Palestra: O perdão como chave para a libertação, com Huglênia Castilho
Palestra: O perdão como chave para a libertação, com Huglênia Castilho 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184
os nossos agradecimentos à nossa irmã Bati pela pelas músicas que realmente abrem o contato nosso com o plano maior. Irmãos queridos, é um prazer recebê-los como todos os domingos para mais um momento de reflexão, de conexão com o plano espiritual, onde buscamos a cada dia a nossa evolução, um caminhar mais pleno de paz, de luz e de amor. E com os corações vibrando amor e fé, nos conectamos então a Jesus, nosso mestre maior, nosso irmão de infinito amor e misericórdia. que nesse momento onde iniciamos os trabalhos dessa noite, a espiritualidade amiga esteja ancorada, nos amparando, nos fortalecendo, nos intuindo e também trazendo a mensagem valiosa da nossa irmã palestrante Então, com os corações cheio de esperança e fé e perseverança, vamos rogar ao nosso mestre Jesus, a espiritualidade amiga, ao nosso querido Chico Xavier, a quem esse auditório deve e honra o nome. as energias e vibrações de muito amor. que o nosso mestre estenda suas mãos generosas sobre nós e nos cure de todas as dores, de todas as saudades, de todos os sentimentos que falam errado dentro de nós, que nós sejamos curados de todas as nossas fraquezas para que continuemos o nosso caminhar com muita esperança, com muita determinação, porque nós queremos o melhor, nós queremos o nosso crescimento espiritual e rogamos também a Jesus o amparo a todos os nossos irmãos desencarnados. que necessitam do amparo, da luz e do amor. Vibremos luz a todo o nosso planeta Terra, a todos os nossos irmãos que ainda não conhecem o valor, o poder de Deus, a misericórdia de Jesus e o valor extremo da fé. Sê conosco, Senhor, hoje e sempre. Nos proteja e nos ampara. E ligados ainda nessa conexão com o alto, nós queremos falar e apresentar aqui a nossa querida irmã trabalhadora da nossa tão doce doutrina espírita, a nossa irmã Glânia Castilho, trabalhadora incansável. palestrante e autora de dois livros, que com muito carinho e competência irá ministrar a palestra para nós eh sobre o tema o perdão como chave para a libertação. Seja bem-vindo, minha irmã.
ncansável. palestrante e autora de dois livros, que com muito carinho e competência irá ministrar a palestra para nós eh sobre o tema o perdão como chave para a libertação. Seja bem-vindo, minha irmã. Boa noite. É uma alegria muito grande estar aqui novamente, especialmente na noite de hoje, em que vamos refletir sobre esse tema tão delicado para todos nós, que é o perdão, que é uma das propostas mais desafiadoras do evangelho para nós. Mas se Jesus pediu, é porque é possível. Ele não nos pediria algo que não fosse possível ser feito. Então, que ele possa nos auxiliar, que o que for dito aqui hoje possa fazer uma conexão com a vida de vocês, com a minha vida, com a vida de quem vai ouvir a palestra depois. Que possa fazer uma conexão com os conteúdos morais que temos. A fim de que a gente possa aproveitar e vivenciar o evangelho. Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia. É uma das bem-aventuranças que Jesus fala no sermão da montanha. esse sermão da montanha que tá no Evangelho Segundo Espiritismo, que tá no capítulos capítulo 5 do Evangelho de Mateus e que Gand, o grande líder, ele ele hindu, né, indiano, ele disse assim certa vez que se todos os livros da humanidade se perdesse e sobrasse o sermão da montanha, ainda teríamos uma uma orientação, um norte. Ele que nem era cristão, enxergou a beleza dessas bem-aventuranças. Então aqui nesta em especial que tá bem conectada com o nosso com nossa palestra de hoje, Jesus ele coloca pra gente ali uma condição. Seremos alcançados pela misericórdia de Deus à medida em que formos misericordiosos. Imagine que a misericórdia seja assim um grande manancial de amor, porque ela é que nos dá renovadas possibilidades de crescer, de recomeçar, de refazer os nossos caminhos e está à nossa disposição. Porém, eu só vou poder pegar desse manancial o que eu ofereço. Se eu sou misericordiosa, se eu sou indulgente, tolerante, eu vou poder pegar ali um quinhão maior. Imagina assim, vou pegar um, sei lá, um caminhão pipa ali daquele oceano
manancial o que eu ofereço. Se eu sou misericordiosa, se eu sou indulgente, tolerante, eu vou poder pegar ali um quinhão maior. Imagina assim, vou pegar um, sei lá, um caminhão pipa ali daquele oceano de beleza, de bondade, mas senão eu vou poder pegar um copinho porque tá condicionado. Então aqui a gente vê que a proposta de Jesus de sermos misericordiosos é significativa pra nossa saúde mental, espiritual, emocional e física. e física, considerando aí os efeitos das emoções nosso corpo físico. Porque muitas vezes nós temos dificuldade com essa questão do perdão, imaginando assim, o outro que me feriu tão severamente, ele não merece. Ele não merece. Então não vou perdoar. Mas em verdade não é para o outro apenas, é principalmente para nós. Agora, pessoal, durante a minha fala aqui, eu quero gostaria de colocar para vocês que a a o evangelho, a fala sobre o perdão não invalida a nossa dor. Porque muitas vezes quando alguém diz para você perdoa a sensação primeira que vem é assim: "Nossa, mas essa pessoa não sabe que que eu passei, que que eu sofri, o quanto aquilo me doeu ou o quanto eu sofro, o quanto me dói." Não é por aí. Não é no sentido também de tolerar abusos indefinidamente. Não é por aí. Então, a proposta nossa hoje aqui é refletir sobre como poderíamos então aplicar o perdão, considerando que muitas vezes ferimos, muitas vezes somos feridos, considerando que é impossível esquecer eventos marcantes. Concordam comigo? Falar, esquece isso? Como assim? O nosso cérebro, ele não foi feito para esquecer. Se ele está saudável, nossas conexões ela é eh retém principalmente a memória retém principalmente eventos marcantes para nós, os felizes e os infelizes. Então, como que a gente vai esquecer? Então, é é nessa linha hoje aqui que a gente vai pensar como poderemos exercitar o perdão na nossa vida. Eu trouxe aqui eh o capítulo 12 do Evangelho Segundo Espiritismo, que fala sobre amar os inimigos, que traz assim grandes eh referências pra gente nesse tema. Não é, não
rcitar o perdão na nossa vida. Eu trouxe aqui eh o capítulo 12 do Evangelho Segundo Espiritismo, que fala sobre amar os inimigos, que traz assim grandes eh referências pra gente nesse tema. Não é, não é depositar confiança, ternura, efusões de amizade, impulsos de simpatia, afeição, sentir prazer maior na sua convivência. Se tem alguém que traiu a nossa confiança, que não nos valoriza como a gente gostaria, que na verdade nos nos fere, fere a nossa estima, como que a gente vai depositar confiança total nessa pessoa? Como que você vai abrir as portas do seu coração para alguém que muitas vezes só te traz dor? Não é forçar para que não haja diferença entre eles e os amigos. Não é essa a proposta de Jesus. E o que que é então? Não guardar ódio, perdoar, não se opor à reconciliação, desejar-lhes o bem, não prejudicá-los, socorrê-los, alegrar-se com o bem que os atinge, é retribuir-lhes o mal com o bem, apesar de muitas vezes eles nos desejarem o mal. E aí Allan Kardec diz assim: "Uma vez que a pobreza da linguagem humana obriga que nos sirvamos do mesmo termo para exprimir matizes diversos de um sentimento, a razão cabe estabelecer as diferenças conforme os casos". Então o que que Allan Kardec tá dizendo? que uma vez que a nossa linguagem é pobre para tantos matizes do amor, utiliza-se amar os inimigos, mas não naquele sentido total do termo amar com confiança, mas não é amar com a confiança que muitas vezes não conseguimos, porém de um outro extremo não é também ruminar o ódio. arquitetar vinganças. Vocês já perceberam que muitas vezes nós arquitetamos brigas mentais? Alguém, imagino que muita gente aqui já se viu. Eu eu faço isso, já fiz muito de tanto estudar, de tanto meditar, de tanto viver e sofrer também a gente aprende. Hoje eu me vigio, mas quando você tá muito chateado, você começa a arquitetar. É porque eu vou falar para ele ou para ela isso? Aí você já arquiteta a resposta da pessoa, ela vai me responder isso, mas eu vou falar aquilo. Você começa a brigar
chateado, você começa a arquitetar. É porque eu vou falar para ele ou para ela isso? Aí você já arquiteta a resposta da pessoa, ela vai me responder isso, mas eu vou falar aquilo. Você começa a brigar mentalmente. E hoje mesmo estudando aqui com os alunos do ESD, que a apostila do ESD trouxe para nós um termo, uns ensinamentos maravilhosos do André Luiz sobre a força do magnetismo do pensamento. André Luiz, o autor espiritual, né, de vários livros ditados através de Chico Xavier, ele diz para nós que ao pensar em alguém fixamente o seu pensamento vai naquela pessoa. Se você pensa negativamente nesse percurso, o seu pensamento como um rio que recebe afluentes, ele vai recebendo novas conexões. Se aquela pessoa tá na mesma sintonia que você, você atinge ela. Porém, atingindo ela ou não, o seu pensamento vai voltar para você, vai voltar pra origem. E ele volta como um rio muito mais caudaloso que ele foi, porque ele recebeu várias outras energias. Porque todos nós, seres pensantes, emitimos ondas eletromagnéticas. através do pensamento. Nós aqui na Terra vivemos mergulhados num grande Wi-Fi. Nós estamos conectados uns com os outros. O que nos faz às vezes ficar mais protegidos de ondas negativas, o que a gente pode fazer é vigilância, como dizia Jesus, é orar e vigiar pra gente vibrar o melhor que a gente puder. Então, se eu tenho alguém que não que não gosta de mim ou alguém que eu mesma tenho dificuldade de tolerar, mas sabe uma caridade maravilhosa que a gente pode fazer nas nossas orações, a gente lembrar dessa pessoa e pensar que Deus te proteja, que você seja feliz, que você evolua. que você melhore, que você não faça para ninguém mais o que você fez para mim, que você possa se encontrar, que você possa se curar, porque os agressores, segundo André Luiz, quase sempre são doentes. Então, quando a gente faz essas reflexões, a gente começa a enxergar esse desafio do perdão de uma forma diferente. Agora, isso não acontece, pessoal, da noite pro dia. É um processo. E o perdão é como se fosse um
a gente faz essas reflexões, a gente começa a enxergar esse desafio do perdão de uma forma diferente. Agora, isso não acontece, pessoal, da noite pro dia. É um processo. E o perdão é como se fosse um encontro que você tem. Você vai construindo uma ponte ali, um caminho, um laço, até conseguir alcançar esse estado mental de que você não esqueceu os fatos ruins, porém você já é capaz de recordá-los sem se desequilibrar, sem adoecer. e sem ficar muitas vezes esperando que aquela pessoa mude da noite pro dia, que às vezes a gente alimenta esse desejo e fica mais difícil o perdão, porque ninguém muda da noite pro dia, nem nós, nem o próximo. A prova disso é que na natureza nada acontece assim. Você planta uma rozeira, ela demora um tempão para florir. Você não vai obrigar essa rosezeira a dar a flor da cor que você quer. Você planta uma laranjeira, ela demora para frutificar. Você não tem como obrigar. Olha, você vai me dar aí, sei lá, 50 laranjas. Eu plantei você, eu cuidei de você, eu tirei praga, eu aguei você. Isso não existe. Da mesma forma, isso não existe nas nossas relações. As pessoas dão aquilo que elas têm. Eu sei que é uma verdade dura, mas é melhor a gente ter essa consciência do que romantizar. e repetir dores. Repetir dores. Para que o perdão permeia as nossas relações, é preciso aprender a perdoar nas pequenas coisas. Então, é um texto aqui que eu vou trazer do Emanuel para vocês, em que ele cita diversas situações. Por exemplo, imagina que eu passei aqui pela Miram, a Miram nem deu oi para mim. Aí eu falo: "Nossa, a Miram não gosta mais de mim. Nossa, mas a Mir só porque ela tá, sei lá, tá assim ou tá morando em tal lugar ou tá vivendo tal situação, ela tá muito diferente. Eu começo a criar coisas na minha mente e de repente ela nem me viu ou de repente ela não tá num bom dia. Ela tá tão arrasada com algo que aconteceu com ela que ela ela nem registrou direito minha presença. Então é nessas pequenas coisas. Um exemplo, a maledicência nos fere, a fofoca, a
ão tá num bom dia. Ela tá tão arrasada com algo que aconteceu com ela que ela ela nem registrou direito minha presença. Então é nessas pequenas coisas. Um exemplo, a maledicência nos fere, a fofoca, a calúnia nos fere. À medida que a gente entende que a opinião do outro, a crítica do outro é construção dele. Toda vez que a gente constrói uma crítica, é com o material nosso que a gente tá construindo. Então aquilo fala mais sobre ele do que sobre nós. E aquilo não tem nada a ver com você, se aquela não é a sua realidade, você vai aprendendo a relevar e passar, porque o perdão nada mais é do que fluir com a vida. Fluir com a vida. Senão a gente estaciona. O espiritismo nos ensina que a gente não regride, OK? Realmente, graças a Deus, pelo menos, né, isso aí, a gente não volta a ficar tão selvagem quanto a gente era em tempos. A gente não volta a ser um neandertal, por exemplo, porém a gente para. Quem é médium e participa de reuniões mediúnicas aqui vai concordar comigo. Quem não for, vou contar para vocês. Muitas vezes em reunião mediúnica, os espíritos que vêm pedir ajuda estão com a mente cristalizada há séculos. Aqui no Brasil, quantas vezes vem espíritos de exescravos, de ex-fazendeiros da época do Brasil império, pararam no tempo, estão ruminando o ódio. Não é que não tem ali o direito de falar sobre as suas dores, não é isso que estou falando. Nós sabemos que a escravidão é um grande trauma para todos nós. É uma dor coletiva do Brasil. A escravidão. Deus não tem nos seus códigos divinos determinismo. Não tem esse determinismo para o mal. Falar o Brasil vai ser colonizado e esse povo aqui vai ser escravizado não existia. Existia a o planejamento dos escravos, dos africanos virem ajudar aqui no Brasil, na época do descobrimento. Tá lá em Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. Mas a escravidão foi o livre arbítrio mal usado nosso. Muitos de nós estávamos naquela época aqui no Brasil. Olha o que o Emmanuel, então ele diz: "Não nos iludamos em matérias de
pátria do evangelho. Mas a escravidão foi o livre arbítrio mal usado nosso. Muitos de nós estávamos naquela época aqui no Brasil. Olha o que o Emmanuel, então ele diz: "Não nos iludamos em matérias de indulgência. Perdão não é recurso tão somente aplicável nas grandes dores morais, a feição do trage a rigor, unicamente usada em horas de cerimônia. Todos somos suscetíveis de erro e por isso mesmo, perdão é serviço de todo instante. O perdão não existe de nossa parte ante os agravos grandes, se não aprendemos a relevar as indelicadezas pequenas. Então o Emanuel ensina pra gente no livro Estude Viva do capítulo 65, que é nessas pequenas situações do dia a dia, na família em especial, na família que muitas vezes, né, é onde tá os nossos maiores desafios, mas é a partir daí que a gente consegue perdoar grandes dores. Eu achei muito bonita a analogia que ele fez. O perdão não é como se fosse uma roupa disso aí para uma festa de gala. Falar aconteceu agora algo muito horrível e agora eu tenho que trabalhar o perdão. Não é assim que a gente vai conseguir. É naquele amigo que de repente não te cumprimenta como você gostaria. É naquela fofoca que chegou até você. É na inveja que você percebe de pessoas próximas que nos dói. O Emânel diz uma outra coisa que é muito verdadeira. Normalmente as pessoas têm muita facilidade de chorar com a gente. As nossas dores, pelo menos parece. começa a te abraçar e nossa, eu tô sabendo que aconteceu e e que tristeza e chora junto. Agora, achar quem se alegra com as suas vitórias é difícil, não é? É difícil então a gente aprender, porque muitas vezes a gente quer compartilhar as grandes coisas, as pequenas coisas, e a pessoa com quem você quer compartilhar não tá entendendo, não tá entendendo o que você tá vivendo. Às vezes até te critica. Na pergunta 125 do livro dos espíritos, olha que maravilha essa resposta aqui deles. Os espíritos que enveredaram pela senda do mal poderão chegar ao mesmo grau de superioridade que os outros. Então, quem é muito resistente, muito
spíritos, olha que maravilha essa resposta aqui deles. Os espíritos que enveredaram pela senda do mal poderão chegar ao mesmo grau de superioridade que os outros. Então, quem é muito resistente, muito rebelde, que entra encarnação, sai da encarnação só tocando terror, como dizem os jovens, eles vão eh chegar ao mesmo grau de superioridade, sim, mas as eternidades lhes serão mais longas. Por estas palavras, as eternidades, se deve entender a ideia que os espíritos inferiores fazem da perpetuidade de seus sofrimentos, cujo termo não lhes é dado ver, ideia que revive todas as vezes que sucumbem numa prova. Entenderam aqui, pessoal? As eternidades serão mais longas. Ou seja, a rebeldia que me permite, que não me permite ir adiante, me faz fixar na raiva. E aqui eu quero abrir um espaço pra gente falar um pouquinho do auto perdão. Do autoperdão. A eternidade é muito longa de sofrimento. Quando a gente se julga com muita severidade, quando a gente se culpa, quando a gente se impõe fardos muito pesados, quando a gente acha que a gente tem que cuidar de todo mundo, menos de nós mesmos, porque cuidar de si é orgulho ou é egoísmo. Pois essa tarefa de cuidar de nós é a nossa tarefa primeira. Aqui na terra é igual aquela aquela questão lá quando você entra no avião, a aeromoça fala: "Em caso de qualquer problema aqui, máscaras cairão. Coloque primeiro em você e depois na pessoa que tá do lado, caso ela precise te de ajuda." Isso não é egoísmo, colocar a máscara em si. Então, o autoperdão, porque muitas vezes a gente não consegue ser tão bom quanto a gente gostaria. você não consegue alcançar até aquele grau de perdão do outro que você gostaria, fica remoendo aquilo. Então, é necessário que a gente também elabore esse sentimento, esse desejo, só de ter o desejo de perdoar já é um começo. Aí você começa a pensar, vou fazer uma oração para essa pessoa, porque olha só, para essa pessoa que tá no mal, a eternidade da dor é muito longa. Isso é triste. É um caminho, quem faz o mal tá
omeço. Aí você começa a pensar, vou fazer uma oração para essa pessoa, porque olha só, para essa pessoa que tá no mal, a eternidade da dor é muito longa. Isso é triste. É um caminho, quem faz o mal tá buscando aí um caminho de espinhos. tá o tempo todo abraçado com um cacto se ferindo e não precisa, pessoal, se tem uma coisa assim que eu tenho absoluta certeza, não é nem porque eu vejo nos livros, mas a minha convivência com os espíritos e a minha convivência com encarnados também, eu tenho 54 anos, ou seja, mais de meio século aqui na terra. O que eu tenho visto de justiça divina que se cumpre, daria vários livros. Então, a justiça divina, ela é infalível, ela nos alcança sempre e automaticamente alcança aqueles a quem a gente acha que nos deve algo. a gente sente, a gente tem rancor, vai alcançar, é claro, a gente pode seguir tranquilos, porque nada fica perdido. Eh, esse aqui é a capa de um dos livros. A Sônia, ao me apresentar aqui, ela falou sobre dois livros que eu psicografei. Alguns de vocês aqui até já conhecem, alguns já leram. Esse aqui é o Trilhas da Redenção, o primeiro livro que eu psicografei e eu trouxe hoje na palestra um uma pequena história, porque tem tudo a ver com o tema. Esse livro eh, ele aconteceu assim: "Olha, eu tive um sonho com um escravo dentro de uma capela. Eu via aquela comunidade de escravos pelo pela aparência deles ali, eu entendi que eram escravos. Eu via o padre rezando de costas para eles em português, não era em latim, em português. Então era uma, eu entendi que era uma fazenda de escravos, tinha escravos, que aqueles escravos eram permitido estar ali. E a o tema do dia era a parábola do credor incompassivo. Vocês lembram dessa parábola? Vou lembrar brevemente aqui. Jesus contou essa parábola logo depois daquela fala que Jesus, que Pedro pergunta para ele assim: "Eh, Senhor, quantas vezes eu devo perdoar meu irmão?" E Jesus responde 70 vezes, sete vezes. Ou seja, você vai perdoar quantas vezes precisar, Pedro. E aí ele conta a parábola do
unta para ele assim: "Eh, Senhor, quantas vezes eu devo perdoar meu irmão?" E Jesus responde 70 vezes, sete vezes. Ou seja, você vai perdoar quantas vezes precisar, Pedro. E aí ele conta a parábola do credor incompassivo, que havia um rei e trouxeram a presença do rei dois devedores. Um devia 100, mais ou menos assim, o outro devia 10. E o e aí o rei fala assim: "Olha, eu vou mandar vender tudo de vocês para vocês pagar o que vocês me devem, até os filhos, a esposa, tudo." E aí esse que devia ser se joga nos pés do rei e pede perdão, pede clemência e fala: "Eu vou te pagar de outro jeito, mas não faça isso comigo". E o rei perdoa e despede eles. Fala: "Então, pode ir. Na saída. Esse que devia 100, ele encontra alguém que devia para ele e fala: "Olha, eu quero, eu quero que você me pague". Aí essa pessoa diz: "Eu não posso, eu não tenho dinheiro". Ele fala: "Então eu vou mandar vender tudo que você tem, todos as suas poses, até sua família". Aí os amigos dele vendo aquilo ficaram muito triste e volta e fala pro rei: "Olha, pois não é que aquele que o senhor perdoou tá fazendo ali com o outro a mesma coisa?" Aí ele manda chamar o devedor e diz: "Então agora eu não vou perdoar mais você". E Jesus finaliza: "É assim que Deus faz com aqueles que não perdoam. afasta para longe dele. Então, nesse nesse sonho que eu tive, o escravo ouvi essa parábola e eu passei o dia inteirinho trabalhando e ouvindo aquela voz: "O escravo e a parábola". "O escravo e a parábola". E eu fiquei sem saber o que era aquilo, porque eu não tinha lido nenhum conteúdo sobre escravidão, história do Brasil recentemente. E à noite era dia de trabalho mediúnico, sessão mediúnica. E eu e eu estava já há um tempo recebendo pequenas mensagens do espírito chamado Samuel. E eu vi ele perto de mim na sessão mediúnica e ele falou: "Hoje eu vou te contar a origem desse drama". Então ele vai lá em Portugal, 1713 contar a história de dois núcleos aqui de personagens, padres muito poderosos, inquisidores e uma família de
ele falou: "Hoje eu vou te contar a origem desse drama". Então ele vai lá em Portugal, 1713 contar a história de dois núcleos aqui de personagens, padres muito poderosos, inquisidores e uma família de comerciante de judeus. Ele conta toda a etapa deles em Portugal. Esse povo desencarna e reencarna no Brasil, numa fazenda eh de escravos no Brasil, Império, Rio de Janeiro. E ali naquela fazenda, os antigos judeus comerciantes eram os barões de café, do café. E os padres inquisidores estavam na condição de escravos. E aqui eu vou trazer um trecho para vocês, que é uma conversa da personagem sobre essa questão, eles terem todos se reunidos ali para o perdão. Essa era a proposta de da espiritualidade superior, reunir para o perdão. Mas os barões do café, o casal não deram conta. Não deram conta. Os filhos dele eram almas amadurecidas que faziam uma ponte, mas os barões não deram conta. E aí a personagem, a baronesa aqui num dado momento, ela diz assim, eh, que ela ela ela estava muito triste por saber o quanto ela já tinha recebido e o quão pouco ela tinha feito. Aí esse trecho aqui é do avô dela, que diz assim para ela, que é um espírito elevado. Somos devedores uns dos outros. Ao contemplarmos uma alma redimida, sequer suspeitamos de quantas lágrimas outros verteram, a fim de que ela se levantasse vitoriosa rumo à luz. Então, todos nós devemos uns aos outros. Até agora eu falei do perdão ao outro, do perdão a si mesmo e ainda não mencionei que muitas vezes somos nós que precisamos de perdão. E é triste quando a gente faz uma bobeira, quando a gente dá uma vacilada na vida e a gente se arrepende. E a nossa, a pessoa, né, que é ali a a quem a gente deseja ser perdoado, não consegue perdoar. É um laço, é um laço que nos une. Veja só, esse essa família aqui de judeus e os padres inquisidores, eles desencarnaram em situações assim terríveis. É um drama. Foi um drama. Foi dramático. Essas perseguições religiosas ao longo da história trouxe muito ódio para todos nós. As guerras. Então, veja
, eles desencarnaram em situações assim terríveis. É um drama. Foi um drama. Foi dramático. Essas perseguições religiosas ao longo da história trouxe muito ódio para todos nós. As guerras. Então, veja só, eles reencarnam no Brasil para ter uma nova possibilidade. Chega lá os antigos inimigos como escravos. já tava quase na época da abolição. Os filhos do Barão quando cresceram falaram: "Não, vamos abolir". Apesar da inimizade que isso vai criar aqui entre os fazendeiros, mas a gente pode libertar eles. A gente não precisa disso. Eles não quiseram nem o título de Barão, mas os pais não tinham ainda essa maturidade. O perdão, ele exige de nós um desapego, um desapego muitas vezes do nosso orgulho, da vontade de fazer justiça com as próprias mãos. Perdoar é se permitir fluir com a vida. O contrário é permanecer preso, andando em círculos. é jogar a âncora no mal, no sofrimento e não isar as velas. Essas ideias me passaram hoje, enquanto eu fazia a palestra, eu falei, vou colocar no slide, porque é isso mesmo. Imagina que a sua vida você tá numa embarcação, quando alguém te fere muito, e isso acontece muitas vezes nas famílias, na infância, por exemplo, os nossos pais foram pais provedores, muitas vezes não conseguiram dar pra gente aquilo que a gente desejava ou precisava do ponto de vista emocional. a gente vai carregando essas angústias e um conflito muito grande, porque nossa, são meus pais, eu preciso honrá-los. Então, a gente precisa falar sobre isso, elaborar esses sentimentos e se libertar e não jogar a âncora lá naquele naquele dia, naquele momento e ficar preso, mas deixar que a vida flua. Que Deus nos conduza com saúde, com sabedoria e que essas pessoas que estiveram na condição de nossos ofensores, que elas também se encontrem, que elas também progridam. É um é um gesto de amor isso. E é fácil construir essa virtude do perdão, gente. Qualquer virtude é fácil. A gente dorme João, acorda São João. Não pode passar, aqui eu trouxe Paulo pra gente finalizar a palestra. O grande Paulo de
é fácil construir essa virtude do perdão, gente. Qualquer virtude é fácil. A gente dorme João, acorda São João. Não pode passar, aqui eu trouxe Paulo pra gente finalizar a palestra. O grande Paulo de Tarso. Aqui eu coloquei as sete principais fases. Esse conteúdo tá em Atos dos Apóstolos, a partir do capítulo 9 e no livro Paulo Estevão, psicografado pelo Chico Xavier e ditado pelo Emmanuel, que é o livro mais lindo do mundo depois do evangelho de Jesus. Quem não leu, tá aí o convite. Paulo, ele nasce em Tarso, origem e formação de judeu, né? Na época ele era da tribo de Benjamim. Ele nasce 5 anos depois de Jesus. Não temos registro que ele tenha conhecido Jesus enquanto Jesus estava aqui na terra. Ele é educado para ser aquele sumo sacerdote, o equivalente aí a um príncipe. Ele é bonito. Ele fala, fala várias línguas. Ele fala o grego, ele fala o hebraico, que é da terra dele, ele fala o latim. O pai dele que tinha dinheiro comprou cidadania romana, porque o império vendia. Ele tinha cidadania romana. Ele conhece Abigail. Isso aí não tá em Atos. Abigail tá só em Paulo e Estevão. Só Emanuel que conta para nós isso aí. Uma moça linda, doce, maravilhosa, se apaixona por ela. E bem nessa época que ele planeja casar-se com Abigail, ele planeja também eh destruir todos os cristãos. Ele começa a perseguir os cristãos sem saber, ele acaba levando à morte. Estevão, que era o irmão de Abigail, que tava desaparecido, ele não sabia. E é uma cena dramática quando a irmã chega lá no no Sinédrio, no dia do apedrejamento e fala: "Nossa, mas esse aí é meu irmão". E aí ele entende então que ele não pode se casar com ela. Ele é muito orgulhoso. Ele não se casa. Ele leva uma vida de muita solidão, de muito ódio no coração, de muita perseguição. Muita gente morreu por conta disso. Muita gente teve os bens confiscados, suas vidas e famílias perdidas. Até que na chegada de Damasco, aquele célebre encontro como se a atmosfera se abrisse e surge aquele homem maravilhoso, iluminado, que Saulo que estava ali indo
scados, suas vidas e famílias perdidas. Até que na chegada de Damasco, aquele célebre encontro como se a atmosfera se abrisse e surge aquele homem maravilhoso, iluminado, que Saulo que estava ali indo a Damasco perseguir, cidade de Damasco, capital da Síria, perseguir um dos líderes do cristianismo nascente, Ananias, Saulo, ele caiu caiu ali da sua montaria, do seu cavalo, seu camelo, e ele diz: "Quem sois, Senhor?" Porque aquele homem pergun tinha perguntado para ele, Saulo, por me persegues? Ele falou: "Quem sois, Senhor?" O magnetismo era tamanho que ele caiu de joelhos. E Jesus responde: "Eu sou Jesus". Toda toda a vida dele passou na mente dele em segundos. E ele viu que ele tava, imagina que ele tava galopando ali numa direção errada. Ele tava correndo numa direção errada. Ele queria ser um líder do povo hebreu, do povo judeu, exterminando todos os cristãos, porque ele não acreditava que o Messias tinha vindo. E aí aparece aquele espírito incrível que domina ele magneticamente e diz: "Eu sou Jesus". Então, a primeira coisa que ele teve que fazer ali para ele não se destruir é se perdoar. E a força interior dele era tamanha que ele falou: "Deus mudou de resolução a meu respeito e agora eu vou ser fiel a Jesus até o fim, depois da conversa que ele tem com Jesus. Porque quando ele começa lá nos pensamentos dele de culpa, Jesus fala uma frase maravilhosa para ele: "Não recalcitres contra os aguilhões". Traduzindo isso pro português atual, não resista ao chamado. E ele obedeceu. A partir daí, todos os amigos dele, ó, sumiram. pessoal que reunia na casa dele, pessoal que bajulava, a própria família dele virou as costas para ele. E teve um momento aqui que eu trouxe para vocês, pra gente finalizar a palestra do encontro dele com Abigail e Estevão, que foi logo após uma das maiores dores dele, que é quando ele volta paraa casa do pai sem dinheiro, sem amigos. Os cristãos não acreditaram na conversão dele. O povo judeu falou que ele tava doido. E ele volta para Tarso, uma
maiores dores dele, que é quando ele volta paraa casa do pai sem dinheiro, sem amigos. Os cristãos não acreditaram na conversão dele. O povo judeu falou que ele tava doido. E ele volta para Tarso, uma cidade que fica mais ou menos 700 km de Jerusalém, que é onde o pai dele morava. E o pai dele recebe ele e fala: "Então, você voltou? Você voltou para pedir perdão?" Aí ele falou: "Não, o que eu tô dizendo é o que eu sinto, é o que eu vi. Jesus existe. Ele é o Messias. O pai dele surtou, falou: "Não acredito. Você veio aqui falar isso. Sua mãe morreu ralada de desgosto com você. Você vem aqui repetir isso. Pode ir embora. E ali então ele ele vai embora e o pai dele manda um dos servos levar uma bolsinha de dinheiro para ele. E ele muito humilde, fazendo ali os cursos de humildade dele, começou a treinar a humildade, recebeu. E aí ele ele dorme um sono brando e tem um encontro espiritual. A mediunidade de Saulo, que depois passa a assinar Paulo, ele começa assim a aflorar quando ele se aproxima de Jesus, quando ele se transforma. Pode passar aí, querido. Então, ele teve um encontro com Abigail, que tinha falecido, era a noiva espiritual dele. Não dá para mim contar todos os detalhes, tá gente? Eh, e Estevão, o Estevão, aquele mesmo rapaz que ele tinha mandado apedrejar até a morte, que era o irmão da noiva. E aí ela fala assim para ele antes dele fazer essas perguntas: "Que que é isso, Saulo? Você mal começou a tarefa e já chora? Você reclama ter companheiro que sempre concorda com você? como quando nem Jesus os teve. A noiva, para vocês ver que os espíritos superior não passa a mão na nossa cabeça. Aí ele fala assim: "Olha, que fazer para adquirir a compreensão perfeita dos desígnios do Cristo? ama. Como fazer para que a alma alcançasse tão elevada a expressão de esforço com Jesus Cristo? Trabalha. Que providências adotar contra o desânimo destruidor? Espera, não sentido da esperança apática, da esperança ativa. Confiança em Deus. Confiança. Como conciliar as grandes
com Jesus Cristo? Trabalha. Que providências adotar contra o desânimo destruidor? Espera, não sentido da esperança apática, da esperança ativa. Confiança em Deus. Confiança. Como conciliar as grandes lições do evangelho com a indiferença dos homens? perdoa. E aí, Emanuel diz assim: "O espírito passará sozinho de uma esfera para outra. Toda elevação é difícil, mas somente aí encontraremos a vitória real." Recorda a porta estreita das lições evangélicas e caminha. Então, vejam só, aqui a gente percebe que o trabalho de Paulo que é célebre, não só entre os espíritas, Paulo é célebre no planeta inteiro. os judeus, os evangélicos, os católicos, a todos reconhecem a grandiosidade do trabalho dele de divulgador do evangelho. Mas isso só se deu por causa do perdão de Estevão. Porque quando ele começa a escrever aquelas epístolas a pedir a com orientação de Jesus, porque ele começou a fundar núcleos, núcleos de trabalho e não conseguia estar em todo lugar, Jesus falou: "Escreve, escreve". E de agora, de agora em diante, eh, Estevão vai permanecer mais junto com você. Então aqui a gente vê uma dupla, uma dupla de ex, de exvítima e de ex-agressor em novos papéis. por amor a Jesus, por amor ao evangelho, se perdoaram e caminharam juntos nos 30 anos de tarefa de Paulo. Mas essa virtude aqui, ela põe perdão como último, porque ela precisa daquela base anterior ali, sem uma boa dose de amor, sem uma boa dose de trabalho, trabalho íntimo, não só fora, mas íntimo, trabalho dentro do coração. Sem uma boa dose de esperança, a gente não consegue. Então ficamos aqui. Essa imagem é um quadro, é o meu, é um dos meus favoritos, Salvador Dali, que pintou ele. Ele sonhou com essa tela. Ele contou que enquanto ele não terminou a tela, ele não teve um pingo de sossego. E é um Cristo aqui que não tem pregos nas mãos, que tem uma luminosidade aí nessa na altura aqui da cabeça do Cristo. Aqui na linha do horizonte, eu não sei, depois vocês eh procurem na internet que vocês vão ver melhor, mas
ão tem pregos nas mãos, que tem uma luminosidade aí nessa na altura aqui da cabeça do Cristo. Aqui na linha do horizonte, eu não sei, depois vocês eh procurem na internet que vocês vão ver melhor, mas tem dois pescadores aqui perto dos barquinhos mostrando ali a horizontalidade da vida. o terra a terra, nós com as nossas preocupações diárias, as luzes do céu, através do grande sacrifício de Jesus, que deixou pra gente a lição maior na cruz. Pai, perdoai-os. Eles não sabem o que fazem. Muitas vezes nós ao agredirmos alguém estamos tão tomados pela emoção que sequestra a nossa razão, nosso raciocínio, que a gente também não sabe o que faz. E muitas vezes o outro também. Vocês podem até pensar, não sabe, sabe o que tá fazendo, o que eu tô querendo dizer e penso que é o que Jesus tentou nos mostrar também, né? aqui num num humilde entendimento, eh, o saber é ter a real noção do impacto que os nossos atos têm na nossa vida. É o quanto aquilo vai nos custar, o quanto aquilo vai nos custar de retorno para um caminho muitas vezes cheio de espinhos que a gente mesmo deixou, não é verdade? Então fica aí essas reflexões para nós. Muitíssimo obrigado, pessoal que tá em casa também. Um grande abraço para vocês e que Deus possa nos fortalecer na nossa jornada, nos dando aí sempre energias novas pra gente perdoar a nós mesmos e colocar nas nossas orações aqueles seres frágeis que se deixam levar pelo ódio, que nos agridem muitas vezes, que agridem as pessoas que a gente ama. né, que a gente possa fazer esse exercício paraa nossa própria paz e para que também haja paz na terra. Muito obrigado. Clênia, muitíssimo obrigada. por esse banquete de ensinamento. E nós rogamos a Deus, ao nosso mestre Jesus, que nos dê sabedoria suficiente para que nos libertemos dos nossos cactos. Nós precisamos e merecemos a felicidade, a paz e a harmonia. Que Deus te abençoe ricamente. E antes de encerrarmos os trabalhos e iniciarmos a segunda parte, a Sandra tem vários recados muito agradáveis para nos dar.
merecemos a felicidade, a paz e a harmonia. Que Deus te abençoe ricamente. E antes de encerrarmos os trabalhos e iniciarmos a segunda parte, a Sandra tem vários recados muito agradáveis para nos dar. Boa noite a todos. Primeiro eu quero comentar que não é por acaso que a Uglene é uma professora tão amada pelos alunos do ESD. Ficar com ela três anos deve ser uma uma coisa muito boa. Obrigada. Mas hoje nós estamos aqui com alguns convites. Nós estamos com curso de cabeleireiro, então os os professos alunos estão precisando de modelo e aí a gente quer que vocês divulguem ou alguém participe também. Eu fiz a escova, o pessoal já tá com muita vontade, eles estão muito animados, o professor acompanha os alunos e é um valor bem tranquilo, bem irrisório, tá? Que a gente para poder ajudar com o material que nós compramos. e ajudar também os alunos, tá? Então divulguem e venham participar. É só ligar no Lar de Jesus e marcar o horário. Eh, de segunda, quarta, quinta e sexta tem horário, das 13 às 16:30. Aí venho participar e venho ajudar e apoiar os alunos nesse trabalho que eles estão desenvolvendo e se profissionalizar, tá bom? Também agora convidar vocês paraa nossa festa, pro nosso arraiar, dia 7 de junho às 18:30. Convidem os amigos, convidem as famílias e vamos participar dessa festa bem gostosa, gente. Festa junina não tem como não ser gostosa. E tudo é feito pelos trabalhadores, todo mundo se junta e cada um faz o que dá conta assim que tem aptidão para fazer o pé de moleque, o arroz doce. né? Essas coisas bem gostosas para nós. Nós já estamos vendendo os ingressos ali na na no bazar, tá bom? Passem lá e divulguem, chamem as famílias para participar, tá bom? E o nós amanhã vamos inaugurar, começar as aulas desses dois cursos de curso de elétrica predial e de informática, de operador de computação, que é feito pelo SENAI em parceria com L de Jesus, mas ainda estamos com vagas, então vocês podem divulgar e pedir ao pessoal para vir fazer a inscrição. inteiramente grátis
de operador de computação, que é feito pelo SENAI em parceria com L de Jesus, mas ainda estamos com vagas, então vocês podem divulgar e pedir ao pessoal para vir fazer a inscrição. inteiramente grátis esse curso, gente. E tipo assim, é o mesmo professor que sai daqui e vai dar aula lá no SENAI e cobra. O curso, é bem caro lá no SENAI. Então, a oportunidade que a gente tá dando as pessoas de se profissionalizar a custo zero. Então assim, até quem não tem a condição de chegar até aqui, nós estamos fornecendo o vale transporte. Então é uma oportunidade de a pessoa se de aprender, de se profissionalizar, tá? Então ainda temos vagas e estamos com as vagas abertas. Amanhã começa, mas ainda estamos recebendo inscrições. Divulguem e peçam as pessoas que vocês veem que está precisando trabalhar é uma forma de aprender e se desenvolver e trabalhar, tá? É isso que a gente tá chamando vocês. Para encerrarmos a primeira parte dos nossos trabalhos, nós pedimos a Suzi para fazer a nossa prece e após a prece serão ministrados passes para quem está em tratamento à esquerda e à direita para os demais. Obrigada a todos. Depois dessa bênção que não tem valor, não tem preço que a nossa irmã nos trouxe, nós vamos cerrar os nossos olhos e agradecer, agradecer esse privilégio, Senhor, de estar ouvindo e criando uma imagem de disciplina. de foco, de perdão, pedindo a todos que estão aqui que deixem seus seus egoísmos, seus pensamentos deletérios que só fazem o mal. E ao sair hoje daqui, saiam mais abençoados, tranquilos, que a vida lá fora não é fácil. Nós temos muito a enfrentar. Nós temos dores emocionais, nós temos dores do nosso corpo. Nós pedimos que tudo isso possa ser para nos evoluir, crescer e amparar a todos que estão neste momento nos hospitais, precisando da ajuda da nossa caridade e da nossa oração. E agradecemos muito, Senhor, esse lar, esse lar que é de Jesus, que é o nossa casa e que espero que todos sintam assim aqui. Obrigado, Senhor. E nos acompanhe sempre nos ajudando. E que assim seja,
o. E agradecemos muito, Senhor, esse lar, esse lar que é de Jesus, que é o nossa casa e que espero que todos sintam assim aqui. Obrigado, Senhor. E nos acompanhe sempre nos ajudando. E que assim seja, amado Mestre Jesus, todos agora lembrando da sua imagem que nos transmite paz, equilíbrio e, acima de tudo, Senhor, esperança. Rogamos que as suas luzes de amor e de saúde atinja todos os nossos amigos que estão no tratamento espiritual. que nesse momento eles recebam a energia necessária para a sua recuperação. Pedimos, Senhor, nesse momento tantas dificuldades paraa humanidade, que cheguem a todos a sua energia curadora. Todos enfermos em geral. Pedimos, Senhor, que a sua luz, o seu amor atinja os desencarnados que estão na nossa lista. Que eles possam receber neste momento paz e equilíbrio e o consolo. Pedimos, Senhor, que as suas energias maravilhosas fluidifiquem essa água, que todos aqueles que fizerem uso possam receber toda a energia necessária. Vamos agora para alguns minutos, fechar os nossos olhos. e fazer uma prece em silêncio. Peço, Senhor, suas bênçã para todos os trabalhadores dessa casa, especial aqueles que estão agora enfermos, necessitando do seu amparo. E vamos agora fazer a nossa prece de encerramento. Jesus amado, rogamos neste momento que o Senhor fortaleça cada um de nós nessa senda que estamos seguindo. Que nós possamos ter o entendimento da importância desse momento e que cada espírito possa tirar o proveito necessário para sua evolução. Sabemos que acima de tudo não estamos desamparados, mas que possamos ter fé, esperança e paz para transpormos essa fase que passamos da nossa existência. Que as suas luzes derrame sobre toda a humanidade, Senhor. Que cada coração que esteja em sofrimento receba o calor do seu amor e possa ser um bálsamo nessa fase, nessa travessia é que todos estamos passando. que nós em momento algum, Senhor, possamos perder de vista a luz do farol do teu evangelho, que ilumine nossos caminhos e que nos mostre, Senhor, hoje
se, nessa travessia é que todos estamos passando. que nós em momento algum, Senhor, possamos perder de vista a luz do farol do teu evangelho, que ilumine nossos caminhos e que nos mostre, Senhor, hoje e sempre que sem caminharmos em seus atrás dos seus passos, não chegaremos nunca ao que nós necessitamos, que só o evangelho, o amor e a fé e que nos dará força nesses momentos. Obrigado por tudo, por essa semana e proteja e ilumine a todos. Que assim seja.
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