OS ESPIRITOS DURANTE OS COMBATES – QTS. 541 a 548 [O LIVRO DOS ESPIRITOS]
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o valor [música] dessa missão foi nessa que aprendi, toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Oi pessoal, tudo bem? Estamos nos reunidos mais uma vez para uma noite de quarta-feira para o estudo do O Livro dos Espíritos. Livro dos Espíritos é a obra basilar da doutrina espírita. Quem a estuda, quem a compreende, tem todos os mecanismos para entender a doutrina. poderá ir buscar detalhes, acrescentar pontos, observações, exemplos, né? Mas o princípio, a logicidade está ali. Então, para quem quer conhecer a doutrina espírita, é o livro dos espíritos. Os pilares estão ali. O demais é uma construção que virá e está vindo no tempo e no espaço. Na noite de hoje, nós estamos avançando já meio que concluindo a intervenção dos espíritos no nosso plano existencial de espíritos desencarnados, no nosso plano de espíritos encarnados, porque somos todos espíritos. Toda consciência, todo ser pensante, toda inteligência é espírito. Então é deles para nós, porque nós somos tutelados pelo mundo espiritual. A gente pode achar que estamos sós ou que somos o centro do universo. Nada disso. Nós somos um pontinho, uma estrelinha no firmamento, né? Um pontinho. E aqueles que nos antecedem em experiências, em aprendizado, em desenvolvimento, tem como responsabilidade, nós já estudamos isso, cuidar de nós. Então é essa intervenção que nós estamos estudando. Vamos nos preparar. Nós vamos fazer uma leitura preparatória. Eu escolhi o livro Estude Viva. Esse livro tem é psicografia de Chico Xavier e Valdo Vieira e dois espíritos comunicarem, Manré Luiz. Em todo capítulo, primeiro texto de Emmanuel, o segundo de André Luiz. Eu pego de André Luiz chamado resguardar-se, que é sempre bom para nós lembrarm-nos de como eu me mantenho em paz, em saúde, em equilíbrio, não me deixo cair, como dizia o ditado antigamente, não deixar a
ego de André Luiz chamado resguardar-se, que é sempre bom para nós lembrarm-nos de como eu me mantenho em paz, em saúde, em equilíbrio, não me deixo cair, como dizia o ditado antigamente, não deixar a peteca cair diante de fatos da vida que nos blindam de forma positiva para que os acontecimentos que devem ser sempre aprendizado e renovação não sejam lidos e traduzidos e compreendidos por nós, como qualquer fato ameaçador, desto que nos traga algum tipo de preocupação exacerbada. Então, resguarde-se, diz assim: "Resguarde-se dos tentáculos do desânimo com a prece sincera". Eu vou fazer um resuminho, fazer um jogo de palavras. Sentiu desânimo. Oração. Das arremetidas da sombra com a vigilância efetiva. Ataque das forças infelizes. Atenção. Orai e vigiai. Dos ataques do medo com a luz da meditação. Medo, pânico, ansiedade. Pare e pense acenda a sua luz interior. Dos miasmas do tédio com serviço incessante. tá cansado, tá enjoado da vida, a comunhão tá cheia de serviço, pode vir. Tá aqui. Estamos esperando voluntários de braços abertos em todos os setores, tá? O tédio passa rapidinho, é só se apresentar lá na portaria que tem serviço demais para cada um de nós. Das nuvens da ignorância com a bênção do estudo. Dispensa comentários, né? estudo para nos tirar o desconhecimento, porque o desconhecimento gera medo. Nós só temos medo do desconhecido, das lavaredas da revolta com a fonte da confiança. Discemos há pouco, se você entende a vida, você não vai se revoltar. Você sabe que tudo é aprendizado, é um estímulo, uma coisa que vem te movimentar. Se você se equivocar, você vai dizer: "Não, eu sou infeliz. Eu sou uma pessoa esquecida. Ninguém me ama. Ninguém me quer aquela história. Das labaredas, a revolta com a fonte da confiança. Das armadilhas o fanatismo com a fé raciocinada. Fanatismo, fé cega. Não pense, estude. Deus é para ser compreendido. Deus é para ser amado, vivenciado. Das águas mortas do estacionamento com trabalho constante e desinteressante no bem. A vida estagnou. renove por meio da
pense, estude. Deus é para ser compreendido. Deus é para ser amado, vivenciado. Das águas mortas do estacionamento com trabalho constante e desinteressante no bem. A vida estagnou. renove por meio da ação. Cada espírito traz em si as forças ofensivas do mal e os recursos defensivos do bem na marcha da evolução. Nós sempre estudamos aqui, né? Todo mundo tem aquele anjinho e aquele diabinho. Um dia a gente resolve ouvir um, mas infelizmente alguns dias a gente resolve ouvir outro. Quais dias que a gente vai se dar melhor? Quando ouvimos o bem, né? A escolha é nossa. A vitória do bem. Por quanto seja fatal, depende pois do livre arbítrio de cada um. Um dia seremos felizes porque essa promessa do Pai, mas você pode antecipar sua felicidade. Ela não tem que esperar, você não tem que sofrer, sofrer, sofrer até chegar aquele dia. Não, comece aqui agora. é uma escolha sua. Assim sendo, para a sua felicidade, resguarde-se de toda contemporização com os enganos que nascem de você mesmo. Não se justifique nos seus erros. Seja muito honesto com você mesmo. Eu estou errado. Eu tenho que modificar ou pedir desculpas ou pedir perdão. Vamos então agradecer a Deus por esse por esse mais esse encontro. Estamos unidos, estamos aqui para aprender. Sairemos aqui com mais conhecimento, mais renovados, além da assistência esplendorosa do mundo maior que se faz presente, que toda atividade numa casa espírita é terapêutica. Quem está aqui estudando tá se reequilibrando. Corpo, espírito, mente e coração. Tudo é um pacote completo na casa espírita. Então, quem está aqui, receba toda a assistência do mundo maior e agradeça a Deus com muito amor por isso, porque Deus é amor. Agradeçamos a Jesus por mais essa noite de fraternidade, de paz, de união, onde compartilhamos informações, ensinamentos, os palestantes se preparam e estudando eles aprendem e nos trazem essas informações. E tudo é uma troca, troca positiva de valores que vão nos conduzir da melhor forma possível para o nosso caminhar ao
s palestantes se preparam e estudando eles aprendem e nos trazem essas informações. E tudo é uma troca, troca positiva de valores que vão nos conduzir da melhor forma possível para o nosso caminhar ao infinito. E aos espíritos amigos, eles são responsáveis de nós estarmos aqui em nome de Jesus. nos deram uma doutrina, nos pedem que estudemos sempre, que nos iluminemos sempre e são eles que estão aqui cuidando já de cada um que sentou, que tá se harmonizando, se sintonizando, já começa a aproximar, ver como é que você está, como que tá passando. Antes que você pense em pedir, eles já estão te trazendo tudo que você necessita. Lembrando que para recebermos mais, é importante termos uma luz interna, porque a lei é a cada um segundo as suas obras. Tornemoos merecedores de mais e de melhor para nossa vida, por meio de instalação do bem em nosso coração. E assim com a bênção de Bezerra de Minezes que guarda essa casa, Ismael Brasil, do nosso patrono instrutor Alexandre que a gente que nós manejamos como dirigente espiritual desse grupo, nós pedimos permissão para o início dos trabalhos, saudando também aos que nos acompanham nesse momento pela TV Rádio Comunhão e os que nos assistirão em algum momento pelas redes sociais. Igualmente, que toda vibração de amor e paz que aqui agora sentimos seja compartilhado com todos os irmãos. que estão pelos meios eletrônicos e virtuais. Que assim seja. Bem, nós estamos vendo a intervenção dos espíritos na na nossa vida. Até na natureza nós vimos a chuva que tá caindo aí, um terremoto ali tem influência da espiritualidade. Estudamos isso enquanto passado. E hoje Sérgio Castro vai falar sobre os combates. >> Será que o Sérgio Castro vai falar só de guerra durante os combates? Será que combate também não é partidarismo, facções religiosas, polarização política, né? Será que os espíritos gostam de ver as coisas pegando fogo ou gostam da paz? Vamos acompanhar então os espíritos durante os combates com nosso irmão Sérgio Castro no avanço desse tema.
o política, né? Será que os espíritos gostam de ver as coisas pegando fogo ou gostam da paz? Vamos acompanhar então os espíritos durante os combates com nosso irmão Sérgio Castro no avanço desse tema. Queridos irmãos, boa noite a todos. Jesus nos abençoe. Neste estudo da noite, não é uma palestra propriamente dita. Vamos examinar os espíritos nos combates, ampliando a noção de que muitos de nós vivemos em conflitos e os espíritos que nos acompanham, dependendo da moralidade, da evolução, nos estimulam às vezes a reação violenta, a discussão interminável, mas os espíritos que nos amam nos protegem, nos sugerem pacificação íntima, diálogo fraterno. Mas na revelação de O livro dos espíritos, nós temos nove perguntas sobre os espíritos durante os combates. Vamos lembrar do contexto. Estávamos na França na década de 1850 para a frente. Napoleão i estava em guerra na Crimeia. Havia uma reação da sociedade francesa que não queria este conflito bélico. Mas Napoleão I queria criar um segundo império, dando sequência a Napoleão Bonaparte 20, 30 anos antes. Então, era um assunto momentoso. Por isso, no capítulo 9o do livro segundo, perguntas 541 até 548, Kardec faz algumas perguntas aos espíritos. Quando estamos combatendo alguém, seja numa guerra, seja num conflito urbano, seja numa disputa político, como os espíritos que nos assessoram, que nós atraímos, como é que eles se comportam? A primeira pergunta é a básica. Durante uma batalha, então Kardec está colocando a trincheira. Naquela época havia a luta nas trincheiras. Há espíritos que sustentam e que amparam as duas forças que se combatem. Pergunta interessante. Se os espíritos, meus amigos, me estimulam, eles também, os espíritos amigos do meu adversário, o estimulam também? E os espíritos respondem sim e estimulam a coragem de seus assistidos. Como no mundo antigo, na mitologia, os antigos diziam que determinados deuses utilizavam os mortais da terra para se combaterem com os mortais da terra de outros deuses adversários. era
us assistidos. Como no mundo antigo, na mitologia, os antigos diziam que determinados deuses utilizavam os mortais da terra para se combaterem com os mortais da terra de outros deuses adversários. era um símbolo. Então, pela pergunta 541, os espíritos com quem sintonizamos em uma situação de conflito influenciam a nosso comportamento, as nossas ações e reações. E aí Kardec então concentra no momento tormentoso da sociedade francesa. 542 numa guerra, a justiça está sempre de um dos lados. É interessante essa afirmativa de Kardec. Numa guerra, a justiça está sempre de um dos lados. Será que quando dois países entram em conflito bélico, um deles está com a justiça e o outro não? Não será que ambos os países não tiveram condições de superar as suas adversidades pela diplomacia, pelo diálogo fraterno, pelas negociações nas mesas diplomáticas? Mas ele pergunta dessa maneira: "Se numa guerra a justiça está sempre de um dos lados, como pode haver espíritos que tomem partido dos que lutam por uma causa injusta? Por exemplo, uma nação invade outra nação com objetivo de retirar da outra nação as suas riquezas, minerais, ouro, petróleo, lítio, substâncias importantes para o comércio, sem que tivesse havido nenhuma ameaça, nem algo feito pela outra nação. É uma injustiça. Entretanto, os espíritos na batalha assessoram os seus assistidos dos dois lados, tanto da nação que foi invadida como da nação invasora, estimulando, como disse na questão anterior Kardec, a sua coragem. Mas na resposta da 542, os espíritos começam a aprofundar o que acontece. Sabeis perfeitamente que há espíritos que só procuram a discórdia e a destruição. Então, a humanidade da Terra tem um grande percentual de espíritos, tanto encarnados, mas a grande maioria desencarnados, que lutam, que pugnam, que querem a destruição, o conflito, não estão tocados pela mensagem da existência do ser, da criação de Deus, com amor a cada um de seus filhos. tão presos às suas visões, seus princípios, seus pontos de vista e suas
ruição, o conflito, não estão tocados pela mensagem da existência do ser, da criação de Deus, com amor a cada um de seus filhos. tão presos às suas visões, seus princípios, seus pontos de vista e suas ambições. Então, esses espíritos não estão importando se o exército ou os soldados que eles estão estimulando estão realizando uma guerra que tenha um sentido mais justo ou menos injusto. Ou não, eles não se importam com isso. Esses espíritos procuram a discórdia e a destruição. Para eles, guerra é guerra. A justiça da causa pouco os preocupa. Mas você já vem que isso é um estado típico de uma humanidade atrasada moralmente. Guerras, conflitos bélicos, os conflitos urbanos nas grandes cidades, os protestos violentos. Os atentados terroristas, que são muito comuns ainda aqui na Terra, dizem que nossa humanidade ainda está muito presa ao sistema de expiação e provas, de erros e reparações. Erramos muito numa encarnação, na outra sofremos mais. E na outra, ao sofrermos, aprendermos e diminuirmos as nossas ações nefastas, violentas, injustas, na outra viremos com mais serenidade. Todos nós que aqui estamos encarnados e muitos dos desencarnados já passamos por este período de evolução. Tenho certeza que agora todos nós aqui desejamos a paz, a paz interior que começa dentro de nós, a paz familiar, a paz social, a paz internacional. Todos nós queremos um mundo melhor, mas há 200, 300 anos atrás, talvez nós estivéssemos ainda ou encarnados ou desencarnados nesse time dos que gostam de combater, de destruir, de dominar os outros, de impor a sua vontade, o seu ponto de vista e isso gera muitos conflitos. Na 543, pergunta Kardec: "Alguns espíritos podem influenciar um general quando está concebendo seus planos de ataque?" "Sem dúvida, dizem os as entidades venerandas, esses espíritos são adversários daquele general e querem que ele tenha insucesso na sua campanha militar. Então eles procuram atrapalhar ou procuram induzir nos planos de ataque ou de defesa o comandante ou o comando todo para que
s daquele general e querem que ele tenha insucesso na sua campanha militar. Então eles procuram atrapalhar ou procuram induzir nos planos de ataque ou de defesa o comandante ou o comando todo para que eles adotem medidas errôneas, influtíferas e prejudiciais ao seu próprio exército. Mas aí é uma questão mais limitada às personalidades. Aquele comando está assessorado por espíritos adversários de cada um deles e que nesta questão Kardec aborda esta situação e essa condição nas relações humanas. Sem dúvida alguma, os espíritos podem influenciar nesse sentido, como também em relação a todos os outros sentidos. É só nós retornarmos à questão 459. Os espíritos influenciam nos nossos pensamentos e nos nossos atos da vida? Pergunta Kardec e a resposta é impressionante. Influenciam de tal maneira que às vezes são eles que vos dirigem à vida. Então você ainda não construiu dentro de si aquela defesa, aquela experteza do raciocínio, aquele hábito de refletir e meditar no que pensa, nos seus princípios, nos seus pontos de vista e vai aceitando qualquer ideia que vai chegando. E aí você acaba sendo um comandado em vez de comandar. 544. Os espíritos maus podem induzir esses comandos a elaborar planos errôneos a fim de os levarem à derrota. é uma consequência da anterior. Se eles têm acesso e conseguem ludibriar o livre arbítrio e o livre pensar do comando, eles conseguem êxito nos seus intentos. Vão fazer a o planejamento bélico mergulhar num fracasso total, às vezes levando a derrota. Mas advertem os espíritos. Eles têm o seu livre arbítrio, aceitam as ideias porque querem. Seu juízo não lhe permite distinguir uma ideia justa de uma ideia falsa, sofrerá as consequências e melhor faria se obedecesse em vez de comandar. Neste caso, é preciso que o comando que tem em suas mãos a vida de milhares e milhares de soldados tenha o bom hábito, o bom juízo de pensar e de refletir muito nas ideias que lhe chegam, para que não sejam objeto de ideias de terceiros que vão trazer para si e para os seus
s e milhares de soldados tenha o bom hábito, o bom juízo de pensar e de refletir muito nas ideias que lhe chegam, para que não sejam objeto de ideias de terceiros que vão trazer para si e para os seus comandados um grave prejuízo. Nós temos visto na história grandes batalhas em que o exército que tinha um número muito menor do que o outro conseguiu um êxodo inesperado. Grandes legiões militares em batalhas com pequenas legiões foram derrotadas no decurso de toda a história da Terra. Não seria um caso dessas influências. Agora, um outro ponto de vista para o comandante de tropas. Pode um general algumas vezes ser guiado por uma espécie de segunda vista, por uma visão intuitiva que lhe mostre previamente o resultado de seus planos? responde os espíritos. Isso se dá geralmente com os homens de gênio. Uma clarividência, uma capacidade de analisar condições, circunstâncias, locais, números, tempo. Às vezes o tempo é grande importante, de grande importância numa batalha. E esses têm essa visão intuitiva ou essa capacidade de prever. tomada determinada decisão e medida, o que ela irá poder proporcionar em vantagem para o seu grupo? Essa inspiração, essa visão diferenciada, também recebe a cooperação de espíritos que o dirigem e que se aproveitam das suas faculdades, as faculdades de que ele é dotado. Os espíritos fazem a conexão vibracional e por eles, por essa conexão, eles vão passando uma visão muito mais ampla, porque o espírito desencarnado tem uma vantagem muito grande sobre os encarnados. Espíritos desencarnados superiores tem uma grande vantagem sobre os encarnados. A sua visão é muito mais ampla, muito mais precisa. E alguns espíritos mais superiores têm a preciência. Como Jesus tinha, ele previu 45 anos antes ou mais a queda do templo. Ele havia acabado de pregar no templo de Jerusalém. sai com os 12 e os 12 afastando-se, subindo para o monte das oliveiras e vendo a grandeza do templo. O templo tinha as paredes externas com o mármore da melhor qualidade do mundo.
templo de Jerusalém. sai com os 12 e os 12 afastando-se, subindo para o monte das oliveiras e vendo a grandeza do templo. O templo tinha as paredes externas com o mármore da melhor qualidade do mundo. Quando o sol se inclinava e batia, elas refletiam por quilômetros a luz do sol. Era uma coisa majestosa realmente. Então os apóstolos dizem: "Senhor, vede as edificações do nosso templo". Que maravilha. Jesus olhou, sorriu e disse: "É, mas em verdade, em verdade eu vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada." Uma preciência. No ano 70, após 2 anos de cerco, o general romano Tito invade Jerusalém, destrói tudo e põe tudo no resto do chão, inclusive o templo, conforme Jesus havia previsto. É uma condição de espíritos que já conquistaram nas lutas a permissão divina de ter conhecimento do futuro. aqui muito menor é uma visão inteligente, uma clareidência, uma conceituação de que fazendo algo, fazendo algo X, inevitavelmente algo Y irá ocorrer, o que dá uma certeza ao comando da tropa. Aí vem as as perguntas que mais nos interessam para a doutrina no tumulto dos combates, lá na trincheira, na hora que correm com a arma, o que acontece com os espíritos dos que morrem, dos que sucumbem, dos que desencarnam. Eles continuam a se interessar pela batalha após a sua morte? responde às entidades. Alguns, alguns continuam a se interessar, mas outros se afastam. Isso vai ter relação com o grau de conhecimento do espírito do soldado que morreu, com um grau de moralidade, com a sua capacidade e a sua fé. para que ele então vendo-se, vendo o seu corpo, ele não entra em choque nem em desespero, como é o mais natural. Ele se controle e possa até fazer preces e aí chega ajuda. Allan Kardec coloca uma nota e diz: "Nos combates ocorre a mesma coisa que se dá nos casos de morte violenta. No primeiro momento, o espírito fica surpreendido e como que atordoado. Nós vamos ver já já isso num exemplo que aconteceu lá na casa da prece do Chico Xavier. No primeiro momento, o espírito fica
ta. No primeiro momento, o espírito fica surpreendido e como que atordoado. Nós vamos ver já já isso num exemplo que aconteceu lá na casa da prece do Chico Xavier. No primeiro momento, o espírito fica surpreendido e como que atordoado. Não acredita estar morto. Parece-he ainda tomar parte na ação. Pouco a pouco somente é que a realidade vai lhe aparecendo. Então é comum período de tempo em que o espírito não sabe se está lá, se está aqui. E o exemplo que nós vamos ler daqui a pouco vai mostrar exatamente o que diz essa resp esta esta resposta da 546. Na 547, após a morte, os espíritos que em vida se guerreavam continuam a se considerar inimigos. Eu sou um pracinha brasileiro. Tô lá na Itália no combate eu matei e morri. Fui morto lá no mundo espiritual. Eu vejo os soldados italianos ou alemães. Eu continuo em guerra com eles ou não? Eles vão me guerrar ou vão compreender que agora tudo mudou? É a pergunta. Após a morte, os espíritos que em vida se guerrearam continuam a considerar-se inimigos e ainda se mostra obstinados uns contra os outros. Depende do espírito, depende do grau de consciência, de moralidade, mas dizem as entidades venerandas na resposta. Nessas ocasiões, os espíritos nunca estão calmos. É lógico, acabou de morrer. Morreu com uma explosão de uma granada, com alguns tiros de metralhadora ou de fuzil. Pode acontecer que nos primeiros instantes depois da morte ainda odeie os seus inimigos e até os persigam. Pode acontecer. Quando, porém, suas ideias se clareiam, vê que sua animosidade não tem mais sentido. Primeiro ele vai descobrir que ele não era aquele corpo que ali está, ele era uma essência que ocupava aquele organismo e que agora esse organismo inútil não serve mais para ele. E agora ele voltou ao estado originário de espírito. Quando ele compreende isso, muda completamente o seu ponto de vista, praticamente inverte o ponto de vista. Ele deixa de analisar as coisas, as pessoas e as situações pelo ponto de vista da Terra e começa a analisar espíritos, situações e coisas pelo pela
nto de vista, praticamente inverte o ponto de vista. Ele deixa de analisar as coisas, as pessoas e as situações pelo ponto de vista da Terra e começa a analisar espíritos, situações e coisas pelo pela realidade espiritual. Quando, porém, suas ideias se clareiam, vê que sua animosidade não tem mais razão de ser. Entretanto, dela ainda pode guardar vestígios mais ou menos fortes, conforme o seu caráter. Aí que entra o grau de consciência, de evolução, de moralidade, de conhecimento, de conhecimento. O conhecimento cristão, conhecimento espírita ajudam muito nesses momentos. Espíritos não são alemães, nem americanos, nem brasileiros, nem japoneses, nem coreanos do norte. Espíritos são espíritos. que pertence ao mundo invisível. As características da personalidade, da cultura, da nacionalidade ficaram, devem ficar com o corpo que foi. O espírito agora tem que se conscientizar e se adaptar à realidade, ao padrão e à leis do mundo espiritual. Então isso demanda tempo e esse tempo é mais rápido ou mais longo de acordo com a condição do espírito combatente que morreu ali naquela trincheira. E o espírito continua a ouvir os ruídos das armas se ficou preso na mente e nos seus sentimentos de ódio a aquele outro povo que ele combatia e de lá veio a origem da sua morte. Ele sente, ele tem as crises naquele momento. Toda vez que ele concentra o pensamento nos últimos momentos do combate, vem a dor, vem a sensação dolorosa, vem o desespero. Então, ele tem que reeducar o pensamento que no mundo espiritual é muito mais sensível e muito mais atuante. Não temos ideia de como é. Você pensa, você cria a ideação daquilo que você está pensando. E a 548, para nós entrarmos no caso específico de um combatente que morreu e era brasileiro. O espírito que assiste calmamente a um combate como espectador. Eu sou um espírito desencarnado. para dar assistência a esses que estão desencarnando em um combate bélico. Testemunha a separação da alma e do corpo. Sim, se o espírito é trabalhador, ele presencia o momento em que o corpo
ncarnado. para dar assistência a esses que estão desencarnando em um combate bélico. Testemunha a separação da alma e do corpo. Sim, se o espírito é trabalhador, ele presencia o momento em que o corpo deixa de ter alguma atuação. E aí, se ele está em missão de caridade, ele vai ajudar com vibrações ou até com passes para que aquele espírito se desligue. Porque enquanto não se desligar dos liames que ligam perespírito ao corpo, todos os reflexos e dores do corpo passam para ele e ele precisa então desfazer-se dessa ligação. Como esses fenômenos se apresentam? e responde os espíritos: "Há poucas mortes realmente instantâneas. Na maioria das vezes, o espírito cujo corpo acaba de ser mortalmente ferido, não tem consciência imediata deste fato. Já estudamos isso na anterior rodada do livro dos espíritos, a diferença entre morte e desencarnação. Muitos irmãos ainda morrem no dia 26 de janeiro de 2026, mas só vão se desligar, se desencarnar, ir embora mesmo daqui alguns meses ou daqui alguns anos. Morte é a cessação da vida biológica. Desencarnação é um processo mais cuidadoso, depende de muitas circunstâncias. o patrono da nossa casa, Dr. Bezerra de Menezes diz a o movimento espírita as obras que ao desencar ao morrer o seu corpo, ele pouco tempo tomou consciência de si e diante da presença de espíritos bons que o vieram receber, que é uma grande coisa você ser recebido por espíritos que o amam ou que você ama, que já queriam levá-lo um momentinho, pediu licença para fazer uma oração de agradecimento àquele organismo que acabara de ser um instrumento para a sua existência. Um momentinho que eu vou fazer uma prece agradecendo a este organismo que me que me abrigou por tantos tantas décadas, mas esse é o Dr. Bezerra de Menezes, né? Eu tenho certeza que o Sérgio Castro vai sair correndo. Somente quando começa a se reconhecer é que pode distinguir o espírito movendo-se ao lado do cadáver. Então, quando o espírito começa a ter uma ideia do que tá acontecendo, do que aconteceu,
correndo. Somente quando começa a se reconhecer é que pode distinguir o espírito movendo-se ao lado do cadáver. Então, quando o espírito começa a ter uma ideia do que tá acontecendo, do que aconteceu, ele vê, ele olha para ele e diz: "Eu estou ali, mas eu estou aqui. Mas quem sou eu? Eu sou esse que tá lá. Não, esse tá lá está morto. Mas eu tô vivo. Imagine a surpresa dos que acreditam que com a morte tudo acaba. vê o seu corpo sangrando, inerte, ficando gelado. E ele aqui vivinho da Silva, cheio de sentimentos, de ideias, de emoções, de sensações. Então vamos ao caso que aconteceu em Uberaba nas primeir nos primeiros anos da década de 60, quando Chico Xavier começou a receber as famosas cartas consoladoras. E quando eu for contando o caso e as palavras do espírito que o Chico leu na carta, vocês vão lembrando das respostas e das perguntas do nosso assunto. Havia anoitecido em Uberaba. A casa da prece já havia recebido as pessoas que se sentaram para aguardar. Chico já estava presente. Aquelas pessoas vinham com preces editadas em um papel em um folhetinho. Outras vinham com retrato velho do parente, do ente querido que partiu cedo, de quem tinha saudade. Chico já estava sentado, concentrado, começou a escrever rapidamente, como se o espírito tivesse muito tempo de desejo de dar notícias de si. escreveu muito rápido, como se disparasse há muito tempo para dar notícias. E o ambiente sofreu uma transformação, o ambiente da casa da prece. Algumas pessoas declararam que sentiam um arrepio suave passar pela espinha. Outros disseram que sentiram cheiro de pólvora, de flores, misturado com cheiro de terra molhada. Isso vai ter sentido quando o espírito começar a falar. Quando o Chico terminou de escrever, ficou em silêncio chorando, emocionado, suspirou, controlou-se e disse: "E tem uma carta de um filho que tombou na guerra e que volta agora para dizer aos seus pais que o amor nunca é esquecido." e começa a ler a carta. Pai, mãe, a guerra me matou, mas o amor de vocês me manteve cheio de esperança.
o que tombou na guerra e que volta agora para dizer aos seus pais que o amor nunca é esquecido." e começa a ler a carta. Pai, mãe, a guerra me matou, mas o amor de vocês me manteve cheio de esperança. Já começa assim bonito, o amor dos pais. Eu escrevo para lhes dizer que a saudade não precisa ser de silêncio, nem de lágrimas. A saudade pode ser um elemento positivo para quem ora. Mamãe, papai, eu sou o Antônio Carlos, o filho que vocês enterraram sem ter o corpo. O corpo dele ficou por lá, pela Itália. Eu sou a voz que vocês ainda escutam quando a casa fica em silêncio. Eu não morri, só fui transferido. Fui enviado para onde a saudade de vocês se transformou. em uma luz que me ilumina. Naquela manhã, no combate, eu acordei antes do alvorecer. Estava estranho, ansioso. Os sons dos aviões e dos tiros se misturavam com os gritos abafados dos soldados em luta. Ninguém falava de medo, mas ele estava lá em cada um. Nós apenas fingíamos que ele não existia. O espírito que escrevia era o Antônio Carlos da Silva, soldado da força expedicionária brasileira, que havia partido para a Itália na Segunda Guerra Mundial e nunca mais voltou. Os pais estavam presentes na Casa da Prece, já idosos, bastante idosos. A mãe segurava o terço com força, como se o rosário fosse o único laço ligado ligando o espírito do filho ao seu coração. Continua Chico na leitura. Lembro do momento exato, mamãe. Eu corria pelas trincheiras quando tudo escureceu. Houve uma explosão, meu corpo tombou, mas eu não me senti dor. Só um frio, um calafrio e uma ausência e de repente um silêncio demorado. Logo depois, mãe, eu vi o meu corpo caído, eu vi o meu rosto. Era eu, mas não era eu, mãe. surpresa do espírito de continuar vivo. Então eu orei, mãe, lembrando do Pai Nosso, que a senhora sempre me ensinou, e um homem me apareceu e me estendeu a mão, o espírito socorrista. Ele usava roupa simples e sorria com compaixão. Disse que o meu nome ainda seria lembrado por muito tempo em casa e me chamou de volta para a vida
apareceu e me estendeu a mão, o espírito socorrista. Ele usava roupa simples e sorria com compaixão. Disse que o meu nome ainda seria lembrado por muito tempo em casa e me chamou de volta para a vida verdadeira. Antônio Carlos tinha uma certa condição de mérito moral, espiritual. Por isso ele descreve o despertar do seu espírito no mundo invisível em seus primeiros momentos com uma lucidez rara, grande lucidez. Realmente vela, que foi levada a um local que lembrava uma espécie de enfermaria com luzes suaves, música ambiente calma e a presença de entidades que geravam uma grande paz. Foi levado para uma um centro de terapia para espíritos recém desencarnado. Volta, Chico, à leitura. Eles me chamaram pelo nome. Eles me viram além da farda do exército e me trataram com carinho, como se fosse meus velhos amigos. E um deles me explicou que todos os dias muitos soldados eram recebidos ali naquela colônia, americanos, brasileiros, italianos e alemães, mas não havia bandeiras, nem havia inimigos, nem havia rancor, eram apenas almas feridas no coração. Vejam, ligando com as perguntas de Kardec. O espírito lembrou que quando era criança, o cheiro do fogão à lenha, às tardes com o pai na lavoura, as noites ouvindo a mãe cantar, tudo vinha em ondas suaves e bálsamos que ajudavam os seus pais a diminuir a sua dor. Continua o Antônio Carlos. Chorei, mamãe, mas não por ter morrido, e sim por ter deixado tantos amores sem poder me despedir. Ele era noivo e amava sua noiva. Papai, você lembra do tio João que desapareceu na revolta de 1917 em São Paulo? Ele estava lá me esperando, de braços abertos, sorrindo como se nunca tivesse desaparecido. Disse que a morte não nos separa, pai, que ela só muda os lugares de cada um nos campos da vida. E prometeu que agora nós caminharemos juntos em novas tarefas no bem. Essa revelação causou grande emoção nos pais de Antônio Carlos. O tio João era irmão do pai dele, que havia desaparecido décadas atrás em São Paulo, sem deixar nenhum vestígio. Até hoje não
as no bem. Essa revelação causou grande emoção nos pais de Antônio Carlos. O tio João era irmão do pai dele, que havia desaparecido décadas atrás em São Paulo, sem deixar nenhum vestígio. Até hoje não havia encontrado o corpo dele. A família sempre suspeitara de uma morte violenta nessa revolução industrial de 17, mas o corpo de João nunca fora encontrado. Volta Antônio Carlos, mamãe, papai. No plano espiritual há campos, há trincheiras, mas também há hospitais, há zonas de resgates, há locais onde as almas ainda se debatem, presas ao desespero da morte ou ao medo de pagarem por todos os erros que cometeram. Você sabe que no momento da morte passa aquele filme resumo da nossa vida. E se a nossa vida não foi muito boa, nós ficamos realmente com grande medo de sermos castigados por Deus, que é uma cultura que deve desaparecer, se Deus quiser. Vi soldados ainda fardados, andando sem rumo, não tinham consciência de que tinham sido mortos na batalha. Parece zumbis andando para lá e para cá com as suas os seus uniformes militares dos seus países. Vi outros que se negavam a aceitar que haviam morrido. Os revoltados muito novos. Crianças de 18, 19 anos, gente, morrendo nas batalhas inúteis, como sempre. E vi mães ajoelhadas orando por seus filhos soldados. E essas orações os alcançavam onde eles estavam, como ondas de esperanças e de luz. Antônio Carlos aqui descreve com riqueza de detalhes o trabalho dos espíritos socorristas, dos missionários que atuam nessas zonas de dor e de sofrimento, auxiliando na transição de almas ligadas aos conflitos bélicos. Segundo Antônio Carlos, muitos soldados demoram a aceitar a sua condição espiritual, como diz a resposta do livro dos espíritos. E por isso precisam de muito amor, de muita oração para os ajudarem a desprenderem das lembranças dolorosas e das sensações de sofrimentos. Enquanto a mente estiver presa ao corpo, as sensações da decomposição, da dor principal que causou o óbito, o espírito vai sentindo. Mamãe, toda vez que você rezava aos pés da
ensações de sofrimentos. Enquanto a mente estiver presa ao corpo, as sensações da decomposição, da dor principal que causou o óbito, o espírito vai sentindo. Mamãe, toda vez que você rezava aos pés da minha cama, eu sentia. É como se o seu amor se transformasse em luz e atravessasse dimensões para me aquecer. Olha que revelação maravilhosa. Ao orar o seu terço, mãe, surgiu uma luz como a de um farol que iluminava meu caminho. E foi isso que me ajudou muito a despertar logo e a sair das regiões sombrias. Essa declaração de Antônio emocionou muito seus pais e os presentes. A sua mãe, com os olhos em lágrimas, apestava mais o terço contra o seu peito. Ela lembrou que desde a morte do filho nunca havia deixado de orar um dia sequer e todos os dias à mesma hora. Que mãe maravilhosa, hein? Continua Antônio Carlos. Diga minha noiva Maria, que já estava até casada e com filhos. Diga minha noiva Maria que eu havia dançar nas festas de domingo e o seu olhar me fazia esquecer um pouco dos sofrimentos da guerra. Se um dia ela olhar para as estrelas e sentir um calor inexplicável, pode ser que ali encontre um pedacinho do meu amor e do meu coração. Isso é que é amor, hein? Ele havia desencarnado noivo, ela havia casado, passado os anos, tinha filho, marido, mas ele ainda a amava. Maria era a época a noiva do soldado Antônio Carlos, mas já era casada na época da carta, mãe de vários filhos. E segundo os seus pais, Maria sempre mantinha uma vela acesa e orações pela alma de Antônio Carlos todos os anos no dia de finados. Mesmo casada, ela tinha esse respeito amoroso com o finado noivo. É isso que mantinha a ligação de amor entre eles. Mãe, pai, no mundo espiritual todos somos soldados de Cristo. Coisa legal que escrever esse espírito. A luta lá é pela causa de Cristo e não por nação A, B ou C. Lá, uma bala que mata um corpo não tem grande importância. O que importa é o estado evolutivo da alma. Resposta do livro dos espíritos. Na vida prática, os soldados na guerra cumprem um papel cármico. Eu também
la que mata um corpo não tem grande importância. O que importa é o estado evolutivo da alma. Resposta do livro dos espíritos. Na vida prática, os soldados na guerra cumprem um papel cármico. Eu também cumpri o meu. E aprendi que a verdadeira luta é contra o meu egoísmo, a minha indiferença e os meus vícios morais. e não lutar contra um irmão que nasceu em outro país. Um irmão que nasceu em outro país. Hoje aqui, continua Antônio Carlos, muitos soldados se reencontram e entendem o que passaram e se perdoam. aquela resposta de do livro que diz que quando o espírito toma consciência, a animosidade desaparece e muitos se juntam para planejar o início de um processo de cura e de aprendizado. Eles se preparam para voltar à Terra e às vezes lá se reencontram, se reconciliam por meio da parentela e de vidas que se se associam. Então, a reencarnação nova pode fazer desaparecer entre falsos adversários nacionais uma animosidade, um ódio que não tem sentido. Mamãe e papai, a minha missão era curta na terra, mas me era necessária o meu progresso. Eu fui embora cedo, mas sigo crescendo onde vocês não podem estar. Obrigado, mamãe. Obrigado, papai, por não me culparem, por não se revoltarem, por me manterem vivo nas suas orações, nos seus corações e nas suas lembranças. A guerra terminou para mim, mas o amor continua para todos nós. Os nossos conflitos terminam um dia, mas o nosso amor continua para sempre. E o amor, meus queridos pais, é a única coisa que atravessa todos os campos de lutas, os da guerra, os do, os da empresa, os da vida, os da terra e os dos céus. Um dia nos reencontraremos com um abraço que perdurará muito além dos tempos. Aqui o abraço não é apenas o abraço do reencontro, é o abraço de almas que durará para sempre. Ao terminar a leitura, Chico ficou em silêncio por alguns segundos, lágrimas da emoção. Depois olhou para os pais do soldado Antônio Carlos da Silva, que choravam, e disse a eles: "O filho de vocês estava está aqui em missão. Ele cresce em conhecimento e bondade e
os, lágrimas da emoção. Depois olhou para os pais do soldado Antônio Carlos da Silva, que choravam, e disse a eles: "O filho de vocês estava está aqui em missão. Ele cresce em conhecimento e bondade e voltou hoje não para pedir nada, nem para reclamar, para lhes agradecer muito pelo amor que vocês têm por ele. O objetivo da visita de Antônio Carlos era elogiar o amor, a oração, o vínculo entre os espíritos e não reclamar que morreu jovem, que tinha toda uma vida pela frente. Chico então levantou-se, coisa que ele não fazia, e pediu para que todos fizessem uma oração por todos aqueles que desencarnam em guerras, sejam os combates bélicos entre nações, entre grupos, seja os terrorismos, seja os combates e conflitos internos, sej os combates e conflitos familiares, sociais. Chico então pediu que todos fizessem uma oração por todos os que desencarnam em guerras de todos os lados envolvidos de todos os países e de todas as nações. Pedi também que orassem pelos que ainda vivem em conflitos e lutas íntimas nas guerras invisíveis do coração, corroborando o que disse o nosso dirigente sobre os conflitos e os combates, que não são guerras bélicas. Então, nós temos aqui, meus irmãos, finalizando um exemplo vivo de todas as perguntas e respostas da 541 a 548 sobre a situação dos espíritos nos combates. E nós aqui não estamos em combate, nós estamos em processo de união. o coração de vocês, o nosso coração, o coração dos espíritos, a mente de vocês, a minha mente, a mente dos espíritos. Em unísono, desejamos uma única coisa, que as pessoas melhorem, se purifiquem, que a sociedade seja mais justa, mais honesta, que a vida na terra seja mais serena e que haja paz, sobretudo haja paz na consciência e nos corações de todos os seres. E a vocês, muito obrigado por estarem aqui nesta quarta-feira à noite. Que Jesus, o Cristo, os abençoe e Deus os envolva com a proteção divina para que nesta existência todos nós e vocês também sigamos em paz. Boa noite a todos. Graças a Deus. Muitas lições, muitas reflexões ficam
o Cristo, os abençoe e Deus os envolva com a proteção divina para que nesta existência todos nós e vocês também sigamos em paz. Boa noite a todos. Graças a Deus. Muitas lições, muitas reflexões ficam para nós. É bom lembrar, como o Sérgio pontuou, a Criméio era objeto de guerra, né? E hoje é objeto de guerra. >> De novo, >> de novo. Kardec escreveu livros espíritos na sua trabalho de codificador em 1857. Então, uma época de muita turbulência para o século XIX. colonialismo, imperialismo. A Europa sempre foi o continente de maiores conflitos do mundo. Se você somar os conflitos na Europa e somar os conflitos do mundo, só da Europa é maior do que todos do mundo. Então, até vim a primeira guerra mundial que deu uma paulada na cara de todo mundo, o pessoal começou a sequetar, aí veio a segunda e deu outra palavra, o pessoal começou a sequetar, era uma realidade deles. Por isso que no livro de espírito fala de guerra, no evangelho fala de duelo, que era a realidade cultural da época. Coisa da qual nós estamos nos distanciando pelo nosso processo evolutivo. Embora os anos atuais estão meio turbulentos, mas é o canto do cisne. Vocês podem ter certeza que tudo isso vai ser arrancado da face da Terra de uma forma ou de outra, porque o progresso é inexorável. Única coisa que nós somos destinados pela vontade divina é sermos felizes, evoluir. Você não tem hora para morrer, você não tem hora para nascer, não tem hora para nada. O teu destino é ser feliz. Essa é a vontade de Deus sobre você. Se você não é feliz aqui, agora já, porque você não quer. E não culpa a Deus por isso, porque tá tudo aí há 2000 anos ao nosso dispor, que é o que nós falamos no início da leitura, o regenere-se. Então, essas coisas vão passar e a gente combate o combate, sim. ou Sérgio Castro, Paulo apóstolo, combati o >> bom combate, >> o bom combate. Jesus nos chama a esse combate. Por isso que o cristão ele não é passivo, não fica quietinho, só fazendo o ritual, uma vez por semana, depois vai para casa e pinto e pinta o
combate, >> o bom combate. Jesus nos chama a esse combate. Por isso que o cristão ele não é passivo, não fica quietinho, só fazendo o ritual, uma vez por semana, depois vai para casa e pinto e pinta o sete, depois volta para dar uma de sante. Não é trabalho. Por isso que a doutrina espírita fala de trabalho. Trabalho. Que que é trabalho? Agir no bem. você começar a mudar a si mesmo e modificar esse mundo, que o mundo precisa de exemplos positivos. Exemplos negativos há muitos, mas você tem que fazer a diferença, impactar uma pessoa de uma forma positiva. Então Jesus nos chama para esse bom combate. Por isso que a doutrina espírita fala de trabalho. Vocês sempre vão escutar trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho e trabalho, porque é o nosso bom combate. Esse combate nos une ao Cristo na causa do bem, na vitória do amor e na conquista da paz. Desejamos um bom final de noite. Sejamos abençoados nos transcursos dessa semana com saúde, paz e sabedoria. E outra coisa que a espiritualidade aqui impede pra gente lembrar. Vovó dizia Sérgio Castro, quando um não quer, dois não brigam. Então, lembre-se que conflito, guerra e combate é um fogo que se acende rapidamente. Então, qualquer tensão que você tiver vivendo, apaga o teu ego. Ou, como dizia a minha avó, coloca a viola no saco, sai de cena. Quando um não quer, dois não briga. Com essa tensão que existe, é muito fácil você encontrar pessoas irracíveis. E uma coisa pequenininha que poderia acabar em nada pode virar uma tragédia. E a gente vê isso nos jornais todo dia. Então a espiritualidade pede para lembrar. Quando um não quer, dois não briga. Engole teu ego, como diz meu pai para mim. Que o pai falava para você quando você começava a chorar. Quando você começava a chorar, que teu pai falava para você? Engole o choro, menino. Então, engole teu ego, engole tua vaidade, engole teu orgulho. Sai, sai quietinho, evita conflito. O mundo tá muito tenso, muita coisa, né? Muita energia no ar. E em espíritos que os insupladores essa
Então, engole teu ego, engole tua vaidade, engole teu orgulho. Sai, sai quietinho, evita conflito. O mundo tá muito tenso, muita coisa, né? Muita energia no ar. E em espíritos que os insupladores essa violência existe bastante. Então, não seja canal de tragédias, nem para si, nem para ninguém. Bom final de noite até a quarta-feira que vem na continuidade desses estudos e o nosso irmão vai conduzir para a sala do Pásco agora no prédio da frente as pessoas que o desejarem. Muita paz, que Deus nos abençoe. Jesus ilumine espírito da verdade nos dê aquele abraço de sabedoria hoje e sempre. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do
e me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja. >> Não.
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