Parábola dos Talentos - com Huglênia Castilho 📱

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 29/12/2025 (há 3 meses) 59:53 5 visualizações

Palestra: Parábola dos Talentos - com Huglênia Castilho

Transcrição

de Jesus esteja conosco, noso nos acalentando, trazendo aos nossos corações aquele consolo que nós tanto buscamos. Eu vou agradecer também a presença dos irmãos que nos acompanham pela internet, agradecendo aos parceiros de transmissão que faz com que essa mensagem de estudo do evangelho de Jesus chegue a muitos lares e isso nos alegra. Eu vou trazer aqui para nós uma mensagem do livro Vinha de Luz do Espírito Emanuel na psicografia de Francisco Cândido Xavier. Vamos então nos serenar o coração e a mente para que a gente possa nos preparar para a explanação do Evangelho de hoje. O título é V pois. É um versículo do Evangelho de Lucas, no capítulo 11, versículo 35. Vê, pois, que a luz que há em ti não seja trevas, a ciência e a sabedoria, inteligência e conhecimento, intelectualidade e luz espiritual. Geralmente, todo homem de raciocínio fácil é interpretado à conta de mais sábio. No entanto, há que distinguir. O homem não possui ainda qualidades para registrar a verdadeira luz. Daí a necessidade de prudência e vigilância. Em todos os lugares há industrios e entendidos, conhecedores e psicólogos. Há muitas vezes, porém, não passam de oportunistas prontos para o golpe do interesse inferior. Quantos escreveram livros abdom abomináveis, espalhando veneno nos corações? Quantos se aproveitam do rótulo da própria caridade, visando extrair vantagens à ambição. Não bastam o engenho e a habilidade. Não satisfaz a simples visão psicológica. É preciso luz divina. Há homens que, no instante apreendem toda a extensão de um campo, conhecendo-lhe a terra, identificam-lhes o valor. A todavia poucos homens que se apercebem de tudo isso e se dispunham a suar por ele, amando-o antes de explorá-lo, dando-lhe compreensão antes da exigência. Nem sempre a luz reside onde a opinião comum pretende observá-la. Sagacidade não chega a ser elevação, e o poder expressivo apenas é respeitável e sagrado quando se torna ação construtiva com a luz divina. Raciocina, pois, sobre a própria vida. Vê com clareza se a

. Sagacidade não chega a ser elevação, e o poder expressivo apenas é respeitável e sagrado quando se torna ação construtiva com a luz divina. Raciocina, pois, sobre a própria vida. Vê com clareza se a pretensa claridade que há em ti não é sombra de cegueira espiritual. Então, com essa lição, nós vamos serenar os nossos corações, unir os nossos pensamentos, trazer a figura amorosa de Jesus a nos envolver, derramando sobre nós as bênçãos do seu amor, bondade e misericórdia. Nós te agradecemos, mestre, por mais essa oportunidade em que o Senhor nos reúne em torno do seu evangelho, iluminando os nossos pensamentos e sentimentos, para que nós possamos, Senhor, conhecer esse caminho estreito da porta estreita para onde o Senhor tem nos convidado, para que nós possamos nos irmanar com esses sentimentos. das virtudes que o Senhor nos ensinou de amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos. Te pedimos, Senhor, que nos envolva, que nos abençoe nessa noite, envolvendo essa nossa casa, todos os trabalhadores que aqui se reúnem em trabalhos edificantes, todos aqueles que nos procuram, Senhor, para escutar a sua palavra, o seu evangelho, para aqui construir essa ponte que nos conduz ao teu evangelho e a tua misericórdia e bondade. Pedimos que o Senhor envolva a nossa palestrante da noite, que ela possa ser inspirada e trazer uma mensagem consoladora aos nossos corações. Esteja conosco, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Você convida? Então vou convidar aqui nossa palestrante da noite, a muito querida, nossa trabalhadora do Lar de Jesus, trabalhadora do movimento espírita goiano, é professora e psicóloga e hoje ela vai falar para nós sobre a parábola dos talentos. Seja bem-vindo, Glênia. Boa noite. >> Boa noite pro pessoal de casa também, os que vão assistir depois. Hoje esse tema lindo e tão adequado. As parábolas sempre são adequadas, mas para um final de ano em que nós refletimos, fazemos tipo um balanço, né, de um ciclo que se fecha, um ciclo que se inicia,

. Hoje esse tema lindo e tão adequado. As parábolas sempre são adequadas, mas para um final de ano em que nós refletimos, fazemos tipo um balanço, né, de um ciclo que se fecha, um ciclo que se inicia, é uma parábola muito, muito especial para essa noite de hoje. E eu espero que todos nós sejamos tocados mais uma vez pelas palavras de Jesus. Que a paz esteja conosco. A paz do Senhor. Então, onde quais são as fontes básicas da palestra, das reflexões que eu trouxe hoje? O Novo Testamento, eu fiz questão de trazer aqui a imagem, é um novo testamento que o palestrante Aroldo Dutra, ele traduziu direto do grego, ele é um estudioso do grego, do hebraico, e a Federação Espírita Brasileira publicou. Então, tem muitas notas de rodapés. Eh, se vocês talvez possam estar pensando, Glen, é uma Bíblia espírita? Não é o Novo Testamento como ele é os quatro Evangelhos, Mateus, Marcos, Lucas e João. E apenas que a tradução, digamos que ela é mais fidedigna, mais limpa, com muitas notas de rodapé que ajuda a gente a entender algumas circunstâncias, alguns termos, é mais por aí. Então, a parábola dos talentos, Jesus contou, eh, e Mateus, que que fez a anotação, tá no capítulo 25 de Mateus, versículos 14 a 30. E no evangelho segundo o Espiritismo, no capítulo não se pode servir a Deus e a Mom, capítulo 16, itens 6, o Allan Kardec, ele selecionou essa parábola e colocou lá como reflexão. Então, para quem quiser aprofundar, seria duas fontes aí a origem, né? A origem mesmo, a estrutura básica da parábola. Um servo, aliás, um senhor, ele ia se ausentar. Um senhor, o chefe, ele ia se ausentar, ele ia viajar. E aí ele chama os servos e distribui talentos para eles. Talentos. Se vocês pesquisarem o que seriam esses talentos, literalmente havia moeda romana com esses nomes, dinheiro, no caso, porém numa linguagem metafórica que é a linguagem das parábolas. E o autor Rodolfo Caligares, espírita, um autor maravilhoso, ele tem um livro que chama Parábolas de Jesus. Ele diz assim: "O Senhor que chama os

linguagem metafórica que é a linguagem das parábolas. E o autor Rodolfo Caligares, espírita, um autor maravilhoso, ele tem um livro que chama Parábolas de Jesus. Ele diz assim: "O Senhor que chama os servos é Deus. A humanidade são os servos, ou seja, os servos somos nós. E os talentos são os nossos potenciais, são as bênçãos. Saúde é um talento, um talento maravilhoso. A paz interior é uma preciosidade que a gente conquista com muito esforço. a paciência, a indulgência, o perdão, são a inteligência também são talentos que à medida que o espírito progride, ele vai tesourando. Então ele chama para um servo, ele deu cinco talentos, pro outro dois e para um, um. E lá na parábola tá escrito bem bem explicitamente a cada um conforme a sua capacidade. Então o que a princípio parece desigual, ah, mas chamou três pessoas. Imagina que você tá num lugar, está numa turma, três pessoas são chamadas. Vocês são três. Três são chamados. Um ganha cinco, seja lá o que for, outro dois, outro um. A princípio, pros nossos olhos materialistas, parece uma desigualdade, uma injustiça. Mas aqui o Senhor que tudo sabe de nós, das nossas vidas passadas, das nossas potencialidades, do nosso eh do entendimento que a gente tem para o futuro, que a gente já tem, ele sabe tudo de nós. Ele nos conhece desde o princípio, ele nos conhece pelo nome. Então ali ele distribuiu conforme a capacidade de cada um. E aí o tá na parábola assim, ó. Muito tempo depois vem o senhor daqueles servos e a justa conta com eles. Antes da gente falar o resultado, sobre o resultado, eu quero que vocês se lembrem que eu disse, que Jesus disse, na verdade, no início da parábola, que o Senhor chamou os servos, distribuiu os talentos porque ele iria viajar. Ele fica muito tempo fora, porque na parábola tá muito tempo depois. Nós podemos interpretar metaforicamente isso como o livre arbítrio que Deus dá para todos nós. Nós não temos fiscais na nossa cola. Nós não temos babás nos vigiando 24 horas. Nós temos, hoje eu vou falar aqui de

interpretar metaforicamente isso como o livre arbítrio que Deus dá para todos nós. Nós não temos fiscais na nossa cola. Nós não temos babás nos vigiando 24 horas. Nós temos, hoje eu vou falar aqui de juiz interno, nós temos sim uma consciência mais ou menos desperta. Mas então é Jesus quando ele diz se ausenta, né, vai se ausentar, ele tá querendo dizer ele deu liberdade, livre arbítrio, como nós temos na nossa vida. Quantas vezes eh ouvimos, né? Eu eu eu não segredo para ninguém, então vou dizer. Por causa da mediunidade, eu ouço muitos espíritos. Eu vejo pouco, mas eu ouço muito. Já ouvi muita coisa difícil, muito xingamento de espíritos contrários a mim, espíritos que provavelmente eu feri, que provavelmente não ser sincera, que eu feri em outras vidas e que desejam eh se vingar. Isso durante muito tempo eu ouvi. Hoje não mais, graças a Deus. Mas sempre ouvi conselhos, conselhos, mas naquele naquela liberdade total. Minha filha, tá no seu querer fazer isso ou aquilo. Então eles ponderam, mas eles nunca exigem. Porque o mérito da escolha é nosso. As consequências da realização dos nossos desejos são nossas, sejam eles quais forem. Pode passar, querido. Então, olha só, os servos dos cinco talentos, todo feliz, ele chega pro Senhor e diz: "Senhor, você me deu aqui, ó, cinco talentos e além desses eu ganhei outros cinco". E o amo, né? O o chefe ali, o senhor, ele muito feliz, ele diz: "Olha, você é bom e fiel, pois que foste fiel em pouca coisa, confiar-te emi muitas outras. Compartilha da alegria do teu Senhor." Em algumas Bíblias, em algumas traduções, tá? Entra no gozo do teu Senhor. Então, mas é essa é a o sentido. Entra no gozo do teu Senhor. É, divide a tua alegria comigo. Fique próximo. Estamos alinhados, estamos sintonizados. O que recebeu dois talentos, a cena se repete, tá? Eh, ele diz: "Olha, você me entregou dois talentos, mas veja, eu ganhei mais dois. Tô te restituindo o dobro, né?" E é interessante observar. Observem que a resposta é a mesma. A resposta é a mesma.

? Eh, ele diz: "Olha, você me entregou dois talentos, mas veja, eu ganhei mais dois. Tô te restituindo o dobro, né?" E é interessante observar. Observem que a resposta é a mesma. A resposta é a mesma. Respondeu-lhe o amo, servidor bom e fiel, pois que foste fiel em pouca coisa, confiarte em muitas outras. Compartilha da alegria do teu Senhor. Mais adiante eu vou dizer, eu já vou adiantar aqui para vocês, a resposta é a mesma, porque para Jesus, para Deus, eles não ficam contabilizando resultados inúmeros. A resposta é a mesma, porque o propósito é frutificar. Frutificar dentro das suas posses, das suas possibilidades, sem comparações. Agora vamos ver o terceiro servo. O o terceiro, ele já chega com desculpas. Ele fala: "Olha, Senhor, eu sei que és um homem severo, que ceifas, que colhes, né, onde não semeastes e onde nada puseste. Por isso, como te temia, escondi o teu talento na terra. Aqui o tens, restitua o que te pertence." Ou seja, ele ele descreve ali o Senhor como muito severo, poderoso, que colhe até onde não semeou e que ele escondeu esse talento, mas não destruiu, escondeu e devolve, achando que desse modo tá tudo certo. Mas o Senhor diz, servo ma e preguiçoso, tirem-lhe pois o talento que está com ele e de-no ao que tem 10 talentos. Ou seja, pega dele e dá pro que tem mais, porque frutificou mais. E seja esse servidor inútil lançado nas trevas exteriores, onde haverá pranto e ranger de dentes. Então, esta é a parábola. E eu fiz questão de trazer para nós aqui reflexões que dialoguem com o nosso cotidiano, que possam nos engrandecer, não só teorizar, mas trazer pra gente reflexões que toquem nosso coração. Pelo menos esse é o meu desejo, a ponto da gente pensar e como é que é isso aí para mim. Como é que eu estou nessa nessa questão? Observando o servo do único talento, né? Nós percebemos que quem usa e frutifica recebe mais. Quem não usa perde até o que tem. O problema central do terceiro servo é o medo, a paralisia. Não é porque ele tinha pouco, é o medo.

talento, né? Nós percebemos que quem usa e frutifica recebe mais. Quem não usa perde até o que tem. O problema central do terceiro servo é o medo, a paralisia. Não é porque ele tinha pouco, é o medo. A, ele ficou paralisado. Ele ele não trabalhou com aquilo. Ele não movimentou aquilo. Ele ele nem compartilhou aquilo. a desconfiança do Senhor. Ele ele não mantém aquela relação de entrega dos outros primeiros, porque ele acha que o Senhor é muito severo. E aqui, por fim, nós podemos, né, mais uma vez dizendo a vocês que Deus ele não exige nós resultados, mas fidelidade, responsabilidade no que foi confiada a cada um. Quando a gente vê lá os três servos que recebem diferentes talentos, nós podemos também, tá escrito lá, eu acabei não falando, mas aqui dá para amarrar com esse trecho. Nós podemos considerar nossos níveis evolutivos. Aquele que tinha mais capacidade é o que tinha mais potencial. ganhou cinco talentos. Falou: "Vai, meu filho, voa com esses cinco talentos." Porque nós somos, segundo André Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, nós somos cocriadores. Nós somos cooperadores da obra de Jesus aqui na terra, de Deus. Nós não criamos, mas no pouco que já somos, nós cocriamos. cada um de nós, a nossa realidade, a nossa realidade como mãe, como pai, como filho, como irmão, como funcionário, como amigo, como vizinho, como líder, seja lá de que comunidade for, como trabalhador. E cada um de nós é elo de uma grande corrente chamada humanidade terrena. Então ali quando o senhor distribuiu diferentes quantidades de talento era considerando a capacidade, considerando o nível evolutivo. E aqui ele não exigiu, ele não tinha exigido ali quantidade. Ele queria o quê? confiança, lealdade. Mas se você pede para alguém fazer uma tarefa, a pessoa não faz, chega, não faz, não tenta, não te pergunta como é que é, simplesmente não faz, no dia da entrega fala: "Olha, não fiz, tá aqui a tarefa sem fazer, porque eu fiquei sabendo que você é muito bravo ou muito brava. Fiquei sabendo. O senhor, ele diz, o

é que é, simplesmente não faz, no dia da entrega fala: "Olha, não fiz, tá aqui a tarefa sem fazer, porque eu fiquei sabendo que você é muito bravo ou muito brava. Fiquei sabendo. O senhor, ele diz, o senhor até colhe onde nem semeia. O senhor é muito severo, então não tem uma relação de confiança. Concordam? E Novo Testamento, pessoal, Novo Testamento quer dizer nova aliança, novo pacto de Deus. conosco ao enviar Jesus. Então, renova-se a confiança, renova-se a esperança, renova-se o pacto entre Deus e nós. sem querer sair do tema, indo já para outra parábola, mas nós somos semelhantes à aquele filho pródigo da parábola, que corremos do pai em busca de outros interesses e o pai, quando ele chega, o pai corre e abraça. Nós somos esses filhos ainda. O terceiro servo, ele não perde o talento por incapacidade. A hora nenhuma ele fala: "Eu não consegui". Mas por medo. Seu gesto de enterrar o talento é altamente simbólico. Trata de um movimento pessoal de retraimento psíquico na defesa de um outro. tá em frente a um outro vivido como excessivamente exigente e ameaçador. Ele projeta nesse senhor o próprio medo dele e frente a esse senhor severo, ele se defende psiquicamente. É essa imagem, quando ele diz, "O Senhor é é não colhe onde semeia, o Senhor é duro, é severo." Essa imagem ela revela mais sobre o servo do que sobre o Senhor, porque ele tá, ele que acha isso. Vocês perceberam essas características no Senhor quando ele tava falando com o que ganhou, o que ganhou cinco talentos ou o que ganhou dois talentos? Essa dureza tá no Senhor ou tá na mente desse servo medroso? O outro, o outro é percebido como punitivo, severo, impossível de satisfazer, porque ele não achou um modo de trabalhar aquele talento que fosse ser a a contento do chefe, do senhor. Aqui nós vemos então um juiz interno cruel que não autoriza o desejo, o sonho, o projeto, apenas exige e ameaça punir o fracasso. Eh, eu tive uma época na vida de muita vulnerabilidade, muita. Nós somos vulneráveis por natureza, mas nessa época eu fiquei mais

o desejo, o sonho, o projeto, apenas exige e ameaça punir o fracasso. Eh, eu tive uma época na vida de muita vulnerabilidade, muita. Nós somos vulneráveis por natureza, mas nessa época eu fiquei mais consciente da minha vulnerabilidade, de crises, de ansiedade, de muita dificuldade. E o que eu percebi é que não há um juiz mais severo do que o nosso próprio juiz interno. Nos livros que a gente lê, espíritas, a gente não tem notícia de espírito superior julgando, lavrando sentenças condenatórias. São os próprios espíritos que, cheios de remorços, de culpas, eles próprios se enquadram. Eles próprios anseiam outras experiências. que os façam se livrar daquelas sensações de menos valia. Então aqui o servo, o terceiro servo, ele perde uma oportunidade de trabalhar a autoconfiança dele. O medo, ele usa o medo como defesa, né? Não apenas ansiedade. Ao não agir, o que que ele evita? Que que esse servo evita? O risco de de errar, o risco de se expor, a perda, a perda, qualquer tipo de perda, o julgamento do outro. Isso acontece com a gente no dia a dia, será? Por exemplo, eu venho aqui fazer a palestra com aquela consciência de que eu não sou nosso querido Divaldo Franco, que era tão amado, que é tão amado por nós, que eu não sou Aroldo, que lota o centro de convenções, mas como dizia Paulo apóstolo, graças a Deus já sou o que sou. trabalho meus talentos de professora, de estudiosa, com o que tenho. Então, eh, se vocês tivessem um jeito de eu mostrar para vocês, as minhas primeiras falas eram em ambientes bem pequenininhos, salinha de aula, depois vai pro salão do centro, é assim que a gente trabalha os oradores no centro espírita. E quanto mais ia aumentando, mais a minha ansiedade subia, até que eu perdesse esse medo da exposição, medo do julgamento do outro, senão não ia conseguir fazer o trabalho, ia sofrer, adoecer, ia parar, como muita gente faz. Na época da pandemia, eu fiz muitas lives. Eu não gosto da minha voz gravada, eu não mando nem áudio. E aí às vezes aqui pro lar de Jesus

trabalho, ia sofrer, adoecer, ia parar, como muita gente faz. Na época da pandemia, eu fiz muitas lives. Eu não gosto da minha voz gravada, eu não mando nem áudio. E aí às vezes aqui pro lar de Jesus mesmo, antes de ter o canal como tem hoje, eu mandei pra Isabela gravado. Vocês não era a Carla, era gravado. E eu mandava e eu mesma não queria nem ouvir. Pensava: "Deus toma conta". E mas de vez em quando eu olhava lá aquele dedinho dos likes e eu comecei a fazer muito e às vezes era muitos likes, às vezes eram poucos. E claro que eh a gente quer bons resultados, atingiu o maior número de pessoas e por não o ego também, né? Quer ser afagado? que ainda sou muito inferior, muito, muito além, muito assim longe de qualquer perfeição, estou. Aí um espírito falou para mim, minha filha, isso não é importante. Nesse tempo tão sombrio, as palestras gravadas estão sendo reproduzidas em regiões em torno da Terra, regiões de sofrimento, em telões. E aí eu me lembro que fazendo um palestra num é num num centro fora aqui de Goiânia online isso, a presidente do centro me disse, ela é médium, até conhecida, ela falou para mim, "Glêia, você acredita que os espíritos me falaram que aqui no bairro onde tem os a nossa casa, que é um bairro muito assim perigoso, muito violento lá o o ambiente, os espíritos disseram que tem até caixinhas de som espalhadas transmitindo a palestra. Eu achei interessante porque eu tinha recebido a mensagem que era telão e que tinha e ela caixinhas de som, ou seja, era reproduzido com o que nós tínhamos. Tô de olho aqui no relógio. Eh, o servo, ele diz, né? Tive medo e escondi. O medo pessoal, raramente a pessoa diz: "Eu tenho medo, eu tô com medo". Ele aparece com outra roupagem, tá? Ele surge como excesso de cautela, adiamento constante. Você fala: "Agora não posso, hoje não vou, agora não dá". Tem convite aqui no lar, por exemplo, pro ESD, que é o curso sistematizado de doutrina. Não, e agora não vai dar. Vou esperar um momento em que esteja tudo melhor.

posso, hoje não vou, agora não dá". Tem convite aqui no lar, por exemplo, pro ESD, que é o curso sistematizado de doutrina. Não, e agora não vai dar. Vou esperar um momento em que esteja tudo melhor. Dificuldade de decidir, necessidade de garantias absolutas. Normalmente quando a gente tá com muito medo, a gente tem vontade de controlar tudo, essa fantasia, né? Porque não existe controle no mundo. A gente não controla nada, nada, nada, nada, nada. É uma notícia triste essa, mas nada, né? Não é? Eh, talentos não investidos. Como eu disse para vocês, eu sou professora. As primeiras aulinhas que eu dei não são nem de longe. É o que eu faço hoje. Eu gosto de cozinhar também. Os primeiros pães de queijo que eu acei, eu não sabia que tinha que escaldar o polvilho. Podia jogar assim em alguém, se jogasse era perigoso machucar. E eu sou uma excelente cozinheira hoje, sem falsa modéstia. Então, veja como a gente cresce, ninguém nasce pronto, nós estamos em construção. Único ser pronto aqui foi Jesus. chegou aqui com o trabalho dele pronto. Se vocês pegarem lá os apóstolos, falar: "Hoje eu vou estudar a personalidade de Paulo de Tarso ou de Simão Pedro". Vocês vão ver que todos eles tinham fragilidades. E até João Evangelista que aparece ali com uma sensibilidade maior, uma sintonia com o Cristo, ele amadurece no trabalho, porque ele era muito jovenzinho quando ele começa ali o trabalho com Jesus. Então, todos nós amadurecemos, crescemos e frutificamos, mas a gente precisa ter confiança no processo. E o perfeccionismo, alguém aqui já achou que o perfeccionismo é virtude? Eu já achei. A pessoa fala, eu achava e ouvi às vezes a pessoa falar de boca cheia, eu sou muito perfeccionista. O perfeccionismo é um dos sintomas do medo, certo? O perfeccionista, na verdade, ele é medroso. Ele e ao invés de ser uma virtude, o perfeccionismo ele se apresenta como uma prisão, porque ele fica ali com grades invisíveis cerceando a liberdade da pessoa, porque ela não pode errar. O perfeccionista, ele tem uma crença

a virtude, o perfeccionismo ele se apresenta como uma prisão, porque ele fica ali com grades invisíveis cerceando a liberdade da pessoa, porque ela não pode errar. O perfeccionista, ele tem uma crença de que só o perfeito será aceito. Só se tiver perfeito. Mas tem até aquele provérbio, né? Antes feito que perfeito. Porque se eu for esperar o perfeito, quanto que eu quanto que vai sair esse perfeito? Perfeito. Perfeito é da ordem da divindade. E outra, nós moramos num planeta de provas e expiações. Agora nós estamos deslumbrados com a inteligência artificial. Há um tempo atrás era com a internet, mas pensa em outros mundos, em mundos mais felizes, com que tipo de tecnologia que esse povo mexe? Então, a gente tá num planeta que ainda tá engatinhando em todos os sentidos. Nós precisamos nos lembrar disso sem nos cobrar uma perfeição no mundo onde isso não cabe. É fazer o nosso melhor. Então, se eu não posso fazer perfeitamente pro perfeccionista, ele não faz. Se eu não posso garantir o sucesso, que que o servo lá da parábola fez? esconde o perfeccionista, ele vive sob ameaça constante de falhar. E o gesto de enterrar é um é pode ser lido como uma forma de recalque, tá? Que que é o recalque aí na psicanálise? É um mecanismo de defesa do ego. Se me ameaça, eu escondo até de mim mesma. Já viu que aquelas coisas que às vezes aqueles conteúdos que nos incomodam muito por um tempo você consegue até esquecer de repente se você ou no sonho ou na terapia, no ambiente que você tá mais seguro, ou no momento que você tá mais madura, aquilo ressurge. Você fala: "Nossa, aconteceu isso". É mesmo, lembrei. Então, no caso aqui, enterrar é você pegar o seu talento e tirar ele de circulação. O recalque é semelhante a uma repressão. Você reprime, não destrói, ele continua seu, mas não tá atuante, não tá se movimentando. E aí, o que que acontece com esse conteúdo que a gente recalca, que a gente reprime? Vocês acham que ele some? Ele volta em outros sentimentos. culpa, medos, angústia, empobrecimento subjetivo, ou seja,

aí, o que que acontece com esse conteúdo que a gente recalca, que a gente reprime? Vocês acham que ele some? Ele volta em outros sentimentos. culpa, medos, angústia, empobrecimento subjetivo, ou seja, empobrecimento do sujeito. Subjetivo é da personalidade. você vai se sentindo menos rico, menos cheio de potência, menos cheios de possibilidades. E o terceiro servo, ele age como se qualquer ação pudesse levar à perda total. Ele tem essa fantasia que o Senhor é muito severo e que ele ia ser punido. Por isso ele não fez nada. Na parábola não tem nenhum fato que implicasse falar: "Não, se ele tivesse usado ia acontecer isso. Não, pelo contrário, a possibilidade de dar certo era muito grande, porque os outros foram muito bem. De três, dois foram bem. Então, quando ele temos essa fantasia de que vai tá tudo errado, vai perder tudo, né? Indica aqui o quê? Uma estrutura psíquica marcada por experiências precoces de falha. Medo de desapontar, pode ser nessa vida, principalmente na infância. Esse juiz interno, ele é ele é introjetado em nós com regras lá da infância, sem querer julgar nossos pais, porque como eu disse, nós não somos perfeitos. Eu sou mãe, não sou mãe perfeita. Já até liberei meus filhos. Quando vocês forem paraa terapia, pode falar tudo lá de mim que tiver que falar. Por quê? Porque nós não somos perfeitos. Então o sujeito com essa quantidade de medo de desapontar, muito provavelmente faltou um apoio, uma rede de apoio que em alguns momentos ele não teve quando ele tentou algo. Ele não se sentia confiável. No caso da parábola, é uma relação dele com Deus. Com Deus. Ele não sentiu confiança. Ele achou que ele ia ser punido. Pode passar, querido. E por que que a punição lá no fim que acaba acontecendo ali um ajuste de contas onde ele é excluídos? Excluído. Ela é tão dura, né? A retirada do talento. Uma consequência psíquica pessoal de atrofia. Na nossa vida, olha só, quando você não usa, você inessa braço. Quem já usou gesso aqui sabe, se você inessa um membro, quando você tira, ele tá sem

ento. Uma consequência psíquica pessoal de atrofia. Na nossa vida, olha só, quando você não usa, você inessa braço. Quem já usou gesso aqui sabe, se você inessa um membro, quando você tira, ele tá sem movimento. Lá vai você paraa fisioterapia reabilitar dedo, eh, braço, seja lá que qual osso que for, qual membro que for, não é assim? O que a gente não usa atrofia. Ultimamente a neurociência tá preocupada com inteligência artificial, prejudicar nossa memória, porque a gente não tem mais tanta preocupação em elaborar, a gente vai lá e dá um Google. Então, a a consequência é a gente perder memória, principalmente essa memória que a gente chama memória de trabalho, que é a memória que você usa para fazer o a sua atividade no dia a dia, tem essa preocupação. Então, ele ele não se responsabilizou, tá escrito ali, o sujeito que não se implica se empobrece, que não se implica é que não se responsabiliza. Tanto é que se vocês prestarem bem atenção, ao invés de dizer: "Eu não tive coragem", ele já começa dizendo: "O Senhor é severo". Ele transferiu pro outro. Isso empobrece porque nos impede de amadurecer. Essa, esse mecanismo de defesa a gente vê muito na criança. Eu sou professora, então assim, quanto menorzinha a criança, mais ela usa esse mecanismo de defesa. Ela vira pra professora e fala: "Não, tia, não sou eu, não, é o fulaninha. Nós fazemos isso na infância e à medida que a gente cresce, a gente vai deixando isso de lado. Mas tem muito adulto que ainda faz isso. Basta você ouvir aí alguém que faz aquelas aqueles crimes bizarros. Aí o repórter vai lá entrevistar, ele quase transfere tudo pra vítima, né? Pra família da vítima. Então, a exclusão final quando fala assim: "Olha, retire ele que ele vai ali onde haverá planta e ranger de dentes". É esse essa exclusão do vínculo. Se você não se arrisca, se você não se lança na vida, no seu projeto, você acaba se afastando. E isso traz sofrimento, porque nós somos seres sociais. aqui no lar, eu tive a honra de acompanhar uma turma, tem alguns deles

a, se você não se lança na vida, no seu projeto, você acaba se afastando. E isso traz sofrimento, porque nós somos seres sociais. aqui no lar, eu tive a honra de acompanhar uma turma, tem alguns deles no ESD durante 3 anos. Então, como essa turma cresceu, como eles se assim, eles se tornaram afetuosos um com o outro, um cuidando do outro. A gente ganhou 1 milhão, 2, 3, meio milhão, R$ 100? Não, nada. Não é esse o propósito, mas nós ganhamos em afeto. O que eu recebi de afeto desses meninos não tem não tem palavras. Vocês que trabalham há muito tempo juntas não se sentem ricas por ter a presença uma da outra? Tem coisa mais rica do que presença, do que ter alguém próximo a você que te ampare em alguns processos. A pessoa não vai te dar a solução, não é essa, não é isso, mas ela te ampara. Você não tá sozinho, te sustenta. E Deus age através do outro em nós. Então, é um irmão que chega com um sorriso, é Deus que te que que chega para você. É alguém que te dá um abraço, é Deus. Então veja aqui, ó, o lançar nas trevas e ranger de dentes é o empobrecimento do sujeito. Ele vai ficar só. Ele não quis uma relação. E aqui estamos terminando só pra gente eh analisar quando o o Senhor diz: "Olha, compartilha da alegria do teu Senhor. Entrar no gozo do Senhor seria o quê? Participar da alegria de Deus, né? Não é como quem recebe um prêmio, mas é quem é acolhido na relação. É alegria de quem arriscou viver, confiou no dom recebido e já não precisa enterrar o que é. Não enterrem quem vocês são. Vocês são amados por Deus, como cada um aqui é. Deus não está esperando a gente atingir uma evolução X ou Y para nos amar. Mesmo porque Deus é amor. Ele já nos ama como nós somos. Ai, eu tenho vício tal. Deus te ama como você é. Nossa, eu passo por uma depressão terrível. Deus te ama na depressão. Aí que ele te ama. Jesus tinha uma predileção especial pelos aflitos. Se vocês forem observar bem o evangelho. Então, estou numa crise terrível. Jesus te ama ainda mais. segura na mão dele. Então, o gozo do Senhor é a alegria

tinha uma predileção especial pelos aflitos. Se vocês forem observar bem o evangelho. Então, estou numa crise terrível. Jesus te ama ainda mais. segura na mão dele. Então, o gozo do Senhor é a alegria partilhada e o choro e ranger de dente seria o quê? a solidão e a boa nova escondida na parábola, servo bom e fiel que aquele que Deus pede para nós, fidelidade, não perfeição. Frutificar é confiar e responder, é confiar no processo. Então, vocês viram que tinham muitas flores nas nos slides. Eu amo flores. Mas é porque eu fui fazer a palestra e eu pensei assim: "O evangelho de Jesus é como uma flor rara e preciosa, não de estufa porque resistiu aos séculos. resiste às críticas, aos ataques das trevas, resiste a nossa desconfiança, a nossa vulnerabilidade e o evangelho, essa flor rara, que possa no lar de cada um de vocês exalar o aroma da paz, da alegria de viver, da saúde, da confiança em Deus. Lembrando que nunca, nunca é tarde. Nunca é tarde. Se hoje a palestra te tocou em algum ponto, um projeto, por menor que seja, a gente começa a aprendia, tá, pessoal? as pequenas coisas atrai as grandes. Eu, por exemplo, parei de pintar minhas unhas uma época por variados motivos. E aí um dia a minha psicóloga perguntou para mim: "Que que você fazia, que você gostava, que você não faz mais?" "Ué, pintar minhas unhas." Ela falou: "Ué, por que que você não pinta?" Falei: "É, por que que eu não pinto as unhas?" Eu tenho até uma aluninha aqui hoje me ouvindo, ela é testemunha. Eu gosto tanto de cores que às vezes eu pinto um dedo de cada cor assim bem clarinho, sabe? Bem arcoí, não é? Então, eh, então, turma, que que hoje, né, a gente possa se voltar para nós, nos acolher, nos acolher a criança que um dia fomos, que ainda às vezes tá medrosa, tá desconfiada de Deus, porque achamos que Deus é punitivo, que a gente possa acreditar em nós. Todos nós temos um propósito. Todo mundo aqui, antes de chegar aqui na terra, fez planos. Todo mundo deixou espíritos que amam vocês, que vocês não estão lembrando

que a gente possa acreditar em nós. Todos nós temos um propósito. Todo mundo aqui, antes de chegar aqui na terra, fez planos. Todo mundo deixou espíritos que amam vocês, que vocês não estão lembrando agora, mas tá lá esperando ou tão aqui guiando vocês, mas seja como for, estão perto do coração e eles aguardam cada um de nós lá esperançosos de que a gente possa voltar melhor do que quando saímos de lá. Se o seu talento que você acha que precisa frutificar é ser mais acolhedor, seja. O mundo precisa de gentileza. É ser mais paciente, seja tolerante. Quantas guerras começam por intolerância? Seja mais tolerante, ser mais confiante na sua potência, na sua inteligência, na sua capacidade. Confie, confie no processo, comece. Então é isso. Muito obrigada a todos. O feliz ano novo. Eu estou felicíssima de poder estar com vocês aqui, de ter todas essas presenças maravilhosas. Muito obrigada. >> Queremos aqui agradecer as palavras da Ulia, que foram de muita reflexão para que nossos talentos realmente não possam ser escondidos, né? que cada um consiga trabalhá-los e, como diz, frutificar, né? Essa é uma palavra muito importante e que nós possamos realmente fazermos, né, algo diferente para que esse novo ano possa se iniciar de forma planejada e que às vezes não consigamos os objetivos. Mas com certeza temos que ter isso dentro de nós que estamos tentando. Essa é o grande passo paraa nossa renovação. que esse ano novo possa ser de grandes realizações, que todos nós possamos conquistar tudo que queremos e que possamos realmente aumentar sempre a nossa fé, a nossa esperança, porque Deus sabe o que é melhor para cada um de nós. Bom, chegamos ao encerramento da nossa reunião. Queremos agradecer a presença de todos, lembrarmos que estaremos aqui na próxima semana e que vocês todos possam ter um uma começo de ano novo, né, com muita paz, saúde entre os seus familiares e todos vocês. E para fazer a prece de agradecimento e encerramento, queria que a Sônia fizesse para nós. Meu chefe gostou de mim.

começo de ano novo, né, com muita paz, saúde entre os seus familiares e todos vocês. E para fazer a prece de agradecimento e encerramento, queria que a Sônia fizesse para nós. Meu chefe gostou de mim. Então vamos, meus irmãos, mais uma vez unir os nossos pensamentos, agradecendo a Deus, nosso pai de bondade e misericórdia, que nos concede essas oportunidades na nossa vida para que nós possamos refletir nos seus ensinamentos que ele nos criou para a perfeição e para a felicidade plena. E por isso nós temos essa nossa jornada de aprendizado. Ele nos dá os talentos, mas ele espera de nós o trabalho. E que esse essa reflexão da noite possa tocar os nossos corações para que o que nós temos feito para honrar esses talentos que o Senhor tem nos concedido, para que nós possamos cumprir todos os propósitos do nosso Pai na nossa vida. Ele nos deu Jesus como guia e modelo para que toda vez que nós tivermos dúvidas, nós possamos ter esse exemplo a seguir, o que Jesus faria no meu lugar. E nós agradecemos, mestre Jesus, pela sua condução na nossa vida, por ter nos acompanhado desde a nossa infância espiritual até os dias de hoje, nos ensinando a sermos fortes, tolerantes, pacientes, corajosos, caridosos e bondosos, colocandoos nossos corações, todas as virtudes que nos edificam, que nos aproximam dessa nossa essência celeste. E te agradecemos, Jesus, por esse ano que passamos juntos aqui estudando o seu evangelho, nos capacitando, Senhor, para sermos trabalhadores da tua seara. E pedimos que o Senhor nos acompanhe por mais esse ciclo que vai se iniciar, para que nós possamos meditar nos teus ensinamentos e seguirmos aprendendo e servindo em teu nome. Que a tua bondade, a tua misericórdia nos acompanhe, levando até os nossos lares a tua paz, o teu amor, a tua alegria. Que possamos compartilhar com as pessoas com as quais convivemos o teu evangelho, mesmo sem usar palavras com o nosso comportamento. Que o Senhor abençoe a cada família aqui representada. Que o Senhor distribua bênção sobre a

com as pessoas com as quais convivemos o teu evangelho, mesmo sem usar palavras com o nosso comportamento. Que o Senhor abençoe a cada família aqui representada. Que o Senhor distribua bênção sobre a nossa comunidade, a nossa cidade, a nossa pátria do evangelho, o nosso planeta que ainda é agonizante, Senhor, com tantas diferenças, com tantas guerras, mas nós sabemos que tudo tá no seu controle e que um dia nós habitaremos numa terra pacífica, uma terra plena de caridade, de bondade e de amor. E que nós possamos sempre nos lembrar, Senhor, de sermos pacificadores em Teu nome. Que assim seja. Queridos [música] irmãos e irmãs, saibamos aproveitar este momento sagrado de conexão profunda com Deus, nosso Pai, [música] onde buscamos confiantes a figura amorosa do nosso mestre Jesus, que em todos os momentos de [música] nossa vida esteve e está conosco, nos dando luz, ouvindo nossas preces, nossas rogativas, [música] mesmo quando nos encontramos tristes, pessimistas, sem confiança, lá está ele nos dizendo: Caminha, ande, [música] você não está sozinho. Estarei contigo até os fins dos tempos. Assim, mestre [música] e guia amoroso, te rogamos a tua luz, as suas energias salutares [música] e curadoras, em benefício dos nossos queridos irmãos que estão em tratamento espiritual. [música] Que eles recebam neste momento essas energias de cura e de coragem para enfrentar com resignação [música] e boa fé tudo aquilo que precisam. para curar física e espiritualmente. [música] Que estas bênçãos também se espalhem como pétalas de rosas e alcancem todos os nossos irmãos enfermos onde estiverem nos seus leitos de dores e sintam lenitivo para seus sofrimentos físicos e morais [música] e que tenham a fé e a coragem como companheiros neste momento. Senhor, também te rogamos bênçãos e compaixão [música] para todos os nossos irmãos desencarnados que ainda demoram na dor, no sofrimento, na inconsciência e incompreensão da sua condição de espírito imortal e ainda calendo no [música] coração o ódio, a vingança, a

s os nossos irmãos desencarnados que ainda demoram na dor, no sofrimento, na inconsciência e incompreensão da sua condição de espírito imortal e ainda calendo no [música] coração o ódio, a vingança, a revolta e a dúvida. Confiados em ti, Senhor Jesus, te pedimos a fluidificação [música] das nossas águas, que os teus mensageiros, nossos amigos espirituais, possam derramar sobre elas gotículas de luz, energias puras da saúde e que ao fizermos uso delas, nos sintamos curados, fortes e saudáveis. Neste momento, [música] sentindo a presença do mestre através dos seus mensageiros, nossos amigos espirituais, vamos [música] em silêncio interior orar, fazer a prece que Jesus nos ensinou. Profundamente agradecidos [música] estamos a Jesus pela oportunidade bendita de orar em teu nome, a benefício de todos nós, [música] de todos os nossos irmãos que sofrem e também de agradecer por todas [música] as bences, todas as bênçãos de alegria e de felicidade que esparramam sempre sobre toda a humanidade. Que jamais possamos perder [música] a fé, a confiança, a esperança e a gratidão em Deus, nosso Pai, [música] que tudo vê e tudo sabe. Obrigada, Senhor, pela reencarnação, que [música] é o caminho que nos leva ao burilamento das nossas imperfeições. Que saibamos [música] aproveitar tudo que nos acontece como aprendizado para nos tornarmos pessoas melhores. Sabemos que [música] a dor visita a todos nós nesse atual momento da humanidade, mas tudo tem um objetivo que é o nosso crescimento. Devemos ter uma certeza, tudo passa. [música] Tudo passa e que Jesus, nosso poder e guia já nos ensinou que amai-vos uns aos outros como [música] eu vos amei. Eis aí o caminho da felicidade. Paz em Jesus. Assim seja.

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