PARTIDAS E CHEGADAS - Carlos Frota [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 30/10/2025 (há 5 meses) 41:50 284 visualizações

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Transcrição

Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza [música] de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe. Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Vamos começar esse momento, né, das 16 horas, né, de quarta-feira, 16 horas, fazendo uma leitura que tá nesse livro aqui, o Força Espiritual do José Carlos Deluca. Não é uma psicografia, é ele que escreve esses livros. Tem vários livros que ele escreve, são mensagens boas pra gente tá lendo no dia a dia. E essa aqui ele fala: "O que falta para você ficar em paz?" Quer dizer, o que que tá faltando para que nós fiquemos em paz, né? Então ele fala: "Se você procura paz em sua vida, acredite que somente a paz de dentro trará a verdadeira paz de fora. Sem paz interior, o mundo externo poderá estar em calma, porém você fará guerra em toda parte." Estar em paz consigo mesmo é aceitar seus limites, perdoando-se constantemente e ter humildade para reconhecer seus pontos fracos. Você costuma tratar os outros como se trata? Por isso, procura nos outros motivos para brigar consigo mesmo. Quando, porém, está reconciliado consigo próprio, você aceita as falhas alheias e perdoa sem hesitar? Quando perdoamos nossos semelhantes, reconhecemos que estamos perdoando a nós mesmos. Já notou quantas vezes deu causa e discussões desnecessárias? Quantas vezes implicou poniarias? Quantas deixa tô pulando. Quantas outras se meteu onde não foi chamado? Ignoramos que no mais das vezes a melhor arma para estabelecermos a paz é o silêncio. Não desconsidere a paciência. É a ciência da paz. O melhor caminho para a paz mundial é aprendermos a viver em paz entre quatro paredes e não haverá paz no lar sem aceitação incondicional dos nossos familiares. Não aceitar é rejeitar, é rejeição. E rejeição é a primeira porta que se abre aos conflitos. Não

em paz entre quatro paredes e não haverá paz no lar sem aceitação incondicional dos nossos familiares. Não aceitar é rejeitar, é rejeição. E rejeição é a primeira porta que se abre aos conflitos. Não apenas assine manifestos em favor da paz. Não apenas participe de campanhas pelo desarmamento. Não apenas reclame de falta de paz, mas especialmente pratique a paz com seu vizinho, com seu parente. Pratique a paz no trânsito, na via pública. Exercite a paz com seu colega de trabalho, pois somente assim nos transformaremos em verdadeiros agentes da paz, onde quer que estejamos, e perante aos seus adversários, evite qualquer espírito de vingança, pois de acordo com a oração de São Francisco, tantas vezes nos templos religiosos de todo mundo, é dando que se recebe. Mensagem linda da paz, né? Então, nesse momento, vamos fazer nossa prece, nossa oração inicial pros trabalhos agora das 16 horas, rogando a Jesus, a Deus, que a paz deles se manifesta nesse salão, se manifeste em nossos corações, se manifeste em todo mundo para que nós possamos realmente usufruir dessa paz deles junto com a nossa paz. Mas primeiro nós temos que fazer essa paz, construir essa paz dentro de nós para podermos verific sentir a paz que vem da espiritualidade. E assim, Jesus, nós te pedimos, te rogamos que o Senhor nos abençoe sempre, abençoe o nosso palestrante, o Frota, que vai falar para nós, né, chegadas e partidas e que nós possamos, já que nós chegamos, estamos aqui porque chegamos, vamos nos preparando para também embora daqui, né, que nós estamos aqui somente de passagem, por isso que a gente sempre roga a Jesus, aos bons espíritos, que nos ilumine nas nossas atitudes, nas nossas decisões, para que nós possamos estar em paz na hora de pegar o trem para voltar para casa. Que a doce paz dele se faça presente hoje e sempre e que assim seja. Então, Carlos Frota vai falar para nós hoje de chegadas e partidas. Tá, a palavra tá com ele. >> Meus irmãos, uma boa tarde a todos aqueles que nos assistem também pelos

oje e sempre e que assim seja. Então, Carlos Frota vai falar para nós hoje de chegadas e partidas. Tá, a palavra tá com ele. >> Meus irmãos, uma boa tarde a todos aqueles que nos assistem também pelos meios de comunicação da nossa casa, né? Eh, que sejam muito bem-vindos à nossa comunhão espírita de Brasília. Eu espero que as palavras da tarde de hoje possam ser o mais proveitosas possíveis, né? eh que nós saiamos daqui realmente, como foi colocado ali, melhor do que chegamos e em paz. E aproveitando o gancho do que ela falou, quando eu coloquei esse título Chegadas e Partidas, é para até tentar abordar isso, né? Um como nós podemos conseguir viver melhor nesse estado que nós estamos aqui agora encarnados. Então eu vou falar de chegada de partida, mas aproveito para falar também desse livro do José Carlos Deluco. Ele é um juiz de São Paulo e tem um livro dele que eu digo isso para ela que é o meu livro de cabeceira e recomendo, que chama-se Médico, o médico Jesus. Então são trechos desse jeito aí, mas bastante eh eh que contribuem muito pro nosso esclarecimento, pro nosso dia a dia, tá? Mas abordando o o tema de hoje, que é chegadas e partidas, eu vim tentar esclarecer, falar sobre isso, de onde viemos, o que estamos fazendo aqui e para onde vamos. Ou seja, três perguntas que eu acho que sempre teve na cabeça de todo o ser humano, né? Da onde eu vim, para que que eu tô aqui, como vai ser isso aqui e depois para onde eu vou. E a doutrina espírita, né? Eu sou um tanto quanto cético e sou profissional de saúde, então fica, a gente gosta de explicação científica. E eu encontrei resposta para essas três perguntas que eu acabei de falar dentro da doutrina espírita e dentro de tudo que o cristianismo também nos ensina, porque nós somos esclarecidos através desses ensinamentos que nós somos espíritos, espíritos imortais. Certo? Então, e viemos da onde? Viemos do plano espiritual. E aqui chegamos. Então, é a nossa chegada. Como chegamos? Chegamos normalmente, normalmente cercados de amor, porque

os, espíritos imortais. Certo? Então, e viemos da onde? Viemos do plano espiritual. E aqui chegamos. Então, é a nossa chegada. Como chegamos? Chegamos normalmente, normalmente cercados de amor, porque difícil daquele pai ou aquela mãe que acaba de receber um espírito, sendo a mãe dando a luz uma criança, o pai recebendo aquilo, que o receba, né, com desamor, né, com desagrado. É muito difícil. Tanto que eu acho que amor, um dos amores mais sublimes que existe são justamente o dos pais. Pode até ter, mas é muito difícil, né? Não amar aquele ser que nós estamos. Então nós somos recebidos normalmente do plano espiritual aqui com amor. Então de onde viemos? Viemos do plano espiritual. No capítulo 4 aqui do Evangelho Segundo o Espiritismo, nós temos bastante coisa quando eh nos fala sobre reencarnação, encarnação. Então, eu não vou abordar muito isso de falar de reencarnação e e encarnação. Encarnação, como estamos vindos ainda, não encarnamos aqui. Tem muito espírito que é evoluído, vem, encarna aqui pela primeira vez para contribuir com a nossa evolução e reencarnação. A maioria de nós, né, para não dizer todos, que vamos e voltamos nesse nessa ida e vinda ao plano espiritual, onde lá temos a oportunidade de através de estudo, de aprendizado, burilarmos todos os nossos conhecimentos, né, e virmos aqui. Então, aqui chegamos. Que que estamos fazendo aqui? Estamos aqui justamente para isso, para buscar a paz, principalmente através de toda a prática que foi nos colocado nessa lição agora do nosso irmãozinho, né, quando fala assim, como encontramos a paz, tá justamente dentro disso, né? Se nós buscarmos dentro dessa desse período que estamos aqui encarnados, ou seja, a nosso período de estadia, né, desenvolvermos o nosso lado moral e o nosso lado intelectual, né, principalmente procurando praticar esses conhecimentos que o cristianismo nos dá, né, e que a doutrina espírita com muito mais profundidade esclarece, Porque a prática da religiosidade, a prática do espiritismo, a prática do cristianismo,

es conhecimentos que o cristianismo nos dá, né, e que a doutrina espírita com muito mais profundidade esclarece, Porque a prática da religiosidade, a prática do espiritismo, a prática do cristianismo, né, quando ela é embasada na fé, e a fé, quanto mais embasada na no conhecimento, mais nos fortalece, mais nos ajuda nesse período aqui, então, como encarnados, né, de nós nos melhorarmos, né, e quando retornarmos, como ela também falou na leitura dela, vamos nos preparar parar para pegar o trem de volta, né? Porque é a nossa vida, eu comparo também a isso, a uma viagem. Imaginemos que todos nós estamos embarcados num trem, né? Esse trem ele vai seguindo, vai andando e parando em algumas estações. Em algumas estações, uns embarcam e outros desembarcam, né? Então, o tempo todo, o tempo todo aqui nesse nosso planeta, um planeta de prova expiação e agora numa mudança de para um planeta de generação, nós estamos recebendo irmãozinhos nossos aqui encarnando e estamos tendo irmãozinhos nossos que estão voltando pro plano espiritual. O entendimento disso de chegada e partida, né, nos facilita para a estadia que estamos tendo aqui de nós buscarmos justamente como eu falei, nos burilarmos para atingirmos isso, uma paz, um estado de felicidade, né, e nos melhorarmos para quando voltarmos pro lado de lá, né, nesse nosso retorno, voltarmos acrescidos, voltarmos melhores, porque essa esse é o propósito, que nós venhamos aqui cheguemos qu procuremos desenvolver todo conhecimento que nós trouxemos do lado de lá e mais o que nós já tínhamos, né? nos melhorando, crescendo para quando voltarmos voltarmos melhores. Então, se quando a gente entende isso da necessidade de constantemente constantemente nós estarmos buscando essa melhora, fatidicamente o nosso retorno vai ser um retorno melhor, certo? E nós vamos nos eh nos encontrar num plano, numa situação melhor até do que quando chegamos aqui. E entender quando eu tô colocando isso também, que nesse trem que eu coloquei com os embarcos e outros

E nós vamos nos eh nos encontrar num plano, numa situação melhor até do que quando chegamos aqui. E entender quando eu tô colocando isso também, que nesse trem que eu coloquei com os embarcos e outros e e outros estão estão desembarcando, quando também desembarca. E então, daqui a pouco eu vou falar nessa parte também que é da partida, que muitas das vezes não é entendida para nós, que a única certeza que nós temos quando aqui chegamos é que um dia nós vamos retornar, né? E como nós estamos nos preparando para isso, né? Estamos fazendo esse burilamento, né? Buscando apararmos as arestas. Como eu falei, nós estamos embarcados, todos juntos. Difícil, diferenças. né, desidências, discórdias o tempo todo. Aí também aqui no Evangelho, no capítulo 5, é um capítulo que eu gosto muito de abordar aqui, que ele fala bem aventurados os aflitos, porque eles nos ensinam através desse capítulo, então principalmente isso, né, a nós buscarmos, né, nos entendermos o porquê de estarmos aqui e por que passamos determinadas coisas que aparentemente quando não entendidas são classificadas como sofrimento, né, como martírios, como grandes dores que nos provocam. No próprio capítulo 5, eu deixei depois marcado aqui, como tá colocado aqui, ó, perda de ente querido. Tem gente que considera perda e sofre por isso, né? Então é a tal da partida, né? Mas o mais importante é nós nos prepararmos para que e agora, né? Vivemos isso. Então, burilaros o nosso interior, o nosso eu. E isso também eu aprendi. Ninguém, Deus é supremo. Não cai nada, não cai uma folha se não for por vontade dele. E a grande vontade dele é dis justamente isso, que nós nos melhoremos. Então, será que eu tô fazendo aquela busca da minha reforma íntima? Será que eu tô me questionando? Como é que eu estou agindo? Eu tô sendo indulgente, eu tô sendo paciencioso, eu tô sendo tolerante, eu tô tendo amor pelo próximo, como colocou aquilo. Eu eu tô procurando não fazer do meu coração e da minha mente lixeira para guardar o que não presta, rancor, mágoa, inveja,

, eu tô sendo tolerante, eu tô tendo amor pelo próximo, como colocou aquilo. Eu eu tô procurando não fazer do meu coração e da minha mente lixeira para guardar o que não presta, rancor, mágoa, inveja, ciúme. Será? É, tem uma maneira de fazer isso. Eu aprendi isso há muitas décadas atrás, que primeiro a prece, a prece fortalece, nos dá força nesse nosso caminhar aqui. Então, e uma hora importante da prece é tanto ao deitar quanto ao levantar, né? ao levantar para agradecer por mais um dia. É como se nós tivéssemos ressuscitando uma nova oportunidade, uma página branca para nós escrevermos parte da nossa história, que dependendo de como nós escrevemos pode ser bem diferente até do dia anterior, melhorando coisas que nós praticamos inclusive no dia anterior. Então, agradecer pel aquele dia, pela essa oportunidade que estamos tendo de mudar o nosso caminho, de mudar a nossa história, de nos melhorarmos e à noite, né, fazer um reflexo de tudo aquilo para quando dormir. Poxa, eu fui mal com o meu amigo ali. Amanhã eu vou pedir desculpa. Ô Luizo, me desculpa. E se amanhã o Luizito não tiver lá, quando eu chegar para pedir, falar: "Ih, ele desencarnou ontem de noite, eu vou pedir para quem? Então, uma das coisas que eh eu já fui mal mal interpretado, inclusive pela minha mãe, que eu nunca eh eu tomava bênção, aprendi até hoje, eu tomo quando meus pais estavam vivos, né? Eh, aquele negócio de a bênçã e eu falava até à vista e minha mãe falava até à vista. Por quê? Isso desde pequeno. Eu falei: "Eu não sei se eu vou lhe ver amanhã, se a senhora vai me ver, se acontecer alguma coisa, né, a senhora reza por mim". Era isso. A gente não sabe se vai encontrar, né? Então é muito difícil isso. Às vezes quando nós saímos de perto de uma pessoa, saímos magoado, saímos eh revoltados, saímos eh com vontade às vezes de revidar. Amanhã eu tenho oportunidade, né, de revidar aquilo que ele me fez hoje. E é uma outra frase também que eu aprendi e divulgo. Você quer ser feliz para sempre? Perdoa. Quando sempre. Você quer

revidar. Amanhã eu tenho oportunidade, né, de revidar aquilo que ele me fez hoje. E é uma outra frase também que eu aprendi e divulgo. Você quer ser feliz para sempre? Perdoa. Quando sempre. Você quer ser feliz por um instante? Se vinga, porque vai ser só naquela hora, né? Então não se guarda essas coisas ruim. Não se guarda coisas ruim. Então, eh, nessa viagem de trem, como nós estamos vendo, estamos indo e o tempo todo e normalmente nós chegamos nessa nossa chegada é no núcleo familiar que foi inclusive planejado para nos receber, onde vamos nós vamos ter pessoas bastante simpáticas, bastante harmônicas com nós, mas também vai ter aquele outro, né, que é o espírito de porco, que é a ovelha negra que te atrapalha. É esse que nós temos que dar amor. É para esse que nós temos que dar carinho. É com esse que nós temos que ter tolerância. Gostar de quem é simpático paraa gente é fácil. Eu quero ver você ver aquele que é te é antipático, aquele que te agride, né? Poxa, mas é, mas é para isso. Esse é o nosso e dentro nós já viemos normalmente dentro do núcleo familiar que vai nos proporcionar tudo isso, a tolerância, a paciência, a indulgência. Eu sempre conto também uma historinha aqui, né, que a visita chega em casa, você dá aquele copo, aquela peça de porcelana para servir o cafezinho, ela deixa cair e quer fal, opa, não tem problema, nem se preocupe. Aí o marido, filho, deixa cair aquele copo de gelatina que você usa, você quebra o pau, descasca em cima dele. Quer dê a tolerância. Tem mais com quem tá te visitando do quem que tá dentro de casa que você diz que ama. Esse é o nosso dia a dia aqui. Esse é o nosso caminhar aqui, né? E a gente tem certeza disso, que todos aqueles que estão no vagão, todos nós vamos ter diferença. Assim como as pedras, as pedras lá na nascente do rio, elas são ponteagudas, rústicas, né? Elas vêm se batendo, se batendo. Lá na fo elas são polidas, redondas. Assim somos nós. Então, na nossa chegada aqui, trazemos muitas arestas e nós temos que aproveitar esse

ponteagudas, rústicas, né? Elas vêm se batendo, se batendo. Lá na fo elas são polidas, redondas. Assim somos nós. Então, na nossa chegada aqui, trazemos muitas arestas e nós temos que aproveitar esse período aqui agora, enquanto encarnados de vermos aquelas nossas relações. Como eu disse, uma grande oportunidade à noite fazer uma revisão do nosso dia, falar aonde que eu errei, aonde eu posso me melhorar, que que eu fiz de bom hoje, que que eu fiz de bom hoje, né? E todo mundo, todo mundo tem alguma coisa para dar, todo mundo tem necessidade de receber, né? Todo mundo tem oportunidade e alguma coisa para ensinar e todo mundo tem necessidade de aprender. Nós não somos dono da verdade. Nós não temos todo o conhecimento. Ainda nos falta muito. Somos muito pequenininhos em relação a todo esse universo que temos aí para desbravar e para conhecer. Quanto progresso essa nossa humanidade teve? Principalmente nos últimos 200 anos, quando isso aqui foi codificado, não tem nem 200 anos. Olha como nós já nos melhoramos. Isso é o nosso dia a dia. Então é a nossa estadia. Chegamos, chegamos sim. Chegamos então com esse propósito de nos melhorarmos. E será que nós entendemos as partidas? Às vezes é um tanto quanto difícil, né? Pois a gente fala assim: "O meu filho, a minha mãe, o meu pai, meu irmão, eu entendo eu como esse meu é difícil até de a gente encarar, né? E o tempo todo, o tempo todo nós somos sendo colocados à prova de como nós encaramos quando nos acontecem essas adversidades. E uma das adversidades que o ser humano conta, como eu é partida, né? E aqui no capítulo 5, ele quando ele fala eh de perda de ente querido, de perda das pessoas amadas, mortes prematuras, né? É, é o número 21 aqui. Poxa, quando você entende que nós estamos aqui, chegamos aqui, estamos aqui de passagem, um dia vamos partir e aquela pessoa que você coloca como meu, que ninguém é dono de ninguém, nós não somos propriedade de ninguém, nós somos seres ímpares no diverso. Feito justamente isso para nós

m, um dia vamos partir e aquela pessoa que você coloca como meu, que ninguém é dono de ninguém, nós não somos propriedade de ninguém, nós somos seres ímpares no diverso. Feito justamente isso para nós melhorarmos. E aí quando a gente entende isso, que um abandonou o trem, um desceu do trem, quando, onde, como, às vezes a gente não sabe. Então, se a gente tiver preparado e entender o porquê dessas coisas, nós vamos evitar uma coisa que o ser humano coloca como um grande sofrimento, que ele coloca a perda do ente querido, né? E não existe perda, nós simplesmente mudamos de lado. Ninguém morre, tá? Mais do que provado que o espírito é imortal, a gente muda de dimensão. Eu trabalho aqui na comunhão também num num grupo de de tratamento físico, espiritual e desobsessão. Toda semana eu converso com irmãozinhos que estão na em outra dimensão e a gente vê, né, como tá caracterizado o que eles fizeram aqui enquanto estavam e estão colhendo do lado de lá. É outro ensinamento bíblico que a gente colhe o que a gente planta, né? Então quando esse a gente tem que estar preparado para saber que aquele ser que é tão querido, aquele que tá com a gente, né? É hoje, pessoal, é aqui e agora que a gente tem que amar, é hoje aqui e agora que a gente tem que ter tolerância, paciência, porque como eu disse de início, talvez amanhã não tenha chance de me despedir, né? E esse capítulo cinco, quando fala como é que Jesus pode dizer bem-aventurados aflitos. Poxa, você vai ser bem-aventurado se nada disso vai te realmente afligir, vai te fazer sofrer desde que você entenda, né? E então a gente tem que tá preparado. Tava contando agora paraa Rut, esse mês hoje, exatamente hoje, dia 29 de outubro, tá fazendo um mês que eu só tinha uma irmã nessa encarnação e há um mês atrás ela desencarnou e eu tava viajando para nós nos encontrarmos. Viajei no dia 26, amigo, meu trabalho aqui comigo, sabe, saiu, falei: "Poxa, preciso ver aquela intuição, tem que ver, né? Então vou até o Rio de Janeiro, vem minha irmã. No dia 21 ela saiu no

rarmos. Viajei no dia 26, amigo, meu trabalho aqui comigo, sabe, saiu, falei: "Poxa, preciso ver aquela intuição, tem que ver, né? Então vou até o Rio de Janeiro, vem minha irmã. No dia 21 ela saiu no Rio de Janeiro, aqueles eh a prédios, a lixeira fica no corredor. Ela 74 anos foi colocar a lixeira no o lixo lá. É aquelas portas que abre, deve ter escorregado, sei lá, ou desmaiou, bateu com a cabeça, porta tipo aço, fechou, ela ficou lá. O marido já tava na UTI há quase uma semana, ela tava sozinha. Os vizinhos acharam, levaram, foi pro mesmo hospital do marido, ficou também na mesma UTI, né? Então, dia 21 foi paraa UTI, dia 26 já tava bem melhor, tá tranquilo, vamos conversar. Tá, às 10 horas da manhã do dia 29, ela tava conversando. Ao meia:30 eu recebi a notícia, ó, vem porque você é o único, o marido tá na UTI, você é o irmão, é que tem que liberar o corpo e tratar de tudo. E eu tava lá, fiz tudo. Até hoje tô trabalhando, assumindo um bocado de coisa que ainda tem que assumir. Reclamar, sentir, sim. Sentir, sim. Reclamar? Jamais. Jamais, porque cada um de nós aqui tem data de validade, como quando e ande, ninguém sabe. Então, a gente tem que aproveitar de novo. Eu falo aqui e agora. Esse testemunho que eu dando pros senhores aqui agora, então é de agora recente, hoje fazendo um mês, mas de outras vezes também aqui sempre conto. No ano de 2000, no dia 7 de setembro do ano 2000, eu só tive um filho nessa encarnação. Eu tive a oportunidade de trazer um espírito para encarnar aqui. E aos 18 anos, no ano de 2000, tava com 18, tinha vindo, né, e 82 para 2000. Ele brincando com o amiguinho que foram criado, o amiguinho com uma arma. Essa arma disparou, entrou no fígado, saiu nas costas e ele morreu na minha mão, desencarnou. Chorar, sofrer, sentir saudade, sim, mas quando a gente entende, então fica fácil. Então, as partidas que todos nós teremos que passar, que vão para acontecer conosco, nós temos que entender o porquê. Temos que amar, temos que saber que inclusive aquele ser que tá partindo,

a fácil. Então, as partidas que todos nós teremos que passar, que vão para acontecer conosco, nós temos que entender o porquê. Temos que amar, temos que saber que inclusive aquele ser que tá partindo, certo? Do outro lado tem gente feliz. Aí eu tenho até uma história aqui, ó. Imaginemos que, né, você tá num porto, aquele navio que tá partindo, você tá, pessoa que tá indo, você tá sentindo, ó, vai chegar um ponto que ele vai chegar no horizonte, você vai perdê-lo de vista. Você não tá mais vendo aquele que tá partindo no no no navio, no barco, né? E você às vezes tá triste porque ele tá partindo, mas do outro lado tem outro porto de quem vai recebê-lo. E aqueles que vão receber, no entanto, estão felizes. Então assim é o nosso, a nossa vinda, a nossa estadia e a nossa partida. É desse jeito. Um outro coisa que eu conto, tem uma historinha disso aqui, ó. Os portões de chegada. Vai dar tempo eu ler desse livro. É livro Momento Espírita. Cada abraço daqueles guarda uma história diferente. Cada reencontro daqueles revela um outro mundo, uma outra vida diversa dessa nossa, da sua. que você nunca teve a oportunidade de observar por mais de 5 segundos, 5 segundos, todas aquelas pessoas desconhecidas numa multidão, esperando seu amigo, seus familiares, seus amores, não tenha medo de perceber da próxima vez a magia de um momento, de um lugar. Falamos dos portões de chegada de um aeroporto, um desses lugares do mundo, onde podemos notar claramente a presença grandiosa do amor, invisível, quase imperceptível. Ali está ele com toda a sua sublimidade nas declarações silenciosas de um olhar tímido, no calor a meno de um abraço apertado, no breve constrangimento ao tentar encontrar palavras para explicá-lo, na oração de 3 segundos elevada ao alto, agradecendo a Deus por ter cuidado de seu ente querido que retorna. Richard Kurtz, que assina a produção cinematográfica de nome Love Actually, traduzida no Brasil como simplesmente amor, traz essas cenas com uma visão muito poética e inspirada. O

querido que retorna. Richard Kurtz, que assina a produção cinematográfica de nome Love Actually, traduzida no Brasil como simplesmente amor, traz essas cenas com uma visão muito poética e inspirada. O autor oferece na primeira e últimas cenas do filme exatamente a contemplação dos portões de chegada de um aeroporto e de seu belíssimo espetáculo, representando a essência do amor. Houve-se um narrador nos primeiros segundos, confessando que toda vez que a vida lhe lhe mostrava triste, sem graça, cruel, ele se dirigia para o aeroporto para observar aqueles portões e ele encontrava o aborcançava uma paz, um alívio em notar que o amor ainda existia e que ainda havia esperança para o mundo. Isso tudo pode parecer um tanto poético. Demais para os mais práticos é certo. Eh, sugerimos que faça a experiência de por alguns minutos contemplar essas cenas por si mesmo, seja na espera de aviões ou em outros meios de transportes coletivos. Propomos que parta de uma posição mais analítica, de início, com algumas pitadas de curiosidade. Que grau de parentesco possuem aquelas pessoas? Há quanto tempo não se vem? De onde vem? Ou quem sabe onde outros? Que horários, que histórias tem para contar? O que irão narrar por primeiro a eh no primeiro ao saírem dali? sobre a família, sobre a viagem, sobre a espera de outro aeroporto. Por fim, reflita por quanto tempo aquelas aquele instante irá ficar guardado na memória, o instante do reencontro. Tudo isso poderá nos levar a uma analogia final, a uma nova questão. Não seria a Terra, um imenso aeroporto, um lugar de chegadas e partidas que não passam eh que não param constantes, inevitáveis? Pensando nos portão de chegada na terra, lembremos dos bebês que abraçamos ao nascer e com esse mesmo amor daqueles que esperam no aeroporto por seus amados. Choramos de alegria, contemplando a beleza de uma nova vida. E muitas vezes choro é de gratidão pela oportunidade do reencontro. É um antigo amor que por vezes volta ao nosso lar através da reencarnação. Passando agora

a, contemplando a beleza de uma nova vida. E muitas vezes choro é de gratidão pela oportunidade do reencontro. É um antigo amor que por vezes volta ao nosso lar através da reencarnação. Passando agora nos portões de partida, inevitavelmente lembramos da morte, da despedida. Mas esse sentir poderá ser também feliz com o sentimento que invade uma mãe ou um pai. Dá adeus a um filho que logo embarcará em direção a outro país, a fim de fazer viagem de aprendizagem, de estudo ou profissional. Choram sim de saudade, mas o sentimento que predomina no bem do coração dos pais é felicidade pela oportunidade que estão recebendo, pois tem consciência que aquilo é o melhor para ele no momento. Ou seja, sempre é amor, sempre é oportunidade de nós tempo todo termos esse esclarecimento e aproveitarmos essa oportunidade e sabermos estar preparado para receber quanto também para partir. Eu espero que tenham somado, que ajude, né? Porque quando a gente entende isso e a força do amor, não existe nada maior no universo. Eu posso fazer a minha prece, eu penso, peço a Rute, toda vez que eu encerro aqui, eu encerro com a prece que eu trago comigo também há décadas, que chama-se a oração da fé. Então eu convido a todos agora que nós possamos elevar o nosso pensamento a Deus e sejamos envolvidos no energia de paz, de amor, de felicidade e que essa oração seja instrumento disso. Senhor Deus, criador do céu e da terra, poderoso é vosso nome, grande é a vossa misericórdia. Em nome de vosso filho Jesus Cristo, recorremos a vós neste momento para pedirmos bênção para todos nós. Que a vossa divina luz incida sobre nós. Com vossas mãos retirai todo mal, todos os problemas e todos os perífos ao nosso redor. Que nossos passos sejam dirigidos por vós para que nós não tropecemos na caminhada da vida. nosso viver, nosso lar, nosso trabalho, nossa saúde, nossos estudos, nossas relações sejam por vós abençoadas. Entregamos-nos em vossas mãos poderosas na certeza de que tudo iremos alcançar e na certeza de

viver, nosso lar, nosso trabalho, nossa saúde, nossos estudos, nossas relações sejam por vós abençoadas. Entregamos-nos em vossas mãos poderosas na certeza de que tudo iremos alcançar e na certeza de todo esse apreço, esse carinho e esse amor, rogamos que possamos sair daqui fortalecidos física e espiritualmente. Que o transcorrente de nossa semana seja de paz, amor e felicidade. Graças a Deus e graças a Jesus. Só um minutinho da atenção de vocês em função em relação ao que o Carlos Frota trouxe. Nós temos duas certezas que a gente sempre vai chegar. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. [música] Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário

ria [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. [música] Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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