PARÁBOLAS DE JESUS - Tito Bonvini [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 24/02/2026 (há 1 mês) 45:11 320 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui agradecer de [música] coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado a [música] comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos e muito bem-vindas à Comunhão Espírita de Brasília. Saúdo todos que estão aqui presencialmente e também aqueles que nos acompanham virtualmente, seja agora ao vivo ou posteriormente gravado, né? Nossos votos de de muita paz. Estamos aqui com o nosso irmão Tito Bovini, que vai trazer o tema parábolas de Jesus. Eu já saúdo aqui pelo YouTube a Nanda, a Rosana sempre por aqui. Bom dia, Alberto, a Giovanete também. Que a gente possa ter, né, como a Rosana colocou aqui, uma terça-feira abençoada e cheia de luz. Para ajudarmos a a ficarmos aqui presentes, né, acalmarmos nossos corações, eu vou ler um capítulo da agenda cristã, né, esse livro aqui de autoria de André Luiz e foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. Capítulo 41, defenda-se. Não converta seus ouvidos num paiol de boatos. A intriga é uma víbora que se alinhará em sua alma. Não transforme seus olhos em óculos de maldicência. As imagens que você corromper viverão corruptas na tela de sua mente. Não faça de suas mãos lanças para lutar sem proveito. Use-as na sementeira do bem. Não menospreze suas faculdades criadoras, centralizando-as nos prazeres fáceis. Você responderá pelo que fizer delas. Não conden sua imaginação às excitações permanentes. Suas criações inferiores atormentarão seu mundo íntimo. Não conduza seus sentimentos à volúpia de sofrer. Ensine-nos a gozar o prazer de servir. Não procure o caminho do paraíso,

citações permanentes. Suas criações inferiores atormentarão seu mundo íntimo. Não conduza seus sentimentos à volúpia de sofrer. Ensine-nos a gozar o prazer de servir. Não procure o caminho do paraíso, indicando aos outros a estrada para o inferno. senda para o céu será construída dentro de você mesmo. Então, André Luz, bem firme aqui nas palavras, né? Eh, a gente ficar vigilante, né? A questão do que a gente ouve, do que a gente cultiva com a nossa visão, o que fazemos com nossas mãos. Alerta sobre a nossa faculdade de criação, né? Deus falou que somos, né? Coadores juntos com Deus. e que a gente procurar, né, esse caminho para o bem-estar, para o reino dos céus, mas essa construção ela é dentro de nós mesmos, né? Pois bem, após essa breve reflexão do André Luiz, façamos uma respiração profunda, relevando o nosso pensamento ao alto, agradecendo a oportunidade de estarmos aqui reunidos ao nosso Pai. agradecer toda a espiritualidade que aqui se faz presente, nos acompanhando, nos amparando e que possa durante a palestra recebermos o remédio, a renovação de energia que cada um de nós esteja precisando. Pedimos também humildemente que ampare o nosso irmão Tito para que ele seja intuído em seus pensamentos, trazendo suas reflexões sobre o tema As parábolas de Jesus. Que assim seja. Boa palestra. Bom dia a todos aqueles que estão aqui no salão, os que nos ouvem pelas redes sociais. Hoje, dia 24 de fevereiro de 2026, uma manhã friozinha aqui em Brasília, mas com o coração bem aquecido. Então, nós vamos hoje eh buscar eh compreender um pouco mais sobre as parábolas de Jesus. Então, para que nós iniciemos, não é? Eh, vamos contextualizar o que é isso, parábolas, né? Primeiro, parábolas é uma forma de falar alegórica, não diretamente sobre determinado assunto, né? para que inclusive dê margens à pessoas irem meditando sobre o assunto. E uma coisa que talvez muita gente não saiba é que na época em que viveu Jesus e não era algo que não era conhecido, as parábamos não. Os eh religiosos daquele tempo, né?

em meditando sobre o assunto. E uma coisa que talvez muita gente não saiba é que na época em que viveu Jesus e não era algo que não era conhecido, as parábamos não. Os eh religiosos daquele tempo, né? Eles falavam muito por parábolas e isso era comum ao povo. É, eu até, se alguém quiser se aprofundar um pouco mais nesse assunto, eh, esmiuçar algumas parábolas, eu me baseei muito num livro daqui, ó, parábolas, as parábolas de Jesus, eh, escrita por Severino Celestino, um grande estudioso, espírita, e Álvaro Moderai. Então, o que que eles explicam aqui? primeiro, eh, não era eh algo que as pessoas não tinham nenhum conhecimento, tinham. Agora, por quê? Porque eh se usava de coisas simples do dia a dia para fazer essas conexões, né? Então, a gente ouve lá a parábola do semeador, a parábola da candeia, né, debaixo do alquere. Então, eh, por que que ele falava isso? Para que que ele falava isso? Por que que ele usava esses termos? Porque esses termos eram uma coisa comum. O povo daquela época era eminentemente agrícola, né? Eles trabalhavam no campo e as coisas com as quais lidavam eram coisas simples. Hoje é muito comum nós imaginarmos que todos sabem ler e escrever, né? Coisas dessa época, daquela época não. E e as as mensagens, os ensinamentos, eles eram transmitidos por via oral. Então tinha aqueles que ficavam, decoravam e passavam para gerações a os ensinamentos. Então nós temos aí alguma coisa já pra gente começar a pensar. Primeiro, eh, naquela região aonde existia o assentamento do povo judaico, era um povo que tinha um Deus único. todo restante, né, pelo menos conhecido da que habitavam a terra, eram pagãos, que eles denominavam pagãos, porque tinham vários deuses. Os romanos, então, eram uma infinidade de deuses que eh eh às vezes na história a gente se complica um pouco para definir determinados deuses da era romana, assim como tinha os outros povos, né? Então, imagine, nós já temos aí um diferencial. O povo judeu tinha como princípio um Deus único. E também

um pouco para definir determinados deuses da era romana, assim como tinha os outros povos, né? Então, imagine, nós já temos aí um diferencial. O povo judeu tinha como princípio um Deus único. E também existia uma tradição muito forte, né? Nós conhecemos eh muito comum, ouvimos falar sobre Moisés. Moisés, aquele que reuniu aquele povo que tinha sido escravizado no Egito e levou para esse local chamado Terra Santa. Então, eh, esse povo foi gradualmente perdendo aquela consciência de deuses, como lá no Egito existia também vários deuses e Moisés pregando sobre um Deus único. E após isso, depois de chegarem à Terra Santa, isso passou muito tempo, vieram então os profetas, né, que traziam informações a respeito de Deus, Deus único, e também deixavam informações a respeito de coisas futuras, como, por exemplo, a vinda do Messias. E aí então havia uma consciência de que hav viria alguém que então iria fazer com que o povo de Israel, né, fosse o predominante no mundo, porque os profetas diziam que um dia, né, existiriam tantos crentes em um Deus único, como o firmamento, como as estrelas no firmamento. Então, era assim, um raciocínio às vezes difícil para sair desse conjunto. Então, eh, o Jesus vem e começa então a sua pregação. O que que o povo via? Mais um profeta. Mas ele começou a praticar coisas as quais eram diferentes. Por exemplo, as curas. Não é? E aí então o povo começou a ver nesse indivíduo, em Jesus, o Messias. Só que aí existia um problema, já existia uma configuração religiosa, não é? Lá entre os judeus que eles começaram a ver, dizer: "Pera aí, esse não é o Messias. O Messias é aquele que vai dominar o mundo. Eles queriam um sujeito que fosse um sujeito com armas, né? que formasse um exército, se libertasse de Roma e tomasse conta do mundo. Mas não veio um indivíduo pacífico e começou a fazer as suas pregações, algumas extremamente profundas, como a pregação no monte, não é? aonde ele falava sobre as bem-aventuranças, mas ele também usava parábolas. E aí então

uo pacífico e começou a fazer as suas pregações, algumas extremamente profundas, como a pregação no monte, não é? aonde ele falava sobre as bem-aventuranças, mas ele também usava parábolas. E aí então começa aqui a nossa palestra. Muito bem. Aí dizia-se o seguinte, vamos lá. Por que Jesus falava por parábolas? Aí até os próprios que o acompanhavam, não é? Perguntaram para ele: "Por que que o senhor fala por parábolas?" A resposta dele, disse ele, é porque a vós foi dado conhecer o reino dos céus, mas a eles não. Ou seja, ele havia preparado aquele grupo para entender o que ele estava fazendo, em que pese, muitos só foram entender depois de ter sido crucificado Jesus, não é? Então ele tinha um grupo que o acompanhava que compreendia eh em parte o que ele tava falando. E nós vamos pegar aqui uma dessas parábolas para nós olharmos um pouco mais aprofundado, não é? Vamos falar sobre a parábola aonde a candeia sob o alqueiro. Primeiro, o que é a candeia? Candeia é um recipiente onde se põe óleo, põe um pavio. O óleo lá era azeite, põe fogo e aquele fogo é que ilumina o ambiente. Então se pendurava em um local aonde iluminasse o ambiente. E aí ele fala sobre eh não ponhais a candeia sobre o alqueire. Que que é o alqueire aqui no Brasil? Alquere, quem quem já se interessou por por terras ou compreender metragens, medidas, eh, existe uma medida de terra, não é nada disso. Naquela época o alqueir era um um uma espécie assim de um cesto, um vaso, onde se carregava o trigo e e os grãos. Então, ele dizia: "Não coloque debaixo". Por quê? Porque ele vai ficar, a luz vai ficar eh escondida. Bom, e o que tem isso? Uma coisa a ver com a outra. Bom, primeiro essa luz a qual ele falava, que luz é essa? Uma luz, né? Acendeu ali o pavio. Calma. E por que que ele fala: "Não ponhais debaixo do alqueir". Primeiro, essa luz era o conhecimento que ele estava trazendo sobre Deus e o futuro. Se você coloca essa luz debaixo do alqueir, ela vai ficar apagada e não trará luz àeles que querem conhecer

queir". Primeiro, essa luz era o conhecimento que ele estava trazendo sobre Deus e o futuro. Se você coloca essa luz debaixo do alqueir, ela vai ficar apagada e não trará luz àeles que querem conhecer sobre Deus. fazendo aqui uma correlação, durante o o período em que houve a a na Europa, principalmente em França, um período assim de muito muito iluminado, de artistas e tudo mais, dizia-se que Paris era cidade luz, né? Muita gente pensa assim: "Ah, era muito iluminada". Não, luz do conhecimento, né? Então, era essa luz que que Jesus estava falando sobre conhecimento. E aí então eh acontecem determinados fatores, não é? E aí diz assim: "Poxa, mas se Jesus trazia explicações, falava sobre Deus, sobre o mundo futuro, a convivência fraterna entre as pessoas?" Por então ele falava por parábolas que muitos, muitos não entendiam. Então, por que que ele fazia isso? E ele foi então de novo questionado. Então eu vou ler um trechinho aqui que tá no Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 24 que fala sobre a candeia sobre o alquilo. E aí diz o seguinte: "Falo-lhes por parábola, porque vendo não ou não vem e ouvindo não escutam e não compreendem. E neles cumprirá a profecia de Isaías. Isaías foi um daqueles que vieram trazer, não é, as notícias, trazer as informações sobre Deus, não é? Os um profeta que diz: "Ouvireis com os vossos ouvidos e não escutarei". Veja, cumprindo uma profecia de Isaías que tinha vindo muito antes de Jesus, né? Então, as coisas estavam acontecendo conforme os profetas estavam trazendo as informações. Eh, olhareis com vossos olhos e não vereis, porque o coração desse povo tornou pesado. Ouvidos se tornaram surdos e fecharam os olhos para que seus olhos não vejam e seus ouvidos não ouçam. Isso são palavras de Jesus em Mateus, para que seu coração não compreenda e para que tendo convertido, eu não os curei. Que é isso? Ora, ora, vamos lá, vamos ver. Então, é de causar admiração que Jesus, em determinados momentos falavam coisas que muitos não compreendiam.

da e para que tendo convertido, eu não os curei. Que é isso? Ora, ora, vamos lá, vamos ver. Então, é de causar admiração que Jesus, em determinados momentos falavam coisas que muitos não compreendiam. Por que que eles não compreendiam? porque eram ignorantes. O que o que fazia o ser daquela época de Jesus? trabalhava no campo, tinha um princípio de que pelo menos uma vez por ano teriam que ir até o templo fazer lá a sua peregrinação e fazer oferendas, né, ao templo. E esse era o contexto em que vivia muito ligado à religião o povo judeu. Mas em termos de cultura, quem tinham eram aqueles que coordenavam essa religião, né, lá. Então, esses eram cultos. Eh, a as crianças poderiam ser levadas ao templo e eram ali educadas, não é? Eh, nasagogas se fazia isso, mas nem todos eh davam continuidade. Então, a grande expressiva maioria não tinha cultura. Então, tinha que se falar coisas que fossem do trato diário deles. Então, quando fala sobre o semeador, o semeador saiu a semear. lançou sementes que caíram no caminho e vieram os pássaros e comeram. Ora, o que é isso? É a palavra de Deus sendo pregada e que as pessoas ouvem, mas não dão importância. Por quê? Não tem interesse, né? Vamos voltar lá para eu tô fazendo aqui umas analogias pra gente ir pensando sobre o assunto. Então, eh, vamos voltar à Candeia sobre o alqueiro e de novo ele dá uma nova explicação. Falo-lhes por parábolas, porque não estão em condições de compreender certas coisas, coisas que ele fazia para o futuro. Eles vêm, olham, ouvem, mas não entendem. Fora, pois inútil tudo dizer-lhes por enquanto. Por que por enquanto? Porque naquele momento não entenderiam. Isso ele estava fazendo para o quê? posteridade. 2000 anos já se passou. Compreendemos plenamente as parábolas? Não, não. Ainda muitos leem uma parábola e ficam imaginando as coisas no tempo de hoje. Ora, nós temos que estar imaginando como vive esse povo na época de Jesus. Então, nós temos que decifrar o que estava querendo trazer de informação essas parábolas.

ginando as coisas no tempo de hoje. Ora, nós temos que estar imaginando como vive esse povo na época de Jesus. Então, nós temos que decifrar o que estava querendo trazer de informação essas parábolas. E não é tão simples quanto se possa imaginar, porque existia uma série de situações aonde os indivíduos tinham que compreender não o significado específico da palavra, mas o que ela queria transmitir de uma forma indireta, né? Como, por exemplo, o que eu falei do semeador que saiu a semear e jogou a semente, né? Uma a as primeiras caíram no caminho, vieram os pássaro e comeram. Que que foi isso? Aquelas pessoas, como eu disse, que ouviram a palavra de Deus. Ah, ok. Mas aí os outros vieram, conversaram, trocaram, deixa- para lá, pronto, passou. Será que na época muitos entenderam isso? Não, hoje ainda não entenderam. Então, para que nós entendamos as parábolas de Jesus, é por isso que eu disse sobre esse livro, que é específico uma análise de dois eh espíritas que foram buscar o conhecimento da língua original de Jesus para fazer a interpretação e também do grego, para ver como que a época se fazia a compreensão dessas palavras e como era o modo de vida dessas pessoas. Veja, nós estamos falando de 2000 anos atrás. É extremamente difícil nós nos ambientarmos com como era aquela época. Por quê? Porque as informações são as mais diversas, a essas parábolas elas têm uma profundidade imensa, não é? Então, sobre colocar a luz aonde todos possam ver, é fazer com que todos tenham conhecimento das palavras de Jesus no sentido da elevação do indivíduo em relação ao convívio fraterno entre as pessoas. É simples, a princípio, muito simples, mas vamos nos colocar nos dias de hoje se nós estamos vivendo em fraternidade entre pessoas. Eu li outro dia muito recente um indivíduo que fez um levantamento, olha, uma instituição. Existe aproximadamente eh 250 guerras hoje acontecendo no mundo. Ah, mas tem a guerra da Ucrânia. Essa é que mais chama atenção, não é? Ah, estamos tendo aqui um uma

vantamento, olha, uma instituição. Existe aproximadamente eh 250 guerras hoje acontecendo no mundo. Ah, mas tem a guerra da Ucrânia. Essa é que mais chama atenção, não é? Ah, estamos tendo aqui um uma espécie de guerra aqui na América do Sul. Não, isso tá no mundo todo. Ainda somos indivíduos que não compreenderam o por nós estamos reencarnados. E veja, a doutrina espírita traz através de Kardecante ou até antes, não é? uma contextualização de toda essa situação colocada em palavras as quais nós possamos compreender o que é a vida após a morte. E muitos ainda hoje dizem: "Não tem vida após a morte". Então, será que Chico Xavier veio para cá ficar mentindo? Tudo que ele fez era mentira? Quando nós vamos, por exemplo, a uma casa espírita, aonde recebemos notícias de nossos entes queridos que desencarnaram e que, principalmente quando Chico trazia as cartas, detalhes que só aquela pessoa, aqueles dois, conheciam, o que desencarnou e o encarnado. Ora, então nós temos um dever. A doutrina espírita veio trazer eh de uma forma mais estruturada o que é vida após a morte. Jesus já estava dando notícia disso com as parábolas dele. Ele já estava preparando, olha, um preparo de 2000 anos e nós ainda somos embrutecidos. Quando ele diz que todo ensinamento deve ser proporcionado a inteligência daquele a quem se queira instruir, está acontecendo isso? Vamos fazer reflexões. Qual a responsabilidade nossa como encarnado? Por que que eu tô aqui? Por que que Jesus chegou ao ponto de ser sacrificado para que para a posteridade jamais o esquecesse? E os seus em aqueles que o acompanhavam como Marcos, como Mateus, né, deixaram isso grafado para que não se perdesse. Lições de vida. lições de como sermos pessoas de bem. Então, não coloquemos o nosso conhecimento, eu tô falando doutrina espírita, o nosso conhecimento sobre essa relação de convívio entre encarnados e desencarnados debaixo do alquire. Vamos colocar num lugar alto, aonde ilumine a todos e que todos ten a possibilidade de refletir sobre isso,

ecimento sobre essa relação de convívio entre encarnados e desencarnados debaixo do alquire. Vamos colocar num lugar alto, aonde ilumine a todos e que todos ten a possibilidade de refletir sobre isso, buscar conhecimento, não ficar parado em palavras daqueles que falam, que pregam, mas buscar lá na origem porquê das coisas. Nós temos uma literatura imensa sobre o assunto. Aí algumas pessoas dizem assim: "Ah, vocês seguem eh a um não seguem a Bíblia, vocês seguem o evangelho de vocês. Olha, se a pessoa tiver um mínimo de raciocínio e ler algumas coisas sobre o evangelho, abrir algumas eh algumas páginas e ler, vai ver que é o quê? Tirado da Bíblia. Mas o que que tirou da Bíblia? Tirou a conduta ética, moral do Cristo. O resto é conversa, é história. E compilou-se na doutrina espírita esse conhecimento de interrelação entre encarnados e desencarnados. E aí quando a gente começa a estudar, a buscar conhecimento, nós começamos a compreender, a fazer a interpretação das parábolas que já dá no próprio Evangelho Segundo o Espiritismo a explicação do que é aquela parábola. Mas nem, nós lemos, nós procuramos estudar sobre o assunto. Quantos de nós, eu vou aqui fazer um desafio, quantos de nós, espíritas leu efetivamente o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o próprio evangelho? Nós precisamos nos entregarmos a esse trabalho. Jesus há 2000 anos falava por parábolas para que nós hoje pudéssemos entender o que ele tava querendo transmitir. E ainda não entendemos. Eu digo, não entendemos. Se nós pegarmos na na população do planeta, eu não sei quantos são hoje, quanto é? 8 bilhões por aí dizem que são 8 bilhões. Quantos por cento conhecem a palavra de Jesus? Começa por aí. Depois desse percentual que conhece, quantos efetivamente entendem o que ele quis trazer? E as coisas com o passar do tempo vão sendo moldadas pelos homens em benefício próprio de poder, de mando, de coersão. Para quê? Para oferir coisas do momento que nós não levaremos para outra vida. Então, o desafio das parábolas de Jesus

sendo moldadas pelos homens em benefício próprio de poder, de mando, de coersão. Para quê? Para oferir coisas do momento que nós não levaremos para outra vida. Então, o desafio das parábolas de Jesus é compreender efetivamente o que ele tava querendo dizer. Então eu vou ler um trechinho aqui, apesar que o tempo já tá terminando. Jesus, isso tá no Evangelho, somente se exprimiu por palavra sobre as partes de certos modos abstratas da doutrina dele. Então são coisas abstratas. Por quê? Porque o que ele trouxe para ensinar de verdade foi sobre amor e caridade. Base, amor e caridade. Eu pratico isso. Eu sou um uma pessoa que tenho amor pelo meu próximo e pratico a caridade. Ah, tô começando, tô fazendo. Então você vai começar a compreender as parábolas de Jesus. E aí sim nós vamos poder dizer: "Sou cristão e estou praticando o que Jesus me pediu." Olha, o tempo é tão curto, é tão rápido que a gente tem que falar que às vezes eu me sinto assim tulido de não ter conseguido trazer a uma explicação mais ampla, mas eu deixo aqui um pedido. Façamos reflexão sobre isso. Nós, principalmente espíritas que nos ouvem aqui e pelas redes sociais, estudemos a literatura espírita, principalmente Kardec. Muito obrigado. >> Obrigado também ao Tito pelas reflexões da manhã sobre as parábolas de Jesus. Agradecer também todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes. Saúdo todos que estão aqui também pela internet. Fica o convite de quem não for inscrito se inscrever, ativar as notificações e deixar o joinha, né? Uma forma de mostrar pra plataforma que o conteúdo é de relevância. Eh, deixar aqui saudar, né? eh, chegou aqui depois a Claudete, Manuel, Amanda, Raquel, Vlog dos Primos, Isabela, a Rosa e Emiliana. e deixar aqui eh a mensagem da Emiliana, né, comentando que hoje é mais fácil de entender, mas ainda difícil de colocar em prática, compreender as parábolas, interpretar, decodificar e trazer a luz nos nossos dias paraa nossa evolução. Realmente, né, é um trabalho do dia a

ácil de entender, mas ainda difícil de colocar em prática, compreender as parábolas, interpretar, decodificar e trazer a luz nos nossos dias paraa nossa evolução. Realmente, né, é um trabalho do dia a dia. Então, nesse sentimento de gratidão dessa luta, mas tendo sempre Jesus como nosso farol, como nosso guia modelo, renovamos nossas energias junto ao alto, aqui na comunhão, sob a tutela do nosso irmão Bezerra de Menezes. a qual com diversos espíritos que aqui se fazem presentes, acompanhando inclusive aqueles que nos acompanham de forma virtual, renovando nossas energias interiores, mas que pensemos também agora nos nossos entes queridos, aquelas pessoas que não estão conectad os neste momento na palestra, mas a gente gostaria que também recebesse essas luzes de amor que recebemos neste momento, que possa também chegar neles, que esse amor seja multiplicado em torno de nós, que possamos sair assim daqui fortalecidos. saindo melhor do que a que chegamos e que permanecemos nesse silêncio íntimo, nos encaminhando para o passe presencial ou para o passe virtual. Que tenhamos então uma excelente terça-feira, uma excelente semana, que a gente vá em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a

cação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e [música] a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação,

sica] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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