Patrícia Mendes | RIQUEZA REAL (PALESTRA ESPÍRITA)
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que Aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, amigos, amigas, todos que se encontram aqui no nosso salão. Dr. Ed Menezes, sejam todos muito bem-vindos, encarnados e desencarnados. É com muito prazer que estamos aqui com a nossa querida Patrícia Mendes de volta para mais uma palestra, né, Patrícia faz aqui as palestras dos primeiros sábados, logo depois tem a palestra da Maise. Então, né, nós temos uma responsabilidade, né, muito grande, preparando aqui o ambiente pra palestra da nossa querida Mais às 19. Exatamente. Então, para prepararnos, sintonizarmos aqui com a espiritualidade que está aqui, vamos fazer a nossa oração. Primeiramente agradecendo a esse pai de amor e de bondade pela vida, pela vida material que temos essa oportunidade aqui na terra de aprendizado, pela nossa vida eterna de espíritos imortais que somos em constante aprendizado, Senhor. Muito obrigada. E que nós possamos nesta tarde entender o que tens a nos dizer, Senhor Jesus. Tu sempre falas conosco, mas às vezes não ouvimos a tua palavra doce e sábia. Então, que hoje sintonizemos com a mensagem que venha a cada um de nós nesse momento, trazendo o consolo, a esperança e a inspiração para a nossa vida diária. em teu santo nome, pai criador, em nome do nosso mestre querido Jesus, que está sempre presente conosco, particularmente nas palestras da nossa querida Patrícia, em que Jesus é vem de novo a vida nas telas mentais das histórias que ela traz. Te agradecemos, Jesus. Agradecemos ao nosso querido Dr. Bezerra de Menezes e pedimos permissão para iniciarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Querida Patrícia, riqueza real está contigo. Boa tarde, comunhão. Feliz, profundamente feliz e grata de estar ao lado da Cláudia na tarefa de preparar esse salão pra palestra 19 horas da nossa
Jesus. Querida Patrícia, riqueza real está contigo. Boa tarde, comunhão. Feliz, profundamente feliz e grata de estar ao lado da Cláudia na tarefa de preparar esse salão pra palestra 19 horas da nossa querida Mais Braga. Feliz especialmente de ver vocês após longos 4 meses em que não estive aqui. Preciso contar para vocês que estive aqui na no primeiro sábado de dezembro na palestra chamada Perenúcio de Natal, sem saber que naquela semana eu recebi um diagnóstico de uma biópsia me dizendo que eu tava vivendo um momento de uma doença muito grave, muito grave. e fiquei 4 meses afastada, né, de todos os trabalhos. Me desculpe se eu chorar, porque eu sou também demasiado humana. E esses momentos a vida nos convida a pensar isso não houver amanhã? Essa pergunta é muito importante a todos nós. Tá bom? Bem, tudo passou mais uma vez. Tava até contando para Claudinho, né, a primeira vez que eu enfrento um diagnóstico duro de acordo com a medicina terrena, mas a misericórdia do pai é infinitamente maior que a sua justiça nos dizemana. E aqui estamos para seguir com o trabalho enquanto ele quiser. Olha, eu quero dizer para vocês que eu não sei se eu tenho amanhã, mas vocês também não sabem. Tá bom, calma, calma. Ninguém vai sair daqui falando, não, não vou mais na comunhão que a palestrante profeta do apocalipse, não. Vamos viver tudo que a gente já para viver, tá bom? Cada dia vai ser um dia lindo, se a gente quiser que seja. Cada dia pode ser um dia incrível, se a gente quiser que seja. Cada dia pode ser um dia iluminado, de aprendizado, de vida, se Deus quiser, de uma vida cada vez mais abundante. E o amanhã, amanhã, talvez dia da gente voltar para casa e que, se Deus quiser, será um dia bem bonito, tá bom? Porque esse dia vai chegar, né? Então, vivamos como se a gente fosse ficar aqui na terra 100 anos na matéria pra gente valorizar cada dia, mas cuidemos do nosso espírito, como se a gente fosse chamado ainda hoje para voltar para casa. Que viver, voltar para casa. Boa tarde, comunhão. O tema que nos traz a
ia pra gente valorizar cada dia, mas cuidemos do nosso espírito, como se a gente fosse chamado ainda hoje para voltar para casa. Que viver, voltar para casa. Boa tarde, comunhão. O tema que nos traz a casa hoje, conforme a Claudinha nos adiantou ali, é riqueza real. Base-nos no tudo bem, baseamos-nos no capítulo 16, instrução dos espíritos, a verdadeira propriedade. Tudo bem todo mundo, só porque ela me deu um tchau, aí eu respondi o tchau, mas tudo bem para todo mundo também, tá bom? Baseamos-nos no capítulo 16, tá, do nosso evangelho, segundo espiritismo, codificado por Allan Kardec, que ainda no dia 31 de março rememoramos seu retorno à pátria dos espíritos. No item 16, não se pode servir a Deus a mamão tem um tópico chamado a verdadeira propriedade e é nele que nos baseamos para refletir sobre esse tema, a verdadeira riqueza. Pessoal, esse tópico lindo do evangelho, recomendo que todos leiam depois, foi psografado pelo espírito Pascal. É ele mesmo, tá? Blaze Pascal, matemático e físico, que estudamos no ensino médio, antigo segundo grau, antigo eh científico. Ele mesmo, cientista incrível, que nos trouxe o teorema de Pascal. É ele que volta junto com a pleia de espíritos maravilhosos, espíritos como Fenel, o grande cientista, como Sócrates, maravilhoso filósofo da nossa humanidade, espíritos maravilhosos, todos guiados pelo espírito de verdade, nosso Jesus Nazareno, para nos trazer a verdade que nos liberta, que nos conforta, que nos diz quem somos, o que estamos fazendo aqui, para onde vamos, que nos diz qual a verdadeira riqueza que devemos argamaçar para nós, para a eternidade. Tá bom? Nessa lião aqui linda, Blaze Pascal nos convida a refletirmos sobre esse tema. O que é que temos de nosso em Tot? Na verdade, o que é nosso, o que o que nos pertence? Porque aqui na matéria ele nos alerta na lição, às vezes nos equivocamos, né, e nos enchemos de coisas, coisas que absolutamente não precisamos para ser felizes. Tá bom? Remoramos Sócrates para entender Pascal. Quando Sócrates,
nos alerta na lição, às vezes nos equivocamos, né, e nos enchemos de coisas, coisas que absolutamente não precisamos para ser felizes. Tá bom? Remoramos Sócrates para entender Pascal. Quando Sócrates, segundo a literatura, foi Sócrates que diz, Sócrates andando em Atenas, vários comércios e aí ele olhava e dizia: "Estou observando tudo que eu não preciso para ser feliz". E aí Pascal nos convida a refletir isso, porque às vezes na terra nos enchemos de coisas, entulhamos o nosso coração de coisas, quando o essencial na verdade nos é dito por Antônio Zuperri lá na obra Pequeno Príncipe é invisível aos olhos. E Pascal nos ensina a pensar sobre isso. O que é a sua verdadeira riqueza? Qual a riqueza verdadeira que você está argamaçando aqui em sua em mais uma oportunidade encarnatória, falando só para os encarnados, né? Na terra expiatória e portanto atrasada em que vivemos, às vezes nos confundimos, né? E achamos que a posse das coisas é a meta, é a meta da nossa vida. Ei, você não é o cargo que você ocupa, você não é a sua profissão, você não é o seu endereço. As suas portas não te definem também. Você não é aquilo que você não tem, aquilo que você não conquistou. O lugar onde você não chegou também não te define. Tá bom? Aprendemos com Pascal que a verdadeira propriedade são as propriedades do espírito. Aquilo que você traz para você e que passa a lhe pertencer e que no dia que você volta para casa vai com você. E o mais, o que fica aqui, comunhão, que é tangível, é tudo instrumento, tá? Concedido-nos pela misericórdia divina como instrumento pra gente fazer o melhor uso, tá? Mesmo aquilo que a gente conquistou com esforço, com suor, que ele fala, essa é uma riqueza que a gente reconhece digna, aquela que é conquistada com o suor, né, com o esforço, mas nem essa nos pertence, porque nem o corpo físico nos pertence, tá bom? O corpo físico é uma estrutura linda, perfeita, em essência, que Deus nos concede para usufruto. Somos usufrutuais dessa estrutura orgânica que após um século, se Deus quiser,
co nos pertence, tá bom? O corpo físico é uma estrutura linda, perfeita, em essência, que Deus nos concede para usufruto. Somos usufrutuais dessa estrutura orgânica que após um século, se Deus quiser, devolvemos para as forças da natureza, né, que vai transformá-la e seguiremos sendo quem somos. Espíritos. É isso que nós somos. Tá bom? Então, tudo aquilo que nos chega às mãos chega a nós como empréstimo. E atenção, pessoal, não tem valor real, tá? Tudo que é material, tem um valor que você como espírito atribui à aquilo. Ah, então o meu transporte que me faz ir da minha residência do ponto A ao ponto B é um transporte que hoje na Terra são quatro rodinhas que giram no chão. Ainda é, mas daqui a pouco a gente tá vendo que vai voar. Não importa. É isso, é um transporte, um meio de transporte para sair do ponto A e chegar ao ponto B, certo? Agora, se você atribui valores a isso, se você acha que alguém é mais porque tem um tipo A ou tipo B, se você se considera mais ou menos por ter o tipo A ou tipo B, isso aí é do seu espírito, porque a matéria em si não tem valor real, é nós é que atribuímos, tá bom? E esse valor não é real, ele é de acordo com a visão do espírito. Cada vez que acendemos na escala íngreme ascensional, né, na nossa sese espiritual, vamos nos soltando da matéria, vamos percebendo que a matéria não tem valor real, não nos define, não define o outro. Aquilo conquistamos o nosso coração passa a ser no nosso tesouro e no nosso intelecto. Lembrando Coralina de maneira linda, chegando ali já no completando um século no projeto encarnatório dela, diz de maneira poética e maravilhosa na cidade de Goiás que ela tinha descobrido que no final ela ela havia descoberto no final da vida dela que ela precisava só de um pouquinho de recurso no bolso e de que muito amor no coração para dar conta da vida, dos embates da vida, dos desafios da vida. É assim mesmo, eh, conseguindo eh sintetizar Blazer Pascal na lição dele. Vamos lá em Emanuel, na obra consolador, quando ele fala de
para dar conta da vida, dos embates da vida, dos desafios da vida. É assim mesmo, eh, conseguindo eh sintetizar Blazer Pascal na lição dele. Vamos lá em Emanuel, na obra consolador, quando ele fala de maneira absolutamente andragógica, né, que é a pedagogia para adultos, que a riqueza do espírito, ela pode ser expressa por meio da alegoria de duas asas lindas e que se complementam. Uma asa é a asa da sabedoria que me faz compreender quem eu sou, o que eu tô fazendo aqui, que a minha vida faz sentido, que a minha vida importa, que todas as vidas são importantes e que eu preciso fazer alguma coisa para transformar o mundo. Sabedoria é pegar todas as fontes de conhecimento que estão acessíveis para mim e transformar em vivência, porque só saber também não adianta, tá? especialmente para os espíritas, só decorar, só saber o que diz a questão 514 do livro dos espíritos, a 313, a 919 eu também sei. Só saber isso me torna apenas uma biblioteca ambulante. Eu preciso pegar todo esse conhecimento e colocar na roda da vida para discernir melhor, para decidir melhor, para na pedagogia virtuosa saber melhor. Quando eu passo a saber melhor, eu me torno um ser sábio. Ah, que lindo. Então, ser sábio não é um ser que se instruiu, é um ser que se instruiu nas diversas fontes, mas usou o conhecimento adquirido por meio dos livros, das boas conversas. Presta atenção que o mundo tá cheio de conversas inúteis e fúteis, ainda mais no mundo hiperconectado, tá? Cuidado com o valor das horas, um tesouro grandioso aqui no para nós que estamos encarnados. Cuidado com o valor das horas. Você perde hora, horas valiosas, com discurso, discussões absolutamente inférteis, inúteis, que não vão conduzir nada a lugar nenhum. Presta atenção. A gente sábio é aquele que pega o conhecimento adquito por meio das diversas fontes, eh, valorosas conversas pelos livros, que são nossos amigos, que pega na escola da natureza, que é a escola que Deus nos concede para observar que tudo tem seu tempo, que segundo o Eclesiastes, há tempo para o
osas conversas pelos livros, que são nossos amigos, que pega na escola da natureza, que é a escola que Deus nos concede para observar que tudo tem seu tempo, que segundo o Eclesiastes, há tempo para o sol, há tempo para a chuva, há tempo para abraçar, tempo para afastar-se do abraço. A partir da observação da escola linda da natureza, vamos trazendo conhecimento. É o input. Aí chega uma hora que tem que haver o output, a transformação do conhecimento em ação. E quanto mais melhorado é o meu fazer, mais sábio vou me tornando. E se eu errar, levanto. E se eu cair, não tem problema. Nenhum problema errar, tá? Comunhão. Às vezes a gente tá na casa espírita e fica receoso com relação ao erro, porque a gente aprende o caminho justo e reto. É o caminho da consciência tranquila. Errei. Que faço? Levanta. Tá. Os espíritos amorosos que cancelaram a nossa reencarnação, mais uma na terra, de novo falando só para os reencarnados, sabiam que a gente ia que esperar de uma criança nas séries séries iniciais que ela erre. E algum professor pune a criança porque ela erra? Não, Deus não nos pune, tá bom? É esperado que a gente erre. Quando o erro espírita se torna um problema? Quando a gente começa a errar os mesmos erros, tá bom? Significa que a gente não tá aprendendo. Para e reflete e promete para você mesmo. Isso aí eu não faço mais. Este tipo de erro não dá mais para cometer e virão outros erros. Porque somos alunos iniciantes na escalada do espírito, não tem problema. Quando o erro também se torna um problema. Quando ficamos cristalizados no erro, paralisados nele, não conseguimos nos mover a parte dele. Levanta. Errou, levanta. Aprende a lição. Se der para refazer a situação, refaça. Se der para pedir perdão, peça. Mas às vezes há erros que não é sobre os quais não temos mais o que fazer. Não é como, não é possível mais fazer nada. Não importa. A vida vai lhe convidar e convidará as situações similares para você mostrar que já aprendeu. Apenas aprenda com erro e siga. Muitas vezes,
er. Não é como, não é possível mais fazer nada. Não importa. A vida vai lhe convidar e convidará as situações similares para você mostrar que já aprendeu. Apenas aprenda com erro e siga. Muitas vezes, como nas salas de diálogo mediúnico, depamos-nos com espíritos seculares no erro, paralisados. Eu já conversei com muitos deles e perguntei: "Você percebeu que o mundo mudou a sua volta? Por acaso você percebeu que essa pessoa que você feriu, nem se recorda mais desse episódio, seguiu em frente com a vida dela? Perdoe-se". Para você poder seguir em frente. Qual é o problema do erro? Quando a gente não aprende ou quando a gente fica paralisado nele? Aprenda e vá abrindo a sua asa da sabedoria para tornar-se cada vez mais sábado a partir das experiências. Eman nos lembra também que é uma outra asa que borboleta nenhuma voa com uma asa só. Ficaria girando a de infinito em torno do próprio eixo. A outra asa é a asa do amor. Não é possível, não é possível arquitetarmos um futuro melhor para nós, a felicidade que nos é possível como criaturas que somos, porque essa é a nossa destinação, sermos felizes sem a abrirmos de maneira linda uma asa amorosa e boa na nós, para nós mesmos e para os outros. Para aqueles que vieram na nossa direção, ame, aprenda a amar, decida amar, decida pelos caminhos do amor, tá bom? Porque aqui na Terra a gente não nasce, nós somos atrasados demais, a gente não reencarna amando todo mundo, tá bom? O amor na Terra, no nosso estágio evolutivo, que ainda é primevo, porque debaixo da gente só os mundo primitivo. Então, a gente tá tati bit amor, nas lições do amor, comunhão. Aqui pra gente amor é uma decisão, é uma escolha, tá bom? às vezes dolorosa. Quando a vida lhe convidar aos diversários, escolha sempre o caminho do amor, tá? Se tiver dúvida, muita dúvida, qual é o caminho do amor? Chama por Jesus, seu maior amigo, o amigo que nunca desistiu de nós. E pergunte a ele no silêncio do seu quarto, como ele nos ensinou a fazer, entendendo que o quarto é o quarto psíquico, é o reconte da sua
por Jesus, seu maior amigo, o amigo que nunca desistiu de nós. E pergunte a ele no silêncio do seu quarto, como ele nos ensinou a fazer, entendendo que o quarto é o quarto psíquico, é o reconte da sua alma, é a sua ânima, tá bom? É a sua intimidade espiritual. Pergunte a ele, Senhor, diante dessa situação, Senhor, diante dessa pessoa que parece uma incógnita diante dessa situação, Senhor, diante da qual não sei proceder, mestre os nossos corações, que queres que eu faça? A resposta de Jesus para nós, que virá por meio de um amigo, de um livro, por meio da natureza da vida, porque nenhuma prece espírito nos ensina fica sem resposta, vai nos mostrar sempre os caminhos do amor, tá bom? Essa riqueza real, tudo mais na terra é instrumento que passa e que se transforma. Então não se apegue muito aos cenários materiais, tá bom? Dias felizes, dias difíceis passam. Não se apegue. A matéria gira e muda e a riqueza passa de mão em mão. Se estamos falando de valores amoedados, dias felizes. A gente nem queria, né? Mas também passa, tá bom? Porque a situação aqui na Terra muda com muita velocidade. É uma característica comunhão de um orbório, a impermanência, tá bom? A impermanência. Tudo aqui é impermanente. Tudo aqui passa. O que não passa? O que vem do céu, a nossa vida. A nossa vida não passa. Nós não passamos porque nós somos espíritos, tá? Não se confunda nunca mais. Você não é um ser material, você é um ser espiritual, vivendo mais uma instancha encarnatória, tangível, física e que vai passar e com você irá a experiência que você vai levar, se Deus quiser, dessa vez cada vez melhorado, mais melhorado, cada vez melhor, cada vez mais rica em sapiência, cada vez mais rica em amorosidade. Salo Gomes, grande jornalista, que teve a oportunidade de levar a Franciscane Xavier pro programa Pinga Fogo na TV Tupi nos anos 60. acompanhou o Chico na trajetória dele durante 50 anos, grande amigo do Franciscante Xavier, já desencarnado, narra-nos que uma vez num uma conversa com o Chico nos anos 60,
ogo na TV Tupi nos anos 60. acompanhou o Chico na trajetória dele durante 50 anos, grande amigo do Franciscante Xavier, já desencarnado, narra-nos que uma vez num uma conversa com o Chico nos anos 60, pessoal, ele contou essa esse diálogo para Karen Inasser, presidente da sociedade divulgadora espiritismo cristão, um grupo que ultrapassa cinco décadas de trabalho cardequiano sério aqui no Distrito Federal. Ele contou esse diálogo para ela que uma vez com Franciscano Xavier perguntou pro Chico, Chico, numa palavra, como você poderia resumir a riqueza do ser humano na Terra? O que ele busca aqui? Por que ele reencarna? O que a gente vem fazer aqui? Pessoal, todo mundo, viu? Todos nós, 8 bilhões de pessoas na Terra. A terra nunca teve tanta gente reencarnada como temos agora. E Chico resumiu numa expressão que eu considerei de uma profundidade belíssima. Ele falou pro Saulo, Saulo, a riqueza do ser humano ao reencarnar o que ele busca aqui é a sua própria cura, é autocurar-se. Ele já falava em autocura nos anos 60 do século passado. O que é curar-nos, gente? É encontrarmos a nossa verdadeira destinação. Tá bom? Porque temos andado como espíritos caminhos que não nos pertencem. Quando a gente sai um dia das mãos lindas de Deus, tá lá no Gênesis da Bíblia que um dia foi o sorbro de Deus e o verbo fez carne, o falar de Deus para nós, né? Que um dia quando a gente sai como espírito das mãos de Deus, a gente sabe uma caminhada linda, preciosa para que nos pertence e acima de tudo amorosa, porque Deus é amor. Não sou eu que tô falando, é João que fala, viu? Se Deus é amor, nós também somos. Porque nós saímos das mãos de Deus como filhos dele. É isso que nós somos, tá? Nós podemos estar em quaisquer lugares ocupando quaisquer postos. Podemos estar onde quisermos, sermos na terra quem quisermos ser. Temos esse direito. Mas o que somos? Espíritos. É isso que somos. Filhos de Deus em essência, carregando em nós um DNA que é divinal. Por isso, autocurar-nos na fala do Chico, curarmo-nos, curar a nossa alma,
se direito. Mas o que somos? Espíritos. É isso que somos. Filhos de Deus em essência, carregando em nós um DNA que é divinal. Por isso, autocurar-nos na fala do Chico, curarmo-nos, curar a nossa alma, curarmo-nos como espírito significa reencontrarmos o amor que está latente em nós. O amor que ama, que ama de maneira incondicional a si mesmo também. Ame-se, tá? Se você não se ama, não será capaz de amar em plenitude ninguém e também não será capaz de dar seu amor. Ame-se. Ame-se. Edivaldo Franco ensina-nos de maneira linda, linda. Olha o valor disso e essa riqueza. O que é amar-se? amar, ele nos diz, né, considerarmos-nos seres eh acima dos outros, porque não somos na Terra, estamos em diferentes níveis de evolução, degraus diferentes, mas todos ocupando um órb expiatório, ou seja, todo mundo é atrasado. Então, amar não é considerarse acima de ninguém, não estamos em condições. Aarse, ele nos ensina de maneira linda, em primeiro lugar, ele fala, quando você se ama, você se protege. Proteja-se, tá nesse mundo difícil, de relações complicadas. de insegurança. Proteja-se. Quando você se ama, você não se joga em situações de risco para você. Proteja-se. Quando você se ama, você se protege. Ele falou algo que para mim foi eh profundamente eh libertador. Ele falou: "Quando você se ama, você se instrui". Como assim? Com a relação entre amor e instrução? Lembra das asas? Óbvio, quanto mais eu sei, quanto mais sábio eu me torno, melhores escolhas eu faço, menos eu firo o outro e, portanto, menos eu me firo, tá? Porque às vezes podemos estar até iludidos achando: "Ah, eu fiz isso ferir fulano, aí eu fiz tal coisa, magoei tal pessoa. Ah, eu machuquei, não, não é impossível machucar o outro e se machucar primeiro." Porque lembra, saímos uns di, um dia na num passado que se perde na esteira do tempo para nós. Saímos um dia das mãos de Deus lindos para uma caminhada amorosa. Saímos simples e ignorantes. Ignorante porque toda a apreensão da sabedoria nos era ignara, desconhecida e simples porque
po para nós. Saímos um dia das mãos de Deus lindos para uma caminhada amorosa. Saímos simples e ignorantes. Ignorante porque toda a apreensão da sabedoria nos era ignara, desconhecida e simples porque saímos para amar. Numa caminhada assim, todas as vezes que ferimos o outro, ferimos nossa essência e por consequência nos machucamos. Embora às vezes estejamos desconectados de nós mesmos, nem percebamos, levemos muito tempo para isso. E ele nos ensina quando nos amamos, nos protegemos, nos instruímos. E ele fala: "Quando você se ama, você se cuida. Cuide-se também, tá? Ninguém vai dar para você o valor que você não der a você. Ninguém vai cuidar de você se você não se cuidar em primeiro lugar. Cuide-se, ame-se para estar pronto e preparada e preparando-se e aprontando-se em prontidão para amar o outro. Aquele que vier na sua direção, quer a vida conduzir. Por isso a fala do Chico, maior necessidade, maior riqueza conquistada é a autocura, quando você descobre que ele nasce do amor e que a destinação dele é o amor que nos cabe a todos, tá? Aqui na terra comunhão fica muitas vezes perdidos, apegado nas coisas, solta, solta. Uma dificuldade muito grande dos espíritos quando voltam para casa, quando desencarnam, é pensar nas naquilo que é apego para ele. Os espíritos nos alertam para que façamos essa autorreflexão, essa autoanálise, que há pessoas que amam coisas, inclusive na Terra, quando aprendemos que as pessoas são para serem amadas e as coisas para serem usadas, tá bom? Não inverta nunca mais esse binômio. Use as coisas, ame as pessoas e ame compreendendo que as pessoas que mais amamos muitas vezes farão escolhas que não seriam as nossas. Caminharão por caminhos que não quereríamos que elas andassem ou muitas vezes que não nos quais não poderemos estar com elas. Ainda assim, o amor permanecerá, tá bom? O amor permanecerá conosco. Não se deixa apegar por aquilo que é material, porque aquilo não é você, o seu eu espiritual. Deixa eu contar para vocês uma história nesse sentido que nos foi narrada há
? O amor permanecerá conosco. Não se deixa apegar por aquilo que é material, porque aquilo não é você, o seu eu espiritual. Deixa eu contar para vocês uma história nesse sentido que nos foi narrada há algum alguns anos, faz mais de uma década, nos foi contado pela Mais Braga, contou-nos isso. Vejam a gravidade de vivermos apegados ao que é material na Terra, desconectados da nossa essência, a gravidade disso como espíritos que somos. Tá bom? Acostume-se olhar para as situações e para os cenários como espírito que você é, tá bom? Qual o valor disso aí quando eu voltar para casa, quando eu desencarnar, daqui a 10 anos, essa situação, esse problema, esse dilema, essa suposta riqueza, essa aposta que eu não conquistei ou que eu perdi, qual o valor disso quando eu tiver desencarnado? Atrapalha o meu retorno? Eu usei para ajudar porque as coisas não tm valores, não tem valor real. Elas chegam por misericórdia, como o Blaze Pascal nos fala, tá bom? Chega para nós por misericórdia. Inclusive, aquilo que a gente conquistou pelo trabalho chegou só porque Deus permitiu, que se Deus não tivesse permitido, não teria chegado, não teríamos trabalhado em tal lugar, não teríamos galgado tal degrau e não teríamos conquistado aquilo. Então tudo que nos chega nos chega por empréstimo. Então qual o valor das coisas? O valor que damos a elas não chega só para você, não chega só para os seus, tá? O pouco, muito que vem é para darmos a melhor destinação possível ao melhor, maior número possível de pessoas. Mas o Braga um dia saiu daqui da comunhão entrando em casa, chegando no apartamento onde ela reside, na porta do apartamento tinha um espírito e ela acostumada com a vidência, né, espiritual, viu o espírito tava na porta do apartamento dela. A espiritualidade certamente não deixaria o espírito entrar em casa para não invadir o ambiente íntimo dela. E aí ela ia passar com tranquilidade, botou a chave para entrar e o espírito a chamou. Ela olhou e viu que era um espírito aproximadamente ali dos anos de 1900 ou
a não invadir o ambiente íntimo dela. E aí ela ia passar com tranquilidade, botou a chave para entrar e o espírito a chamou. Ela olhou e viu que era um espírito aproximadamente ali dos anos de 1900 ou até um pouquinho antes do século passado. Ele estava vestido com frac, né? A vestimenta profundamente formal, né? Aquela vestimenta abaixo do terno e uma cartola bem comprida. E ele falou para ela: "Senhora?" E ela respondeu para ele no diálogo que se estabeleceu entre ela e o espírito e diálogo mental. Ela falou: "Pois não." E aí nesse momento, ele sacou do bolso do frac. uma carteira bastante surrada. O espírito materializa, tá pessoal, a sua volta, aquilo que tem valor para ele. Podemos ver isso de maneira bem simplória num livro que muita gente gosta chamado Violetas da Janela, que é onde o espírito Patrícia desencarnado, botou umas violetinhas na janela, porque para ela era importante, dava um quentinho no coração dela. É muito fácil. Na série A vida espiritual de André Luiz, a gente observa isso de maneira incrível, os espíritos construindo à sua volta a realidade de acordo com o que é valor para ele. Ah, o que eu vou construir, Patrícia? O que é valor para você? Seu coração pulsa onde? Onde seu coração tiver pulsando, esse aí é seu tesouro? Nos alerta Jesus. Pensa: "Meu coração bate pelo quê? Eu sofro pelo quê? Eu desejo o quê?" Cidagutama, maior dos budas, nos fala que o o sofrimento do ser humano se dá pelo apego. Eu desejo isso. Olha o apego se manifestando. Sofrimento. Presta atenção. Então, espírito plasmou uma carteira, carteira surrada, retira, abre para ela e ela olha e dentro da carteira várias notas de réis, compondo ali R$ 1.000. Vejam, ele tava pegado ao valor monetário da época dele, né? Abre para ela e fala: "Senhora, me pediram que eu viesse até aqui". E eu lhe per porque me falaram que a senhora faria uma oração por mim. Eu preciso muito, muito de uma oração. Quanto a senhora quer para que eu faça uma oração, para fazerme uma oração, para orar por mim? Na hora ela
que me falaram que a senhora faria uma oração por mim. Eu preciso muito, muito de uma oração. Quanto a senhora quer para que eu faça uma oração, para fazerme uma oração, para orar por mim? Na hora ela entendeu, né? Havia vivido uma vida pensando de maneira equivocada. Muitos de nós já estagiamos nesse lugar, tá? em que o dinheiro comprasse, dinheiro comprasse amor, amizade, o dinheiro comprasse visibilidade. E eu pergunto para quê, né? Dinheiro comprasse soluções para a vida, será que compra? O dinheiro não compra valor real, o dinheiro é neutro. O que o a destinação que damos para o recurso amo é dado é que nos dá aquilo que buscamos, tá bom? Se damos um valor para o dinheiro digno, correto e honesto ao maior número possível de pessoas, que lindo. Estou angareando riqueza para meu espírito. Se eu uso para mim, pros meus, para valores decadentes uma sociedade que valoriza coisas, é péssimo tê-lo. Pense nisso. Pausa na história. Uma vez eu tava em cença médica, uma amiga me mandou a oração do dinheiro pro Francisco Cantavier. Na hora que eu vi, já contei para vocês, vou contar de novo. Na hora que eu recebi, falei: "Não, não quero, não quero, não tem negócio de oração do dinheiro do Chico". Ela falou: "Patrícia, leia". E eu li, e fiquei emocionada. Lindo. É o dinheiro falando com Deus. Diz assim: "Vou parafrasear para vocês. É dinheiro falando do Chico. Senhor, no concurso das forças da terra, eu também quero honrar-te. Dá-me, Senhor, está nas mãos daquele que usa-me. Transforma-me na terra em bens verdadeiros, tesouros e riquezas reais. Assim, Senhor, não me deixa ficar preso no cofre ou na mão daquele que tem usura, meu Pai, no concurso das forças que te honra na terra, Senhor, eu também sou teu servo. Dá-me transformar-me no leite da criança que passa fome no para os filhos de ninguém. Dá-me transformar-me no leite. Senhor. Dá-me seu alimento para as mães sozinhas, que alimentam os filhos na concha do próprio seio, sem ter com que se alimentar. Senhor Deus, eu também quero servir-te
Dá-me transformar-me no leite. Senhor. Dá-me seu alimento para as mães sozinhas, que alimentam os filhos na concha do próprio seio, sem ter com que se alimentar. Senhor Deus, eu também quero servir-te dignante-te, Senhor, a dar-me aquele que me dá o melhor uso na terra. Dinheiro é neutro. Pensemos nisso. Os recursos todos da terra são neutros. O que fazemos com eles diz de nós, de quem já somos ou de quem já queremos ser. Moço, abre o espírito, abre a carteira e mostra para os réis, os 1000 réis. E ela fala para ele, meu filho, não se compra uma oração. É o diálogo seu com Deus que é seu pai. Fecha os olhos. E o espírito fecha os olhos. E aí ela faz uma oração e pede as forças do bem que regem o destino de todos nós, que guiasse aquela alma a um porto seguro de paz. Na prece dela, na vista psíquica dela, ela enxerga a veste rota dele, os pés lameados. Quem leu ali o comecinho de nosso lar entende o que significa. A dificuldade do espírito vai se reverter no pós vida material, no cenário que ele encontra. É Deus que pune, não é o cenário que ele construiu para ele e ele sairá dali quando ele decidir que é tempo de ser um ser novo e renovado. As vestes do espírito estavam bem rotas e sujas. Ela viu e com coração cheio de compaixão, ela pediu as forças do bem que cuidam do destino de todos nós, que cuidasse daquele senhor também. Quando ela abriu os olhos, tinha uma série de luzinhas caindo assim, ele tinha sido recolhido e ela ficou grata. Pensemos nisso. O sofrimento desse irmão, já faz um tempo que isso aconteceu, algumas décadas. O sofrimento desse irmão poderia ter sido ou pode ser se não cuidarmos do sofrimento de todos nós, tá? Quando estamos na sala de diálogo mediúnico com os espíritos, observamos que os dramas que os espíritos trazem poderiam ser dramas de todos nós. Vigilância. Vigilância. Por isso Jesus nos ensina. Jesus não passa. Voltamos sempre ao mestre, andamos, conversamos, refletimos e voltamos para Jesus. E o mestre nos ensina no caminhar na terra, vigiai e orai. E é nessa
cia. Por isso Jesus nos ensina. Jesus não passa. Voltamos sempre ao mestre, andamos, conversamos, refletimos e voltamos para Jesus. E o mestre nos ensina no caminhar na terra, vigiai e orai. E é nessa sequência mesmo, tá, pessoal? Vigia, vigia teus pensamentos, tuas escolhas, teus atos. Vigia teus passos na terra. Vigilância no fazer, no falar, no pensar, no decidir. Vigilância. Observa, observa. Não se perca de você nunca mais. Já nos perdemos em muitas vidas, não mais. Tá bom? Você é um espírito e todas as suas escolhas na terra, guarda isso, pensa nisso, não esquece disso nunca mais. Todas as suas escolhas na terra são escolhas espirituais. O que significa? Que elas impactam na sua caminhada como espírito. Tá bom? Às vezes tendemos de maneira equivocada a achar que são espirituais as escolhas quando estamos fora da estrutura densa e que aqui na matéria são escolhas materiais. Não, todas as escolhas que fazemos quando estamos dentro da matéria densa no escafandro físico, são escolhas espirituais, porque elas impactam na nossa caminhada e podem impactar de de maneira grave ou de maneira bastante benéfica. Porque o livre arbítrio, pessoal, não funciona só quando a gente tá desenhando um projeto encarnatório. Ele segue valendo para a criatura quando ela está encarnada. Mudamos, refazemos o nosso destino, se Deus quiser, cada vez para melhor. Pensemos nisso, tá? A verdadeira riqueza será construída por você no relicário do seu coração e essa riqueza vai lhe pertencer e vai com você para onde você for, porque você é um ser espiritual. Um dia você veio do país das estrelas, como diz Ivon do Amaral Pereira, e um dia há de voltar para lá do país, pro país das estrelas, que é a sua verdadeira pátria, que é a sua terra natal, usando a palavra terra de maneira simbólica, você veio das estrelas, você é um ser das estrelas. Para lá você volta, o que vai com você? O que vai com você? O que você tiver conquistado, tá bom? Pense nisso e valorizo o hoje. Um recurso que temos, que Deus nos concede.
você é um ser das estrelas. Para lá você volta, o que vai com você? O que vai com você? O que você tiver conquistado, tá bom? Pense nisso e valorizo o hoje. Um recurso que temos, que Deus nos concede. Valorizo hoje, o agora, o momento presente. Tá bom? Eh, André Luiz nos ensina que a experiência perdida, calma. A experiência perdida volta, volta na sua caminhada como espírito para você ser testado de novo, para você ter nova oportunidade de aprender, para você refazer a lição. A experiência perdida volta, mas o tempo, o tempo não volta. O tempo escoa por entre os dedos uma velocidade impressionante. Quando estamos na matéria, então, como diz o poeta, quando se observa já se passaram 50 anos. Observe, observe seus dias e valorize-os, tá? Chico Xavier nos conta essa história. O Chico contou também para Mais, pessoal. Hoje tô contando muitas histórias da Maís, né? O Chico contou para Mais uma história que o tocou acerca do valor do tempo. Na rua da casa da prece em Uberaba, no final da rua, morava um senhor com muitas posses, com muitos recursos materiais. E ele não era espírita, mas ele gostava do Chico. Tinha muita afinidade Franciscante Xavier, pela tarefa dele, pelo pelo trabalho que ele desenvolvia. E esse homem sempre passava na rua e dizia: "Chico, um dia eu vou aí levar uma ajuda pras crianças". Ele falava: "Iss é, você conhece, né? Tem gente fazendo que sim, já conhece. Ele falava isso porque o Chico ia muito na vila do Pássaro Preto, onde havia muitas crianças em situação de risco social, algo grave. E ali ele levava, né, alimento que tinha. Então esse homem falava: "Chico, eu vou passar aí e vou levar uma ajuda pras crianças". O Chico dizia: "Venha, meu filho, venha". E os anos foram passando e as questiúnculas absolutamente importantes da matéria, presta atenção, elas nos arrastam. A matéria nos arrasta. Presta atenção. Coloquea seu coração para pulsar a comunhão naquilo que vale, que tem o teu tesouro real, aquilo que tem valor real e o mais, o mais faremos o
elas nos arrastam. A matéria nos arrasta. Presta atenção. Coloquea seu coração para pulsar a comunhão naquilo que vale, que tem o teu tesouro real, aquilo que tem valor real e o mais, o mais faremos o que temos de fazer. Tá bom? Consoante o evangelho de Marcos, dá conta da tua administração. Significa a gente tem que dar conta na vida material, sim. Colocar nas costas de outro a tarefa que nos compete, passar para o outro. A tarefa que nos compete não mais, não é digno, né? digno de uma de de um espírito decida assumir, pegar nas mãos a réo evolutivo e seguir em frente. Assuma, a tarefa sua, faça. Já a gente fala na história. E como diz os paralas do sucesso na filosofia incrível de Herbert Viana, vamos consertar o mundo. Vamos. O mundo regenerado tá predindo aí a caminho da regeneração, tá pedindo que a gente conserte o mundo. Vamos consertar o mundo. Vamos começar lavando os pratos. Vamos começar nas tarefas pequenas para sermos dignos das maiores, tá bom? Sejamos fiéis no pouco. É disso que o mestre nos fala no evangelho também, quando ele fala: "Porque fostes fiel, fiéis no pouco, daremos o muito. Não tá falando de de dinheiro, não tá? Embora algumas teologias da prosperidade equivocadas usem essa falácia para desvirtuar o ensinamento de Jesus. Tá falando de trabalho, de compromisso com a ética, com a moralidade, com o crescimento seu e do mundo." Tá bom? de trabalho. Honra o pequeno posto, honra o primeiro passo para subir o Monte Fuji. Eu preciso dar o primeiro passo, tá com honra o trabalho pequenininho para que venham maiores, tá bom? E aproveite o pequeno minuto, tá? que o minuto passa e cada minuto é importante. Pergunta pro pra mãezinha aí que teve um bebezinho com 8 meses a diferença que fez aquele mesinho para ela. Pergunta para um atleta olímpico que ficou com a medalha de prata, a diferença que fez aquele segundo, aquela fração de segundo para ele. Todo minuto valioso é importante na terra. Valoriza o dia, o dia, o de hoje, o agora. O momento é esse. Depois não
alha de prata, a diferença que fez aquele segundo, aquela fração de segundo para ele. Todo minuto valioso é importante na terra. Valoriza o dia, o dia, o de hoje, o agora. O momento é esse. Depois não sei, a gente não sabe nem se vai est aqui. O homem passava na frente do Chico todo dia. Diz: "Chico, eu vou aí levar um recurso para as crianças, depois eu vou aí levar um dinheiro pras crianças. Venha, meu irmão, venha". Nunca, nunca deu tempo, porque a gente tava muito cheia, porque a gente tava atravancada de coisas importantes, porque a vida tava cheia de questiúnculas absolutamente fúteis. Passou-se uma vida e o homem não foi. Um dia o Chico tava lá no final da psicografia sentado, tava sozinho na casa da prece e esse moço desencarnou. Desencarnou de maneira inesperada. Tá bom? Como a gente começou a nossa reflexão aqui, a gente não sabe do dias de amanhã, né? Mas o hoje. Ou cuida do seu corpo como você fosse durar 100 anos. nos Santo nos ensina Santo Agostinho, mas cuida do espírito para não sermos insensatos como o evangelho nos alerta, como se fôssemos ser chamados hoje a prestar contas da vida hoje. E se Deus quiser de maneira digna diremos: "Fiz meu melhor. Fiz meu melhor." E o moço então foi, desencarnou de maneira inesperada. E o Chico após a psografia sentado, entra o espírito, era ele. E ele entra correndo e fala: "Chico, Chico, eu vim, tá aqui o dinheiro. Plasma também uma carteira com dinheiro e fala: "Eu vim hoje dar ajuda, Chico, pras crianças, porque me deu uma coisa na minha alma, me deu um negócio dentro de mim, que eu preciso fazer alguma coisa, que eu preciso muito ajudar fazer alguma coisa na terra". O cic encheu de compaixão por ele e falou para ele: "Meu filho, sente-se aqui. Hoje você não vai ajudar as crianças, não?" Aí hoje não sabedor que era de que a vida se abre lindamente pra gente. O que não foi possível hoje, Deus que é misericordioso nos dará em novas oportunidades. Senta aqui filho. Vamos fazer uma oração que você tá precisando muito de ajuda. Você que tá precisando
ra gente. O que não foi possível hoje, Deus que é misericordioso nos dará em novas oportunidades. Senta aqui filho. Vamos fazer uma oração que você tá precisando muito de ajuda. Você que tá precisando de ajuda hoje. E o espírito começou a chorar, ainda não tinha percebido que havia desencarnado. E aí o Chico fez uma oração e o espírito começa a chorar. E é socorrido pelos números tutelares que cuidaram dele, que cuidam da gente, que cuidam de todos nós, porque ninguém está sozinho. Recolhido foi esse espírito para páramo de mais luz, para ser esclarecido, acolhido, amado e aceito. E então preparar novos momentos para ele, para ele refazer a lição e seguir em frente, compreendendo que o momento é esse, que o amanhã a gente não sabe. Por isso, tudo aquilo que chegar para nós comunhão, não somente recursos materiais, mas especialmente aqueles recursos que estão intangíveis, estão conosco, merc de Deus, para serem colocados a serviço de um mundo melhor. mundo que aspira a ser. Não sabemos quando o mundo regenerado pede que coloquemos o nosso melhor. Como diz Marta, irmã de Lázaro, linda, no aprendizado dela, a partir de do ensinamento de Jesus para ela, ela começa na caminhada dela como espírito. Aprendemos a partir das fotografias de Marcel Mariano, começa a colocar a melhor parte dela na terra, na vida, no mundo. Façamos isso. Marta lá atrás com Jesus ficou presa. A questão absolutamente desimportante. Vamos lembrar nossos seguindo aí por nossa segunda os 10 minutos finais da nossa palestra. Jesus vai visitar Lázaro. Jesus vai pra casa de Lázaro. Lázaro. Lázaro tinha duas irmãs, Maria e Marta. E junto com Jesus ia quem, pessoal? Ia todo mundo. Todo mundo queria tocar a veste do mestre, né? Seguindo com Jesus as mulheres, as crianças, os doentes do corpo, de todos os matizes, os doentes do espírito, e um soldados romanos, um os judeus convertidos, os não convertidos iam também os curiosos, todo mundo atrás de Jesus. Jesus vai pra casa de Lázaro, as meninas começam a arrumar
s doentes do espírito, e um soldados romanos, um os judeus convertidos, os não convertidos iam também os curiosos, todo mundo atrás de Jesus. Jesus vai pra casa de Lázaro, as meninas começam a arrumar a casa para recebê-lo naquele entardecer, na pregação, segundo Amélia Rodrigues era o entardecer. E aí começa a arrumar, pega o pano, pega a água, pega a moringa, pega a cadeira, vai aqui, abre a janela, chama mais uma cadeira, pede pro vizinho uma cadeira, vem mais gente, vem mais gente, vem mais gente, entra Jesus, entra Jesus e começa a pregação. Maria nesse momento assenta-se serena o coração, a mente, o espírito, deixa, deixa a agenda com as questiúnculas da terra. Já resolveu, deu conta da sua administração, olha para deixa, deixa e coloca seu coração para pulsar naquilo que vale. Maria para, senta e vai ouvir Jesus. Jesus pregando naqueles dias lindos, né? Ah, nas cidades à margem da Galileia. Vamos lembrar de Jesus, conforme Divaldo Franco nos ensina. nos pés, nas alpercatas de couro, no corpo, o manto simples, o sorriso mais lindo, mais acolhedor que a terra jamais houvera visto, o cabelinho balousano, a moda Galileia com vento da tarde e o coração mais amoroso como a terra jamais conheceu. Jesus começa a pregar, Marta para para ouvir Jesus. Um minuto no tempo. Não perca, tá, a sua oportunidade, seu minuto no tempo. Eman nos alerta para isso lá no prefácio, no no prefácio de Paulo Estevão. Eu nos fala do minuto, do minuto dele com Jesus. Paulo Estevan ele Paulo Estevan ele refere-se ali, ele se refere ali ao minuto que ele teve com Jesus, que ele desperdiçou a oportunidade. Um minuto, minuto no tempo. Não perca o seu minuto, tá? Maria para ouvir Jesus. Marta não. Marta fica preocupada porque tinha que fazer, tinha que puxar, tinha que resolver. Meu Deus do céu, e a água vai chegar mais visita. Eu não abri aquela janela, tá calor. E continua. De repente, Marta olha pra irmã, a irmã tinha parado e ela fala para Jesus: "Senhor, não te incomodas que Maria não me ajude?"
vai chegar mais visita. Eu não abri aquela janela, tá calor. E continua. De repente, Marta olha pra irmã, a irmã tinha parado e ela fala para Jesus: "Senhor, não te incomodas que Maria não me ajude?" Jesus com olhar amoroso, com os olhos do amor para ela. Olhemoso-nos também com os olhos do amor, compreendendo que estamos em aprendizado. Jesus compreende o aprendizado de alma linda que ia trilhar o caminho dela, no tempo dela e que ia aprender. E diz a ela: "Marta, Marta, Maria pegou a melhor parte. Aprendamos no dia a dia, na vida, também pegar a melhor parte, a melhor parte dos momentos. das situações, das experiências da vida, para que a melhor parte também esteja em nosso coração. Podemos possuir as coisas, mas que as coisas nunca mais nos possuam, que as coisas da terra nunca mais nos tenham, que não sejamos nunca mais escravizados pela força da matéria, porque ela nos arrasta. Usemos as coisas, amemos as pessoas, aprendamos a aproveitar todos os dias, em todos os momentos, todos os minutos, a melhor parte. Eu quero encaminhar o encerramento da nossa palestra de hoje, pessoal, lembrando, rememorando uma segunda passagem de Jesus que nos ajuda a estarmos na terra, sem sermos na terra, despertando o olhar na terra para quem somos de verdade, tá bom? Para que não fiquemos nunca mais enseguecidos por aquilo que é material. Eu quero lembrar da saída de Jesus da cidade de Jericó também naquele entardecer nos diz Amélia Rodriguez pela pografia magistral de Valdo Franco. Quando Bartimeu cego de nascença, presente na alma dele, que é o mestre que passa. Todo mundo vai com Jesus, a multidão atrás de Jesus, os discípulos atrás de Jesus, as mulheres também. Aquela criança estada que atrás das mulheres sempre tem criança. Os soldados iam também, todo mundo querendo tocar Jesus. Mest meu começa a gritar: "Jesus, filho de Davi." Jesus, filho de Davi. Porque Jesus vinha na linhagem de Davi, né? Davi, Salomão, vem toda a linhagem até chegar nele. Jesus para, estanca o passo e volta,
meu começa a gritar: "Jesus, filho de Davi." Jesus, filho de Davi. Porque Jesus vinha na linhagem de Davi, né? Davi, Salomão, vem toda a linhagem até chegar nele. Jesus para, estanca o passo e volta, aproxima-se dele e pergunta a ele de maneira absolutamente linda: "Que queres que eu te faça?" Pessoal, ele era cego. Paraa nossa ignorância espiritual, parece, ele quer ser curado. Não, pera aí. Jesus respeita o livre arbítrio dele, a escolha dele, aguarda que ele peça, que ele fala. Na nossa boa vontade também não vamos atravancar o caminho dos outros, entrar na vida do outro, fazer pelo outro que o outro não pediu, não quer, não almeja. Calma, espera. Sejamos gentis, uma gentileza fraterna, mas nunca leniente diante do trabalho. Operosos. Jesus pergunta para ele: "Que queres que eu te faça? E ele responde: "Vê, pessoal, se não é resposta que devemos dar todos os dias para Jesus no himo da nossa alma em 2025. Salemos também, o cego fala: "Senhor, que eu vejo Jesus". Então, faz um uma pequena laminha usando fluidos e matéria, matéria densa, que é a lama, e coloca no olhinho dele. Nos evangelhos fala que ele fica tão confuso, porque ele era cego de nascença, que ele começa a ver as coisas em tamanhos deformados. Até que a retina dele física ajuste-se à retina espiritual, porque a cegueira era física, não é espiritual. Tá bom? Voltamos para casa, eh, refazendo o nosso corpo perespirítico. Então, ele ajusta ali e consegue ver. Jesus diz a ele que vá ao templo falar para os sacerdotes que ele via. Então, por que o mestre fala isso para ele, pessoal? Porque a ignorância nossa era tão grande, mas tão grande, tão absurda ainda. É, mas naquela época ainda era pior, porque a pessoa que tinha algum tipo de deficiência não era registrada no livro dos vivos. Entenderam? Então, ele precisa ir ao tempo para se registrar, para ele adentrar o mundo dos vivos. Vejam que é ignorância espiritual de onde o que nós conseguimos avançar já em 2000 antes é alguma coisa, graças a Deus. Ele vai até o templo para se
se registrar, para ele adentrar o mundo dos vivos. Vejam que é ignorância espiritual de onde o que nós conseguimos avançar já em 2000 antes é alguma coisa, graças a Deus. Ele vai até o templo para se distestrar os sacerdotes, fariseus já querendo perseguir Jesus. Fala: "Não, não, não, não". Então você mentiu. Então você não era cego. Não é mentira. Para não admitir a supremacia do nosso governador planetário, nosso modelo, nosso guia. O guia é aquele que quando a gente vai numa caminhada, por exemplo, na floresta, vai na frente porque ele sabe o caminho. Por isso que Kardec fala que Jesus é nosso guia. O mestre sabe o caminho. Ele mesmo fala que ele é o caminho e é a verdade e é a vida. Sigamos com Jesus. Tá bom? Os fariseus não querem reconhecer a autoridade máxima daquele que apenas quer ser seu amigo. Tá bom? Que foi isso que ele falou. Eu apenas vos chamo amigos. Aprendamos a honrar a amizade do mestre. Ele diz: "Não, você não é cego. Chama os pais dele. Os pais chegam. Falando: "Ele nasceu cego. Ele é cego de nascença. Era essa experiência da época. Usava essa expressão. Aí eles não sabem o que dizer. pergunta para ele: "Então, quem ele é para ter feito isso com você?" Ele disse: "O quê? Quem ele é?" E Bim então fala: "Eu não sei quem ele é. Eu só sei que eu era cego e que agora vejo que essa seja o farol, que esse seja o farol comunhão nos guiar todos os dias nessa terra difícil, onde corremos o risco cotidiano de nos perder em nós mesmos, de nos perdermos na nas na força da matéria em questões absolutamente dos importantes. Peçamos a Jesus todos os dias: "Mestres, eu sei que eu era cego, mas agora, Senhor, contigo e por ti eu pretendo ver, Senhor. Só sei que eu era cego, mas agora mexe do meu coração, eu quero ver. E sigamos com Jesus. E a caminhada com Jesus, com quanto árdua, será sempre a melhor e a mais linda para todos nós. Espíritos que somos, caminhemos com o mestre. Lembrando sempre de Jesus quando pensarmos nos valores terrenos, que nos ensinou a crescermos rompendo em fé, né?
a melhor e a mais linda para todos nós. Espíritos que somos, caminhemos com o mestre. Lembrando sempre de Jesus quando pensarmos nos valores terrenos, que nos ensinou a crescermos rompendo em fé, né? Ensina-nos a falarmos com Deus do que vai no nosso coração, das nossas dificuldades, avançando cada vez mais em fé, ensinando-nos de maneira linda numa fala poética do nosso Messias. Estás com dificuldade na terra, nas questões da matéria? Olhai os líderes do campo. Não tcem nem fiam. No entanto, nem Salomão. Salomão é considerado maior profeta, maior rei dos hebreus antigos. No entanto, nem Salomão conseguiu vestir-se com tamanha majestade. Pensemos assim que para cada um de nós só Deus reconhece. Em cada um de nós, Deus reconhece a individualidade. Deus reconhece-nos como filhos dele pelo nome. Você jamais está sozinho. Você não é mais um na multidão. Você é um filho de Deus amado e aceito por Deus todos os dias. Vamos aprender a ver Deus em tudo, em todos os cenários. E essa visão há de nos fazer avançar em fé e superarmos os desafios que nesse mundo de transição tem sido muitos. Quero encerrar lendo para vocês. Eu já contei para vocês que não dá para eu cantar nessa encarnação, ninguém merece, mas vamos ler a letra do Vansã. Nessa vez eu não veio, não vim, não vim com esse dom, não tem como. Mas vamos ver a letra do Vançã que nos faz sentir Deus em tudo, em todas as criaturas, em tudo que há, em tudo que habita, em tudo que sente, em tudo que pulsa na terra a Deus. Essa a verdadeira riqueza, tá bom? Enxergarmos as riquezas que Deus nos permite ter para usufruirmos e transformarmos a terra num lugar melhor. O Vanandal, autor espírita. Ouço Deus no murmúrio das águas dos rios. Ouço Deus no furor dos ciclones bravos. Ouço Deus no cantar matinal dos pardais. Ouço Deus também no lamento dos de pobres mortais. Que a dor nos transforma, né? Vejo Deus nas estrelas reluzentes de luz. na imensidão, em todos os infinitos sóis, né, pessoal? Vejo Deus no esplendor que a alvorada traduz,
ento dos de pobres mortais. Que a dor nos transforma, né? Vejo Deus nas estrelas reluzentes de luz. na imensidão, em todos os infinitos sóis, né, pessoal? Vejo Deus no esplendor que a alvorada traduz, entendendo que cada dia um novo presente para nós. Vejo Deus no suave perfume da flor, como diz Euipes, nas mais ínfimas situações está Deus. E vejo Deus também não há Deus companheiro da dor. Todas as lições de dor também nos ensina a voltarmos para Deus que é nosso pai. E sinto Deus, você é espírito. Sinta aí em você. Sinto Deus na saudade que evoca lembranças daquele ser amado que já partiu, que voltou para casa antes de você. Sinta Deus nessa temporária separação, pedindo-te mais paciência, que o encontro é breve. Sinta Deus no morrer de febr esperanças para compreendermos que nem tudo que queremos fará bem para nós, tá bom? Virá para nossas mãos. Sinto Deus na tristeza de verte partir. Muitas vezes veremos seres que amamos seguirem o rumo deles. E Deus os abençoe sempre. Sinto Deus também na tua volta, irmão, a sorrir. Eu sinto Deus em todos vocês após quatro meses licença médica, olhar para cada um de vocês sentir Deus em nós e conosco hoje e sempre. Obrigada, Camhão. Obrigada, Pát nos trazer, né? Jesus para perto, mais perto de nós. Vamos então elevar o nosso pensamento a Jesus para encerrarmos esse momento tão grandioso, tão maravilhoso. Agradecendo a presença desses amigos queridos, agradecendo a presença de Jesus, agradecendo por estarmos aqui presenciando essas palavras enquanto tantos sofrem, enquanto tantos estão distantes de ti, Senhor, que possamos aproveitar essas energias, esses sentimentos, essa vibração tão positiva e retornarmos aos nossos lares, alegres, esperançosos, e reformulados intimamente para fazermos o bem, para pensarmos no bem e para encontrarmos o bem dentro de nós. O mundo precisa tanto de amor. O mundo precisa tanto de quem faça o bem. Sejamos nós, os caravaneiros do bem, em nome de Jesus, o bem que podemos fazer, do tamanho que possamos fazer. Muito
ro de nós. O mundo precisa tanto de amor. O mundo precisa tanto de quem faça o bem. Sejamos nós, os caravaneiros do bem, em nome de Jesus, o bem que podemos fazer, do tamanho que possamos fazer. Muito obrigada, Jesus. que possamos sair daqui cheios de fé e esperança e renovados interiormente. E assim, profundamente agradecidos, te pedimos, Senhor Jesus, te pedimos a Dr. Bezerra de Menezes, permissão para encerrarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças Jesus. Queridos amigos, a nossa querida Andreia irá chamá-los para o passe. Uma boa tarde, um bom final de semana a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem
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