Palestra Pública | "O Evangelho como roteiro de vida" | com Antonio Nascimento
"O Evangelho como roteiro de vida" é tema da palestra pública mensal promovida pela Federação Espírita do RS, que, nesta ocasião, será conduzida pelo presidente da Fergs, Antonio Nascimento. Esperamos você para esse momento de reflexões no domingo, 8 de fevereiro, às 17h. 📲 Acompanhe a transmissão ao vivo pelas redes sociais da Fergs e também pela Fergs Rádio, em www.radio.fergs.org.br 📥 Baixe gratuitamente o aplicativo na Apple Store ou Play Store. #PalestraPública #DoutrinaEspírita #Fergs
Uma leitura que aproxima o espiritismo da fonte da vida, do sagrado presente na natureza e da nossa responsabilidade na gestão dos recursos do [música] planeta Terra. Ecoespiritualidade, [música] trilhas do Espírito no Habitar a Terra de Felipe Trúculo Mascarenhas apresenta [música] a cada página histórias em que a conexão com o meio ambiente é o ponto de partida para profundas reflexões. convite para habitarmos a terra como verdadeiros discípulos do sublime ecólogo Jesus. Ecoespiritualidade, [música] trilhas do Espírito no habitar à terra, você encontra nas principais livrarias espíritas do Brasil. Olá, queridos irmãos. Sejam todos bem-vindos a mais uma palestra pública da nossa Federação Espírita do Rio Grande do Sul, hoje na companhia do nosso presidente, o querido Antônio Nascimento, que compartilhará conosco preciosos momentos e ensinamentos e da nossa colaboradora Vanessa Caruz. Antes de darmos início à nossa palestra de hoje, faremos a leitura de harmonização e a nossa prece de abertura que será conduzida pela nossa nossa Vanessa. >> Queridos amigos, o texto escolhido paraa leitura de hoje é o capítulo 63 do livro Ceifa de Luz, intitulado Serve e Confia. uma mensagem de Emanuel através da psicografia de Chico Xavier, relembrando que este texto é uma indicação da área do livro espírita da nossa federativa. Serve e confia. Fiel Deus pelo qual fostes chamados. Paulo, Coríntios 1, versículo 9. Frequentemente aparecem os companheiros que se dizem inabilitados para a tarefa que lhes conferiu. Assumiram compromissos de que se afastam nas primeiras dificuldades. Alegando incompetência, iniciam empreendimentos de que se retiram logo. Ujam certos impeços, declarando-se frágeis para o trabalho a fazer e retardam a execução de serviços que lhes carreariam paz e felicidade, sem delonga maior. Se te sentes na órbita de semelhante problema, persevera no dever que abraçaste e não temas. As leis divina jamais falham. A natureza não espera frutos de laranjeira nascente. A vida não senta a criança na cátedra do
órbita de semelhante problema, persevera no dever que abraçaste e não temas. As leis divina jamais falham. A natureza não espera frutos de laranjeira nascente. A vida não senta a criança na cátedra do professor. Se repontam horas de crise nos encargos te que te competem. Mantém-te firme no lugar de trabalho em que o mundo te colocou e cultiva a certeza de que não te faltará auxílio para a concretização do bem a que te dedicas. Rememoremos as palavras do apóstolo Paulo quando nos assevera, fiel é Deus pelo qual fostes chamados, conscientizando-nos de que Deus não nos deixará tentar empresa alguma acima das forças engajar e de que acima das forças de que possamos dispor. Com semelhante dedução, prossigamos as tarefas em que fomos engajados, com vistas ao bem de todos, agindo e aprendendo, trabalhando e servindo ante a bênção de Deus. E assim, meus amigos, com essas reflexões de estímulo ao trabalho constante, realizamos a nossa prece, fazendo uma arrogativa ao Cristo e a todos os benfeitores espirituais que servem junto à Federação Espírita do Rio Grande do Sul, que celebra mais um aniversário. de trabalho perseverante, de ação constante no bem, visando a união e a unificação do movimento espírita em todo o Rio Grande do Sul. Agradecemos a Deus pela oportunidade de trabalho, pelas lutas que nos lapidam o espírito, pelos desafios que nos enriquecem a alma e pela luz que a nossa federativa espraia por todo o Rio Grande, levando a paz, a harmonia, a fraternidade e a coragem para que sigamos com o mestre, servindo, amando e trabalhando sempre pelo bem coletivo. Gratidão a Deus, aos benfeitores espirituais que amparam a Ferges e a todos os companheiros que também seguem lado a lado conosco nesta tarefa. Que assim seja. >> Que assim seja. Bom, obrigado, Vanessa. Bom, o tema de nossa palestra hoje é o Evangelho como roteiro de vida. E esse tema então vai nos convidar a seguir os ensinamentos de Jesus. E nós temos a grata satisfação de receber aqui entre nós nosso querido irmão, atualmente à
oje é o Evangelho como roteiro de vida. E esse tema então vai nos convidar a seguir os ensinamentos de Jesus. E nós temos a grata satisfação de receber aqui entre nós nosso querido irmão, atualmente à frente de nossa federativa estadual, que vai nos conduzir nas reflexões sobre esse tema. Seja bem-vindo, querido irmão. Contigo a palavra. Obrigado, Veloco, Vanessa. A nossa saudação fraterna a vocês, ao Cris, que tá no backstage, permitindo que a gente esteja aqui fazendo a parte técnica de gravação. e a todos vocês que estão eh nesse momento, né, assistindo, se oportunizando esse essas minutos aí de reflexão que eventualmente aqueles que acharem útil também compartilhar com algum irmão, porque o evangelho ele é fundamental para as nossas vidas. Então, a gente deseja, né, que a paz, esta paz de Jesus que a gente consegue extrair do evangelho, da sua trajetória, ele esteja em nossos corações, especialmente, né, Veloco, Vanessa e amigos, porque a gente vive um momento em que os ventos da transição planetária, né, nessa tempestade, mexe em todos os campos da vida, do cotidiano, do conhecimento. as estruturas estão sendo testadas, algumas estão sendo tão eh eh ruindo, né, e outras, né, eh nos levam a um convite para que junto a gente consiga encontrar formas de eh eh digamos assim colocar na prática as bases desse mundo de regeneração que a gente deseja, um mundo mais fraterno, mais união, né, de com mais união. Então, para que durante essa turbulência desses momentos desafiadores que eh não dão sinais de arrefecimento eh nos dias atuais, que a gente possa se conduzir com segurança, né? Então, quando eu tenho uma referência, eu consigo me conduzir mesmo nesses tempos desafiadores. E a gente tá aqui, eh, meus amigos, para conversar sobre um mapa, né? Assim como nós temos os aplicativos, né, do Google Maps, aqueles que usam o carro e se guiam através desses, né, outros, né, o próprio quando tu pede um aplicativo, né, que você já aparece na tela do teu celular lá, o motorista que aceitou a corrida, ele
s, aqueles que usam o carro e se guiam através desses, né, outros, né, o próprio quando tu pede um aplicativo, né, que você já aparece na tela do teu celular lá, o motorista que aceitou a corrida, ele demonstra quanto tempo, o trajeto que ele está fazendo depois ter conduzido um determinado trajeto do ponto A até o B, o evangelho, né, a gente tá aqui para conversar sobre esse esse mapa, né? É um guia esse que já foi nos oferecido há mais de 2000 anos, mas apesar desse tempo, né, ele não está desatualizado, pelo contrário, ele permanece tão atual quanto o nosso dia mais recente, o dia de ontem, o dia de hoje, né? E ele é, meus amigos, um manual que ser seguido, né? E aí a gente não pode, eh, digamos esquecer disso, ele não vai prometer uma vida fácil, né? Mas por outro lado, ele promete uma vida com sentido, tá, né? para que dentro das aflições que nós teríamos do mundo, que Jesus nos avisou, nós mantenhamos o bom ânimo. E isso acontece quando eu sei, né, a direção que eu tô fazendo as escolhas, que eu tô usando o meu livre arbítrio, os meus talentos, mantendo e a paz interior, a serenidade. E a nossa proposta, então, é em alguns minutos a gente refletir um pouco sobre o evangelho como um roteiro de vida, né? E a gente percebe, né, que muitos de nós, né, em algum momento, né, talvez até no momento atual, possamos estar nos sentindo perdidos, né, ansiosos, amedrontados, né, com uma espécie de vazio ou com algumas dúvidas na nossa mente, né? E a gente pode eh já ter feito essa pergunta: o que que eu devo fazer diante dessa situação? diante de um conflito doméstico, diante de uma dificuldade familiar, de um problema de saúde, diante do meu posicionamento com relação a tantas informações que chegam a todo momento e que viram de cabeça para baixo, né, às vezes as nossas certezas ou mundo. Qual é o caminho certo? Como é que eu vou lidar com essas dificuldades com serenidade? Lógico que a sociedade nos oferece diversos manuais, né? A gente vê, né? Basta a gente ver nas livrarias e cada vez mais
o caminho certo? Como é que eu vou lidar com essas dificuldades com serenidade? Lógico que a sociedade nos oferece diversos manuais, né? A gente vê, né? Basta a gente ver nas livrarias e cada vez mais você vende livros, né? para um sucesso profissional, 10 passos para isso, para aquilo, guia certo para tal ou para outra coisa, para relacionamentos, para guias de autoajuda, isso aí é o que a gente mais encontra, né? Tutoriais que a gente vê na na no YouTube, né? São eh, digamos assim, extremamente abundantes, mas nenhum deles, né, nem das obras, nem desses tutoriais que a gente falou aborda, né, ou pelo menos a maioria, a grande maioria não aborda a essência do que nós somos. E aí a doutrina espírita vem nos descortinar o véu, dizendo que nós somos um espíritos imortais, criados ainda simples, uma ignorância, né, com a possibilidade de evoluirmos. E para isso nós estamos numa jornada de evolução. Então o nascer, viver, morrer, renascer ainda, progredir sempre, esta é a lei, tá? Ou tal é a lei. É inclusive o mote do nosso último congresso, né? na 13º Congresso que aconteceu agora em outubro do ano passado. Nós precisamos então de um roteiro que fale a nossa alma. E é exatamente isso que o Evangelho nos oferece, né? É interessante nós lembrar que o Evangelho ele não é um livro de dogma, mas é um código de conduta, né? A obra basilar da doutrina espírita, né? O livro dos espíritos, Kardec teve a oportunidade de perguntar de uma forma muito direta lá lá na questão 625, quase quase todo mundo conhece, quando ele pergunta de um modelo e um guia para a humanidade, qual é o espírito mais perfeito? E a resposta todo mundo sabe, aqueles que já viram é mais curta, ela é direta, não tem tergiversação. Jesus ou uma outra tradução a gente já pode encontrar às vezes v de Jesus. E Allan Kardec também da terceira parte do livro dos espíritos, que trata das leis morais, desse código de bem viver e que vem trazer para nós a terceira revelação na sequência dos 10 mandamentos que traz
lan Kardec também da terceira parte do livro dos espíritos, que trata das leis morais, desse código de bem viver e que vem trazer para nós a terceira revelação na sequência dos 10 mandamentos que traz a lei de justiça do amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo para fazer ao outro que a gente gostaria que fizesse com a lei de amor, que Jesus veio dar cumprimento, veio viver, né? Não para destruir a lei de justiça do não fazer para o outro que eu não gostaria que fizesse. E ela vem então a partir do Evangelho Segundo o Espiritismo trazer, né, esta máxima, né, que Allan Kardec resume em fora da caridade não há salvação. nosso consolador prometido, a terceira revelação divina, ela traz esta chave para que a gente possa entender esse guia, o evangelho, o cristianismo primitivo, aonde a gente eh consegue identificar lá no capítulo sexto, Cristo Consolador, de que lá estão todas as verdades que são de origem humana, né, as as interpolações, os equívocos que possam ter sido eh eh atribuídos ou nele tdo ser enra raizados a partir de uma ou outra religião que acaba usando também a referência cristã. Então esse guia ele é para nós de uma forma lógica no evangelho, ele é racional e o mais interessante é desprovido de mistérios. Tanto que Allan Kardec traz no Evangelho segundo o Espiritismo as máximas morais do Cristo, né, trazendo a as bem-aventuranças, né, as parábolas principais, aonde elas não podem ser deturpadas, mesmo com essa passagem de praticamente 20 séculos. Então, o evangelho, meus amigos, é importante que ele não é um amontoado de regras para nos condenar, tá? Ele é um código de conduta moral, né, para aquela regra de bem proceder que quando aplicado nos liberta das nossas próprias imperfeições. É como o manual do fabricante para nossas almas, né, né? Então é interessante porque lá na questão 919 do livro dos espíritos, né, quando Kardec pergunta qual é o caminho para a felicidade, a resposta dos espíritos é conhece-te a ti mesmo. Então esse manual, né, que quando a gente
que lá na questão 919 do livro dos espíritos, né, quando Kardec pergunta qual é o caminho para a felicidade, a resposta dos espíritos é conhece-te a ti mesmo. Então esse manual, né, que quando a gente compra um produto, às vezes vem um manual e nem todo mundo eh costuma ler, né? às vezes ele é com várias páginas e hoje às vezes muitos acabam indo, digamos assim, numa forma mais intuitiva, mas é sempre tem e informações relevantes e vão fazer com que a gente maximize aquele caminho ou a utilização. Então Jesus, né, né, quando eh eh ele afirma que ele não veio destruir a lei, ele não veio trazer eh eh digamos assim uma uma um ou o derrogar aquilo que nos 10 mandamentos ainda apresenta, né, no Antigo Testamento, um Deus mais eh pesado, mais irado, né, ele veio oferecer uma outra face, uma outra leitura, uma outra perspectiva, né, veio nos ensinar a, de certa forma, nos salvar de nosso mesmo dos nossos próprios erros e vistos. E aí nós temos o orgulho, o egoísmo, tá lá na 913, como o grande desafio da humanidade, né? E os pilares desse roteiro da prática do evangelho, ela é a partir do do momento em que a gente começa a aplicá-lo no dia a dia. E a gente pode citar alguns deles, né? O básico, né? Toda a lei e os profetas, então, amar ao próximo como a si mesmo, né? aonde eu me relaciono com o próximo nesse sentido de caridade, né? Nunca esquecendo que a caridade é nesse sentido, como a entendia Jesus e Kardec fez questão de perguntar isso a Allan Kardec lá na 886, ele vai muito além da caridade material, que é importante em determinados momentos, é fundamental, mas ele traz para nós então o fazer o bem possível, a benevolência para aquele que eu me coloco como próximo naquele momento, né? ind urgência para com as imperfeições alheias de que nesse mundo polarizado, nesse mundo, digamos assim, tão eh eh super estimulado, né, desafiado com a as emoções, quase que a flor da pele, que eu aprenda a conviver com o diferente, com aquele que eu pensa diferente e aprenda a dialogar sem me
os assim, tão eh eh super estimulado, né, desafiado com a as emoções, quase que a flor da pele, que eu aprenda a conviver com o diferente, com aquele que eu pensa diferente e aprenda a dialogar sem me desestruturar, sem com que ele se torne um adversário a ser vencido, mas que tenha respeito, assim como eu quero, que me escute as minhas visões. também. E gradativamente a gente começa pelo diálogo a ampliar a nossa visão de entendimento da vida, inclusive de perspectiva que não haviam sido exploradas por nós, né? Lógico que nesses embates na vida, até mesmo dentro da família, da própria instituição espírita, dos ambientes de trabalho, né, no trânsito, na sociedade como toda, nós vamos ter entrecho que eventualmente um vai pisar no calo do outro. Então eu preciso perdoar a ofensa. Então esse é o eixo central. Mas amar ele não é só um sentimento, ele é uma ação, ele é uma escolha. E a caridade no pensamento em que eu não vou julgar o outro, pré-julgar especialmente, né? Em que eu não vou usar minha palavra para ferir, para desafiar, para desconstruir o outro. e que eu vou usar a a minha os meus talentos, a palavra, o pensamento, tudo que eu estiver em condições de benevolência para ajudar ao próximo, né? Às vezes uma pressa em relação ao próximo, um bom pensamento, né? Um gesto de confiança, é olharmos para aquele familiar ou amigo, às vezes até mesmo aquele colega difícil, tá? Aquele familiar que nos desafia e enxergar nele o espírito e aprendizado como nós mesmos. a gente, nós, nós queremos a empatia conosco, é que as pessoas entendam os nossos medos, as nossas ansiedades e que percebam também o nosso esforço que estamos fazendo para melhorar, porque todo mundo quer, na verdade, né? Todo mundo quer ser valorizado, quer ser, eh, digamos assim, eh, tido em consideração, quer ser escutado, né? Então, é importante, meus amigos, que a gente não faça ao outro aquilo que a gente não quer que eles nos façam. E logicamente a libertação do evangelho nos permite seguir adiante
uer ser escutado, né? Então, é importante, meus amigos, que a gente não faça ao outro aquilo que a gente não quer que eles nos façam. E logicamente a libertação do evangelho nos permite seguir adiante diante desses entrechoques dos machucados, da das feridas que eventualmente eh eh podemos abrir uns nos outros pelo perdoar, né? Lembrando a máxima de do Cristo de não perdoar só sete vezes, mas 70 vezes sete, né? Cada momento, né? É basicamente não guardar mágoas, né? Porque a mágoa é um peso morto que eu carrego nas costas, tá? E o perdão, ele é um ato de autolibertação. Não significa que eu vou compactuar com um erro do outro, que eu vou justificar, né? Às vezes eu preciso me afastar, eu preciso colocar um limite, né? Eu preciso me defender, né? Mas se se recusar a ser prisioneiro dele, perdoar é dizer: "Eu me valorizo mais do que a minha raiva, a minha segurança interna, a minha paz interna, ela é fundamental para que eu possa viver no mundo, né? Refletindo o próprio evangelho e esse bom ânimo que Cristo nos dá como lenitivo para as aflições que nós fatalmente estamos vivenciando ou teremos que vivenciar." Então ele é um mandamento essencial para a nossa saúde espiritual. Libertação é a oportunidade do ser humano dar a oportunidade a ele mesmo de prosseguir em frente. É claro que aquele que comete um equívoco, ele tem uma responsabilidade perante a lei de causa efeito, que ele é autoaplicativo. Não preciso me preocupar com justiçar, né, ou buscar a justiça, né? Na verdade, Deus que é sábio, que é justo, que é oniscente, que é onipotente, que é misericordioso, que é bom, ele vai conduzir o outro para o processo de reeducação. Se precisar eh eh eh utilizar a dor que desperta, a dor terapêutica, ela para e ela vai ser naquele momento uma bênção para nós como espírito amigo no Evangelho, né, Joana de Ângeles, né, a gente sabe disso. Ela fala de que a dor é uma bção. Então, dar a César o que é de César, né? E aí, meus amigos, nessa tratativa, especialmente no mundo que a gente vive, nós
é, Joana de Ângeles, né, a gente sabe disso. Ela fala de que a dor é uma bção. Então, dar a César o que é de César, né? E aí, meus amigos, nessa tratativa, especialmente no mundo que a gente vive, nós precisamos lembrar do nosso dever, que o espírita, o cristão, né, ele deve viver no mundo sem ser do mundo. O evangelho não nos ensina a fugir do mundo, mas a viver nele com retidão, né? com reto sentir, reto pensar, reto agir, significa cumprir com os nossos deveres materiais e os nossos deveres morais, que às vezes são esquecidos. Então, ser honesto no trabalho, ser um filho presente, um cidadão correto, um amigo, né, que não esquece, né, do outro, né, no momento que eh eh eu preciso e posso estar presente lá fazendo a diferença, né? Então, essa espiritualidade que o evangelho nos convida, ela se pratica, a gente pode usar um termo utilizado no meio empresarial, que é no chão de fábrica, lá onde tudo começa, tá? Mas também não fica lá. também acontece no escritório, acontece nos planejamentos, nos projetos, acontece em casa, acontece na sociedade, acontece nas nossas redes sociais, aonde eu posso escolher o que que eu vou fazer. Eu vou ser o eco de ruídos e de tempestades, de críticas, que às vezes é apenas uma opinião que vai só mais tocar fogo na fogueira. eu vou às vezes oferecer uma outra face e colocar nesse mundo turbulento e num ambiente descompensado uma reflexão, né, como a que a Vanessa nos leu agora a pouco, né, onde nos convida a servir, onde nos convida o dever, aonde nos convida a não descuidarmos do que uma pequena ação, uma pequena postagem, uma pequena palavra, um silêncio, às vezes um momento de oração, ele pode ser muito relevante e pode som a outros, né, fazer a diferença e às vezes mudar, né, esse caminho que a gente tá vivendo. Então, mas quais são as consequências práticas? O que que nós vamos ganhar se seguirmos o roteiro do evangelho? O que que acontece quando a gente começa a usar esse mapa, meus amigos? A gente pode est perguntando o que que eu ganho com isso,
ticas? O que que nós vamos ganhar se seguirmos o roteiro do evangelho? O que que acontece quando a gente começa a usar esse mapa, meus amigos? A gente pode est perguntando o que que eu ganho com isso, né? Né? Primeiro, meus amigos, diminui o sofrimento, né? Porque muitos dos nossos problemas são criados por nós mesmos, né? aquela ansiedade, aquele medo, às vezes aquilo que a nossa mente projeta e programa, né? Eh, ele não acontece. Mais de 90% das coisas não acontece, né? E outras e situações são causadas que eh poderiam ser evitadas se eu controlasse o meu orgulho ferido, né? não se deixasse ferir, não se colocasse nessa situação de que eu não posso ser eventualmente confrontado, eu não posso ser questionado, né, de que eu mereço alguma coisa melhor. Lembrando, né, que Joana de Ângeles, né, a mentora do Divaldo, ela diz que nada nos acontece que não esteja no rol, na lista das nossas necessidades. Então, veio para mim, é um um cálice amargo, tá tudo certo. preciso transformar, como diz o ditado, que a gente utiliza muitas vezes, o limão numa limonada, né? Então, diminui o sofrimento, né? Pelo ciúme, pela inveja, tá? Ao praticar a humildade, o amor, meus amigos, nós evitamos criar novas dívidas e sofrimentos. Isso é muito bom. Tu limpa a agenda, tu segue leve, suave, tu não tá carregando lixo, tu não tá carregando peso desnecessário, tá? E dessa, desse simples efeito, surge aquilo que nós tanto alnejamos, a paz interior. Eu me sinto mais leve, eu me sinto mais sereno. E é importante a gente perceber que mesmo que o ambiente externo não se transforme completamente, que as tempestades externas aconteçam, que os conflitos estejam acontecendo, que as notícias nociário continuem trazendo escândalos, né? Aquele que confia em Jesus, tá? e pratica os seus ensinos, ele desenvolve uma serenidade inquebrantável. Tá tudo certo, né? Os apóstolos quando se dirigiram a Jesus perguntando eh a a quem entraria no reino de Deus, né? Ele diz, Jesus vem falar que não são aqueles que dizem
uma serenidade inquebrantável. Tá tudo certo, né? Os apóstolos quando se dirigiram a Jesus perguntando eh a a quem entraria no reino de Deus, né? Ele diz, Jesus vem falar que não são aqueles que dizem Senhor, Senhor, que tem às vezes apenas um culto só exterior ou apenas umas palavras, mas aqueles que fazem a vontade de meu pai, que seguem a lei moral da vida, esses que vão estar no reino do céu, porque naturalmente ele escolhe, ele entra, ele conquista. Então, eh, quando a a esta paz que excede todo o entendimento, porque eu começo agir e eu a adentro, eu me permito envolver por esse esse novo sentimento, por essa paz interior, ela naturalmente surge com pensamentos de serenidade, com bem-estar ao meu redor, né? E logicamente que esse caminho vai acelerar a nossa evolução. Cada ato, né, de caridade, cada atitude de perdão, de compreensão, cada momento em que eu me disponho a ter paciência, tá? Ele é um degrau conquistado nessa escada infinita da evolução espiritual, meus amigos, quando Jesus nos recomenda que a gente seja manso como as pombas, mas prudentes como as serpentes, isso aí um é um é uma dica, né? É uma sugestão para que a gente possa viver com mais tranquilidade no dia a dia, que eu não seja ingênuo, tá, né? Mas também que eu não seja mordaz, que eu não seja inseguro, que eu não seja rigoroso, né? Mas que eu esteja aberto, né, agir adequadamente em cada situação, né? Joana também nesse sentido, ela diz também nos sugere que a gente não se entusiasma e que o cã começa a conviver com novo colaborador, com o novo trabalhador, com novo amigo, né? Porque depois que você tem um tempo de convivência, né? Depois que você, como diz também o evangelho, comeu 1 kg de sal com outro, gastou isso para dar uma ideia de tempo, eu vou conseguir ter confiança e segurança com relação ao outro, tá? E também, logicamente, que a gente não fique desesperado pel aqueles que partem, pel aqueles que saem. Claro que os nossos companheiros de trabalho, os familiares, amigos, a gente sempre
ao outro, tá? E também, logicamente, que a gente não fique desesperado pel aqueles que partem, pel aqueles que saem. Claro que os nossos companheiros de trabalho, os familiares, amigos, a gente sempre tem o dever de ter aquela diálogo adequado com relação à sua postura, as suas escolhas, né? Encontrar o momento adequado para essa conversa, para essa escuta, para essa admestação, porque a gente precisa, alguém às vezes precisa que me chame a atenção, né, para que eu possa, né, fazer o processo de evolução. Tá lá na sequência da 919. quando eh eh Kardevec fala que, né, o autoconhecimento ele é, a gente sabe essa máxima aí desde dos do dos antigos sábios da Grécia antiga, né, que já tinha através da escola socrática trazer trazido esta informação que um autoconhecimento, né, para que o ser humano possa vigiar as nascentes do seu pensamento, do seu coração, para que estimule as suas virtudes e consiga de alguma forma redirecionar educar ainda as suas imperfeições, a sua sombra. E Kardec pergunta se tem um método prático, eficaz, né, que pode ser utilizado muito fácil, tipo uma receitinha de bolo, como a gente costuma fazer. E ele vem Santo Agostinho dar a resposta dizendo que sim, que tem, né, que eh sugere usar o que ele fazia quando estava encarnado. E todo mundo conhece, né, pelo menos espíritas que já estudaram, que já est escutaram algumas palestras. Eu acredito que mais de um mês ele já deve ter ouvido em alguma pré-eleção, em alguma exposição na instituição espírita, que é primeiro eu avaliar como é que foi o meu dia, não deixar muito tempo para que as coisas não se acumular. Como é que foi o meu dia? Verificar os atos que foram bem feitos, que estão concorde, né? Como Jesus faria com o evangelho, com a moral, né? Com as leis morais, né? para que aquilo que foi adequado, que me dá uma sensação de bem-estar, uma boa memória, em que eu sei que foi interessante aquilo que eu fiz e que beneficiei não a só mim, mas aos aos companheiros, aos familiares, ao alguém desconhecido, alguém que se tornou
e bem-estar, uma boa memória, em que eu sei que foi interessante aquilo que eu fiz e que beneficiei não a só mim, mas aos aos companheiros, aos familiares, ao alguém desconhecido, alguém que se tornou próximo na minha jornada naquele momento, para que eu possa eh digamos assim tentar fazer com mais frequência ações nesse sentido. Também a gente já vai poder identificar algo que a nossa consciência chega no final da tarde, no final da noite lá. Olha, poxa, podia ter feito diferente, né? Não devia ter feito aquela forma. Podia ter silenciado, podia ter modulado a minha forma de falar, podia ter encontrado o melhor momento para gerir aquela situação, tá? E aí você também amadurece porque você vai se esforçar não veter aquele equívoco que de certa forma te tira a tua paz ali e que te leva a um arrependimento, que é o primeiro ato, né, para que eu possa fazer uma uma mudança. Eu me arrependo e me proponho a mudar. Agora, se eu me arrependo, fico com autocração, com autopunição, ele não é efetivo, né? Quer dizer, errei, melhor que eu não tivesse errado. A partir de agora vou me esforçar para não cometer o mesmo erro. E quando eu faço isso, eu começo a criar hábitos melhores. Eu adquiro hábitos que vão se tornar pela exercício, pela continuidade, né? Eu vou desenvolver virtudes, né? Jazum de Camargo, né? quando trata do educação dos sentimentos, especialmente essa obra que é um clássico e depois educação de sentimentos, o caminho das virtudes, ele até nos proponha que a gente possa escolher alguma virtude, identificar e tentar executar ela no dia a dia, por exemplo, a bondade, a atenção, a escuta, porque quando eu começo a me esforçar nesse hábito, ele eu adquiro e eu levo a educação num sentimento e eu conquisto aquela virtude, né? Mas também, né, Santo Agostinho recomenda de que a gente procure identificar aquela ação aonde eu perdi a oportunidade. Lembrando, né, e a doutrina espírita nos explica isso e os espíritos nos dizem que não basta só eu não fazer o mal, eu preciso fazer o bem.
ocure identificar aquela ação aonde eu perdi a oportunidade. Lembrando, né, e a doutrina espírita nos explica isso e os espíritos nos dizem que não basta só eu não fazer o mal, eu preciso fazer o bem. Quer dizer, aquele aquele vácuo, né, se tu não ocupa ele com o bem, o mal encontra espaço, né? Então, a omissão, por exemplo, ah, não é comigo, eu não faço, mas eu poderia ter feito uma diferença, né? poderia ter ajudado, eu poderia ter me colocado à disposição, né? Eu poderia ter mandado aquela mensagem, né? Eu poderia ter ligado para aquela pessoa que me vê a intuição. Pensei, eu eu esqueci. Depois eu fico fiquei sabendo que ele estava passando por um momento difícil, né? Se ela disse: "Ó, conte conosco, se você precisar estamos aqui, me liga, né? Conta conosco, estamos vibrando por você". Coisas que eu poderia ter feito, né? Então isso corrige. E logicamente também como a gente sem pontos cegos, assim como motorista, né, o carro, né, agora os carros mais modernos tem câmera 360, não sei quantos graus lá, tu consegue minimizar eventualmente esses esses esses pontos cegos. Mas o carro tradicional, aquela coluna B que chamam ali entre os bancos da frente e atrás, às vezes uma moto, um carro, uma criança, transunto, ele entra naquele espaço e tu não consegue identificar. E e assim é na vida. Às vezes a gente faz algumas ações que estão num ponto cego, eu não consigo identificar, eu não me dei conta daquilo ali. E aí eventualmente alguém vai e às vezes até com uma intenção não muito boa, né? às vezes até com o objetivo, né, do nos desconstruir, ele vai lá e nos acusa, porque ele às vezes está tentando nos pegar no contrapé. Você que é espírita, né, fez esse esse essa postura, como é que pode isso? Você que fala do evangelho e olha a tua atitude equivocada. E Santa Agostinho diz que mesmo assim eu preciso ter a humildade para conseguir eh identificar e me modificar. Então, meus amigos, tá? essa eh eh esforço de paciência em que cada degrau eu vou conquistando um nova uma
diz que mesmo assim eu preciso ter a humildade para conseguir eh identificar e me modificar. Então, meus amigos, tá? essa eh eh esforço de paciência em que cada degrau eu vou conquistando um nova uma nova um um novo item, uma nova virtude. Eu vou diminuindo a sombra, as minhas sombras, a minha ignorância nessa escada infinita da evolução espiritual vai me ajudando. Então, meus irmãos, o evangelho, né, não é um livro para ser decorado, tá? Mas um roteiro para ser vivido. Tanto que a gente sugere, né, o evangelho no lar, que a gente tenha o hábito de pelo menos semanal, né, com a família, com quem se dispuser a fazer, fazer um momento de estudo. Lógico para nós espíritas, o evangelho é o nosso roteiro básico do dia a dia. Ele está assim como tu faz a higiene pessoal, né? Você faz a higiene dentária, a higiene do corpo, né? Eu preciso fazer uma higiene mental. E o evangelho, ele é para nós esse instrumento que nos ajuda. Ele não exige, logicamente, meus amigos, que a gente seja perfeito agora, mas ele nos convida a caminhar e nos dá, né, para que a cada passo de cada vez que eu vou dando, que a gente seja um pouco melhor do que fomos ontem, tá? E o importante, meus amigos, é nós trazermos Jesus para perto de nós. Jesus não é esse esse personagem histórico, não é um ser distante, tá? Não é um, não está num trono inatingível, numa dimensão que a gente não tem acesso. Quando eu me conecto através da sua mensagem de amorosidade, ele é para nós aquele irmão mais velho. Ele é o nosso mentor, ele é o pedagogo por excelência, aquele professor que já percorreu esse caminho, que sabe os meandros, que sabe os perigos, tá? mas que sabe que nós temos que percorrer e ele nos estende a mão para nos guiar. Ele tem já os alertas, ele tem os pontos. Olha, siga direito, você se afastou, tem que reprogramar a tua jornada, né? Então, meus amigos, nós poderemos ficar falando muito mais tempo, né? Mas nós que possamos a partir de hoje olhar para os ensinamentos de Jesus, não como uma poesia bonita, mas
amar a tua jornada, né? Então, meus amigos, nós poderemos ficar falando muito mais tempo, né? Mas nós que possamos a partir de hoje olhar para os ensinamentos de Jesus, não como uma poesia bonita, mas como um manual de instruções prático, tá? que possamos nos questionar sempre o que Jesus faria no meu lugar nessa situação? Como eu posso aplicar o amor e a caridade nesse momento, nessa situação, nesta realidade que eu estou vivendo na minha vida, né? Que nós possamos ter a coragem, porque precisa ter coragem para viver o evangelho, né? Para abrir esse roteiro todos os dias, não como um ato de reverência distante, tá? como alguém que eventualmente vai no museu e vê algo com curiosidade, mas como a vontade de um explorador, de um viajante que encontrou o mapa, tá? um mapa de um tesouro que nos dá segurança. E o tesouro, meus amigos, é a nossa própria felicidade futura e que começa já no presente com a paz da consciência tranquila, com a nossa iluminação. Então, que Jesus nos abençoe e nos dê força para esse caminho. Logicamente, né, Felucino e eh Vanessa, nós temos um momento bem significativo, porque como o tema não se esgota, no aniversário da Féx, nos 105 anos, nós vamos retomar também a fala do Evangelho, né, como caminho essencial para a paz interior, né, todo mundo já sabe, vamos ter o Carlos Campete, né, vice-presidente de unificação da FEB, amigo de tantas tarefas aí, e o nosso Artur Valadares, né, que tem e e desenvolvido e e a temática do evangelho e tantos temas à luz da doutrina espírita com tanta propriedade, né? Então, a gente agradece mais uma vez a oportunidade, a presença de vocês, né? E desejamos que todos possamos em ficar permanecer em paz com tranquilidade, com serenidade, usando sempre a segurança do roteiro seguro, que é o evangelho para as nossas vidas. Grande abraço a todos. Muito obrigado, querido amigo Antônio Nascimento, nosso presidente, presidente da nossa federativa estadual, por trazer esta reflexão importante do evangelho em nossas vidas. Muito, muito obrigado. E
Muito obrigado, querido amigo Antônio Nascimento, nosso presidente, presidente da nossa federativa estadual, por trazer esta reflexão importante do evangelho em nossas vidas. Muito, muito obrigado. E há pouco, na sua fala de encerramento, nosso querido Antônio eh comentava sobre o aniversário da FERGs agora, dia 28 de fevereiro, no Burbon Country. Convidamos todos vocês. Também queremos agradecer os nossos ouvintes, a todos aqueles que nos acompanharam e vão nos acompanhar ainda pelo canal Fergs Play, que a gente solicita que vocês no canal se inscrevam, curtam, compartilhem os nossos vídeos e o nosso material. Queremos agradecer toda a equipe técnica que produziu e está produzindo e nos ajudando a divulgar todo esse material. Também agradecemos a equipe de comunicação da FEX, que são responsáveis pela coordenação dessa atividade e também da mediação do nosso chat. E aguardamos todos vocês para a próxima palestra pública da FERX, que será transmitida através dos nossos canais da Fergs Play no YouTube no dia 8 de março às 17 horas. Dia 8 de março, próximo mês, é o Dia Internacional da Mulher, pra gente não esquecer, 8 de março, às 17 horas. Então, convidamos a todos vocês para realizarmos a nossa prece de encerramento. Então, vamos cada um de nós aonde se encontra procurar a serenar em primeiro lugar os nossos ânimos, porque já nos encontramos num estado de vibração positivo. estado esse que foi sendo gerado ao longo de toda a palestra, convocando-nos a um trabalho permanente de investigação interna busca da luz que todos buscamos e entendendo que nesta caminhada Jesus é o nosso amorável guia, conduzindo perante as veredas difíceis diante daquela situação da jornada que nos levam a grandes desafios, mas que nós compartilhemos com ele as nossas ansiedades, os nossos desafios, pedindo que possa nos intuir nos momentos mais complicados e temos certeza de que, ao fim e ao cabo, conquistaremos a paz sobre nós mesmos, ampliando a nossa capacidade de amar. Querido mestre, obrigado por esse
possa nos intuir nos momentos mais complicados e temos certeza de que, ao fim e ao cabo, conquistaremos a paz sobre nós mesmos, ampliando a nossa capacidade de amar. Querido mestre, obrigado por esse trabalho. Obrigado pela oportunidade de estarmos aqui nesta jornada, aprendendo e evoluindo em teu nome. Então, Senhor, em nome de Francisco Espinelli, coordenador espiritual, orientador de nossa federativa, assim como tantos outros queridos espíritos. que colaboram nas inúmeras atividades de nossa federativa, o nosso muito obrigado. E damos então por encerrada esta atividade de palestra pública. Então, muito bem, muito obrigado mais uma vez obrigado à presença da Vanessa, do nosso querido Antônio palestrante e até a nossa próxima oportunidade. Tchauzinho a todos.
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