Parábola do Semeador

TV Goiás Espírita 13/03/2026 (há 1 mês) 1:17:39 7 visualizações

Com Cynthia Arruda

Transcrição

as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz. Teu falar me encantou. Quis seguir caminhar, quis saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor ser. Um sentimento me ronda. Não, gente, eu tô ficando nervosa que eu não consigo fazer. É, é engraçado que são duas situações. Primeiro, esse violão é muito grande para mim. Ele é um violão folk e eu tô acostumada com guitarras. E os acordes de guitarra são totalmente assim, o desenho é diferente de violão. Eu tô tentando fazer o melhor que eu posso porque a Soninha tava sem cantor hoje. Então vocês me perdoem. Vou tentar de novo. Vamos lá. Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito santo. A tua palavra me sonuna boca do reino que espera por mim. Eu te ofereço o meu tranto, flores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz, eu falar encantou, que seguir, caminhar, que saber para onde [música] vou. Acho que vai desistir, né? Melhor não insistir não. O negócio tá ficando cada vez pior. Vamos pegar uma outra. Deus está aqui nesse momento. Sua presença é real em meu viver. Entregue sua vida e seus problemas. Fale com Deus, ele vai ajudar você. Oh, Deus te trouxe aqui para aliviar os seus sofrimentos. É toda a fé. do princípio ao fim dos seus tormentos. E ainda se vier noites traiçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. E o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. E ainda se vier, vier, noites trai sueiras. Se a cruz pesada for, isso estará contigo. E o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. Seja qual for o seu problema, fale com Deus. Deus, ele vai ajudar você. Após a dor vem sempre a alegria, pois Deus é amor e não te deixará sofrer. Oh, Deus te trouxe aqui para aliviar os seus sofrimentos. ao toda a fé do princípio ao fim e todos os seus corpos. E ainda se vier noites traz soeiras. Se a cruz pesada for, isso estará contigo. E o mundo pode até fazer você chorar.

viar os seus sofrimentos. ao toda a fé do princípio ao fim e todos os seus corpos. E ainda se vier noites traz soeiras. Se a cruz pesada for, isso estará contigo. E o mundo pode até fazer você chorar. Mas Deus te quer sorrindo. E ainda se vier noites traz sueiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sumindo. Ninguém desistiu ainda. Ninguém foi embora. Só eu com a minha cara de pau mesmo. Como Zaqueu, eu quero subir o mais alto que eu puder. Só para te ver. olhar para ti e chamar sua atenção para mim. Eu preciso de ti, Senhor. Eu preciso de ti, ó Pai. Sou pequeno demais. Me dá a sua paz. danou-se. Lago tudo para te seguir. Entra na minha casa, entra na minha vida, mexe com minha estrutura, para todas as queridas. Ensina a tua santidade. Quero amar somente a ti, porque o Senhor é meu bem maior. Faz um milagre em mim. E agora chegou meu mestre. Agora vou parar. Não vou passar. Vem tocar você aqui, Calci. É. Ah, agora sim. Agora ficou bonito. Senhor, eu sei que tu me sondas. Sei que tudo me conhece. Se me sento ou me levanto, conhece os meus pensamentos? Não, gente, sem desculpa. Vamos lá. Uma hora a gente acha outra. Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Quando houver ódio, eu leve o amor. Onde houver ofensa? Precisa ajeitar minha minha dinâmica. Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a onde houver dúvida, dúvida que eu leve a fé. Não tá saindo nada. Eu tô desistindo. Tô desistindo. Negócio tá meioado. Vamos, Jesus passear na minha vida. Quero voltar aos lugares em que fiquei só. Quero voltar lá contigo. Vem que estavas comigo. Quero sentir seu amor a me embalar. Cura, Senhor, onde dois. Cura, Senhor, vem aqui. Cura, Senhor, onde eu não posso ir. Cura, Senhor, onde ti. Cura, Senhor, bem aqui. Cura, Senhor, onde eu não posso ir. Quantas lembranças me faz adormecer. Sabes que a espada de dor entra em meu

aqui. Cura, Senhor, onde eu não posso ir. Cura, Senhor, onde ti. Cura, Senhor, bem aqui. Cura, Senhor, onde eu não posso ir. Quantas lembranças me faz adormecer. Sabes que a espada de dor entra em meu ser. Tu me carregas nos braços. Leva-me com seu abraço. Sinto minha alma chorar junto de ti. Cura, Senhor, onde nós. Cura, Senhor, vem aqui. Cura, cura, Senhor, onde eu não posso ir. Cura, Senhor, onde? Cura, Senhor, vem aqui. Cura, o Senhor onde eu não posso ir. Tantas lembranças eu quero esquecer. Veja um vazio em minha alma, em meu viver. Toma, Senhor, meu espaço. Te entrego todo o cansaço. Quero poder com a tua paz a me aquecer. Cura, Senhor, onde dói. Cura, o Senhor, vem aqui. Cura, Senhor, onde eu não posso ir. Cura, Senhor, onde? Cura, Senhor, vem aqui. Cura, Senhor, onde eu não posso ir. Acabou. Não é? Pai, eu quero te amar. Tocaras bate do teu coração e me derramar aos seus pé. Mas quero mais perto quero estar, Senhor, e te adorar com tudo que sou e te render. Glória, aleluia. Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Quando as lutas vierem me derrubar, nada em ti estarei, pois tu és meu refúgio, ó Deus. E não importa onde estiver, no vale, no monte te adorarei e a tierei. Glória, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia. É de sonho e de pó o destino de um sol feito eu perdido em pensamentos sobre o meu cavalo. É de laço e de novo. Giibeira o gilol dessa vida cumprida a sol. Sou cai pira pira porora. Nossa Senhora de Aparecida, ilumina escura e funda o trem da minha vida. Sou cai pira pira por nossa. Eita, senhora de Aparecida, ilumina escura e funda o trem da minha vida. O meu pai foi peão, minha mãe solidão. Meus irmãos erderam-se na vida em busca de aventuras. Descasei, julguei, investir, desistir. Se a sorte eu não sei nunca vi. Sou cai pira pira porora. Nossa Senhora de Aparecida que ilumina minha escura e fundo o trem. Minha vida sou cai pira pira fora. Nossa Senhora de Aparecida. Ilumina no escuro e fundo da minha vez. Me disseram, porém, que eu viesse aqui

hora de Aparecida que ilumina minha escura e fundo o trem. Minha vida sou cai pira pira fora. Nossa Senhora de Aparecida. Ilumina no escuro e fundo da minha vez. Me disseram, porém, que eu viesse aqui para pedir que Romaria Paz nos diventos. Como eu não sei rezar, só queria mostrar meu olhar. Meu olhar, meu olhar. Sou cai pira pira porora. Nossa Senhora de Aparecida, ilumina min escura e fundo o trem da minha vida. Sou cai pira pira porora Nossa Senhora de Aparecida ilumina min escura e funda o trem da minha vida. A gente tá muito ruim. Não vai acabar esse negócio não. Eu tô ficando constrangida. Ó, se fosse alguma outra eh situação, talvez eu não estivesse tão ruim, mas dessa vez eu tenho que confessar que saiu tudo ao contrário do que eu tinha planejado, viu? Mas assim, queria que vocês soubessem que eu tô numa felicidade muito grande de estar aqui, eh, porque eu me sinto colaborando com a minha comunidade, né? Colaborando mal, mas tô [risadas] 8 horas. M. Vixe, um dia uma criança me parou, olhou bem nos meus olhos a sorrir. caneta e papel na sua mão. Tarefa escolar para cumprir. Me perguntou no meio de um sorriso que é preciso para ser feliz. Amar como Jesus amou. Sonhar como Jesus sonhou. Pensar como Jesus pensou e ver como Jesus viveu. Sentir o que Jesus sentia. Sorrir como Jesus sorria. E ao chegar ao fim do dia, eu sei que eu dormiria muito mais feliz. Sentir o que Jesus sentia, sorrir como Jesus sorria. E ao chegar ao fim do dia, eu sei que eu dormiria muito mais feliz. Ouvindo o que eu falei, ela me orou e disse que era lindo o que eu falei. Pediu que eu repetisse, por favor, mas não falasse tudo de uma vez. Perguntou de novo num sorriso que é preciso para ser feliz. Amar como Jesus amou. Sonhar como Jesus sonhou. >> Pensar como Jesus pensou. >> Viver como Jesus viveu. >> Sentir o que Jesus sentia. Sorri como Jesus sorria. E ao chegar ao fim do dia, eu sei que eu doria muito mais feliz. Sentir o que Jesus sentia. Sorri como Jesus sorria. E ao chegar ao fim do dia, eu sei que eu

que Jesus sentia. Sorri como Jesus sorria. E ao chegar ao fim do dia, eu sei que eu doria muito mais feliz. Sentir o que Jesus sentia. Sorri como Jesus sorria. E ao chegar ao fim do dia, eu sei que eu muito mais feliz. >> Muito bom. Muito bom. Que repertório que traz pra gente, né, essa lembrança de infância, de longas datas. Muito gostoso, Sandra. E eu quero que vocês me ajudem a agradecer a Sandra, que hoje ela tá aqui com muito carinho mesmo, com muita boa vontade para que a gente não fique sem esse momento, né, da nossa música ao vivo. E tá sendo muito gostoso, Sandra. Hoje é a estreia dela, então a gente já sabe que teremos outras oportunidades. >> Boa noite, queridos irmãos. Que a paz de Jesus esteja conosco. Queremos cumprimentar também os nossos irmãos que nos acompanham pela internet, desejando a todos um bom momento de encontro com o evangelho de Jesus. Que Jesus esteja presente nos nossos corações, nos nossos lares. Que nós possamos irradiar essas bênçãos, essas vibrações através dos nossos bons sentimentos, que eles possam chegar a todos os lugares que a gente sente que precisa no nosso planeta, levando paz, serenidade a todos os povos e a todas as nações. Hoje é um dia especial para nós, né? Hoje nós temos essas estreias, nós temos esse encontro com amigos e aqui nós vamos estudar e meditar no evangelho de Jesus. Nós estamos estudando, né, o evangelho, o livro evangelho. Já estamos no capítulo 17, que é o tema sede perfeitos. Hoje nós teremos aqui a reflexão da nossa companheira Cíntia, que é uma das diretoras da nossa casa. Então a gente fica muito feliz, né? Companheiros nossos ali tem muitos motivos, né? Hoje é aniversário da nossa companheira Jusara e ela tá com a família, então a gente se alegra, né? A gente tem muito motivo pra gente estar feliz nesse dia, nessa noite. Então quero desejar as boas-vindas a todos vocês e que a gente possa fazer essa grande corrente, né, de boas vibrações enquanto aqui estivermos. Hoje nós vamos começar com a nossa, o

dia, nessa noite. Então quero desejar as boas-vindas a todos vocês e que a gente possa fazer essa grande corrente, né, de boas vibrações enquanto aqui estivermos. Hoje nós vamos começar com a nossa, o nosso sorteio. A gente tem um livro aqui que é uma doação da editora FEGO e o primeiro número que a gente vai sortear é o número 17. Tem alguém que tá vindo pela primeira vez? Ah, seja bem-vindo. Sejam todos bem-vindos. Então, quando a gente entra ali na recepção, a gente recebe uma mensagem que ela é numerada, né? Então, o número de hoje é 17. Primeiro tá com alguém aí esse número? Não. 23. Olha, é para você. Seja bem-vinda. Que bom. Foi escolhida, né? Muito bom. Bom, então vou chamar aqui o Denis para iniciar esse momento nosso com a nossa com a oração, uma leitura de um livro edificante e que a gente possa nesse momento sintonizar os nossos pensamentos na espiritualidade amiga que nos assiste e que nós possamos nos conectar com a fonte da nossa vida, Deus, nosso pai e Jesus o nosso mestre. Boa noite, irmãos. Confiança recíproca. Muitos companheiros na terra se declaram indignos de trabalhar na seara do bem, alegando que não merecem a confiança do Senhor, quando a lógica patenteia outra coisa. Se o Senhor não te observasse o devotamento afetivo, não te entregaria à formação da família, em cuja intimidade criaturas diversas te aguardam carinho e cooperação. Se não te apreciasse, o espírito de responsabilidade, não te permia desenvolver tarefas de inteligência, através das quais influencias grande número de pessoas. Se não acreditasse em tua nobreza de sentimentos, não te induziria a sublimar princípios e atitudes na realização das boas obras, com as quais aprendes a estender-lhe no mundo o reino de amor. Se não te reconhecesse o senso de escolha, não te levaria a examinar teorias do bem e do mal, para que abrasses livremente o próprio caminho. Se não te aceitasse o discernimento, não te facultaria a obtenção desse ou daquele título de competência, com o qual consegues aliviar, melhorar,

o mal, para que abrasses livremente o próprio caminho. Se não te aceitasse o discernimento, não te facultaria a obtenção desse ou daquele título de competência, com o qual consegues aliviar, melhorar, instruir ou elevar a vida dos semelhantes. Se o Senhor não confiasse em ti, não te emprestaria o filho que educas, a afeição que abençoas, o solo que cultivas, a moeda que dás. Não cai uma folha de árvore sem que o Pai queira, ensinou-nos Jesus. Toda a possibilidade da criatura na edificação do bem é concessão do criador. O crédito vem do pai supremo. A aplicação com as responsabilidades consequentes diz respeito a nós. Sempre que te refiras aos problemas da fé, não te fixes tão somente na fé que depositas em Deus. Recorda que Deus igualmente confia em ti. Essa é uma mensagem de Emanuel. Então, se vocês se sentirem confortáveis, vamos fechar os nossos olhos, vamos elevar os nossos pensamentos a Deus, projetar em nossas mentes a imagem do nosso mestre, irmão Jesus. e agradecer a oportunidade que temos de estar neste momento, neste lugar para aprendizado e para a realização de tudo aquilo que cada um de nós veio buscar. Que assim seja. Vamos chamar agora a nossa palestrante, a Cíntia. Boa noite. Boa noite a todos. Vou abaixar aqui porque senão vai começar a dar isso. Eh, na hora que nós chegamos aqui, tinha duas pessoas aqui, duas ali, de repente foi chegando um monte de gente. Então, tô feliz de ver todo mundo aqui. O nosso amigo sentadinho aqui também. muito obrigada por estar aqui, tá? Eh, fazia tempo que eu não vinha na quinta-feira e eu gosto desse dia de quinta-feira, principalmente porque é do evangelho. Eu gosto muito de de falar sobre o evangelho. E hoje nós vamos falar sobre a parábola do semeador. E eu fiquei parando assim, o que que a gente vai falar que as pessoas já não sabem sobre a palavra, a parábola do semeador, né? Eh, porque nós sabemos que para cada um de nós, Deus deu um campo para cultivar. Esse campo é o nosso coração. E a gente, eh, sabendo que as sementes

sabem sobre a palavra, a parábola do semeador, né? Eh, porque nós sabemos que para cada um de nós, Deus deu um campo para cultivar. Esse campo é o nosso coração. E a gente, eh, sabendo que as sementes são plantadas no nosso coração para que nós possamos aproveitar e ir transformando essa lavoura íntima que nós estamos produzindo, ela vai ser plantada. E depois o que nós vamos fazer com cada campo desse? Cada pessoa é responsável pela sua, pelo trabalho, pelo trato desse campo para produzir esse jardim bonito, seja uma horta, seja ele um jardim, seja ele um campo imenso de de produção, cada um é responsável pelo que vai fazer dessa semente que é lançada no coração. E aí vem a pergunta, né? Eh, nesse contexto da parábola do semeador, em que começa a ser falado que aquele que semeia saiu a semear, qual é o nosso papel? O que que nós somos realmente aqui nessa nessa tarefa? Nós somos campos a serem semeados ou nós somos semeadores? Qual é a tarefa que nos é colocada nas mãos? Então, vamos ver os três eh os três aspectos principais dessa frase aqui que inicia a parábola. Aquele que semeia saiu a semear. Nós temos aqui aquele que semeia, que é o semeiador. Esse verbo aqui que nós vamos ver, que é importantíssimo no conceito dessa parábola, que é saiu ou verbo sair e o semear, que é a semeadura de cada um ou aquela que cada um recebe. Então, nós vamos começar pelo semeador. Qual é a responsabilidade do semeador? é ir plantando as sementes, é ir levando tudo aquilo que é necessário para que aquele campo produza, né? E nesse campo que vai ser produzido ou que vai produzir esses frutos ali, a própria parábola nos diz que esse campo pode ser rentável, ele pode ser produtivo, ele pode produzir 30, 60 ou 100, mas ele pode também em três aspectos diferentes, ser um campo que não vai dar retorno para aquele semeador, aparentemente, né? Porque isso tudo são fases que a gente passa. E se todos nós recebemos esse campo para cultivar? E se todos nós temos eh essa responsabilidade que abrir os nossos

a aquele semeador, aparentemente, né? Porque isso tudo são fases que a gente passa. E se todos nós recebemos esse campo para cultivar? E se todos nós temos eh essa responsabilidade que abrir os nossos olhos para esse dever maior que temos conosco mesmo, principalmente conosco no nosso campo que nós vamos fazer dele, nós a aparentemente pode ser que nós sejamos só semeados, mas na nossa relação com as pessoas nós vamos descobrir que em momentos nós semeamos e em outros momentos nós somos semeados. Vamos deixar isso mais claro. Eu sempre gosto de recorrer aos exemplos da família, né? os nossos filhos, por exemplo, o trabalho de educar uma criança que é um espírito velho que chega paraas nossas mãos na forma infantil para despertar em nós o amor maior de nós educarmos, de nós encaminharmos, ele é um campo na sua infância, na sua primeira fase de vida, um campo fértil, onde qualquer coisa pode ser semeada. A nossa responsabilidade é muito grande. Então, qualquer sementinha que a gente plantar ali, ela vai produzir na na proporção da quantidade de cuidado que a gente der para aquele campo, porque a semente pode ser jogada ali, ninguém vai cuidar e ela vai produzir pouco, mas se a gente der bastante incentivo, ela vai produzir. Agora ela vai produzir exatamente na medida daquilo da semente que nós produzimos em nosso coração. Porque quando o nosso campo é semeado, em algum momento ele foi semeado pelos nossos pais, principalmente foi semeado pelo nosso criador, que colocou em nós os germes da essência pura dele. Nós temos em nós a essência divina e essa é a semente que nós trazemos no nosso coração. Nós cuidamos do nosso campo para que ele produzisse sementes, produzisse frutos. Desses frutos houvesse sementes e essas sementes pudessem semeadas no coração de alguém. Aí o nosso filho cresce. O nosso filho cresce e passa para aquela fase de trabalhar mais com a sua própria inteligência, com a sua emoção. E isso aí é um retorno, um feedback daquilo que a gente plantou lá. Então ele vai

sce. O nosso filho cresce e passa para aquela fase de trabalhar mais com a sua própria inteligência, com a sua emoção. E isso aí é um retorno, um feedback daquilo que a gente plantou lá. Então ele vai começar a falar com a gente das próprias sementes que estão guardadas ali dentro. Então, no momento em que o nosso filho nos retorna um posicionamento pautado na educação e nos valores que nós estamos dando para ele, ele também tá semeando o nosso coração. Por quê? Porque a educação de uma criança ou de um espírito que está ali naquele momento como um filho nosso ou de qualquer outro que esteja sobre a nossa tutela, é um processo autoeducativo. Se nós queremos que aquele ser seja uma pessoa de bem, um bom cidadão, alguém que vai fazer diferença no meio em que vive, nós vamos cuidar para que aquele campo seja além de semeado, seja bem cuidado, para que os seus frutos sejam saudáveis, para que os seus frutos sejam bons, para que as sementes que vierem daqueles frutos também sejam boas, porque as sementes que vierem daqueles frutos é que vão semear outros campos. é um processo de um trabalho em série, cíclico e que não termina nunca, ele é infinito. Então, eh, se sob esse olhar nós perguntarmos se nós somos semeiadores, nós vamos descobrir que somos sim e com grande responsabilidade nós somos semeadores. Nós somos semeadores porque recebemos para produzir e damos para que outros campos possam ser produzidos. Então, em algum momento nós estamos recebendo e em algum momento nós estamos dando, dando. Tem uma mensagem do Emmanuel no livro Vinha de Luz que se chama eh Sementeiras e Ceifas, em que ele diz que nós plantaremos sempre porque é da lei. Então, se nós estamos plantando sempre, o que que vai voltar para nós daquele plantil? Uma colheita. Porque a gente só vai colher aquilo que plantar. E essa colheita é o retorno do trabalho que nós estamos fazendo. Então, é preciso que a gente preste atenção que quando nós sairmos a semear, o trabalho é de muita responsabilidade. E é óbvio que nesse trabalho, nesse

o retorno do trabalho que nós estamos fazendo. Então, é preciso que a gente preste atenção que quando nós sairmos a semear, o trabalho é de muita responsabilidade. E é óbvio que nesse trabalho, nesse relacionamento com as pessoas, todo mundo tá plantando alguma coisa no meu coração e eu estou plantando alguma coisa no coração de de qualquer pessoa que passe por mim. É óbvio que aquelas pessoas que têm um alcance maior sobre outras, um médico, por exemplo, um advogado, um juiz, um político, um policial, um professor, né? alguém que usa a palavra para formar opiniões ou para dar interpretações, para levar a palavra do evangelho ou para outras coisas quaisquer. Cada pessoa dessa que tenha uma ascendência sobre um grupo de outras pessoas eh tem mais responsabilidade do que aqueles que estão trabalhando anonimamente no seu caminho. A quem mais foi dado, mais será pedido. Então, se você recebe condições, fatores sociais para que você possa desempenhar o seu papel, é óbvio que a sua responsabilidade é maior. E a gente limita também o semeiador só aquele que fala ou escreve para divulgar alguma coisa, mas trabalhar no silêncio das ações também é um grande campo de semeiadura, porque as nossas ações precisam estar muito de acordo, muito equilibradas com aquilo que a gente fala, porque senão nós não vamos alcançar coração nenhum e a nossa semente vai cair num campo à beira da estrada, as aves vão passar e vão comer, porque elas serão sementes sem valor algum ou não alcançarão terra fértil o suficiente para que possam produzir. E aí então a gente passa para um outro passo, um outro passo aqui dessa, dessa frase. Já que nós falamos e descobrimos que também somos semeadores, nós vamos descobrir agora porque nós devemos sair para alguma fazer alguma coisa, porque esse semeador tem que sair a semear. sair eh nos dá a ideia de movimento. Eu tenho que sair daqui e ir para ali para fazer alguma coisa nesse caminho. Então é um movimento que eu faço de dentro para fora e de fora para dentro porque

ear. sair eh nos dá a ideia de movimento. Eu tenho que sair daqui e ir para ali para fazer alguma coisa nesse caminho. Então é um movimento que eu faço de dentro para fora e de fora para dentro porque ao mesmo tempo que eu semeio, eu sou semeado. Então, à medida em que eu sou semeado, eu tenho que aproveitar aquela oportunidade para fazer primeiro um mergulho íntimo. Para que a minha semente seja boa, para que eu possa fornecer alguma coisa positiva para alguém, eu tenho que trabalhar o meu campo para que as sementes sejam produtivas. Hoje em dia tá muito em vog a gente vê esses campos imensos cultivados aí, quantas fazendas, né, de de produtores de sementes para outros produtores que vão produzir alimento. Então, eh, o cuidado que eles têm para produzir aquela semente, o controle de qualidade daquelas sementes é muito rígido, porque quando aquela semente for vendida, quem comprar aquela semente tem que ter a segurança de que vai ter uma boa produtividade na sua terra. Então, a a a comparação que a gente pode fazer com o nosso campo íntimo, com o nosso campo interno, é a mesma. Porque sair para fazer alguma coisa é sair do nosso comodismo da gente não se olhar e não olhar para os outros, deixar de lado o nosso egoísmo e fazermos esse trabalho de edificação interna, cuidar desse campo, adubar, tirar as ervas daninhas, aprender através do estudo, da meditação, da interpretação, do ouvir, do ver, do observar, para trazer mais valor para esse campo, para que ele produza uma boa semente e que os outros campos que forem semeados também tenham uma boa produtividade. E esse sair a semear, ele vai nos levar a uma outra pergunta, que se a gente transferir então essa mensagem para o nosso solo do espírito, nós vamos então reconhecer que o servidor do evangelho é compelido a sair de si próprio a fim de beneficiar corações alheios, começando do seu mesmo. Então, se nós somos criados por Deus, se essa essência divina está dentro de nós, o que nós queremos paraa nossa existência? Nós já paramos para

de beneficiar corações alheios, começando do seu mesmo. Então, se nós somos criados por Deus, se essa essência divina está dentro de nós, o que nós queremos paraa nossa existência? Nós já paramos para pensar o que que a gente tá fazendo dela, qual o aproveitamento que eu estou dando dos meus dias. Todo ano a gente faz aniversário, né, Já? Né? A gente esquece quantos anos fez, mas a gente faz aniversário. Então, cada ano que passa é um momento de reflexão pra gente poder avaliar o que está fazendo com os dias que vão passando. Eu sei que quando a gente é muito novo, a gente não para muito para pensar nisso, mas quando o tempo vai passando e que a nossa memória fica curta, a gente esquece quantos anos viveu, mas a gente sabe que já viveu muito. São questionamentos que começam a ser mais profundos e a gente deveria começar isso muito mais cedo, não esperar o tempo passar tanto assim, porque a gente tem que saber o que quer pra nossa existência lá lá no começo dela, para quando a gente chegar no ponto em que alguns de nós já estamos aqui, a gente já ter produzido alguma coisa boa, alguma coisa de valor para as pessoas. Então, outra pergunta, que tipo de solo espiritual nós somos e que tipo de solo nós desejamos ser? Nós já somos um solo espiritual, mas a gente quer progredir, a gente quer que esse solo melhore ou a gente vai ficar parado, estagnado nisso daí? E aí a gente recorre a parábola que lá começa: "Aquele que semeia saiu a semear e em seguida uma parte da semente caiu ao longo do caminho e os pássaros do céu vieram e a comeram. Foi só jogada no caminho. E por que que isso acontece? Porque esse caminho é daqueles corações presos ainda sensações materiais. esses corações, esses solos, né, esse campo íntimo que a gente precisa cultivar, não passa nem pela cabeça de alguns que é um solo espiritual, de pessoas que nem lembram que essa vida é transitória e simplesmente vão passando pela vida e vivendo aquilo que vai acontecendo. Então é um solo arenoso, um solo árido,

uns que é um solo espiritual, de pessoas que nem lembram que essa vida é transitória e simplesmente vão passando pela vida e vivendo aquilo que vai acontecendo. Então é um solo arenoso, um solo árido, né? Um solo cansado ou vazio de nutrientes e a semente fica só ali por cima e rapidamente as aves vão passando e vão comendo. A gente vê muito isso também, quem passa nessas zonas rurais, né, quando termina a colheita, fica cheio de grão ali no chão, né? Então daí dois dias o produtor tem que passar um produto para desse terreno. E aí enquanto isso não acontece, enche de arada, de de papagaio e de gente que também cata aquelas sementes que estão ali e vão plantar nas suas próprias fazendas, nos seus próprios sítios, antes que aquilo ali suma de vez. Então essas são as sementes que vão cair no solo infértil, já não vão servir para nada. Porque elas vão servir de alimento. Aquelas aves que estão voando no céu, aqueles produtores ou pequenos produtores que passaram ali, pegaram aquela semente, se tratarem bem, né, os passarinhos vão sair semeando por aí, igual as abelhas, né? Vai cair pedacinho de semente para todo lado, em algum lugar vai brotar alguma coisa, mas vai ser uma produção pequena. E nós temos respaldo da nossa inteligência, o atributo do espírito que tem essa inteligência. para fazer melhor, né? A gente aprende observando. A natureza nos dá muitos exemplos. E aí a gente vai para uma segunda opção. Outra parte caiu em lugares pedregosos onde não havia muita terra. As sementes logo brotaram, porque carecia de profundidade a terra onde haviam caído. Mas levantando-se o sol as queimou. Como não tinham raízes, secaram. É muito triste ouvir isso. Uma semente que cai no solo e não cria raiz, não se aprofundou no nosso entendimento, no nosso sentimento, não foi trabalhada, porque o campo também não foi cuidado e ela não gerou uma raiz. Ela não tem a segurança de uma estrutura que aprenda a terra, que a faça produzir mais. Que solo é esse? São das mentes superficiais

da, porque o campo também não foi cuidado e ela não gerou uma raiz. Ela não tem a segurança de uma estrutura que aprenda a terra, que a faça produzir mais. Que solo é esse? São das mentes superficiais ou presas a prazeres momentâneos. São aqueles que até se interessam, acham bonito, ouvem, vem um livro, leem, acham maravilhoso e aí se entusiasmam, vem pra casa espírita, começam o estudo, mas não terminam, porque todo dia, toda quarta-feira eu tenho que ir lá assistir uma aula do Calci, não tô aguentando mais. Eu quero é ficar em casa assistindo televisão do Calci, da Sônia, né, e de outros que estão por aqui. Ah, o armário de luz não, tem que pegar aquela roupa, separar, lavar, pregar botão, pendurar e depois tem que ir, tem que vender, tem Não, não vou não. Cansei, já dei o meu quinhão lá para aquela casa. Porque outras coisas, outros apelos estão chamando aquelas pessoas que se cansam facilmente do esforço voluntário de servir. São mentes superficiais que a se entusiasmam, conhecem, mas não têm a raiz da profundidade espiritual para entender que aquilo é fundamental paraas suas vidas, para o seu crescimento, para a sua vida de espírito imortal. E um terceiro terreno, que esse aqui realmente é o mais preocupante no meu ponto de vista. Outra parte caiu entre os espinheiros e estes crescendo as abafaram. A inteligência sufocada pelas preocupações da vida. Quais são as preocupações normais da vida? trabalhar, ganhar dinheiro, comprar uma casa, comprar um carro, viajar, criar o filho, dar para ele os mesmos valores que eu tenho. Eu quero que eu quero que meu filho se tenha essa profissão, quero que ele seja bem-sucedido, que ganhe muito dinheiro na vida. Então eu vou trabalhar muito para investir na educação dele, para que ele seja essa pessoa, mas ele nem quer aquela profissão que eu idealizei para ele. Ele quer ser outra coisa. Ele não quer ser advogado, ele não quer ser médico, ele não quer ser engenheiro, ele quer ser músico. Não, músico não. Você vai viver de quê

fissão que eu idealizei para ele. Ele quer ser outra coisa. Ele não quer ser advogado, ele não quer ser médico, ele não quer ser engenheiro, ele quer ser músico. Não, músico não. Você vai viver de quê na sua vida? E através da música ele pode viver se ele faz o que ele gosta, se ele é responsável. Nós temos que parar de idealizar a vida dos outros como se estivéssemos idealizando as nossas. Não que seja errado a gente ter um carro, não que seja errado a gente ter uma casa, a gente comprar uma roupa nova para ir numa festa. Coisa boa, né? A gente vai toda bonitinha, né? Arrumar o cabelo. Mulher, isso é para mulher, tá? Homem corta o cabelo e fica maravilhoso. Mas a gente não. A gente precisa dar uma caprichada, fazer as unhas, né? Cuidar das pernas, né? Né, Rogéria? Ela tá sempre ali incentivando a gente a viver melhor para ser mais feliz. Não, não é errado, mas a gente não pode focar a nossa vida só no exterior. O exterior colabora com o interior, mas o interior é mais importante, porque um dia nós vamos nos despedir da vida. Tem uns programinhas, uns aplicativos que de vez em quando a gente vê aí na na nas redes sociais que eles fazem a comparação dos atores, né, de pessoas importantes na vida quando eram novos e agora quando são mais velhos. Tem hora que chega a ser triste a gente olhar aquilo ali, porque tem gente que se modifica tanto que nem parece mais quem era quando era mais novo, né? Ou então pessoas que envelhecem naturalmente. E aquilo ali nos leva a uma reflexão de ver que a pele muda, o olhar cai, a boca muda, ela fica mais fininha, a orelha e o nariz crescem. Vocês sabiam disso? Que a gente vai envelhecendo o nariz e a orelha cresce. E são coisas que acontecem, é natural, a nossa forma de andar muda, né? Acho que a o nosso centro de gravidade muda também, porque a mobilidade vai mudando, a gente tem que cuidar, né? Cuidar da musculatura, cuidar de tudo para que a gente seja uma pessoa ativa. Mas é natural mudar porque o corpo tem prazo de validade. Ele em algum momento ele é uma máquina,

ente tem que cuidar, né? Cuidar da musculatura, cuidar de tudo para que a gente seja uma pessoa ativa. Mas é natural mudar porque o corpo tem prazo de validade. Ele em algum momento ele é uma máquina, ele vai parar. E o espírito vai ter que conversar com a própria consciência daquela pergunta que a gente fez. O que que eu fiz da minha existência? Para onde eu foquei a minha semeiadura? Para onde eu mandei a minha semente? Ou como eu trabalhei a semente que eu recebi? Será que ela produziu o suficiente para eu não sufocar dentro dos espinhos? Vocês imaginem, tinha até condições, mas essas preocupações rotineiras da vida material sufocam a pessoa e ela chega num ponto da vida em que não dá mais tempo. Vocês viram aquela música que a Sandra cantou pra gente? Eu fiquei prestando atenção nela do Scaipira Pirapora, senhora de Aparecida, aquilo é uma oração. Meu pai foi pião, minha mãe solidão, os meus filhos, os meus irmãos perderam-se na vida. E ele fala dele mesmo, que que eu, como é que eu vou conduzir a minha vida? O que que eu tô fazendo a minha vida? Já que eu não sei rezar, eu só queria mostrar o meu olhar. É um apelo que ele tá fazendo ali a Nossa Senhora de Aparecida, para dar um rumo. Muda a minha vida. Como é que eu vou encaminhar a minha vida? Qual é o meu solo? Qual é o meu terreno? Eu acredito que a maioria de nós aqui é uma terra boa, que a outra semente caiu em terra boa e produziu frutos, dando algumas sementes 100 por um, outras 60 e outras 30. Mas vocês repararam que até isso Jesus previu aqui na parábola? Porque nem todos vão produzir igualmente. Uns vão produzir 100, outros vão produzir 60, outros 30. Porque o tempo de cada criatura é diferente. Importa que essa criatura esteja produzindo. Essa terra que já compreende, esse solo, que já compreende a imortalidade, que já compreende a transitoriedade da vida, que cultiva o bem e produz frutos, é importante que ela seja muito bem cuidada, trabalhada. E eu acredito que diante do conhecimento que nós já trazemos e das experiências que

transitoriedade da vida, que cultiva o bem e produz frutos, é importante que ela seja muito bem cuidada, trabalhada. E eu acredito que diante do conhecimento que nós já trazemos e das experiências que nós já vivemos, nós somos essa terra boa, sem exceção. Aqui nenhum de nós é uma terra ruim. Nós não somos mais o terreno espinhoso, cheio de pedras, ou nós não somos mais o terreno arenoso à beira do caminho. Quantas encarnações nós já passamos? Quanto já foi esperado por nós? Quantas centenas de anos nós já voltamos à Terra e pacientemente o nosso grande semeador vem nos ajudando a cultivar o nosso terreno, vem esperando que nós atentemos pra necessidade da nossa evolução e do nosso crescimento espiritual. Nós estamos produzindo, não é mais tempo de produzir 30, nós já podemos produzir 60, nós já podemos produzir 100. Basta que nós nos empenhemos nas nossas dos nossos objetivos de transformar a nossa vida em algo melhor, para que a nossa bagagem acumulada no dia em que nós nos despedirmos aqui dessa terra abençoada tenha mais valor do que das outras vezes que nós nos despedimos ainda tivemos que chorar, arrepender, tentar reparar, né? Então, é preciso que nós saibamos também que a nossa responsabilidade nesse cultivo é muito maior, porque toda disposição de melhoria, ela não pode se restringir apenas às boas intenções. Essas boas intenções, se ficarem só nas boas intenções, são fáceis de serem dissolvidas no cotidiano, que existem os que trabalham e aqueles que só observam, que ficam de braços cruzados ou que trabalham um pouquinho e ficam só olhando, né? Por quê? Porque somente com os suores da semeadura, do trabalho individual incessante, seremos capazes de produzir frutos da vida. Jesus não pegou intermediários para fazer o que ele tinha que fazer. Paulo não tomou intermediários, não pediu a ninguém que fizesse. Cada um tomou a sua tarefa nas suas mãos e fez o que tinha que fazer. Trabalhou incessantemente para sair semeando. Paulo andou 56.000 km. a maioria deles a pé

iários, não pediu a ninguém que fizesse. Cada um tomou a sua tarefa nas suas mãos e fez o que tinha que fazer. Trabalhou incessantemente para sair semeando. Paulo andou 56.000 km. a maioria deles a pé para semear o evangelho de Jesus. E ele passava em determinados locais, fundava uma igreja e já ia para outro. E aí já tem um outro ponto que é dessa semeadura que é a terceira parte. Porque a parábola do semeador, ela nos convida a sermos incondicionalmente bons, semeando a verdade e o bem, sem nenhuma intenção de obter resultados com alguma finalidade. O que significa isso? que nós devemos ter muito cuidado com a vaidade. Já somos uma terra boa, já estamos produzindo, já estamos semeando o coração de outras pessoas, mas nada do que floresce do coração da outra pessoa é responsabilidade nossa. Como nós dissemos aqui no início, nós recebemos a semente, mas o cultivo desse solo é problema pessoal de cada um. A semente que Deus plantou em nosso coração, ela tem que ser cultivada por nós. Não existe lei do menor esforço aqui daqueles que ficam só de braços cruzados observando. Cada um tem que ter a sua parcela de trabalho na sua própria edificação. Tem que ter o esforço pessoal de fazer alguma coisa por si mesmo, porque senão, que tipo de semente eu vou produzir? Então, é muito importante que a gente lembre, olha só que que tá em na primeira epístola de Paulo aos Coríntios, capítulo 15, versículo 37. Aquele que semeia não semeia o corpo que há de ser, mas o simples grão. E aí a gente volta lá pro exemplo dos filhos, da família. Nós vamos aproveitar a primeira fase da infância para semear muita coisa boa, para fazer com aquela aquele broto, aquela arrvorezinha cresça bem, porque a partir do momento em que ela já tem mais noção do mundo em que vive, já tem mais participação, vai pra escola, cresce, fica adolescente, já tem vontade própria, né? Aquela semente que a gente plantou, que ajudou a cuidar, vai ser cuidada por ele. O campo dele tem que ser semeado dos valores que nós estivermos plantando.

ca adolescente, já tem vontade própria, né? Aquela semente que a gente plantou, que ajudou a cuidar, vai ser cuidada por ele. O campo dele tem que ser semeado dos valores que nós estivermos plantando. Então, a gente vai plantar o grão, mas o resultado final, nós temos que ter paciência de esperar. Nós temos que adubar, temos que regar para que a colheita seja produtiva. E de quem vai ser essa colheita? Vai ser nossa? Não. Aí é responsabilidade do semeador de dar uma boa semente e cuidar. Como é que Deus cuida da gente? Como é que o semeador divino cuida de nós? Através dos ensinamentos do evangelho, através dos livros que nós lemos, através dos estudos que nós fazemos. É a forma de nos adubar, de molhar aquela sementeira, né? de tirar as ervas daninhas, de nos fazer refletir na nossa realidade, naquilo que nós desejamos para nós, porque o trabalho tem que ser nosso, o esforço tem que ser nosso. Ele não vai caminhar por nós, ele vai nos ensinar a caminhar sozinhos, igual o filho novamente, que a gente dá a mão enquanto ele tá nos primeiros passos. A partir do momento em que ele ganha mais eh segurança e firmeza nas pernas, nós soltamos a mão dele. Fica grande, sai de casa. E aí as mães choram, né? A síndrome do ninho vazio, né? lá se foi meu passarinho, mas ele vai com a segurança daquela mãe, daquele pai que sabe o que plantaram naquele coração, porque ele é um espírito que já viveu muito, que já foi semeado por outros semeadores, que está sendo semeado por mim agora e que vai ser semeado por outros lá adiante. Mas o valor intrínseco dos valores que eu coloquei no coração dele são a segurança para que ele saiba cuidar daquele campo. Então assim, Deus confia que nós vamos saber cuidar do nosso campo para que o nosso campo também produza para os nossos irmãos de jornada. Porque a semente que cai no solo fértil é a que foi semeada em um coração mais amadurecido e receptivo ao evangelho. Olha aí a evangelização. Olha o culto no lar. Disposto a acatar novos aprendizados e a renunciar a antigas

i no solo fértil é a que foi semeada em um coração mais amadurecido e receptivo ao evangelho. Olha aí a evangelização. Olha o culto no lar. Disposto a acatar novos aprendizados e a renunciar a antigas infelizes aquisições. Nós estamos aqui hoje para quê? para nos livrarmos do homem antigo, para sermos criaturas novas, moldadas sobre os compromissos que nós assumimos com a nossa consciência de trabalharmos o nosso interior, de não querermos mais recalcitrar nos mesmos erros, de não querermos mais que a nossa vida seja passada em branco. Quando nós temos uma missão na vida, nenhum de nós aqui é Jesus, é Paulo de Tarso, é Estevão, é Edivaldo Franco, é Chico Xavier. A nossa missão na vida é cuidar dela para que ela seja a melhor possível dentro dos preceitos do evangelho. O evangelho, Jesus só queria isso de nós. Nós não vimos naquele slide anterior que a parábola do semeador quer que nós sejamos incondicionalmente bons. Para nós sermos incondicionalmente bons, nós temos que renunciar a padrões de comportamento que só nos arrastaram para o sofrimento e a dor, para que o nosso campo não seja pedregoso e nem espinhento. Não falo nem do primeiro que nós já não somos mais inteligências primitivas, mas para que nós tenhamos consciência daquilo que nós queremos fazer da nossa existência. Jesus é o nosso caminho permanente para o divino amor. Ele é o caminho, a verdade e a vida. Nós só evoluiremos se seguirmos o seu exemplo, se ouvirmos a sua palavra, as suas palavras, os seus ensinamentos. Ele falou para todos nós aqui em nome daquele que ele chamava ou chama até hoje de pai. O meu pai me mandou aqui, o meu pai pediu isso, meu pai pediu aquilo. Então ele estava falando em nome de um ser superior que nos criou e como nosso governador planetário, ele quer que nós evoluamos. Se o terreno de nosso coração vive ocupado por ervas daninhas, quais são elas? as mágoas, as richas, os desamores, as depressões, as tristezas que a gente não combate com trabalho, porque é o trabalho que nos tira de todas essas eh

ive ocupado por ervas daninhas, quais são elas? as mágoas, as richas, os desamores, as depressões, as tristezas que a gente não combate com trabalho, porque é o trabalho que nos tira de todas essas eh esses elementos que nos arrastam cada vez mais para a nossa ruína. é é não bruscarmos, nos reconciliarmos com as pessoas, não perdoar as nossas faltas para que a gente aprenda a perdoar as faltas dos outros e até nem precisar perdoar, porque a gente não vai se sentir ofendido, como Jesus, que é o nosso exemplo maior, fez na cruz. Pai, perdoai-lhes porque eles não sabem o que fazem. Ele não tava dizendo: "Eu perdoo vocês". Ele não, ele sabia o que esperar. Então, nós precisamos eh eh aprofundar o nosso entendimento, o espírito da letra. A gente tem que se aprofundar no nosso conhecimento, nas nossas reflexões, para que nós possamos entender o significado das nossas vidas, o significado de tudo que nós fazemos. Então, se nós já percebemos que algumas ervas daninhas estão consumindo o nosso terreno e se esse princípio celeste do evangelho já está nas nossas vidas, vamos cultivar esse princípio com devotamento. Vamos fazer o esforço maior de sairmos para semear, abrigando nas leiras da nossa alma. O que são as leiras? São sucos que a gente abre na terra para jogar a semente, para que mais sementes possam cair nos nossos corações e para que nós possamos semear outras terras também. E para finalizar, continuemos agindo e perseverando. Estamos produzindo 30, vamos nos esforçar para produzir 60. O ideal de todo produtor é aumentar a sua produção para aumentar o seu ganho. Então, o ganho da nossa produção é a nossa evolução espiritual. Então, vamos continuar agindo e perseverando, sem esmorecimento, removendo as dificuldades e prosseguindo firmes e confiantes na certeza de que o Senhor da obra nos observa e segue-nos vigilante. Que Deus nos abençoe. Obrigado a todos pela atenção. Que maravilha de palestra, né, pessoal? É tão interessante quando a gente encontra alguém que consegue clarear,

nos observa e segue-nos vigilante. Que Deus nos abençoe. Obrigado a todos pela atenção. Que maravilha de palestra, né, pessoal? É tão interessante quando a gente encontra alguém que consegue clarear, elucidar os ensinamentos de Jesus. E eu tô aqui com dois mestres, Calci e Cíntia, que fizeram diferença enorme na minha vida aqui nos estudos, a quem eu só tenho gratidão. E a partir de agora eu vi que nós temos uma cantora nova, eu não tinha visto. Nós vamos nos preparar para o nosso momento do passe e a Sandra vai fazer a harmonização e em seguida faremos o nosso passe que é coletivo. Todo mundo pensou que tava livre de mim, mas eu vou passando o momento vergonha alheia, quero convidar vocês a fazer comigo a capela, a oração de São Francisco. Todo mundo conhece oração de São Francisco, não conhece? Vamos lá. Vamos lá, Senhor. Fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a união. Onde houver dúvida, que eu leve a fé. Mais forte. Onde houver erro, que eu leve à verdade. Onde houver desespero, que eu leve a esperança. Onde houver tristeza, que eu leve alegria. Onde houver trevas, que eu leve à luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais. Consolar que ser consolado. Compreender que ser compreendido, amar que ser amado. Pois é dando se recebe, é perdoando o que se é perdoado. que é morrendo que se vive para a vida eterna. A intenção foi só que todo mundo contribuísse paraa harmonização e já fizesse parte da prece que a gente vai continuar agora no momento de passe. Eu só vou dedilhar agora, eu prometo não interferir mais. Obrigada, Alessandra. Nós convidamos os nossos médiuns para que se posicionem e os demais companheiros que se sentirem confortáveis, que fechem os olhos e vamos buscar a figura do nosso amigo Jesus, nosso guia, nosso mestre, pra nossa tela mental. Vamos imaginar o querido amigo Jesus vindo em nossa direção com seu olhar doce e amoroso e suas vibrações nos envolvem acalmando

do nosso amigo Jesus, nosso guia, nosso mestre, pra nossa tela mental. Vamos imaginar o querido amigo Jesus vindo em nossa direção com seu olhar doce e amoroso e suas vibrações nos envolvem acalmando o nosso coração, a nossa mente. Roguemos aos bons espíritos, os amigos espirituais, que venham em socorro de cada um de nós nesse momento, derramando sobre nós as suas energias, nos analisando, sondando, apaziguando o nosso coração, fortalecendo a nossa fé e a nossa esperança. Façamos intimamente uma oração olhando nos olhos de Jesus. Ele nos conhece, sabe dos nossos sentimentos, das nossas carências, das nossas emoções e sabe do que necessitamos. E ele nos ensinou que pedíssemos, porque a todo aquele que pede é dado. Então, roguemos nesse momento, meus irmãos, a Jesus. O que viemos buscar na noite de hoje? o que tanto necessitamos. Pai nosso que estais nos céus, Agradecemos, Senhor, pelo teu evangelho maravilhoso e por tudo que foi oferecido na noite de hoje. Agradecemos pela oportunidade de chegar até uma casa de Jesus, onde é ensinado o teu evangelho. Agradecemos por toda a pleitos trabalhadores que aqui nos recebem com tanto amor, com tanto carinho, cuidando de cada um de nós. Agradecemos a Deus, nosso pai por toda a oportunidade que temos de aprender e crescer sempre. Rogamos, Senhor, pela nossa casa de oração, que seja sempre esse canto de amor, de paz, de aprendizado, o nosso refúgio diante de tanta turbulência que vivenciamos nos dias atuais. Rogamos, Senhor, que abençoe os nossos lares, os nossos familiares, que todos eles possam receber também nesse momento as melhores energias de cura, de paz e do teu amor. Agradecemos, Senhor, pela nossa cidade. que ela seja envolvida em tua luz, que o nosso país seja envolvido na tua paz e também, Senhor, todos os outros países e todo o mundo. Que sejamos todos nós envolvidos em harmonia e em paz, e que sigamos confiante no nosso mestre Jesus e no nosso Deus Pai, que nos promete que tudo ficará bem. e ficará em paz. Abençoa, Senhor, todos os nossos

mos todos nós envolvidos em harmonia e em paz, e que sigamos confiante no nosso mestre Jesus e no nosso Deus Pai, que nos promete que tudo ficará bem. e ficará em paz. Abençoa, Senhor, todos os nossos governantes. Que eles possam sentir, Senhor, no coração o teu amor, os envolvendo e os orientando sempre para o bem. E assim, felizes, Senhor, encerramos mais um trabalho na noite de hoje com um coração imensamente grato, com a nossa fé e a nossa esperança renovada em ti. Uma boa noite a todos. Vamos em paz com Jesus e que assim seja. Lembremos de tomar nossa aguinha fluidificada que tá aqui no canto. Vamos todos com Deus e em paz, levando daqui as melhores energias para todas as pessoas que encontrarmos pelo caminho, especialmente em nossos lares. E até a próxima quinta-feira.

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