OVELHAS E LOBOS - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 31/03/2026 (há 1 semana) 45:06 148 visualizações

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Transcrição

Vibrando luz, buscando [canto] a ti, buscando [canto] a ti. Obrigado. [música] A comunhão espírita de Brasília. >> เ Senhor, [música] estou aqui para agradecer [canto] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música][canto] de viver, doando amor, vibrando [canto] luz, buscando [música] a ti. Irmãos, queridas irmãs aqui presente, bem como aqueles que nos vem nos ouvem através da rádio televisão comunhão espírita de Brasília. Sejam todos bem-vindos. Muita paz no coração de todos. E nós, a partir de agora vamos estudar um pouco mais a respeito do evangelho de Jesus para que abramos as nossas mentes, a nossa consciência em função das tarefas que são atinentes a nós. seguidores da doutrina dos espíritos, que possamos absorver absolutamente tudo aquilo que viemos buscar. Afastem da mente as preocupações que porventura povoem a casa mental de cada um. Lembrando sempre que a trajetória no planeta provas, expiações, como é o planeta Terra, está sempre a nos exigir ah esforços Hercúlios no sentido de podarmos as nossas mais inclinações. Evidentemente não é uma tarefa fácil, mas Jesus identifica aqueles que se alinham aos processos de libertação e aqueles relutantes, como muito de nós, a humanidade que segue dentro de uma panorâmica de inseguranças, nós sempre buscamos lenit conforto no plano espiritual. Portanto, é o que estamos buscando nesse instante. O tema nada melhor e mais propício do que ovelhas e lobos, que é o tema que nos propomos a explanar na tarde de hoje. E recorremos a ao apóstolo Mateus lá no capítulo 10, versículo 16. 17, quando ele se expressa eh dentro daquele pensamento de Jesus, que diz o seguinte: "Vede, eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos. Sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas. Cuidado com as pessoas, pois vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas ruas. Nada mais atual do que nos dias de hoje. Lembrando da passagem do mestre, a advertência aos discípulos, ela se faz

. Cuidado com as pessoas, pois vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas ruas. Nada mais atual do que nos dias de hoje. Lembrando da passagem do mestre, a advertência aos discípulos, ela se faz extremamente pertinente, porque o que dissera Jesus e captado de uma forma bem clara pelo apóstolo Mateus, ele já adivinha o que aconteceria. lá diante com aqueles que seguiam seus passos. Pois bem, justamente eles, os apóstolos, os escolhidos pelo mestre Jesus, para seguirem os seus preceitos, seguirem os seus postulados, vieram a sofrer à posteriore a as armadilhas que lhe fizeram nessa narrativa que se concretiza de forma plena, porque eles sofreram, evidentemente, perseguição. Então, Jesus foi incisivo nessa advertência. Acá-vos dos falsos profetas, que vem até vós vestido como ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. O perigo não está em que se apresenta como lobo declarado. Que quer dizer isso? Não é aquele que se mostra claramente como uma pessoa que mostra suas intenções. Hoje muitos pregam a verdade segundo a ótica de cada um, tentando iludir aqueles de boa fé, né, os crentes, aqueles que procuram seguir os postulados, preceitos da doutrina espírita. que se mostra na sua inteireza com os postulados do cristianismo. Portanto, é o que Jesus diz, que tem os lobos declarados, aqueles que não conseguem dissimular as suas intenções. aqueles que chegam com aparência de cuidado, palavras suaves, discursos e de espiritual, de impressionar, enquanto por dentro carrega intenção, engano, confusão. Os falsos profetas estão aí, é a característica pelas quais se identificam aquelas pessoas que se dizem portadores do divino, daqueles que conduzem pessoas, maiormente aquelas crédulas, aquelas que seguem sem o devido eh cuidado, sem o devido aprumo, analisando a a estrada que percorre. Então, lobos vestidos de ovelhas não se revelam pelo tom da voz, vejam, mas pelos frutos que produzem. Queremos saber quem é lobo, queremos saber quem são ovelhas. Vamos ver o que eles produzem, o que eles

, lobos vestidos de ovelhas não se revelam pelo tom da voz, vejam, mas pelos frutos que produzem. Queremos saber quem é lobo, queremos saber quem são ovelhas. Vamos ver o que eles produzem, o que eles falam, porque os lobos, como diz eh o apóstolo Mateus, se apresenta como eh aquela serpente que envolve. Quando nós olhamos a figura simbólica do Éden, o que nós percebemos é uma serpente que envolve de uma forma bastante forte Adão e Eva. Isso numa simbologia, evidentemente, eh, em que nós devemos abstrair qualquer situação que nos diz e que convergem para entendermos que eles foram o princípio da humanidade, a raça adâmica, que na realidade não fora. Mas nós precisamos na análise do cotidiano discernimento espiritual. Suspeita não ofende a espiritualidade, né? Não é suspeita, portanto, exagerada se nós eh analisamos profundamente o que nos dizem. Ressalte-se. Quando a presença de alguém gera inquietação, dúvida e desordem, isso já é um grande sinal que devemos nos precaver contra esse tipo de influência. Jesus já alertara com a devida prudência ao afirmar: "Tomar cuidado com os falsos profetas". Lá em Mateus 7:15, Jesus compara esses falsos profetas a lobos. A lobos em pele de cordeiro. Ensina como identificar esses faltos, esses falsos profetas. Como poderemos identificá-los? Jesus diz: "Os reconhecereis pelos seus frutos. O que eles produzem na realidade? Não devemos nos impressionar". E às vezes nos impressionamos com as palavras com que aquelas pessoas se dirigem a nós. O que devemos analisar profundamente é o critério moral. Quando o codificador Kardec afirma que se conhece o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que vida para podar as suas más inclinações, está fazendo uma advertência. Precisamos ter cuidado no roteiro de libertação espiritual, nós devemos eh levar em conta a relevância desses dois componentes: transformação moral, que nós podemos, em outras palavras palavras falar em emburilhamento, em transformação moral, nas palavras sábias

s devemos eh levar em conta a relevância desses dois componentes: transformação moral, que nós podemos, em outras palavras palavras falar em emburilhamento, em transformação moral, nas palavras sábias do antigo filósofo da antiga Grécia, Sócrates, que fala: "Conhece-te a ti mesmo". Não, tudo são advertências. salutares. Vamos ao apóstolo Paulo, que fala o seguinte, conhecido por todos historicamente como um apóstolo da gentilidade, advertiu a comunidade de Éfeso, entre tantas cartas por eles mandadas às comunidades circunvizinha ao império romano, ele manda uma carta a aos a a comunidade de Éfeso, né, sobre lobos, tal qual advertiram o mestre Jesus e que eles viriam e não pouparia o rebanho de Deus. É o que diz o apóstolo, o Paulo. O apóstolo utiliza a semelhança do mestre, a palavra lobo, né, mostrando que há padrões, íncitos, claramente definidos como abusos, né? Olhando para os dias de hoje, os lobos estão soltos, os chamados falsos profetas que se preconizam em nome de Deus e que na realidade eh levam ao engano, a desilusão, a mentira. Então, precisamos nós espírit cautelar-nos a respeito desses processos, porque a miúde eles atravessam a nossa trajetória é exigir do neófito, né, do aprendiz espírita a cuidade, discernimento, no sentido de não ser levado por mentiras que são lançadas ah sobre eh as chamadas verdades. Então, a doutrina espírita, a metáfora ovelhas e lobos, baseada em Mateus 10:16, ilustra a dualidade. Nós não podemos esquecer que o planeta Terra, prova de Peças é um planeta dual. Significa dizer que nos debatemos claramente entre duas forças, entre a força do bem e a força do mal. Então, onde ovelhas representam o espírito puro, ingênuos e lobos malice perigo. A mensagem é clara e adverte a necessidade da prudência e discernimento. Lobos claramente simbolizam pessoas astutas, influenciadores espirituais de ordem inferior. Jesus coloca a seguinte pergunta aos discípulos e ao povo que ouviam. Vejam que mensagem extraordinária do mestre. Ele pergunta e conversando com a

utas, influenciadores espirituais de ordem inferior. Jesus coloca a seguinte pergunta aos discípulos e ao povo que ouviam. Vejam que mensagem extraordinária do mestre. Ele pergunta e conversando com a multidão, que homem dentre vós, tendo 100 ovelhas, perdendo uma delas, não deixa no deserto às 99 e vai atrás da perdida até que venha achá-la? Achando-a, coloca sobre os ombros e chegando à casa, convoca os amigos e vizinho, dizendo-lhes: "Alegrai-vos comigo, porque achei a minha ovelha perdida. Digo-vos que haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por 99 justos que não necessitam de arrependimento. Olha que coisa linda. É uma simbologia, uma metáfora linda, maravilhosa, extraordinária. A ovelha perdida, na realidade representa a humanidade. Nós somos na na representatividade dessa ovelha perdida. Somos nós. Na realidade, o preceito, a exortação, a busca por essa ovelha, Jesus já faz há mais de 20 séculos, né? Nós somos essa ovelha perdida que ainda não encontrou seu aprisco, não encontrou o seu retorno, mas Jesus, como diz de lindamente, de forma eficaz, não se dá por vencido. Entre 99, uma se perdeu, mas ele vai em busca da que se a que perdeu. Então, a humanidade está dentro desse processo em que busca, evidentemente, ampliando a sua consciência divina. Porque quando nós encontramos luz, a luz liberta. Não há mais milindre, não há mais cobrança. Quando o divino entra definitivamente na alma do neófito, ele se coloca pronto para servir. Não há mais retorno nessa jornada. A jornada que se alcança nessa hora é plena, é de libertação. Portanto, a afirmação do mestre de que há mais alegria no céu por um homem que se arrepende de seus atos do que por 99 justos, que se considera como tal, que não necessitam de arrependimento, joga por terra a crença inaceitável da condenação eterna e irremissível das almas. Apaguem. Esse Deus censor, esse Deus que condena, está lá no passado, era fruto da nossa ignorância. Hoje não mais. Vivemos num mundo contemporâneo,

ável da condenação eterna e irremissível das almas. Apaguem. Esse Deus censor, esse Deus que condena, está lá no passado, era fruto da nossa ignorância. Hoje não mais. Vivemos num mundo contemporâneo, onde temos a dimensão correta, perfeita, inabalável do criador. Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, na definição feliz, felicíssima da espiritualidade. Portanto, nós somos obras desse divino. Obras inacabadas. É verdade. Somos obras inacabadas, espíritos imperfeitos, mas fadados, determinados a felicidade. Olha que coisa linda. Iniciamos todo no mesmo ponto, o que mostra a sabedoria e a justiça de Deus. Mas e o objetivo final? A chegada depende de quem, senão exclusivamente de cada um, o que é muito importante, porque às vezes nós nos sustentamos. buscando a nossa bengalinha na trajetória de libertação espiritual. Contudo, o mestre é bem claro ao afirmar que cada um individualmente é artífice, é arquiteto da sua própria felicidade. Portanto, a felicidade que almejamos, aquela verdadeira felicidade, não aquela em que se é sustentado no nos processos da posse, que é efêmera, que é passageira, fugaz, essa não se sustenta em si mesmo. Uma vez esgotado o prazer de eh de que advém dessa conquista, ela se extingue, ela morre em si mesma, ao contrário da felicidade perene que está dentro das nossas virtudes, das nossas conquistas eternas. Então, a parábola da ovelha desgarrada representa o espírito imaturo e imperfeito, que somos do aprendizes, do aprendiz ou dos aprendizes que se afastam da lei divina, da lei natural, portanto, por orgulho, por egoísmo, por vaidade. Jesus é esse pastor que vai atrás das ovelhas, busca esse irmão desgarrado do amor de Deus. Jesus não desiste ninguém. Veja que coisa linda. Não desiste de ninguém. Então, a trajetória da ovelha envolve a reencarnação e provas para a regeneração do aprendiz sobre a lei de causa e efeito. Então, nós temos um postulado aqui importante. Nós estamos falando da lei de causa e efeito. Quando falamos da

lve a reencarnação e provas para a regeneração do aprendiz sobre a lei de causa e efeito. Então, nós temos um postulado aqui importante. Nós estamos falando da lei de causa e efeito. Quando falamos da lei de causa e efeitos, nós estamos sustentando semeadura livre, colheita obrigatória. Então, nós nos lamentamos do erro? Não, uma vez que erramos, vamos fazer envidar todos os esforços no sentido de sermos melhores. Não vale a pena nos penalizar porque erramos. É evidente que lutaremos para não errar. Perseverar no bem é preciso, mas uma vez equivocados não significa que tudo acabou e que nós não temos remissão, que nós não temos salvação. Isso é uma ideia enganosa, do qual não devemos percorrer em face do sofrimento que advém daquele que se autopenaliza. Então vamos buscar essa as claridades, as possibilidades de sermos felizes. A busca da ovelha simboliza que ninguém está perdido para sempre. A reencarnação, instrumento de reparação do erro, oferece novas oportunidades de acerto, permite que a ovelha retorne ao rebanho. A alegria do céu, pelo retorno da ovelha destaca o valor do arrependimento sincero que propicia o processo de cura espiritual. Então, a reencarnação, a bendita reencarnação que mostra o quanto a espiritualidade, o quanto as leis superiores da vida, as leis de Deus são sábias e justas. Ninguém sofre por acaso. O acaso não existe. Portanto, se há sofrimento, mesmo aqueles sofrimento em que não nos parece que tem uma causa justa, nós podemos dizer agora claramente que eu não fiz nada. Eu sou uma boa pessoa, eu não firo ninguém. Isso pode ser correto? Evidentemente que pode, mas o nosso passado, como caminhar no presente descurando-nos de um passado? O passado pertence ao nosso patrimônio espiritual. Se há sofrimento e nós não perpetramos nenhuma violação à lei de Deus na tua existência, temos que buscar o porquê. O porque o s tá no passado, diz o evangelho, o sofrimento em forma de expiação e as provas. O que significa isso? Significa que precisamos eh cumprir com o acordo firmado no plano

que buscar o porquê. O porque o s tá no passado, diz o evangelho, o sofrimento em forma de expiação e as provas. O que significa isso? Significa que precisamos eh cumprir com o acordo firmado no plano espiritual. Firmamos muitas coisas, mas eu não me lembro. Não precisa se lembrar, porque quando deitamos vamos repousar e vem aí que vem os amigos espirituais e mostram para nós os nossos compromissos. Eles estão marcados de forma indelével. Nós pedimos. Ah, eu não queria morar nesta casa. Esses pais eu não gosto porque eles não me compreendem. Você tem o pai que precisa. Se ele é amoroso, é um pai que você precisa. um pai amoroso. Se ele é um pai disciplinador, é porque você precisa de um pai disciplinador. Enfim, ninguém está em casa errada. Precisamos, portanto, lembrar que Paulo, por exemplo, era uma ovelha desgarrada. Vocês lembram? Paulo era uma ovelha desgarrada. Encontrou Jesus já em espírito na estrada de Damasco, convidando a abandonar o fanatismo e a perseguição que fazia aos cristãos. Paulo era um heróz, tenaz perseguidor dos cristãos. Então, para nós, a luz da nossa doutrina querida e consoladora, doutrina espírita, ele era um missionário que superou um passado de erros, perseguidor, para tornar-se um exemplo de serviço do bem, apóstolo dos gentios. Paulo, ovelha perdida, que volta ao aprisco, volta na sua na sua no seu verdadeiro roteiro, a sua jornada. Paulo era um espírito já preparado, muitíssimo preparado. Ele precisava daquelas experiências. Então, a história do cristianismo retrata a figura de Saulo, que mais tarde seria reconhecido como Paulo, o apóstolo dos gentios. Estamos realçando por merecimento a figura extraordinária de palmo, sublime mensageiro de Jesus. A ovelha perdida do aprisco? É a pergunta que eu formulo aos meus queridos irmãos e queridas irmãs. Aquele que se renderia ao mestre Jesus? O que ele fala de uma forma extraordinária na estrada de Damasco, ao deparar-se com a figura alviçareira luminosa do Mestre Jesus? Que queres que eu faça? Que queres que

e se renderia ao mestre Jesus? O que ele fala de uma forma extraordinária na estrada de Damasco, ao deparar-se com a figura alviçareira luminosa do Mestre Jesus? Que queres que eu faça? Que queres que eu faça? Imagine nós aprendizes inseguros, um dia podemos podermos formular essa questão. Que queres que eu faça, mestre? Nós já estaremos dentro desse diapazão, dessa sintonia, dessa afinidade com o mestre Jesus. Isso é muito interessante. Então, tão logo regressou Jesus aos planos de luz. As sementes do evangelho por eles lançadas entre os judeus passaram a sofrer influência do judaísmo. Ebuído dos melhores propósitos e sinceridade, os apóstolos restringiam, contudo o seu trabalho missionário ao povo judeu, condicionado pelos valores educativos da época. O que quer dizer isso? Paulo não tinha essa essa imantação que tinham os apóstolos que ainda estavam submetido aos processos da lei mosaica. Paulo não. Paulo tava bem liberto desses processos. Por isso, ele é conhecido com grande justiça. Quando Jesus vê que o povo hebreu não abre, não, não penetra nas verdades por ele lançadas por seu povo hebreu, o povo escolhido, mostra o Velho Testamento, para receber a as verdades por ser um povo monoteísta, amante de um só Deus, mas eles ainda tinham ranço do da lei mosaica, impregnando-os. Mas Paulo estava liberto, liberto quando Jesus fala: "Vai todos os caminhos, todos os recantos e pregue a minha palavra". Através de muitas cartas aos romanos, aos filipenses, aos Éfesos, todos recebem a carta, porque naquela época andar era preciso, não tinha carro. Então, qual foi a maneira que Paulo encontrou uma das suas cartas, né, a todas as comunidades circunvizinhas ao Império Romano? Então assim foi feito, de cidade em cidade, igreja em igreja, o convertido de Damasco, com seu enorme prestígio, fala alivo, um transigente perseguidor dos cristãos, por não os compreender, mais tarde o convertido. Paulo se transforma no exemplo de superação do orgulho, rendendo-se incondicionalmente ao mestre Jesus.

alivo, um transigente perseguidor dos cristãos, por não os compreender, mais tarde o convertido. Paulo se transforma no exemplo de superação do orgulho, rendendo-se incondicionalmente ao mestre Jesus. alimentação ideal, fazer-se, fazer o mestre conhecido e amado por todos os homens, por todas as pessoas. Mas há uma advertência, a advertência lapidar do mestre. Ele diz: "Sejam prudentes como as serpentes e sem malícia como as pombas. A máxima prudente como as serpentes e sempre como as pombas. Vaticinada por Jesus e abordada na doutrina, instrui-se o equilíbrio entre a sabedoria estratégica para lidar com as dificuldades do mundo, prudência e a pureza das intenções, mansidão, ausência de malícia, simplicidade essenciais para o seareiro aprendiz. Então Jesus, como sempre fazia nas suas narrativas extraordinárias, que ele fazia, né, nas chamadas, parábolas, narrativas curtas, que focava o o cotidiano de simples pescadores, agricultores da época, era aquelas comparações, né, que ele dirigia os apóstolos para agirem com prudência no mundo de relação, sem perderem, evidentemente, a autenticidade, a essência bondosa. Então, Jesus não enganou os apóstolos, disse que eles encontrariam dificuldades como eles encontraram e a forma como se deveria agir diante de enfrentamentos inevitáveis das jornadas. Então o conselho veio, é um conselho que todos nós, ao abrirmos o evangelho encontramos de forma lapidar, prudente como as serpentes. Ou seja, o uso da astúcia cautela inteligência para enfrentar as dificuldades da vida. Discernir o perigo e evitar as armadilhas sem usar malícia ou cometer atos prejudiciais em relação aos semelhantes. Ter bom senso, capacidade de não ser ingênuo diante da maldade. Simples. Outra conduta que o mestre enfatiza como como as pombas representa a pureza do coração, honestidade, mansidão, ausência de intenções maliciosas. A lição ensina a praticar caridade de forma lúcida, sem ser tolo. É ser um trabalhador do bem que valoriza as virtudes alheias, mas

do coração, honestidade, mansidão, ausência de intenções maliciosas. A lição ensina a praticar caridade de forma lúcida, sem ser tolo. É ser um trabalhador do bem que valoriza as virtudes alheias, mas mantém os olhos abertos às dificuldades malícias do mundo. Então, o que diz a nossa querida doutrina espírita? A doutrina libertadora destaca que os discípulos devem ser guerreiro, um guerreiro pacífico, unindo a doçura e a energia, vejam, do amor para realizar o trabalho de evangelização do mundo. O cristão deve ser leal e generoso, mas não tolo. Não tolo. Então, nós sabemos o mundo em que nós gravitamos, o mundo que nós andamos, é um mundo duro, não tem eh só ovelhas, mas absolutamente tem muitos lobos, vazes espreitando o bom lobo que o bom o a boa ovelha que transita dentro de um processo de boas intenções. na prática da caridade, do amor, da paciência, do não julgamento, da tolerância. Então, a mensagem do evangelho, evangelho que nós devemos nos acutelar, mas Jesus não descurou de dizer que nós era o sol da terra, a luz do mundo, sois deuses. Olha, olha a importância disso. Será que nós paramos e refletimos sobre essa assertiva do mestre que é extremamente importante? Vós sois o sal da terra. Não, ele diz ainda o sol foi insípido com que se há de salgar. Então ele tá dizendo, o sal tem que ser puro, bom para salgar o alimento. Assim somos nós, o sal que há de iluminar, há de abrandar o sofrimento humano. Quando Jesus diz, "Não coloque a luz sobre o alqueir, né, mas sobre o velador, ele tá dizendo: "A sua luz tem que mostrar-se." E ele não tá incentivando o orgulho. Jesus está dizendo, "A nossa luz tem que ser colocada para que todos possam alcançar e saber na realidade quem somos nessa nessa jornada espiritual". Então, a doutrina diz: "Cer sal da terra, luz do mundo, né? Deus significa ao espírito seguidor do mestre Jesus que nós temos que influenciar o mundo, não de forma fanática. Bom, tem que seguir o espiritismo, porque o espiritismo é uma é uma religião que é melhor do que a dos

o espírito seguidor do mestre Jesus que nós temos que influenciar o mundo, não de forma fanática. Bom, tem que seguir o espiritismo, porque o espiritismo é uma é uma religião que é melhor do que a dos outros. Não é assim que nós nos colocamos diante da vida. Se alguém vem a nós, nós esclarecemos, mas nós não temos nenhum objetivo senão aquele de dar o exemplo através das nossas condutas. O espírita tem o dever de mostrar-se tal como é. Não só no que afirma: "Eu sou espírita". Ótimo. Mostra o quanto nós amamos a doutrina espírita, mas se não concretizamos, não projetamos, não materializamos essa ideia, então tudo se perde. É lamentável, porque ao depararmos de retorno à pato espiritual, constataremos o verdadeiro fracasso que nos coloca frente à frente com a a nossa individualidade, com o nosso espírito imortal. Então, tenhamos cuidado nessa nessa trajetória. Jesus exorta, portanto, resplandecer a luz das conquistas evolutivas em benefício de si mesmo e dos companheiros de jornada, a espancar o egocentrismo crônico, estabelecendo canais de entendimento e compreensão mútuos. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam vossas boas obras. Não há vaidade aí. É simplesmente dizermos quem somos, que somos aliados desse processo, dessa missão, que somos cooperadores. Menores que seja, nós somos cooperadores da doutrina dos espíritos. Então, fazer luz é transformar os ensinamentos espíritas. em exemplos concretos, no dia a dia, trabalho no anciário do bem, perdoando, ajudando e construindo um mundo melhor. Emanuam em vinha de luz alerta para não esconder as próprias virtudes ou conhecimento por timidez ou egoísmo. Afinal, a pergunta que não quer calar a a nossa reflexão, sou lobo ou ovelha? Eis a questão que precisamos responder. Em verdade, o que nos define a luz da espiritualidade é que somos espíritos mortais. Em processo de graduação espiritual, a metáfora lobo e da ovelha não define uma natureza imutável, escutem bem isso, mas sim o estado atual da nossa evolução moral e as escolhas

mos espíritos mortais. Em processo de graduação espiritual, a metáfora lobo e da ovelha não define uma natureza imutável, escutem bem isso, mas sim o estado atual da nossa evolução moral e as escolhas que fazemos no dia a dia. Portanto, se somos lobos ou se somos ovelhas agora, não significa algo imutável, derradeiro, finalístico. Não é simplesmente um estágio em que estamos vivendo em busca do nosso aprimoramento moral, a nossa graduação espiritual. Então é um processo de aprendizado, né, em que nós vamos ter momentos de comportamento de lobos, mas uma capacidade de se transformar em ovelhas. Teremos uma comportamento de lobo, mas com capacidade de transformar em ovelhas. Então se dá através da nossa reforma íntima via reencarnações sob a evidentemente da lei de causa e efeito. Então nutrimos o lobo. Somos pessoas astutas e manipuladoras, falsamente moralistas. Exploramos a confiança dos outros. Se nutrimos a ovelha, somos pessoas que simbolizam a simplicidade, a confiança e a candura. Jesus ensina que as ovelhas por ele apacentadas devem ser prudentes para não serem devoradas. E aí concluímos para encerrarmos a nossa palestra da tarde de hoje. Evidentemente não somos um lobo ou uma ovelha de forma definitiva. Não somos. Nós estamos em processo de transformação moral. Somos espíritos em evolução. A proposta espírita o autoconhecimento, corroborada séculos antes pelo antigo filósofo da antiga Grécia, Sócrates, e seu discípulo Platão. Conhece-te a ti mesmo. É o autoconhecimento. Precisamos nos conhecer, porque quando nos conhecemos nos libertamos. E quando nos libertamos, libertamos mais o universo de pessoas. Portanto, é uma ferramenta para identificar o lobo interior através do esforço perseverante no bem e no amor ao próximo. Transformar o lobo em ovelha, superando os instintos atávicos e conquistando virtudes latentes na alma. Muito obrigado pelo carinho com que me ouviram. Esperamos revê-los na próxima segunda-feira. Espero que essa mensagem tenha trazido elucidações importantes para o espírito

o virtudes latentes na alma. Muito obrigado pelo carinho com que me ouviram. Esperamos revê-los na próxima segunda-feira. Espero que essa mensagem tenha trazido elucidações importantes para o espírito de cada um. Sigam em paz. E agora vamos para a segunda parte que é o tratamento de passe. Muito obrigado por por todos estarem aqui presente. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia

gério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.

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