PAI PERDOA-LHES - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 19/06/2025 (há 9 meses) 44:31 480 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi. Boa noite, queridos irmãos, queridas irmãs. Jesus a todos nos abençoe e nos encontre. Vamos seguir nas quartas-feiras com o nosso estudo dos livros de Vinícius, que é o pseudônimo do nosso querido Pedro de Camargo, o grande trabalhador da doutrina. Hoje, Dra. Roberta Assis, perdão. Eu sei que vocês não têm esses problemas, mas eu tenho e vou ficar atento ao que ela vai dizer. Como mensagem preparatória, vamos ler do Fonte Viva, número 135. Desculpa sempre. Se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará. Jesus em Mateus 6:14. Mateus 6 é o sermão do monte. Por mais graves te pareçam as faltas do próximo, não te detenhas na reprovação. Aqui ele tá falando o próximo, aquele que tá mais próximo de nós. Vai em casa. Condenar a cristalizar as trevas, opondo barreiras ao serviço da luz. Procura nas vítimas da maldade algum bem com que possas só erguê-las. Assim como a vida opera o milagre do revedecimento das árvores aparentemente mortas. Antes de tudo, lembra quão difícil é julgar as decisões das criaturas, especialmente em experiências que divergem das nossas. Como refletir, apropriando-nos da consciência alheia e como sentir a sua realidade usando um coração e uma mente que não nos pertence. Cada um de nós é um microuniverso único. Se o mundo hoje grita alarmado em derredor de teus passos, faz silêncio, perdoa e espera. A observação justa é impraticável quando a neblina ainda nos cerca. Amanhã, quando o equilíbrio estiver restaurado, conseguirás suficiente clareza. para que a sombra não te altere o

, perdoa e espera. A observação justa é impraticável quando a neblina ainda nos cerca. Amanhã, quando o equilíbrio estiver restaurado, conseguirás suficiente clareza. para que a sombra não te altere o entendimento. Além disso, nos problemas de crítica, não te suponhas isento delas. Em razão da complacência para contigo mesmo, nem percebes quantas vezes te mostras menos simpáticos aos teus irmãos. Se há quem nos ame as qualidades louváveis, há também quem nos destaque as cicatrizes morais e os defeitos. Se há quem ajude, exaltando-nos o porvir luminoso, há quem nos perturbe, constrangendo-nos a revisão do passado escuro. Usa, pois, a bondade e desculpa incessantemente. Ensina-nos o Evangelho que o amor cobre a multidão dos pecados. Quem perdoa, esquecendo o mal e avivando o bem, recebe do Pai Celestial na simpatia. e na cooperação do próximo, o alvará de libertação de si mesmo, habilitando-se a sublimes renovações. Emanuel, pela psicografia do nosso amado Chico Xavier Fonte Viva, façamos uma pequena oração. Mestre Jesus, aqui nos encontramos neste momento, nesta casa do caminho, unidos e reunidos em teu nome. Vem até nós, Senhor. Toca nossos corações e mentes, abraça nossos espíritos, refrigera nossas almas, dá-nos a força, a inteligência, a perspicácia e o discernimento para sabermos agir e reagir de acordo com as circunstâncias. Em nome do Cristo, abençoa os nossos propósitos nesta tarde e noite para que tudo que aquilo vimos aqui buscar possamos receber e levar conosco no coração. Abençoa a todos nós, os nossos entes queridos e nossos lares. Abençoa a nossa irmã que irá usar da palavra para falar em teu nome aos corações amigos aqui presentes, encarnados e desencarnados. E que assim seja. Graças a Deus. Então, com a palavra nossa irmã Rober. Boa noite a todos e todas. É sempre, é, ao mesmo tempo, uma alegria e um desafio estarmos aqui, né? porque eh também eu sou muito carente do aprendizado do perdão. Então, que eu tenha eh a capacidade de reter na minha alma, na minha compreensão e sobretudo

uma alegria e um desafio estarmos aqui, né? porque eh também eu sou muito carente do aprendizado do perdão. Então, que eu tenha eh a capacidade de reter na minha alma, na minha compreensão e sobretudo nas minhas atitudes um pouco do que a gente vai conversar hoje, não é? que não falamos de nós, falamos do evangelho. E o perdão é um tema central, incontornável nas recomendações do Cristo. O capítulo de hoje que a gente vai eh refletir sobre ele, né, que orienta as nossas reflexões do livro Emorno do Mestre do Vinícius. Ele está focado na rogativa do mestre quando na cruz e pede no seu último momento encarnado. O que Jesus articula é uma rogativa ao Pai, não em favor próprio, mas em favor de todos nós. Pai, perdoa-lhes, não sabem o que fazem. Nesse momento, Jesus testemunha aquilo que ele não cessa de nos ensinar como caminho redentor, como que a dar um testemunho supremo que sem o perdão nós não avançaremos. A sua última carta viva para nós, o encerramento, entre muitas aspas, de uma jornada é justamente a vivência do perdão. E para que a gente chegue nesse ponto, para conversar um pouco sobre esse ponto, a gente vai fazer uma pequena retrospectiva, digamos assim. Nós vamos repassar alguns pontos em que Jesus nos fala sobre o perdão e a sua importância, assinalando para cada um de nós que este é um aprendizado ao qual nós não conseguiremos nos furtar se quisermos prosseguir, se quisermos a leveza, se quisermos de fato a paz que nós tanto dizemos que queremos. Que que a gente quer? A paz, a tranquilidade, o entendimento na humanidade. Nós somos capazes de elaborar esses desejos em teoria, mas temos muita dificuldade de traduzi-los nas nossas ações cotidianas. E isso faz com que a gente fique muito tempo preso num ciclo de repetição de dores das quais cabem a nós mesmos nos resgatarmos. É sempre importante dizer que a misericórdia divina sempre virá ao nosso socorro, sempre nos auxiliará, nos fortalecerá, nos colocará de novo de pé e em condições de seguirmos as nossas lutas,

tarmos. É sempre importante dizer que a misericórdia divina sempre virá ao nosso socorro, sempre nos auxiliará, nos fortalecerá, nos colocará de novo de pé e em condições de seguirmos as nossas lutas, as nossas jornadas. Mas as conquistas espirituais, elas continuarão vindo do merecimento da nossa conquista sobre nós mesmos, do aprendizado e vivência das virtudes que nós tanto admiramos. Então, vamos lá conversar um pouco sobre o perdão. Eh, no Sermão do Monte, no capítulo 5, ele começa. O Sermão do Monte é talvez uma das passagens mais longas do Evangelho. E ele já ali no começo, Jesus já vem falando sobre o perdão, da necessidade de nós perdoarmos. de quando nós formos ofendidos ofertarmos outra face, de quando nos pedirem a capa, nós oferecermos também as vestes de quando nos pedirem para caminhar um terço da jornada, caminhemos dois, 3/3 juntos, aquele que nos pedem adiante. Ele ainda vai falar, né, refundando a lei de Moisés, né? Ouvistes o que foi dito. Amarás os seus amigos e odiarás seus. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, fazei o bem aqueles que vos perseguem. A gente só consegue dar efetividade a esse mandamento de respondermos em equilíbrio agressões que nos fazem e não devolvermos na mesma face, na mesma moeda ou às vezes com até com um agravamento. A gente só consegue ir tateando este caminho de amar os inimigos. Se nós formos fazendo a amizade constante com este processo do perdão, perdoar é um processo. a gente consegue dar efetividade a essas a esse ensinamento do Cristo. Porque o Cristo, gente, ele assinala para nós um roteiro. E não é um roteiro teórico, é um roteiro de ação. Então, como eu vou colocar em ação esses mandamentos? É necessário o respeito. Nós conseguimos respeitar até quem a gente não gosta, porque não é sobre o outro, é sobre como eu me comporto. é fazer uma reflexão que eu não quero agir com o outro da mesma forma fazendo justamente aquilo que eu já entendo que é um equívoco. Então, eu ajo com respeito com quem quer que seja, porque isso está ligado à

ma reflexão que eu não quero agir com o outro da mesma forma fazendo justamente aquilo que eu já entendo que é um equívoco. Então, eu ajo com respeito com quem quer que seja, porque isso está ligado à essência de quem eu sou e não necessariamente ao merecimento ou desmerecimento do outro. é sobre a minha identidade. Quando a gente vai começando a entender isso, a gente vai começando a entender que o perdão funciona como um mecanismo educativo, iluminador, transformador e libertador não do outro, mas de nós mesmos. que nós vamos abrir mão de arrastar conosco a raiva, a mágoa que fundam todo o desejo de vingança. Porque entre tantas outras coisas são energias extremamente pesadas que me adoecem, inclusive organicamente. Jesus, inclusive Pedro questiona a Jesus: "Eu sorri porque Pedro é muito como nós, né? E isto também é muito simbólico. Jesus escolhe os seus discípulos eh pessoas como nós também escrevendo uma carta, um testamento, um rogativo a cada um de nós. Fala: "Olha, eu chamei pessoas como vocês porque a mensagem transformadora é para vocês mesmos". Então, muitas das dúvidas que os discípulos têm, nós também temos. Pedro, ouvindo Jesus sobre essa necessidade do perdão, vocês imaginam, né, o quanto que eles que caminhavam constantemente com Jesus escutavam sobre isso muito mais do que nós até eu imagino que Pedro lá a uma certa altura fus tá bom tá Jesus tá bom tem que perdoar tá entendi essa parte mas quantas vezes eu vou perdoar A resposta de Jesus a Pedro e também a nós é uma resposta difícil de digerir. 70 vezes, sete vezes é o quanto você vai perdoar o seu irmão, a sua irmã, a outra pessoa, ao seu agressor. 70 vezes, sete vezes quer dizer infinitamente. Quer dizer, é uma maneira de dizer que nós precisaremos perdoar uma agressão tantas vezes quanto ela seja feita a nós. E perdoar agressões não é ser leniente com o erro. é sobre nós não levarmos em nós por tempo indeterminado, esse sentimento de mágoa, de necessidade, de revanche, de que o outro peça desculpas para nós,

perdoar agressões não é ser leniente com o erro. é sobre nós não levarmos em nós por tempo indeterminado, esse sentimento de mágoa, de necessidade, de revanche, de que o outro peça desculpas para nós, é nós abdicarmos disso e reagirmos em equilíbrio, cessar os abusos que precisam ser cessados. mas com equilíbrio, sem necessidade de revide. É sobre nós, é sobre o equilíbrio do nosso campo íntimo. Então, faz sentido que Jesus responda que nós temos que respond que perdoar uma ofensa sempre que ela for feita, porque não é sobre o outro, é sobre desarmar em mim a necessidade de me vingar. E a gente vai adiantando nisso, porque muitas vezes a gente fala: "Ah, mas se eu não me vingar, a pessoa vai ficar impune? Vai mesmo? Será que vai mesmo? Será que a gente já não aprendeu o suficiente que de si mesmo ninguém escapa?" A doutrina espírita vem nos esclarecer com bastante clareza e detalhamento o mecanismo da reencarnação, que é uma bênção que vem propiciar a que cada um de nós consiga uma progressão, um acerto consigo mesmo. mesmo e com a lei de amor no seu próprio tempo. Então, nós seremos chamados a reencarnações no intuito de nos reequilibrarmos, reorientarmos, refazermos aquilo que nós desequilibramos, mas também para aprender além do que a gente já sabe. A reencarnação tem este duplo objetivo, especialmente para nós, espíritos imperfeitos, em mundos de provas e expiações. Provas e expiações. a experiências que nós estamos atravessando, que apresentam suas dificuldades, que mobilizam as nossas forças para que nós encontremos respostas novas, que a gente possa expandir a nossa consciência, a nossa força de resolução, a nossa capacidade, mas também expiações no sentido de reconstrução, de recompreção, de refazermos, de colocarmos no lugar, de nos refazermos diante da lei de amor, reestruturarmos aquilo que nós bagunçamos. Então, a gente não precisa se preocupar com justiçamento. Cada qual responderá pelo seu quinhão, pelas suas atitudes. Eu não preciso arrastar este peso. Eu posso caminhar

os aquilo que nós bagunçamos. Então, a gente não precisa se preocupar com justiçamento. Cada qual responderá pelo seu quinhão, pelas suas atitudes. Eu não preciso arrastar este peso. Eu posso caminhar mais leve. E aí a gente lembra ainda também e sempre, né, nessa nesse fluxo de caminho que a gente tá fazendo com Cristo. Vinde a mim. Vocês que estão cansados e oprimidos, eu vos aliviarei. A minha orientação é suave e o fardo que você carrega junto comigo é leve. De fato, é bem mais leve. Quando eu esvazio a minha mochila existencial da mágoa, da raiva, eu sigo a jornada mais leve. O espírito que sou encarnado, que vai desencarnar e vai seguir jornada para além do túmulo, segue mais leve, sem ficar atravancado ou preso a pessoas e experiências através da mágoa. Aí a gente quer se livrar da dor e muitas vezes a gente faz exatamente o contrário do que é capaz de nos libertar dessa mesma dor. É preciso deixar ir, é preciso fazer esta opção, é preciso que a gente compreenda que a gente precisa fazer algo positivo daquilo que aconteceu conosco, né? Aquela história, o que você está fazendo com o que a vida fez com você, fez a você ou com você. É preciso que a gente em determinado momento seque as nossas lágrimas das dores, das frustrações, das mágoas e decida deixá-las e caminhar adiante. A gente não precisa carregá-las, até porque nós também temos a nossa cota, não é? E também Jesus várias vezes nos adverte, olha, quando você tiver rezando e lembrar que seu irmão tem algo contra você e a nossa mensagem de entrada tão feliz nos lembra a esse respeito. Nenhum de nós está isento da sua cota de agressões, sejam elas pequenas ou grandes, nós as cometemos todos os dias. Não existe na maioria de nós a exceção, né, de espíritos lumináries e espírito perfeito. Nós conhecemos encarnados no planeta Terra somente um Jesus. Então nós acabamos ferindo e magoando as pessoas às vezes sem termos a intenção, às vezes intencionalmente. Então nós também precisamos do perdão uns dos outros.

dos no planeta Terra somente um Jesus. Então nós acabamos ferindo e magoando as pessoas às vezes sem termos a intenção, às vezes intencionalmente. Então nós também precisamos do perdão uns dos outros. E Jesus nos chama atenção. Quer você quer o perdão de Deus? Antes concilia-te com seu irmão enquanto você tá na jornada com ele, porque fica mais fácil. depois de desencarnar pode complicar um pouco. Então, o nosso próximo mais próximo que se encontra conosco na jornada, seja no trabalho, seja em casa, por laços que são um pouco mais estáveis, assinalam para nós uma necessidade de aprendizado, de tolerância, de compreensão, de humildade, numa dinâmica em que há nesse Necessidade de perdão de parte a parte. acaba acontecendo aquela história, né, que numa briga todo mundo tem razão, mas ninguém tá certo, porque nós nos agredimos mutuamente. Quando a gente coloca nesse lugar, fica menos difícil de nós exercermos esse exercício do perdão. Mas aqui é preciso que a gente reflita numa coisa. Jesus também nos chama a atenção mais adiante. E agora é fundamental que a gente reflita sobre isso, que todo o mal que nós fazemos ao outro, em realidade não é só o outro que nós estamos magoando. Todos nós somos filhos do mesmo Deus. Expansão de um amor que nós não conseguimos ainda nem compreender, mas todos nós, sem exceção, centelhas do amor divino. Nas na explicação, orientação de Maria Modesto Cravo, um diamante não deixa de ser um diamante porque está enterrado na lama. Então, por mais que nós nos percamos em desequilíbrio, não deixamos jamais de sermos esses diamantes filhos do Pai Celestial. Cada um a seu tempo vai encontrar sua lapidação perfeita. Então, quando eu causo dor ou mal a alguém, eu estou em última análise, causando mal e dor a outro filho de Deus, a outra filha de Deus, ao próprio Deus, a toda a criação. E ainda que o outro me perdoe. E aí a gente já tá no lucro, né? Quando o outro nos perdoa, a gente já tá no lucro. Mas a gente fez o que a gente fez. Ainda há em nosso nome

rio Deus, a toda a criação. E ainda que o outro me perdoe. E aí a gente já tá no lucro, né? Quando o outro nos perdoa, a gente já tá no lucro. Mas a gente fez o que a gente fez. Ainda há em nosso nome um débito, um dano que nós realizamos. Jesus nos chama a atenção também. Isso tá lá em Mateus, no capítulo 25, os versículos são os 30, do 35 ao 45, nos chama a atenção sobre esse aspecto, dizendo: "Toda vez que vocês alimentam a quem tem fome, dão teto a quem não tem onde dormir, é a mim que vocês estão fazendo isso." E toda vez que vocês negam o auxílio a qualquer um destes pequeninos, é a mim que vocês estão negando auxílio. A coisa fica um pouco complicada para nós. Quando a gente reflete, fica um pouco complicado. Nenhum de nós, tendo a visão aclarada, faria algo assim. destrataria o próprio Jesus, o próprio Deus para além de Jesus, Deus. Deus que reside no outro. É preciso que a gente vá se lembrando constantemente disso. Porque quanto mais conscientes nós estivermos a todo momento da nossa existência desperta, encarnada, que o outro também é um templo de Deus, muito embora muitas vezes esse templo possa parecer pra gente um pouco composcado, mas é um templo. Deus reside ali também. E isso por si só é um freio. Nesta consciência nós não teremos tanta disposição para agredir o outro. Procuraremos caminhos mais equilibrados. Naturalmente vamos buscar dar mais efetividade ao ensinamento de oferecer outra face, outra saída, outra forma de resolvermos conflitos. E aí a gente chega nessa situação em que Jesus enfrenta a crucificação. Jesus não tinha como nós temos nada mais para aprender. Jesus é um espírito perfeito, pessoal. as dores e males que ele sofreu, impingido pela nossa incompreensão. Porque nós, como quando fomos defrontados com o amor do Cristo, a maior parte de nós, a única coisa que conseguiu fazer foi crucificá-lo. Hum. Cristo não tava redimindo nada, aprendendo nada. Um espírito perfeito já na sua jornada. Nós somos capazes de fazer esse tipo de desatino.

nós, a única coisa que conseguiu fazer foi crucificá-lo. Hum. Cristo não tava redimindo nada, aprendendo nada. Um espírito perfeito já na sua jornada. Nós somos capazes de fazer esse tipo de desatino. E nós seguimos fazendo isso uns aos outros, né, ao longo de mais de 2000 anos já deste momento crucial. E aqui neste capítulo, Vinícius vai nos chamando a atenção. Deus está sempre presente em tudo e em todos, em todo momento. Quando Jesus, no último momento, a palavra que ele tem para dizer é uma intervenção ao nosso favor, é porque ele tem a total compreensão do tamanho do débito que nós estamos contratando. Perdoa, eles não tão entendendo o que eles estão fazendo. Jesus consegue para nós, então, uma moratória. Sabe o que é moratória? Moratória é um instituto do direito, né? Eu sou advogada de formação. É inevitável que a gente faça essas comparações. Jesus consegue para nós uma moratória, porque é também um instituto do direito o seguinte: todo aquele que causa dano a alguém fica obrigado a indenizar. É um conhecimento tão básico que a gente já conseguiu cristalizá-lo nas nossas normas humanas. Se eu causei prejuízo a alguém, eu vou ter que reparar. E é assim que é civil e criminalmente. E nenhum de nós acha isso um absurdo, não é? Mas Jesus, assim como Maria, né, o advogado dos necessitados, nosso grande advogado, consegue para nós tolerância. A moratória é esse instituto que reconhece que há um devedor e uma dívida, mas dá ao devedor mais tempo para saldar essa dívida. Nós todos existimos na misericórdia do Pai. Já soou para nós a compreensão de sermos mais amorosos uns com os outros, de buscarmos nos melhorarmos nas nossas relações através do respeito e da fraternidade há pelo menos 2000 anos. Se a gente quiser situar neste momento do Cristo, já é possível que nós caminhemos com mais velocidade nesse exercício de irmos saudando com a lei a dívida de amor que temos. Uma última reflexão. Talvez a gente pudesse ficar conversando aqui ainda muito mais tempo, mas o nosso tempo acabou. Uma

ocidade nesse exercício de irmos saudando com a lei a dívida de amor que temos. Uma última reflexão. Talvez a gente pudesse ficar conversando aqui ainda muito mais tempo, mas o nosso tempo acabou. Uma última reflexão é a seguinte, uma boa notícia, não é? Que em quesitos de resolução de problemas ou de resolução de dívida, se a gente quiser manter essa comparação que a gente faz só para entender, Pedro nos traz uma excelente notícia. Nós não saudamos as dívidas com o amor, com a misericórdia divina, com o Pai, com dor. dor é resultado de nós seguirmos caminhando em erro, seguirmos magoando a nós mesmos, seguirmos perdendo o nosso tempo, fazendo ainda mais mal em vez de fazermos o que nós já sabemos que é o bem. Pedro nos dá a excelente notícia de que é o amor que cobre uma multidão de pecados. Nós queremos andar rápido, nós queremos a paz. Traduzir o amor nas nossas ações cotidianas, ainda que vertendo lágrimas. Porque muitas vezes fazer um benefício a alguém que a gente não gosta, nós fazemos rangendo dentes e a custa de lágrimas, mas são lágrimas redentoras que pacificam. a nós mesmos. O sofrimento ainda será nosso companheiro algum tempo ainda na jornada. Por espíritos ainda bastante orgulhosos e egoístas que seguimos criando arestas e problemas nas nossas relações conosco mesmo e com o mundo, mas também já somos espíritos conscientes e capazes de compreender que construir a paz dentro de nós é fazermos algo diferente do costume. É optarmos pelo perdão, é optarmos pela fraternidade, optarmos pelo respeito todos os dias, quantas vezes forem necessárias, 70 vezes, sete vezes. Uma boa noite para todos nós. Aí está a mensagem, queridas irmãs, queridos irmãs, a misericórdia de Deus, o treinamento cotidiano dos nossos espíritos, compreensão, tolerância, perdão. E vamos nos purificando. Eu gostei muito da moratória, mas não faço como eu já passei por isso. Eu pedi moratória, abusei, pedi renovatória, abusei de novo. Agora eu tô na expiatória mesmo. Então, não sigam o meu

purificando. Eu gostei muito da moratória, mas não faço como eu já passei por isso. Eu pedi moratória, abusei, pedi renovatória, abusei de novo. Agora eu tô na expiatória mesmo. Então, não sigam o meu caminho, mas a vida é uma maravilha. Um dia vamos compreender o que é a bênção da reencarnação, das novas existências. Vamos orar. Senhor Jesus, amigo de todas as nossas horas, depositamos a teus pés os nossos anseios, as nossas dificuldades, as nossas esperanças e o nosso projeto de reforma moral, de evolução, de espiritualidade e evangelização em nossas vidas. Ajuda-nos, Senhor. Não não nos deixes prestarmos atenção demasiadamente nas falhas alheias. Que possamos ser mais rigorosos com as nossas próprias falhas. Abençoa os nossos caminhos, ilumina os nossos passos e segue conosco até o dia em que nós aprendermos a seguir contigo por amor a Deus. Graças a Deus. Boa noite a todos. Muito obrigado pela presença, muita paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.

horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados