Parábola do grão de mostarda
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อ Olho em tudo e sempre encontro a ti que estás nos céus, na terra onde de for em tudo que me acontece encontro teu amor, já não se pode mais deixar de crer no teu amor. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal. Olho em tudo e sempre encontro a ti. Estás nos céus, na terra onde for, em tudo que me acontece. se encontro o seu amor. Já não se pode mais deixar de crer no teu amor. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal. อ Toda vez que penso em Jesus, meu coração se assente no meu peito. Toda vez que sinto essa luz iluminando a minha mente, o meu corpo, pareço flutuar quando penso em Jesus. Eu sinto paz. Quando penso em Jesus, minha alma se perfuma numa doce vibração. Os meus pensamentos se transformam e eu sinto que dentro do coração vai entrando, vai surgindo um sentimento diferente, puro, me enchendo me elevando, transbordando todas as fronteiras. E o mundo inteiro é alegria, colorido como uma manhã de sol. Quase grito de tanta felicidade. Meu sorriso não demora a despontar. Quando penso em Jesus, eu sinto paz. Quando penso em Jesus, só quero amar. Ah. M. Deus está aqui nesse momento. Sua presença é real em meu viver. Entregue sua vida, seus problemas. Fale com Deus, ele vai ajudar você. Deus te trouxe aqui para aliviar o seu sofrimento. É ele o autor da fé, do princípio ao fim, em todos os seus momentos. E ainda se vier noites traiçoeira. Se a cruzar, o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. E ainda se vier noites traiçoeira. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. Seja qual for o seu problema, fale com Deus. Deus, ele vai ajudar você. Depois da dor vem alegria. Deus é amor,
r, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. Seja qual for o seu problema, fale com Deus. Deus, ele vai ajudar você. Depois da dor vem alegria. Deus é amor, não te deixará sofrer. Deus te trouxe aqui para aliviar. o seu sofrimento. É ele o autor da fé, do princípio ao fim, em todos seus momentos. E ainda se vier E ainda se vier fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. Gente, é uma curiosidade dessa música. é que muitas pessoas acreditam que ela seja uma música feita pelos católicos, que o padre Marcelo Ross gravou, mas essa música foi composta por um evangélico que o padre gostou muito e gravou. Então ficou uma música ecumênica. Aliás, música não tem religião, né? A gente, os religiosos, é que fala que a música é nossa. Então essa é uma música evangélica que se canta na Igreja Católica Evangélica e aqui no Centro. Essa outra música que eu vou cantar aqui é popular. E o homem sat falou que sentou com Renato Teixeira e fez a música, que ela é psicografada, então é música conhecida. Mas foi assim, segundo ele, o espírito desceu e fez a música. Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais. Hoje me sinto mais forte, mais feliz. Mas quem sabe eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei que nada sei. Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs. É preciso amor para poder pulsar. É preciso paz para poder sorrir. É preciso a chuva para florir. Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e tocando em frente como um velho boiadeiro levando a boiada. Eu vou tocando os dias pela longa estrada. Eu vou estrada. Eu sou conhecer as manhas e as manhãs. O sabor das massas e das maçãs. É preciso amor para poder pulsar. É preciso paz para poder sorrir. É preciso a chuva para florir. Todo mundo ama um dia, todo mundo chora. Um dia a gente chega, no outro vai embora. Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz. Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor
dia, todo mundo chora. Um dia a gente chega, no outro vai embora. Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz. Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs. É preciso amor para poder pulsar. É preciso paz para poder sorrir. É preciso a chuva para florir. Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais. Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz. เฮ Belo para mim é criança brincar, é ouvir mil canções numa concha de mar. É chuva caindo, é campo em flor. E acima de tudo é o amor, é o amor, é o amor belo para mim quando estou a sofrer. É nas trevas da alma. Eu começo a crescer, lembrar com alegria que além, muito além, à espera de mim, existe alguém, alguém, alguém E uma palavra tão linda, já quase esquecida, me fez recordar, contendo sete letrinhas e todas juntinhas. Se lê cativar, cativar um pouquinho da dor que alguém tem que levar cigou disse alguém. Laços fortes criou. Responsável tu és pelo que cativou num deserto tão só entre homens de bem. Vou tentar cativar viver perto de alguém. Vou tentar ativar, viver perto de alguém. Naquela tarde azul. Eu pude te sentir no monte Galileu. Teu chamado eu compreendi. Então meu coração de esperanças palpitou e uma alegria imensa me invadiu, me levantou. Cristo, estou aqui tão pequeninho a te seguir. Tomo a minha luz. Eu sou fermento do evangelho de Jesus. Naquela tarde azul, eu pude te sentir no monte Galileu. Teu chamado eu compreendi. Então meu coração de esperanças palpitou e uma alegria imensa me invadiu. me levantou. Cristo, estou aqui tão pequenininho, a te seguir. Tomo a minha luz. Eu sou fermento do evangelho de Jesus. Cristo, estou aqui tão pequenininho, a te seguir. Tomo a minha luz. Eu sou fermento do evangelho de Jesus. Um sentimento me ronda. Não sei dizer, tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e
Eu sou fermento do evangelho de Jesus. Um sentimento me ronda. Não sei dizer, tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me son, me conta do reino que espera. Não te ofereço, meu pran dores da alma que querás Eu vi. Um sentimento me ronda. Não sei dizer, tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito se tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço meu pranto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz teu falar me encantou que seguir. Sì. Muito obrigada, Nei, por nos encantar com a sua voz e com a sua música. Boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos a este auditório Bezerra de Menezes da nossa casa espírita Estudantes do Evangelho. Com a mesma alegria, nós recebemos os internautas que nos acompanham pelo YouTube. Nós temos um aviso para você, para fazer para vocês, na verdade, um convite. Vai haver um BAR denominado Brasar da Primavera nos dias 4 e 7 de setembro, a partir das 16:30. E a renda desse bazar, ela será revertida pra obra do berço, que é pra produção de enxovais das mãezinhas carentes. Vocês estão todos convidados. A nossa leitura de harmonização de hoje é uma mensagem de Emanuel do livro Vinhas de Luz, item 180, psicografia de Francisco Cândido Xavier, intitulada Depois. Depois, sobrevindo tribulação ou perseguição. Jesus, Marcos, capítulo 4, versículo 17. Toda a gente conhece a ciência de começar as boas obras. Aceita-se o braço de um benfeitor com exclamações de júbilo. Todavia, depois, quando desaparece a necessidade, cultiva-se a queixa descabida, no rumo da ingratidão declarada, afirmando-se: "Ele não é tão bom quanto parece". Inicia-se a missão de caridade com entusiasmo santo. Contudo, depois, ao surgirem os primeiros espinhos, proclama-se a falência da fé, gritando-se com toda força: "Não vale a pena".
om quanto parece". Inicia-se a missão de caridade com entusiasmo santo. Contudo, depois, ao surgirem os primeiros espinhos, proclama-se a falência da fé, gritando-se com toda força: "Não vale a pena". Empreende-se a jornada da virtude e aproveita-se o estímulo que o Senhor concede à alma através de mil recursos diferentes. Entretanto, depois, quando a disciplina e o sacrifício cobram o justo imposto devido à iluminação espiritual, clama-se com enfado. Sim, também não. Ajuda-se um companheiro da estrada com extremado carinho, adornando-se-lhe o coração de flores enciásticas por meio de elogios. No entanto, depois, se a nossa sementeira não corresponde à ternura exigente, abandonamo-lo aos aos azares da senda, asseverando com ênfase: "Não posso mais". Todos sabem principiar o ministério do bem. Poucos prosseguem na lede salvadora. raríssimos terminam a tarefa edificante. Entretanto, por outro lado, as perigosas realizações da perturbação e da sombra se concretizam com rapidez. Um companheiro começa a trair os seus compromissos divinos e efetua sem demora o que deseja. Outro seta, começa a plantação do desânimo e lesto, rápido os fins a que se propõem. Outro ainda inicia a discórdia e sem detença cria a harmonia, a desarmonia geral. Realmente é muito difícil perseverar no bem e sempre fácil atingir o mal. Todavia, depois, com essa leitura, eu convido vocês a fechar os olhos, a respirar profundamente, aquiietar os nossos pensamentos. Vamos procurar fazer uma conexão direta com o amor de Jesus. E, primeiramente, vamos lembrar de agradecer. A agradecer a oportunidade de estarmos vivos. Nós pedimos, Senhor Jesus, que nos dê direcionamento, sabedoria, para que possamos cumprir o nosso propósito, a nossa missão aqui na Terra, seja ela qual for, seja uma missão de paz, uma missão tão delicada, mas tão valorosa. Seja ela a missão de filho, o filho que acolhe, que ama e que aceita seus pais da maneira que eles são. A missão de amigo, uma missão tão importante de acolher aquele que precisa.
a, mas tão valorosa. Seja ela a missão de filho, o filho que acolhe, que ama e que aceita seus pais da maneira que eles são. A missão de amigo, uma missão tão importante de acolher aquele que precisa. que nós possamos ouvir a voz de Deus em cada segundo nosso dia. Que nós possamos estarmos sempre atentos à necessidade do outro, que possamos compreender que o servir e o amar são dádivas dadas por Deus. que possamos nos momentos difíceis nos conectar com o nosso anjo guardião e pedirmos a ele sabedoria e direcionamento para levarmos a nossa vida da melhor maneira possível. Que assim seja. Convidamos para estar conosco a palestrante Luciana Pinelli. Ela trará para nós o tema parábola do grão de mostarda. Luciana é médica infectologista e acupunturista, membro da Associação Médico Espírita de Goiás, AM e dos GECAL, Grupo Espírita Caminheiros da Luz. Luciana, que você tenha uma excelente palestra. Boa noite, >> aos visíveis e aos invisíveis. Essa casa nos acolhe com tanta ternura, acolhe vocês e me acolhe com tanta ternura que me causa uma comoção. E eu agradeço aos encarnados e a equipe de desencarnados que proporciona esse encantamento da alma. Me chamaram aqui hoje para poder falar sobre uma parte muito bonita do Evangelho que está registrado em três evangelhos. Mas eu vou citar o Evangelho de Mateus, está no capítulo 13. É a parábola do grão de mostarda. Outra parábola lhe propôs dizendo: "O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem pegou e semeou no seu campo, o qual é realmente a menor de todas as sementes, mas crescendo é a maior das hortaliças e faz-se uma árvore. De sorte que vem as aves do céu e se aninham nos seus ramos. Observe o tamanho dessa parábola, uma parábola de dois versículos. E eu fiquei encantada quando estava estudando para poder preparar essa palestra do tanto de lições que a gente consegue abstrair de dois versículos. Eu consegui separar para vocês sete lições e nós vamos a elas. Então, é importante a gente lembrar que essa parábola, ela faz parte de um conjunto
ões que a gente consegue abstrair de dois versículos. Eu consegui separar para vocês sete lições e nós vamos a elas. Então, é importante a gente lembrar que essa parábola, ela faz parte de um conjunto de parábolas, de sete parábolas do reino. São conhecidas assim, sete parábolas do reino, em que Jesus começa a falar sobre o que é o reino dos céus. E é interessante a gente entender que na época de Jesus, essa questão de reino dos céus ou reino de Deus não era uma coisa dita nas escrituras. Ninguém sabia o que que era isso. Jesus que iniciou essa ideia do reino dos céus. Lá no livro Boa Nova, no capítulo 3, tem uma passagem que conta que Jesus estava em Jerusalém como um peregrino. E aí alguns sacerdotes que estavam por ali meio à toa, ociosos, intervém com Jesus curiosos com aquele Galileu ali. Eh, e aí ele conta que Jesus fala que ele está ali para edificar o reino de Deus no coração dos homens. Aí ele é tratado com um pouco de ironia, mas ele reforça que nenhum mármore existe mais puro e mais formoso do que o sentimento. E nenhum cinzel é superior ao da boa vontade. Porque o sacerdote não estava entendendo o que que era o reino de Deus, que que era o reino dos céus. E na verdade depois de 2000 anos, meio que a gente ainda tá rateando nesse conceito, né? Então, naquela época não se sabia direito o que que era. E o sacerdote naquele momento, ele não estava querendo eh conhecer o que seria isso. Ele queria ironizar. Mas o Humberto de Campos mostra isso pra gente. Ele já diz ali na introdução, olha, o reino de Deus é uma obra divina no coração dos homens, uma obra divina no coração. E a matériapra mais pura do que o mármore é o sentimento. E qual é o cinzel que pode ser usado? A boa vontade. Ele começou por aí. E lá nessas sete parábolas do reino, ele começa com aquela parábola muito conhecida, todos aqui conhecem, a parábola do semeador. Lembra da parábola do semeador? E o semeador saiu a semear. E aí ele joga uma parte da semente, cai pelo caminho e aí as aves levam. Aí uma
uito conhecida, todos aqui conhecem, a parábola do semeador. Lembra da parábola do semeador? E o semeador saiu a semear. E aí ele joga uma parte da semente, cai pelo caminho e aí as aves levam. Aí uma parte do da semente cai em solo pedregoso, não tem muita terra, logo a raiz é queimada e morre. Alguns cai num solo legal, mas tem espinheiros, são sufocados pelos espinheiros. E uma parte da semente cai em terra boa e dá 30 por um, 60 por um 100 por um. Essa é a primeira parábola, é a que abre a sequência de parábolas. Depois vem seis parábolas que começam assim: o reino dos céus é semelhante a. E aí ele fala uma parábola, tem a parábola do semeador, é a primeira. Aí vem do joio do trigo, que vocês conhecem também, semeia trigo e aí vem o inimigo semeia o joio e aí o agricultor fala: "Não, espera, não vai tirar o joio agora, não, deixa crescer". E aí no final da colheta a gente vai separar, vai jogar o jogo fora e queimar, vai ficar com trigo. Depois ele conta a parábola do grão de mostarda, que é o que nós vamos trabalhar hoje. Depois ele conta a parábola do fermento, que o reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher coloca na massa e leveda toda a massa. Depois ele conta que a, o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido que um homem acha num campo. Acha o tesouro, enterra ele de novo, vai lá, vende o que tem e compra o campo, porque ele entende que aquele tesouro é precioso. Aí ele contou outra parábola, que o reino dos céus é semelhante a uma pérola de alto valor. E aí esse cara encontra essa pérola, vai lá, vende tudo que tem e compra a pérola, porque ele entende que a pérola é o que há de mais importante. E por último, ele conta a parábola da rede, que o reino dos céus é semelhante a uma rede que jogada no mar recolhe os peixes e quando chega na praça separa o que é peixe ruim joga fora. Que é lixo, tal joga fora. E o que é peixe bom a gente recolhe. Então ele conta essas seis parábolas na sequência do semeador. São sete parábolas, portanto, cada uma diferente uma da
e ruim joga fora. Que é lixo, tal joga fora. E o que é peixe bom a gente recolhe. Então ele conta essas seis parábolas na sequência do semeador. São sete parábolas, portanto, cada uma diferente uma da outra. Concorda que é tudo diferente? Uma é fermento, a outra é joia e trigo, uma é peixe, todas, uma é pérola, todas diferentes, mas falam de uma mesma coisa. Todas falam de uma mesma coisa. A palavra do semeador tá falando de uma semente que caiu na terra, dentro da terra. Depois vem a parábola do joio do trigo, que foi plantado dentro da terra. Depois vem o grão de mostarda que é colocado dentro da terra. Aí depois vem a do fermento que é colocado dentro da massa. Depois vem o tesouro escondido que tá dentro do campo. A pérola tá dentro da ostra e os peixes estão dentro do mar. Tá tudo dentro. Dentro dentro. Sete vezes dentro. E a gente fica pensando que o reino dos céus está fora. A gente criou nesses 2000 anos um monte de ritual para poder colocar o reino de Deus do lado de fora. Quando na verdade a primeira lição que faz parte na verdade de todas elas e o grão de mostarda tá nela, é a de interiorização. O reino dos céus está dentro de nós, é no interior, é aqui dentro. que Jesus pode construir ou que nós podemos edificar o reino de Deus é interno. É a primeira lição. Aí ele diz assim, e é interessante, desculpa, vou voltar. É interessante porque quando ele fala as parábolas, as parábolas são diferentes porque ele tenta usar do dia a dia daquelas pessoas tentando fazer tentando, tentando eh trazer uma representatividade. Então ele fala pro mercador quando tá falando da pérola, ele fala pro agricultor quando fala do joio do trigo, ele fala pra mulher quando ela tá falando do fermento, ele fala do pro pescador quando ele fala da rede. Então ele coloca várias parábolas para que cada um se identificasse ali dentro, ficasse fácil para todo mundo. Olha que didático, olha que pedagógico, né? Segunda lição. O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda. Tá bom? O que que é o grão de mostarda? É uma
e ali dentro, ficasse fácil para todo mundo. Olha que didático, olha que pedagógico, né? Segunda lição. O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda. Tá bom? O que que é o grão de mostarda? É uma metáfora. O que é o grão de mostarda? O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda. Ok. Bom, tem um capítulo do livro eh O problema do Ser, do destino e da dor do Leão Deni, que é assim, a primeira parte é o problema do ser, a segunda parte é o problema eh do destino e a terceira parte é as potências da alma. Então ele vai trazer ali pra gente as potências da alma. Ele fala de várias coisas. E esse grão de mostarda tem a ver com isso, com as nossas potências. Que que Jesus ensinou pra gente? O que que tá recheado? Jesus ensinou: "Amai a Deus sobre todas as coisas. Amar a criação, amar a terra, a nossa mãe terra. Amar os animais, amar ao próximo como a si mesmo, o amor, o fazer ao outro aquilo que a gente quer que faça para nós. Ele ensinou a fé, ele ensinou a esperança, ensinou a caridade, deu exemplos de tudo isso de humildade. Ele ensinou perdão. Não existe a ideia de cristão sem a ideia de perdão. Fala a verdade, a gente carrega umas pendências aí, né? Estamos precisando dar uma perdoada e a gente tá carregando esses problemas aí com a gente. Misericórdia. Ele falou sobre o trabalho, ele falou sobre justiça, falou sobre bondade, falou sobre altruísmo. Todas essas potências, ele falou de quando vê o consolador prometido, a gente tem na doutrina espírita outras mensagens importantes. Ele falou o espírito de verdade, no capítulo eh Cristo Consolador, o advento do Espírito de verdade, ele fala: "Amai-vos e instruí-vos. Vamos estudar e vamos nos amar". Ele fala sobre a abnegação, ele fala sobre o devotamento. E Jesus, que é o nosso guia e modelo, tá na questão 625, livro dos espíritos, ou seja, ele é guia porque ele nos ensina, então a gente segue os ensinamentos dele e ele é modelo porque ele dá exemplos e a gente copia os exemplos dele. Então, é disso que nós estamos falando,
tos, ou seja, ele é guia porque ele nos ensina, então a gente segue os ensinamentos dele e ele é modelo porque ele dá exemplos e a gente copia os exemplos dele. Então, é disso que nós estamos falando, dessas virtudes, dessas potências da alma. O reino de Deus é como o grão de mostarda. E ele vai falar mais do qu mostarda. Mas o que nós estamos falando? Estamos falando dessas potências, dessas virtudes. O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem pegou e semeou. Terceira lição. A primeira é que tá dentro de nós. A segunda é do que que ele tá falando? Tá falando dessas virtudes importantes. A terceira, o homem pegou e semeou. É intencional. É intencional. Não caiu do nada uma semente por ali. O homem pegou. Nós precisamos dessa intencionalidade. A gente precisa querer. A gente precisa ter uma, tem uma frase de um cientista famoso que é assim: "Existe uma força motriz mais forte que o vapor, a eletricidade e a energia atômica". É a vontade. Foi Einstein que falou isso. É a vontade. Então a terceira lição é que eu tenho que pegar essa semente intencionalmente e semear. Eu pego pela vontade. Eu preciso ter essa vontade. No capítulo Fora da caridade não há salvação do Evangelho Segundo o Espiritismo, tem uma mensagem, instrução dos espíritos. A única mensagem de instrução dos espíritos que tem lá, que é Paulo, apóstolo, que escreve. E ele fala assim: "Para você eh não fazer o para você não fazer o mal, basta você ficar quieto, basta a inércia e a despreocupação. Você não faz o mal, mas para fazer o bem você precisa de vontade. Olha que legal! E a gente aprende na doutrina espírita que não basta não fazer o mal, eu preciso fazer o bem. Não é isso? Doutrina espírita ensina isso pra gente. Eu preciso ser ativo e eu preciso ter essa vontade ativa para fazer o bem. Então, não basta não fazer o mal, eu preciso fazer o bem. E para fazer o bem é necessário a vontade. Leon Denis lá nesse livro que eu comentei com vocês, ele diz que pra gente mobilizar essas potências
ntão, não basta não fazer o mal, eu preciso fazer o bem. E para fazer o bem é necessário a vontade. Leon Denis lá nesse livro que eu comentei com vocês, ele diz que pra gente mobilizar essas potências internas, a gente precisa do exercício vigoroso e tenaz vontade. A gente precisa dela. E a vontade ela pode direcionar o nosso pensamento para as ações sublimes. E ele comenta o seguinte: "Porque o nosso pensamento, gente, ele é uma bagunça o tempo inteiro. Nosso pensamento tem uma mobilidade e uma inconstância. Presta atenção no que que a gente andou pensando hoje o dia inteiro. Por algum momento a gente se concentrou em alguma coisa? E quanto tempo durou essa concentração? Se a gente tiver ficado concentrado há algum tempo, foi pouco. Na maior parte da nossa vida, a gente tá desconcentrado e o nosso pensamento tá voando e batendo cabeça para tudo quanto é lado. A gente não tem uma tenacidade em uma concentração em algo deliberadamente determinado. E o Leon Deni fala: "Pela vontade tenazis e persistente, você pode direcionar o seu pensamento para coisas nobres, ideais nobilitantes." E isso sim, essa força de vontade consegue desenvolver as potencialidades da sua alma. Hum. Vontade. Então, uma coisa interessante, na questão 90 do livro dos espíritos, tem uma pergunta que ela sempre incomoda os espíritas quando a gente passa por lá. Eles perguntam assim: "É possível eh o homem eh domar as suas más inclinações?" E aí ele fala assim: "Sim". E normalmente com os esforços insignificantes, o que lhes falta é vontade. Poxa, gente, a gente tá aqui tentando ser um pouquinho melhor. É tão custoso, é tão difícil. Eu não consigo perdoar, mas não consigo fazer o bem, não consigo ser misericordioso, não consigo trabalhar direito, me sobra preguiça, me falta dedicação. É um trem tão custoso. Aí vem os espíritos e falam assim: "Poxa, esforços insignificantes vocês poderiam domar as más inclinações. O que falta é vontade, porque vontade é energia mais poderosa que a energia atômica. Nos falta vontade."
píritos e falam assim: "Poxa, esforços insignificantes vocês poderiam domar as más inclinações. O que falta é vontade, porque vontade é energia mais poderosa que a energia atômica. Nos falta vontade." Lascou. Aí tem a 919. 919 pergunta assim: "Então tá, me dá um meio prático, me dá uma receita de bolo, porque já naquela época de Kardec, Kardec já sabia que a coisa era difícil. Me dá uma receita de bolo aí". Aí respondem para ele: "Um sábio da antiguidade já te disse: "Conhece-te a ti mesmo". Lascou de novo. Aí Santo Agostinho da 919A fala assim: "Faz um exercício de meditação no final de cada dia. No final do dia você para e pensa assim: "Que que eu fiz de bom? Que que eu fiz de ruim? O que eu fiz de ruim? Dá para consertar? Não dá. Que que você pode amanhã tentar fazer melhor, né? Então, a cada dia de noite parar e pensar o que que você fez e tentar fazer no novo dia algo diferente. É uma coisa interessante, né? Uma análise, uma análise. E aí, eh, a gente pode no decorrer hoje, por exemplo, quando a gente for chegar à noite, a gente pode pensar o que que a gente fez, que não foi tão bom, né? Tem umas coisas que de vez em quando a gente escuta, que a gente de vez em quando fala, não é que escuta, não, é que a gente fala, né? Quando acontece alguma coisa, um desafio assim um pouco mais importante, às vezes a gente, nossa, desculpa aí, eu agi por impulso, não é verdade? A gente faz uma besteira, a gente faz uma besteira. A gente é grosseiro, a gente fala alto, a gente fala: "Desculpa, eu a impulso." O que que é o impulso? Vou dar um exemplo simples. Você tá com uma xícara de café na sua mão, alguém esbarra em você, você derruba café. Por que que você derrubou o café? Porque alguém esbarrou em você. É óbvio, não é? Mas tem uma segunda interpretação para você fazer isso. Você derrubou café porque era café o que você tinha na xícara. Se fosse água, teria derrubado água. Sacaram? Então, o danado do impulso que você culpa o impulso. Desculpa eu agir por impulso. É igual o espírito tá botando
rque era café o que você tinha na xícara. Se fosse água, teria derrubado água. Sacaram? Então, o danado do impulso que você culpa o impulso. Desculpa eu agir por impulso. É igual o espírito tá botando culpa no encosto. Desculpa, eu tô obsediado. Tô até fazendo tratamento no centro. Ah, tô resentando resolver esse problema. A gente bota a culpa no terceiro. O impulso virou o terceiro. O impulso é o café que tá dentro da sua xícara. Alguém esbarrou, que que vai cair? O café. E o café é quente. Quem te mancha a roupa. Não tem nada contra café, tá gente? Adoro café. Agora, se você tivesse água, a água só refresca, não mancha nem nada. Beleza? Então assim, tudo bem, gente, eu gosto de café, tá? Mas vamos fazer só nessa analogia. A gente pode pensar assim, vamos tentar trocar esse café por água, porque na hora do esbarrão o que eu vou derrubar vai ser água, não vai ser café. E é na hora do esbarrão que a gente se testa, é na hora do desafio, é na hora da prova, é na hora do do que era súbito. Você é testado nessa hora. Ah, mas o cara me deu uma fechada no trânsito que eu vou te falar, viu? Não vi a hora que eu abri ali, fiz um xingamento, né? E fez mesmo. Pera aí. Então era café que você tinha e quente e quando ele cai, ele cai primeiro em você. Pode ser que respinga um pouquinho no outro, mas ele queima mais é a gente, né? Então essa é a ideia. Chega no final do dia e pensa quanto café se derrubou e amanhã tenta trocar por água. Vamos fazer esse exercício. Esse exercício é de Santo Agostinho, não do café, né? é a da reflexão. Eh, a Joana de Angeles no livro Plenitude, ela fala assim pra gente, pra gente se ver livro do sofrimento. E é legal porque assim, a ideia do a gente quer, a gente esquece se ver livro do sofrimento, né, gente? Ninguém gosta de sofrer, fala certo, ninguém gosta de sofrer. Mas o Leon Deni fala que o sofrimento é uma lei de equilíbrio e educação. Porque quando a gente faz excessos num campo ou no outro, seja no campo físico ou no campo moral, a gente
uém gosta de sofrer. Mas o Leon Deni fala que o sofrimento é uma lei de equilíbrio e educação. Porque quando a gente faz excessos num campo ou no outro, seja no campo físico ou no campo moral, a gente sofre. E como a gente não gosta de sofrer, a gente tem a tendência de tentar não repetir aquilo. Assim, tudo bem, de vez em quando a gente demora 2000 anos, 3.000 anos para poder escutar Jesus, mas tudo bem, né? Então a gente tem a tendência, ou pelo menos deveria ter de não repetir aquilo, né? Então ela fala assim: "Para você parar de sofrer, eh, ou seja, para você desenvolver as potências da sua alma e ficar imune a esse sofrimento, você tem que educar o pensamento, direcionar a sua vontade para educar o pensamento. Você tem que disciplinar seus hábitos. Quais são os nossos hábitos? Onde é que nós vamos, o que que nós andamos fazendo dia a dia, todos os dias, né? Como é que são os nossos hábitos? E segurança nas metas. Se a gente não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve. Mas a gente precisa saber onde a gente quer chegar. E a doutrina espírita nos esclarece, diz André Luiz, que com duas semanas de ensino espírita você já sabe assim demais o que que você precisa fazer. Só duas semanas. Tem quanto tempo que a gente anda estudando a doutrina espírita? É a doutrina de Cristo. Quanto tempo, né, nessa encarnação? Bom, então essa eh é uma lição. E Joana de Angeles dá outra dica também. Ela fala para você conseguir essas coisas. Tá difícil, né? Tá difícil. A gente já pegou a dica do Santo Agostinho, mas me dá mais dica aí porque parece que aí é pouco. Aí ela diz assim: "Faz oração". André Luiz fala que a oração ela não é só um disco de repetição, ela não é só uma manifestação de reverência religiosa, é na verdade o acesso a mananciais de divino poder. André Luiz fala isso. Quer dizer, quando a gente entra em oração, quando a gente consegue entrar em sintonia com o alto, concentrar a nossa vontade no pensamento ligado ao alto, a gente consegue buscar mananciais de
isso. Quer dizer, quando a gente entra em oração, quando a gente consegue entrar em sintonia com o alto, concentrar a nossa vontade no pensamento ligado ao alto, a gente consegue buscar mananciais de divino poder. Olha que lindo. E pela meditação eu posso entrar em contato com o ser mais precioso da minha existência, que sou eu mesma. Pela meditação, a gente pode tentar olhar com ternura pra gente, pros nossos erros e pros nossos acertos. Fazer amizade com a gente. A gente precisa fazer amizade com esse cara, com essa pessoa que é você, não é? Então, pela meditação, a gente consegue isso e aí a gente consegue pela intencionalidade desenvolver essas potências da alma. Então, primeira lição é interior. Segunda lição, a semente de grão de mostarda tem a ver com as potências da nossa alma. A terceira lição, intencionalidade. E qual é a quarta lição? O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem pegou e semeou no seu campo. Não foi em um campo qualquer, não foi no campo do vizinho, foi no seu campo. Tudo bem. A gente aprende com exemplo e com os ensinos de Jesus. A gente aprende com os ensinos daqueles que descenderam deles. A gente aprende com a ciência do homem. A gente aprende um com os outros. Mas é extremamente complicado a gente querer convencer o outro de uma coisa que você não é. Convicção não se impõe. O que essa parábola tá dizendo pra gente é que a gente precisa fazer essa transformação em nós. Essa transformação contamina o outro. Mas é em nós a ação, a intencionalidade, a vontade é para que eu semeie essa semente no meu campo. Ela vai entrar aqui no meu campo. André Luiz diz que educação é uma coisa que a gente coloca de fora para dentro, mas renovação, que é aquela que se traduz por transformação verdadeira, essa é de dentro para fora. Então nós precisamos fazer o nosso caminho, o nosso caminho de desenvolvimento, a nossa jornada de autodescobrimento, mas é a gente que tem que fazer aqui dentro. E a nossa transformação vai sim chamar a atenção
recisamos fazer o nosso caminho, o nosso caminho de desenvolvimento, a nossa jornada de autodescobrimento, mas é a gente que tem que fazer aqui dentro. E a nossa transformação vai sim chamar a atenção daqueles que estão aos nossos olhos, que vai dizer: "Uai, você tá tão diferente, que que aconteceu?" Andei lendo uns livros aí, assistindo umas palestras, vendo umas lives e aí eu resolvi fazer uma tal de reforma íntima e aí eu tô um pouco mais tranquilo na minha vida. Você era tão ansioso, era tão nervoso, agora você não briga com mais ninguém, que que você anda lendo? É lógico que o que a gente faz modifica um ambiente ao nosso redor, mas essa ação, ela tem que ser cobrada de nós para nós mesmos. Então essa é a quarta lição. E Leon Denis fala interessante uma coisa assim, quando ele tá falando das potências da alma, ele fala que a gente vai desenvolvendo eh ao mesmo tempo a liberdade e a responsabilidade. Quando ele fala de liberdade, tá falando de livre arbítrio, ele tá falando das escolhas, que a gente vai no decorrer da nossa existência fazendo escolhas. E à medida que a gente faz escolhas, a gente também vai aumentando nossa responsabilidade. Por quê? Porque a responsabilidade é aquilo que nos dá a dignidade e a moralidade. Porque à medida que a gente vai escolhendo coisas e às vezes a gente escolhe errado, a gente é julgado pela própria consciência que nos entrega de bandejo remorço. A dor, a culpa. E isso é legal, gente. A dor, a culpa. Olha uma visão interessante, uma interpretação interessante sobre a culpa e o remorço. Você percebe que errou. Bem-aventurados aflitos. Eu tenho remorço, eu tenho dor, eu tenho sofrimento. Bem-aventurado você que percebeu que errou. Imagina aquele que não saca que errou. Ele vai ter que viver de uma outra forma para entender que aquela ação é ruim. E normalmente é pela dor. Você causou dano a alguém, percebeu que tava errado e tem remorço. Esse remorço te coloca na linha a responsabilidade. O seu, a sua responsabilidade junto com o
ação é ruim. E normalmente é pela dor. Você causou dano a alguém, percebeu que tava errado e tem remorço. Esse remorço te coloca na linha a responsabilidade. O seu, a sua responsabilidade junto com o seu livre arbítrio, vai ali nessa, nessa linha te levando para o desenvolvimento das potências da alma, fazendo a nossa reforma índia, fazendo a nossa progressão. E ele fala interessante que assim, o progresso de um povo, ele tem a ver com o desenvolvimento desse livre arbítrio, dessa responsabilidade no indivíduo e na coletividade. Se cada um de nós vai desenvolvendo esse livre arbítrio e essa responsabilidade, nós vamos ficando melhores. Aí o coleguinha de quarto, né, marido, esposa, os filhos, pai e mãe, começa a se modificar também. o coleguinha de trabalho também vai se modificando e aí a sociedade vai se modificando e ao longo do tempo a gente percebe a evolução e o progresso das coletividades. Essa primeira lição é interior. A segunda são as potências da alma que nós estamos falando. A terceira eu preciso de vontade, de intencionalidade para poder mudar. E qual é o campo? O meu campo é individual. Qual seria a quinta lição? O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem pegou e semeou no seu campo, o que é realmente a menor de todas as sementes, mas crescendo é a maior das hortaliças. crescendo. Qualquer um que já plantou alguma coisa, que seja o feijãozinho no algodão do copo, naquela tarefa de ciência da criança, sabe que para crescer precisa de tempo. Tudo precisa de tempo. Nós sabemos pela doutrina espírita que nós somos criados simples e ignorantes e que nós somos fadados à evolução. Nós somos fadados a sermos em um dia espíritos puros. A gente sabe isso pela doutrina espírita, mas a gente precisa de tempo para aprender as coisas. Cada uma dessas lições do mestre, cada coisa que a gente tem que desenvolver, a gente precisa de tempo. Uma pessoa precisa de um tempo para ser gentil, um tempo para poder aprender a perdoar, um tempo para poder ter a habilidade de cuidar de alguém. A
gente tem que desenvolver, a gente precisa de tempo. Uma pessoa precisa de um tempo para ser gentil, um tempo para poder aprender a perdoar, um tempo para poder ter a habilidade de cuidar de alguém. A gente precisa de tempo e cada um tem o seu tempo. E cada um tem o seu tempo para cada uma dessas sementes. E é interessante que essa lição, essa lição da da parábola que tem a ver com o tempo, ela tem o o potencial de nos ensinar o perdão. Porque se eu compreendo que cada um tem o tempo para desenvolver aquela habilidade e que eu também tenho um tempo e que é diferente de cada um, cada um teve oportunidades, vivências, experiências diferentes. Eu estou num desenvolvimento de algo diferente do que o o meu colega, o meu irmão, eu consigo entender que ele errou porque tá numa fase de aprendizado. Isso facilita o perdão. E isso facilita o auto perdão. Quando eu entendo que eu preciso de tempo para que essas sementes sejam germinadas e que se transformem na maior de todas as hortaliças, eh, na maior ela, ele ele fala de árvore, ele cita a palavra árvore, apesar de não ser realmente uma árvore, mas para se tornar uma árvore, uma semente, se tornar uma árvore, eu preciso de tempo. Se eu compreendo, se eu vivo essa mensagem, eu consigo perdoar o meu colega que ainda não consegue ser gentil. consigo perdoar porque eu também não consigo ser muitas coisas que ele já consegue. Então essa é uma outra lição. A gente precisa de tempo para cada um disso. E aí vem a sexta lição. O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem pegou e semeou no seu campo. O qual é realmente a menor de todas as sementes, mas crescendo é a maior das hortaliças. E faz-se uma árvore de sorte que vem as aves do céu e aninham nos seus ramos. A gente consegue saber qual é o nosso destino. Podemos ter uma semente de mostarda. Gente, quem já viu uma semente de mostarda? É menor que uma pimenta do reino. É tamanho de um gilim, mais ou menos, super pequena. E ela vira uma árvore grande do tamanho de um de um
ente de mostarda. Gente, quem já viu uma semente de mostarda? É menor que uma pimenta do reino. É tamanho de um gilim, mais ou menos, super pequena. E ela vira uma árvore grande do tamanho de um de um homem montado no cavalo. Tem essa associação no dicionário. Eh, então ela fica grande, né? Então, se eu sei qual é o meu destino, a coisa pode facilitar. E ela pode facilitar num sentido muito interessante, no sentido da fé. Porque a fé é a certeza da nossa destinação futura. Tá lá no Evangelho Segundo Espiritismo. A certeza de qual é o meu destino. Isso me dá a fé. A gente tem no livro dos espíritos, né, a partir da questão 100, tem lá uma escala espírita, começa de espíritos impuros, a 10ª classe, e vai até a primeira classe, que é espírito puro. A gente sabe que um dia a gente vai ser espírito puro. A gente tá numa caminhada, precisa de tempo, mas a gente vai chegar lá. Algumas denominações religiosas consideram que nós somos imortais. Imortais porque nós tivemos começo, nós não somos eternos, né? Eterno só Deus. Mas algumas denominações religiosas concordam conosco. Nós somos imortais eh eh imortais. A gente teve começo, mas a gente não tem fim. Mas algumas delas nos colocam num destino muito ruim. Você pode ir para o inferno, Ades, Geena, o nome que quiser dar. Isso é muito ruim, porque é pro resto da eternidade. Ou você vai para um céu ocioso, não sei, mas existe essa eternidade de uma pena. A doutrina espírita nos fala que não é assim. Nós somos eternos e destinados à felicidade. O nosso futuro é glorioso. O que que muda? O que que muda no nosso dia a dia? O que que vai mudar hoje à noite quando a gente chegar em casa ou durante a semana que começa amanhã, semana de trabalho, de estudo, o que que muda? Se eu não apenas sei, mas se eu refletir sobre isso, se eu senti isso e se eu estou vivendo a ideia de que eu sou um ser imortal destinado à perfeição, destinada a ser feliz. Você jura que você vai encrencar com essas coisas pequenas que a gente encrenca todo dia?
isso e se eu estou vivendo a ideia de que eu sou um ser imortal destinado à perfeição, destinada a ser feliz. Você jura que você vai encrencar com essas coisas pequenas que a gente encrenca todo dia? Jura? Tem muita coisa que é tormento voluntário. A gente cria confusão e sofre porque a gente criou agora. A gente fica achando que é coisa do passado, não é nada, é você que é encrenqueiro. Então tem muita coisa que a gente perde noção porque a gente esquece, porque nós já sabemos. Nós aqui domingo à noite na fé Ego, eu tenho certeza que todo mundo aqui já sabe. Conhecimento é uma coisa, a gente já sabe que somos seres imortais, que nós, que a morte não existe, que a morte é só uma transformação, que a gente passa de uma dimensão para outra, que a gente continua existindo, que morre é o corpo físico. Nós sabemos disso. Aí no livro A Renúncia fala que a mensagem de Jesus precisa ser conhecida. Nós conhecemos, ela precisa ser refletida. Refletida a gente faz nos estudos. Eu tô tentando fazer essa reflexão com vocês, mas ela precisa também ser sentida e depois precisa ser vivida. O que que muda se eu viver essa perspectiva? Sou um ser imortal que hoje está como Luciana, que hoje está numa pele parda, que hoje usa óculos, que hoje tem o tal ou qual o problema de saúde? O que que muda que eu hoje eu apenas estou nessa situação e que eu estive em outra situação, em outra personagem, em outro ator numa vida passada e que estarei em outras experiências na vida futura. Isso muda tudo completamente. Se chega uma doença, se chega um desafio, se chega um desafeto, muda completamente. Então essa ideia da destinação futura, do destino que a gente tem, é a sexta lição dessa parábola. E ela consegue fazer a gente perceber o desenvolvimento da fé. Existe a mostarda como fé numa outra passagem de Jesus. Vocês se lembram quando os discípulos são chamados para poder tratar o filho de um homem que pede porque tava possesso, não consegue. E aí eles perguntam: "Jesus, por que que a gente não conseguiu?" Ele
cês se lembram quando os discípulos são chamados para poder tratar o filho de um homem que pede porque tava possesso, não consegue. E aí eles perguntam: "Jesus, por que que a gente não conseguiu?" Ele fala: "Por falta de fé". Na verdade, se vocês tivessem a fé como grão de mostarda, iam falar para mover essa montanha daqui para ali, ela se moveria. Lembra dessa parte na tradução do grego para o português diretamente? Não é do tamanho de uma mostarda, é como uma mostarda. Então, se eu tivesse a fé como uma mostarda, ele diz assim pra gente: "A fé também é uma potência da alma, também precisa ser desenvolvida. A gente também precisa adubar essa queridinha nossa que se chama fé". O Emanuel fala assim: "A árvore da fé viva não cresce miraculosamente no coração dos homens. Ela também precisa de tempo. A fé precisa de tempo. E aí tem uma frase que é bem bonita, que é assim: A fé é o galardão é recompensa. É recompensa que Deus reserva aos que se credenciam a obra do bem. A fé é o galardão que Deus reserva aos que se credenciam a obra do bem. É a recompensa. A fé é recompensa. É como se fosse uma paga. Você faz o bem e eu te dou a fé. E aí a ciência humana agora começa a provar de uma outra forma. Quando você faz o bem, a ciência mostrou isso, você faz o bem, você libera um neurotransmissor que chama oxitocina. A ositocina dá uma bagunçada no seu cérebro. Você gosta daquilo e você gosta daquilo e você fica mais otimista, você fica com o melhor humor, você fica mais feliz, tem mais alegria e você tem mais fé. Fé no homem, fé na vida, fé nos outros. Então, fazer o bem é o galardão que Deus dá àquele que faz o bem. e ao desenvolvimento também é uma lição. Então, essa ideia da do destino futuro nosso que dá a ideia dessa dessa dessa parábola, ela nos coloca como como resultado a fé, o desenvolvimento da fé. E uma das estratégias é a caridade. E a caridade, como é que é a caridade? Como é que é a caridade como entendia Jesus? Lá na na no livro dos espíritos diz que a caridade, como entendia de Jesus, era
E uma das estratégias é a caridade. E a caridade, como é que é a caridade? Como é que é a caridade como entendia Jesus? Lá na na no livro dos espíritos diz que a caridade, como entendia de Jesus, era benevolência para com todos. E eu já sei que para fazer o bem eu preciso de vontade, benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas, não é? Então, se eu executo isso, eu consigo desenvolver a fé. Ah, mas não é essa caridade, é, mas é o galardão que Deus dá aquele que faz o bem, não é bom? E a gente tem, então, são seis lições até agora. E qual seria a sétima lição? A sétima lição é uma reflexão, porque se a gente olha agora a parábola como um todo, a gente percebe que tem semente sendo jogada por aí e a gente pode pegar essa semente e plantar dentro do nosso coração. E a gente joga sementes porque a gente, Emmanuel, fala que a nossa massa de imperfeições é inaquilatável. Adoro Emuel, ele fala umas coisas que a gente tem que traduzir, né? inaquilatável, tipo assim, é grande para Dedel, né? A nossa massa de imperfeições é enorme, mas também somos luz. Nós já somos luz, gente. Fala sério, domingo, 6 horas da tarde, você vem pra palestra no Centro Espírita, a gente já tem muita coisa boa dentro de nós e a gente tá buscando um pouco mais, a gente quer mais. A gente já bebeu dessa fonte e a gente quer mais, a gente quer ser melhor. Pensa, né? A gente tá nessa busca, a gente quer, então a gente tem algo a doar, a gente tem já galhos para poder abrigar as aves do céu. Na hora que você for fazer a meditação hoje, dá uma olhada com ternura para dentro de você. Quais são as galhadas que você já dá? O que que você já é capaz de abrigar sobre os seus galhos? Você consegue cuidar de alguém? Você consegue dormir à noite no hospital cuidando de alguém? Acho isso tão lindo, gente, que eu sou incapaz de fazer isso. Eu eu tenho muito sono, né? E tem pessoas que conseguem passar a noite cuidando de alguém, com devoção, com amor. Você consegue fazer isso? Você já tem
lindo, gente, que eu sou incapaz de fazer isso. Eu eu tenho muito sono, né? E tem pessoas que conseguem passar a noite cuidando de alguém, com devoção, com amor. Você consegue fazer isso? Você já tem uma galhada enorme. Você consegue ser gentil numa hora difícil? No trabalho é sempre uma confusão. Você consegue sempre falar baixo, você consegue não levantar a voz. É uma baita de uma galhada. Você tem galhos que consegue. Algum amigo chega para você e fala assim: "Nossa, tô precisando de uma ajuda. Você pode me ouvir? Você tem bons ouvidos? Dá uma olhada com ternura para esse eu hoje à noite, vê os galhos que você já tem e com honestidade, com tranquilidade, com transparência, com lucidez. Olha também para sementes que ainda não brotaram. Olha para aquelas pessoas que você se abriga nas galhadas delas. E o que que falta em você para conseguir desenvolver o que ela já desenvolveu? Pensa e tenta desenvolver. Ah, mas eu sou espírita. Eu tenho reencarnações e reencarnações para frente. Eu tenho é muito tempo. Perdoar é para você. Já ouviram isso? Perdoar é para Jesus. Vou deixar paraa próxima porque é muito difícil perdoar esse cara. Vocês já ouviram isso ou já falaram isso, né? Não, já, né? Só que aí qual que é o problema? Nessa encarnação temos família, temos casa, temos roupa limpa para vestir, temos comida e temos a doutrina dos antigos chamada doutrina secreta guardada em livros ali na livraria. Você pode chegar ali e pegar a doutrina secreta que no passado era coisa esotérica, que era coisa só de iniciados, que era difícil entrar, que ninguém sabia o que que rolava dentro daquelas esfinges lá do Egito. Era doutrina secreta. Hoje tá ali na livraria, você pode pegar na internet, PDF. Vocês acham na próxima encarnação nós vamos ter tudo isso? Gente, a hora é agora. Olha que oportunidade que nós temos. Temos família, casa, comida, roupa. Tem irmãos nossos na África, crianças que crescem dentro da roupa, porque não tem roupa. Quando chega a Fraternidade Sem Fronteiras, por
oportunidade que nós temos. Temos família, casa, comida, roupa. Tem irmãos nossos na África, crianças que crescem dentro da roupa, porque não tem roupa. Quando chega a Fraternidade Sem Fronteiras, por exemplo, lá para poder acudir alguma comunidade, às vezes tem que cortar a roupa com tesoura, porque o corpo cresceu, a roupa ficou. Consegue entender? Se a gente na próxima encarnação nascer num desafio desse, a gente tem que estar com galho grande, gente. Nós temos que estar com galhada forte. Então, vamos aproveitar essa encarnação aqui agora que a gente sabe tudo isso. A gente sabe um monte de coisa. Então, é para agora. É o chamado da última hora. A gente precisa fazer a nossa transformação e criar o reino de Deus dentro de nós. Agora não temos chance. Tudo bem. Temos chance sim. né? Tudo bem, a gente não dá conta, nós temos a reencarnação e vai vi, mas isso não pode servir como desculpa. A gente não pode levar pra hora da nossa morte nem culpa, nem desculpa. Vamos trabalhar, vamos ser muitas vezes honestos com a gente, mas também trabalhar com ternura, porque se eu sou capaz de perdoar o outro, eu também vou ser capaz de me perdoar. Consegue entender? E que a gente consiga então trazer essas sementes do evangelho que Jesus jogou pra gente para dentro do nosso coração e que a gente consiga fazer brotar mais e mais a cada dia. Estejamos todos atentos às luzes do Criador e nossas vidas serão para sempre iluminadas. Boa noite, sabedoria para ser aplicada hoje, hein? Obrigada, Luciana, pela brilhante palestra. Nós ficamos com o coração cheio de gratidão. Eh, nós vamos fazer mais alguns avisos agora, mas eu percebi que tem algumas pessoas que estão vindo aqui hoje pela primeira vez. Nós aqui da casa queremos recebê-los com todo o amor e carinho e dizer que vocês são importantes para nós e que se tiverem algumas dúvidas podem nos procurar. Tem alguns trabalhadores que estão com a camiseta azul. Sintam-se à vontade. Nós vamos falar também sobre o livro que a Luciana eh escreveu, que é a gênese do
verem algumas dúvidas podem nos procurar. Tem alguns trabalhadores que estão com a camiseta azul. Sintam-se à vontade. Nós vamos falar também sobre o livro que a Luciana eh escreveu, que é a gênese do bebê. Inclusive, a Fé Ego, a nossa livraria doou um para que nós pudéssemos passar para vocês. Hoje nós vamos fazer o sorteio também, além das duas obras básicas doadas pela nossa casa. Eh, vamos passar por sorteio, então já tá. Ah, vamos informar para vocês que a palestra do próximo domingo é com uma pessoa muito importante, é com amigo que tá aqui em cima, além de cantor, toca e ainda é palestrante. Multiuso. É a próxima palestra com o Nei e o tema é controle das emoções, aprendendo com os ensinamentos de Jesus. Eh, existem números que estão nos braços das cadeiras. Sorteado é o 56 e o 248. Quem foram os sortudos? M. Sigamos com os nossos pensamentos elevados, a fim de que possamos receber de nosso Pai Celestial, por meio de seus mensageiros, a espiritualidade maior, as bênçãos e as energias luminosas e curativas, tão necessárias ao nosso refazimento psíquico e espiritual. E que possamos, ao sairmos daqui, levar conosco essa paz interior, a qual que alcançamos, cultivando em nossos corações o amor, o perdão, a paciência e a serenidade para a resolução de nossos problemas e provações. Que a esperança e a fé em dias melhores permaneçam sempre latentes em nossos corações. Eu peço desculpa para vocês porque eu esqueci de falar do nosso 42º Congresso Espírita e a nossa livaria tá fazendo a venda dos ingressos com cardeiras marcadas e um preço especial. Então, estão todos convidados e quem quiser comprar os ingressos aqui na livraria eles estão disponíveis. Agora sim nós estamos aptos para passarmos pro momento do passe. Obrigada. Па. Deus protetor, a que me ponho aos seus pés para lhe falar: "Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder começar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de crista. Que eu jamais esqueça o que eu tenho nas mãos. A doutrina
ara lhe falar: "Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder começar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de crista. Que eu jamais esqueça o que eu tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai, meu criador, bênção maior, tesouro igual nesse lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção a doutrina da consolação. Pai, meu criador, bênção maior, tesouro igual, nesse lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção a doutrina do meu coração. Aproveitando Essas vibrações amorosas que são derramadas sobre cada um de nós. Visualizemos sendo derramadas direto do coração de Jesus. Pétalas brancas de luz que cai sobre nós, nos inundando de esperança, de fé, de alegria por termos acesso a esse reino de Deus que Jesus nos trouxe de maneira tão, tão amorosa, nos ensinando que esse reino está dentro de nós. Te pedimos, mestre Jesus, nos auxilie a nos transformarmos a cada dia, a termos coragem de olhar para nós mesmos. e nos transformar. Que possamos, Senhor, comer esse grão de mostarda, ser plantado nos nossos corações, que eles possam germinar, que todos esses teus ensinos de amor, de perdão, de humildade, de mansidão possam crescer dentro de nós para Que possamos, Senhor, crescer e ser essa árvore que pode abrigar pássaros, que pode dar sombra aqueles que passam perto de nós, muitas vezes precisando tanto de uma sombra, de uma atenção, de um olhar. Agradecemos, Senhor, por essa doutrina que nos consola, que nos esclarece, que nos mostra um caminho tão precioso, tão importante. Obrigada, Senhor, por ter-nos criado simples e ignorantes e por nos dar uma chance a cada dia de aprendermos, de nos melhorarmos. te servimos no teu nome. E essa luz, Senhor, e essa paz que é derramada agora neste lugar
or ter-nos criado simples e ignorantes e por nos dar uma chance a cada dia de aprendermos, de nos melhorarmos. te servimos no teu nome. E essa luz, Senhor, e essa paz que é derramada agora neste lugar possa ser derramada sobre a nossas o nosso bairro, a nossa cidade, o nosso país, o nosso planeta que está tão carente, Senhor, de paz, de luz, de entendimento. cada um de nós, Senhor, possamos retornar aos nossos lares, levando um pouquinho dessa paz que estamos recebendo aqui. Ajuda-nos, Senhor, a manter essa bênção nos nossos corações durante toda a semana e que possamos, Senhor, ser instrumentos do teu amor, do teu perdão e da tua compreensão. Agradecidos por tanto que o Senhor tem nos dado, rezemos a prece ensinada pelo mestre Jesus. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cairmos em tentação, mas livrai-nos do mal. Que assim seja. Muito obrigada, Senhor. Continue conosco. Nos leve em paz aos nossos lares. Muito obrigado. Que assim seja. Pai. Agradecemos, Senhor, Senhor, estes momentos de paz, de paz que te sentimos aqui, aqui. Em vibrações fraternais, fraternais a estrada da vida conduz-nos ao bem na alegria ou na dor. Seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado mestre Jesus, seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado mestre Jesus. Boa noite a todos. Até o próximo domingo.
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