PALESTRA ESPÍRITA | TRAGÉDIAS - Mayse Braga (Tradução para LIBRAS)
#PalestraEspirita #ComunhaoEspirita No último sábado (6), a palestrante espírita Mayse Braga lotou, mais uma vez, o salão Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. A médium falou sobre as grandes tragédias na Terra e porque elas acontecem. Mayse iniciou a palestra citando a pergunta 728, do Capítulo VI do Livro dos Espíritos: É lei da Natureza a destruição?“Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos.” A palestrante lembrou de uma das primeiras grandes tragédias, quando o navio Titanic afundou e mais de 1500 pessoas perderam as vidas. Ressaltou ainda que, na ocasião, 100% das pessoas mais humildes morreram por falta de socorro.Ela citou também a queda total da bolsa de Nova Iorque, em 1929, que levou muitos milionários, que sobreviveram ao Titanic, a se suicidarem. No entanto, Mayse ressaltou que as tragédias geralmente atingem pessoas mais desprovidas de condições materiais. “As tragédias acontecem porque há resgates necessários. Mas são tantas as tragédias que nos ficam dúvidas. Quando se fala em bala perdida, dizem que se tinha um resgate a ser feito. Embora para nós e para as famílias seja tão difícil aceitar”, argumentou. Outra grande tragédia, e imenso resgate, citada por Mayse, foram as mais de 50 milhões de pessoas vítimas da Segunda Guerra Mundial. Segundo a médium, todos os que vitimaram essas milhões de pessoas em toda Europa foram responsáveis pela maneira cruel que instituíram as suas mortes, apenas por não concordarem em como pensavam. Sobre os 200 anos de escravidão, Mayse ressaltou que ainda temos responsabilidade. Uma dívida espiritual, magnética, que até hoje, nós como sociedade, ainda temos. “Muitos de nós somos aqueles que abusaram de todas as formas do ser humano que tinha uma cor diferente da nossa. O brasileiro não adota criança de cor. As pessoas vivem ainda o racismo de todas as formas, independente de estudo e de onde conseguem chegar. Uma grande tragédia na Terra”, lamentou a médium. TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básico
S. Estamos muito contentes de recebê-los aqui nesta casa que abriga a todos. Sejam muito bem-vindos vocês que vieram até aqui, como também aqueles que nos ouvem e nos vem pela TV Comunhão, pelo YouTube. Nós temos a grata satisfação de receber a nossa irmã Maíse mais uma vez aqui para aprender um pouquinho mais com ela, dar umas risadas também, né? Faz parte. E então agora que estamos ansiosos para ouvi-la, vamos relaxar um pouquinho, vamos nos acalmar. Eu sei que a vontade de ouvir a Maíse é muito grande, mas antes de mais nada vamos nos lembrar de Jesus, o nosso querido mestre. Quem desejar pode fechar seus olhos, acomode-se aí na maneira possível e vamos então elevar os nossos pensamentos mais puros a Jesus, nosso mestre, aquele que conduz o nosso mundo, nos ensinando coisas maravilhosas, mas que, infelizmente nós ainda somos renitentes em fazê-lo, em executá-lo. Muitas vezes nos perguntamos: "O que estou fazendo aqui? Qual é a minha função? Porque este mundo é tão cruel? As coisas estão acontecendo? Será que Deus existe? Então vamos pensar. O que nós, que cada um de nós está fazendo para o benefício do próximo? Tudo o que nós fizermos de sorriso, de ouvir, de escutar, de dar um conselho, de ajudar numa carga pesada, de estar presente, de plantar uma plantinha, de cuidar de um animalzinho indefeso. Tudo isso são questões da nossa humanidade. Se eu tratar bem o meu vizinho, eu sei que ele vai me tratar bem, pois a lei do universo é a lei da ação e da reação. Então, nós temos que plantar o bem. E a sementinha desta plantação chama-se amor. Simples assim, amor. Amor é o perdão. Amor é o esquecimento das ofensas. Amor é o trato com o nosso cônjuge. Amor é o trato com a criança, com o nosso filho. Amor é cuidar daquele animalzinho indesejado perambulando pelas ruas. Amor é dar um prato de comida para aquele coitado que está lá na sarjeta. Amor é ouvir aquele colega chato que tá falando nos nossos ouvidos, mas que nós temos o compromisso de escutá-lo. É aceitar as condições que Deus, nosso
ida para aquele coitado que está lá na sarjeta. Amor é ouvir aquele colega chato que tá falando nos nossos ouvidos, mas que nós temos o compromisso de escutá-lo. É aceitar as condições que Deus, nosso pai nos impõe. Muitas vezes olhamos e ouvimos as tragédias que estão acontecendo aí no mundo e nos admiramos. Por quê? Não, nós não temos que nos admirar. Tudo faz parte da programação divina. Se Deus permitiu um tsunami, um assodamento, uma quebra de barreira, uma criança que caiu no poço, um funcionário que caiu do andime na construção, nós nos apavoramos. Meu Deus, que mundo é esse? Mas não, meus irmãos, Deus está no comando. Jesus é o governador desta terra. Tenham a certeza. Está tudo sob controle. E por isso, o que nos resta fazer? O que cabe a nós fazermos? Cabe o olhar da doçura, o olhar da leveza, da solidariedade. Quando vemos um cego na rua, vamos fazer o possível de nos achegarmos até ele, dar-lhe a mão. Um velhinho cambaleante também na rua. Não nos custa dar-lhe o braço, amigo. Vamos dividir o nosso prato de comida com aquele que tem mais fome. É assim que nós vamos melhorar o mundo. É tudo isso que Jesus deixou para nós. Fazei ao seu próximo tudo o que queres que lhe façam. Se eu quero o amor, eu tenho que distribuir esse amor. Não sejamos egoístas. Não é a minha casa, a minha família, o meu filho, o meu trabalho. É o nosso trabalho. É aquele filho que Deus nos deu. É esta terra abençoada, Brasil que Deus nos deu agora nesta reencarnação. Portanto, vamos orar a Jesus, o grande comandante desta nave, que está nos levando a Porto Seguro. Sim, ele pode e nós queremos. Porque se nós não quisermos, nada tem valor. Os espíritos respeitam muito o nosso livre arbítrio. Deus, nosso pai, nos fez assim, dotados do livre arbítrio. E é por isso que ele não interfere nas nossas decisões, até porque nós, mesmo errando, nós precisaremos aprender. Então, essas quedas, esses erros, esses tombos são lições de vida que o grande comandante está nos ensinando. Que Deus, nosso pai traga a cada um de
rque nós, mesmo errando, nós precisaremos aprender. Então, essas quedas, esses erros, esses tombos são lições de vida que o grande comandante está nos ensinando. Que Deus, nosso pai traga a cada um de nós aquela certeza imbatível de que o amor vence sempre, de que o bem sempre vencerá o mal. Não se assustem com as tragédias, com os erros humanos, porque nós sim somos falíveis, mas Deus não. O que ele traçou para uma unidade, isto vai ser seguido. E por isso nós temos só que nos tratar bem, cuidar do outro. Amor é cuidado. Então, vamos cuidar do nosso vizinho, do nosso parente, do nosso chefe do trabalho, pois assim também estaremos exercendo o perdão. Vejam só, além da caridade, o perdão. Então, meus irmãos, num salão tão lindo como este que eu tô vendo daqui, ponham seus corações à larga. Amem, amem indistintamente, pois foi tudo que Jesus nos deixou. A sua doutrina, os seus ensinamentos se baseiam numa só palavra, amor. Que Deus nos abençoe e que possamos ter uma excelente palestra. Com certeza vamos ter que que a nossa irmã Mais Braga vai nos trazer justamente sobre tragédias. Muito obrigada. Meninos, falando sobre tragédias e é uma tragédia você já não enxergar sem óculos. Nos lembramos do capítulo sexto do livro dos espíritos que que em 1857 foi codificado pelo professor Rivaio Allan Kardec. Destruição necessária. Pergunta 728 é a que eu vou ler para nós começarmos o nosso assunto. A destruição é uma lei da natureza? E a resposta dos espíritos foi: "É necessário que tudo se destrua para renascer e se regenerar, porque isso a que chamam destruição nada mais é do que a transformação, cujo objetivo é a renovação e o melhoramento dos seres vivos." E depois eles falam de duelo, que ainda era uma prática naquela época, em 1857. falam de guerra, falam das injustiças, do das ecatombes, da das coisas da natureza que nós não podíamos controlar e que vitimavam muitas pessoas. E isso aconteceu ao longo de toda a história da humanidade. Quando nós nos lembramos de uma primeira
ecatombes, da das coisas da natureza que nós não podíamos controlar e que vitimavam muitas pessoas. E isso aconteceu ao longo de toda a história da humanidade. Quando nós nos lembramos de uma primeira grande tragédia de grande repercussão, nos lembramos de 1912, quando Titanic, um navio revolucionário moderno, para a época, é lançado ao mar. E o seu construtor afirmava: "Nem Deus pode afundar o Titanic". Claro que trs dias depois, durante a viagem, ele encontrou um iceberg e 15 das 2000 pessoas perderam a vida no meio do nada. O Carpatia, o navio que acreditou no pedido de ajuda, que durante muito tempo o Titanic havia tentado encontrar ajuda, o Carpatia foi o navio que estava mais perto, conseguiu chegar e recolher os botes onde as pessoas estavam. Mas aí começa o problema. 100% das pessoas mais humildes morreram porque elas não tinham o privilégio de estar em andares mais elevados do navio e muito menos de um colete salvavidas, porque obviamente não havia colete para todo mundo. Começa aí a dificuldade. Inclusive mais tarde, em 29, quando houve a queda total da bolsa de Nova York, alguns milionários que tinham sobrevivido ao Titanic em 1912 se suicidaram porque o dinheiro era o móvel das suas vidas. E quando eles viram tudo ser derrubado, eles foram ao suicídio no ano de 29, no craque da bolsa de Nova York. Alguns estavam no Titanic e obviamente sobreviveram, porque houve naquela hora de horror também o privilégio para determinadas pessoas. E é claro, há uma cena do filme que ficou eternizada e que foi verdadeira, em que os músicos resolvem ficar dentro do navio e tocam lindamente: "Mais perto eu quero estar, Senhor, de ti, ainda que seja a dor que me una a ti." um clássico dos nossos irmãos evangélicos que já existia naquela época e que é tocado lindamente no filme trazendo para nós a história que realmente aconteceu. Eles realmente fizeram isso porque decidiram todos continuar juntos até o final. Mas havia nesse acidente do Titanic já a clara divisão entre quem tinha pago uma
ós a história que realmente aconteceu. Eles realmente fizeram isso porque decidiram todos continuar juntos até o final. Mas havia nesse acidente do Titanic já a clara divisão entre quem tinha pago uma passagem mais cara e aquele que buscando uma vida melhor em outro lugar, no caso Nova York tinha tido poucos recursos e por isso estava na terceira classe. E aí nós começamos a pensar que as tragédias geralmente atingem pessoas mais desprovidas de condições materiais, embora haja determinadas tragédias que não vejam classe social. Em de 14 a 18, na Primeira Guerra Mundial, os jovens negros e aqueles que não tinham nada, família ou melhores condições, iam à frente nas trincheiras, eram chamadas buchas de canhão. E houve, obviamente, quem tinha tanto dinheiro que nem chegou a ser convocado para a guerra ou livrou-se dela através de mecanismos menos dignos. Mas a primeira guerra que começou com absoluta falta de diálogo em um assassinato também foi uma enorme tragédia que reuniu grande parte da humanidade. Obviamente os amigos espirituais lembram que as tragédias acontecem porque há resgates a serem feitos. Entretanto, nós vivemos dias tão difíceis que às vezes as coisas acontecem, nós ficamos na dúvida se aquilo era mesmo para acontecer ou se foi em vigilância, ou se foi em previdência, ou se foi a maldade do homem que provocou aquilo. Embora os amigos espirituais dizem que em tudo há uma razão de ser. Eles diziam isso em 1857 e dizem ainda hoje nas mensagens. Quando se fala de bala perdida, por exemplo, que vitima tantas pessoas, eles dizem que não existe bala perdida, que as pessoas que desencarnam dessa forma não desencarnam assim por acaso. Elas tinham o resgate a ser feito. Embora para nós e principalmente para as famílias que vivem essas tragédias seja tão difícil aceitar. Na Segunda Grande Guerra, o a perseguição, o preconceito, a crueldade levou primeiro para os campos de concentração os intelectuais, depois os negros, os homossexuais, os judeus, todos aqueles que discordavam do que
de Guerra, o a perseguição, o preconceito, a crueldade levou primeiro para os campos de concentração os intelectuais, depois os negros, os homossexuais, os judeus, todos aqueles que discordavam do que Adolf Hitler queria. Foi uma grande tragédia que vitimou 55 milhões de pessoas. Então, nós podemos dizer que foi um grande, um imenso resgate. E em 1857, Kardec pergunta: "Durante uma guerra, a pessoa às vezes é obrigada a se defender, a matar?" E os espíritos respondem, mas a crueldade com que ela faz isso é que será a responsabilidade dela. Portanto, todos aqueles que vitimaram milhões de pessoas em toda a Europa e que tinham o anseio de espalhar isso pelo mundo, na realidade foram responsáveis pela maneira cruel com que instituíram simplesmente a morte para aquele que não pensava da maneira como eles achavam que a pessoa devia pensar. Então, foi uma tragédia que reuniu o mundo inteiro. Eu me recordo que o meu pai contava que ele fez 18 anos no dia 2 de maio e naquele mês houve finalmente o final da guerra. E ele ficou danado da vida porque ele queria ser convocado para matar todos os alemães que ele encontrasse pela frente. Apesar de família espírita, de ser filho da minha avó, que era espírita desde sempre, desde a juventude, ele tinha sense anseio, porque ele achava que era dever dele e de toda a geração dele ir pra guerra. a geração anterior a ele é que acabou indo. E ele inclusive conheceu dentro do exército pessoas mais velhas que tinham vivido a Segunda Guerra. E ele contava que elas não contavam nada porque tinha sido tão trágico, tão terrível o que eles tinham vivido nos campos de batalha, que eles não contavam, nunca comentavam sobre o que haviam feito ou vivido durante a Segunda Grande Guerra. Mas a verdade é que depois que a Segunda Guerra acabou, o mundo mudou. Porque então a mulher que estava no lar foi para o trabalho das fábricas, porque faltava a figura do homem nesses lugares. O homem estava na batalha. Quando o homem volta para casa, a mulher sabiamente diz: "A tragédia da
que estava no lar foi para o trabalho das fábricas, porque faltava a figura do homem nesses lugares. O homem estava na batalha. Quando o homem volta para casa, a mulher sabiamente diz: "A tragédia da sua vida é que eu não vou parar de trabalhar". Isso não aconteceu no mundo inteiro, mas aconteceu em muitos países. E aí, no início da década de 60 surge uma outra tragédia para os homens, a revolução das mulheres. E ainda hoje, por mais que se fale disso, nunca se falará o suficiente, porque as mulheres continuam sendo mortas pelos homens que um dia disseram que as amavam. Portanto, nós percebemos que as tragédias passaram a ser individuais. Elas não são coletivas quando não há um maremoto, um terremoto, um brumadinho. Tem dois meses que aconteceu a tragédia de Brumadinho e ninguém mais fala sobre isso. Mas ficou para as pessoas que lá ficaram enterradas a tragédia do seu final e principalmente para as famílias que dificilmente se recuperarão. E antes de Brumadinho, Mariana mal havia acontecido, Mariana, surge Brumadinho. E nós, para quem teoricamente a tragédia não chegou, acabamos nos esquecendo dessas pessoas que vivenciaram isso. Nem preciso falar da escravidão do Brasil que durou 200 anos. E os espíritos dizem que como sociedade até hoje nós temos compromisso coletivo com a escravidão. Foram 200 anos de escravidão. Então não adianta discutir história. Ah, porque a princesa Isabel tinha um interesse oculto, mas ela foi lá e assinou a libertação dos escravos. Só que havia uma dívida espiritual, uma dívida magnética que até hoje nós como sociedade com certeza estamos vivenciando. Não duvidemos disso, que muitos de nós somos os escravocratas de ontem. Somos aqueles que abusaram de todas as formas do ser humano porque ele tinha uma cor diferente da nossa. Essa é a grande tragédia. É quando você tem preconceito, vá a um lar de crianças, como nós temos o nosso lar, e pergunte se as crianças negras são adotadas. Não, porque o brasileiro não adota a criança de cor. O brasileiro não. E não
o você tem preconceito, vá a um lar de crianças, como nós temos o nosso lar, e pergunte se as crianças negras são adotadas. Não, porque o brasileiro não adota a criança de cor. O brasileiro não. E não adianta eufemismo, não adianta dizer que não é verdade, porque é verdade. As pessoas vivem ainda o racismo em todas as suas formas e as pessoas de cor diferente sofrem minimamente ou muito, dependendo do estudo que elas têm, de aonde elas conseguem chegar, mas ainda assim o racismo permanece. também uma enorme tragédia para a Terra. Nós precisamos avançar. Sabemos que somos um planeta em processo evolutivo, que todos nós viemos a Terra quantas vezes foram necessárias em corpos diferentes, homem, mulher, depois mulher, depois homem, para amealhar conhecimento, autoaceitação e principalmente amar. Porque se você não tiver religião e amar, você está na frente de quem tem religião e não ama. E religião, não duvidem, vocês vão lembrar de mim. Não vai solucionar as nossas questões emocionais, não vai. Só religião não vai. Por isso existem os psiquiatras, os psicólogos, os terapeutas respeitáveis a quem nós podemos procurar quando algo dentro de nós é a grande tragédia que nós carregamos. É não nos aceitarmos, é não entendermos o outro, é estarmos com uma angústia que não sabemos quando é que vai passar, é nos sentir discriminados de todas as formas. é passar isso que é pior para os nossos filhos, para os nossos netos, através de emoções que precisamos reconstruir, não o fazemos e vamos levando de geração a geração essas dificuldades. Quando a Segunda Guerra acabou, os navios que levavam judeus para encontrar uma nova vida eram totalmente rechaçados pelas nações. Então, já não se podia dizer que o problema era Adolf Hitler e seus seguidores, porque os povos não aceitavam as pessoas que estavam em busca de uma pátria. E por isso, em 48 surge o Estado de Israel. simplesmente porque ninguém aceitava essas pessoas nos países. O Brasil foi um dos que aceitou, mas não a quantidade que precisava ser acolhida.
uma pátria. E por isso, em 48 surge o Estado de Israel. simplesmente porque ninguém aceitava essas pessoas nos países. O Brasil foi um dos que aceitou, mas não a quantidade que precisava ser acolhida. E vejam, isso foi em 45 do século passado e hoje os refugiados do mundo inteiro estão vivendo a mesmíssima situação, batendo a porta dos países e sendo rechaçados também. Já comentei aqui com vocês um grupo de amigos que ajuda pessoas que vêm do mundo islâmico fugidas para o Brasil. E um rapaz chegou aqui com filho de 8 anos. A esposa na frente dele tinha sido assassinada por terroristas dentro de um templo onde eles se esconderam. Ele e o filho de 8 anos conseguiram sobreviver. fugiram, chegaram no Brasil, foram acolhidos por esse grupo de amigos que faz esse trabalho. Então eles alugaram uma casa, colocaram tudo do jeitinho para que o pai e o filho pudessem ali viver. E quando fizeram uma pequena reunião para uma prece, ele, o homem chorando, disse: "A maior bênção desse país que me acolheu, o Brasil é que eu durmo ao lado do meu filho e sei que no dia seguinte eu e ele vamos acordar vivos." Então, ignorar que pessoas passam por isso é ignorar a nós mesmos, a nossa civilização. E essa é também uma grande tragédia. Nós buscamos o conforto de uma religião querida para nossa alma para nos prevenir de loucuras que às vezes possamos cometer, de incoerências, de problemas que só nós sabemos que temos. Mas não basta isso. Nós precisamos fazer muito por nós mesmos e por todos aqueles que nós pudermos ajudar, porque senão nada vai adiantar. Nos Estados Unidos há uma família considerada trágica, a família Kennedy, que em vários dos seus membros, muitos deles, viveu tragédias. Joseph Kennedy, o fundador da família, casou-se com a sua esposa e tiveram nove filhos, mas o primeiro já morreu em 44 durante a Segunda Guerra Mundial. Ele era o herdeiro, ele seria o político, mas morre em 44 durante a guerra. E aí surge o segundo filho, John Kennedy. Passa para ele a responsabilidade de ser
u em 44 durante a Segunda Guerra Mundial. Ele era o herdeiro, ele seria o político, mas morre em 44 durante a guerra. E aí surge o segundo filho, John Kennedy. Passa para ele a responsabilidade de ser um político e ele vai a senador e ele torna-se presidente e em 1963 ele é assassinado. a responsabilidade para o seu irmão Robert Kennedy, que em 68 se lança a candidato a presidente dos Estados Unidos e em 5 de maio de de junho de 68 é varado por tiros e morre também. Sem falar dos netos que morreram, filhos de vários membros da família, uma família considerada trágica, porque muitos dos seus membros realmente tiveram frustrada a sua vida. Passa para o último filho homem, Ted Kennedy, a responsabilidade de ser presidente dos Estados Unidos, porque esse era o fanal dessa família. Mas ele fora do casamento se envolve com uma secretária. Os dois sofrem um acidente de carro, ela morre, o escândalo acontece e ele nunca pôde ser presidente. Foi um senador brilhante que defendeu os direitos das minorias como era uma característica da família Kennedy. Mas vejam, mesmo aí numa família reunida para tantos dramas, a mãe Rosemary Kennedy morreu com 105 anos. Ela viu os filhos serem assassinados, ela viu netos morrerem e aos 100 anos ela permanecia lúcida. Viveu mais 5 anos, morreu aos 105. E os netos comentavam que nos últimos tempos ela já não estava mais lúcida. E perguntavam, por quê? Porque ela conversa com os filhos que já morreram e tá na cara que ela tava mais lúcida do que nunca, porque tá na cara que esses filhos apareciam para ela e ela mantinha diálogo com eles. E ela contava isso pra família. A família ficava horrorizada. Ah, coitada, já tá com mais de 100 anos, tá lelé mesmo. Então, não podemos levar a sério. Mas foi impressionante a trajetória dessa mulher, porque ela passou por todas essas dores e permaneceu firme, porque com certeza era uma alma que sabia muito bem que o acaso não tinha nada a ver com o que acontecia com a sua família. Basta dizer que John Kennedy, o mais
r todas essas dores e permaneceu firme, porque com certeza era uma alma que sabia muito bem que o acaso não tinha nada a ver com o que acontecia com a sua família. Basta dizer que John Kennedy, o mais jovem presidente que os Estados Unidos já tinha visto, era o assassino de Abraham Lincoln reencarnado. Portanto, ele tinha que morrer da mesma maneira como ele tirou a vida de Abram Lincoln naquele teatro em 1865. Em 1963, chegou a vez dele resgatar. Os espíritos, embora não enfatizem isso, gostam de lembrar que o acaso não preside nada na nossa vida e que tragédias podem acontecer. Nós podemos estar envolvidos em determinada situação dolorosa sem que nós esperássemos. E muitas das pessoas saem vivas, mas encontram o seu destino. Na semana passada faleceu jogando bola o jornalista que havia sobrevivido à queda do avião da do time da da Chapecoense. Aos 48 anos, 49 anos, ele morreu de um ataque cardíaco. Aí as pessoas, meu Deus do céu, como é que há dois anos atrás ele sobreviveu aquele acidente para morrer assim? Morrer assim como o coração parou. Por isso Chico Xavier dizia: "Coração é uma corda que tem o dia certo para parar. E por isso há uma grande tragédia quando a pessoa tira a própria vida. Por isso, a sociedade precisa discutir o suicídio que está cada vez maior, principalmente entre jovens de 15 a 19 anos. Mas há relatos de garotos de nove que estão tirando a própria vida, não só nos Estados Unidos, não, no Brasil também. O número de adolescentes a partir dos 11 anos que estão se cortando nas escolas é impressionante. Basta você conversar com pessoas que trabalham nas escolas, escolas públicas, escolas particulares, e você percebe que é praticamente uma epidemia. Outro dia, uma menina de 16 anos deu um depoimento na televisão dizendo: "Quando seu filho estiver usando o tempo todo blusas de manga comprida, fique de olho, porque era o que eu fazia". Ela tentou suicídio, mas felizmente foi socorrida há tempo. E aí viu que ela estava vivendo uma tragédia íntima e
ando o tempo todo blusas de manga comprida, fique de olho, porque era o que eu fazia". Ela tentou suicídio, mas felizmente foi socorrida há tempo. E aí viu que ela estava vivendo uma tragédia íntima e precisava de toda a ajuda possível. Eu sei que a tragédia também quando você quer ajudar uma pessoa que você ama e ela acha que não precisa de ajuda. É complicado porque você sabe que ela precisa. No fundo, talvez ela também saiba, mas ela se recusa. Então nós temos que esperar muitas vezes que algo difícil, mais difícil aconteça com essa pessoa, porque ela só vai aprender dessa maneira. Embora os espíritos nos digam que aprender pelo amor é a verdadeira inteligência, é o que nós precisamos fazer enquanto estamos saudáveis ou jovens fisicamente ou cheios de esperança, embora estejamos vivendo dias difíceis. Quando eu me viro para vocês, eu vejo um número enorme de jovens, principalmente em pé. Eu fico tão satisfeita porque eu percebo que aquele jovem cedeu o lugar dele para uma pessoa mais velha, né? aquela aquela educação que o jovem tem. Não, eu tô pleno de forças, a senhora, por favor, sente no meu lugar. Isso é lindo, porque os espíritos dizem que os jovens que estão chegando à nossa comunhão, atraídos, nem sabem bem porquê, vão no futuro, na sociedade exercer postos importantes, inclusive em futuros governos. Quando os espíritos me contaram isso, eu fiquei tão satisfeita. Falei: "Meu Deus, é por isso que a gente se encontra no sábado? É porque essa garotada na hora de assinar uma lei vai lembrar: "Minha, nossa senhora, não posso me endividar com essa lei horrorosa que vai prejudicar tanta gente. Eu tenho que fazer o contrário. Eu tenho que trabalhar para que muita gente seja beneficiada, porque eu vou prestar conta do meu trabalho, seja ele mínimo, seja ele máximo, atendendo um número enorme de pessoas. Vocês sabem, eu tenho uma lista que Deus nunca observa de gente que podia morrer e não ia fazer falta nenhuma pro mundo. Os meus amigos mais fantásticos da época
atendendo um número enorme de pessoas. Vocês sabem, eu tenho uma lista que Deus nunca observa de gente que podia morrer e não ia fazer falta nenhuma pro mundo. Os meus amigos mais fantásticos da época da mocidade espírita já partiram. Eram, tinham a minha idade, 61, teriam hoje 61 anos como eu, mas foram embora cedo com 40 e poucos anos. Nenhum deles chegou aos 50 e eram pessoas formidáveis. Então a gente começa a pensar que Deus talvez esteja levando desde muito tempo até hoje pessoas especiais para o outro lado, porque nós vamos precisar que essas pessoas nos sustentem nas situações dolorosas que com certeza nós ainda vamos vivenciar. Os espíritos têm dito através de vários mentores, através de vários médiuns sérios do Brasil, que postos de socorro invisíveis aos nossos olhos estão sendo plantados em várias partes do mundo. Lugares onde grandes tragédias vão acontecer daqui pra frente, onde muita gente vai desencarnar. Não sabemos de que forma, mas esses postos invisíveis já estão colocados nos lugares devidos para receber essas pessoas. Eu me recordei da minha avó que quando eu tinha 5 anos chegava do centro espírita dizendo: "Maíse, lá os espíritos dizem que uma terça parte da humanidade no futuro vai embora. É muita gente. Então nós não sabemos se seremos chamados também para retornar a verdadeira vida. Por isso, quando estamos aqui, precisamos fazer o nosso melhor. Não importa qual seja a nossa ideologia, não importa em que acreditemos, mas acreditar numa força superior que pode mudar tudo, nós precisamos acreditar. Uma tragédia também comum é a tragédia da indiferença. Quando você diz: "Eu não tenho nada a ver com isso. Problema do fulano. Ah, o meu vizinho tá batendo na minha vizinha, mas é um problema deles. Ah, eu sei que aquela criança que eu encontro no elevador está sendo espancada pelo pai, mas eu não tenho nada a ver com isso. O eu não tenho nada a ver com isso é um problema muito grande, porque nós precisamos ter, nós precisamos nos envolver e realmente
r está sendo espancada pelo pai, mas eu não tenho nada a ver com isso. O eu não tenho nada a ver com isso é um problema muito grande, porque nós precisamos ter, nós precisamos nos envolver e realmente acreditar que nós podemos fazer a diferença. A tragédia de não conseguir ajudar é difícil, porque às vezes você tenta e a pessoa rechaça a sua intenção. Então temos que deixar ela seguir um pouquinho mais. E às vezes é alguém que amamos, é um filho, é uma pessoa querida, mas não adianta, é impermeável aos nossos conselhos, debocha de nós e nós não podemos de jeito nenhum permitir que isso aconteça. E aí entra também a questão da educação. Recentemente respondendo a um e-mail que chegou para o Conversando com Maíse, uma mãe de outra cidade comentava espírita, ela e o marido educando os filhos ali com limites, como deve ser, mas a filha de 12 anos completamente atormentada, não pode ser contrariada, que avança na mãe, no pai, como é que isso está acontecendo? E isso não é em comum, está acontecendo em muitas famílias. Os espíritos dizem que há paz, que são reféns dos filhos, portas adentro do próprio lar. Então, nós precisamos perceber que existem tragédias familiares. Quando há aparentemente para o vulgo, usando a máscara social, tudo está bem, mas nada se resolve, porque nada é discutido. Para que se resolva, você precisa colocar as cartas na mesa. Você precisa não mentir, principalmente para você mesmo. Então, volto à história do lobo mal reencarnado, que chegou do outro lado da vida e disse que nunca tinha comido. A vovozinha, não queria nada com a Chapeuzinho Vermelho e quanto mais ele mentia, mais passava um filme que saía da sua cabeça com toda a verdade. É isso que acontece quando nós desencarnamos, quando somos socorridos, quando somos levados às altas esferas para refazimento. Depois de um tempo, somos convidados a falar qual foi a nossa história na Terra. Hoje parece uma banalidade, porque você acha que vai ser daqui a 200 anos, mas ninguém vive 200 anos na
ra refazimento. Depois de um tempo, somos convidados a falar qual foi a nossa história na Terra. Hoje parece uma banalidade, porque você acha que vai ser daqui a 200 anos, mas ninguém vive 200 anos na Terra. Então, o nosso dia vai chegar, que nós vamos chegar lá e vão dizer: "E aí, como é que foi?" "Ah, foi ótimo". Isso nós não vamos dizer, porque a vida é cheia de altos e baixos, de dificuldades vencidas. Quanto mais você disser que foi maravilhoso ou maravilhosa, mais o filme sai da sua cabeça e mostra. Jesus sabia disso e disse: "Nada que está oculto deixará de ser revelado". Ele não se referia à vida na terra, mas ao nosso encontro com nós mesmos do outro lado, na verdadeira existência. Então, sabemos que mergulhamos na terra para aproveitamento integral dos nossos dias, que a maior tragédia é não fazer o bem, é não ter autoconhecimento, é não ter esperança. E por isso, desde que esse ano começou, por uma série de circunstâncias, não há um dia em que uma notícia triste não chegue e as pessoas se sentem cada vez mais desesperançadas. Mas aí é que mora o perigo. Por isso Jesus afirmou aquele que perseverar até o fim, não até o fim do mundo, porque nada vai deixar de existir, que o que Deus criou permanece, mas até o fim das nossas próprias necessidades. Então nós precisamos mais do que nunca, como lembrou a Cristina nas suas palavras, simplesmente perseverar. Há dias difíceis, sem dúvida nenhuma. Há dias em que você já amanhece impactado muito, muitas vezes por um pesadelo, por uma discussão que você teve na noite anterior. Nós, nada como uma noite dormida, é verdade, mas às vezes quando você acorda os seus conflitos estão com você, permanecem e não podemos deixar que eles de tal maneira nos envolvam, que nos paralisem, porque é vantajoso, entre aspas, que a pessoa seja vítima. Ah, eu não dou um passo à frente porque eu não posso. Ah, eu tô muito obsediado. No caso dos espíritas, a pessoa logo culpa o desencarnado. Eu tenho um espírito comigo, um espírito. Eu acho interessantíssimo,
ão dou um passo à frente porque eu não posso. Ah, eu tô muito obsediado. No caso dos espíritas, a pessoa logo culpa o desencarnado. Eu tenho um espírito comigo, um espírito. Eu acho interessantíssimo, que a pessoa se ilude achando que tem um espírito que a atormenta. E Paulo de Tarso dizia: "Somos todos observados por uma nuvem de testemunhas invisíveis. Paulo de Tarso 2000 anos atrás. E a pessoa iludida chegar aqui, olha, você tira esse espírito de mim, porque esse espírito não me deixa namorar". Antigamente a menina chegava aqui, não tinha namorado, dizia logo: "Eu sei que tem do meu lado espírito que foi meu marido e ele não deixa aparecer um namorado para mim". Na década de 70 era moda. Você ficava ali na orientação, que mais aparecia a garotadinha contando essa história. E a mãe ainda trazia, preocupada, porque realmente a menina não arranjava o namorado. Devia ter um encosto qualquer com a menina. Mas na verdade nós temos uma nuvem de espíritos que nos observam e há aqueles que se afinizam conosco. Se estamos em sintonia positiva, quem se afiniza conosco são os espíritos mais preparados, os chamados bons espíritos. E aí você tem aquela lufada de positividade para você. Se estamos num astral baixo, quem vai se aproximar de nós são aqueles que não querem a nossa melhoria. E é claro, se você faz o bem, se você espalha coisas boas, ainda há um terceiro espírito, aquele que não gosta de você simplesmente porque você consegue ser bom quando ele não é. Então, existe sim uma falange de almas sofredoras que às vezes se aproxima de pessoas que permanecem coerentes, positivas, nobres. Mas não é por isso que nós vamos deixar de buscar todos esses valores, simplesmente por medo de que algum espírito ou um grupo de espíritos nos acede. Tem a famosa frase: "Diga-me com quem andas, eu te direi quem és." E podemos parafrasear para diz-me quem você é e eu direi quem anda com você. Porque as nossas energias mais recônndidas, mais profundas são as que nos mantém ligados, algemados muitas vezes a influências
odemos parafrasear para diz-me quem você é e eu direi quem anda com você. Porque as nossas energias mais recônndidas, mais profundas são as que nos mantém ligados, algemados muitas vezes a influências muito negativas que acabam por nos envolver. Então você não vai amanhã ou domingo ficar pensando: "Meu Deus, deixa eu ver quem é que pode estar comigo hoje. Eu estou me sentindo assim assado. Então deve ser um espírito assim assado. Não. Outro grande erro. Ah, eu vim aqui porque tem semanas que um espírito suicida anda comigo. Isso não existe. Porque se um espírito suicida permanecer ao seu lado 24 horas, a sua ideia de matar-se será tremenda e você muitas vezes chegará ao ato. Então, não existe isso, até porque os suicidas não têm permissão. Eles não conseguem nos acompanhar no nosso dia a dia porque eles vivem a tragédia do seu próprio tormento. Imagine você ter uma vida na Terra programada para 80, 85 anos e tirar sua vida aos 20. Você enlouquece do lado de lá. E é claro que quando você conversa com uma família de uma alma suicida, você não vai dizer isso diretamente a ela, mas você também vai tirar a ilusão dela de que em breves semanas ou meses a pessoa estará tão recuperada do lado de lá que você vai poder fazer pedidos para ela. Eu já conversei com pessoas assim, cuja negação do que havia acontecido era tamanha que chegava ao mundo espiritual. Não, ele foi um menino muito bom. Eu tenho certeza que logo ele vira um mentor e você não pode alimentar uma coisa dessa porque não é verdade. A pessoa viverá graves lutas no seu coração para retomar a retornar à terra. E os espíritos dizem que cada suicídio leva pelo menos 100 anos na Terra para começar a ser solucionado. Então, muitas vezes a pessoa, a família desencarna e não reencontra a pessoa porque a pessoa também perdeu pelo suicídio o direito de estar ao lado das pessoas amadas, das pessoas com quem ele se afinizava. Então, muitas vezes o suicida renasce em famílias completamente estranhas e, claro, com graves problemas de saúde no corpo, que
estar ao lado das pessoas amadas, das pessoas com quem ele se afinizava. Então, muitas vezes o suicida renasce em famílias completamente estranhas e, claro, com graves problemas de saúde no corpo, que reflete o que ele fez com a sua alma eterna. Então, pensar em desistir da vida física nunca, por mais grave que seja a situação que você viva ou que venha a viver, espere. Já contei a vocês a história daquele industrial que matou-se por não conseguir pagar as dívidas da sua fábrica e cinco dias depois do seu suicídio explode um conflito e o governo daquele país endereça a fábrica dele todas as encomendas para enfrentar a situação difícil. Os filhos que mal haviam enterrado aquele pai que se matara ficaram milionários da noite pro dia. Os espíritos contam essa história real ocorrida no início do século XX para nos lembrar que às vezes, por piores as nossas lutas, bastam cinco dias, que foi o que aconteceu com esse espírito. Então, falando de tragédia, temos que nos solidarizar com as tragédias que atingem muitas pessoas, mas ter olhos e coração para ver as tragédias que parecem pequenas, individuais, familiares, mas que são igualmente dramáticas, porque ali está um resgate que precisa ser feito e que muitas vezes os membros daquela família Não aceitam. Meus amigos, eu termino nosso bate-papo porque eu vou chamar aqui o Felipe da Fedef, que vai nos convidar para o Congresso Espírita do dia 19, 20, em que Divaldo Franco, Raul, Alberto Almeida, Rossando Kinley, todos nós estaremos juntos, cada um fazendo uma palestra. Eu fiquei com o grupo que vai assistir a palestra do sábado de manhã e o meu tema tão singelo é fazendo as pazes com a dor. Geralmente sobra para mim esse tipo de assunto. Então eu sei que o Felipe vem aqui para nos convidar a todos para esse encontro. Termino com Mat Luther King, que em 4 de abril de 1968, dois meses antes do assassinato de John de de Robert Kennedy, tomba morto por alguém que não conseguia imaginar que pretos, brancos, amarelos eram pessoas
m Mat Luther King, que em 4 de abril de 1968, dois meses antes do assassinato de John de de Robert Kennedy, tomba morto por alguém que não conseguia imaginar que pretos, brancos, amarelos eram pessoas iguais. Ele que disse: "Eu sei que haverá um dia em que os meus filhos serão respeitados pelo seu caráter e não pela cor de sua pele." E no último discurso que fez, ele disse, como bom pastor evangélico que era: "Eu subi à montanha, eu vi um novo mundo, eu não estarei com vocês. Meu coração me diz isso. E ele foi assassinado quatro dias depois. Mas vocês viverão esse dia em que todos seremos iguais. Ele disse essa frase que termina o nosso bate-papo de hoje. Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito. Fica para nós essa frase maravilhosa de Mat Luther King. nas nossas tragédias íntimas ou coletivas, que nós nos lembremos de que a maior de todas as tragédias é sempre não amar o suficiente. E me lembro aqui do ex ministro do Tribunal Superior Aires Brito, que certa feita, quando ele era do Supremo, alguém propôs que o crucifixo que estava pendurado na sala onde os ministros do Supremo se reuniam fosse retirado. E aí, por votação decidiu-se que o crucifixo permaneceria. E Aresbrito, de uma forma muito carinhosa, lembrando Jesus, disse: "Nós somos juízes e a cruz representa a maior loucura que o homem já fez, a maior ignomíia, o maior horror que o homem já fez, que foi condenar esse inocente que era Jesus. Muito lindo. Pena que ele esteja aposentado. E sobrou o que nos sobrou. Por isso que eu digo a vocês, nós estamos num resgate que não chegou nem no meio. Vamos ficar atentos porque as gerações se sucederão. As pessoas jovens, como tantos que eu vejo aqui, vão assumir as suas responsabilidades e nós mais velhos vamos voltar para ver a terra renovada e poder viver todas as belezas sem tragédia. Porque no no capítulo sobre destruição, os espíritos disseram ao Kardec: "A destruição é necessária
nós mais velhos vamos voltar para ver a terra renovada e poder viver todas as belezas sem tragédia. Porque no no capítulo sobre destruição, os espíritos disseram ao Kardec: "A destruição é necessária enquanto o planeta não evolui de verdade. Depois, tudo estará serenado e a Terra será um planeta de almas regeneradas". E terminam dizendo, mas isso está muito longe da vossa época. Era 1857. E ainda hoje podemos dizer que está longe, mas que tragédias individuais não aconteçam está na responsabilidade de todos nós. Que nós possamos evitá-las ao máximo, que possamos reunir todas as forças que tivermos para mudar o mundo. Se não conseguirmos, como Mat Luther King tentou, como tantos tentaram, vamos mudar a nós mesmos e já chegaremos. muito melhores na verdadeira existência. Eu confesso a vocês que depois dessa encarnação, eu vou ficar uns 400 anos deitada numa mangueira. Isso eu já combinei com os espíritos. Vou ver vocês todos passarem para reencarnar e eu vou dizer sabiamente: "Vão com Deus". Isso me recorda se o Erasmo Cravo, um dos fundadores dessa casa, desencarnado aos 95 anos, há quase dois anos atrás, foi o último fundador dessa casa a desencarnar, era uma alma extraordinária e ele podia, eu não posso, mas ele podia com toda a razão dizer isso. Ele dizia que ia ficar uns 400 anos dando tchau para todo mundo até que a terra melhorasse de verdade e ele pudesse voltar. Já que nós não temos esse privilégio e ainda estamos aqui, vamos rogar as forças do bem que simplesmente continuem conosco. Mas para que elas estejam conosco, nós precisamos estar com elas. Esse é o nosso desejo final, que estejamos grudadinhos com as forças do amor e da luz, que apesar de tudo que acontece no mundo, ainda existem e sempre existirão para nos abençoar e nos proteger. De vez em quando, Deus manda pessoas especiais para nos lembrar que pode ser diferente, pode ser melhor. E essas pessoas se tornam santas, se tornam gurus, se tornam personagens da história maravilhosos que estamos sempre
s manda pessoas especiais para nos lembrar que pode ser diferente, pode ser melhor. E essas pessoas se tornam santas, se tornam gurus, se tornam personagens da história maravilhosos que estamos sempre recordando. Não nos esqueçamos disso. Evitemos a tragédia de não amar sinceramente a todos aqueles que nos buscarem. Onde está o Felipe? Praticamente desencarnou. Alguém da Fedef? Mas me pegaram nessa, hein? Não se preocupem, vocês entram no site da Fedef, não é, Valesca? E lá existe a programação para você se inscrever. Esse ano tá muito organizado o congresso. Então, se Deus quiser, nós vamos todos nos encontrar lá. Por acaso é você que vem vindo? Gente, o típico trabalhador da última hora, mas como ele ainda um garoto, a gente tem que dar um desconto, meu amigo. Diga como eles podem se inscrever. Tudo bem, meu filho? Boa noite a todos. Boa noite, pessoal. Eh, nós viemos aqui fazer um convite a vocês em nome da Federação Espírita do DF para que vocês juntamente conosco, participem do nosso quinto congresso espírita do Distrito Federal que acontecerá nos dias 19 a 21 de abril, sem ser o próximo final de semana no outro. Então, começaremos na sexta-feira da paixão, é feriado. Então, teremos vários palestrantes, como nosso maravilhoso mais estará conosco. Teremos Divaldo Franco, Rossandro, Alberto Almeida, Simão Pedro. Então assim, será muito bom que todos participemos conosco e vocês estão todos convidados para que a nossa família espírita seja sempre junta e em mais um evento para que a nossa espiritualidade a gente consiga realizar o nosso trabalho e auxiliar a todos que estão à nossa volta. Beleza? Muito obrigado pela oportunidade. Obrigada. Boa noite. Procurem por ele que ele é o homem. E a Valesca está me lembrando que no dia 21 de abril, o último momento do congresso é domingo meio-dia, mas às 5 horas da tarde eu e Marcelo Maior vamos estar aqui. É um debate valesca de 5 às 6:30. Venham, nos ajudem a receber Marcel filmes maravilhosos. Ele vai falar sobre o filme sobre Kardec que está para ser
oras da tarde eu e Marcelo Maior vamos estar aqui. É um debate valesca de 5 às 6:30. Venham, nos ajudem a receber Marcel filmes maravilhosos. Ele vai falar sobre o filme sobre Kardec que está para ser lançado. Na verdade, o Marceloto Maior diz que não, mas é mais espírita que muitos de nós, porque a propaganda dele é sempre o melhor. O filme sobre Chico Xavier nos mostrou isso. O Daniel Filho recentemente, com 81 anos, estava declarando: "Eu sou ateu, mas quando o filme sobre a vida do Chico acabou, minhas pernas tremiam, porque ali estava uma pessoa absolutamente extraordinária. Então esse pessoal que não tem nada a ver com doutrina espírita é que está trazendo essa propaganda tremenda para o espiritismo no mundo. Isso não deve ser por acaso. O que mostra como nós espíritas às vezes nos encolhemos, somos tímidos e aqueles que não são espíritas acabam sendo utilizados pela espiritualidade. Recentemente, João Rabelo, um dos diretores da FEB, me contou, e eu vou contar para vocês porque eu sei que não vai sair daqui, que a Rede Globo comprou os direitos de renúncia. este romance de Emanuel maravilhoso para fazer uma novela. E os diretores da Globo disseram pro pessoal da FEB: "Diga um personagem que daria uma minisérie de 13 capítulos." E o pessoal da FEB respondeu: "Emanuel". Então, os danados da Globo já estão comprando isso também. Obviamente pessoas da FEB vão participar da coordenação disso porque senão vira um delírio, não é? Eles vão, imagine a vida de Emanuel desde o senador público Lentros até mentor de Chico Xavier. Se deixar na mão da Globo, vira um holograma. Então, felizmente a FEB vai estar junto para que todas essas essas coisas se realizem, para que não fique essa coisa tão bela, restrita. ao meio espírita, mas que possa alcançar através das mídias, das redes sociais, da própria programação, da televisão, muitos lugares, muitas pessoas. Eu volto à palavra, querida Cristina, para que façamos a nossa prece de encerramento. Esqueci de alguma coisa. Ah, sim. Nós vamos comemorar o centº
mação, da televisão, muitos lugares, muitas pessoas. Eu volto à palavra, querida Cristina, para que façamos a nossa prece de encerramento. Esqueci de alguma coisa. Ah, sim. Nós vamos comemorar o centº programa Conversando com Maí e Valesque Jack em junho aqui ao vivo. Nós ainda vamos definir a data e passamos para vocês, combinado? Porque aí vocês aparecem, vai ter bolinho, quando nós chegarmos a 1 milhão, vai ter um bolo. E vamos em frente, porque atrás vem sempre gente e nós precisamos de todas as maneiras divulgar doutrina espírita. E nem preciso dizer a vocês que os programas mais assistidos são aqueles que falam de relacionamento. As pessoas estão completamente enlouquecidas nos relacionamentos do que tem, naqueles que acham que tem, naqueles que pretendem ter, naqueles que são pura imaginação deles. É verdade. É verdade. Então, às vezes chegam uns e-mails para eu responder que eu leio duas, três, quatro vezes, porque eu não acredito que aquela pessoa esteja vivendo um drama tão grande e nós tão preocupados com bobagens. É patético como nós podemos nos preocupar com bobagens na nossa vida quando as pessoas estão amargando situações tão complexas que às vezes eu de madrugada no silêncio do prédio onde eu moro é que eu sento para responder para que os espíritos possam me ajudar e muitas vezes eles ditam as palavras porque eu não teria condições de dizer aquela pessoa aquilo. Um homem escreveu de São Paulo: "Mais, tenho um filho de 8 anos, sou casado a tantos anos, a minha esposa não me deixa fritar um ovo, porque vai sujar o fogão dela." Eu, Maíse, ao ver que ele tinha 48 anos, me lembrei de todas as minhas amigas mais jovens do que eu e teria escrito: "Mude-se para Brasília, que eu tenho umas pessoas para te apresentar". Mas obviamente os espíritos não deixaram, o assunto mudou completamente e o ditado dos espíritos foi de muito carinho e consideração e respeito por esta senhora que não deixa ele fritar um ovo. Então, se você tiver querendo se livrar de um relacionamento, não escreva pro
e o ditado dos espíritos foi de muito carinho e consideração e respeito por esta senhora que não deixa ele fritar um ovo. Então, se você tiver querendo se livrar de um relacionamento, não escreva pro Conversando com Maí. Não é por aí o caminho. Tome a sua decisão. Peça ajuda a Deus ou a qualquer outra força, mas não mande para nós, porque ao contrário do que eu, Maíse, aconselharia. Os espíritos muitas vezes dizem que a pessoa deve, como nos disse Luther King, caminhar um pouco mais. que todos nós possamos fazer isso e a Cristina com certeza vai fazer a oração final para todos nós. Nos vemos dia 21 de abril, é um domingo aqui às 5 horas da tarde. Me ajudem a receber Marcel Solto Maior e vamos debater tudo de bonito que nós temos para conversar. 18 horas 18 horas. E pelo amor de Deus, pelo amor de Deus, meus queridos, eu me sinto aplaudida pelo rosto de vocês. Me ajudem, não aplaudam, por favor, as palestras que eu faço, porque isso dá uma confusão tão grande, isso dá uma carnificina, entendeu? Mais no meio espírita. No meio espírita. Gente, o que que aquela velha tem? Já começa por aí o negócio. Então, eu sei que vocês gostam, como eu aguardo sempre o nosso encontro aos primeiros sábados, mas por favor não aplaudam, porque isso gera uma confusão danada, difícil de explicar, de solucionar, não é? E disfarcem quando vocês forem comentar que vocês vêm aqui no sábado. Não é uma senhora coitada. Eu vou lá porque ela já tem 45 anos de palestra, já tá velhinha. Por favor, façam isso. Espalhe essa história da velhinha e que vocês vêm por pura caridade, tá? Vocês vão me ajudar muito se vocês fizerem isso. E a Cristina, que é muito mais jovem do que eu, vai fazer a prece de encerramento. Então, meus queridos irmãos, como sempre foi muito bom, não é mesmo? E nós ficamos com o coração muito grato pela nossa irmã, pela vinda dela aqui. Ela pede que não aplaudamos, é muito natural, porque não é bem regra da casa, mas ela sabe o quanto nós a amamos, não é verdade? Então agora vamos nos preparar
o pela nossa irmã, pela vinda dela aqui. Ela pede que não aplaudamos, é muito natural, porque não é bem regra da casa, mas ela sabe o quanto nós a amamos, não é verdade? Então agora vamos nos preparar para a nossa prece final antes daqueles que vão tomar o passe, pedindo a Deus que abençoe a todos nós, abençoe esta casa que recebe tantas pessoas nas suas necessidades mais difíceis. que acolhe a todos com os braços abertos, que há oportunidades de atendimento para todos os tipos de problema, porque nós temos por meta o amor de Jesus. Como eu disse no início da minha prece, nós somos um mundo feito de irmãos. Jesus veio até nós para nos ensinar a fraternidade. Hoje nós esbarramos, mestre, com tantas dificuldades que muitas vezes nos abalam, nos tiram do sério. Mas com a nossa fé e com a nossa féria vontade de ajudar. dando-nos as mãos uns aos outros nas suas maiores ou menores necessidades. Que possamos lembrar-nos sempre de vós, aquele meigo rabi que chegou entre nós e está até hoje em nossos corações. Vamos ser mais alegres. mais humanos, mais solidários, mais artísticos, por não? O Pai nos ofertou a natureza belíssima, o céu de Brasília inconfundível, incomparável com os das outras cidades. Vamos agradecer, meus irmãos, por tudo aquilo que nós estamos recebendo, este momento de paz e de harmonia. em que a nossa irmã, além das do ensinamento, ela traz alegria, ela nos traz conhecimento, sim, mas nos faz sorrir. Neste momento em que nós vamos elevar até Jesus o nosso pensamento agradecido, pedindo a ele as bênçãos para nós, para a nossa família, envolvendo todos os familiares, aquelas pessoas que estão conosco, sejam servidores, sejam colegas, Amigos, que todos, Senhor, sejam abraçados neste momento pela vossa paz e pelo vosso amor. E que esse abraço se estenda a toda a humanidade que hoje ainda luta contra seus irmãos, nega a presença desses irmãos necessitados nos diversos países do mundo. Só vós, Senhor, só vós para nos ajudar. Mas comecemos por nós, abraçando o nosso irmão, como
oje ainda luta contra seus irmãos, nega a presença desses irmãos necessitados nos diversos países do mundo. Só vós, Senhor, só vós para nos ajudar. Mas comecemos por nós, abraçando o nosso irmão, como Jesus abraçou aquelas crianças inocentes, a Maria Madalena que ele perdoou incondicionalmente. Jesus, que a vossa paz se derrame sobre todos nós, pois nós precisamos muito, Senhor, da vossa ajuda. Graças a Deus. Que tenha uma boa noite, um bom caminhar até em casa e aqueles que querem tomar passe permaneçam. Muito obrigada.
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