Palestra: É preciso sofrer para ser feliz?

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 18/07/2025 (há 8 meses) 39:48 12 visualizações

Palestra: É preciso sofrer para ser feliz? Com Humberto de Paula.

Transcrição

Boa noite, meus irmãos, minhas irmãs. Sejam todos a vocês que aqui vieram, estamos presencialmente, mas também aos nossos parceiros de interção que vão amplificar a mensagem, estudo da noite de hoje. E por isso também além de vocês, gostaríamos de agradecer ao TV eh Goiás Espírita, TV Secal de Santa Catarina, Rádio Nova Luz, Rádio Deus Conosco e Mensageiros da Luz. Eh, como de costume, vamos iniciar os nossos estudos, nosso trabalho eh com uma prece. Portanto, convido aos irmãos e as irmãs que possamos cerrar os olhos por um momento, lembrando da figura do sublime Rabi Galileu, que nos quer bem, que conhece a cada qual pelo nome que se preocupa em nossos destinos. Depositemos nesse momento as nossas dores, nossas dificuldades nas mãos desse coração magnânimo. possamos aurir na noite de hoje a fé necessária para que sigamos em frente junto a Jesus através da mensagem evangélica que será proferida pelo nosso irmão palestrante na noite de hoje. que esta possa de fato calar fundo em nossos corações, ensejando, quem sabe mudanças de atitude paraa nossa melhoria, para todos nós espíritos eternos. Obrigado, Senhor, por tantas bênçãos, pela graça de estarmos encarnados aqui juntos enquanto irmãos. ser conosco hoje sempre. Que assim seja. Na noite de hoje nós contamos com o nosso irmão Humberto de Paula, conhecido aqui do lar de Jesus. Humberto de Paula, que é um operador do direito, mas eu tenho visto esse nosso irmão muito mais operante, aguerrido, dentro das fileiras da doutrina espírita. através de sua fala sensata e amorosa. Vocês sabem que eu já perdi a conta do número de pessoas que me interpelava da seguinte forma, dizendo: "Eu não quero ser espírita, porque espírita gosta de sofrer. O espírita se compraz com o sofrimento. O nosso irmão Humberto tem uma palavra um pouco diferente a esse respeito, a nos esclarecer na noite de hoje. Por isso, com a palavra Humberto de Paulo. Boa noite, gente. Tudo bem? Pois é, o tema que nos traz aqui hoje não é um tema nada fácil, né? Porque o

a esse respeito, a nos esclarecer na noite de hoje. Por isso, com a palavra Humberto de Paulo. Boa noite, gente. Tudo bem? Pois é, o tema que nos traz aqui hoje não é um tema nada fácil, né? Porque o sofrimento ou a aflição é algo realmente difícil para todos nós. Todos nós já passamos por algum tipo de sofrimento, né, com alguma dificuldade ou com muita dificuldade. E a pergunta que nós nos fazemos é: qual a necessidade deste sofrimento? E aí o tema da noite nos traz a seguinte reflexão: será que é necessário sofrer para ser feliz? Que que você já será que é muito? E aí então a doutrina espírita vem nos trazer essa mensagem consoladora no capítulo 5to, que tem por título: "Bem-aventurados os aflitos ou os que choram, né? Dependendo da do evangelho que nós pegarmos. Então, num primeiro momento, eu gosto sempre que a gente faça uma análise das palavras, porque as palavras, o significado das palavras tem um peso muito grande pro nosso correto entendimento daquilo que a gente quer aprender, né? E a palavra sofrimento, né? O que que quer dizer? Segundo os nossos dicionários, eles nos dizem que seria uma dor física ou moral. Olha que coisa interessante, uma dor física ou moral, tá? E aí dor física nós naturalmente entendemos aquela que nós sentimos pelos cinco sentidos. E a dor moral, todos nós sabemos bem o que significa, né? Então nós temos em verdade como causa do sofrimento essas duas vertentes, dor física e dor moral, né? Mas a grande pergunta que não quer calar. Primeiro é que todos nós queremos ser felizes, certo? Eu tenho alguém, algumas aí? Não, né? Então, todos nós queremos ser felizes. Está no nosso DNA. Nós nascemos para ser felizes e nós buscamos com todas as nossas forças essa felicidade, né? Mas será que realmente é necessário sofrer para ser feliz? Bom, essa frase que a gente tá vendo aí, todos nós já conhecemos, né? Diz que a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional. O que que vocês acham dessa frase? O sofrimento é opcional. É, tá certo. Foi Mahatma Magand que

gente tá vendo aí, todos nós já conhecemos, né? Diz que a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional. O que que vocês acham dessa frase? O sofrimento é opcional. É, tá certo. Foi Mahatma Magand que falou, foi Chico Xavier, foi Buda, enfim, tem várias vários nomes que são citados como autores dessa frase, mas fato é que foram citados então por seres de luz, seres evoluídos, tá? E nós, né? Será que nós assim entendemos também ou será que a nossa visão é um pouco diferente? Bom, primeira coisa, nós temos discernir entre dor e sofrimento. Vou dar um exemplo prático pra gente não ter dúvida. Se eu deixo cair uma pedra ou um, como é que fala, mãe? Um transformador de geladeira que eu deixei cair, viu, gente, quando era pequeno, foi a beijadeira transformador caiu no meu pé. Imagine a dor, né? Que delícia, né? Então, assim, todo mundo sentiu a dor? Aí eu senti, vocês não, mas eu senti. A grande questão é esta é uma dor, mas se aquilo ali incha, desincha, passa, você logo esquece aquilo, tá? Não é verdade? É uma dor. É só uma dor. Agora o que que acontece? Se essa dor ela vem então acumulada de um determinado pensamento, eu sou aquela pessoa negativa, fala: "Nossa senhora, mas isso acontece comigo. Eu sou o cara mais azarado do planeta. Deus não gosta de mim. O que que vai acontecer? Aquilo que era só uma dor vai virar o quê? Um sofrimento. Ou pior, vai virar o quê? Uma prática do modo de pensar. Ou seja, eu vou começar a achar que eu sou um azarado, que a vida existe para me punir, não é? Quantas pessoas, né, passam por essas situações e daí tiram determinadas eh eh conclusões. Eu, gente, se eu fosse fazer isso, tá no DNA da família, a gente é o tempo inteiro machucando. Se eu fosse pensar assim, eu tava no salto. Então, assim, não é realmente a dor em si a mesma coisa que o sofrimento da alma ou do espírito ou aquilo que nós sentimos. Se a gente voltar no conceito adicionário, ele fala que sofrimento é sentir. Olha só, sentir. E nesse sentir a dor pode ser física ou

ue o sofrimento da alma ou do espírito ou aquilo que nós sentimos. Se a gente voltar no conceito adicionário, ele fala que sofrimento é sentir. Olha só, sentir. E nesse sentir a dor pode ser física ou pode ser espiritual, tá? E aí nós vamos além. Hoje o que que nós sabemos? Que todos nós conhecemos o que é uma dor espiritual. Todos nós sabemos o que é uma dor espiritual, né? E como eu citei no exemplo, ela pode ter uma causa de uma dor física ou não. E temos casos hoje na ciência que nós conhecemos aquelas doenças que são psicossomáticas, ou seja, a pessoa de tanto pensar negativo, ela acaba criando, né? Existem estudos sérios que falam que até câncer, né, Brasil, e outros, eh, doença do coração, é bem comum, eh são criados pela nossa ideoplastia, ou seja, a o nosso pensamento vai criando até doença física. E olha que interessante, outro ponto também que nós temos que analisar, o sofrimento não se dá só no plano físico. Nos livros de André Luiz, nós vamos ver vários casos, ou seja, não é passar pro lado de lá como muitos acham que vai resolver o problema. Pelo contrário, sofrimentos às vezes lá são atrozes, tá? Então aí nós temos essa diferença, né? Mas nós sabemos já o que é o sofrimento. Então vamos ver o que que é ser feliz. Vamos lá. Ser feliz, segundo os critérios do mundo, que que seria? Prazer, luxo, fama, poder, abundância, né? Não é isso o conceito do mundo? Isso é ser feliz segundo o mundo. Mas a pergunta é: todas essas pessoas que têm isso aí são felizes? Se fosse isso, todos seriam felizes, certo? Por dedução lógica. Se não são, então não deve estar aqui o motivo da felicidade. Logo em seguida, nós temos essa frase atribuída ao rei Salomão, que ele disse, então, que a felicidade não é desse mundo. Olha que o rei Salomão foi considerado sábio dos sábios, né? Ele pediu a Deus um dom. Que dom que foi esse? É sabedoria. Mas nós sabemos que ele era repleto de outras facilidades do mundo, inclusive poder, né, luxo, riqueza, né, e além disso, sabedoria. E ele no auge da sua sabedoria, o que

om que foi esse? É sabedoria. Mas nós sabemos que ele era repleto de outras facilidades do mundo, inclusive poder, né, luxo, riqueza, né, e além disso, sabedoria. E ele no auge da sua sabedoria, o que que ele deixou escrito para nós? Isso aí, ó. A felicidade não é deste mundo. E aí nós vamos encontrar Jesus. E Jesus vai nos trazer uma outra notícia que ele fala: "O meu o reino, o meu reino não é deste mundo." Ou seja, que reino? O reino da felicidade, da paz, da alegria, né? Não é deste mundo. E para complicar mais um pouquinho o que que ele falou pra gente? As bem-aventuranças, as bem-aventuranças são eh quase que apunhalmente assim, né? Por quê? Bem-aventurado na tradução seria feliz. Então, felizes os que choram. Então, se eu tô alegre, tô fora. Felizes os injustiçados. Então, se eu não tô sofrendo injustiça, eu não sou feliz. Os pobres, os que tm fome, aí sim os humildes. Aí dá para compreender, né? Os humildes, os mansos, os pacíficos e os puros de coração. Tudo bem? Aí a gente já consegue entender. Mas o que que Jesus então estava falando com isso, gente? Que loucura é essa? Que felicidade louca é essa, né? Que ele tava se referindo. Exatamente para isso que a doutrina espírita vem ao encontro da nossa necessidade de entender essas palavras de Jesus, né? Por isso o tema do capítulo 5 é exatamente isso. Bem-aventurados os aflitos, né? porque serão consolados. Tá? Então, o que que este capítulo vem nos dizer? Vem nos dizer muitas coisas, mas especificamente que nós estamos no mundo de provas, expiações, tá? E neste mundo, a felicidade plena, ela não é possível, mas é preciso entender realmente tudo o mais que a doutrina vem nos falar a esse respeito. O primeiro ponto é que Deus não criou o sofrimento, tá gente? O mal também não foi criado por Deus. Não foi criado por Deus. Deus não criou o mal. O mal, o que que é? O desvio nosso do caminho reto que Deus nos aponta, tá? Então, se Deus não criou o mal, ele não criou também o sofrimento, tá? Então, o sofrimento ele

r Deus. Deus não criou o mal. O mal, o que que é? O desvio nosso do caminho reto que Deus nos aponta, tá? Então, se Deus não criou o mal, ele não criou também o sofrimento, tá? Então, o sofrimento ele realmente quando nós estivermos num nível, né, de Chico e outro, nós vamos poder falar a mesma frase. Eu sei que por enquanto é difícil, mas por que é tão difícil pra gente falar isso hoje? Porque nós estamos no mundo de provas e expiações. E se estamos no mundo de provas e expiações, é porque não somos espíritos perfeitos, tá? E para isso, nós temos que entender o quê? Não é a minha primeira vez aqui, OK? E aí eu gosto de falar sempre de provas e expiações. Eu gosto de brincar que é provas e recuperações. Que que são as provas? Quem já foi na escola sabe, a prova visa aferir o seu conhecimento se você aprendeu odição. E a recuperação? Recuperação é porque você não foi bem na prova, você não estudou direito, alguma coisa aconteceu, né? Então, todos nós estamos sujeitos a provas e recuperações ou provas e expiações, tá? E a doutrina, então, ela vem nos dar uma lucidez muito grande, porque se são muitas aquelas dores que nós procuramos, aparentemente, aquelas que nós não entendemos, ainda nos deixa atônicos, né? Então a gente fica perdido e só a doutrina vem explicar isso e ela nos explica exatamente que se a dor é de causa atual, eu posso até, né, me corrigir, eu posso. E isso aí então é uma coisa que eu posso evitar, né? Por exemplo, uma a pessoa pega uma cirrose de tanto bebê, ou seja, eu sei qual foi a causa, eu sei porque que eu tô com dor, eu sei porque que eu tô sofrendo. Agora tem aquelas que são causas anteriores, ou seja, não tem nada nessa vida que justifique aquela dor. Mas como nós vimos, Deus não quer a sua dor. Deus não quer o seu sofrimento. Ele não te criou para isso. Então, como é que nós vamos entender na visão espírita essas dores e, principalmente, como nós vamos poder fazer para abrandar essas dores ou minimizar aquelas que não é possível eh a gente alterar, né? Num primeiro

ue nós vamos entender na visão espírita essas dores e, principalmente, como nós vamos poder fazer para abrandar essas dores ou minimizar aquelas que não é possível eh a gente alterar, né? Num primeiro momento, no item 23, tormentos voluntários, o evangelho nos diz o seguinte, ó: "O homem incessantemente vive em busca da felicidade, que também incessantemente lhe foge, porque felicidade sem mescla não existe na terra. Então, felizes completamente nós não seremos. Mas malgrado as vicissitudes que formam o cortejo inevitável da vida terrena, ou seja, as dificuldades da vida, poderia ele ou nós gozarmos de relativa felicidade se não procurássemos nas coisas perecíveis e sujeitos às mesmas vicissitudes, às mesmas necessidades, né? Eu compro um carro cujo pneu custa 20.000, né? E obviamente de quando em quando eu vou ter que pagar, não é verdade? Ou seja, mas não fui eu que procurei. É um exemplo. Isso isto é, nos gozos materiais, em vez de procurar nos gozos da alma, que são os o prelivar dos gozos celestos interessíveis. Então o que que acontece? Nós estamos procurando a felicidade aonde nós não podemos a encontrar. Então, a grande parte, ó, é fruto da nossa o quê? Da nossa própria vida. Ou seja, aonde nós estamos colocando o objetivo da nossa vida, quais são os valores que realmente importa. Olha que lindo esse final. Se procurarmos nos gozos da alma, serão eles um prelibar de gozos celestes interessidas. Olha que fantástico isso. Foi isso que Jesus veio vender pra gente, gente. É um peixão. É uma coisa maravilhosa a ponto de felizes os que sofrem, porque esses estão a caminho dessa felicidade que nós tanto buscamos. Aí vem as perguntas 920 e 921 do livro dos espíritos que vem nos esclarecer ainda melhor essa questão. A pergunta é: o homem pode gozar na terra de uma felicidade completa? Os espíritos respondem não, pois a vida ele foi dado como prova expensão, mas dele depende abrandar seus mares e ser tão feliz quanto se pode ser na terra. Ou seja, aqui a doutrina coloca

de completa? Os espíritos respondem não, pois a vida ele foi dado como prova expensão, mas dele depende abrandar seus mares e ser tão feliz quanto se pode ser na terra. Ou seja, aqui a doutrina coloca sobre os nossos ombros a responsabilidade da nossa felicidade, ainda que relativa, né? 921. Concebe-se que o homem seja feliz na terra quando a humanidade estiver transformada. Mas enquanto isso não se verifica, pode cada um gozar de felicidade relativa? E eles respondem: "O homem é, na maioria das vezes, o artífice da sua própria intelicidade." Olha só essa afirmação dos espíritos. Nós, de regra, somos os artícipes da nossa infelicidade. E nós sabemos porquê, né? Nós acabamos de ver. Olha só o que eles completam dizendo. Praticando a lei de Deus, ele pode poupar-se de muitos males e gozar de uma felicidade tão grande quanto comporta a sua existência num plano grosseiro. Então, os espíritos, gente, às vezes eles parecem duros demais, mas é exatamente como Jesus. Jesus nas suas frases também ele era muito eh eh, como é que se dizia? Assertivo, né? muito duro. Às vezes você fala assim, mas gente, mas não é tão simples assim, não é? Não tô falando que é não. Pelo contrário, é muito complicado. Mas temos que o quê? Se nós quisermos realmente sair da nossa situação atual e gozar de relativa felicidade, nós temos então o caminho. Então a doutrina espírita, ela vem exatamente nos mostrar esse caminho. Também outra frase que é dita como sendo de Chico e parece que não é, é aquela que nenhum de nós pode fazer um novo início, mas podemos começar agora e fazer um novo final. Ou seja, e não só nesta vida, nas coisas desta vida, mas também e principalmente da vida futura, né? Vamos lá. Um outro ponto também que nós podemos ressaltar que a doutrina nos ensina é exatamente isso, nós refletirmos sobre as causas atuais e as causas das vidas passadas. E eles voltam a reforçar. Olha só como eles são categóricos. Se em duas partes dividirem os males da vida, uma constituída do homem que não

irmos sobre as causas atuais e as causas das vidas passadas. E eles voltam a reforçar. Olha só como eles são categóricos. Se em duas partes dividirem os males da vida, uma constituída do homem que não pode, daquilo que o homem não pode evitar, e a outra das tribulações que ele se constitui a causa primária pela sua incura, seus excessos, verificar-se há que a segunda quantidade excede muito a primeira. Portanto, é evidente que o homem é o autor da maior parte das suas aflições, à quais se pouparia. se sempre obrasse com sabedoria e prudência. Olha só, sabedoria e prudência, né? Então, se nós buscarmos, né, como Salomão, esta sabedoria, e aonde está essa sabedoria? os ensinamentos do Cristo agora, à luz da doutrina, que nos mostra esse caminho reto, esse caminho bom que nós devemos percorrer. E quando se fala em prudência, o que que quando a gente fala em prudência, a gente lembra naturalmente de imprudência, né? O que que é imprudência? É eu acelerar para chegar logo, né? Um exemplo clássico, né? Eu brigar com qualquer coisa. Então, se nós soubéssemos realmente buscar em nós esse caminho da prudência e da sabedoria, nos instruindo, principalmente através dos estudos, nos transformando intimamente, nós certamente alcançaríamos um lugar melhor. E tem essa última frase também que é impactante, gente, que acontece. Não menos certo é que todas essas misérias resultam de nossas infrações à lei de Deus. Ou seja, se nós sofremos hoje, não temos uma causa agora, certamente a causa é de vidas anteriores. Então, ninguém sofre injustamente. Este é um ponto que a doutrina veio realmente para tirar de nós essa impressão que Deus é injusto, que Deus não tá vendo, que Deus não sabe, que Deus não. Deus sabe de tudo, tá? Ele é o nosso pai, ele nos ama. Mas por que que ele nos deixa sofrer? Nós vamos ver já. e fala no final, e se observássemos pontualmente a lei de Deus, seríamos inteiramente ditosos. Ou seja, tá nas nossas mãos. Tá nas nossas mãos. Ah, Humberto, eu quero agora. Agora não tem jeito. Você

e fala no final, e se observássemos pontualmente a lei de Deus, seríamos inteiramente ditosos. Ou seja, tá nas nossas mãos. Tá nas nossas mãos. Ah, Humberto, eu quero agora. Agora não tem jeito. Você já viveu um pouco já. Nós estamos num mundo de prova expiação, então é sinal que nós já vivemos e já fizemos alguma coisa errada, né? Senão a gente não tava aqui. Mas vamos lá. Então esse é um primeiro ponto que nós temos que nos atentar, tá? O sofrimento não é uma punição. Isso aqui é um ponto fundamental da gente entender, gente. Sofrimento não é punição, porque Deus não puni. Deus não é o homem. Deus não criou a lei de italião. Como alguns devem saber, a lei de italião foi criada porque às vezes eu vinha, dava um tapa na cara de uma pessoa, Brasília, ela pegava e me matava. Aí a lei de italião foi criada exatamente para dar só uma para você não devolver a maior do que você recebeu para que a injustiça não fosse tão grande. Então Jesus veio e consertou isso. Porque na lei de Deus, a lei que vigora é a lei do amor, do perdão, da caridade. E ele não seria caridoso, então, conosco? Ele não nos perdoaria nossos erros, nossos nossas falhas? sempre Deus nos perdoará sempre. Tá? Mas então, por que o sofrimento? E aí a resposta dos espíritos. Em geral, o homem apenas vê o presente, certo? Ora, se o sofrimento é de intimidade para a felicidade futura, Deus o deixará sofrer como um cirurgião que deixa que o doente sofra as dores de uma operação que lhe trará a cura. Tá? Então, temos médico aqui, né? E nós sabemos disso. Se eu sou um médico, se eu tô vendo que o meu paciente ali, ele precisa dessa operação, senão ele vai morrer. Ah, não, mas operação dói. Ah, não, mas operação tem pós-operatório. Ah, não, mas ou seja, mas o médico vai deixar de fazer operação, vai deixar você sofrer, vai deixar você ir para coisa muito pior, né? E aí eu lembro de uma situação que aconteceu comigo, meu filho, caçula teve fazer uma operação com 5 anos de idade e o coração da gente fica, né, doido, né,

i deixar você ir para coisa muito pior, né? E aí eu lembro de uma situação que aconteceu comigo, meu filho, caçula teve fazer uma operação com 5 anos de idade e o coração da gente fica, né, doido, né, fica desesperado, né, meu Deus, meu Deus, meu Deus. Mas é aquele negócio, ele tinha um plan de adenoide, amídala, então assim, era com o bem dele. Ele chorou demais, espermeou demais. Falou: "Eu vou morrer." Imagina com o pai que quer sentir isso, né? com a mãe é horrível, mas ele não morreu, gente. E nós sabíamos que era necessário, tá? Paraa respiração dele, para ele ter saúde, para ele ter, né? Então é necessário. Deus também é esse pai amoroso. Ele jamais deixa passarmos por sofrimentos que não tragam em nós uma real transformação, tá? Mas o que que acontece? Muitas vezes Deus nos faz passar por um sofrimento para consertar, né, Brasil e a gente começa a fazer coisa errada do outro lado. Aí não tem jeito, né? Tampa um buraco, você vem e faz outra que nem a care, né? Eu levei o meu filho, ele curou da carça a comer doce de novo. A carne vai aparecer de novo. Então a cirurgia é necessária, mas mais importante, mais urgente é que a gente busca o quê? Resolver a causa, não é isso? Então vamos lá. Aqui, gente, uma reflexão pra gente entender o que é isso que eu tô falando. A gente só conhece o sofrimento pelo lado ruim, pelo lado difícil, certo? Que realmente é. Ninguém aqui gosta de sofrer. Eu muito menos. Eu sou o maior covarde do mundo. Detesto sofrer. Ninguém gosta de sofrer. Sentir dor também não, né? Ou alguém gosta? Não, também não. Vocês são igual eu mesmo. Então o sofrimento ninguém gosta, mas nós temos nesse sofrimento funções educativas que são paraa nossa alma eterna. Vamos dar uma olhadinha nelas. Primeiro, ele diz a desc, desculpa, acordar a a consciência adormecida, né? Quantos de nós vivem no mundo material, na vida material, sem se importar com outro, sem se importar sobre o sentido da vida. Então, muitas vezes esse sofrimento vem para nos alertar, para nos trazer à tona, né, pra

vivem no mundo material, na vida material, sem se importar com outro, sem se importar sobre o sentido da vida. Então, muitas vezes esse sofrimento vem para nos alertar, para nos trazer à tona, né, pra gente realmente entender o que que é essencial na nossa vida, né? Como nós vamos ver daqui a pouco, ele quebra resistências internas, né? Ou seja, não, aquilo ali eu não faço de jeito nenhum. Aí na hora da dor você fala: "Pelo amor de Deus, faz, né? Então quebra resistências internas". Ou seja, eu não, eu vou carregar a cesta básica lá na na vila lá, aquele lugar sujo, difícil, suorento, é custoso. Lá tem gente marginal, quebra resistências dos nossos preconceitos, das nossas mazelas que nós colocamos em nossa mente. Isso. Depois ensina empatia e compaixão. Por você se coloca no lugar do outro. Quando você sofre de um determinado problema, você vê uma outra pessoa que tá sofrendo também aquele problema, você entende a dor do outro. Então isso é muito importante, a empatia, gente. Da empatia nasce o amor ao próximo. Olha só que coisa importante. E a compaixão, né? compaixão, o amor, o amor por aquela pessoa, por aquela situação, mostra o que realmente tem valor, não é verdade? Quando a gente passa, por exemplo, por um problema de saúde, a parte financeira, a parte de viagem, essas coisas, fica tudo em 10o 15º plano, não é isso? A felicidade de um filho, essas coisas aí fica tudo pequeno, né? Então ele acende em nós quais são os verdadeiros valores que nós temos que procurar. E com isso nós vamos aprender aquelas virtudes que Jesus nos ensinou, como a humildade, a paciência, a empatia pelo próximo e sobretudo a resignação. E esta resignação, gente, agora com a doutrina vem trazer essa grande virada para nós. Não é uma resignação inconsciente. Agora nós estamos resignados porque nós sabemos que nós somos os próprios causadores de regra das nossas dores ou dos nossos sofrimentos, melhor dizendo. Mas nós está em nossas mãos também o quê? Fazer a grande virada. Em conclusão, meus irmãos, assim como a

mos os próprios causadores de regra das nossas dores ou dos nossos sofrimentos, melhor dizendo. Mas nós está em nossas mãos também o quê? Fazer a grande virada. Em conclusão, meus irmãos, assim como a infelicidade ou o sofrimento são sentimentos que brotam verdade da nossa alma, do nosso íntimo, a felicidade também. também é o mesmo órgão, né, teoricamente que sente a dor, sente a felicidade, não é isso? Representado pelo coração. Então, a fonte é a mesma. Tudo depende, então, como nos ensinos do evangelho, aonde nós colocamos nossas esperanças e o nosso tesouro, disse Jesus, onde está o teu tesouro, aí está o teu coração. E o que que é o coração? Não é um órgão, é os seus sentimentos. é a sua essência, tá? Logo, a felicidade está posta ao alcance de todos e o caminho é também o mesmo para todos. Evoluir espiritualmente, buscando as orientações de Jesus, agora sem esquecimentos da doutrina, a real razão de o porqu, né? O que devemos fazer para alcançar esta felicidade plena? E, se possível, né, gente, alcançar nessa vida ao menos a felicidade relativa, né? Vamos lá, vamos tentar mudar isso aí. E a pergunta que não quer calar. É possível chegar a felicidade sem o sofrimento? Que que vocês acham? Por enquanto não. O sofrimento ainda eh faz parte da nossa vida, né? Mas eh ela tem uma causa. E essa causa, como a gente acabou de ver, não é a perseguição de Deus, não é porque Deus não gosta de mim, é porque Deus quer que eu chegue lá mais rápido. Então o caminho é trazido pela doutrina para que nós o quanto antes cheguemos à nossa felicidade. Muito obrigado. Uma boa noite a todos. Nós que agradecemos então o nosso irmão Humberto, né, por nos auxiliar aí dentro dessa reflexão. Eis aí eh o motivo de sermos espíritas, portanto, né, Humberto? Não é porque gostamos de sofrer, mas é porque através eh do cristianismo Rede vivo, nós temos um arsenal à nossa disposição para entendermos o sofrimento, as causas do sofrimento. E mais do que isso, nós temos também as possibilidades de nos

rque através eh do cristianismo Rede vivo, nós temos um arsenal à nossa disposição para entendermos o sofrimento, as causas do sofrimento. E mais do que isso, nós temos também as possibilidades de nos emendarmos, como colocou o nosso irmão Humberto, a possibilidade de entendendo realmente as causas desse sofrimento para que nós possamos então nos melhorarmos paulatinamente, cada vez mais em busca, quem sabe, dessa plena felicidade que realmente por hora, não é desse mundo. Vou convidar então a nossa irmã Brasília que possa estar conosco fazendo a prece de encerramento. Como todos nós buscamos a felicidade, nós já estamos dando alguns passos. Quando nós buscamos as verdades através do evangelho de Jesus, que nos liberta do sofrimento, esclarece as nossas dores e, acima de tudo consola os nossos corações. E com esse pensamento de agradecimento por tanto que recebemos dessa do, queremos buscar o alto, um só pensamento e rogar ao Pai que suas bênçãos de luz, de amor sobre todos nós, nos envolvendo hoje e sempre com seu amor. Amor que esclarece, que ampara, que acima de tudo nos fortalece em busca da nossa evolução. Na certeza que, mesmo que sejam passos pequenos, nós temos indo aos poucos buscando a luz, a luz eterna, a luz do amor divino. Obrigado, Senhor, por essa noite que nos acompanha aos nossos lares hoje e sempre. Vamos então proceder ao passe magnético, lembrando aos irmãos e as irmãs que para efetuar de fato a cura real, nós somos dependentes de nós mesmos. Então, vamos produzindo a partir de agora as nossas boas reflexões para quando entrarmos a cabine à minha direita, possamos estar prestos para nos melhorarmos lá também. Vamos elevar ainda mais o nosso pensamento até o mestre de Jesus, rogando ao bondoso, amigo espiritual que nos envolva com a sua fé, com o seu amor, com a sua luz, com a sua paz, com a sua força, que possa nos trazer equilíbrio, harmonia e muita paz. que os fluídos manipulados pela espiritualidade maior possa envolver a todos, trazendo harmonia e equilíbrio também aos

sua paz, com a sua força, que possa nos trazer equilíbrio, harmonia e muita paz. que os fluídos manipulados pela espiritualidade maior possa envolver a todos, trazendo harmonia e equilíbrio também aos enfermos em geral, aos desencarnados, a todos os necessitados deste mundo. Pedimos também, Senhor Jesus, que esses fluídos manipulados pela espiritualidade maior possa fluidificar as águas que estão na casa de cada um, trazendo o remédio necessário às pessoas necessitadas. E assim, Senhor Jesus, finalizando esse passe coletivo. Pedimos que seja alcançada a todos os os necessitados, a todos os irmãos que estão neste momento nos ouvindo, a todos os irmãos que não estão ouvindo também, que eles possam receber toda a harmonia, todo o amor, toda a luz necessária e assim pedindo ao Pai sempre que nos ajude, sempre nos ampare, que possamos estar sempre ao seu lado, trilhando o caminho e que possamos com fé, amor envolver-nos com essa luz, com esse amor, com essa fé. Mestre Jesus, que possamos estar sempre no caminho do bem e do amor. E assim pedimos a sua permissão, Senhor, a permissão de todos os espíritos aqui presentes para encerrarmos este culto de hoje. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos de todo mal. Que assim seja. Graças a Deus. Угу.

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