PALAVRAS DE VIDA ETERNA - TUA FÉ
PALAVRAS DE VIDA ETERNA - TUA FÉ
Boa tarde, queridos amigos, queridas amigas. Deu só um probleminha aqui no meu fone, eu vou tirar, peço desculpas. É uma enorme alegria estarmos juntos mais uma vez em mais uma sexta-feira para darmos continuidade aí à nossa reflexão do livro Paulo Nosso. Hoje o capítulo 80 eh perdão, 113, tua fé. Então nós abraçamos a todos vocês, né? recebam o nosso abraço carinhoso, fraterno e vamos juntos aí conversar com Jesus. Vamos juntos aí unir os nossos pensamentos para que possamos compartilhar com os benfeitores os nossos melhores sentimentos, pensamentos. vibrações, doando mais alto, tudo de melhor que podemos para que possam envolver aí essa humanidade. Damos graças ao nosso pai que nos fortalece, que nos guia, que aprimoramento. Assim rogamos ao mais alto que nos proteja nessa caminhada, que possamos estar à disposição dessa reflexão, das reflexões que o evangelho nos traz. abertos, mente e coração para o melhor entendimento e que no nosso dia a dia possamos ir colocando em prática, colocando na nossa vivência esses ensinamentos que o Mestre Jesus nos trouxe para o nosso crescimento. para o nosso progresso, para a nossa evolução. Assim, dando graças a Deus, iniciamos mais um programa Palavras de Vida Eterna. Que assim seja. Bom, meus irmãos, vamos aí então, né? as nossas reflexões são sempre muito importantes, né? E a gente abraça aí aos nossos irmãos que já se pronunciaram no chat, né? O Júlio César de BH, a Vânia Ferreira, a Ana Lúcia, né? e todos vocês que estão conosco. Hoje a gente trouxe, né, a reflexão aí, deixa eu colocar nosso PowerPoint e só explicando, né, a vocês, nem sempre eu coloco PowerPoint. Me perguntaram, né, uma vez, é porque às vezes, né, a gente gosta eh também de ler o livro, de usar uma outra didática. Então, em algumas mensagens, né, em alguns programas anteriores, vocês vão ver com PowerPoint e outros não, a gente vai fazendo aí, né, eh, essa alternância. Vamos lá, né, tua fé. Emanuel nos traz aí, né, esse título trazendo pra gente sobre a fé, né? A fé
eriores, vocês vão ver com PowerPoint e outros não, a gente vai fazendo aí, né, eh, essa alternância. Vamos lá, né, tua fé. Emanuel nos traz aí, né, esse título trazendo pra gente sobre a fé, né? A fé que é essa virtude. Nós temos lá no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 19, né? É um capítulo eh designado à fé. O título é: "A fé transporta montanhas, né? E nesse capítulo nós temos várias mensagens, mensagens muito belas, né, dos benfeitores e é nos mostrado aí a fé como essa base da regeneração, por ela ser aí essa inspiração que vem do alto, essa inspiração divina que vai despertar em nós os sentimentos mais nobres que vai nos impulsionar aí a essa reforma, essa transformação moral, ela atuaria como uma asa que nos liberta, né? Eh, uma força aí que vai nos movimentar para que a gente vá se esforçando, tendo bom ânimo para domar as nossas más inclinações. E o versículo que Emanuel pegou tá lá no Evangelho de Lucas, no capítulo 8, o versículo 48. E ele lhe disse: "Tem bom ânimo, filha. A tua fé te salvou. Vai em paz. Essas palavras são de Jesus e ele as disse para, né, uma mulher." E a gente tem essa passagem lá em Lucas mesmo, né? a mulher hemorroíça, que era uma mulher que tinha ali um fluxo sanguíneo durante muito tempo, por isso era considerada impura. E ela ouviu aí que Jesus viria, que Jesus passaria pela cidade dela e foi até ele. Só que ela não se apresentou, né, eh, de forma sem a ser vista. Ela rastejou entre a multidão. Quando Jesus caminhava pro Jairo, né, que é uma outra passagem, as duas elas se interligam, né, acontecem no mesmo momento. Jesus caminhava com Jairo, né? Jairo estava aí tendo uma filha eh, passando mal, doente. Ele vai ter ter Jesus. E quando Jesus vai com ele, a multidão toda em volta de Jesus, essa mulher então se esgueira, né, por baixo daquela multidão e toca a borda, né, da vestimenta de Jesus. E naquele momento, né, o fluxo sanguíneo dela cessa. E é interessante, né, que Jesus ele para e pergunta, né, quem me tocou? E é interessante, eh a gente eh falar isso,
da, né, da vestimenta de Jesus. E naquele momento, né, o fluxo sanguíneo dela cessa. E é interessante, né, que Jesus ele para e pergunta, né, quem me tocou? E é interessante, eh a gente eh falar isso, né? Porque naquele momento Jesus estava ali cercado de todos os lados. Era uma multidão que estava sempre ali, né, ao seu e apóstolo vira para ele. Mas mestre, você está cercado, né, de pessoas que tá sendo, estão te encostando aqui, ali? Ele falou: "Não, alguém me tocou de uma forma diferente, porque de mim saiu virtude." Ou seja, né? Essa mulher na sua fé, ela tendo certeza de que se ela simplesmente só tocasse ali algo de Jesus, vestimento, a barra da sua roupa, ela seria curada. E ela realmente foi. E Jesus sentiu isso. E ela ali meio temerosa em eh se aproximar, falar que foi ela ainda ficou um pouco escondida, mas posteriormente, né, ela levanta e fala, né, ela se apresenta, fala: "Senhor, fui eu que te toquei". Jesus então, né, fala com ela. E aí a gente percebe, né, até um padrão de Jesus quando ele usa muito, né, tem bom ânimo ou tem de bom ânimo, né, e a tua fé te salvou. Então ele sempre falava, né, isso aqueles que ele curava, né, para que eles percebessem que não era só tocar em Jesus, porque quantos ali estavam encostando em Jesus, quantos ali, né, deviam buscar alguma coisa, tocavam, encostavam e não absorviam nada. Mas aquela mulher tinha certeza de que bastaria tocar algo de Jesus que ela seria ali curada. Então, ela acreditava muito nisso. E a fé nos traz esse olhar, né? esse olhar de que não é só eh, porque a gente tem ainda a fé muito ligada apenas, né, ao movimento religioso. Então, a nossa fé, e muitos irmãos ainda acham, né, que a fé é só aquele ato de ir, né, até os templos, as sinagogas, aos centros espíritas e ter aquele ritual, né, de ir sem se movimentar, achando que por Jesus ter morrido na cruz, ele fez, né, levou os nossos pecados e a nossa parte é só essa. a gente se esquece que também é movimento, que também é ação. Tiago nos diz no seu
ovimentar, achando que por Jesus ter morrido na cruz, ele fez, né, levou os nossos pecados e a nossa parte é só essa. a gente se esquece que também é movimento, que também é ação. Tiago nos diz no seu evangelho, né, que a fé sem obras é morta. Então, a fé, sem esse movimento, né, bemfeitor, sem esse movimento de renovação, ela é apenas uma adoração sem trabalho. Então, Jesus, ele nos chama, ele nos mostra isso. E aí a gente vai para a mensagem então de Emânel. É importante observar que o divino mestre, após o benefício dispensado, sempre se reporta ao prodígio da fé, patrimônio sublime daqueles que o procuram. Então a gente percebe, né, que depois desse benefício, né, que a a mulher emorroíça aí recebeu de ser curada, né, ele, como falamos antes, né, aponta, mostra para ela que foi a fé dela que fez aquele movimento, que a fé dela é que fez aquela transformação, que a ajudou aí, porque foi percebido por essa fé através desse esse contato, né, com a borda ali, né, a gente sabe que eh esse espírito puro, esse irmão que veio aí nos ensinar, né, tinha essa facilidade de percepção. Então, quando aquela mulher tocou ali a barra da sua roupa, né, ela passou muito mais do que um simples estoque. Ela passou ali a sua confiança nele, né? A sua vontade de transformação, a busca, o esforço por uma outra oportunidade. Tudo isso foi sentido por Jesus, que é aquele espírito que tinha aí, né, aquela amplitude, né, na visão, nos nas emoções, nos sentimentos. Então Jesus conseguia aí, né, perceber tudo isso e ele confirma com ela, ele reafirma, ele mostra ela, né, mostrando para nós, porque a gente percebe que eh nas várias curas que Jesus fez, ele sempre coloca, né, a tua fé te salvou. Porque como nós vimos nessa história, a multidão estava ao redor de Jesus e muitos ali a se encostarem nele, né? Mas como aquela mulher tinha tocado, esses não tocavam, não com aquela fé, não com aquela certeza, aquela confiança. E nos diz Amélia Rodriguez no livro Primícias do Reino, quando ele fala da
ele, né? Mas como aquela mulher tinha tocado, esses não tocavam, não com aquela fé, não com aquela certeza, aquela confiança. E nos diz Amélia Rodriguez no livro Primícias do Reino, quando ele fala da história da mulher, quando ela fala, né, da história da mulher hemorroíça, o espírito Amélia Rodriguez, né, nos conta que ela tinha absoluta certeza que bastaria ela tocar ali, né, a pequena ali, a barra da vestimenta do mestre, ela seria curada. Então, a certeza nesse nisso era tão grande, né? E foi aí que Jesus sentiu isso, né? Que essa fé que ela transbordava, né? Que realmente não só a curou fisicamente, como também, né, a levou a um outro caminho, um caminho de redenção e de transformação, né? Lá no livro Primícias do Reino de Amélia Rodrigues, a psicografia do Divaldo, né? Nós temos a história dessa irmã. E aí, né, nós temos também aí, ó, a Elisete chegando. Elisete, né, boa tarde, a Ivonete, sejam muito bem-vindas, tá, minhas irmãs? E aí, a gente continuando aí o nosso estudo, né, a gente vai vendo que diversas vezes ouvimo na expressiva expressão afirmação: "A tua fé te salvou". Doentes do corpo e da alma, depois do alívio da cura, escutam a frase generosa. É que a vontade e a confiança do homem são poderosos fatores no desenvolvimento e iluminação da vida. E aí a gente percebe, né, que quando Jesus ele nos fala isso, né, é como se ele nos movimentasse. Tem de bom ânimo, né? Muitos Jesus curou, né? Curou o físico, mas Jesus, né? Ele acrescentava: "Vai e não tornes a pecar". Outros. Jesus confirmava e reafirmava, né, dizendo: "Ei, a tua fé te salvou". Porque Jesus levava aí a esses irmãos, né, esse conforto, esse alívio. E isso não era apenas para aquela adoração, mas para essa transformação que nós temos que fazer. Sabemos, e o evangelho nos mostra que Jesus não curou a todos que chegaram até ele, não porque ele não fosse misericordioso, mas porque ele sabia que estes irmãos, eles, né, não estavam prontos para essa cura cura do corpo físico. Isso os faria aí se comprometerem bem
egaram até ele, não porque ele não fosse misericordioso, mas porque ele sabia que estes irmãos, eles, né, não estavam prontos para essa cura cura do corpo físico. Isso os faria aí se comprometerem bem mais. Isso os faria aí, né, deixarem de aprender, porque em muitos momentos a dor ela vem pra gente, né? Aí a gente pode dizer muitos momentos ou todos eles, a dor nos chega como um alerta, como um aviso para que a gente aí busque um outro caminho, para que a gente aí, né, olhe o que estamos buscando na nossa caminhada. Os benfeitores nos dizem, quando a gente fala benfeitores, a gente tá falando aí, né, de Emanuel, que nos traz nas suas obras, né, eh, o espírito Emmanuel, a gente tem Joana de Angeles, né, o espírito Joana de Angeles, o espírito Camilo, esses que nos trouxeram na sua na literatura através da psicografia de Chico, né, de Divaldo, de Raul Teixeira, de outros tantos irmãos, né, que a dor é uma bênção. A dor é uma bênção porque ela é aí um chamamento paraa nossa caminhada. Ela é ali aquele alerta em que devemos, né, mudar, aumentar, né, ou movimentar aí a nossa vontade, movimentar aí, né, a nossa ação sem descrer do nosso potencial, sabendo que somos aí filhos de Deus. Jesus não nos disse numa passagem, ele disse aí, né, ao doutor da lei, vós sois deuses ele repetia uma frase de um antigo profeta. Se nós o tempo todo falamos que somos filhos de Deus, né, trazemos em nós aí esse DNA. E Jesus ainda falou, né, podereis fazer tudo que eu faço e muito mais. Então, a fé é esse instrumento, essa virtude que temos que trabalhar, que temos que adquirir através do esforço, do bom ânimo, da coragem. Essa certeza, né? Não é mais dizer assim, eu creio, né? ter a certeza de que estamos sempre sendo amparados, de que estamos aqui encarnados para evoluir e que os acontecimentos que nos chegam não são castigos divinos, são consequências aí das nossas escolhas dos quais nós somos responsáveis porque nos desviamos das leis divinas, assim como nós Nós aqui nas leis dos homens, né,
e nos chegam não são castigos divinos, são consequências aí das nossas escolhas dos quais nós somos responsáveis porque nos desviamos das leis divinas, assim como nós Nós aqui nas leis dos homens, né, quando nos desviamos, cometendo, cometemos erros, temos que nos ressarcir com essas leis, com a sociedade. Assim também é a lei de Deus. a lei de Deus, né, ela nos traz aí essa possibilidade de reajuste e é uma forma, né, dolorosa, difícil, porque cada um tem a sua bagagem, o seu eu, né, e isso é difícil pra gente. Mas a misericórdia divina nos dá várias oportunidades. Por isso é importante nós percebermos que a vontade, né, ela nos movimenta o nosso querer, a nossa transformação. Então temos que fazer bom uso, né, desses instrumentos que nós temos. Temos que fazer bom uso, né, das situações que nos chegam. A gente continua então, né? O navegante sem rumo e que em nada confia, somente poderá atingir algum porto em virtude do jogo das forças sobre as quais se equilibra, desconhecendo, porém, de maneira absoluta o que lhe possa ocorrer. Ou seja, né, aquele que está ali na tempestade, né, sem ter a certeza desse apoio divino, desse apoio do nosso irmão Jesus, desses benfeitores, ele vai ficar aí a deriva, ele vai ficar aí, ó, pela corrente, pela maré, sem ter aquele porto onde ele vai, né, parar e se fortalecer. Quando Jesus, naquela passagem, né, em que Jesus acalma a tempestade, estava lá, né, nos dias, né, o evangelho de Jesus estava ali dormindo, só que Jesus não dobra, né? Ele estava, claro, ali, pode ser até em repouso, mas atento. E os apóstolos, não conseguindo ali controlar, começaram a se desesperar e chamaram Jesus, acordaram Jesus. E Jesus chama a atenção deles e pergunta para eles: "Aonde está a tua fé?" Ou seja, né? Eu estou aqui com vocês. Vocês não confiam? Vocês não têm certeza que estão amparados? Então, quando a nossa fé, ele é vacilante, ela nos leva a pensamentos, atitudes negativas e equivocadas. ela nos leva a duvidar aí, né, do nossa própria capacidade.
ão têm certeza que estão amparados? Então, quando a nossa fé, ele é vacilante, ela nos leva a pensamentos, atitudes negativas e equivocadas. ela nos leva a duvidar aí, né, do nossa própria capacidade. E aí nós temos, né, mensagens como como a de Emânel, Joana, né, Bezerra, outros tantos irmãos, né, espíritos aí benfeitores que vem nos chamar atenção falando que quando a gente deixa de ter fé, a gente deixa aí de movimentar muitas coisas. O próprio evangelho nos fala, né, que lá no capítulo 19, que a fé é a base da regeneração. Ela é a base da regeneração. Ela é a mãe de outras virtudes, né? Porque todas as virtudes nascem da fé. E essa fé, ela tem que ser o quê? Ativa. Ela não é contemplativa, ela não é de adoração. A fé, ela é o quê? Um movimento constante, né? é aquela que vai, né, nos movimentar, vai acionar a nossa vontade de querer, vai nos impulsionar aí a bons pensamentos, a boas atitudes, né, para que outras virtudes sejam movimentadas e a gente vá progredindo pouco a pouco. E continuando, o enfermo, isso que é muito importante, né, gente? O enfermo descrente da ação de todos os remédios é o primeiro a trabalhar contra a própria segurança. Então, aquele que está doente, enfermo, e que duvida, que não confia no remédio que ele vai tomar, ele vai estar aí trabalhando contra aquele medicamento, contra a sua melhoria, contra a sua, contra o seu fortalecimento, contra a sua cura, porque ele vai colocar em si, né, na sua mente dentro de si, no seu coração, que aquele remédio não vai funcionar. Então, ele vai estar o quê? Trabalhando contra si mesmo. O homem que se mostra desalentado em todas as coisas não deverá aguardar a cooperação útil de coisa alguma. Então aquele aquele aquela criatura, né, que não confia, não acredita, não tem fé em nada, ele não vai conseguir, né, ter o retorno de nada para si, porque é aquele olhar, né, o que que ele está doando de si de bom. Ele só está ali com pensamentos negativos, posturas pessimistas. Então isso vai fazer o quê? Isso vai
ter o retorno de nada para si, porque é aquele olhar, né, o que que ele está doando de si de bom. Ele só está ali com pensamentos negativos, posturas pessimistas. Então isso vai fazer o quê? Isso vai fazer com que ele não consiga ver o amparo que chega, a mão que se estende a ele, porque ele vai estar tão desesperançado, tão sem confiança, vamos colocar tão sem fé, né, que ele não vai conseguir perceber a ajuda que ele tem ao seu redor. Ele vai se sentir ali, né? Vai, a gente costuma dizer, né, a síndrome do coitadinho, né, aquele coitadinho atingido, sofrido, né, sem ninguém para ampará-lo. Por quê? Porque ele se fecha isso, ele deixa de perceber esse amparo. Então, ele acaba não recebendo nada, porque ele não está doando nada, né? Ele não está doando ali nem a sua boa vontade. Ele não está ali se abrindo para toda aquela vibração, né, que está ao seu redor, que vem aí, né, dessa espiritualidade benfeitora que nos envolve e também dos nossos irmãos encarnados que caminham conosco. Almas vazias em balde reclamam o quinhão de felicidade que o mundo lhes deve. As negações que perambulam transformam-nas perante a vida em zonas de amortecimento, quais isoladores em eletricidade. Passa a corrente vitalizante, mas permanecem insensíveis. Ou seja, né, aqueles irmãos desesperançados, aqueles irmãos descrentes, né, eles ficam reclamando aí esse amparo que o mundo, que Deus, que os irmãos devem a eles, mas vivem aí numa constância de negação. E aí a gente se lembra, né, esse eh essa metáfora, essa analogia que Emmanuel fez, né, quando nós temos aí, né, um fio e a gente isola esse fio, né, aquele fio que foi isolado, ele não vai passar eletricidade, ele vai ficar insensível, ele não vai receber e nem doar nada. Ele vai ficar ali apenas, né, existindo ali, mas não vai interferir, né? Ou seja, não vai doar nem receber nada. Ele fica ali, né? Por quê? Porque ele está como uma alma vazia, né? Sem nada a doar. Se ele não tem nada a doar, está isolado, né? Se ele tá isolado, então ele não é capaz de
ai doar nem receber nada. Ele fica ali, né? Por quê? Porque ele está como uma alma vazia, né? Sem nada a doar. Se ele não tem nada a doar, está isolado, né? Se ele tá isolado, então ele não é capaz de se envolver ali naquele meio de doar um pouco de si para também receber e fica simplesmente deixando o tempo passar, preso a lamúrias, preso a reclamações, preso a aquele aquelas eh pensamentos negativos do abandono, da tristeza, porque ele mesmo se isolou, ele mesmo se afastou. Então, a criatura é, né, um ponto neutro, vazio, sem importância. Então, é importante nós percebermos que todos, todos devemos contribuir para a felicidade geral, que a gente não vai só receber. que o mundo não nos deve aí felicidade. A felicidade é um trabalho que nós temos que fazer, né? E nós já percebemos, o próprio Evangelho Segundo o Espiritismo nos fala que nesse mundo em que nós estamos, a felicidade real, que é aquele entendimento melhor das leis divinas, ainda não pertence. Teremos momentos aí de felicidades, né? Mas a felicidade que o mundo nos oferece é uma felicidade temporária que tem que ser conquistada por nós. Então, se nós continuarmos com esse olhar aí, né, de nos isolarmos dos acontecimentos da vida, sermos vítimas, ficaremos aí estagnados e perderemos a oportunidade de contribuir e de receber, porque é uma via de mão dupla, né? Não fazemos sozinhos. E pra gente, né, e encerrando, né, nos empreendimentos e necessidades o teu caminho. Não te isoles nas posições negativas. Jesus pode tudo. Teus amigos verdadeiros farão o possível por ti. Contudo, nem o mestre, nem os companheiros realizarão em sentido integral a felicidade que ambicionas sem o concurso da tua fé. Porque também tu és filho do mesmo Deus com as mesmas possibilidades de elevação. Ou seja, né, Jesus pode tudo. Os amigos, os irmãos que estão ao nosso redor farão, né, o possível para nos auxiliarem, para nos envolverem, para nos guiarem. Contudo, nem nosso mestre Jesus, nem esses irmãos que torcem por nós conseguirão,
, os irmãos que estão ao nosso redor farão, né, o possível para nos auxiliarem, para nos envolverem, para nos guiarem. Contudo, nem nosso mestre Jesus, nem esses irmãos que torcem por nós conseguirão, né, nos transformar se isso não partir de nós, se isso não sair de dentro de nós, se nós não tivermos aí essa fé que vai nos movimentar, que vai fazer com que o nosso querer ele aumente, ele persista, ele persevere, porque nada nem ninguém nos transforma se nós não quisermos. Teremos o auxílio, teremos o amparo, é claro que seremos envolvidos, mas se nós não abrirmos o nosso coração, a nossa mente para essa transformação, para esse olhar regenerador, para essa busca de progresso, de elevação, nós não conseguiremos caminhar, porque por mais que Jesus tenha feito por nós, como ele veio, né? Ele encarnou, cocriador do nosso planeta, encarnou aqui para nos trazer esses ensinamentos. Ele nos chama o quê? ação, porque ele não pode movimentar o nosso interior. Por isso que Jesus falava cada um daqueles que eram curados, né? A tua fé te salvou. Porque quando nós temos essa fé, essa certeza, temos essa virtude aí, né, que nos movimenta, nós sabemos que seremos amparados. Então Jesus falava com esses irmãos, porque eles se movimentaram, eles se transformaram, eles buscaram e não ficaram esperando apenas que Jesus viesse e colocasse a mão sobre as suas cabeças. A gente sabe que transformação exige ação, exige movimento, exige esse esforço, esse sacrifício de nós para que a gente consiga cada dia ser melhor. Nós temos essa oportunidade, né? Somos filhos de Deus, do mesmo Deus, né? do mesmo Deus que é Jesus, do mesmo Deus de outros espíritos puros que existem, não talvez aqui no nosso planeta, mas que existem aí já graduados, que já passaram por tudo que nós pass estamos passando. E vem aí esses irmãos nos fazer esse alerta que nós conseguimos, que somos amados e amparados. Então, meus irmãos, vamos movimentar aí a nossa fé, vamos nos movimentar, né? Vamos dividir essa fé com os nossos irmãos, tendo a certeza
esse alerta que nós conseguimos, que somos amados e amparados. Então, meus irmãos, vamos movimentar aí a nossa fé, vamos nos movimentar, né? Vamos dividir essa fé com os nossos irmãos, tendo a certeza dessa misericórdia divina. E aí, eu desejo a todos uma excelente tarde, né? A gente encerra então a nossa reflexão da tarde, né? Desejando a todos aí uma excelente sexta-feira, final semana abençoada. Dando aí boa tarde, né, para Israel Reis Lima, que chegou aí depois, colocou no chat. a todos vocês, meus irmãos, que estão conosco agora, que vão estar depois, né, as nossas melhores vibrações, sabendo que estamos juntos aí nessa caminhada e que esse momento de reflexão é muito importante. É muito importante porque a gente comunga, comunga amor, comunga felicidade, né? E a gente vai aprendendo, né? Gratidão a você também, Vânia. Gratidão aí a todos vocês. Eu convido todos vocês, então, nesse momento a se reunirem conosco, né, com esses benfeitores, aproveitando essa sintonia pra gente conversar com Jesus, pra gente louvar ao nosso pai de amor, de bondade, de misericórdia infinita. Gratos por sempre podermos estar juntos, refletindo, né, conversando, trocando aí ideias, sendo inspirado pelos benfeitores para que possamos a cada dia ir vencendo as nossas imperfeições, que possamos rogar ao mais alto esse fortalecimento, esse vigor para sermos as nossas sej amparados, guiados para bem. Que tenhamos sempre olhos e ouvidos da alma para perceber a inspiração que sempre nos chega, que nos envolve, que nos guia para o bem. Mais uma vez, mestre Jesus, benfeitores, a nossa gratidão pela oportunidade de estarmos encarnados, entendendo um pouco mais dos arentos existência e que possamos levar estes corações ainda endurecidos, desconsolados, um pouco desse amor que chega até nós. Que sejamos esses discípulos fiéis do mestre, esses discípulos que seguem aí os ensinamentos de Jesus. Que a nossa fé ela possa nos ajudar não só a nos movimentar, mas a movimentar também os nossos irmãos.
ejamos esses discípulos fiéis do mestre, esses discípulos que seguem aí os ensinamentos de Jesus. Que a nossa fé ela possa nos ajudar não só a nos movimentar, mas a movimentar também os nossos irmãos. Mais uma vez, gratidão por essa oportunidade. Que assim seja. Então, meus queridos, um grande abraço. Aguardo todos vocês na próxima sexta-feira, né, que vai ser até sexta-feira, né, antes da Páscoa, né, sexta-feira da paixão com o capítulo 114, novos atenço a todos. Muito obrigado. Ah, Vânia colocou aqui, ela é de Ponte Nova. Um abraço, Vânia. Um abraço a Ponte Nova também. Beijo, meus irmãos. Muita paz e luz a todos os corações. Tchau, tchau. >> Portal do Consolador, divulgando a mensagem do bem. O seu canal de difusão do movimento espírita. divulgando, construindo, unificando e aproximando as pessoas com Jesus e Kardec.
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