Palestra: A educação do ser através da reencarnação - André Peixinho

Mansão do Caminho 08/09/2021 (há 4 anos) 1:04:33 5,003 visualizações 668 curtidas

Palestra: A educação do ser através da reencarnação - André Peixinho

Transcrição

A reencarnação é uma lei divina para a expiação e o melhoramento progressivo da humanidade. A cada nova existência na Terra, damos um passo adiante na senda do progresso. Ela concilia todos os acontecimentos da vida com a justiça e a bondade de Deus. Através da reencarnação, crescemos intelectual e moralmente ao longo da evolução, até não termos mais necessidade da vida corporal. A reencarnação sem mistérios. 68ª semana espírita de vitória da Conquista. De 3 a 12 de setembro de 2021 na internet. Assista pelo Espiritismo Play e pela UVCTV. เฮ Sejam bem-vindos à 68ª Semana Espírita de Vitória da Conquista. Boa noite. É com alegria que nós damos prosseguimento ao quinto dia da nossa 68ª Semana Espírita de Vitória da Conquista, este ano, ainda de forma virtual. Para começarmos a nossa atividade de hoje, sintonizados com o alto, vamos unir os nossos pensamentos para a nossa prece inicial. Altíssimo Bom Senhor, graças te rendemos pela oportunidade de estarmos reunidos em teu nome para meditar sobre a tua justiça e sobre o teu amor. rogamos o teu amparo para o trabalho de hoje e que os teus mensageiros envolvam o palestrante desta noite para que ele seja usado como um instrumento teu. que nós possamos criar uma ambiência interna que nos possibilite perceber e conservar todas as boas influências desta noite. Seja o Senhor buscado por nossos corações. Pois só bebendo da tua fonte, nossas almas não sentirão mais sede. Só em tua presença nós seremos felizes e alcançaremos a paz. Que assim seja. O tema central do nosso evento é a reencarnação desvenda todos os mistérios. Nós agradecemos a TV Mansão do Caminho por sua gentileza nesta parceria para a transmissão da nossa semana espírita, juntamente com o nosso canal, o EVCTV e as rádios Fraternidade de Uberlândia, Minas Gerais, e Portal da Luz de Dourados, Mato Grosso do Sul, que há anos vem retransmitindo o nosso evento. E se esta programação lhe agradar, não se esqueça de curtir este vídeo e compartilhar seu conteúdo. Vamos divulgar essa doutrina que tanto nos

so do Sul, que há anos vem retransmitindo o nosso evento. E se esta programação lhe agradar, não se esqueça de curtir este vídeo e compartilhar seu conteúdo. Vamos divulgar essa doutrina que tanto nos consola e esclarece. E nós aproveitamos aqui também a oportunidade para registrar os nossos parabéns ao Centro Espírita Caminho da Redenção, que está completando 74 anos de sua fundação. Que este posto avançado da espiritualidade superior siga iluminando consciências e espalhando a boa nova do Cristo por muitos e muitos anos. Nós convidamos vocês a visitarem a nossa livraria online, que estará com descontos ao longo da nossa semana. O endereço é www.livraria.org.br. E aqueles pedidos que forem feitos da faixa do CEP, 45.000 a 46.000 de Vitória da Conquista e entorno. Além da opção de entrega via frete convencional, poderão também ser retirados presencialmente na sede da UFC de forma gratuita. E agora nós vamos convidar o maestro Petrônio Joab e o músico Rafael Barreto para executarem o hino nacional brasileiro em homenagem ao dia da independência. เฮ เฮ เ Nós agradecemos a Petrônio Joab e Rafael Barreto por essa linda participação. E neste momento nós convidamos nosso querido irmão André Luiz Peixinho para a palestra da noite. Ele é doutor em educação e mestre em medicina interna, graduado em medicina, filosofia e psicologia, coordenador do curso de pós-graduação em clínica médica na Universidade Federal da Bahia. É escritor e presidente do Conselho Deliberativo da Nossa Federação Espírita do Estado da Bahia. A palavra é sua, Peixinho, para falar sobre o tema A educação do Ser. através da reencarnação. Queridos companheiros de Ideal, simpatizantes de todos os locais do mundo, internautas. Em primeiro lugar, eu quero desejar a todos um grande momento de reflexão, em especial aos brasileiros, em relação ao nosso viracer ao nosso futuro, já que sabemos que cada povo em suas em suas instâncias e suas épocas carrega consigo compromissos espirituais para alavancar o progresso e favorecer a

os, em relação ao nosso viracer ao nosso futuro, já que sabemos que cada povo em suas em suas instâncias e suas épocas carrega consigo compromissos espirituais para alavancar o progresso e favorecer a dinâmica da evolução. Que estes sejam instantes, portanto, de compreensão mais vasta, mais ampla, mais significativa em termos de vivências espirituais. Aproveito o ensejo para também expressar minha gratidão ao Centro Espírita Caminão da Redenção, hoje com 74 anos, que eu tenho o prazer de acompanhar desde os albores da minha juventude, por mais de meio século, na sua faina de trazer o evangelho para a realidade cotidiana, quando meditava sobre qual é a melhor maneira de expressar esse conteúdo, a educação do ser através da reencarnação, o silêncio da penumbra às 18 horas, apareceram-me na imaginação alguns rostos como se estivessem formando um círculo em plateia e que gostariam de fazer perguntas sobre essa temática. Então eu me lembrei que este modelo dialógico, ele vem da tradição platônica socrática e que permeia a construção do próprio livro dos espíritos e que se mostrou na pedagogia um método eficaz de comunicação e de aprendizagem. Mas recordei-me também que nesses instantes era precioso tocar aos corações humanos, porque embora a educação cognitiva seja de grande significado, principalmente na era tecnológica, as almas continuam muito além desse processo mental. Enquanto a razão permeia em grande parte as discussões acadêmicas, nós verificamos que aqueles que não compartilham da sua supremacia, a exemplo de Jean Jaques Roussea e tantos outros românticos, sabem que existem as razões do coração que são bem efetivas na nossa convivência. O que as palavras não dizem, o afeto é capaz de conquistar. Recordei-me então de Cipriana, uma entidade espiritual que no mundo maior, eh, na escrita de André Luiz, vem para acolher corações sofredores e explicar-lhes as lições da vida espiritual. E ela irradia uma certa amorosidade de tal maneira que permite-se assim eh que o conceito, a

a escrita de André Luiz, vem para acolher corações sofredores e explicar-lhes as lições da vida espiritual. E ela irradia uma certa amorosidade de tal maneira que permite-se assim eh que o conceito, a ideia chegue com a força, a energia da palavra carinhosa e plena. E não é à toa que recordamos uma vez mais a figura de Morandas Carachan de Gandhi, o príncipe da paz, que chegou a dizer que o ódio pleno, o amor pleno de um único homem é capaz de converter o ódio de milhões. Assim, pensamos que talvez criássemos um clima em que a linguagem facilitadora do pensamento encontrasse alguma ressonância em palavras que tocassem o coração e em pequenas histórias que elucidassem os nossos conceitos atuais. E veio-me então a primeira pergunta: Qual é a resposta a grande questão que sou? Já que é educação do ser, eu preciso saber que sou e coloco sem aquela caracterização de pessoa quem sou. Aí nós começamos a refletir bem profundamente para além das amarras corporais, para além dos limites físicos, emocionais, mentais, psicológicos, porque tudo isso é o que chamamos hoje de existência. E dizemos na contraparte desse raciocínio, não somos nada disso. Não somos homens, não somos mulheres, não somos corpo, não somos mente, não somos emoções, não somos valores. Tudo isto é manifestação. Tudo isto é construto do ser que nós somos. E somos o quê? A criação divina. princípio inteligente do universo que se transformou e se identificando em entidades espirituais e que se manifestam cada vez mais a partir da potência que possuem para transformá-la em ato na ordem da existência. Então, somos muito mais do que usualmente pensamos. E para aqueles que vivem a angústia da morte, pensando no nada ou na perda de identidade após a morte, num numa entrega a um cosmos no qual não há mais consciência, nós dizemos: "Somos essência, criação divina individualizada". E como essência, criação divina individualizada, temos um trabalho, o trabalho de manifestar todo esse potencial que no fundo é a energética da amorosidade no

ssência, criação divina individualizada". E como essência, criação divina individualizada, temos um trabalho, o trabalho de manifestar todo esse potencial que no fundo é a energética da amorosidade no mundo cotidiano. A isso nós chamamos de evolução, essa dinâmica de manifestar cada vez mais aquilo que nós somos. Sempre fomos e sempre seremos. Daí flui então um conceito básico, o conceito de que somos atemporais, evitos, como alguns dizem, estamos fora do tempo, fora do espaço, mas criamos formas existenciais e essas formas então crescem, amadurecem, complexificam-se, enriquecem-se de possibilidades, de aptidões, de tendências e faz a saga. da evolução, a grande acese, como alguém dizia, eh, encadeia-se esse processo do espírito desde o reino mineral até a plenitude de espírito puro. É esta a nossa realidade. Então, se você vive pensando que é apenas mais um na multidão, está equivocado. A multidão é a expressão de uma forma num devir que se concretizou. Mas você é a essência divina sobre a forma de criação. Foi o grande amor divino que se fez imanência e gerou este tipo de realidade. Não se aquiiete no estágio que está. Não se compraza nas conquistas imediatas. Também não se perca nos sofrimentos, nas angústias do momento, porque o que é transitório, porque o que é impermanente é passageiro, não é a sua realidade. Se se sentir em algum lugar desqualificado, eh, sem prestígio, mal aceito, não perca tempo com essas situações. Lembre-se, você, eu, todos nós somos a potência divina, manifestando-se no mundo, na ordem da existência. Como diria Romanelli, somos o ser que se manifesta no vira a ser, essência que se faz existência nesta grande progressão que é o nosso carreira evolutivo. Vem-me então a segunda pergunta: E o que é educação nesse contexto? Temos tantos tratados de educação, já se falou eh nesse processo de aprendizagem em larga escala, educações tradicionais, educações comportamentais, humanistas, cognitivistas, comportamentalistas, transpessoais, educações eh que escolhem

se falou eh nesse processo de aprendizagem em larga escala, educações tradicionais, educações comportamentais, humanistas, cognitivistas, comportamentalistas, transpessoais, educações eh que escolhem valores como a virilidade, a destreza em Esparta, o pensamento, reflexão e voto livre em Atenas, o que é mesmo educação. Nós dizemos então a resposta chave é pensar o que você já é. A educação é o processo de manifestação progressivo daquilo que você já é, manifestação na ordem existência ou em outras palavras é o nome que colocamos no processo evolutivo. Hã, eh, assim como há um processo de crescimento no reino mineral, outro no reino vegetal, outro no reino animal e que nós não chamamos de educação, escolhemos então para a fase humana esse nome, educação. É evolução. Então, esta educação significa primacialmente fazer manifestar a natureza divina que é você como essência. como potência e, portanto, como princípio inteligente individualizado nesta grande progressão. Esta é a matriz das outras condutas no processo educativo. É claro que nessa nossa manifestação nós podemos avançar, eh, progredir, conseguir novos estágios nas mais variadas contingências da vida. é uma educação que toca os vários aspectos chamados multidimensionais da existência humana. Então vamos verificar que nós podemos viver a experiência do progresso evolutivo na corporeidade, na compreensão e valor do corpo, na experiência de dar-lhe vitalidade, na conversa que mantemos com nossas células para apresentar-lhes, como diz Emmanuel, o nosso verdadeiro evangelho. Podemos cuidar desse corpo e isso ser uma valorização da vida. é uma educação que toca o mundo das emoções, que foram criadas exatamente quando estávamos em períodos predatórios e que precisávamos sempre estar em defesa. Daí a raiva, eh, o ressentimento, sensação de perda, o medo e por aí vai. E a tristeza em muitos casos ou a euforia quando aparentes vitórias apareciam. Nós vamos ultrapassar essa faixa de emoções para entrar na zona chamada dos sentimentos, onde a riqueza

edo e por aí vai. E a tristeza em muitos casos ou a euforia quando aparentes vitórias apareciam. Nós vamos ultrapassar essa faixa de emoções para entrar na zona chamada dos sentimentos, onde a riqueza espiritual se chama amorosidade, ternura, carinho, partilha, caridade e fraternidade, solidariedade, é o amor em expansão, superando as emoções básicas da vida que foram tão necessárias para chegarmos ao estágio atual. Mas vamos pensar também que estamos aqui para fazer educação mental, trabalhando os nossos pensamentos, a qualidade que eles se apresentam, buscando uma ideia central, aprendendo a fazer silêncio, a discipliná-los para proceder desta forma, eh eh abrangendo mais aspectos profundos da realidade do ser. É este este mundo mental que nos permite conhecer os segredos da matemática, da álgebra, penetrar nas representações da física, seja ela clássica, seja ela quântica. É este mental que nos permite compreender as grandes perguntas e respostas que a filosofia dá no mundo. É este mental que é capaz de argumentar para lá e para cá, conforme os interesses do momento, representados pela vontade, às vezes pelos desejos, pelos instintos e coisas parecidas. Esse mental que pode sintonizar com realidades, dizemos hoje, interistenciais, podemos educá-lo, discipliná-lo, organizá-lo, mas também podemos educar os nossos valores, as nossas crenças, porque elas são passageiras e são reflexos do nosso estado psicossocial evolutivo. A nossa experiência existencial faz com que trabalhemos com certas noções eh de ética, certas noções de utilitarismo, certas noções eh de relacionamentos. Tudo isto faz parte desse mundo dos valores que está em franca progressão, em amplitude, porque significa que o ser quando vai se manifestando cada vez mais plenamente, ele vai se enriquecendo de possibilidades várias, novos estados de consciência, novas reverberações dos mundos psíquicos que ele começa a interagir. Tudo isso nós podemos fazer nesse processo educacional, mas tudo já é semente. A espera de fluorescência

os estados de consciência, novas reverberações dos mundos psíquicos que ele começa a interagir. Tudo isso nós podemos fazer nesse processo educacional, mas tudo já é semente. A espera de fluorescência para se manifestar adequadamente. Esta educação eh do ser que transborda na comunhão com o outro, na vivência integrativa com qualquer outro seres humanos, seres sencientes, a própria sistem sistêmica, visão sistêmica da vida, a ecologia. Tudo isto é a visão de educação, mas nós acrescentamos um pouco mais. Nós temos uma vivência porque somos espíritos, criaturas imortais, vivendo na ordem dos encarnados, portanto, seres espirituais, experienciando uma história humana. Eh, nós podemos pensar numa outra educação, educação anímicomedi assim como outrora na caminhada evolutiva construímos os nossos cinco sentidos, agora estamos construindo uma outra possibilidade anímico, que é da própria alma, mediúnico, porque se faz eh partícipe de um processo de interação eh por outros campos não físicos tradicionais, por outros mundos não existenciais, como nós conhecemos na nossa sensorialidade, é o chamada mundo espiritual ou erradicidade. Podemos nos educar nisso tranquilamente e nós podemos pensar finalmente numa educação palingenésica, o que vem a ser essa educação e o que é que significa reencarnação? Significa que nesse processo de evolução nós vivemos ciclos, ciclos eh que tísticas bem próprias eh de imersão da consciência na vida corporal para fazê-la manifestar-se cada vez mais plena e depois de libertação para podermos expandir essa consciência sem as construções, sem as restrições que o corpo físico nos traz. Esse é um ciclo natural, mas é interessante verificar que esse processo de reencarnação se dá por uma consciência que estabelece seus próprios objetivos educativos por um ser que sabe o estágio em que se encontra e pretende assim avançar progressivamente. Então, essa educação pela palingênese significa e aprender, ora no mundo físico, ora no mundo espiritual, as possibilidades de manifestação desse ser

ncontra e pretende assim avançar progressivamente. Então, essa educação pela palingênese significa e aprender, ora no mundo físico, ora no mundo espiritual, as possibilidades de manifestação desse ser e fazê-las presente nas estruturas vivenciais, sociais, políticas, ideológicas, familiares, ambientais, de um modo geral. O mundo é, em certo sentido, o reflexo da nossa atuação. Nós não conseguimos distinguir o psíquico de do social, mas aí está o mecanismo da evolução, né? Por onde então poderemos apreender bastante a realidade cósmica de um modo geral, né? É por isso que esse processo garante-nos uma amplitude muito mais vasta de compreensão sobre nós mesmos, porque vai dizer que não começamos com a gestação, com a fecundação, não terminamos com a morte, continuamos no além, vida física em outra dimensão, mas não persistimos permanentemente em qualquer estágio de consciência ou localidade. fôssemos imaginar sobre a forma de metáfora, metáfora, nós retornamos, animamos 100 formas e aqui verificamos que cada vida é um ato do grande teatro, da grande peça evolutiva que nós estamos traçando nessa caminhada. Então, esta paligênese eh se estabelece como uma necessidade natural desse processo de crescimento de modo geral. Mas de perguntar, por que que eu não tenho consciência disso? Por que que eu não me lembro das vidas passadas? Por que que eu não me recordo dos meus grandes afetos, dos meus grandes feitos? E venho para um mundo em que ainda as agruras, as dores, os sofrimentos são tão significativos. Isto é um processo que tem raízes na própria dinâmica do da imersão no mundo corporal. Quando nós, enquanto espíritos, tomando no nosso modelo organizador biológico, eh adentramos eh o mundo das células no sentido de magnetizá-los para que eles se desenvolvam e criem um corpo nosso. Simultaneamente, nós fazemos restringimentos do perespírito. Nossas percepções têm que ser enquadradas no nosso veículo de comunicação, de representação no mundo, que é o nosso corpo. E o estágio em que ele se

amente, nós fazemos restringimentos do perespírito. Nossas percepções têm que ser enquadradas no nosso veículo de comunicação, de representação no mundo, que é o nosso corpo. E o estágio em que ele se encontra atual, ele permite que a gente tenha naturalmente as limitações decorrentes das exigências dos nossos cinco sentidos. As nossas células são novas, são criadas nesse processo e elas não têm os registros atávicos espirituais eh necessários. E no estágio da nossa consciência evolutiva, nós não conseguimos lidar com este aparato novo, trazendo as nossas memórias ancestrais com a máxima nitidez possível. Esta é a condição necessária para estarmos no mundo nesse estágio. Nós podemos lhe acrescentar alguma coisa e começamos lhe dizendo que isto vai passar, que haverá um tempo, ainda que possa ser longinco, distante, eh, pouco conhecido e que seja uma espécie de utopia, que as lembranças virão facilmente, mas virão porque nós aprendemos a usufruir desse nosso corpo com mais riqueza e possibilidades, mesmo que ele não se altere, mantenha-se ainda por séculos. Sabemos nós, segundo alguns informes, que ele tem um potencial imenso, ainda pouco manipulado. Os lobos frontais, que parecem a ciência comum estarem numa espécie de letargia, ainda serão ativados e poderemos então eh exercer novas faculdades que não estamos acostumados. e mais ainda muito do nosso viver, sem saber o que nós fomos ou representamos em outras vidas nessa palingese ou reencarnação, é porque não prestamos atenção a pequenos fatos, detalhes que podem explicitar isso, ainda que não com os contornos claros de uma história vista e num canal perfeito de televisão. Mas como é que nós podemos saber disso? Prestem atenção. A nossa cultura levou-nos a uma consciência restrita desde o tempo de Renê Decart, que a caminhada nossa se deu do ponto de vista do pensamento mais tradicional e hegemônico para a eliminação do espírito, da espiritualidade. E como nós nem tínhamos essa consciência clara enquanto povo, assumimos que esse

se deu do ponto de vista do pensamento mais tradicional e hegemônico para a eliminação do espírito, da espiritualidade. E como nós nem tínhamos essa consciência clara enquanto povo, assumimos que esse modelo chamado positivista científico era o válido. E então eliminamos todas as possibilidades existenciais eh de chegar a esses fatos, chegar a essas ideias de sobrevivência após a morte e reencarnação. De um lado, um saber cultural que diz só uma vida, uma filosofia que diz que existimos para o nada e uma aceitação, uma sintonia que aparece em nós. Então, é claro, é natural que nós não enxerguemos esses fatos do cotidiano. E aí aparecem aqueles que não assumem essa corrente hegemônica de pensamento para pesquisar. aparece uma mendra barnegi na Índia para detectar aqueles casos de memórias de vidas passadas que poderiam parecer fabulações da infância. aparece um Stevenson para mostrar as pessoas eh em milhares de casos como marcas de nascença pode ser em em printes eh do do perespírito no corpo, daquele corpo espiritual que Paulo eh falava, é em função de um trauma de vida passada. E aí a pesquisa científica vai se estabelecendo e as vidas passadas vão aparecendo. Às vezes nós podemos identificar isso por aptidões. De repente descobrimos que sabemos uma língua com facilidade incrível, como nos relatou Bárbara Ivan Nova num dos nossos congressos espíritas aqui da Bahia, no tempo da perestrópico em que Miga e Gorbachov liberava o povo para as discussões no mundo exterior da própria União Soviética. Então o que que acontece? nós vamos descobrindo frestas, frinchas nessa barreira mental que nós vivenciamos. Então, se estude, verifique as suas tendências, as suas apetidões, aqueles hábitos que parecem incocíveis, eh aquelas vivências, eh, que lhe levam como se arrastassem para a realização daquele evento, daquele fato. E você descobrirá uma parte do que você já viveu sobre a forma de conquistas que estão agora no seu subconsciente. Mas estude mais, estude um pouco mais a

ra a realização daquele evento, daquele fato. E você descobrirá uma parte do que você já viveu sobre a forma de conquistas que estão agora no seu subconsciente. Mas estude mais, estude um pouco mais a sua própria eh busca espiritual, a sua busca de significado, de propósito de vida, e você descobrirá nele eh alguma coisa que foi o não vivido de vida passada. Mas também olha os seus relacionamentos, as suas experiências afetivas e verifiquem o que é que elas significam, o modo como elas se apresentam, quem você escolhe para se relacionar, suas simpatias. Verifique também as suas antipatias gratuitas que aparecem aqui e aculassem que você tenha uma explicação e você vai verificar que está fazendo de novo a narrativa da sua história, a sua história de vida pregressa. Às vezes, preste atenção a certos sonhos que são nítidos, claros, é, que tem mensagens bem próximas do nosso hábito de pensar, não são tão simbólicos que você poderá descobrir o que você já vivenciou. Mas não é importante que você viva só do passado, a não ser em certas circunstâncias. É importante que você pergunte a si próprio o que eu vim fazer aqui neste mundo, nesta terra, nesse planeta? Você dirá mais uma vez, mas mesmo eu não sabendo de vidas passadas, isso poderia de alguma sorte me ajudar eh nesse esquecimento a avançar? A resposta sintética é sim. Esse esquecimento lhe ajuda. E vou lhe explicar porquê. Se você se lembrasse do seu passado, primeiro seu cérebro seria inundado de imagens confusas, difusas, que lhe atrapalhariam o sistema de decisão e o exercício do livre arbítrio na atualidade. Segundo, por mais brilhante que seja a tua vida passada, você não está no estágio atual vivenciando uma experiência inferior à vida passada. Porque na dinâmica da palingênese evolutiva não há retrocessos. Então, lembrar do passado pode ser algo para lhe satisfazer certas curiosidades, mas não lhe ajudará neste momento evolutivo, a transcender aquilo que você já conquistou. O seu passado estará no seu presente e essa memória

ado pode ser algo para lhe satisfazer certas curiosidades, mas não lhe ajudará neste momento evolutivo, a transcender aquilo que você já conquistou. O seu passado estará no seu presente e essa memória esquecida lhe aliviará. Sabe por quê? Porque as dores da alma, os desvios cometidos por alguns, as histórias mal registradas por outros, eh, são significativas. E você então eh vai trazer isto para o momento presente com a nitidez, com a intensidade emocional do passado. Isso não será suportável. Se as vidas fossem brilhantes, se as vidas fossem significativas, se elas tivessem sido banhadas pelo perfume do amor, na sua expressão mais líde, mas mais plena, tudo seria tranquilo, tudo seria facilitador. Mas não é essa a nossa história. Eu costumo dizer algumas pessoas quando me perguntam: "Eu gostaria de saber da sua vida passada", diga: "Eu posso lhe contar de imediato?" E elas estranham. Como você sabe da minha vida passada? Eu digo especificamente da sua, eu não sei, mas sei do progresso do espírito na sua escalada evolutiva. Eh, e esse espírito, eh, quando deixou o reino dos primatas, conheceu experiências que eram tipicamente de selvageria, eram tipicamente voltadas para a sobrevivência, eram coletores enquanto membros de grupos que se degradam e se matavam com a maior facilidade, onde cada um explorava o máximo outro. onde o amor era uma era um amor devorador, era um instinto de macho de fêmea, que progressivamente foi burilando e você viveu tudo isso. Você viveu a era eh da incerteza das relações eh afetivas, você viveu a era da poligamia, você viveu a era da barbárie e participou de tudo isso. Pode ser que você seja um espírito diferente que tinha seguido no processo evolutivo, como diz Emmanuel, em linha reta. Mas a maioria foi sinuosamente vivendo. Então o seu passado não é melhor evolutivamente do que o seu presente. É por isso que não vale a pena esmiuçar os detalhes eh que às vezes são sólidos. Por que é que você não foi no passado? Além do mais, é preciso considerar que

hor evolutivamente do que o seu presente. É por isso que não vale a pena esmiuçar os detalhes eh que às vezes são sólidos. Por que é que você não foi no passado? Além do mais, é preciso considerar que naquela época também alivie a sua atenção nesse momento, naquela época o que você vivia era próprio da época, do seu momento evolutivo, do seu jeito de ser, da cultura de então. E hoje aquilo está superado, porque uma das marcas do progresso é exatamente essa, criar e logo depois superar a própria criação, ir adiante, avançar e tomar dessas criações e torná-las, digamos assim, subconscientes, automáticas, que vamos adensando camadas mais elevadas e mais superiores. Então, não se preocupe com o passado, não se preocupe com histórias pregressas. Não se encante com notícias de outrora. Mas alguém às vezes fica empolgado porque foi este ou aquele personagem. Não creia nisso. E às vezes a gente se engana na famosa falácia de pensar que é mais quando é menos. Eu me recordo de um episódio narrado nas biografias referentes a Chico Xavier, que alguém falava de como estava evoluído, como dizia que as suas histórias pregressas, que eram fantasias, eram avançadas em relação à média da população terrestre. E Chico Xavier, jeito mineiro, balançava a cabeça e ouvia aquelas histórias. E a pessoa então saiu crente que ele tinha dito que aquilo era a verdade. Ele não disse absolutamente nada, mas como havia um companheiro ao lado, ele então trouxe a lição. Ele vai demorar muito tempo para chegar onde pensa que está. Hã, não é bem assim. Não se preocupe, portanto, com o seu passado no sentido de remoê-lo, revivê-lo, mas se preocupe com a sua progressão, com seu vir a ser, com a sua dinâmica evolutiva. Mas alguns dirão: "Mas que vida em glória ingrata essa? Vida que traz sofrimentos a tantas pessoas? Será que essas dores são educativas?" E aí nós lembramos, é a dor através dos anos dos algózes dos tiranos e anjos puríssimos faz transformando neros rudes em arutos de virtudes e mensageiros da paz. Aqui estamos para

res são educativas?" E aí nós lembramos, é a dor através dos anos dos algózes dos tiranos e anjos puríssimos faz transformando neros rudes em arutos de virtudes e mensageiros da paz. Aqui estamos para reverter quadros que foram desvios, mas não somente isso, para avançar evolutivamente, para construir novas possibilidades de manifestação existencial. Alguns dirão, mas que vale uma vida curta, uma infância, como é que se programa uma encarnação e ela desaparece aos 5, 8, 10 anos? Qual é o motivo disso aí? Vários motivos. desde motivos, função de vidas mal utilizadas que precisavam de complementos e que então vieram nas circunstâncias históricos sociais, genéticas inclusive e que provocam esse modo de adoecer até recados de amor que eu faço questão de lembrar recordando uma figura baiana poetiza mador, eh, Maria Dolores, que na sua vida espiritual vem nos trazendo messes de amor, de afeto, de carinho nos seus poemas, que são ora lições de vida, ora histórias narradas e uma delas, sintetizando-a, chama-se Recado de Amor. É a história de Aurora, uma nobre mulher no mundo espiritual ela já se encontrava e ela foi receber Maria Dolores nessa chegada, na desencarnação lá pelos ídos dos anos 50, né? E ela, então, Maria Dolores, continuou acompanhando Aurora. Onde ela estava, disse Maria Dolores. Lembrava um coração que de todos se desse a tecer fios de felicidade. Era o contínuo da sua existência, mas Maria Dolores Percipicais, notava que existia um traço de melancolia. E um dia, sem que ela nada indagasse, a Aurora então lhe contou que voltaria à terra, que estaria no mundo físico outra vez para socorrer um ente querido. Olha como o amor transcende a própria morte. Aliás, alguém dizia que o amor é o contrário da morte, é a vida plena. E eu lhe perguntei, disse Maria Dolores, "mas não pode ajudá-lo à distância?" Não, desta vez tentarei um último recurso. Ele, às cinco encarnações, convive comigo, mas o seu orgulho o transformou em alguém que se afasta de Deus, do Cristo, embora seja um cidadão honrado.

ncia?" Não, desta vez tentarei um último recurso. Ele, às cinco encarnações, convive comigo, mas o seu orgulho o transformou em alguém que se afasta de Deus, do Cristo, embora seja um cidadão honrado. E então eu acompanhei, diz Maria Dolores, Aurora, a visitar essa alma querida. era um cientista, professor eminente, mas ele dizia que santos, religiões, essa história de Deus não passava de lendas de pessoas desonestas. E isto era fruto da ilusão do espírito de mentes alucinadas, que quando a morte aparece, a vida é cinza, é nada. Aurora voltou, encarnou. Eh, de repente eu a encontro e agora sobre o corpo infantil, aconchegada ao peito eh paterno. Ela, aos 5 anos de idade era o seu, como dizemos aqui na Bahia, chamego. E esse genitor então se ver envolvido nesses laços de afeto, que são energias psíquicas que transbordam em criaturas que se amam. E ela então na sua infância fazia-lhe perguntas incomuns. Quem criou o mar assim tão grande? Quem segura no chão a casa em que vivemos? Quem dá comida aos pássaros na terra? Quem fez o sol? Será que o sol é tão brilhante, tão quente e que é uma vela de Deus iluminando o tempo? É verdade que o pai ouvia enternecido, porque o amor toca, o amor eh abala estruturas intelectuais de alguma forma e respondia a esta criaturinha que um dia ela compreenderia, ela cresceria, novos saberes chegariam. E um dia então ela diz: "Já sei tudo, papai, sei o principal. Já falei à mãezinha que sei que te amo. É um sentimento, portanto. E a vida transcorria serena, tranquila naquele abastado professor universitário quando uma estranha doença cometeu aurora. leucemia das mais raras, naquele período em que não existiam os tratamentos específicos para esse tipo de doença. E diante daquela situação, ele engendrou todas as possibilidades de salvação, mas nada adiantou. Ela desencarnou como alguém que adormece serena e tranquila nessas circunstâncias. Dois meses depois, narra Maria Dolores, fui ao seu encontro. Não o achei em casa. Ele estava no cemitério, numa

ntou. Ela desencarnou como alguém que adormece serena e tranquila nessas circunstâncias. Dois meses depois, narra Maria Dolores, fui ao seu encontro. Não o achei em casa. Ele estava no cemitério, numa campa, triste, só tateando a lousa da filhinha querida e demonstrando mágoa na perda que o retinha. Ele começou então a refletir sobre o nada e a vida e dizia em pensamento: "Filha do coração, embora eu viva triste, a verdade me diz agora que a morte não existe. Anjo de paz e amor, é impossível morrer. Vives hoje no além tanto quanto em meu ser. Perder-te a companhia é toda a minha dor. Não ouvires teu pai cansado e sofredor. Nunca te esquecerei, filha dos sonhos meus. A saudade de ti trouxe-me a luz de Deus. E Maria Dolores então conclui: "Então pude anotar naquela inteligência em supremo pesar, mostrando o coração sem disfarce e sem véus, que toda a vida curta, ao brilhar e morrer, para quem ama e fica ante o mundo a sofrer, é um recado de amor no correio dos céus". Vejam vocês que é uma encarnação que tem uma doença e que não se trata de processos de desvios anteriores, pelo menos nesse relato. Significa que ela veio com a missão de tocar aquele coração empedernido. Muitas almas passarão em nossos caminhos, às vezes lépidos, às vezes rápidos, instantâneos, mas deixarão marcas na nossa existência. Mas alguém ainda me dirá mais intensamente, eh, este é um caso que você narrou de um homem bem-sucedido. Mas quando a gente vê gente em sofrimento intenso, onde as circunstâncias da vida são terríveis e são criaturas que hoje se se chamam em situação de rua, em vivências nessa natureza, nós então dizemos em que pese acreditarmos que isto podia ser resolvido se fôssemos mais educados, se tivéssemos a ver cristã encarnada em nossos atos, se fôssemos uma sociedade que conhecer cesse esses princípios de moralidade, de amorosidade, não existiriam pessoas na rua, a menos que fosse por uma livre escolha e mesmo assim com as restrições naturais e a governança impigiria. Mas algumas delas vivem sofrimentos

oralidade, de amorosidade, não existiriam pessoas na rua, a menos que fosse por uma livre escolha e mesmo assim com as restrições naturais e a governança impigiria. Mas algumas delas vivem sofrimentos significativos. Nem todas se enquadram nesses casos de sofrimento eh que nós vamos eh enfocar aqui. Mas mesmo essas dores no meio dessas angústias, a luz divina da reencarnação esclarece alguns desses casos. Insisto, não vou generalizar, não vou dizer que todas as pessoas estão assim, mas vou recordar a figura ímpar do padre Germano, que teve suas mensagens popularizadas. por Amária do Ino Solé, a dama do Espiritismo na Espanha no século XIX. Um média escreveu eh eh através da sua páginas imortais que estão num dos livros publicados pelas editoras brasileiras. Mas em 1932, nos albores dos trabalhos mediúnicos de Chico Xavier, o padre Germano veio narrar uma das suas histórias e nela ele conta a história de uma mulher que parecia muito mais fisicamente um monstro do que uma criatura humana. Ela vivia numa cidade que ninguém sabia de onde ela vinha. Não se conhecia parentesco. Era alguém sem relacionamentos. E, portanto, não tinha nem sequer uma família qualquer, um grabato qualquer para encontrar outras pessoas. E era tinha voz cultural, dificuldade de comunicação e com muito esforço construiu uma casa debaixo de um frondosoiro. E assim o tempo foi passando, ela olhando o céu estrelado como se tivesse saudade de um tempo que não mais vivia. E seus olhos se ajofravam em lágrimas eh que significativas, eh representando a sua dor, a dor da própria alma. Então ela dizia de si para si, até quando perudaria tamanho sofrimento, tamanha angústia? estava num processo reeducativo, mas esse processo um dia foi amenizado, ainda que por vias travessas eh talvez umbrio, eh sem percepções mais claras eh da vida, instintivamente engravidou-a e nasceu uma figura que lhe atraíu, de certa forma todas as atenções. Ela aconchgava o peito como se fosse o seu tesouro. E aquela mulher desgrenhada, eh, com cara

a vida, instintivamente engravidou-a e nasceu uma figura que lhe atraíu, de certa forma todas as atenções. Ela aconchgava o peito como se fosse o seu tesouro. E aquela mulher desgrenhada, eh, com cara monstruosa, deformada, sabe Deus, por quê? Ali portadora de uma doença que faziam várias exerações, agora encontrava uma razão para viver. Com o tempo, as pessoas começaram a enchotá-la daquela cidade. E ela então, para salvar o seu filho, caminhava de em nas cidades vizinhas, na circunvância. E assim essa criança cresceu completamente diferente. Era uma alma nobre, era uma alma rica e de mensagens espirituais que dizia a mãezinha em desalento. Mãezinha, eu vejo nos meus sonhos eh um lugar onde os velhos são queridos, os pássaros cantam canções nos galhos das árvores e as pessoas se abraçam em fraternidade e em alegria de estarem juntas. É para lá que vamos. vamos procurar essa cidade. E a animava, fez-se pedinte da sua eh da das suas necessidades na região para que a sua mãe tivesse um pouco de alimento. E foi assim que eles viveram alguns anos, né, naquelas terras inóspitas, algumas vezes malqueridas, outras quando viam a sua doença. E ela adquiriu mais outra doença que levou a cegueira. Agora, ele era guia dessa figura, ainda que na pequena idade. E um dia adentraram numa cidade, num vilarejo, né, que ela não sabia qual era. E ele foi procurar ajuda, mas veio uma tempestade, uma nevasca e ele morreu solterrado. criança foi-se e mãos caridosas tomaram daquela criança e descobriram aquela mulher e reconheceram-la com as suas características que ele eram próprias e voltaram-lhe a entender o seu apelido. Ela se chamava de fera, né? Pois bem, esse drama então leva a dores angustiantes e ela volta a sonhar agora com essa alma querida, anunciando-lhe que mais dia, menos dia era conhecerá esse vilarejo tão especial, onde reina a fraternidade. Os velhos são acolhidos, as crianças brincam felizes e os adultos se entretém a fazeres gratificantes. Até que desencarnou. quando desencarnou, ela se encontra

tão especial, onde reina a fraternidade. Os velhos são acolhidos, as crianças brincam felizes e os adultos se entretém a fazeres gratificantes. Até que desencarnou. quando desencarnou, ela se encontra então em outra realidade espiritual. Só aí podemos narrar como educativa tinha sido aquela encarnação, como o processo doloroso que ela viveu foi significativo para o seu grande crescimento espiritual. Aquela criatura que a acompanhou nos trâmites da vida em momento tão crucial, era uma criatura, era um espírito que a amava. que amara em outra encarnação, que amara quando era conde e ela era condessa, mas ela não respeitara os laços conjugais, ela não conseguira admitir a sua vivência eh com esta figura quando havia uma paixão por uma outra figura. E ambos tramaram a sua morte súbita por envenenamento. E ele morreu, dizendo ao padre Gemano em confissão: "A minha maior dor é saber que morro envenenado pela criatura que eu amei." Essa história narrada por padre Germano mostram como certas dores superlativas. São dores da alma de reconstrução de pretéritos. esse foro, mas dela se extrai algo fundamental, como o amor transcende a tudo. Aquela alma ferida que poderia ficar no ressentimento, na mágoa e ser um perseguidor, se alcandorou de tal ordem o conde, depois a criança, que nestas duas encarnações ela cresceu para demonstrar a riqueza eh desse potencial que nós possuímos para ir além de todo ódio, de toda a mágoa, de todo ressentimento. Sofrimentos superlativos não se comparam à libertação da alma que se alcandora e se prepara para viver mundos ditosos, mundos felizes, mundos regenerados, mundos onde o ser humano vive ainda como espíritos, ainda necessitando de encarnar, mas com a grandeza espiritual, é que lhe permite então sonhar com vivências psíquicas ilusitadas, onde a vida se faz plena, onde o amor se faz superlativo em sua manifestação. É a encarnação que nos ensina tudo isso. Nesse momento de reflexão, então pensemos que estamos fazendo dessa grande oportunidade, a pergunta chave

, onde o amor se faz superlativo em sua manifestação. É a encarnação que nos ensina tudo isso. Nesse momento de reflexão, então pensemos que estamos fazendo dessa grande oportunidade, a pergunta chave das nossas vidas. Como é que o ser que nós somos estáindo, fazendo aparecer no mundo aquilo que já somos? Potência divina, potência de amor, criação imortalista. Como é que estamos manifestando esse espírito amoroso na integração dos seres, na integração das pessoas e comunidades, nas integrações sociais e institucionais, na integração ecológica, na integração cósmica. É o amor que faz nos marchar, que faz nos alcançar cada vez mais aquele sentido de plenitude que é exarado nas bem-aventuranças de Jesus. É este amor que a reencarnação permite que nós exercitemos das mais variadas formas, que fará com que um dia contemplemos a Deus, porque puros de coração já estaremos. É este amor que podemos exercitar no cotidiano das nossas vidas. em todo o que fazer, em toda atitude, em todo comportamento, sempre expandindo, que é a nossa grande missão. E ele então trá novos frutos, novas possibilidades de realização existencial, novas alegrias de viver, novos deleites, porque os prazeres do mundo estarão superados pelos prazeres da comunhão com Deus. É pensando nisso que nós nos despedimos de vocês neste momento, pensando que vocês podem ser esses interlocutores da vida, levando esta mensagem tesouro para outras vidas, mas principalmente para a vida íntima. saber intelectualmente é muito pouco. É preciso traduzir esta sabedoria em vivência, em estar no mundo, encontrar-se, eh, utilizando-se desses conhecimentos para transformar a nossa realidade. Lembremo-nos sempre que o que vivemos hoje é construto do passado, mas hoje estamos fazendo a construção do futuro e por isso mesmo, podemos mais e mais transbordar e para a construção do futuro um amor que se amplifica e chega a dizer que é a suprema excelência, a mais as tempestuosa da das conquistas que atrai desde o átomo eh nas suas volutas e

ais transbordar e para a construção do futuro um amor que se amplifica e chega a dizer que é a suprema excelência, a mais as tempestuosa da das conquistas que atrai desde o átomo eh nas suas volutas e espirais e seus movimentos até o arcanjo que paira girando em torno de Deus. que caminhemos com esta reflexão, que machemos com este desiderato e quem sabe aqui aculá teremos a alegria de ver que a reencarnação revelou o mistério da vida e nos encantou com as possibilidades de realização. Aproveita o ensejo para continuarmos dizendo isto em outros momentos e quem sabe estaremos de volta juntos nessa comunhão que cresce da família espírita no nosso próximo congresso espírita da Bahia no dia 30 de novembro trabalhando vivências interesistenciais que também são parigenésicas e encarnatórias. Que essa inspiração e que o carinho da família espírita baiana a todos nos envolva, envolva a pátria amada e que ela possa sentir a nossa vibração para além dos discursos atuais ou das lembranças de Esparta, das lembranças de Cipião, das lembranças de Aníbal, das lembranças de Napoleão. gente entronize a lembrança do Cristo, o puro amor que se mola numa cruz para mostrar a ressurreição, o além morte e dizer que todos nós estaremos juntos no reino dos céus pela caminhada evolutiva através da reencarnação. Que ele nos inspire, que o evangelho nos oriente e que a família Espírita de Conquista que organiza essa semana sinta-se abraçada carinhosamente por todos o que aceitam e vivem juntos esse tipo de comunicação que é espiritual e que é virtual. Deus nos abençoe. Nós agradecemos imensamente ao nosso amigo irmão Peixinho por suas iluminadas e esclarecedoras reflexões desta noite. Palestra muito tocante. Deus o abençoe e o envolva sempre em vibrações de saúde e de paz. 30 de novembro com você. E amanhã nós teremos às 10 horas da manhã roda de conversação com o tema reencarnação e imortalidade com André Luiz Peixinho aqui da Bahia, Jorge Godinho, Barreto Neri, Carlos Roberto Campete e Geraldo

amanhã nós teremos às 10 horas da manhã roda de conversação com o tema reencarnação e imortalidade com André Luiz Peixinho aqui da Bahia, Jorge Godinho, Barreto Neri, Carlos Roberto Campete e Geraldo Campete. Todos eles do Distrito Federal. E à noite nós teremos palestra com o tema A reencarnação e os Laços de Família com Ivana Heis de Goiás. Nós finalizamos agradecendo a Deus, ao nosso amado Jesus e a falange de espíritos benfeitores por mais esta oportunidade de divulgação do bem. Agradecemos a vocês que estiveram conosco e a TV Mansão do Caminho pela parceria e lhes desejamos uma noite serena e tranquila. Muita paz e até amanhã, se Deus assim o permitir. Sì.

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