Para viver o Evangelho 210 - Estudo da obra "Pelos Caminhos de Jesus" cap 14

Mansão do Caminho 21/04/2026 (há 1 mês) 1:01:06 1,743 visualizações

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Transcrição

A Caravana Baiana da Fraternidade 2026 inicia em fevereiro a sua 28ª edição com o tema Espíritas o Livos. É um momento especial. A Federação Espírita do Estado da Bahia visitará todos os centros espíritas do nosso estado e você é o nosso convidado. Participe como caravaneiro e faça parte dessa equipe que promove a união e a confraternização da comunidade espírita do estado da Bahia. Caravana Baiana da Fraternidade, uma história de amor que aproxima. >> Uma boa noite a todos as queridas companheiros, todas quatro. que estão aqui conosco no auditório da FEB presencialmente brincando um pouco, né? Porque amanhã é feriado, desanima as pessoas. Muita gente não trabalhou hoje, mas agradecemos a presença física e com certeza alguns companheiros que ainda estão terminando alguma reunião e vão subir. Obrigada. Obrigada a vocês que estão conosco pela internet, eh, simultaneamente estão nos vendo e nos ouvindo agora. E obrigada a todos os que nos assistirão nos dias do futuro. É bom estarmos juntos, é boa essa vibração, essa troca de energia e vamos dar continuidade ao nosso trabalho para viver o evangelho, estudando então o livro pelos caminhos de Jesus, do espírito Amélia Rodrigues, na psicografia de Divaldo Franco. Primeiro os nossos avisos que permanecem. Nós temos o aviso hoje, eh, a última vez que a gente, a última segunda-feira antes do evento, lembrando sobre a 28ª Caravana Baiana da Fraternidade. É o seminário de encerramento. Lembrando que a caravana ela é uma parte tradicional do calendário federativo aqui na no estado da Bahia, onde o as pessoas vão aos a outros centros. a gente faz assim uma troca de experiências, expositores, grupos visitando os centros que não são aqueles que a pessoa frequenta para que a gente possa eh fortalecer a solidariedade, a aproximação, a fraternidade. O seminário de encerramento, ele vai acontecer neste sábado, neste domingo, dia 26 de abril, às 9 da manhã, no Centro Espírita Deus, Luz e Verdade, que fica na Vila Laura. Eh, é um evento onde é um evento onde

io de encerramento, ele vai acontecer neste sábado, neste domingo, dia 26 de abril, às 9 da manhã, no Centro Espírita Deus, Luz e Verdade, que fica na Vila Laura. Eh, é um evento onde é um evento onde nós vamos eh finalizar, né, fazer uma reflexão de todo o processo da caravana. Quem quiser participar do almoço confraternativo vai acontecer depois. Aí esses eh que optarem pela participação no almoço, eles vão pagar a taxa de R$ 28, que é para cobrir as despesas naturais do da alimentação. Mas para o seminário a entrada é franca e todos estão convidados. Vemos aqui então agora as palestras doutrinárias da sede histórica. Vemos aí que neste mês de abril de 2026 eh tem em vários horários, é só a pessoa escolher o tema, o expositor, o horário, o que for mais conveniente e mais interessante para participar, são eh são todos muito bem-vindos. Temos o seminário de mediunidade 2026, vai ser no início de junho. Procurem se inscrever logo, ele vai ser presencial. aqui na sede da Federação Espírita. O tema é mediunidade, uma visão sistêmica da obra de André Luiz. Tem vários palestrantes. É uma oportunidade de as pessoas que trabalham na área mediúnica se encontrarem, conversarem e se reciclarem, refletirem, aprenderem, trocarem ideias, vai ser muito bom. Todos bem-vindos mais uma vez. E por último, mas não menos importante, continuam abertas as inscrições para o 23º Encontro Estadual de Espiritismo. O tema é Vivenciando o Espiritismo e ele acontece no final do ano, 31 de outubro a 2 de novembro no FIESA Convention Center. As inscrições estão abertas há algum tempo e convidamos os companheiros a se inscreverem logo para que a gente possa programar melhor o evento, desde quando sabemos que há um limite de vagas para a participação nas instalações do Fiesta Convention. Vocês podem usar tanto o QR Code que tá aparecendo na tela e podem entrar no site da FEB e fazer sua inscrição. Hoje nós estamos trabalhando com o capítulo 14, que se chama A confiança em Deus. É mais um daqueles capítulos que já

ode que tá aparecendo na tela e podem entrar no site da FEB e fazer sua inscrição. Hoje nós estamos trabalhando com o capítulo 14, que se chama A confiança em Deus. É mais um daqueles capítulos que já estamos nos tornando repetitivos ao dizer que ai tem tanta coisa, podia ser várias semanas, mas aí não vamos fazer várias semanas, vamos fazer as nossa, a partilha das nossas reflexões e temos certeza que os companheiros que leram também encontraram várias eh questões a serem refletidas, vários temas a serem trabalhados. Amélia Rodrigues nos traz um personagem que se chama Amalek Barx, eu acho que é Aques o nome dele. Eu tô, eu fiquei esperando para ver Marcel falar, que Marcel fala assim com muita ênfase esses nomes locais. E eh através desse personagem, de um contato dela com dele com Jesus, nós vamos ter a oportunidade de pensar muito sobre a nossa confiança em Deus, sobre as dificuldades da vida, sobre o que nos angustia e como é que nós lidamos com essa angústia a partir da conexão com o Cristo. Então eu vou passar a palavra para o nosso companheiro Marcel Mariano e depois para Jamile Lima. meus amigos aqui presentes e amigas na sede da FEB e aqueles que nos acompanham pelo YouTube, tanto a TV FEB quanto a TV Mansão do Caminho. Nossos votos cordiais de muita paz. O capítulo centra-se numa curiosa entrevista que Amalek Barquis propôs ao Cristo em um momento de azáfama. Ele tava cercado de muita gente. E esse homem que estava em desgraça financeira, estava em bancarrota, comercial, traído, vivendo dramas que hoje são muito comuns, a derrocada do indivíduo que está no auge e de repente perde tudo por causa de uma operação da Polícia Federal. Eis que ele ele vai buscar esse mestre para conversar com ele, expondo a sua própria miséria. E isso nos chama atenção para uma série de variantes, entre as quais a confiança em Deus. Curioso isso, que na Terra nós somos capazes de dar uma procuração a uma pessoa para nos representar em alguma missão que a gente não pode. Eu preciso

de variantes, entre as quais a confiança em Deus. Curioso isso, que na Terra nós somos capazes de dar uma procuração a uma pessoa para nos representar em alguma missão que a gente não pode. Eu preciso me inscrever num concurso em outro estado. Não posso ir a esse outro estado. Só vou quando for as provas, mas não posso ir para me inscrever. Passo uma procuração dando poderes à pessoa para me representar. Um pai nosso, uma mãe nossa, ao atingir uma idade provecta, pode ser vítima do Alzheime, de uma demência, de uma senilidade. Nós interditamos este esta essa afeição querida nossa, esse afeto e obtemos uma curatela judicial onde vamos representar e o poder vai acreditar, vai ter confiança de que seremos um curador honesto do patrimônio pouco muito daquela pessoa que foi interraditada. Tô dando exemplo de como nós utilizamos ferramentas para dimensionar a nossa confiança. Mas Deus eu não vejo. Deus eu não pego. Deus eu não cheiro. Ele não tem cor. Admitimos a existência de Deus. Alguns creem, a grande maioria, outros, poucos sabem que ele existe. E a enorme diferença entre eu creio e eu sei. A divindade se manifesta pela pelo providencial socorro à suas criaturas. Mesmo que o indivíduo não peça, mesmo que o indivíduo não formule o desejo de obter, a divindade ele dá as condições e as ferramentas necessárias para que ele experimente dentro do processo evolutivo as circunstâncias que vão favorecer ao seu crescimento. Bom, alguém dirá: "Então, você tá insinuando ou querendo dizer?" Não tô querendo dizer mesmo, não é insinuação. Se de repente na vida de alguém surge dor, sofrimento, derrocada. No dizer popular, quanto mais eu rezo, mais assombração aparece. Vem um infortúnel atrás do outro. Deus esqueceu de mim. Deus não está ouvindo minhas preces. É que nos acostumamos sempre a imaginar Deus como um magnata. um grande banqueiro que está do outro lado do balcão, sempre aguardando o cheque em branco dos filhos. Eu chego com cheque em branco, saco uma fortuna do banco da providência divina e

como um magnata. um grande banqueiro que está do outro lado do balcão, sempre aguardando o cheque em branco dos filhos. Eu chego com cheque em branco, saco uma fortuna do banco da providência divina e me entrego ao mundo naquelas dissipações contadas na parábola do filho pródigo. Pai, me dá a parte que me cabe da legítima, a herança, jovem. inexperiente, imaturo, vai para o mundo e dissipa toda aquela fortuna que lhe cabia com os prazeres do mundo. De repente, se vê numa possíilga de suínos comendo as mesmas bolotas que aqueles animais. Sente saudade. Vê como estava despreparado para uma vida lá fora. Às vezes o mundo é amargo. Volta para casa, refaz o caminho. O pai o acolhe, mata um bezerro cevado, gordo, faz uma festa, o que desperta a ira dos irmãos ou do irmão mais velho. Esta parábola é muito significativa. Ele teve confiança de que o pai o acolheria. E de fato isso aconteceu. O pai tinha confiança em Deus de que traria seu filho s e salvo. Está à margem da parábola. Então, Amalec, né, Amalec Bar Aquis viu-se em desespero de uma hora para outra e foi buscar aquele mestre. Só que a entrevista é tão curiosa, porque todas as perguntas que ele fez, ele já sabia as respostas. Ele só queria confirmação para ele incendiar. Ele levou um barril de pólvora e esperava que do outro lado do Cristo tivesse só o palito de fósforo ou isqueiro para incendiar Israel. encontrou um pacifista e encontrou um bombeiro. Alguém que veio apagar as chamas dos caprichos, das paixões, dos nossos conflitos. Mas isso as suaves garotas ao meu lado vão destrinchar. Então vamos lá. A garota número um. Eu acho, antes de tudo, boa noite a todos vocês que estão conosco, os nossos internautas pela TV FEB, TV Mansão do Caminho e as nossas irmãs e irmã aqui presente esta noite. Eu achei muito interessante como a Mé inicia esse capítulo falando de mudança brusca nas condições de vida. Aqui ela está falando do mestre Jesus, mas nós também passamos por situações de mudanças bruscas na nossa existência e

e como a Mé inicia esse capítulo falando de mudança brusca nas condições de vida. Aqui ela está falando do mestre Jesus, mas nós também passamos por situações de mudanças bruscas na nossa existência e muitas delas acabam ficando no campo do inesperado. E isso nem sempre é vivenciado por cada um de nós de um modo agradável ou que gere uma rápida adaptação a essas mudanças repentinas. aqui é para eh nos é apresentado uma ideia de uma brusquidão da tempestade, ou seja, era uma tempestade que vem substituindo o momento de verão, de calmaria, de tranquilidade e de um momento pro outro essa paisagem acaba se alterando. E ela vai trazer essa ideia de experimentar momentos de conforto e outros de miséria. nossa existência desse modo, enfrentamos momentos de dificuldade, depois a gente tem uma certa calmaria. Imagino que a sabedoria popular quando traz essa ideia de que depois da tempestade sempre vem a bonança, é algo que a gente experimenta com uma certa regularidade. Só que depois ela vai apresentar a vida como campo experimental sob o sol das oportunidades em que cada um vai se valer dessas oportunidades da forma que mais lhe convier ou que esteja fazendo parte de um projeto existencial já traçado. Nós podemos ser aqueles que se revoltam, que sofrem demasiadamente com algumas circunstâncias, ou podemos ser aqueles que fazem os questionamentos: "O que isso de fato traz para minha vida de ensinamento?" Pode parecer que a nossa condição de espíritas, conhecedores das questões de que para toda a consequência houve uma causa, que estamos aqui não para castigo ou punição, mas para o crescimento, suavise ou nos ajude a passar por essas situações. Mas isso não se constitui em regra, porque antes do conhecimento e da condição de espíritas, nós somos seres individuais e que a depender das experiências do passado e de como enxergue a vida, não tenha essa mesma facilidade. E isso não cabe uma espécie de condenação, mas sim de respeito e até da nossa própria condição de espíritas em fraternidade em apoiar os demais

e como enxergue a vida, não tenha essa mesma facilidade. E isso não cabe uma espécie de condenação, mas sim de respeito e até da nossa própria condição de espíritas em fraternidade em apoiar os demais nessas dificuldades. Por isso que a gente pode entender que a vida sempre nos oportuniza ao crescimento e vai ser uma escolha, caso assim não queiramos seguir. E confiança em Deus, como o título do capítulo nos apresenta, é uma ferramenta indispensável para todo aquele que nele crê e que entende que as ocorrências nascem de uma possibilidade de nos permitir crescer. quando ela vai trazer então o aspecto da política e aí ela apresenta uma política arbitrária, obviamente que Amélia não está aqui dizendo que a política por si só é algo que tem a arbitrariedade, a vilania, os interesses particulares como sinônimo. Se a gente for olhar então na Grécia antiga, a ideia de pólis, que é de onde nasce a política, a pólis era a cidade onde aqueles considerados cidadãos fariam todo o bem possível para garantir a harmonia e também a possibilidade de sobrevivência dos demais de uma forma equilibrada, harmônica, sem que nada faltasse. Não precisamos tecer aqui considerações que cidadão aquela época era todo aquele que vivia em Roma, não era nem mulher, nem estrangeiro e nem escravo. Então, não necessariamente todo mundo poderia ser considerado cidadão, mas a ideia era de que a pól fosse o lugar em que a virtude fosse algo exercido e condição indispensável para a vida política. Então, atuar como político significava que alguém tinha a virtude necessária para garantir o bem-estar daqueles que viviam na mesma pól, na mesma cidade. E a política tinha um destino exclusivo, trazer o bem-estar para todos aqueles que ali se encontravam. Só que aqui entendamos que não só a política, mas como todo e qualquer elemento da nossa vida social, ele vai ser adotado de acordo com o nível evolutivo dos espíritos que ali se encontram para que a gente vá exercitando essa ideia de que não é o sistema, o modo de produção, mas

da nossa vida social, ele vai ser adotado de acordo com o nível evolutivo dos espíritos que ali se encontram para que a gente vá exercitando essa ideia de que não é o sistema, o modo de produção, mas antes de tudo isso tem os espíritos que estabelecem a forma em que vão viver. E é também cômodo a gente dizer que é político tal, é sistema tal, porque isso nos desresponsabiliza do campo vibratório em que nos encontramos. Então aqui ela nos apresenta inicialmente esse contexto adverso que Jesus enfrentou. Não era só o campo político já contaminado pela corrupção, mas também especialmente pelo interesse daqueles que queriam ocupar o poder. E aí depois nós vamos adentrando um pouco essa seara. onde eu fiquei imaginando com a descrição dela o que é. Primeiro ela já traz a Malque, como Marcelo já abordou, e o que é um ser. saber que ao seu redor ninguém pode ser considerado como digno de confiança. a sua própria atitude interesseira em aproveitar qualquer oportunidade de derrocada do outro para assumir o poder, pode nos desgastar e levar a uma vida em onde só os interesses particulares prevalecem e eu não estabeleço laços e vínculos verdadeiros de fraternidade, porque a qualquer momento eu estou em condição ou de ser o ameaçado ou aquele que ameaça. Então, essa vivência e uma busca pelo poder é, sem dúvida, uma ideia e uma escolha de vida em que experimentaremos solidão, onde os vínculos não serão reais e, de fato, vaidade e orgulho serão elementos preponderantes. E esse capítulo eu eu tava até comentando com Jamile antes que Amélia Rodrigue sempre carrega um pouco contra os fariseus, o pessoal do Sinedério. Ela tem uma certa birra com o povo do Sinédrio, né? Reclama muito. A gente já viu nos outros. Eh, como Jamile falou, ela não tá falando da política em si, mas ela tá falando das atitudes. E eu fiquei pensando, eh, como é que nós podemos aproveitar isso para a nossa reflexão. É um risco que corremos se nós colocamos isso nos que exercem o poder, porque a gente pensa que a gente não tem poder.

iquei pensando, eh, como é que nós podemos aproveitar isso para a nossa reflexão. É um risco que corremos se nós colocamos isso nos que exercem o poder, porque a gente pensa que a gente não tem poder. Eu não tenho cargo, eu não governo nada, eu não sou rica, eu não decido, não faço leis, não faço parte do aparato da justiça. Então eu fico a cavaleiro, como se diz, para criticar, não é, os poderosos e lá os fariseus e companhia. Eu sempre acho que é sempre bom lembrar que Nicodemos era um doutor da lei, que Saulo foi um doutor da lei, né? que se tornou Paulo de Tarso. E José de Arimateia, ele era um homem rico e tinha boa convivência com as autoridade. Tanto que ele conseguiu, ele tinha um túmulo dele mesmo, então ele tinha essa essas posses e ele conseguiu a permissão para colocar Jesus no seu túmulo, que era muito importante. Então, vamos lembrar que falamos de uma postura, falamos de uma possibilidade que de aproveitar a experiência para o crescimento e ao mesmo tempo o risco de não aproveitá-la. E que, portanto, tudo isso se refere também a nós, né? Tudo isso refere às nossas experiências, à forma como nós vivemos a nossa vida. Então, não é só dos eh poderosos da terra aí que aí a gente fica logo animado e começa a falar porque faz isso, faz aquilo? Ainda mais no tempo de hoje, que não dá para dizer que a corrupção, a eh o falseamento dos deveres daqueles que ocupam posição de autoridade está pior. É porque agora a gente acompanha, né? Agora nós vemos, Marcel já falou isso aqui de outras vezes, você assiste pela televisão, pela TV Senado, pela TV Câmera, etc. E e pela TV Justiça também você assiste aquilo sendo feito e uma série de coisas que em tese nós não saberíamos, nós vemos acontecer, nós participamos porque faz parte da nossa época essa participação do povo, como Jamile disse, uma concepção de democracia bem mais ampla. Então, não vamos pensar isso, vamos ver que existe. Mas mais do que isso, esse programa se chama para Viver o Evangelho. Não é para estudar o Evangelho, não é

a concepção de democracia bem mais ampla. Então, não vamos pensar isso, vamos ver que existe. Mas mais do que isso, esse programa se chama para Viver o Evangelho. Não é para estudar o Evangelho, não é para compreender o que é que os textos bíblicos dizem, é para viver o evangelho. Nós temos uma mensagem preciosa que o Cristo nos traz e é preciso que a gente traga essa mensagem para nossa vida. Amélia Rodrigues está colaborando porque ela já faz as reflexões dela, ela faz os estudos dela e ela coloca disponíveis para nós pela mediunidade de Divaldo. E nós aqui fazemos então a nossa própria reflexão e vocês aí em casa vão fazer a de vocês. Repare que o processo todo, a ideia é levar-nos a sermos cada vez mais capazes de transformar em vivência tudo isso. Então, no começo do capítulo, ela fala da tempestade. Jamile falou, uma coisa que nós vamos ver é que a paisagem da vida sempre muda. É uma ilusão que é compreensível nas crianças, nos jovens. a ideia de que as coisas vão ser sempre da mesma maneira. As pessoas mais vividas, elas já viram as mudanças das estações no sentido vivencial, não no sentido do tempo. A as pessoas mais vividas, elas já experimentaram as mudanças nos cenários históricos, sociais, políticos, familiares, pessoais. Elas inclusive já sabem que a própria pessoa muda com o tempo, começa a ver as coisas de uma outra forma a partir da experiência. A ideia da reencarnação é que possamos aprender, que possamos mudar, que possamos aprofundar a nossa percepção das coisas. Então, seria muito estranho que aos 40, 50 anos a gente tivesse a mesma percepção dos 20. Então a gente se perguntaria, fez o quê nesses 20, 30 anos? Aprendeu o quê, né? No entanto, a gente gosta de estabilidade. Dá muito medo as coisas ficarem mudando. Há muito medo o fato de que de verdade nós fazemos planos e esses planos podem se realizar da forma como foram previstos, podem se realizar parcialmente e eles podem sofrer uma revira-volta completa de tal maneira que a gente vai se deparar com um cenário

os e esses planos podem se realizar da forma como foram previstos, podem se realizar parcialmente e eles podem sofrer uma revira-volta completa de tal maneira que a gente vai se deparar com um cenário que não imaginávamos. Isso tudo não é surpreendente, isso tudo não é estranho, isso tudo é parte da vida. Então, o poder terreno como parte da vida, ele também é sempre transitório. Esse poder terreno não é só não estão, vamos falar aqui agora não do poder político, dos governos, da geopolítica, da situação econômica, não. Nós vamos falar do poder que a gente tem na nossa vida. Por exemplo, quando somos crianças, nós temos muito pouco poder. A criança, ela está a mercer dos seres ao seu redor. Por isso, ela precisa de amor, ela precisa de cuidado. Tem toda uma legislação para determinar que essa criança ela precisa ter condições de vida adequadas ao seu desenvolvimento, que ela não sejam inflingidos os sofrimentos a ela, etc. À medida que nós vamos crescendo, passando pela adolescência, chegando na juventude, atingindo a vida adulta, em geral, nós adquirimos uma autonomia muito maior. Chegamos à plenitude da vida adulta, se tivermos saúde, nós chegamos com a ideia de que nós governamos nossa vida. Só que isso não é verdade. Por quê? Porque vivemos com outras pessoas. E viver com outras pessoas significa que nós temos que fazer concessões, temos que levar em consideração outras ideias, outras percepções que não são as nossas. Exatamente. Ao viver com as outras pessoas, nós vamos exercer poder sobre elas. Então, você tem filhos e você decide coisas sobre aqueles filhos. Faz parte. você eh tem um um trabalho, no seu trabalho você toma decisões, mesmo que você não tenha um cargo de chefia, você toma decisões que vão afetar a vida das pessoas. Isso também é exercer poder. E tudo isso vai determinar que nós possamos refletir de que maneiras fazemos isso. O que é que eu faço quando sou eu que posso decidir? Eu consigo decidir a partir do interesse do outro ou eu só sei decidir a partir dos meus

ar que nós possamos refletir de que maneiras fazemos isso. O que é que eu faço quando sou eu que posso decidir? Eu consigo decidir a partir do interesse do outro ou eu só sei decidir a partir dos meus interesses? Ela vai falar dos interesseiros, ela vai falar dos hipócritas, ela vai falar da inveja, ela vai falar da competição velada e ela fala tudo isso no contexto do auto poder, mas tá na nossa vida também. Então, quando eu decido eh algo em relação a meu filho, eu posso olhar para mim mesma e avaliar o quanto de interesse pessoal tem ali e o quanto tem, que é o interesse do filho. Faz parte da estrutura do ser humano. Lembra que espírito de terceira ordem a prioridade é o interesse pessoal? Então, eu preciso ter a coragem, a sinceridade e a clareza de dizer a mim mesma o quanto está mais de interesse pessoal ou menos. Eu tomo uma decisão profissional, qualquer que seja a minha área. Eu posso ser um artesão, eu posso ser um encanador, eu posso ser um engenheiro, eu posso ser um médico. Vou olhar quanto das minhas decisões elas foram tomadas no interesse da pessoa a quem eu tô prestando serviço ou elas foram tomadas no meu interesse. Qual é a prioridade? Eu vou ficar por aqui porque cada uma dessas ações da da dos donos do poder, elas podem ser importantes para nós trabalharmos em nós mesmos o nosso exercício do poder no cotidiano. Maleque Barquis, ele é o reflexo, ele é um raio X, uma tomografia computadorizada dos homens e mulheres inquietos de nosso tempo. Há uma ânsia inconta, uma sede de poder, sendo que hoje temos uma outra vertente, além do poder econômico, do poder político, do poder militar, nós temos o poder religioso. A religião tornou-se uma grande potência porque domina massas inteiras e as suas lideranças, se quiserem, pode incendiar a cabeça dos seus seguidores, transformando-a praticamente novamente numa cruzada como aquela de Euclides da Cunha. e viveu com aquela experiência de escrever os sertões sobre a saga de Antônio Conselheiro nessa cidade já

uidores, transformando-a praticamente novamente numa cruzada como aquela de Euclides da Cunha. e viveu com aquela experiência de escrever os sertões sobre a saga de Antônio Conselheiro nessa cidade já mencionada, ou aquela de Jim de de Jim Jones, que levou 1000 pessoas a Goiana, à selva amazônica na Goiana, prometendo um oasis de felicidade, um novo jardim do Éden. Quando todo mundo viu que o jardim do é estava cheio de mosquito, carapanã, malária, calor de torrar os miolos, todo mundo percebeu que tava era no inferno. Quando tentou sair, ele mandou fazer uma sopa, jogou veneno e houve uma matança de mais de 1000 pessoas na floresta. Isso é uma tragédia de 40 anos atrás que a humanidade acompanhou estupefágo, seguindo um líder absolutamente louco, psicopata. que arrastou 1000 pessoas, mas hoje tem quem arraste milhões de pessoas, especialmente pelos aplicativos e redes sociais. Então é um poder muito grande hoje por manipulação virtual. Naqueles dias nós tínhamos um cenário político, geológico, geográfico, de que Roma havia invadido a Palestina, tornado a Palestina, reduzido ela a uma província. Roma permitia razoavelmente o exercício das religiões dos povos conquistados. O que Roma não admitia era é você não pagar imposto. Aí não dá. Aí Roma lhe matava. Mas se você quer cultivar suas tricas. Os romanos achavam isso uma diversão, sabendo que cada povo tinha uma religião e dentro dela sub divisões. Amaleque era dos fariseus, uma das turmas mais fanáticas do judaísmo e sedenta por dinheiro, por posse. Então, de repente, um homem que frequentava a casa de Pôcio Pilatos, notícia que Amélia Rodrigues dá, ele frequentava a casa de Pôcio Pilatos, o procurador. Ele tinha trânsito livre com os doutores do Sinédrio da sinagoga de Jerusalém. fazia ponto entre altos mercadores, de repente perde tudo, como hoje se perde num jogo. Esses navios temáticos, né, que de vez em quando circulam na costa do Brasil, além das festas, das celebridades que se apresentam, é montado cassinos. Tem gente que numa

, como hoje se perde num jogo. Esses navios temáticos, né, que de vez em quando circulam na costa do Brasil, além das festas, das celebridades que se apresentam, é montado cassinos. Tem gente que numa noite perde fábulas. O que ganha em 10 anos perde numa roleta, num truco, num baralho, no pôker, em questões de minutos. A pessoa vai rica e sai do Cruzeiro extremamente pobre, muitas vezes endividado até o pescoço. Então esse homem tava no poder, no auge, de repente perde tudo. Ele vai fazer uma entrevista exatamente com uma pessoa que não iria poder atender a necessidade dele. Se ele conversasse com o estrategista, se ele conversasse com o político da época, todas aquelas questões que estão no capítulo, o que fazer com quem me trai? O que fazer com quem me espezinha, quem manipulou a minha queda, quem fez isso? As indicações já seriam obra. Mate, contrate um jagunço, fique de tocaia, faça isso, faça aquilo. Ele encontra Jesus. Ame, confie em Deus, tenha paciência, aguarde. Era umas um discurso absolutamente contrário daquele homem materialista, imediatista, niilista, inteiramente chafurdado e mergulhado nas ambições típicas do seu tempo. Naturalmente que ele ouviu aquilo dali e disse: "Ah, não é esse o profeta que eu tava procurando? Eu tava querendo outro tipo de resposta. Mas o que Jesus tinha para dar ele naquele momento indicações para curar a alma dele que tava ferida, que tava doente, que tava profundamente enferma. E nisso a gente compreende a atualidade, onde as pessoas, milhões de pessoas estão sedentas por ganhos fáceis, por conquistas ligeiras, por uma existência pródiga, onde haja fatura de tudo, mesmo que sabendo, e algumas sabem, que serão visitadas logo logo pelo vazio existencial. Tenho, mas não sou. Possuo, mas estou prisioneiro de profundos grilhões emocionais. As casas são cada vez maiores, as famílias são cada vez menores. Se a gente olhar, Divaldo Franco vem de uma família de 16 filhos. Houve três abortos naturais na mãe de Divaldo Fran. Teve 13 filhos. Ele foi o último e foi o

aiores, as famílias são cada vez menores. Se a gente olhar, Divaldo Franco vem de uma família de 16 filhos. Houve três abortos naturais na mãe de Divaldo Fran. Teve 13 filhos. Ele foi o último e foi o último a desencarnar. Todos foram antes. Eu Bassarnovo, a mãe dele teve 18 filhos. Bezerra de Menezes teve 15 filhos biológicos e adotou uma alforrireada da escravidão à época. As famílias foram caindo desses enormes números de filhos, 10, 8, 5, 6. Atualmente dois ou três filhos no máximo. E alguns casais optam por não terem filhos. São opções, são políticas de mantença. Nenhuma crítica. Estamos fazendo análise desses fatores sociológicos, demográficos, que levam as pessoas a reduzir, sabendo algumas de antemão, o custo, investimento a fazer nesse filho, ficam receosos. Naturalmente que ele, o personagem que aqui está descrito por ela, estava perdido, tinha perdido tudo justamente pela traição dos amigos, porque todos queriam triunfar. E o triunfo na época, ele pisa no pescoço, reduz a nada, insignificância e passam na frente, esquecendo de que uma outra pessoa vem e derruba aquele. Assim é com mito da beleza. A mulher mais bela de uma época será sucedida por uma outra mais bela ainda. e assim sucessivamente. O homem mais bonito, a pessoa mais vistosa. Todas as fortunas do mundo, o indivíduo não poderá carregar para o além. terá que deixar ou a herdeiros ou fica para o estado. Então esse é o personagem equivocado. O que ele não sabia é que a irrestrita confiança em Deus lhe daria um tesouro que no mundo ele não acharia a paz de espírito, a serenidade, a tranquilidade. Ele não compreendeu, mas Jesus lecionou. E hoje temos uma página de uma beleza, de uma riqueza muito grande, que nos ensina exatamente a ter confiança no Altíssimo, que vai agir por meios absolutamente inesperados. Nem sempre trará o que pedimos, mas trará o que o de que necessitamos para crescer, dissolvendo a o pesado véu da ilusão que nos empana a real visão da dimensão da vida. Um ponto que me fez até rir um pouco,

pre trará o que pedimos, mas trará o que o de que necessitamos para crescer, dissolvendo a o pesado véu da ilusão que nos empana a real visão da dimensão da vida. Um ponto que me fez até rir um pouco, eh, a ideia que Amélia trouxe, que era algo do passado. E aqui é tido que a ideia era que Jesus tinha saído da Galileia, então não poderia ser algo bom, porque de lá nada de bom sairia. E aí eu fico pensando independente do lugar, porque o que configuraria o fato de que Jesus então era descendente de Davi era justamente o fato de que ele vem de Belém de Judá. E eu fico pensando, independente de onde ele venha, é algo maravilhoso. Então, o quanto essa ideia preconceituosa de onde as pessoas morem, de onde elas nas, da cultura que carregam, fazem com que a gente defina ou estigmatize o outro a partir de nossa visão geralmente restrita, eh, limitada, com códigos morais específicos e que quem não se enquadra nele já está então na condição de alguém que não vale a pena uma apreciação, uma aproximação ou algo desse gênero. Jesus, então, aqui é descrito como um ser, obviamente, que muito mais elevado. E isso poderia ser identificado e visto pelas pessoas até no momento em que nós temos aqui o encontro que foi buscado por Amalek, ele já inicia dizendo que sabe a Jesus, sabe que Jesus é de Deus, já que ele difere de todo e qualquer homem que ele jamais conheceu. Então ele já tinha essa ideia que não era só algo que ele estava ali conjecturando, era uma certeza pela forma com que ele se comportava. E aqui a gente já sabe que Jesus, já conhecemos essa história, embora seja sempre agradável recordar que ele inicia o seu ministério entre os paras sociais, aqueles que ninguém ouviria, que ninguém conviveria ou daria algum tipo de valor, o que já o tornava um tanto quanto estranho. Essa não é a primeira obra em que esse adjetivo de Amélia e até outros espíritos coloca para Jesus essa ideia de que ele era alguém muito estranho, porque diferente. Era uma nota dissonante em uma orquestra

ão é a primeira obra em que esse adjetivo de Amélia e até outros espíritos coloca para Jesus essa ideia de que ele era alguém muito estranho, porque diferente. Era uma nota dissonante em uma orquestra que ainda não conseguiu se afinar e muito menos reconhecer o seu próprio maestro. Jesus então aqui escolhe ficar como sempre em casa de amigos. Eu fico imaginando assim essas coisas, né? Como é você simplesmente a você dá vida a um corpo físico como nós fazemos, mas aqui eu tô falando de Jesus. Você não tem uma preocupação onde vai morar, porque você sabe que alguém vai lhe acolher. Você não fica se preocupando com a roupa do dia seguinte, com o que você vai comer. É uma liberdade absoluta. Você não fica necessariamente eh sabendo que vai ser explorado por outro que deveria zelar por você. Não tô falando que não é para ter hierarquia, eu tô falando de respeito e cuidado com o outro. É só a gente fazer uma visita naquele trechinho do Evangelho segundo o Espiritismo, no texto superiores e inferiores que a gente vai entender isso, onde eu posso viver com tranquilidade, porque eu sei que na condição daquele considerado como inferior, porque não tá na condição do poder, mas que vai ser cuidado por aquele que entendeu que Deus lhe concedeu dinheiro, status e poder para zelar pelos outros irmãos, enquanto que esses avanç pelo trabalho e pelo crescimento do intelecto, por estudo e tudo mais, e a sociedade ganha em um só conjunto. Sabemos que isso ainda não é vivido por nós, mas essa é a ideia do, entre aspas superior pelo posto que ele então ocupa. Segue então essa descrição da entrevista e eu fico vendo a sensação que dá é que a gente é A Malec que tá fazendo essas perguntas para Jesus. Primeiro eu já contei, ele traz, vocês leram também. O que eu achei engraçado é que ele já chega para Jesus e diz assim, ó: "Tenha paciência e me ajude dentro daquilo que eu vou lhe perguntar". Aí ele vai começando. Como é que na sua visão um homem espoliado dos seus direitos e haveres, qual cadáver

a Jesus e diz assim, ó: "Tenha paciência e me ajude dentro daquilo que eu vou lhe perguntar". Aí ele vai começando. Como é que na sua visão um homem espoliado dos seus direitos e haveres, qual cadáver sobre as garras de abutres famélicos pode se comportar? E aí Jesus vai dizer, é só manter a confiança irrestrita em Deus. Jesus não disse: "Se esconda, fuja, arme uma estratagema semelhante". Não, só confie em Deus que é o suficiente. E depois ele pergunta o Amaleque: "E quando eu foi injustiçado e traído pelos meus amigos, o que é que eu faço?" E Jesus persevere, confiante na justiça divina. Não disse: "Vingue, abre os olhos, veja quem está ao seu redor, apenas siga." Depois ele vai dizer, já que Jesus trouxe essas duas respostas, né? Mas se adicionar essas coisas aí que eu trouxe, se a família desertar fugindo à solidariedade e ao dever do lar, ele aguarde em Deus e na sua paternidade. Depois ele vai então perguntar: "E se a calúnia e a deslealdade ultrapassar o limite daquilo que eu possa suportar?" Jesus responde: "Continue fiel a Deus, sem temer aqueles que perseguem e matam, até porque eles também virão a morrer." E aí ele chega numa pergunta que nós fazemos com constância. Então, a recomendação é de nenhuma reação. A gente se submete e se entrega ao mal de qualquer forma. Isso não é permitir que ele cresça e que se apodere da nossa sociedade e os desonestos governem a terra. Então, por nossa condição de quem apenas se submete. E aí Jesus vai dizer: "Os violentos sempre cedem lugar a outros mais impiedosos, mas nenhum deles escapará da condição divina que tem em si mesmo. Vão despertar, não por vingança ou por castigo, mas por um processo educativo que a divindade apresentará a cada um." E o amor então se manifesta. E aí ele vai dizer algo que Nádia já trouxe em outros momentos bem interessantes, que a lei nos alcança naquilo que precisamos e não no excesso. E aqui Amélia vai dizer: "As leis universais expressam-se em trocas mediante padrões de sintonia. Eu não

tros momentos bem interessantes, que a lei nos alcança naquilo que precisamos e não no excesso. E aqui Amélia vai dizer: "As leis universais expressam-se em trocas mediante padrões de sintonia. Eu não preciso temer os demais, a menos que eu esteja no mesmo japazão, na mesma onda vibratória, alimentando os mesmos interesses. Se o que nos regulamenta, o que nos rege é afinidade e sintonia, se eu não caminho a par epasso e nem vibro como os violentos, eles não irão me alcançar. E de onde então o temor? A menos que nós sejamos os impulsivos, os reativos e aqueles que estão esperando o momento de ir à desforra. E ela vai dizer: "Não há quem logre fugir de si mesmo. Não é o outro que me alcança. Eu que lhe confiro a condição de chegar até mim. Se não estou na condição que o outro apresenta, eu não preciso temer. Não que eu seja superior, mas eu me torno inalcançável por não estar vibrando na mesma onda de violência e de engano. Quem tenta enganar, acima de tudo, se autoengana. E ela traz duas definições muito interessantes. Ela define quem é infeliz, que infeliz é todo aquele que toma, dilacera, usurpa, trai e sorri, fugindo da alucinação que o desarticula. Nós já estamos abrindo processos expiatórios quando agimos desse modo, achando que encontraremos a felicidade, um lugar ao sol, alienados de que já estamos criando as possibilidades de sofrimento no futuro, que não precisa ser na outra vida, não. Pode ser de imediato. E ela nos apresenta quem é o sábio. É todo aquele que ante as circunstâncias é sempre deoso porque confia em Deus e a ele se entrega. Ele não vai temer e nem vai buscar se vingar ou meios de comprometer ao outro. Ele entende que se ele segue a parasso as leis de Deus e nele confiando, ele estará livre de toda e qualquer perseguição. Porque antes de tudo, o que vige é a misericórdia e a lei divina, que é justa e dotada de bondade. Pois é. E a sutileza de Amélia Rodrigues vai fazer com que nós, além de de observarmos o que ela diz claramente, como ela conceitua quem é infeliz, eh

e a lei divina, que é justa e dotada de bondade. Pois é. E a sutileza de Amélia Rodrigues vai fazer com que nós, além de de observarmos o que ela diz claramente, como ela conceitua quem é infeliz, eh como ela vai falar da conversa de Amaleque com Jesus, ela traz também no todo desse capítulo um caminho sobre como lidar com a dor. Ela vai falar, por exemplo, de que Jesus estava nos seus últimos dias na terra. E é uma coisa que Amalek percebeu, embora a multidão estivesse lá. E é interessante que Amélia Rodrigues vai dizer que o pessoal tava achando que daqui a pouco ele ia partir paraa ação, né? daqui a pouco iríamos ter algum tipo de atividade naturalmente política, porque todos nós interpretamos o que vemos a partir do modo como vemos, a partir dos nossos pensamentos, das nossas ideias. Então eles estavam animados com o que a gente depois passou a chamar de Domingo de Ramos, a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Eles devem ter pensado assim: "Puxa, deu tudo certo. Olha aí, o pessoal tá, o povo reconheceu Jesus, reconheceu que ele é o Messias, ali, estão glorificando, estão eh cantando hosanas, que maravilha! E não sabiam quais eram o os próximos movimentos. Volta para aquilo que ela diz bem no princípio sobre como a vida muda e sobre como nós precisamos ver além das aparências. É muito importante isso para que a gente tenha sabedoria e discernimento. Tudo que tá sendo dito aqui, as perguntas de Amalque, por exemplo, ele vai falar de sofrimento, ele vai falar da perda dos bens terrenos, ele vai falar da traição, portanto, a quebra da confiança. Ele vai falar do abandono, a família não cuida dele, não fica perto dele. apoio da própria estrutura religiosa que ele elegeu. Veja, ele vai falar de perdas que ele lamenta e que aparentemente ele não esperava que acontecessem. E não é que a gente vá supor que alguém vai nos trair, mas vamos pensar também o quanto nós depositamos de expectativas nos outros. E quando o outro não corresponde à nossa expectativa, nós facilmente chamamos isso de traição.

or que alguém vai nos trair, mas vamos pensar também o quanto nós depositamos de expectativas nos outros. E quando o outro não corresponde à nossa expectativa, nós facilmente chamamos isso de traição. O quanto nós eh fazemos planos juntos para alcançar coisas que não são viáveis. E quando as pessoas mudam, elas resolvem escolher outros caminhos. Nós chamamos isso de traição. Então ele tá, ela tá falando aqui de muitas maneiras sobre como nós devemos ver a vida. E como nós devemos ver a vida está colocado na atitude de Jesus. Jesus não estava ali para ser coroado. Jesus não estava ali para ser eh levado pela multidão aos píncaros de uma posição de poder terreno. Ele sabia disso. Os os discípulos não sabiam, mas ele sabia. E também quando eh Amalec traz as queixas dele, como Jamile disse, já vai logo pedindo para ter paciência, porque ele sabe que ele tá falando de um lugar que um mestre da estatura de Jesus já superou há muito tempo. Ele vai, a resposta de Jesus é sempre em relação a Deus. confiança restrita em Deus, confiança na justiça de Deus, confiança na paternidade de Deus. E isso é difícil para Amaleque, porque como nós, ele interpreta a confiança com uma atitude de não fazer nada. Ah, eu vou confiar em Deus, quer dizer que eu não tenho que fazer nada. Ele vai falar como é que a não reação, a submissão e a entrega não podem ser algo que vai estimular o mal. Veja, ele não compreende, ele não compreende que Deus não é uma pessoa com quem nós negociamos individualmente. Deus é a inteligência suprema, criador de tudo. E sendo onipresente, onisciente, onipotente, que são as características que a gente reconhece em Deus, Deus está presente em tudo. De que forma? Toda a criação reflete o poder de Deus, o amor de Deus, a presença de Deus. Então, não, nós nunca estaremos abandonados. É uma impossibilidade. Então, não, nós nunca seremos derrotados. Nós somos criados para a perfeição e a plena integração com Deus. Então não, nós não somos convidados a ficar inertes, ao contrário, somos

ma impossibilidade. Então, não, nós nunca seremos derrotados. Nós somos criados para a perfeição e a plena integração com Deus. Então não, nós não somos convidados a ficar inertes, ao contrário, somos convidados a uma ação que nós não estamos habituados, que é a ação no bem, em harmonia com as leis de Deus. A gente aprende que ação é fazer o que os outros fazem, é ir contra as ações dos outros. Ação é fazer o bem. Então eu deixo vocês nessa nessa intervenção que eu fiz agora com essa reflexão, será que eu entendo o que é Deus? O que é o amor de Deus? O que é a presença de Deus? Vamos tentar entender, vamos tentar lembrar que Deus está conosco pra gente se sentir menos assustado com as mudanças. Qual o melhor modelo econômico? Capitalistas dirão que é o capital, a propriedade socialistas dirão que é a estatização de tudo. Vamos para uma unidade agrária. Não, aqui tá funcionando perfeitamente. Aqui é cultura de subsistência. Cada um planta uma coisa, depois a gente permuta essas coisas e eu tenho feijão, arroz, peixe, mesmo que eu não pesque, mas eu levo meu feijão e trago o peixe, faço o escambo. Então o mundo tá cheio de modelos na política, na economia, na religião, também no direito e em vários outros setores. Os modelos são fórmulas que dão resultado durante algum tempo. Depois os resultados começam a ficar eh antiquados, superados, porque as novas demandas exigem novos novas fórmulas, novos contributos. Então, encontramos alguém que vai buscar o uso, talvez da violência, da agressividade para conseguir reaver tudo aquilo que perdeu, que não era dele. É coisa curiosa, todo mundo tem medo de perder aquilo de que não é dono e porque é só mordomo. Tá administrando hoje, amanhã vai ter que entregar para terceiro. Os homens mais célebres da terra, mais ricos, todos estão nas páginas da história. Seus bens estão aí. Agora eu tô convencido mesmo. Os diamantes são eternos. Os donos dos diamantes estão todos no cemitério comendo grama pela raiz. Mas os diamantes estão todos aí nos

as da história. Seus bens estão aí. Agora eu tô convencido mesmo. Os diamantes são eternos. Os donos dos diamantes estão todos no cemitério comendo grama pela raiz. Mas os diamantes estão todos aí nos colares, nos camafeus, nas nas tiaras, nas coroas dos reis, das rainhas. A pedra mais dura, o mineral mais duro que existe é o diamante. Mas os donos todos passaram e tiveram que deixar os seus colares com terceiros, com quartos, com quintas pessoas a em diante. Então, todos os modelos são falíveis e eles precisam ser renovados periodicamente. Então, como é fundamental acreditar no modelo divino, ter confiança. Se eu tenho absoluta confiança em Deus, vou vivendo. Ele começa a compreender algo diferente. Saúde, um tesouro que a divindade me confia para organizar o local onde eu estou. doença, um freio que a divindade me manda para evitar de que no acelerar da vida eu acabe me autodestruindo. Pobreza, miséria, contenção de instintos muitas vezes que o indivíduo possui riqueza, possibilidade de ser um mecenas, de financiar a filantropia e a a dignificação de milhões de pessoas. Nem é bom nem é ruim. A depender de como o indivíduo use, pode promover o indivíduo ou rebaixá-lo moralmente. Portanto, façam suas apostas. E a aposta que faço essa noite é um convite. Nos convido a todos a seguir a recomendação aqui ao final do capítulo que Amélia nos deixa aqui. Ela narra pra gente que Jesus se cala depois da colocação de Amalek e então ele o observa com uma profunda compreensão e simpatia. Isso pode nos levar a imaginar que Jesus nos compreende a todos e nos ama infinitamente com profunda simpatia e amorosidade. E como é bom nos percebermos acolhidos por essa generosidade infinita. E ele se afastou de modo tranquilo noite adentro. E ele deve fazer o mesmo conosco. O afastar-se é saber que a fatalidade da nossa perfeição nos alcançará a despeito da nossa paralisia, das nossas dificuldades de ascensão espiritual, que são temporárias e que passarão. E aqui então deixo reforçando

saber que a fatalidade da nossa perfeição nos alcançará a despeito da nossa paralisia, das nossas dificuldades de ascensão espiritual, que são temporárias e que passarão. E aqui então deixo reforçando essa mensagem de Amélia, uma mensagem mesmo para refletir diante do cansaço, da dificuldade, de nossas imperfeições, das guerras, da fome, de toda e qualquer dificuldade moral, do seu próprio mundo íntimo, da tristeza que você possa estar sentindo ou até mesmo da esperança em ser melhor, sempre haverá, como aqui foi dito, estrelas cintilantes, confirmando a grandeza de Deus. A despeito de toda e qualquer iniquidade. Ele está acima de tudo e de todos, nos aguardando com o amor de sempre. Sintonizemos com este amor e, acima de tudo, confiemos em Deus. Caso desejemos, temos muito material para reflexão essa semana. Amanhã é feriado, eh, a gente não tem, né, que correr pro trabalho, vai ter outras coisas para fazer, mas pode aproveitar e refletir junto com a Amélia Rodrigues sobre a confiança em Deus, para que a nossa vida confiando em Deus, ela seja com certeza muito mais tranquila. Pelo menos nós não vamos imaginar que somos nós que temos que resolver os problemas, temos que antecipar, evitar que as coisas aconteçam. A gente já se coloca numa posição de entrega e aí vamos poder então fazer o que o dia nos traz. Como Jesus disse, a cada dia basta o seu mal. A gente não precisa ficar se preocupando com o dia de amanhã. Vamos viver o dia de hoje. Vamos confiar em Deus. Retornem ao início do vídeo para ver os avisos, porque vocês são muito bem-vindos nos nossos eventos. Até a próxima segunda-feira. >> A Caravana Baiana da Fraternidade 2026 inicia em fevereiro a sua 28ª edição com o tema Espíritas o Livos. É um momento especial. A Federação Espírita do Estado da Bahia visitará todos os centros espíritas do nosso estado e você é o nosso convidado. Participe como caravaneiro e faça parte dessa equipe que promove a união e a confraternização da comunidade espírita do estado da

todos os centros espíritas do nosso estado e você é o nosso convidado. Participe como caravaneiro e faça parte dessa equipe que promove a união e a confraternização da comunidade espírita do estado da Bahia. Caravana Baiana da Fraternidade. Uma história de amor que aproxima.

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