PARÁBOLA DO SEMEADOR - Roberta Assis [JESUS CONVIDA AO EVANGELHO]

Comunhão Espírita de Brasília 08/11/2025 (há 5 meses) 1:00:51 265 visualizações

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Transcrição

Estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Boa noite, queridas irmãs, queridos irmãos. Jesus nos abençoe e nos encontre. Hoje é a primeira sexta-feira de novembro. Toda primeira sexta-feira do mês, a comunhão tem o projeto Jesus convida o evangelho, onde necessariamente o convidado para a oração falará do evangelho. Esse é que é, essa é a ideia da casa. Quando o mês tem cinco sextas-feiras, que aconteceu no mês passado, no dia 31 de outubro, foi sexta, nós ganhamos também para o projeto. Então, eu estive aqui na sexta, dia 31, fiz a palestra, eh, o significado de Jesus em nossas vidas. E hoje nós trouxemos uma convidada especial, Roberta Assis, que vai nos falar sobre o que interessa, o princípio, a semente e a semeiadura. Parábola do semeador, que na verdade trata mesmo é da semente. Tá bom? Nós damos boas-vindas a todos que aqui se encontram, aos nossos amigos que irão nos acompanhar pelas transmissões do canal da comunhão, pela internet e aos nossos irmãos desencarnados que aqui se encontram, pedindo a Jesus que a todos nos abençoe. Como é natural em um trabalho doutrinário, fazemos uma leitura breve antes de passar a palavra ao nosso convidado no livro Fonte Viva, lição número 70, solidão. disse então o presidente, mas que mal fez ele e eles mais gritavam: "Seja crucificado". É o julgamento de Jesus. O presidente do julgamento é Pôncio Pilatos, representante, governador da Judeia. Na verdade, está em Mateus 27:23. À medida que você se eleva no desempenho dos seus deveres, experimentas a solidão dos simos e incomensurável tristeza te constringe a alma sensível. Aqueles que antes sorriam contigo no Parque Primaverilo da Mocidade, onde se encontram? Onde estão os corações que te buscavam o aconchego nas horas da fantasia? Onde se acolhem quantos te partilhavam pão e o sonho nas aventuras ridentes do início?

averilo da Mocidade, onde se encontram? Onde estão os corações que te buscavam o aconchego nas horas da fantasia? Onde se acolhem quantos te partilhavam pão e o sonho nas aventuras ridentes do início? Ficaram no vale voejando em círculo estreito a maneira de borboletas douradas que se esfaccelam. ao primeiro contato da menor chama de luz que lhes descortine à frente. Dentro de ti a felicidade de saber e igualmente também a dor de não seres compreendido. Tua voz se ergue sem eco e o teu anseio se se alonga em vão. Choras, indagas e sofres. Contudo, toda espécie de renascimento é doloroso. A solidão com o serviço aos semelhantes, da mesma maneira gera este problema. A rocha que sustenta a planície costuma viver isolada e o sol que alimenta o mundo inteiro brilha sozinho. Quando isso ocorrer em tua vida, lembra-te Jesus, que escalou o calvário de cruz em seus ombros feridos. Ninguém o seguiu na morte afrontosa. Recorda-te dele e segue. Não relaciones os bens que já espalhaste. Confia no infinito bem que te aguarda. Não te impressiones com a opinião do outro na tua marcha de sacrifícios e de engrandecimento. E não esqueças que pelo ministério da redenção, que exerceu por amor para todas as criaturas, o divino amigo dos homens não somente viveu, lutou e sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado. Emanuel, psicografado por Chico Xavier. Senhor Jesus, amigo de todas as nossas horas, abençoa-nos neste momento. Abraça cada um de nós e permite que teus emissários se conectem conosco e nós tenhamos condições vibratórias, sentimentais, emocionais para também nos conectarmos com eles, a fim de que nesta noite, aqui neste templo de verdade, de luz, a tua palavra, Senhor, penetre como uma semente em solos adubados e germine dentro de nós a árvore que dará os frutos do bem, a fim de podermos merecer a honra de sermos considerados filhos de Deus. Graças a Deus. Com vocês e com a palavra nossa irmã Roberta Assis, que falará sobre a parábola do semeador, extraída de Mateus, capítulo 13,

rmos merecer a honra de sermos considerados filhos de Deus. Graças a Deus. Com vocês e com a palavra nossa irmã Roberta Assis, que falará sobre a parábola do semeador, extraída de Mateus, capítulo 13, versículos 1 a 9. Uma boa noite a todas e todos. Uma alegria muito grande poder fazer parte desse projeto que nos chama de novo ao Essencial, ao necessário. E o necessário é o evangelho. Eh, sempre me lembro, né, de Chico, nosso querido Chico Xavier. Eh, quando perguntavam para ele, né? E aí, Chico, quais as novidades? E ele respondia a novidade, o evangelho. Evangelho quer dizer boa, nova, né? E o evangelho continua sendo novidade, novidade aos nossos corações, novidade às nossas indagações. E hoje a gente reserva um momento para que a gente possa meditar mais uma vez nessa novidade. Talvez vocês digam, fala: "Poxa, mas que novidade! A gente conhece o evangelho já há tanto tempo e essas histórias nós já contamos e recontamos tantas vezes e a gente já ama o Cristo, a gente busca por ele. Verdade. Tudo isso é verdade. Mas também é verdade que nos ensinamentos do Cristo, todas as vezes que nós nos debruçamos novamente sobre seus ensinamentos, algo de novo se abre na nossa consciência. O ensinamento que Jesus tece ainda hoje, mas te desceu e nos rendeu aqui nos Evangelhos, é de uma complexidade bastante impressionante, porque nós vamos percebendo que a cada vez que a gente revisita esses textos, essas histórias, esses ensinamentos, algo novo se abre de conexão do nosso eu profundo com essa revelação, com essas revelações. Então, sempre é tempo de reler, sempre é tempo de novidade, mesmo naquilo que a gente já conhece. Talvez alguns de vocês já conheçam essa parábola do semeador, mas hoje nós vamos nela passo a passo de novo, como se pela primeira vez nós estivéssemos tendo contato com esse texto, porque esse é o nosso convite de hoje. Muito bem. O, a parábola do semeador é a primeira parábola de um conjunto chamada parábolas do reino. O que é que significa isso? Parábolas do reino

esse texto, porque esse é o nosso convite de hoje. Muito bem. O, a parábola do semeador é a primeira parábola de um conjunto chamada parábolas do reino. O que é que significa isso? Parábolas do reino significa que são as parábolas nas quais o nas quais Jesus vai nos revelar o que ele entende, sente e comunica conosco que seja o reino de Deus. E naturalmente que é necessário que ele fale conosco por parábolas, porque nós ainda, por mais adiantado que estejamos na escola terrena, ainda na nossa escala evolutiva, ainda nos faltam sentidos e para percebermos, sabermos, revelarmos profundamente o que é Deus. Uma das perguntas mais famosas, né, do nosso querido Allan Kardec no livro dos espíritos, que é Deus. Vejam que Kardec pergunta que é Deus e não quem é Deus. nos detalhes, a gente tem grandes sinais para cada um de nós. É preciso sabermos perguntar ou na realidade eh cada vez que a gente vai refinando melhor a nossa capacidade de perguntar, nós teremos respostas melhores. Funciona sim, né? Atualmente no nosso estágio de desenvolvimento tecnológico, a gente tá aí, né, dançando os primeiros passos com as inteligências artificiais. E o que a gente já percebe e nos orientam sempre é: olha, refine a sua pergunta, você terá respostas melhores. Então é preciso que a gente saiba o que a gente quer saber. A gente vai neste processo de primeiro para que a gente possa refinar a nossa pergunta, é preciso que a gente saiba quais são nossas dúvidas, o que que a gente quer saber de verdade. Tem uma música da Marisa Monte que eu gosto muito, um pedacinho, ela diz isso: Atenção para escutar o que você quer saber de verdade. Eu preciso saber o que eu quero saber de verdade, ainda mais no mundo em que a gente tem cada vez mais barulho. É preciso que a gente esteja seguro das nossas perguntas. Algo que nos favorece nesse momento, nós estamos aqui numa sexta-feira à noite ou em qualquer momento em que a gente acesse nas redes, né, nas mídias da comunhão, que a gente acesse esse momento reflexivo.

que nos favorece nesse momento, nós estamos aqui numa sexta-feira à noite ou em qualquer momento em que a gente acesse nas redes, né, nas mídias da comunhão, que a gente acesse esse momento reflexivo. Nós estamos querendo saber algo sobre o nosso espírito, algo sobre a nossa jornada na Terra, algo sobre como atravessar com mais segurança, mais paz, mais equilíbrio, melhor proveito a nossa existência na carne. Estamos sintonizados aqui. Mas voltando a Kardec, Kardec pergunta: "Não, quem é Deus?", mas que é Deus já mostrando uma maturidade naquele que pergunta. E a resposta que os espíritos dão, né, a causa primeira de todas as coisas. Deus, o início e o fim, né? Ah, Deus não foi nem será. Deus é. E para nós é muito complexo, né, nessa tcitura do tempo em que nós estamos, eh, limitados pelo tempo cronológico, pra gente é muito difícil, simplesmente é de Deus perene. Mas Deus é Jesus é um espírito perfeito. Jesus quando também no livro dos espíritos Kardec pergunta qual era o referencial que nós tínhamos, o melhor modelo que nós tínhamos a seguir, o melhor referencial que nós tínhamos para o melhor aproveitamento das nossas existências? Talvez essa seja a resposta mais curta do livro dos espíritos. E os espíritos respondem: "Jesus, Jesus, um espírito perfeito. Jesus, sim, compreende a Deus em toda a sua dimensão, o criador dos universos, do universo, de todas as suas dimensões, de toda a criação, de todas as criaturas, de todos nós. Afinal, o amor é cso que sustenta a tudo." pensar aqui no nosso planetinha, né, no nosso planeta Terra, no nosso sistema solar, na nossa Via Láctea, quando a gente pensa na galáxia na qual o nosso planeta está situado, o nosso sistema solar é até bastante acanhado. Tantos mundos, tantos sóis, tantas estrelas, tantos sistemas solares. sustentar tudo isso, o amor de Deus, a plenitude do amor de Deus. Jesus é um espírito que já compreende tudo isso. Compreende Deus a gente ainda vai levar mais um tempo. Mas esse espírito perfeito que até hoje

tudo isso, o amor de Deus, a plenitude do amor de Deus. Jesus é um espírito que já compreende tudo isso. Compreende Deus a gente ainda vai levar mais um tempo. Mas esse espírito perfeito que até hoje toma sob sua responsabilidade orientadora, porque é isso que Cristo é, um orientador de todas as nossas almas, no amor que ele já consegue espelhar de Deus, ele nos abraça a todos nessa tutoria, nessa mentoria, nesse cuidar, nesse momento evolutivo que nós estamos de despertamento para o amor, para aquilo que interessa. Jesus então vem traduzir para nós que é Deus ou o que é o reino de Deus. Então, natural que ele precise falar por parábolas. É natural que muito do que ele diga, e aí a gente entende a o texto de entrada, a solidão de alguém que fala para seres que ainda não conseguem compreendê-lo. Mas nós queremos compreendê-lo. Nós queremos refundar a nossa vida em equilíbrio. Nós queremos mais paz nas nossas relações. Nós queremos mais serenidade no nosso ser. Nós queremos nos preencher de uma felicidade que não se esvaia com a primeira tempestade. Ou quando uma novidade de uma aquisição material deixe de ser noviedade, deixe de encantar os nossos olhos e estamos aí já de novo sequiosos de uma alegria que não está nas coisas. jamais esteve nas coisas. É a esse aprendizado que Jesus vem nos chamar. E para isso ele nos conta histórias, entre outras coisas, Jesus carinhosamente nos conta histórias para que a gente vá compreendendo e sedimentando que é Deus o amor, a necessidade absoluta da misericórdia. como um mecanismo de salvação de nós mesmos, de estabelecimento desse reino celeste dentro da consciência de cada um de nós. E aí então a gente tem essas parábolas do reino começando pela do semeador. E é bastante interessante que Jesus começa a parábola e aí vocês vão ter que e ter um pouco de paciência, porque o seguinte, a gente vai parando muito a cada frase. Eu vou falar a primeira frase, já vou logo parar, mas eu chamo em minha defesa o próprio Emanuel. A gente tem obras, vários livros de

iência, porque o seguinte, a gente vai parando muito a cada frase. Eu vou falar a primeira frase, já vou logo parar, mas eu chamo em minha defesa o próprio Emanuel. A gente tem obras, vários livros de Emanuel sobre o Evangelho e repetidas vezes Emanuel faz isso. Ele separa uma frase, ele não separa nem um versículo inteiro, ele pega só uma frase e daquela frase ele vai trazendo reflexões para nós. Então lá no capítulo 13, no versículo 4, quando começa a parábola, tem um pouquinho antes disso, né? Ah, e lá vou eu contar um pouquinho antes, então, né, o que vai do um ao quatro ali dessa história. Eh, conta o evangelista, no caso Mateus, eh, conta que Jesus saiu para evangelizar, né, e ele se sentou à beira de um lago. Mas a multidão era tão grande e tamanha que ele precisou entrar numa barca. Nela se assentou, enquanto a multidão ficava à margem, e seus discursos foram uma série de parábolas, as parábolas do rein. É interessante a gente meditar sobre isso, né? Ah, e Emanuel fala um pouco sobre essa esse espelhamento que nós buscamos em Jesus e nas pequenas coisas, nos simbolismos que nos chegam, a quantidade de gente que seguia Jesus era tanta gente que ele precisou estar numa barca e nós à margem. Ainda precisamos amadurecer, aprender a nadar, atravessar mares para alcançar essa mesma dimensão crística a qual todos nós estamos destinados, tá? Jesus não nos trata eh de maneira hierárquica. Jesus nos trata como irmãos e sobretudo como sementes. Vocês são capazes de fazer tudo que eu faço e mais. Isso é um ato de fé, confiança e esperança em cada um de nós. Ele diz isso para todos nós, mas no momento a gente ainda permanece à margem. É preciso que a gente crie coragem para entrar nesse mar transformador, que é colocar o que Jesus ensina em prática todo dia na nossa vida. é tirar Jesus de da estante da adoração para colocá-lo no lugar de professor e seguir aquilo que ele ensina, colocá-lo no lugar de médico e adotar o tratamento que ele nos propõe, trazer para a prática. Porque enquanto a gente

e da adoração para colocá-lo no lugar de professor e seguir aquilo que ele ensina, colocá-lo no lugar de médico e adotar o tratamento que ele nos propõe, trazer para a prática. Porque enquanto a gente não trouxer para a prática, Jesus permanecerá ao nosso lado pacientemente. No entanto, transformação alguma acontecerá. justamente porque aquele aluno que recebe a lição, mas não faz a tarefa de casa, o exercício de fixação, dificilmente conseguirá reter em si o ensinamento. Muito bem. Aí a gente começa a parábola do semeador. Disse Jesus: "Um semeador saiu a semear. A atitude do mestre que nos semeia, que distribui sementes amorosas e vai buscar os nossos corações. O semeador sai a semear. Isso diz também para nós, ainda que muitas vezes, e eu não pensei que a nossa notinha de entrada fosse tão apropriada, né? Ainda que muitas vezes a gente se sinta solitário quando nós buscamos exercitar aquilo que o Cristo nos orienta. E porque é solitário tentarmos ser justos numa coletividade que ainda faz da injustiça atitudes cotidianas. Nós não seremos aplaudidos. Muito antes, ao contrário, seremos criticados. Todas as vezes que nós optarmos pelo aprendizado, pela prática do perdão, um ensinamento inescapável na pedagogia do Cristo, muitas vezes nós seremos questionados no sentido: "Mas você não vai se vingar? Mas você tem sangue de barata? Mas você não leva, você vai levar o desaforo para casa? Não, eu não vou me invigar porque é muito complicado a gente eh extinguir um incêndio com gasolina e mais fósforo. Não, eu sou só um ser humano que quero a paz. E quem quer a paz vai ter que fazer cessar as agressões. Eu vou ter que ficar com a agressão daqui não passará. Porque, como dizem os espíritos numa discussão, todo mundo tem razão, mas ninguém tá certo. Todos nós temos as nossas razões, mas certo mesmo. Quando a gente tá brigando, ninguém tá. E eu não vou levar desaforo para casa, muito antes, ao contrário. Aí, aí eu vou recorrer ao Cristo. Essa mágoa, essa dor, esse desaforo, eu coloco aos pés do

o. Quando a gente tá brigando, ninguém tá. E eu não vou levar desaforo para casa, muito antes, ao contrário. Aí, aí eu vou recorrer ao Cristo. Essa mágoa, essa dor, esse desaforo, eu coloco aos pés do Cristo. A gente pode fazer uma singela oração, um singelo exercício. Fala: "Senhor, tá aqui aos teus pés. Não vou levar para casa, mas também não vou revidar". Eu sei e nós todos sabemos que o Cristo tem uma dimensão amorosa que abraça a todos nós. Então, se eu ainda não consigo amar a este irmão, o Cristo consegue. a desavença ou desaforo que me tenha sido endereçado. Coloco aos pés do Cristo para ser transformado e peço que apague do meu coração a mágoa para que eu possa seguir mais leve. Não é sobre o outro, é sobre libertar o meu campo emocional da dor e da mágoa para que eu possa seguir adiante. Não é a amnésia, é lembrar sem doer. Não é amnésia e muito menos a gente ser permissivo com o erro. é encontrar uma resposta equilibrada, colocando em prática um outro ensinamento que o Cristo nos dá quando te quando te agredirem, oferece a outra face. Outra face no sentido de uma reação equilibrada. Não responda com violência. Use da sua criatividade e responda em equilíbrio e responda em atitudes que promovam paz. Esse é o desafio. Não é gerar mais guerra, mas haverá essa solidão. Mas aquele que semeia, não obstante a solidão que possa experimentar, segue semeando. Nossa, nosso chamado, gente, é para agir. não ficarmos preocupando com o resultado ou a recompensa das nossas atitudes. Quem semeia sai a semear. O aprendiz faz como mestre. Nós sairemos a semear o amor que a gente já consegue sentir como Cristo, sem importar aonde essa semente vai cair, porque o semeador semeia. Nós damos de nós aquilo que nós escolhemos ofertar ao mundo. Isso é escolha nossa. Na hora que eu for escolher as sementes que eu agora por diante lançarei ao solo, lançarei as melhores que eu tiver. A espelho daquele que nos semeia a todos no amor. Cristo em nome de Deus. Muito bem. Mas continuando,

escolher as sementes que eu agora por diante lançarei ao solo, lançarei as melhores que eu tiver. A espelho daquele que nos semeia a todos no amor. Cristo em nome de Deus. Muito bem. Mas continuando, Jesus narra assim: "E semeando parte da semente caiu ao longo do caminho e os pássaros vieram e a comeram. Outra parte caiu em solo pedregoso, onde não havia muita terra, e nasceu logo, porque a terra era pouco profunda. Logo, porém, que o sol nasceu, queimou-se por falta de raízes. Outras sementes caíram entre os espinhos. Os espinhos cresceram e a sufocaram. Outras, enfim, caíram em terra boa, deram frutos, 100 por um, 60 por um, 30 por um. Aquele que tem ouvidos, ouça. Há um chamado aqui para que nós ouçamos com o nosso coração, que a gente ouça o Cristo com o nosso espírito. Me lembra muito uma outra frase em que os espíritos no Evangelho Segundo Espiritismo vão nos chamar a atenção lá quando eles estão nos ajudando a compreender, né, a o ensinamento do Cristo. Sede perfeitos como perfeito é vosso Pai Celestial. Eles dizem assim: "Se se dizeis espíritas, sede-o, sejam coerentes com aquilo que vocês já sabem. Nós somos cristãos. Sejamos cristãos com Cristo, porque nada mais triste para nós do que chegarmos ao fim dessa jornada encarnatória e percebermos que falciamos por orgulho, por egoísmo, por vaidade. Um ensinamento que a gente já compreende. Sejamos cristãos com o Cristo, com as nossas dificuldades. Sem dúvida nenhuma, a gente vai precisar repetir as lições muitas vezes. A do perdão. Então, Nossa Senhora, não é à toa que Jesus fala, não é a toa que Jesus fala, né? Quantas vezes eu vou perdoar? Pedro pergunta, né? Quantas vezes eu devo perdoar, né? já assim um pouco preocupado, né? E Jesus responde para ele 70 vezes, sete vezes, que quer dizer infinitamente. Você vai perdoar quantas vezes uma ofensa lhe for feita. E nesse ensinamento traz também para nós essa noção de que Jesus sabe que a gente vai precisar repetir várias e várias e várias vezes até que a gente consiga

ar quantas vezes uma ofensa lhe for feita. E nesse ensinamento traz também para nós essa noção de que Jesus sabe que a gente vai precisar repetir várias e várias e várias vezes até que a gente consiga consolidar uma alma que já não mais se aflige, que já não mais se ofende, muito embora a gente possa se entristecer, como o próprio Cristo se entristeceu, ao ver o nosso próprio sofrimento, a nossa eh renência em não evoluir e não optar pelo amor e isso causando severas dores em nós mesmos e se se entristecer por isso, mas não se magoar. Tanto não se magoou que as suas últimas palavras foram para pedir perdão por nós. Perdoa, pai. Eles ainda não sabem o que estão fazendo. É esse o nosso destino. Então, nós vamos ter que várias e várias e várias vezes passar pelas lições. Então, não é sobre acertar sempre, é sobre não desistirmos. Muito bem. Mas mais adiante Jesus explica pros discípulos nos mínimos detalhes cada parte dessa história. E a gente vai aqui com a explicação para depois a gente não falar que não entendeu. Desculpa, gente, vocês não vão poder sair daqui falar: "Ai, Senhor, mas eu não sabia". Porque quando a gente não sabe algo, a gente pode tem a nosso favor. falou: "Olha, eu fiz aqui, agir aqui evocadamente, mas eu não sabia o que era correto ou o que era melhor. Lamento, a gente já sabe, a gente já conhece o Cristo e suas mensagens. Então agora nos cabe sermos cristãos com Cristo. Então vamos lá nos mínimos detalhes. Ouvi pois o sentido da parábola do semeador. Quando um homem ouve a palavra do reino e não a entende, o maligno vem e arranca o que foi semeado no seu coração. Este é aquele que recebeu a semente à beira do caminho. Muitas vezes a gente não quer entender. a gente faz igual criança pequena, birrenta. Não é que a gente não tenha capacidade para entender, a gente não quer entender. Então não adianta nada, vem aquela mensagem amorosa, mas a gente finge que não é com a gente. Eu não tem nada com isso. Então a semente não tem nem oportunidade nessa

ender, a gente não quer entender. Então não adianta nada, vem aquela mensagem amorosa, mas a gente finge que não é com a gente. Eu não tem nada com isso. Então a semente não tem nem oportunidade nessa perfume amoroso. não tem nem possibilidade de trazer nem um trisco de transformação em nós quando nós estamos renites assim que a gente não quer escutar nenhuma correção, que a gente não quer ter o trabalho de admitir um erro, de consertá-lo, de nos desculparmos, de nos comprometermos em resolver os problemas que nós ajudamos a causar. Porque a grande questão, pessoal, é a gente se comprometer a resolver o que a gente ajudou a atrapalhar, né? A culpa ela só vai servir e adiantar até o momento em que eu me conscientizo de que não tá certo, eu não devia ter agido dessa forma, mas aí ela tem que ceder espaço para uma outra atitude. Deve ocupar a o nosso pensamento e a nossa emoção, que é o arrependimento. Eu diria o arrependimento eficaz para buscar aí uma figura do direito, né? Eu sou eu sou advogada, né? Então, para buscar uma uma figura aí do direito, o arrependimento eficaz. O que que é o arrependimento eficaz? É quando a pessoa vê que cometeu um dano, causou um dano a alguém, um prejuízo, ela se arrepende e faz tudo que ela consegue para evitar que aquilo seja pior do que já foi, para minorar os os problemas causados pela sua atitude. O arrependimento eficaz, então ele cessa ali aqueles efeitos deletérios, uma atenuante e às vezes às vezes uma excludente de ilicitude até. Não há expectativa de que a gente não erre. O que se pede é o compromisso com a resolução. Errei. Aí a gente vai comi, né? Se desculpar sem se justificar. A gente sempre repete, isso é bastante importante porque é o aprendizado da humildade, porque nós todos somos ainda bastante doentes do orgulho e do egoísmo e eles se mascaram. Uma máscara que acontece com bastante frequência é quando a gente faz isso. A gente vai lá humildemente se desculpar. Aí a gente fala assim: "Sérgio, olha, me desculpa. Ontem eu gritei com você,

aram. Uma máscara que acontece com bastante frequência é quando a gente faz isso. A gente vai lá humildemente se desculpar. Aí a gente fala assim: "Sérgio, olha, me desculpa. Ontem eu gritei com você, fiquei assim destemperada e tal. Eu não não queria ter gritado com você. Você me desculpe, meia adverte, para aí, para aí. Me destemperei, me desculpe, eu não queria te magoar. Ponto final. Mas que que a gente faz? Mas também, né, você precisava ter falado aquilo daquele jeito, porque se você não tivesse falado aquilo daquele, você não tivesse feito isso que você fez, eu não tinha ficado tão nervosa. Quando a gente faz essa justificativa, é o nosso orgulho botando o rabo de fora. É o nosso orgulho falando assim: "Olha, eu errei, mas por culpa sua, porque se você não tivesse feito pior do que eu, eu estaria fazendo aqui bonita figura". Então, a gente se desculpa sem se justificar. E aí a gente ainda tem mais uma outra coisa para fazer. É bastante por isso, por isso, gente, que é mais fácil admirar Jesus do que segui-lo de fato, do que fazer as coisas que ele manda a gente fazer, porque é uma canceira. Porque além de ter que fazer isso, a gente ainda vai ter que fazer o seguinte: Paulo, eh, que que eu posso, como é que eu posso resolver o transtorno que eu te causei? Como eu posso solucionar o problema que eu causei? Então a gente fica ali comprometido com a pessoa, porque dependendo da resposta que ela for dar, a gente vai ter que ter um engajamento ali. Então muitas vezes a gente é essa esse terreno aí, ó, que deixa a semente do Cristo cair ao longo do caminho, porque dá um trabalho da nada. A gente não tá muito disposto a esse esforço. A gente não tá muito disposto a esse esforço, mas depois a gente quer ter paz. Aí depois a gente corre aqui paraa comunhão, pede um passe. Pelo amor de preciso de um passe que eu tô aqui. Briguei hoje, men. Tô desequilibrada. Tô precisando de um passe. Pessoal, o passe não nos será negado. O auxílio jamais nos será negado. A espiritualidade vai

or de preciso de um passe que eu tô aqui. Briguei hoje, men. Tô desequilibrada. Tô precisando de um passe. Pessoal, o passe não nos será negado. O auxílio jamais nos será negado. A espiritualidade vai nos acolher amorosamente, vai nos ajudar a reequilibrar as nossas forças. Vai baixar essa temperatura, então venham. é para vir mesmo, é para pedir ajuda mesmo. Mas a espiritualidade suavemente também vai nos convidar a refletir sobre o porquê das nossas reações, o porquê dos nossos desequilíbrios e, finalmente, nos comprometermos a saneá-los, deixarmos de ser essa terra aí que não tá nem dando confiança pro feedback que a própria vida tá dando pra gente. Muito bem. O solo pedregoso em que a semente caiu é aquele que acolhe com alegria a palavra ouvida, mas não tem raízes, é inconstante. Sobrevindo uma tribulação ou uma perseguição por causa da palavra, logo encontra uma ocasião de queda. Isso acontece com a gente também. Muitas vezes, né, a gente fica muito empolgado, né, a gente eh retoma aí o encontro com evangelho, seja em qualquer denominação que a gente escolha, né, seja o espiritismo, seja qualquer denominação, a gente fica muito empolgado, não, agora vai, agora vai. E a gente pega aquela empolgação, aquele, né, ai não, agora, agora eu tô aqui firme com Jesus. Inevitavelmente chegarão os momentos de dificuldade e provação. Não tem jeito, não tem como, porque nós precisaremos fazer vários exercícios de fixação da mensagem. Eu costumo brincar, né, muitas vezes quando o trânsito tá muito complicado ou um dia começa a dar muita resistência, tudo vai, né, pequenos atropelos vão acontecendo a toda hora, parece que tá tudo dando errado naquele dia. Aí eu paro e penso assim, já viro logo meu mentor, tudo bem, é dia de prova hoje. É isso, né? Porque eu sei da autoobservação que a paciência é uma das virtudes que eu escolhi exercitar nessa encarnação. Confesso para vocês, como eu digo aqui com alguma frequência, não sei onde eu estava com a cabeça. Virtude chata, virtude difícil, mas eu abracei,

s virtudes que eu escolhi exercitar nessa encarnação. Confesso para vocês, como eu digo aqui com alguma frequência, não sei onde eu estava com a cabeça. Virtude chata, virtude difícil, mas eu abracei, abracei esse aprendizado. Então eu penso que os meus mentores acharam ótimo, que realmente eu tava precisando melhorar um pouco com relação a essa virtude da paciência. Faria extremamente bem ao meu espírito necessitado de maiores compreensões. Então, ótimo, você vem nessa encarnação e um dos grandes campos de trabalho será sempre a paciência. Então, tudo vai demorar um pouco mais, tudo vai apresentar um pouco mais de resistência. Eu pedi, não pedi? E realmente tudo vai ensinando. Tenho um pouco de alegria de dizer a vocês que aos 52 anos eu tô bem melhor do que eu estava aos 17. Falta muito ainda, tá? Falta muito, mas tá bem melhor. Realmente a gente quando se dedica vai tendo algum progresso. Mas tudo isso a gente consegue o quê? com essa autorreflexão. É preciso que a gente acolha essa semente amorosa que Jesus vai pacientemente colocando nos nossos corações e vai deixando ela crescer. E aí vai passar o entusiasmo dos primeiros dias e a gente vai ter que repetir a lição de novo, de novo, de novo e de novo. E tem dia que a gente cansa. Mas aí vem uma outra sabedoria popular que eu gosto muito, que diz assim: "Quando você estiver cansado, aprenda a descansar e não a desistir." Então, a gente descansa, a gente coloca o nosso cansaço em oração. A gente pode até brigar com os nossos mentores, não tem problema, mas eu não tô aguentando mais. Vocês estão muito chato, eu não aguento, mas vocês não vão me ajudar. Eles estão sempre ajudando. Eles vão sempre ajudar, mas eles não vão mudar aquilo que a gente precisa, a circunstância que a gente precisa para fazer as conquistas que a gente desenhou e que a gente tem condições de realizar. Eles vão nos levantar, vão colocar nos vão nos colocar no colo, vão nos dar energia renovada a cada passe, a cada oração, a cada passo, mas nós

gente desenhou e que a gente tem condições de realizar. Eles vão nos levantar, vão colocar nos vão nos colocar no colo, vão nos dar energia renovada a cada passe, a cada oração, a cada passo, mas nós precisaremos continuar caminhando e fazendo a nossa parte. Então, voltando aí no exemplo, né, assim, quando o dia começa a dar muita alteração, assim, eu já paro, já olho logo mentor. Quer dizer que então hoje é dia de prova, né, para ver como é que eu tô aí, né, se eu melhorei um pouco com a virtude da paciência ou não, né, como é que está o estado geral da arte com relação ao meu aprendizado dessa virtude chamada paciência. E aí o dia flui mais tranquilo. A gente vai ter que mobilizar as nossas forças para vencer os dias. de sol quente para que as raízes possam da boa semente penetrar mais fundo no nosso coração. Muito bem. O terreno que recebeu a semente entre os espinhos representa aquele que ouviu bem a palavra, mas nele os cuidados do mundo e a sedução das riquezas a sofocam e a tornam infrutuosa. Pessoal, nos narram os espíritos que um dos maiores desafios dos seres encarnados é a prova da riqueza, do poder e da beleza. Porque esses são os espinhos da matéria que tem uma sedução muito grande com a gente. A gente se distrai do essencial. Tem uma frase do Pequeno Príncipe, né, que vai nos dizer uma realidade profunda, muito profunda. O essencial é invisível aos olhos. O essencial não é a matéria. A matéria é instrumento e precisamos dela. Não é sobre dizer que ai, né, as riquezas são ruins, não é isso. Elas são desafiadoras da nossa capacidade de mantermos o foco no que é essencial, na experiência espiritual. Porque não importa o que quer que nós estejamos experimentando o ponto de vista da matéria, logo logo o túmulo nos chama novamente a retornar à pátria espiritual e levaremos conosco nenhum centavo. Conforme o aluno que está na escola levará consigo ao final do aprendizado, ao final dos seus anos todos de jornada estudantil, apenas o que ele conseguiu reter desses anos todos de aprendizado.

tavo. Conforme o aluno que está na escola levará consigo ao final do aprendizado, ao final dos seus anos todos de jornada estudantil, apenas o que ele conseguiu reter desses anos todos de aprendizado. E ao se submeter a uma prova, por exemplo, do vestibular ou do Enem ou o que quer que seja, para estudos mais avançados, ele não poderá levar os livros, as canetas, os cadernos, as carteiras, os professores, nada disso. levará somente aquilo que tem de conhecimento e uma caneta para escrever, mais transparente, porque é só a caneta mesmo, que se pudesse levar só a tinta, era só a tinta que podia levar, porque vai se aferir o que que ficou consolidado de conhecimento ali. Nós também, ao retornarmos à pátria espiritual, levaremos apenas aquilo que consolidemos, tenhamos consolidado de aprendizado com a matéria. Será que numa posição de grande facilidade material nós conseguiremos dar efetividade a fraternidade, ao respeito, a a partilha com todos ao redor? É um desafio bastante difícil não perder o foco. Finalmente, a terra boa semeada é aquele que ouve a palavra e a compreende e produz fruto. 100 por um, 60 por um e 30 por um. Mas nós também somos terra boa. Nós também temos capacidade de ser terra boa, de acolher a semente dos ensinamentos do Cristo, do semeador e fazê-la frutificar em cada um de nós, em termos atitudes diferentes do que aquelas que a gente vinha tendo até agora, de colocarmos em prática de fato, a fraternidade, sem exigir nada em troca, de perdoarmos, de seguirmos adiante, de ofertarmos equilíbrio, ainda quando sejamos desrespeitados, nós somos capazes disso. Aqui é importante que a gente chame atenção que Jesus pregava naquele momento para pessoas acostumadas ao campo e a produção na Palestina com eh plantios que quando com muita eh dificuldade, né, você semeava e tinha um rendimento de 10 por um. Isso você ainda tinha que pagar ali o, né, o dono do terreno que era rendado. Então eram as pessoas acostumadas com a dificuldade da produção, da semeadura e

emeava e tinha um rendimento de 10 por um. Isso você ainda tinha que pagar ali o, né, o dono do terreno que era rendado. Então eram as pessoas acostumadas com a dificuldade da produção, da semeadura e da colheita. Jesus fala de uma colheita abundante. Ele não tá falando de 10%, ele tá falando de 30, 60, 100 por um. Jesus está nos dizendo que se nós nos deixem nos deixarmos semear de fato e que essa semente vingue dentro dos nossos corações e das nossas atitudes, a colheita é muito abundante e nos diz ainda, porque o nosso tempo já vai chegar no fim, acreditem, se quiser, já tem quase uma hora que a gente tá aqui conversando, tempo voa, pelo menos para mim, espero que para vocês não tenha sido muito tedioso. Eh, é interessante que Jesus aqui no final ele vai nos dizer sobre isso, sobre a produção. 100 por um, 60 por um, 30 por um. Somos diferentes. Cada um vai produzir de acordo com o seu momento existencial, de acordo com aquilo que dá conta e tá tudo certo. Não é esperado, desculpem, não é esperado o mesmo de todo mundo. Cada um na sua forma vai frutificar, mas ainda os que frutifiquem menos será muitíssimo abundante, muito mais do que a gente sonhou. A todo tempo Jesus nos fala desse respeito à multiformidade que é a humanidade. O que importa não é a comparação. que nenhum de nós vai ser tratado é fora das suas próprias circunstâncias e identidades. Deus respeita a multiplicidade, a alteridade, a diversidade. Basta ver o mundo que nos cerca, a natureza do planeta que nos cerca. é de uma diversidade, é de uma beleza, é de uma multiplicidade. Basta ver todos nós, o povo brasileiro é bastante simbólico nesse particular, porque nós, sabem porque o dos o passaporte brasileiro é um dos mais cobiçados por falsificadores, assim, pessoas que queiram tirar um passaporte falso? Porque qualquer feição pode ser um brasileiro. O nosso povo ele é muito eh diverso. Eu posso ser negro, eu posso ter traços orientais, eu posso ser branco, eu posso ter Não há um traço que você olhe muito

ue qualquer feição pode ser um brasileiro. O nosso povo ele é muito eh diverso. Eu posso ser negro, eu posso ter traços orientais, eu posso ser branco, eu posso ter Não há um traço que você olhe muito marcante e fala: "Não, esse aí é brasileiro". Qualquer pessoa pode ser brasileira. Isso nos diz muito quando é assinalado para nós que Jesus é o que o Brasil é o coração do mundo, a pátria do evangelho. Somos chamados a aprender a conviver na diversidade, não a nos impormos uns aos outros, mas aprendermos a respeitar a beleza de cada um de nós. E porque o tempo já se esgota, eu me despeço de vocês agradecendo pela gentileza e paciência e desejando a todos uma boa noite e um lindo fim de semana. Bem, meus irmãos, sementes, semeadores, semeiaduras, cada um de nós semeamos e somos semeados pelo companheiro que convive conosco. Vamos encerrar hoje o nosso a nossa noite de evangelho com uma poesia feita especialmente para esta ocasião. Assim que eu localizar aqui no meu instrumento tecnológico, pronto, encontrei. que tudo começa na semente, que o amor semeia no chão, a fome de amor da gente será saciada com o pão. Trabalhando em sol ardente, adubemos o solo do coração, cultivando a gleba docemente com fé, trabalho e oração. Obrigado, Senhor Jesus, por esses momentos. Obrigado a esta casa de luz, de amor e de verdade. Obrigado a esses irmãos aqui presentes. A razão de nós estarmos aqui falando de Jesus. E obrigado aos irmãos que através da tecnologia, das redes, da internet, dos canais, irão nos ouvir futuramente. Que Deus, o Cristo, Maria Santíssima e o nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, estejam conosco hoje e sempre, até todos nós aprendermos a estarmos com eles. Graças a Deus. Muito obrigado a todos. Boa noite. O nosso irmão irá orientá-los na chamada para o passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por

m-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto

tes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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