia muito os textos sagrados. E aí ele fala: "Muito me impressionei com as suas referências a Isaías". Aí Jesel respondeu que apesar de estudar todo o testamento, que pra gente hoje é o Velho Testamento, mas só tinha aquele, né? Então, apesar de estudar todo o testamento, sempre se impressionava pelo quê? pela beleza das promessas divinas de que Isaías foi portador, anunciando o Messias sobre cuja vinda ele sempre meditava desde a sua infância. Simão Pedro então sorriu e disse: "Mas não sabes que o Messias já veio?" Jesiel teve um brusco sobressalto sobre a cadeira e disse: "Que dizes?" Pedro perguntou se ele nunca havia ouvido falar de Jesus de Nazaré. Jesiel: "Nunca, Pedro, pois o profeta Nazareno já nos trouxe a mensagem de Deus para todos os séculos. E Simão Pedro falou-lhe da exemplificação do Senhor, traçando uma perfeita biografia verbal do mestre sublime. Lembrando que não tinha eh meios de comunicação, né? Inclusive aqueles, igual hoje em dia, aqueles doentes todos que chegavam na casa do caminho, muitos deles chegavam procurando Jesus porque eles, muitos não sabiam o que que tinha acontecido, que Jesus tinha sido crucificado. E aí Simão Pedro acolhia, né? Jesiel ouvia as palavras de Pedro empolgado como se houvesse encontrado um mudo novo. A mensagem da boa nova da boa nova penetrava-lhe o espírito desencantado como um bálsamo suave. E o Messias, onde está o Messias? Pedro lhe explicou que há mais de um ano foi crucificado em Jerusalém. mesmo lá em Jerusalém, ali mesmo em
enetrava-lhe o espírito desencantado como um bálsamo suave. E o Messias, onde está o Messias? Pedro lhe explicou que há mais de um ano foi crucificado em Jerusalém. mesmo lá em Jerusalém, ali mesmo em Jerusalém, entre os entre ladrões. Então, eh assim como a notícia da boa nova teve efeito de bálsamo para Jesiel, a gente deve, quando estiver em dificuldades, nos apegar também ao estudo e à prática do evangelho para que tenhamos também esse bálsamo em nossa existência. E outro detalhe importante desse trecho é que, como foi revelado no capítulo passado, que esse episódio se passava no ano de 34 e Pedro citou que Jesus havia sido crucificado há mais ou menos um ano. Eh, aí esse livro nos confirma também que Jesus realmente foi foi crucificado no ano de 33, né? Então, que a gente leve o evangelho junto com a gente com o bálsamo na nossa vida, igual Jesiel recebeu a notícia. Eh, Jesiel ligando o perfil de Jesus aos textos que retinha de cor enunciou, aí ele fala uma profecia do Isaías muito bonita, que eu coloquei aqui pra gente direito do livro. levantar-se a como um arbusto verde na ingratidão de um solo árido, carregado de opróbios e abandonado dos homens, coberto de gnonímeas, não merecerá consideração. Será ele quem carregará o fardo pesado de nossas culpas e sofrimentos, tomando sobre si todas as nossas dores. Parecerá um um homem vergado sobre a cólera de Deus, humilhado e ferido, deixar-se a conduzir como um cordeiro. Mas desde o instante que oferecer a sua vida, os interesses do eterno hão de prosperar em suas mãos. Muito bonito esse pedaço. Esse esse capítulo a gente precisa todos os capítulos, né, a gente só consegue fazer um resumo. A gente precisa ler o capítulo com bastante atenção. E no livro dos espíritos, na questão 625, eh, a gente traz, a gente tem que Jesus constitui pra gente o tipo da perfeição moral a que a humanidade pode aspirar na terra. Deus no oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão da mais pura lei do Senhor.
s constitui pra gente o tipo da perfeição moral a que a humanidade pode aspirar na terra. Deus no oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão da mais pura lei do Senhor. Porque sendo ele o mais perfeito de quantos têm aparecido na terra, o espírito divino o animava. Então, a gente precisa tentar sempre mirar nos exemplos de Jesus, que é a perfeição para nós podermos copiar, né, tentar alcançar. Aí, Simão, admirado de tanto conhecimento dos sagrados textos, né, porque Gisel tinha acabado de citar de cabeça uma profecia de Isaías, ele falou pro Jisel assim: "Vou buscar-te os textos novos. São as anotações de Levi, que era Mateus, né, sobre o Messias Rede Vivo. E em breves minutos, o apóstolo lhe punha nas mãos os pergaminhos do Evangelho. Jesiel não leu, devorou. Terminada rápida análise, o jovem advertiu: Encontrei o tesouro da vida. Preciso examiná-lo com mais vagar. Quero saturar-me da sua luz, pois aqui aqui precinto a chave dos enigmas humanos. Eh, lá na introdução do do Evangelho, a gente segundo o Espiritismo, a gente vê que o evangelho é para nós uma regra, a regra do do bem proceder, tanto na nossa vida privada quando pública. Roteiro infalível para a felicidade plena. E o evangelho não é para ser lido, né? Ele não é apenas para ser lido, é para ser vivenciado genuinamente e é para nortear os nossos pensamentos, nossas ações com o amor nele exemplificado pelo mestre. Aí Pedro disse assim pro Jesiel: "O Cristo nos trouxe a mensagem do amor. Completou a lei de Moisés inaugurando um novo ensinamento. A lei antiga é justiça, mas o evangelho é amor." Enquanto o código do passado preceituava olho por olho, dente por dente, o Messias ensinou que devemos perdoar 70 x 7 e que se alguém quiser tirar-nos a túnica, devemos dar-lhes também a capa. Aí o Velho Testamento, ele nos trouxe eh o início da compreensão da lei de Deus pela justiça, pela pouca capacidade de entendimento espiritual que nós tínhamos. Jesus nos trouxe o entendimento dessa lei pelo prisma do
ento, ele nos trouxe eh o início da compreensão da lei de Deus pela justiça, pela pouca capacidade de entendimento espiritual que nós tínhamos. Jesus nos trouxe o entendimento dessa lei pelo prisma do amor. No Evangelho capítulo um e tem três nos eh fala que Jesus não veio destruir a lei, mas dar-lhe o verdadeiro sentido, cumprimento e adaptar-lhe ao grau de adiantamento dos homens. A doutrina espírita, por sua vez, ela veio nos explicar os ensinamentos de Jesus de forma clara, também de acordo com o quê? com o nível de desenvolvimento espiritual da humanidade, eh, como se a gente fosse bebê na fase do Moisés, criancinha bem pequena na fase do Cristo e adolescente na fase da, espiritualmente falando, na fase que o espiritismo nos foi revelado. Jesiel sensibilizou-se e chorou. Sentia-se bem por não haver reagido contra o despotismo de que fora vítima. Cristo era o filho de Deus e não desdenhar o sofrimento. Desconhecido e humilde no mundo, ele sabia transmitir a lição da coragem, da renúncia e da vida. como exemplo do seu amor, ali estava aquele homem simples e carinhoso, que lhe chamava de irmão, que o acolhia como pai dedicado. Jesiel contou-lhe toda a sua tragédia e Pedro o aconselhou guardasse o quê? o anonimato, adotando-o como filho e batizando no novo credo com o nome grego de Estevão. Estevão eh, em grego, quer dizer coroa, coroa da vida espiritual. E então, depois que ele foi acolhido por Pedro como um filho, Pedro deu novo nome a ele e ali começou a nova história, né, de Estevão. João e Pedro, junto aos seus companheiros, construíram um modesto pavilhão destinado ao labor e difusão das ideias evangélicas. A intenção era, paralelamente ao serviço de assistência aos necessitados nos refeitórios e enfermarias, também dispender esforços para cultivar a sementeira da palavra divina. Enquanto isso, os benfeitores judeus pressionavam para que seus protegidos, em geral órfãos e viúvas, recebessem cada vez mais providências por parte da casa do caminho, visto que eram
palavra divina. Enquanto isso, os benfeitores judeus pressionavam para que seus protegidos, em geral órfãos e viúvas, recebessem cada vez mais providências por parte da casa do caminho, visto que eram provedores dos recursos financeiros. Esse trecho chama atenção para sempre primarmos o quê? pelo equilíbrio entre o trabalho de assistência e o trabalho de aprimoramento espiritual, né, que é o estudo, a divulgação da palavra de Deus. E os judeus estavam sempre pressionando. Por quê? Porque eles proviam com recursos financeiros essas benfeit essas ações de caridade que os homens do caminho eh executavam. Porque na verdade Jesus não não fundou uma religião, ele trouxe novas ideias e ele eram todos judeus. Então o que que aconteceu? O Sineddrio aproveitava os judeus mais paraens empurrar pros homens do caminho a execução da caridade, que também era obrigação de todos os judeus, né? Então eles estavam sempre cobrando também. Mas aí Jesiel começou a pregar. Vamos ver. Na primeira reunião da Igreja Humilde, Estevão foi designado, quer dizer, Jesel, não, Estevão. Agora, na primeira reunião da Igreja Humilde, Estevão foi designado para o serviço das enfermarias e refeitóriosos. Em pouco tempo, Estevão tornou-se famoso em Jerusalém pelos seus feitos quase miraculosos. sua ação resoluta e sincera, a regimentar em poucos meses as mais vastas conquistas para o evangelho do amor e do perdão. Ele não se limitava à tarefa de mitigar a fome dos desvalidos. Entre os apóstolos galileus, sua palavra resplandecia nas pregações da igreja, iluminada pela fé ardente e pura. Enquanto os companheiros a pretexto de não ferirem os velhos princípios judaicos estabelecidos e deixavam de ampliar, né, os comentários públicos para além das considerações agradáveis ao judaísmo dominante, Estevão apresentava a multidão desassombradamente o Salvador do mundo nas novas revelações divinas, indiferentes às lutas que ele iria provocar, comentando a vida do mestre com seu verbo inflamado de luz. E quando chegavam as orações da noite,
amente o Salvador do mundo nas novas revelações divinas, indiferentes às lutas que ele iria provocar, comentando a vida do mestre com seu verbo inflamado de luz. E quando chegavam as orações da noite, ele falava das suas visões, das suas esperanças, cheio do espírito daquele mestre adorável que, através do seu evangelho lhe semeara no coração as estrelas abençoadas de um júbulo infinito. Então, Jesiel era considerado por muitos como o escolhido do Cristo. Ao contrário dos outros que viveram, dos outros pregadores, dos outros discípulos que viveram o processo da crucificação de Jesus, ele pregava sem medo por não ter vivido esse episódio em si, né? Ele não presenciou o a crucificação e ele não tentava mostrar a doutrina de amor do mestre, equilibrando e ponderando com o judaísmo por meio por medo da das represálias, né, dos poderosos do poder judaico. Todos os discípulos se surpreendiam com a capacidade de oratória de Estevo. Sua alma foi preparada e talhada no sofrimento. E em poucos meses seu nome era aureolado de uma veneração surpreendente. Eh, nós não nós nós vemos nesse capítulo assim, não é um renascimento nem um nascimento, mas um redirecionamento das forças e virtudes presentes de um homem que estava encontrando ali sua missão de vida, que era servir Jesus e auxiliar na divulgação dos seus ensinamentos, né? A gente precisa aprender a entender como Jesiel entendia, entendeu e entende ver o evangelho como um tesouro, né, e a caridade como um amor em ação. Desse capítulo, as lições que que nos ficam é os exemplos, eu penso, de obediência e resignação do Jesiel, né, da mansuetude dele, da gratidão, da gratidão de Jesiel. a Deus da gratidão de Paulo Sérgio, que preservou a vida de Jesiel, permitindo que ele se tornasse Estevão e fosse tão influente na na vida de Paulo. E também a gente precisa pensar que esse capítulo nos traz o verdadeiro significado do evangelho em nossa vida, né? Como um tesouro, um bálsamo, como foi pro Gesiel. E assim a gente termina o nosso capítulo.
m a gente precisa pensar que esse capítulo nos traz o verdadeiro significado do evangelho em nossa vida, né? Como um tesouro, um bálsamo, como foi pro Gesiel. E assim a gente termina o nosso capítulo. Na próxima semana nosso colega Rogério El vai fazer o capítulo 4, né? E eu agradeço muito esse tempo e agradeço também a oportunidade de estudo. M.
Vídeos relacionados
Orvalho em Poesia - Trabalho Divino
Estudantes do Evangelho TV · Maria Dolores
Aflição: Tudo Passa-Serve, Ama e Perdoa - Mayse Braga - 23/11/2019
Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML · Mayse Braga
Divaldo Franco • Momentos Evangélicos • 11/11/2023
Mansão do Caminho · Divaldo Pereira Franco
Palestra Inédita | TODOS INCOMPLETOS - Mayse Braga (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Mayse Braga
Divaldo Franco • Momentos Evangélicos • 10/06/2023
Mansão do Caminho · Divaldo Pereira Franco
Conversando com Mayse | #169 - MISÉRIA MORAL
Comunhão Espírita de Brasília · Mayse Braga, Waleska Maux, Leandro Carraro
AO VIVO: Alberto Almeida
Mansão do Caminho · Alberto Almeida
Divaldo Franco - Conferencia en español - 06/07/2020
Mansão do Caminho · Divaldo Pereira Franco