OUVIDOS DE OUVIR - Luzardo Silva [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Boa tarde, meus irmãos. É com satisfação que mais uma vez aqui estamos para esse trabalho para mim particularmente é muito importante, que é de compartilhar visões e entendimentos sobre a doutrina espírita, sobre os ensinamentos de Jesus. Nesse nosso querido trabalho de harmonização, antes de iniciarmos com o nosso tema de hoje, vamos fazer uma prece de abertura. para dar sustentação a essa nossa tarefa do momento. Vamos fechar os olhos por alguns instantes para agradecer ao nosso pai maior por essa oportunidade que nós temos de entrar em contato com os ensinamentos do Mestre Jesus através de seus prepóstos que buscam ajudar a nossa compreensão sobre os verdadeiros valores morais que devemos buscar seguir na existência. que com certeza irá facilitar a nossa caminhada, evitando maiores dores e sofrimentos para que assim tenhamos a devida experiência para elevar ou levada a uma condição mais consciente, mais iluminada. Que o mestre Jesus possa iluminar o nosso caminho, iluminar a nossa trajetória e claro daadeidade superior dessa nossa jornada aqui no plano físico. Gratidão, senhor. Gratidão. Muito bem. Então, hoje nós vamos utilizar a obra A Busca do melhor, que foi ditado pelo espírito Hamet ao médium Vanderlei, aliás, Francisco do Espírito Santo Neto. E vamos falar especificamente da lição ou capítulo de número 39 sob o título ouvidos de ouvir. Essa passagem está no Evangelho segundo o Espiritismo, no capítulo 24, item 3, e que diz o seguinte: "Eu lhes falo por parábola, porque vendo não vem e escutando não ouvem nem compreendem". E vamos agora ler o que o Hamed vem a nos dizer sobre essa passagem do Evangelho de Jesus. Ele nos diz: "Nossa arrogância ou receio em muitas ocasiões impede-nos de aceitar novos conceitos tão necessários para o nosso crescimento espiritual. Defendemos ideias ultrapassadas, mesmo quando elas só nos tragam inflexibilidade, unidade e culpa diante da vida. Cada criatura que encontramos traz consigo parte de uma verdade maior. E por não possuirmos todas as respostas,
ssadas, mesmo quando elas só nos tragam inflexibilidade, unidade e culpa diante da vida. Cada criatura que encontramos traz consigo parte de uma verdade maior. E por não possuirmos todas as respostas, precisamos aceitar a mutabilidade de nossos conhecimentos e concepções. Aliás, grangear novas ideias é algo que não vem sem relutância e desconforto. O sábio busca entender aquilo que seu interlocutor está dizendo, não somente pelas palavras, mas também por gestos, expressões e vibração da voz. Infelizmente, deixamos de treinar essa habilidade tão importante. Ficamos presos às nossas deduções sobre aquilo que estamos ouvindo e não vemos os sinais implícitos na fala. Por ser um homem sábio, Jesus nos alertou sobre esta fragilidade. Escutamos, mas não ouvimos. Se se desestituir modo de pensar autodestrutível por um saudável, precisamos ter ouvidos de ouvir. Ou seja, necessitamos desenvolver uma mente empática perante o que o outro diz, obviamente usando o espírito de discernimento. Quem sabe ouvir com clareza percebe a intenção por trás das palavras e dificilmente se deixa levar por elas, sejam de elogio ou crítica. Disse Sigmund Freud: "O homem é dono do que cala e escravo do que pala. Quando Pedro me fala sobre Paulo, sei mais de Pedro que de Paulo. Quando temos ouvidos de ouvir, sabemos que o que falas de mim fala mais de ti do que de mim. Este é o texto. Essa é a interpretação que o espírito Ramedes dá a essa passagem do Evangelho. Repetindo a passagem, eu lhes falo por parábolas, disse Jesus, porque vendo não vem e escutando não ouvem nem compreendem. Vamos então fazer mais alguns comentários adicionais. A isso que o Hamed nos fala na sua interpretação. Primeiro ponto é dificuldade de ouvir. De onde vem essa nossa dificuldade de ouvir? Hã? Escutamos, mas já estamos julgando ou respondendo aquilo que nos é apresentado. É um sentimento de crenças, de ideias, de conceitos que limitam a minha compreensão ou mesmo impedem a minha compreensão daquilo que está sendo apresentado, daquilo que está
ilo que nos é apresentado. É um sentimento de crenças, de ideias, de conceitos que limitam a minha compreensão ou mesmo impedem a minha compreensão daquilo que está sendo apresentado, daquilo que está sendo dito. Quando estamos julgando ou respondendo, estamos fazendo isso diante de um prisma que nós criamos dentro de nós. E através desse prisma que enxergamos aquilo que nos é apresentado. São as crenças limitantes que todos nós temos, fazendo parte da nossa programação mental que nós recebemos desde quando pequenos, desde quando crianças. E a partir dessas crenças limitantes, nós interpretamos aquilo que nos é apresentado. aqueles que estão mais acomodados, que se conformam com aquilo que lhe é apresentado, sem perceber o que de fato tá sendo dito, ele pouco ou nada vai aprender daquilo que lhe é apresentado. pouco vai obter conhecimento adicional, porque também entra outros aspectos além das crenças limitantes que nós falamos. A questão do orgulho, a orgulho intimamente diz: "Pô, quem é essa pessoa? Quem é esse cara? Ou seja lá quem for para me dizer alguma coisa? Eu sou um intelectual, eu leio todos os evangelhos, sei qual estuteado as passagens da Bíblia e por aí vai. Tal que é esse ser a me dizer tal coisa. par um orgulho, nesse caso, um orgulho intelectual, uma certa vaidade, pelo tanto que porventura tem aprendido nas suas leituras. Mas há uma diferença muito grande entre ler e apenas repetir, reproduzir aquilo que está sendo lido. Outra é entender aquilo que está falando. É como fazer uma comparação com papagaio. Ele é capaz de repetir palavras que você diz para ele. Papagaio, eu lhe amo. Ele vai dizer: "Papagaio, eu lhe amo". Mas ele sente isso, ele entende o que é que ele está falando. Muitos de nós estamos nessa condição do papagaio. Ouvimos, entendemos as palavras, mas não o sentido que elas representam. Não há compreensão, entendimento. Um dos primeiros obstáculos é o orgulho que nós acabamos de citar. Quem é você para me dizer algo que eu já não saiba?
lavras, mas não o sentido que elas representam. Não há compreensão, entendimento. Um dos primeiros obstáculos é o orgulho que nós acabamos de citar. Quem é você para me dizer algo que eu já não saiba? Um outro aspecto é aquele que tem medo. Eu estou acostumado com essas crenças desde que nasci, desde a origem, desde a minha família, né? desde a minha adolescência, desde a minha fase de adulto jovem, depois que me casei, então eu continuo repetindo sistematicamente as mesmas atitudes, comportamentos e entendimentos sobre que cerca. E não abre espaço porque eu não quero mexer nisso, eu tô bem, né? É o que a psicologia chama de zona de conforto. Às vezes a situação pode não estar sendo lá muito agradável. Você está passando por um momento de dificuldade, de conflito, de relacionamento difícil, seja ele qual for, uma situação financeira, econômica. Motivos existem aos montes, motivos de preocupação nos cercam a todo instante. E muitas vezes eu ainda tenho medo de buscar entender o que está me acontecendo sobre uma nova ótica. Por exemplo, aquele que acabou de perder um ente querido e que não tem a compreensão de vida pós morte, não tem entendimento de reencarnação, de sobrevivência do espírito após a experiência encarnatória, essa pessoa, ela fica num sentimento de perda profunda, fica num sentido de inconsolável, perdeu alguém para sempre. E se foi um pai ou uma mãe que perdeu um filho e muitas vezes esse filho não era muito bem encaminhado na vida, fez escolhas erradas, prejudicou pessoas além dele próprio e veio a partir no meio dessa turbulência. Que preocupação não fica para esses pais? Meu filho foi tão cedo, mas partiu numa situação difícil, complicada. E começa a orar, tá? Começa a a pedir a a Deus que não não o leve para o inferno e coisas desse tipo. São crenças. Já se tiver abertura, vai buscar entender o que houve. Por que que partiu tão cedo? Como ele está? Um dos trabalhos, por exemplo, que o Chico fez durante um bom período de tempo, foi as cartas psicografadas de
er abertura, vai buscar entender o que houve. Por que que partiu tão cedo? Como ele está? Um dos trabalhos, por exemplo, que o Chico fez durante um bom período de tempo, foi as cartas psicografadas de entes queridos. Muitas mães, pais iam às sessões em que o Chico fazia psicografia de mensagens de pessoas que haviam partido para trazer conforto. Ó, pai, mãe, eu estou bem. Eu já havia cumprido a minha missão, a minha experiência de vida, por isso eu parti. Não se preocupem. você tem ouvidos de ouvir, você vai entender que essa mensagem ela é reconfortante. Ela é uma forma de dizer: "Eu estou seguindo a minha vida. A minha vida continua, não acabou. Sigam vocês as suas da melhor forma possível. Mas para entender essa mensagem, eu tenho que ter ouvidos de ouvir, abertura. Senão vou dizer: "Ah, não, isso aí é invenção, isso é coisa do demônio que está falando ali para me enganar. crenças limitantes gera dois sofrimento. E isso também está atrelado a esse outro componente que cria dificuldade de ouvir, que são essas crenças que estamos comentando agora, são essas ideias prontas, essas concepções pré-estabelecidas e que delas você não pode se afastar porque é a tal da zona de conforto. Bem ou mal, eu vivi minha vida toda até aqui e tô vivendo. vai eu mudar de rumos. O que que vai me acontecer? É o medo. Medo de mudar um entendimento, uma concepção, uma ampliação da consciência e do discernimento. Outra coisa que o Ramédio nos fala é que ter ouvidos de ouvir é ouvir além das palavras. Agora é uma colocação no sentido daquele que assiste alguém apresentar, falar algo. Pode ser num palestra, como nós estamos aqui fazendo, nessa harmonização, pode ser uma conversa pessoal com alguém, num diálogo ou, né? Então, ouvir além das palavras. E como assim? Eu tenho que ter o meu discernimento sobre aquilo que tá sendo dito, observar o tom de voz da pessoa, a emoção que ela está tentando ter naquele momento e que possível intenção ela tem. Vamos dar um exemplo. Uma pessoa chega para você toda chorosa, se lastimando.
dito, observar o tom de voz da pessoa, a emoção que ela está tentando ter naquele momento e que possível intenção ela tem. Vamos dar um exemplo. Uma pessoa chega para você toda chorosa, se lastimando. Ah, eu fiz uma coisa errada. Eh, eu eu discuti, briguei com o meu pai ou minha mãe. Eu me desentendia em casa para uma confusão terrível. E eles não me entendem. Eles querem me impor uma vida, etc. Você tá ouvindo aquilo, você tem umação, tudo bem. Aí você que ah não, porque e eu tenho direito de viver a minha vida. Com certeza, né? Com certeza. Eu ainda sou jovem, mas eu já tenho direito de fazer escolhas. Concordo também. Você tá ouvindo, tu não tá falando, você tá ouvindo, ó, percebendo aquilo que a pessoa quer colocar. E aí mais adiante, só porque eu comecei a a fumar e a beber um pouco quando eu saí com meus amigos, só uma vez que eu cheguei em casa tonto, quebrei algumas coisas, não sei o quê, eles estão fazendo maior confusão por conta disso, uma besteira, não sei lá o quê e tal. Aí você já vai começando a observar o conjunto daquilo que tá sendo dito, aquela forma dele falar, dizer que ele tá sendo injustiçado, colocando aquela emoção, às vezes até chorando para se colocar num papel de vítima, é emoção. E qual é a intenção dele? querer o meu apoio tão somente sem ser questionado naquilo que ele havia feito de errado para si e até paraa família. Será que ele entrou em casa e fez besteira, quebrou coisa por conta desse problema da bebida ou sei lá mais o que que ele tem. Então ele não quer aceitar isso. Perfeito. Então, qual é a nossa ou qual deveria ser ou deve ser a nossa atitude, nosso comportamento? Observar com discernimento, com empatia. a empatia no sentido de buscar entender o outro, o que sucede com ele de fato, o que está passando com ele no seu íntimo. Você tem essa condição de mais ou menos se colocar no lugar do outro, né, essa empatia no sentido de buscar entender o que está acontecendo. É um ato de caridade. você está procurando interagir com aquela pessoa no sentido de poder
ou menos se colocar no lugar do outro, né, essa empatia no sentido de buscar entender o que está acontecendo. É um ato de caridade. você está procurando interagir com aquela pessoa no sentido de poder orientar, se possível for, aconselhar de alguma maneira para, se não resolver o problema, ajudá-lo a resolvê-lo mais adiante. Perfeito. Então, podemos entender como uma atitude empática, como uma atitude de caridade para com o próximo, de ouvir, de buscar entender e, se possível, se tiver no nosso nível de entendimento e se tiver oportunidade para isso, aconselhar, orientar, amparar. No caso desse rapaz, mas se você conversar com seus pais, será que você não tem condições de buscar entender que você realmente precisa ter sua experiência? Mas também você tem que entender o lado deles. Você tomou uma para seus pais, você quebrou coisa na sua casa, você tirou harmonia do ambiente familiar. Será que essa é a melhor forma de você proceder? Só porque os outros seus amigos fazem, será que é o melhor que você deve fazer? Não é melhor você buscar entender também o ponto de vista dos seus pais. Será que ele está querendo o seu mal? Eles estão querendo o seu mal ou eles estão querendo ajudá-lo para que você tenha uma vida mais tranquila, mais digna? É, é uma maneira de você abordar essa questão. Então isso permite que a gente, ao ouvir bem, evitar conflitos e melhorar os nossos relacionamentos. Porque eu poderia tomar as dores dos dos pais deles. Você está errado, né? Você é um vagabundo. Você só quer beber, qual é a posição do outro? vai ficar na defensiva, não vai ouvir nada. Quer dizer, ele vai ouvir, mas não vai aceitar nada do que você está dizendo. Então, uma atitude empática, você se coloca ao lado dele no sentido de ajudá-lo para que ele possa também ouvir o que você tem a dizer, tá? Veja que beleza essa mensagem que Ramed nos traz ao interpretar a passagem que Jesus nos legou. Portanto, um outro aspecto a a termos a considerar nesse desse texto, dessa interpretação do Ram
er, tá? Veja que beleza essa mensagem que Ramed nos traz ao interpretar a passagem que Jesus nos legou. Portanto, um outro aspecto a a termos a considerar nesse desse texto, dessa interpretação do Ram é que muitas vezes falando no sentido amplo, o outro que fala revela mais sobre ele do que sobre quem ele fala. Bom, o que quer dizer isso, né? É comum, né, esse entendimento que a psicologia nos traz. O outro é o espelho de nós mesmos. Tendemos a observar nos outros aquilo que temos em nós, aquilo que consideramos relevantes, aquilo que praticamos. Por isso vou dar um outro exemplo. É tão difícil para muitas pessoas entenderem um verdadeiro gesto de caridade. Alguém que se compadece de outro, qual seja a situação, por exemplo, uma situação mais comum, um auxílio, uma assistência. Alguém está passando por necessidades graves, tá na rua às vezes passando graves privações, você vai lá ver se compadece, tem misericórdia por aquela pessoa ou vez até um grupo e você quer ajudá-lo. Então, somente aliviar uma parte daquele sofrimento. Então você vai lá, pega na sua própria dispensa em casa coisas que você iria consumir. Olha o sacrifício, né? Mas é um sacrifício amoroso. Você retira alguns itens, né, da sua feira, da última feira que fez, para dividir e compartilhar com aquele que nada tem naquele momento. Você não vai resolver a vida dele, sem dúvida. Mas com certeza você vai trazer um alento, um ânimo, vai também ajudar a autoestima daquela pessoa. Ela vai perceber que ela tem algum valor, porque alguém se preocupa comigo, é capaz de me trazer uma cesta básica, alguns alimentos para que eu consiga sobreviver por mais algum tempo, alguns dias, enquanto eu tenho tempo para buscar outras alternativas, outras formas de resolver o meu problema. Então você tá trabalhando autoestima. Mas como você faz isso? Você faz isso de uma maneira verdadeira de Deus. Você tirou do seu necessário. Esse é é a maior doação que nós podemos ter em nossa vida. Edard si dado seu às vezes necessário
Mas como você faz isso? Você faz isso de uma maneira verdadeira de Deus. Você tirou do seu necessário. Esse é é a maior doação que nós podemos ter em nossa vida. Edard si dado seu às vezes necessário e não apenas do seu péfo. Não que você tenha sempre tirado seu necessário, se você tem muito mais do que precisa, mais fácil é para você poder compartilhar, poder ajudar a quem necessita. Especificamente, estamos falando num caso de um auxílio material, mas aí tem formas de como você vai fazer isso. Eu vou lá, levo isso, entrego aquela família, tal, beleza? Só que tem uma outra pessoa que está observando aquilo que eu estou fazendo. E aí, ao observar, vai falar para outra pessoa aquela ação que eu realizei numa atitude típica de fofoca, tá? Ou fulano ou fulana, você viu o que aquele rapaz fez? Ele foi lá, fez aquela doação. Eu acho que ele tá fazendo aquilo ali para aparecer, né? Ele quer aparentar ser uma pessoa boa, mas ele tem segundas intenções. Ele tá querendo alguma coisa, ele tá querendo levar algum tipo de vantagem. tá querendo que seja como eu vi para fazer elogios para ele, para melhorar alguma coisa paraa vida dele. Ele tem interesses que não é apenas aquele de auxiliar ao próximo. Se aquela pessoa que ouviu a fofoca não tem ouvidos de ouvir, vai acreditar naquilo que aquela pessoa está dizendo. Então somente ela não tem discernimento para ouvir e interpretar adequadamente aquilo que está sendo dito. Aquela pessoa que está falando mal, ela é movido pela inveja, porque ela já faz um julgamento. Olha quantos julgamentos estão acontecendo a ele. Ela observou aquele ato e já considera aquilo dali falso. Ela nem conhece às vezes ou não tem uma proximidade maior com aquela pessoa para entender o motivo que levou aquela pessoa a agir daquela forma. Ela já julga e condena. Por quê? Porque no lugar dela, ela só faria aquilo se tivesse algum ganho, se aquilo satisfizesse algum interesse pessoal dela. Então, se ela é assim, por que que os outros são diferentes? Todos vão fazer a mesma coisa.
lugar dela, ela só faria aquilo se tivesse algum ganho, se aquilo satisfizesse algum interesse pessoal dela. Então, se ela é assim, por que que os outros são diferentes? Todos vão fazer a mesma coisa. vão só agir por interesse, não entende a caridade de coração feita com amorosidade. Então, voltando ao que diz aqui o Ramédio, o outro fala mais de si próprio do que sobre quem ele fala. Então, essa pessoa que foi lá fazer a fofoca, ela tá muito mais falando dela, da discrença dela, de que ninguém é capaz de fazer a caridade sincera. porque ela não faria. Então ela está se mostrando e é isso que quem está ouvindo a fofoca tem que ter o discernimento para para entender aquilo que ela está comentando não corresponde à realidade ou pelo menos não há toda a verdade porque caberia essa pessoa se ela tem interesse, ela pode também não ter interesse, mas se ela tem interesse, ela ir lá até conversar com aquele irmão. que foi fazer aquele ato de caridade, por que ele fez, qual foi o problema que buscar entender, ter empatia com a ação do outro para aí então assimilar uma nova perspectiva. Então é possível, é possível mesmo alguém agir de forma caridosa. Ela não está, depois de ter conversado, ela não está buscando nenhum tipo de reconhecimento ou de retribuição. Ela apenas agiu por um sentimento de misericórdia, de compaixão, até mesmo naquela condição de se colocar no lugar para com o outro, de ser tratado de maneira semelhante se ela estivesse passando por aquela limitação, por aquela dificuldade, não é verdade? Não fazer ao outro aquilo que não gostaria que ele fosse feito. Então, se eu estou passando um momento de dificuldade, como você gostaria de ser tratado? com empatia, com bondade, com misericórdia ou com indiferença em relação ao que você está passando nas mais diversas situações. Falei num exemplo material porque é mais fácil na nossa intenção, mas tudo tem a ver e muito mais até profundamente em questões de ordem emocional que todos nós passamos. Portanto, e para nós
tuações. Falei num exemplo material porque é mais fácil na nossa intenção, mas tudo tem a ver e muito mais até profundamente em questões de ordem emocional que todos nós passamos. Portanto, e para nós concluirmos essa nossa harmonização, eu apenas coloco três pontos para que os irmãos possam refletir mais profundamente. Leiam essa passagem, né, que está, como disse, no Evangelho, ouvidos de ouvir e busquem observar especificamente três aspectos. Humildade. Só sendo humilde eu tenho abertura para aprender algo. O orgulhoso não aprende nada porque ele acha que sabe tudo. Empatia. Buscar compreender aquilo que o outro lhe apresenta, até mesmo se colocando no lugar dele para tentar entender e, se possível, ajudar. E equilíbrio, que às vezes aquela crítica é diretamente a você. Às vezes ele vem falar com você. Aquele fofoqueiro, por exemplo, poderia ter ido falar com aquele que fez a ação caridosa. Dizia: "Ah, você tá agindo com hipocrisia, você tá querendo aparecer, você está querendo fazer isso assim para que as pessoas faz uma crítica. com essa crítica procede, não procede. Então você tem que ouvir, entender o que esse irmão está dizendo e se for verdade buscar mudar a sua atitude, seu comportamento. Se não é, é um sorriso. Agradeça a sinceridade, siga adiante. Bom, meus irmãos, era isso que nós tínhamos para conversar hoje. Agradeço muitíssimo a atenção de todos e aguarde mais alguns instantes que logo em seguida teremos o passe virtual. Uma excelente semana para todos e que o nosso pai maior nos abençoe agora e santo. A finalidade, auxiliar [música] a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado.
gia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha [música] a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo [música] e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o [música] amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e [música] familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra
nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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