PAI NOSSO QUE ESTÁS NOS CÉUS - Miriam dos Anjos [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Olá, seja bem-vindo, seja bem-vinda ao grupo de harmonização Chico Xavier da Comunão Espírita de Brasília. Hoje nossa reflexão do dia é do livro Na seara do Mestre, por Vinícius, que é o pseudônimo de um espírita paulista que desencarnou em 1966, chamado de Pedro Camargo. Diferentemente, né, dos outros livros que a gente costuma fazer a nossa reflexão, que são psicografados por espíritos. Pois bem, o título, o título que nós vamos refletir hoje do livro Na seara do Mestre chama-se O fim da guerra. Mas ele trata tudo em no princípio da prece que Jesus nos deixou. Pai nosso que estais no céu, por isso o título da nossa harmonização de hoje é nosso que possamos estar com o mestre, com a espiritualidade amiga, refletindo sobre a possibilidade e os caminhos que nos tornarão cada vez espíritos melhores. Então, que nós possamos assim intuídos pela espiritualidade amiga, iniciarmos a reflexão aqui proposta por Vinícius. Ele então começa essa sua reflexão nos trazendo o do o versículo 9 do capítulo 6 de Mateus, que diz que Jesus nos disse assim: "Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estais nos céus". Que interessante, porque Jesus já nos traz nesse início da prece uma reflexão, uma um convite de mudança, de postura, no qual nós nos dirigimos ao criador, a Deus como nosso pai. Isso para a época e às vezes ainda por um mau entendimento que nós possamos ter dessa nossa conexão de Deus, nós atribuímos a Deus faculdades humanas. Um senhor, né, a gente já bota um gênero, já bota uma cronologia, um senhor masculino, muitas vezes com as características humanas daquele que se vinga, daquele que dá privilégios a uns e nega a outros. Então Jesus vai nos tirando dessa falta de entendimento de quem realmente é Deus, quem realmente é o nosso criador. E ele nos diz que ele é pai. Se ele é pai e um pai perfeito, ele é amor, ele é perfeição, ele é justiça e ele acima de tudo, é misericórdia. Então, o eh Vinícius nos traz essa reflexão falando-nos assim: "Eu vou buscar ler, né, a reflexão de ministro
perfeito, ele é amor, ele é perfeição, ele é justiça e ele acima de tudo, é misericórdia. Então, o eh Vinícius nos traz essa reflexão falando-nos assim: "Eu vou buscar ler, né, a reflexão de ministro que é tão rica e vou fazendo algumas intervenções quando achar que for necessário para que também permita, você que nos ouve criar as suas próprias reflexões a partir de Vinícius. Toda a cristandade sabe disso, que Deus é nosso pai". Então, as múltiplas igrejas repetem assiduamente a frase em apreço nas ricas catedrais, no templo humilde, na capela rural e nos seios dos lares. Aquela sentença constitui o estribíliho recitado em todos os tons, oportunidades e emergências. Todos nós que seguimos ao Cristo, nos denominamos cristãos, por isso somos seus seguidores, seus discípulos, conhecemos bem agora essa nossa conexão com um pai, com Deus que é pai. E como pai, nós temos para com ele atitude de filho. Nós nos postamos diante da prece na atitude do filho, a atitude daquele em que traz toda a sua confiança, todo o seu respeito por aquele pai que nos ouve, uma fé inabalável de que ele é misericordioso, é justo e sempre nos dará o apoio, o auxílio que necessitamos. E como às vezes a gente tem muita dificuldade nessa nossa entrega à providência divina, porque às vezes esperamos que essa essa resposta do Pai seja exatamente aquilo que nós necessitamos, aquilo que a gente cria expectativa. E quando nós estamos no papel de paz, nós sabemos que muitas vezes o negar uma expectativa, negar um desejo do filho é um ato de amor, porque aquele não vai proporcionar com que ele cresça, com que ele amadureça, e não proporcionando oportunidades de decaimento da moralidade, de falta de oportunidade de usar a sua própria inteligência. Então, olhando Deus nesse sentido de pai, tirando como base ainda pobre que nós temos quando nós exercitamos esse papel, nós compreendemos que Cristo nos chama no início da prece do Pai Nosso para que a gente tenha uma atitude de fé inabalável, confiança e, acima de tudo,
que nós temos quando nós exercitamos esse papel, nós compreendemos que Cristo nos chama no início da prece do Pai Nosso para que a gente tenha uma atitude de fé inabalável, confiança e, acima de tudo, entrega. E vamos fazer isso em qualquer oportunidade que tenhamos, nos dias festivos, como nos dias calamitos de angústia e de aflição. Baila nos lábios dos grandes e dos pequenos, dos velhos e dos moços, o surrado e eterno refrão. Parece mesmo que a força de repeti-lo mecanicamente despojaram-no de todo o seu espírito e de toda a sua vida. Interessante isso que Vinícius nos traz, porque nós nessa nossa etapa, nesse nosso nível evolutivo, nós aprendemos a partir do conhecimento, mas a gente só adquire para o nosso comportamento através de repetições. Repetimos várias vezes até que isso se torne um hábito. Mas Vinícius nos lembra que para a oração, que a gente esteja atento, que a gente não traga também para essa nossa maneira de aprender, repetir várias vezes até que torne um hábito, porque o hábito a gente faz mecanicamente, não reflete, né? vira e mexe, a gente já tá naquela atitude necessária. Ele vai lembrando que para a oração, que é a nossa conexão com esse pai, nós não devemos nos permitir que seja o recitar repetitivo de uma prece, o o recitar repetitivo automatizado, portanto, não refletido, não pensado nas palavras que nós estamos dizendo. Quando nós estamos fazendo a oração do Pai Nosso com qualquer outra oração que brote do nosso coração para que nós nos conectemos com a espiritualidade amiga, que nós conectemos com o Pai, porque quando nós estamos nessa proposta do repetir, nós vamos estar distraído. Então, mecanicamente, a gente vai recitar todos os versos do Pai Nosso e refletidamente, mecanicamente, por hábito, por um dever, teremos nós as nossas motivações. Mas quando a gente assim faz, a gente pode perceber que nós vamos distrair a mente porque a boca vai falar, recitar o que já está automatizado. Mas a mente flui fora pensando no nosso cotidiano, nos
. Mas quando a gente assim faz, a gente pode perceber que nós vamos distrair a mente porque a boca vai falar, recitar o que já está automatizado. Mas a mente flui fora pensando no nosso cotidiano, nos problemas a a resolver, numa dor que se passa e desconectamos com a espiritualidade maior, desconectamos com o nosso pensamento distraído e disperso, dá uma oportunidade bendita. que na prece nos proporciona, que é essa conexão com o pai, que é essa sintonia, porque nós ampliamos, né, ampliamos as nossas vibrações, saímos do nosso terra a terra, horiz eh verticalizamos essas vibrações para o alto, para sintonia com o bem maior e, logicamente, para renovação interior. Então, não façamos a prece de uma forma automatizada, sem reflexão, perdendo essa oportunidade de conexão com o Pai. E Vinícius continua dizendo que, pois é, precisamente esse espírito e essa vida que o Espiritismo vem ressuscitar nessa época tumultuosa e sombria, porque passa o nosso orbe de provas e expiações. A ideia de Deus, vista através do prisma de Pai é, sem dúvida, a mais bela e a mais sábia das revelações que Jesus trouxe à humanidade. Pai é previdência e providência, porque prevê e provê as necessidade dos filhos antes mesmo que estes tenham noção e consciência da própria existência. Que belo, não? Então, eh, Deus, enquanto o Pai, olha para cada um de nós, estejamos nós nos nossos, nos nossos equívocos, aprendendo com ele, estejamos nós no caminho mais reto, no caminho mais acertado, mas sabe ele que nós somos crianças espiritualmente estamos aprendendo e aprendemos ainda nos erros e nos acertos. E ele diz que esse Deus nos provê e prevê antes que a gente necessite do que é necessário para esse nosso caminho, para o nosso amadurecimento. Então, se Deus provê e prevê antes das nossas necessidades, a oração é acima de tudo, uma necessidade nossa, humana, do nível evolutivo em que nós postamos, que nós estamos. Porque nessa conexão, nessa, nesse entregar-se, nessa elevação vibracional de conexão para com o bem
ma de tudo, uma necessidade nossa, humana, do nível evolutivo em que nós postamos, que nós estamos. Porque nessa conexão, nessa, nesse entregar-se, nessa elevação vibracional de conexão para com o bem maior, é que nós vamos então estabelecendo uma nova relação com esse pai, uma relação cada vez mais íntima de pai e filho. O filho que confia no Pai, sabendo que o Pai é justo, é misericordioso e que nada que ele permita que nos chegue pela providência divina seja diferente de um caminho que nos leve a amadurecimento e a nossa própria felicidade. A paternal previsão divina nos diz, eh nos diz Vinícius, precede de muito ao céere cogito ergusum, que quer dizer penso logo existo. Nós nos distanciamos tanto dessa relação, dessa conexão de pai e filho, do criador com a criatura, que a gente acha que a gente é ótimo. Quantas vezes na nossa ignorância, ignorância no sentido de conhecer, de refletir, de se aprofundar nessa relação com o Pai, achamos que Deus pode tirar férias e nós podemos assumir o lugar dele, realizando aquilo que a gente acha que é o melhor para nós, nos debatendo com as com as circunstâncias, com as situações do mundo, nos debatendo nos nossos relacionamentos, porque julgamos que aquilo é o melhor e nos colocamos No papel do pai. Uma criança numa na seu aprendizado jamais terá o conhecimento, jamais saberá o que é melhor para ela, a não ser o próprio pai. Então vamos lembrar que penso logo existo é importante porque nós espíritos imortais pensamos, temos nossas emoções e é exatamente pelo ato de pensar e de agir que vamos fazendo as nossas escolhas, melhor usando o nosso livre arbítrio, nesse rumo de uma felicidade mais perene no qual nós estamos todos destinados. Então, o pensar, logo existe, não se limita apenas a um pensar do cotidiano, a um pensar das nossas necessidades materiais, mas acima de tudo desta nossa relação com Deus, de que nós somos muito mais do que o corpo físico impermanente, que um dia nós vamos despojarmos dele, porque nós somos muito além disso tudo.
ateriais, mas acima de tudo desta nossa relação com Deus, de que nós somos muito mais do que o corpo físico impermanente, que um dia nós vamos despojarmos dele, porque nós somos muito além disso tudo. Deus tudo dispôs e tudo preparou desde toda a eternidade, no sentido de proporcionar aos seus filhos os meios de envolverem sem solução de continuidade, conquistando estágios sempre mais avançados, onde a vida se desdobra em perspectivas mais complexas, sobre esplendores mais fugí fúgidos e excelentes. Então, nós temos um caminho traçado. Cada um de nós estabelece o ritmo, é verdade, através das nossa, do nosso livre escolha, do nosso livre arbítrio. E da mesma forma, então, nós também às vezes retardamos esse nosso ritmo de amadurecimento porque estamos ainda eh vivenciando as consequências das nossas escolhas equivocadas. Mas ele disse que Deus tudo dispôs e tudo preparou. E sempre surge uma pergunta. E aqui Vinícius não deixou ela passar. Dirão talvez: "Se Deus tudo dispôs e tudo preparou, porque existe a dor?" E ele responde: "A dor, debaixo das suas múltiplas modalidades, é, em síntese, a consequência do homem não haver ainda sentido a realidade da sentença que vem recitando marginalmente: Pai nosso que estais no céu". Então, a dor não é a único caminho de aprendizado. Nós experienciamos a dor como um instrumento de despertar para um processo, para um comportamento que estamos adotando de forma tão automatizada, tão egoísticamente, tão olhando só para as nossas nossos próprios interesses, que a dor vem como se um beliscão. Acorda, não é por aí. e nós acordamos. Ninguém passa pela dor impune sem senti-la. Então, se nós tivermos o eh a decisão de aprendermos não mais pela dor, pelas consequências das nossas decisões equivocadas, mas pelo amor, nós vamos aprender de uma forma mais leve, mais suave, não apenas recitando maquinalmente o Pai Nosso, mas sentindo, refletindo sobre cada palavra dessa oração que Cristo nos deixou. E aí nós vamos aprender a fluir na vida, né? A
ma mais leve, mais suave, não apenas recitando maquinalmente o Pai Nosso, mas sentindo, refletindo sobre cada palavra dessa oração que Cristo nos deixou. E aí nós vamos aprender a fluir na vida, né? A gente quer reter a vida, a gente quer reter as circunstâncias das pessoas, a gente quer reter nossos desejos para que eles realizem quão longe nós estamos da realidade, do que nos chama a doutrina espírita para o despertar. Fluir na vida é fluir confiante, que apesar das dificuldades, porque elas vão despertando nossa alma infantil para utilização da nossa inteligência, para superação das nossas emoções ainda dstoantes, ainda infantilizadas para um ser humano mais adulto. tentar fluir na vida e ter a certeza que por mais difícil que seja o caminho que eu esteja passando, por mais difícil seja compreender para que estou passando essa dificuldade nesse momento, é saber que Deus pai já provê e prepara soluções para que nós possamos viver essas experiências e aprendermos com ela. Cada um de nós, certamente já passou por várias dificuldades e agora se olha para trás, aquela mais difícil, já vencida, vai falar: "Nossa, não é que eu dei conta?" Todos nós damos contas, desde que nós estejamos nessa sintonia com o Pai. Quando palpitar em seu coração o espírito daquelas palavras, outro será, por certo o senso da sua vida, outro o seu programa, outro finalmente o móvel de suas atividades e de suas ações. Ao influxo prodigioso do Pai Nosso que estais no céu, cairão as barreiras que separam os homens. As cores das bandeiras que dividem os povos e as nações fundicião todas no branco e augusto pavilhão da paz, símbolo da alva túnica do mestre, que era inconsútil, descida de alto a baixo uma só peça. A humanidade confraternizada dentro de um mundo só. caminhará passos firmes na solução de todos os problemas sociais que até aqui a tuncionado tanto sem jamais serem resolvidos. Não haverá mais fome, porque já não se destruirão, nem se procurará restringir as fartas messes que a terra generosa e boa
roblemas sociais que até aqui a tuncionado tanto sem jamais serem resolvidos. Não haverá mais fome, porque já não se destruirão, nem se procurará restringir as fartas messes que a terra generosa e boa faculta os que a reggam com o suor do rosto na santidade do trabalho. O pão e o vestuário, como todas as demais utilidades da vida, circularão livremente, libertos das nefastas bastilhas aduaneiras, suprindo os mercados em fraternal permuta, atendesse-se à destarte as necessidades de cada povo, porque os homens, reconhecendo a paternidade de Deus, sentirão que são irmãos. As possibilidades de aprender e progredir, de melhorar as condições intelectuais e morais estarão ao alcance de todos, sem distinção de posição social, de fortuna ou de classes, pois essas terão ao seu turno desaparecido mediante a organização da sociedade numa só e única família, onde serão todos por um e um por todos. Somente nesse dia cessarão para sempre as lutas fratecidas e não haverá mais guerra. Então, o título que Vinícius deu para essa reflexão era o fim da guerra, mas ele começou a falar e a refletir sobre o Pai Nosso que estáais no céu. Então, quando nós entendermos eh estabelecermos essa conexão com o Pai, uma conexão de Pai para Filho, em que nós vamos nos entregar à providência divina, sabendo que tudo que nos passa está dentro das nossas capacidades de vencer, portanto está na nossa necessidade de aprendizado, que como Deus é pai, todos nós somos irmãos. E se somos irmãos, vamos vencendo na medida que vamos compreendendo e exercitando essa relação com o nosso pai, essa relação de amor, de confiança, nós também vamos compreendendo que para aquele que está ao nosso lado, nosso irmão, também nós vamos criando virtudes importantes como a fraternidade, como aquela necessidade de ajudar dentro da sua necessidade, não ajudar conforme eu acho que ele precisa ser ajudado. Então, nós vamos estabelecendo o fim dessas guerras, essas guerras eh do da da nossa materialidade, guerras por posse, guerras movidas pelo
de, não ajudar conforme eu acho que ele precisa ser ajudado. Então, nós vamos estabelecendo o fim dessas guerras, essas guerras eh do da da nossa materialidade, guerras por posse, guerras movidas pelo orgulho, pela vaidade, um ser humano querendo se sobrepor a outro ser humano. Então, essas guerras vão chegando ao fim, porque nós vamos lembrando que o Pai é pai de todos nós. é meu pai, é seu pai, mas também é o pai daquele que se encontra nos presídios. é também pai daquele que se encontra na condição de, né, na rua, com fome. E quando nós olharmos que aquele também é meu irmão, minhas atitudes vão mudar, porque vou estabelecendo esse fim de uma guerra, a guerra do egoísmo, a guerra do orgulho, a guerra da vaidade, que só nos separa um dos outros. Obviamente que no mundo de provas e expiações ainda estamos muito distante desse comportamento, mas isso não significa que nós estejamos impossibilitados de começar a agir assim. E se não conseguimos ainda agir assim, que nós possamos pensar assim, porque primeiro nós pensamos, né? Depois vem as nossas emoções. Nós sentimos, pensamos, agimos através da vontade do nosso livre arbítrio. Tudo é exercício. Então que possamos todos nós ness no dia de hoje refletindo sobre o Pai Nosso, sobre o quanto nós somos irmãos uns dos outros, em qualquer condição que esteja aquele irmão que talvez não teve a mesma oportunidade, o mesmo esclarecimento, ou ainda está desprovido da boa vontade da mudança. Ele também chegará lá, porque Deus é um pai de misericórdia e justo, né? Já nos disse Jesus que nenhuma das suas ovelhas se perderiam. Então, todos nós estamos nesse olhar e nesse cuidar do Pai. que possamos assim termos esse dia de entrega, de aprendermos a confiar que a providência divina é acima de tudo a nosso favor e não contra nós. que nós possamos assim desenvolver melhor as nossas condições intelectuais, as nossas condições morais e termos também instrumento para aqueles cuja oportunidade pode ter sido cerciada por uma necessidade de aprendizado, mas que
volver melhor as nossas condições intelectuais, as nossas condições morais e termos também instrumento para aqueles cuja oportunidade pode ter sido cerciada por uma necessidade de aprendizado, mas que dispondo nós dessas condições, possamos ajudar o nosso irmão, aquele que está ao nosso lado. Então, que Deus, nosso pai de misericórdia, de justiça e de bondade, que a espiritualidade amiga, aqueles que mais perto de nós está para nos lembrarmos dessa bondade, dessa assistência, desse auxílio que não nos falta, do nosso anjo guardião, do nosso protetor, do nosso anjo da guarda, como queiramos chamar, aquele que está agora sim lado a lado conosco, possa nos ajudar nessa caminhada de ao rezarmos Pai nosso que estais nos céus, possamos ser entrega, possamos ser profundo respeito e, acima de tudo, profunda confiança e pé e fé, desculpe, inabalável ao Pai que a todos nos cuida. Assim seja. Agora sigam com o passe virtual. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e
isericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
hos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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