Papo Espírita | #226 - APRENDENDO A PERDOAR
Papo Espírita | #226 - APRENDENDO A PERDOAR Equipe: Ana Cristina Sampaio, Miriam dos Anjos e Luciene Baptista O Programa PAPO ESPÍRITA, é uma produção da Comunhão Espírita de Brasília. Em bate papo leve e descontraído, diversos temas da vida cotidiana e da espiritualidade são debatidos à luz da Doutrina Espírita. Uma nova edição do programa Papo Espírita vai ao ar toda quinta, às 19 horas, no canal da Comunhão Espírita, no Youtube! #PapoEspirita #ComunhaoEspirita #TVComunhao TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.
olá bem-vindo ao papo Espírita A espiritualidade na sua vida tô aprendendo a perdoar Esse é o tema do papo Espírita de hoje eu sou Ana Cristina Sampaio aqui comigo no estúdio da Comunhão Espírita de Brasília Família dos Anjos Luciene Batista tudo bem meninas bem então vamos começar a falar sobre esse tema do Perdão aprendendo a perdoar né que é um processo a luz do espírito hamed no livro renovando atitudes a gente gosta muito de usar o espírito remédio né que é bem psicólogo no mundo espiritual tão remédio nos explica que perdoar é um processo de etapas e que precisamos aprender a reconhecer e atravessar essas diversas fases mas antes de falar do processo do Perdão remédio explica também o que não é o pessoal então por exemplo perdoar não é ser apático não é aceitar as faltas alheias como se a gente estivesse perdoando os erros que cometem conosco também não é apoiar comportamentos errados nem aceitar agressões tão Miriam a Ciene a gente confunde muito né o perdão porque às vezes dizer que a gente perdoou parece que a gente é mais bondoso né mas às vezes a gente se confunde na verdade não é perdão vamos começar a refletir um pouquinho sobre isso milho que você fala sobre isso eu trouxe até o livro do remédio nosso livro para as pessoas isso eu lhe reconhecerem né Quem quiser comprar tem na livraria da como eu Espírita ele diz assim a lição é aprendendo a perdoar né como a Ana Cristina falou eu queria só trazer né quando eu diz o que não é perdoar né quando ele diz que não é apoiar comportamentos que nos Tragam dores físicas ou Morais não é fingir que tudo corre muito bem quando sabemos que tudo em nossa volta está em ruínas perdoar perdoar como você disse não é a gente ser conivente com o comportamento alheio que seja inadequado né e o que eu acho interessante que o remédio chama perdoar como um modo de viver né E aí quando a gente pensa por quê que é tão difícil da gente perdoar porque a gente vem como espíritos né de culturas de valores antecedente tão diversos que com certeza
rdoar como um modo de viver né E aí quando a gente pensa por quê que é tão difícil da gente perdoar porque a gente vem como espíritos né de culturas de valores antecedente tão diversos que com certeza né é a gente foi aprendendo que é pecado não é bom não é bonito né a gente ser agressivo então que a gente não deve sentir raiva que a gente não deve se vingar que é feio de tratar as pessoas com as vezes a gente vem trazendo um comportamento de repressão dessas nossas emoções de sentimentos que são tidos como negativos e essa repressão né vai fazendo com que em outras em outros fatos fizer já teve conversando sobre a questão de doenças né é uma energia que a gente Vai acumulando e o trocar perdoar por ser bondoso no sentido de comportamento vou me a tentar como se fosse bondosa é isso talvez não estraga muito mais desconforto até físico né obviamente que moral ele trará porque a gente está reprimindo o que realmente a gente sente num determinado momento quando a gente deveria identificar e agasalhar um pouquinho né E a gente vai conforme tipo Conversando a gente vai conversando sobre isso por isso que é uma porque por isso que remédio diz que é um processo né primeira reconhecer eu fiquei abalada com essa atitude me fez mal né não te provei não gostei e não aprovei exatamente eu acho que essa história de começar por que não é perdoar é importante porque a gente precisa ter cuidado para não entrarmos naquela posição da da apatia e naquela posição que chega às vezes criminosa de você silenciar diante de certas coisas por uma filosofia há uma ideia equivocada de que as pessoas que o perdão é muito bom que o perdão porque o perdão é uma atitude realmente de amadurecimento Eu acho que o perdão ele Depende de maturidade e é um processo de fato porque você tem que vencer algumas etapas emocionais sentimentais né E até dia entendimento de discernimento para você conseguir um é dar um perdão vamos dizer assim que seja orgânico que seja do coração que não seja um perdão por obrigação de ser
onais sentimentais né E até dia entendimento de discernimento para você conseguir um é dar um perdão vamos dizer assim que seja orgânico que seja do coração que não seja um perdão por obrigação de ser bom por obrigação disso ou daquilo né de que realmente você sente que perdoou e também com aquilo não se sente melhor do que o outro porque tá perdoando nosso sente melhor do que ninguém mas é preciso mesmo fazer essa distinção eu acho porque senão a gente silencia onde não deve silenciar Porque existe uma coisa muito O que é o limite e a gente como que o outro vai conhecer o meu limite se eu não estabelecer esse limite com clareza para ele então ele vai fazendo vai fazendo e vai fazendo e vai me magoando e vai me ferindo E eu silenciou sofrendo e eu silêncio me machucando o outro não tem obrigação de saber que tá me machucando não tem obrigação saber que está me ferindo sou eu que tenho que dizer olha pera aí aqui você me magoou e às vezes falar isso é tido como um comportamento às vezes inadequado Poxa você não é capaz agressivo você nem é capaz de perdoar outro você precisa falar porque às vezes basta que você sinaliza o seu limite para o outro é entender e aprender a respeitar então é importante essa sinalização é e principalmente se a gente for pensar Ah você contribuir demais Oi para o erro do outro para que o outro perpetue um comportamento que é danoso para mim ir para outras pessoas seu silenciam porque se eu não sei que tô fazendo errado se eu sou por exemplo sou uma pessoa que tem um comportamento autoritário que Beira né a condição de ser abusivo E ninguém me dá um sinal de Isso é muito difícil que sozinha eu faço a reflexão mas eu acho que eu tô sendo abusiva se eu não tiver nenhum sinal externo como que eu vou saber então aquele que tá convivendo comigo tem uma oportunidade de me sinalizar a flora Luciene só formas eu disse comportar tá me machucando muito me ofende aqui me agride ali né Eu necessito que você tenha respeito por isso e por aquilo na minha vida e eu gostaria que você não
a flora Luciene só formas eu disse comportar tá me machucando muito me ofende aqui me agride ali né Eu necessito que você tenha respeito por isso e por aquilo na minha vida e eu gostaria que você não falasse comigo assim mais olha essa atitude que você tomou ela me fere profundamente eu gostaria muito que você não fizesse isso de é porque eu tô muito magoado então então é não não expor não ter esse cuidado né a título de perdoar então nem não é uma coisa muito adequada é importante que você tá falando porque a um conflito interno entre o que a gente vinha trazendo enquanto conceito de perdoar né às vezes na nossa em alguma religião prática religiosa que a gente possa ter tido na obrigatoriedade de perdoar para que a gente seja uma pessoa boa né é interessante porque muitos e muitas se Calam em função desse conflito né vou falar não mas se eu for falar eu sou inadequado no grupo eu vejo tantas pessoas no meu círculo religioso que perdoou né que relevo Mas a gente não tá na vivendo a vida do outro para saber que se estão perdoando e relevando por uma questão a terna né bebê real verdadeiro o seu um comportamento e esse conflito é muito interessante esse tema que foi trazido né Ana que você me propôs porque essas diferenças né entre o que o que é um conceito que eu trouxe e o que hoje né a literatura Espírita nos ajuda escolhe serramed em especial para a gente de cortar essa barreira de não sermos apático já não sermos omissos né e de não ser quando ela quer falar gritam porque assim isso é da própria religião é do cristianismo e é reproduzido dentro do Espiritismo essa necessidade de perdoar tá lá no evangelho né você vai perdoar setenta vezes sete vezes então a gente Lê isso quase como uma imposição eu sou obrigada a perdoar e nessa imposição do perdão a gente tentando fazer o que é melhor no sentido de bom e eu quero uma boa vida eu quero Paz de Consciência né Eu quero evoluir então eu vou fazer o que tem que ser feito então eu tenho que perdoar e a gente entra nesse discurso muito impositivo do
de bom e eu quero uma boa vida eu quero Paz de Consciência né Eu quero evoluir então eu vou fazer o que tem que ser feito então eu tenho que perdoar e a gente entra nesse discurso muito impositivo do perdão a gente cria muito preconceito com as pessoas que são mais autênticas com que sempre porque você tocou no ponto Mirim que é fundamental quanto de verdade a numa não comportamento de perdão que a gente vê porque às vezes o outro e perdoa mas ele tem outras maneiras de cobrar sentirem perdão não né Coitado de paz herdou no setor é mais aquilo tem um custo ou então Deus tá vendo Deus baixos ou não a convivência da você se a pessoa te trata mal você não tudo bem mas depois você convive com uma certa hostilidade você não consegue não têm autenticidade Brincos que a gente sabe né recorda o tempo inteiro sim e os episódios em família por exemplo nem família que você não consegue você vai ter que perdoar pai e mãe normalmente né você vai ter que perdoar irmãos muitas vezes e às vezes você não tem essa liberdade você não tem essa existe às vezes uma hierarquia uma distância né das pessoas às vezes uma própria família que é difícil isso e você também não tem como chegar para uma pessoa e dizer eu te perdoo aquela pessoa pode achar que não quer ro com você também vai ser bem me perdoar de que foi importante que se diga que o perdão é para você né Não é assim ah eu vou perdoar o outro então vou eximir o outro não tem nada a ver com o outro o perdão tem a ver com você aí eu queria citar remédio quando ele disse que o ser humano muitas vezes confunde o ato de perdoar com A negação dos próprios sentimentos ou seja perdão é dentro de você né tá falando de sentimento é porque eu e você um dos Sentimentos significa o seguinte eu tenho raiva de você porque você me fez uma coisa você me viu eu nego essa raiva e acho que te perdoei e Nego essa raiva aí que vem os custos é colaterais das coisas né que você não tudo bem mas a no dia a dia da convivência nada voltou a ser como era antes e aquilo tem
essa raiva e acho que te perdoei e Nego essa raiva aí que vem os custos é colaterais das coisas né que você não tudo bem mas a no dia a dia da convivência nada voltou a ser como era antes e aquilo tem um peso de modo que você trata o outro de uma forma diferente a sua disposição com ele é outra e às vezes você não vai nem perceber que você tá fazendo isso você está reprimindo mágoas ou ele diz aqui e poder se pode como consequência alterar toda uma vida de relacionamento então é importante que se diga que o perdão não é para o outro o perdão é uma coisa que acontece internamente de você não necessita da presença do outro ou não de que o outro é conheça a situação às vezes aquilo que fez mal muitas vezes sim o Vinícius mas às vezes aquela pessoa vai fazer um mal para você a gente tá no noticiário né vendo questões de assédio né questões até no mundo do trabalho às vezes não existe com você chegar para aquela pessoa e não eu te perdoo e você vai ter que tomar atitudes que vão trazer consequências aí você vai ter que elaborar Aquino dentro de você né Eu acho ele mostrando conversando aqui o interessante quando fala do remédio nele você falou que é um processo né Aí ele fala em porque a gente sempre é porque a gente sempre imagina que perdoar eu vou perdoar o outro que me ofender eu vou perdoar o que me atende eu vou perdoa o outro né como se fosse estou beneficiando o outro que me fez mal mas quando o remédio chama para para que a gente Olhe Né desde a questão dos eu tento né porque se eu tô perdoando perdoar significa que eu tô olhando para o outro tentando não negar o mal que eu senti uma um sentimento a mais emoção né mas que eu disse né tá bem eu vou relevar né que a gente fala mas eu interessante né quando a gente enxerga que perdão é um processo interno é a gente vai dever de vez da gente tá olhando para aquela situação aquela pessoa que nos trouxe algo que nos ofendeu que nos prejudicou né É difícil caramba claro que todos nós temos né a nossa personalidade que grita né muitas
a gente tá olhando para aquela situação aquela pessoa que nos trouxe algo que nos ofendeu que nos prejudicou né É difícil caramba claro que todos nós temos né a nossa personalidade que grita né muitas vezes e nos fazendo se sentir ofendidos porque a gente ainda não é perfeito A gente ainda está convivendo um pouquinho com esses nossas nossas mazelas nossas nossas diferenças na internas mas quando e começa a entender que o perdão é um processo seja eu já vou perdoar então tá então dá a partir de hoje eu não eu vou pegar todo mundo mas eu entro naquela naquela naquele diálogo mental né ou numa atitude silenciosa eu te da irritação da agressividade de não querer fazer né é quando eu começo a entrar nessa situação me lembra muito tanto remédio quanto a série de Joanna De Ângelis né que na verdade o nosso processo evolutivo é uma conversa é um processo de conversa interna com a gente então outro ofendeu me senti ofendido sentir raiva não aceita o que ele fez mas a que eu perguntei a ele por que que eu não aceito de onde tá vindo essa raiva às vezes os outros né falou alguma coisa de uma forma inadequada agressiva que a logo me amei né Para não ouvir mas às vezes aquele que diz algo eu disse alguma coisa de mim que eu não percebi que eu tenho que chegar analisar as vezes o que ele disse que o absurdo que não tem nada a ver comigo mas se você é preciso que eu me conheço né vasculhe Por que que eu tô sentindo aquela raiva por que que eu tô com tanta dificuldade de lidar porque a gente fica mentalmente com a naquela conversa aí ele fez puxa eu devia ter feito isso aí Eu dividi ter falado isso e não falei e a gente fica remold Alguém morrendo remoendo e amargo e na renovaremos Valmir tanto né a gente vai é por isso que o remédio explica aqui na texto que a primeira etapa antes até de você entender aqui aqui não é o perdão ele diz que você tem que ter uns cancelamento de Cicco o e tentar ver as coisas de uma perspectiva de um observador porque a gente entra nesses diálogos mentais e a gente fica
aqui aqui não é o perdão ele diz que você tem que ter uns cancelamento de Cicco o e tentar ver as coisas de uma perspectiva de um observador porque a gente entra nesses diálogos mentais e a gente fica Relembrando pode ser uma traição né pode ser um golpe que você levou você levou uma uma uma rasteira né de alguém e você fica naquilo como é que nós como é que será que o hamed Luciene ele fala sobre esse distanciamento se como é que a gente pode como um observador observar aquela situação sem se deixar se carregar pela aquela emoção eu acho que é uma postura extremamente difícil essa porque nós somos muito ainda movidos Pelas nossas emoções ainda para gente é muito difícil separá-los e principalmente né família tocou no ponto porque o outro falou alguma coisa e me deixou com raiva e eu tenho que olhar para essa raiva que no fundo o problema sou eu e a minha raiva E aí o outro ele tem certos sentimentos que a gente carrega que são nossos os outros são disparadores disso mas o problema é que a raiva tá em mim não é o que o outro disse a raiva está em mim foi o que ele disse Mas amanhã vai ser o que o outro vai fazer depois de amanhã vai ser uma fatalidade depois de depois de amanhã vai ser outra coisa então o problema é que a rádio está aqui me como é que eu vou lidar com essa raiva é que realmente importa e interessa porque toda hora vai aparecer alguém para me deixar com raiva que raiva tá aqui dentro Isso é uma atitude de observação é você se distanciado essa raiva né entender que ela está aqui e tentar compreender as situações em que realmente ela surge o que é que isso acione você qual é a sua necessidade que não está sendo atendida que deixa você com raiva então assim esse distanciamento psíquico que ele propõe eu acho que é uma das coisas mais difíceis né A E aí o longa por exemplo a prática da yoga é uma coisa interessante para despertar esse esse a postura de observador a prática diária né dos exercícios da respiração de alguma maneira talvez não sei a que eu vou fazer um chute Por que
da yoga é uma coisa interessante para despertar esse esse a postura de observador a prática diária né dos exercícios da respiração de alguma maneira talvez não sei a que eu vou fazer um chute Por que desacelera a nossa mente porque nos ensina nos ajuda a colocar foco e atenção talvez por isso a gente consiga nos desprender da emoção que toma conta da gente e desprendidos daquela emoção a gente consiga analisar um pouco melhor as coisas e observar é E aí o interessante aqui para desenvolver-se distanciamento psíquico se colocar nessa posição de observador no fundo você não pode ser uma pessoa que ainda tá totalmente rendida as emoções que tem você tem que ter alguma capacidade de discernimento é porque eu acho impossível se a gente tá não desespero sair da raiva um pouco porque há muitas outras emoções Queluz também né embaralham-se você tá ali profundamente ressentido com alguém por alguma dor que você carrega em virtude de algo que aconteceu ali atrás que a pessoa fez ou deixou de fazer algo que você precisava do outro e o outro não fez por você não estava ali alguma atitude do outro que tirou algo importante de você da sua vida e dali para frente a sua vida se é desenrolou de uma forma da nossa para você enfim vamos falar de coisas assim então você tem uma ressentimento por aquela pessoa você olha para ela e você sente ainda alguma coisa que tá no campo da mágoa e tudo você estando ali consumido por aquele ressentimento eu acho muito difícil você sair para observar o que você é todo aquele ressentimento Então eu acho que para a encontrar esse caminho de observação primeiro a gente precisa encontrar um caminho de lidar com essas próprias emoções que a gente traz reconhecer a emoção em primeiro lugar bebê eu estou sentindo isso me deixou profundamente triste eu acho que essa esse sentimento de aceitação das nossas emoções é um passo muito importante para a gente poder analisar aulas de observá-las porque senão a gente vai imediatamente para uma negação porque eu não posso
esse sentimento de aceitação das nossas emoções é um passo muito importante para a gente poder analisar aulas de observá-las porque senão a gente vai imediatamente para uma negação porque eu não posso sentir recente mais Imagino sua Espírita Espírita não guarda ressentimento Espírita não guarda mágoa a espírita não pode ter raiva ódio Deus o livre como viram nascer a gente as emoções não fosse humana né Tem plástico da já tem como seres ser Espírita fosse colocar a gente no patamar diferente do que todos nós estamos então assim por essas imposições e a gente quer negar o ressentimento mas ele tá ali nos torturando e aí eu acho que nessa condição de negação a gente fica imerso na emoção não percebe que está imerso nela tudo que faz faz movido por ela e não tem condição desse distanciamento psíquico Mas você fala uma coisa tão importante né só pegando ainda um Ganchinho aceitação né a gente a gente na doutrina quanto espíritos a gente aprende que tudo está certo né que Deus é justo amor os que tudo tá certo que nós temos em nós toda a potencialidade para enfrentar as dificuldades que não chegam isso Teoricamente racionalmente porque praticar treinar isso nos custa né vontade nos custa perseverança né É porque eu acredito que talvez esse distância é Ecológico que o remédio nos trouxe ele será alcançado na medida em que é eu saio da caixinha de acreditar que Deus é justo que tudo que me acontece está certo não tem muito errado agora o seu a previsão é para o meu apesar quando eu isso sai da minha teoria e eu começo a trazer isso para o meu modo de vida então vou compreender que aquele que me agrediu aqui aquela situação que me chegou difícil ela veio para o aprendizado um instrumento Então acho que nesse momento em que eu eu começo eu já passei pelo processo de observar o meus sentimentos né de mais profundo eu sinto raiva porque porque eu tenho uma carinha sempre que eu não ser ouvido de não ser amado né Por Exemplo né eu tenho uma carência de Ausência de amor por mim mesmo então tudo que me
ais profundo eu sinto raiva porque porque eu tenho uma carinha sempre que eu não ser ouvido de não ser amado né Por Exemplo né eu tenho uma carência de Ausência de amor por mim mesmo então tudo que me ofende eu levo para rejeição então só agressivo e eu tenho um controle Eu queria que a coisa faz uma jeito e aí veio aquela pessoa estragou tudo o que ele quis bem a frustração Então acho que nesse nesse nesse diálogo do remédio quando ele fala da distanciamento psicólogo cinco na nossa parte psicológica é penso que ele está numa outra etapa né ele coloca como se fosse a primeira e eu fico meu Deus e a primeira festa né tô tão distante de sucesso Ecológico parece ao fim a minha camisa não é mas em algum momento na doutrina eu conversando uma vez com uma situação muito difícil que eu passei alguém me disse assim olha faz o seguinte faz de conta que uma pessoa amiga muito amiga sua que você tem muita admiração te contou isso que aconteceu isso isso isso isso você encontra amiga o que você diria para ela é porque aí é uma maneira da gente deixar um pouquinho aquele rebuliço daquela emoção pensar trazer o foco razão para o raciocínio e falando olha Você já escutou isso Você já pensou nisso Olha eu faço isso e algumas vezes dá certo sabe não é aquele ponto dos tratamento psicológico que a média trás né da distanciamento emocional e mental mas é um alívio porque Tira o foco daquela emoção que nos toma que a gente age em função dela como eu disse você nem você mas permitia que o Focus passe agora para a questão do raciocínio puramente eu posso falei aqui o quê que o remédio fala sobre esse desligamento né Ele diz o seguinte desligasse ou desconectar-se não é um processo que nos torna insensíveis e frios como criaturas totalmente impermeáveis as ofensas e críticas e que vivem sempre em uma atmosfera do tipo ninguém mais vai me atingir ou machucar quem já no não passou por isso já não observou isso né não né isso aí na minha fingir desligar se quer dizer deixar de alimentar-se das emoções alheias
do tipo ninguém mais vai me atingir ou machucar quem já no não passou por isso já não observou isso né não né isso aí na minha fingir desligar se quer dizer deixar de alimentar-se das emoções alheias desvinculando-se mentalmente dessas relações doentias de hipnose magnéticas de alucinações íntimas de represálias né gente fica ali matutando uma vingança né de desforra de qualquer matismo ou de problemas que não podemos solucionar o momento ao promover os desconexão psicológica é sempre mais habilidade e disponibilidade para perceber o processo que há por trás dos comportamentos agressivos Acho que foi o que você comentou né mesmo o que está por trás do comportamento agressivo do outro que me atinge aí a gente já tá evoluindo aqui no no processo do Perdão né porque eu já estou elaborando cozinha e a gente ainda vendo que é isso que se fala de uma forma tão banal perdoar temos que perdoar o perdão isso perdão aquilo é um processo tão complexo e ele envolve na minha opinião a gente atravessar muitas etapas emocionais mesmo e íntimas porque primeiro é preciso a gente viver as emoções que a Gente Tá experimentando ali não tem como negar negar é muito prejudicial não significa que nós vamos agir conforme o que sentimos eu posso ficar chateada com é irada com alguém com uma vontade enorme de pegar esse aqui é tirar da cabeça dela essa é a minha vontade a minha raiva me ajudaria a fazer isso com facilidade mas eu não preciso agir de acordo com essa raiva eu posso perceber que eu tô com muita raiva e devo perceber eu não preciso agir conforme a raiva que a gente já tem esse discernimento em várias situações a pessoa te por exemplo dar uma rasteira no trabalho e por causa da atitude dela você sofre um prejuízo às vezes um prejuízo financeiro às vezes um prejuízo pessoal registo moral às vezes um prejuízo moral e o outros está realmente agindo de má fé bom então a vontade que você tem é de esganar você no esgana tô com raiva e de repente é uma circunstância que você poderia devolver até
zes um prejuízo moral e o outros está realmente agindo de má fé bom então a vontade que você tem é de esganar você no esgana tô com raiva e de repente é uma circunstância que você poderia devolver até aquela aquela atitude e fazer algo para prejudicar o outro você não precisa agir que se você foge pelo que você tá sentindo você vai fazer isso você vai devolver se você não tiver consciência da importância de Reconhecer essa emoção entender que a emoção é natural ao A nossa condição né nossa nível de maturidade a nossa evolução espiritual aquela dose de raiva que eu tô sentindo é proporcional é compatível com quem eu sou se eu não aceitar isso é Eu Vou empurrar essa raiva para baixo do tapete e vou agir de acordo com ela então a minha razão vai dar várias razões boas na minha razão vai dar vários motivos muito Nobre filho é para eu por exemplo começar a cobrar daquela pessoa determinada coisa fico cobrando todo dia você não fez isso você não fez aqui eu tenho que cobrar porque a empresa precisa do resultado no final das contas eu estou agindo movido por uma emoção e eu não vou entrar aqui no mérito de se a pessoa tem que chegar mesmo assim se a cobrança tá certo não a importância que a gente refletir sobre o fato de que quando nós somos feridos em algumas pectus da nossa vida íntima em alguns aspectos do nosso ser emoções perturbadoras vão surgir elas vão acontecer elas vão brotar e a gente precisa experimentar sentir reconhecer aceitar não precisa agir de acordo com elas aí entra o discernimento que a gente vem construindo é para isso que a gente estuda para isso que a gente lê parece que a gente tá aqui conversando Ok eu sinto raiva mas já começa a entender e age movida por essa raiva Essa raiva não é boa conselheira Essa raiva não é boa guia deixe-o esfriar minha cabeça primeiro depois eu vou agir já é assim uma atitude incrível né deixa eu deixa passar a mágoa depois eu vou responder porque às vezes a gente fala e causa também muito dando com a nossa fala quando a gente vai movido por essa
gir já é assim uma atitude incrível né deixa eu deixa passar a mágoa depois eu vou responder porque às vezes a gente fala e causa também muito dando com a nossa fala quando a gente vai movido por essa por essa emoção né então quanta coisa nós estamos vendo que diz respeito a nós antes da gente chegar um estado de de considerar que tá perdoando o outro porque também quando vocês tocam nesse ponto né tudo que acontece é certo tudo que me acontece é justo é bom então assim a gente começa a amplificar o olhar para um nível que ainda não é compatível com o nosso sentimento nós ainda não conseguimos sentir isso não pelo menos de imediato Às vezes a gente processa o tempo vem traz respostas e a gente olha para trás fala Poxa Realmente isso Acabou representando um bem mas de imediato nós não temos como se sentir isso dessa forma pelo menos a maioria das pessoas eu tô tirando por mim na maioria das nossas nível ainda né mas é como é Luciene tá falando mais cala né então no começo eu me percebo sentir aquele sentimento né tô trazendo para mim só fala também você já não respondo mais né já não deixe que aquele sentimento Me Tome eu AGE em função dele mas também já passei daquela fase Eu não ajo Mas fico remoendo né Ah mas Deus é perfeito vai chegar a hora dele né o mal desejando intrincadamente né não se não se recorde já às vezes com aquele que nos fez vão sentir ofendido com uma um beijo dá uma queda ou algo que lhe sucedeu né de bom que tem uma parte do evangélico diz Amai vossos inimigos vai cair bem nessa questão é que a gente vai cair na questão do Perdão eu acho que na medida em que eu sei aonde estou que nós tá falando nosso nível evolutivo A gente ainda não sente né que tudo está certo como você falou tem assim a gente tá numa fração né de tempo de espaço Todos nós temos é somos anciosos Por Justiça então quando a gente sente a justiça de alguma coisa quando a gente sente que aquilo foi justo por mais duro que seja a gente se acomoda exemplo simples é na nossa vida cotidiana se nos cobram
Justiça então quando a gente sente a justiça de alguma coisa quando a gente sente que aquilo foi justo por mais duro que seja a gente se acomoda exemplo simples é na nossa vida cotidiana se nos cobram alguma coisa se a gente a e por alguma coisa mas a gente sabe ver todos os dias que qualquer pessoa que faz o que eu fiz também recebeu a mesma reprimenda a mesma a mesma multa a mesma repreenção que eu repreendi eu vou ficar chateada mas oque é justo porque ninguém pode fazer isso eu não sou diferente de ninguém então quando a gente tem essa sensação da Justiça as coisas se acomodam melhor e esse eu acho que o grande problema nessa história toda porque quando a gente se sente lesado se você não tem noção de ter sido Justo quando você olhar perda que você teve quando você olha o impacto que aquilo trouxe para você e o outro vive a vida dele como se nada tivesse acontecido é você que tá carregando a bomba que explodiu aqui a sua noção de Justiça ali ela não ela fica é comprometida só se mas peraí e principalmente quando a gente joga isso para além dessa vida que o Espírita tem sempre é se é só oportunidade né de pensar que bom não é a primeira vez que nós nos encontramos a a gente vai se enrolando vida após vida um prejudica aqui o outro prejudica a lhe etá mas nessa vida com aquela pessoa você sempre foi correta com aquela pessoa você sempre deu o seu melhor e não determinado ponto aquela pessoa te trai trai a sua confiança atrai o seu amor traz a sua dedicação você olha para trás com honestidade com sinceridade a franqueza e não vendo nada as pessoas a sua volta confirmam isso poxa como é que ele fez você sempre foi dedicada Então a nossa noção de Justo sofre um Abalo e quando a gente acha que uma injustiça tá acontecendo quando essa noção de Justiça ela fica fragilizada então é muito difícil para gente assimilar essa história de bom tudo que me acontece é para o meu bem é correto mas aí eu eu entro no raciocínio é Luciene é que a gente também da mesma forma que a gente contar
uito difícil para gente assimilar essa história de bom tudo que me acontece é para o meu bem é correto mas aí eu eu entro no raciocínio é Luciene é que a gente também da mesma forma que a gente contar contextualizando que seja perdoar é contextualizar a questão de justiça porque se a gente parar e analisar o conceito de Justiça o sentimento de Justiça olhando para nossa personalidade atualmente né E pelo mundo que nos certa sem imaginar aonde eu quero chegar nesse conceito de Justiça realmente é aquilo que é fora daqui da minha expectativa aquilo que estiver fora dos meus valores da minha crença de Justiça será tudo injusto então fora dessa minha faixa será injusta e eu vou me sentir muito indignada Porque nessa personalidade nesse momento eu quero Justiça nos meus moldes a gente não segundo os meus coisas aí a gente entra mesmo nessa faixa né mas se eu sei onde eu quero chegar enquanto o ser humano é eu também estou questionando a questão de justiça vou questionando a questão de amor né Que amor é esse por quê que a gente se sente tão abalado porque o outro nos traz porque o outro é nosso é Nossa posse mas você não é uma que você já Isso você já tá né você já fez o distanciamento físico quando você começa a fazer essas reflexões quando você começa a fazer esses questionamentos quando você amplifica as coisas dessa forma você já fez o distância né pra lá que a gente tem dinheiro né O que é o Nokia a gente tá discutindo Exatamente é isso porque quando a gente se sente injustiçado quando aquilo tá doendo quando aquilo está ferindo a gente ainda muito difícil a gente exercer esse discernimento então por isso que eu acho que é um processo de vivência como tem dizem Do Luto né que são as fases do luto na que é importantíssimo que você em algum momento tem o seu a sua crise de revolta eu não sei tu que isso aconteceu porque isso faz parte se você não atravessar isso você não consegue chegar a uma uma aumentada de aceitar não permanecer neste estado em desenvolver lá na frente uma doença ou
ei tu que isso aconteceu porque isso faz parte se você não atravessar isso você não consegue chegar a uma uma aumentada de aceitar não permanecer neste estado em desenvolver lá na frente uma doença ou desenvolver hoje mesmo uma doença sem perder um pouco se desligar um pouco da vida então eu acho que com relação ao perdão a gente olha para o perdão e ele me parece ser quanto mais a gente conversa aqui mas ele tá me parecendo ser a consequência natural de uma série de outras e esses que a gente adota né porque como você disse Luciane perdoar vai ser um ato que a gente vai ter que exercitar a vida inteira vai começar desde criança até você morrer desencarnar você vai lidar com esse esse tipo de desafio né são muitas situações que a gente passa e a gente tem que aprender a passar por essas etapas reencarnação por isso que a gente volta e volta e volta né em volta às vezes em papéis trocados mas com as mesmas pessoas complicadas porque somos também complicados né a gente muitas vezes não dá perdão também não dá para mim dar para gente não dá perdão para o outro que é uma coisa aqui que a gente ainda que a gente não vai ter tempo de abordar mas o remédio fala muito como é que eu perdoo aquela pessoa que está me ferindo tá me magoando então primeiro ele diz vamos para resumir né porque a gente já tá encerrando o tempo e ele explica o que não é o perdão não é você se distanciar você se manter frio você achar que não aquela pessoa não me fez nada ou Coitada aquela pessoa morrer levar isso aqui não é perdão cativos Tati consumindo porque a sua voz da consciência o seu sentido de Justiça foi abalar né segundo tentar fazer esse distanciamento psicológico que é um processo riquíssimo e longo que é nada a gente tem que tá me abalando né que emoções são essas que estão me ferindo e aquele também que fala sobre eu me colocar no lugar do outro o que é que tá fazendo com que o outro minha vida porque aquela pessoa tem aquele comportamento agressivo e muitas vezes nós vamos entender que aquela pessoa não
sobre eu me colocar no lugar do outro o que é que tá fazendo com que o outro minha vida porque aquela pessoa tem aquele comportamento agressivo e muitas vezes nós vamos entender que aquela pessoa não tinha recursos melhores para lidar com situações que nos feriram e isso faz parte foi o auge do distanciamento né quando a gente consegue entender as razões daquela pessoa ou pelo menos respeitar e não quer dizer que você vai conviver com ela muitas vezes você vai separar esse relacionamento não pode existir porque é prejudicial para você você vai colocar limites mas você já consegue olhar aprendizado que você teve a partir daquela situação e que aquela pessoa muitas vezes não merece mais a minha confiança ou né Aí você vai já nessa etapa você vai dar um destino para aquele relacionamento né Eu queria terminar aqui essa esse programa com uma última fala aqui do remédi uma das mais eficientes técnicas de perdoar é retomar o Vital contato com nós mesmos quizer perdão é aqui dentro né desligando nos de tu a inclusão Mental para logo em seguida buscar uma real empatia com as pessoas e nesse processo né Entendeu o outro empatia deixamos de ser vítimas de forças fora do nosso controle para transformar-nos em pessoas que criam sua própria realidade de vida baseadas não nas críticas e ofensas do mundo que vão sempre existir mas na Sua percepção da Verdade e na vontade própria um alto nível aqui né A reflexão do hamed a gente espera que vocês tenham acompanhado aqui conosco cada um faça dentro de si a sua reflexão busca lá o que que é qual é o perdão que eu tô precisando elaborar dentro de mim a gente conversou um pouquinho sobre esse tema fica o livro né a recomendação do livro renovando atitudes hammed nesse capítulo de aceitando a processo de aprendendo a perdoar o nome do capítulo então a gente espera que vocês tenham gostado próxima quinta-feira às dezenove horas estaremos aqui conversando que sobre o outro tema deixe o seu like compartilhem esse conteúdo e não deixe de comentar
tão a gente espera que vocês tenham gostado próxima quinta-feira às dezenove horas estaremos aqui conversando que sobre o outro tema deixe o seu like compartilhem esse conteúdo e não deixe de comentar comentem com a gente quê que vocês acharam Miriam Luciene muito obrigada pela presença de vocês é a todos vocês até a próxima E aí E aí E aí
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