OS ANJOS E OS DEMÔNIOS SEGUNDO O ESPIRITISMO - Roberta Assis (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 18/04/2022 (há 4 anos) 39:41 805 visualizações

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Transcrição

Sejam todos bem-vindos a essa casa. Sejam os que estão aqui presencialmente, sejam os que nos alcançam pela internet, que a gente possa nesse momento se lembrar que o templo se faz casa em nossos corações e mentes, onde quer que estejamos, e para que a gente possa estabelecer uma sintonia, que a gente possa estabelecer dentro de nós um clima propício a essa festa que se chama oração, que se chama reencontro. Eu os convido para que a gente possa fechar os nossos olhos, acalmar a nossa respiração e fazermos uma breve oração. Querido mestre e amigo Jesus, querida, amada espiritualidade que nos acolhe, que nos abraça para além do nosso entendimento. Nesta manhã, rogamos o amparo, o fortalecimento, a serenidade, o clima pacífico que propicie novos entendimentos, novas atitudes e um estado de paz interior. Jesus querido, seja em nós luz, guia, esperança e alegria. Graças a Deus. Muito bem. O nosso tema de hoje de reflexão, da nossa meia hora de reflexão são os anjos. e demônios segundo o espiritismo. Como o Espiritismo enxerga esses dois símbolos, esses dois signos, esses dois polos, digamos assim, de uma escala que se divide ao infinito. Nós temos bastante referência do próprio Kardec, dos espíritos nas obras básicas a respeito do tema. A gente tem lá no livro dos espíritos as questões 128 a 131, que vão falar especificamente, tem esse título, anjos e demônios. Nós temos a questão 100, que também é de nosso interesse nesse tema, que fala da escala espírita, que vai nos dizer dos graus evolutivos do espírito. E nós temos também no livro O céu e Inferno, a a bastante ah destrinchado os ensinamentos, o entendimento que a doutrina espírita tem sobre o tema. E é muito interessante a gente se lembrar, alguns de nós já na caminhada espírita há algum tempo, outros recém-chegados, mas o tema sempre nos traz reflexões importantes, porque muito embora possa parecer distante do nosso cotidiano, quando a gente vai relembrando ou tomando conhecimento pela primeira vez, a gente vai vendo que no

sempre nos traz reflexões importantes, porque muito embora possa parecer distante do nosso cotidiano, quando a gente vai relembrando ou tomando conhecimento pela primeira vez, a gente vai vendo que no fundo estamos falando de cada um de nós. E por que isso? Kardec nos explica lá no capítulo 9, item 20 do céu e inferno, que segundo o Espiritismo, nem os anjos, nem os demônios são seres à parte. A criação dos seres inteligentes é una. Unidos a corpos materiais, eles constituem a humanidade que povoa a Terra e outras esferas habitadas. Separados do corpo, constituem o mundo espiritual ou dos espíritos que povoam os espaços. Então, a gente vai refletindo junto com o ensinamento que os espíritos trazem a Kardec e a nós. Somos todos filhos de Deus. Cada espírito individualizado é nascido do próprio amor do Pai. Uma vez individualizados como espíritos e aptos dessa feita, herdeiros do universo, estamos aptos para iniciar a nossa jornada, a nossa caminhada evolutiva. Todos somos criados, simples e ignorantes. ignorantes no sentido daquele que ignora, que não sabe, que tudo precisa aprender. Nesse sentido, numa escala, se queremos dizer positiva e negativa, somos criados neutros. E nos é presenteado o livre arbítrio, a possibilidade de escolha, a grandiosidade de sermos os arquitetos e executores da nossa própria jornada existencial. E vamos na nossa caminhada. E aí, obviamente, ninguém acerta tudo o tempo todo. Experiência vem do aprendizado e o aprendizado traz em si mesmo, no seu processo, tentativas e erros, quedas e acertos, sendo que os acertos, no mais das vezes, são construídos superando as quedas, superando os erros. Eu tentei isso, não deu certo, deixa eu tentar de outro jeito. Muito embora muitas vezes na nossa vida cotidiana a gente repita o mesmo comportamento e queira resultados diferentes. Aí a hora da gente parar e refletir, não pera, não adianta. Se eu quero mudar o rumo dessa história, eu continuar com o mesmo conjunto de ações, eu pelo menos preciso renovar o

resultados diferentes. Aí a hora da gente parar e refletir, não pera, não adianta. Se eu quero mudar o rumo dessa história, eu continuar com o mesmo conjunto de ações, eu pelo menos preciso renovar o estoque de equívocos para pelo menos conseguir um resultado diferente. Veja, o problema não é nós errarmos, o problema é quando nós estacionamos. O problema é quando nós queremos acertar o tempo todo, por exemplo, porque isso não é possível. Uma criança que queira acertar o tempo todo, jamais aprenderá a andar, por exemplo, porque no primeiro tropeço ela não vai tentar de novo, porque vai que eu caio outra vez. Mas ela tenta de novo, de novo, de novo e isso que ela caminha, pula, corre, escala assim também conosco. E Kardec vem os espíritos, na verdade, Kardec é um excelente perguntador e por conta disso, nós temos inúmeras respostas riquíssimas que os espíritos nos trouxeram. Então, que a gente também leve em consideração que nós precisamos manter o nosso espírito de aprendiz questionador. Por quê? Como os espíritos mesmos nos dizem, nós não ficamos eh nós não achamos ruim de vocês nos perguntarem as coisas. Perguntem, indaguem. é dessa, desse raciocínio crítico que a gente vai crescendo. E nessas perguntas a gente tem uma resposta bastante interessante. Seres a que chamamos anjos, arcanjos, serafins formam uma categoria especial de natureza diferente de outros espíritos. Porque na nossa história, na nossa jornada, na nossa caminhada, nós tendemos a achar que anjos e demônios são seres diferentes de nós em essência. ou muito muito bons ou muito, muito maus, mas muito diferente de nós em essência. E os espíritos respondem o seguinte: "Não, não são diferentes em essência. Os anjos são os espíritos puros, os que se acham no mais alto grau da escala e reúnem todas as perfeições." Ora, mas como é que eles faz? Fizeram isso? encarnando, fazendo a jornada deles, escolhas, erros, acertos, caminhando como nós estamos caminhando agora. No entanto, quando nós contemplamos ou refletimos sobre um serra angelical,

? Fizeram isso? encarnando, fazendo a jornada deles, escolhas, erros, acertos, caminhando como nós estamos caminhando agora. No entanto, quando nós contemplamos ou refletimos sobre um serra angelical, ele já chegou nessa natureza perfeita há muito tempo, talvez há mais tempo até do que nós tenhamos de existência. Quando nós fomos criados, nós nesse estágio evolutivo que nós estamos aqui na humanidade terrena, fomos criados, simples, ignorantes e iniciamos a nossa jornada, já havia seres que haviam completado a perfeição. Jesus é um desses espíritos puros. Por isso ele nos diz: "Eu e o Pai somos um". E por isso os espíritos nos dizem que o guia mais perfeito, com todas as virtudes que nós temos à nossa disposição no planeta Terra é Jesus, espírito perfeito. Antes que qualquer um de nós tivéssemos começado sequer a nossa jornada. Então, quando nós olhamos para eles, é natural que por conta da distância, tanto moral quanto temporal, nós presos nesse tempo espaço que estamos agora, limitados, não só pelo nosso conhecimento, que ainda é muito pequeno, mas também pelas circunstâncias de encarnação material, é natural que nós os julguemos muito diferentes. Eles são perfeitos há tanto tempo que são anjos para nós. E nós os representamos e criamos símbolos que possam expressar toda essa grandeza, brilho, asas, auréolas. Mas Jesus mesmo nos lembra: "Vós sois deuses". Não no sentido de que o somos agora. Agora não poderíamos estar mais longe dis, quer dizer, até poderíamos estar mais longe disso, mas estamos bastante distantes desse objetivo. Mas o que Jesus nos diz é: continua caminhando. Os anjos não são diferentes de nós em essência. Continuem se esforçando e se vocês quiserem um roteiro e um guia, tá aqui. Faça o que eu digo, mas a gente volta e meia se rebela, não é mesmo? A gente tem muitas vezes o comportamento da criança que emburra, que não quer mais brincar, porque a regra não é a dela. Para que a gente possa brincar coletivamente, é preciso que hajam regras para que todos possam participar

comportamento da criança que emburra, que não quer mais brincar, porque a regra não é a dela. Para que a gente possa brincar coletivamente, é preciso que hajam regras para que todos possam participar e que uns não prevaleçam. sobre os demais. A brincadeira, os jogos infantis são processos de socialização também, na medida em que ensinam a conviver coletivamente. e a importância das regras, da lealdade, do respeito, da coletividade, de como interagir a nossa individualidade com o coletivo de uma maneira positiva, em que todos possam se divertir. Mas de vez em quando a gente quer pegar, falar: "A bola é minha" e acabar com a brincadeira ou não? E aí a coisa começa a complicar um pouco, porque muito embora tenhamos a possibilidade de escolha, estamos atados até mesmo pelo processo de aprendizado, em que a consequência deriva das escolhas e faz com que a gente possa ir consolidando conhecimentos. As consequências dos nossos atos sempre nos alcançarão. Os bons e os ruins. E aqueles que nós reiteradamente repetindo repetimos, esses sim determinam o nosso destino. Não são forças exteriores, mas o conjunto de tudo o que nós fizemos. especialmente aquilo que fazemos repetidamente, porque as consequências dessas escolhas nos alcançarão. E se as escolhas foram muito desequilibradas? Se as escolhas trouxeram muitos prejuízos, se nós nos deix nos deixamos levar no passado por muito egoísmo, não quisemos dividir com aqueles que pensavam diferente de nós, com aqueles que não eram da nossa dos nossos laços sanguíneos, afetivos, aquilo que nós tínhamos. Porque achamos que o mundo era só nosso paraa nossa fruição, daqueles que são como eu e pensam como eu. Isso é a expressão do egoísmo. Isso traz consequências. Isso fere em nós a nossa própria essência, que é divina, que é amor, que é de compartilhar, que é de solidariedade. E essas feridas vão se acumulando e nós precisaremos saná-las. E aí a gente vai fazendo o quê? A gente vai caminhando, reencarnando. E em determinado momento estamos aqui

lhar, que é de solidariedade. E essas feridas vão se acumulando e nós precisaremos saná-las. E aí a gente vai fazendo o quê? A gente vai caminhando, reencarnando. E em determinado momento estamos aqui em um mundo de provas e expiações, espíritos imperfeitos. Se a gente pega lá a escala espírita na questão 100, a gente, os espíritos trazem aí uma gradação da evolução dos espíritos, que é preciso que a gente entenda que é exemplificativa, não é? Há um tratado assim, olha, hoje então eu tô aqui nessa faixa da escala, amanhã eu estarei na outra. São transições. Então estamos em transição, assim como o planeta também está em transição, não é? A gente não escuta tanto que o planeta Terra é um planeta em transição, de um mundo de provas, expiações para um mundo de regeneração. E o que significa isso? Então, afinal, significa que concluída essa transição, que já leva milênios, porque a gente é muito ansioso, a gente quer ver o resultado pronto, bem rápido. E o tempo de Deus, Cairoz, é um tempo peculiar. Ele não é o tempo cronológico. Então, será concluída quando nós, em nossa maioria, a população terrena em sua maioria estiver mais voltada para o bem do que para o mal. Então, a gente tá ali nessa zona cinza entre o bem e o mal, convivendo os dois ainda em nós e no nosso mundo. E aí a gente se lembra de novo do Cristo na passagem do joio e do trigo, em que ele diz: "Deixai crescer juntos, porque haverá o momento da colheita". E aí a gente separa, porque no momento da colheita, depois de crescido, a gente vai saber o que é trigo e o que é j e a gente separa. Então, a gente pode fazer um raciocínio nessa chave espírita de que este planeta de em transição tá neste momento de amadurecimento e nós também já capazes de separar em nós condutas que não nos cabem mais, porque entendemos como bastante teletérias que entendemos que causam mal a nós. e ao próximo e ao planeta em que vivemos. Então, precisamos fazer escolhas que não são fáceis, mas que trarão um bem maior para nós e para aqueles que convivem conosco. E

endemos que causam mal a nós. e ao próximo e ao planeta em que vivemos. Então, precisamos fazer escolhas que não são fáceis, mas que trarão um bem maior para nós e para aqueles que convivem conosco. E isso vai marcando o planeta como um planeta de regeneração, onde os espíritos são capazes de fazer escolhas melhores, mais voltadas ao bem. Mas a gente já falou dos anjos, a gente já falou da gente aí nesse meio do caminho. E que seriam então os demônios? A gente tem tanto medo, não é? E talvez nesse tema vale a gente refletir sobre o Judas. Por que eu trago a figura de Judas? Porque Judas é o traidor. É ele o símbolo de todo mal, da traição, de quem traiu Jesus por dinheiro. E a gente gosta e a gente tem até uma expressão, né? malhar o Judas. E essa expressão vem de um uma um costume antigo em que se faziam bonecos Judas e na semana santa você malhava o Judas, as pessoas pegavam porrete e batiam naquele boneco, espurgando toda a culpa no outro, no boneco, para fora, porque não somos capazes de enxergar em nós as nossas próprias sombras e limitações, de fazer fazer uma singela reflexão que talvez no lugar de Judas tivéssemos feito exatamente a mesma coisa, extremamente materiais ainda, sem a dimensão exata do que Jesus falava como reino dos céus. Ora, Jesus não era o filho de Deus, o herdeiro? Ele não vai acontecer nada de ruim com ele. Deixa eu pegar essas moedas aqui, 20 moedas de prato. A gente tá precisando de dinheiro, porque quando o exército vier, não vamos prender Jesus. Mas Jesus é o filho de Deus. não vai acontecer nada com ele. Será que a gente não agiria da mesma forma? Será que é tão distante assim de nós? Será que a gente pode mesmo apontar dedos? Ou será que não seria melhor fazermos uma autorreflexão e entender essa situação que muitas vezes a gente não compreende, que muitas vezes a gente ainda é muito material e a gente cai. E é muito interessante a gente refletir sobre Judas, não no sentido da gente ficar, nossa, então a gente não vale nada, não. Porque aí eu trago um outro contraponto,

da é muito material e a gente cai. E é muito interessante a gente refletir sobre Judas, não no sentido da gente ficar, nossa, então a gente não vale nada, não. Porque aí eu trago um outro contraponto, o de Pedro, porque ele também falhou com Jesus. Ele negou Jesus três vezes por medo, medo de ser preso também. E Jesus havia dito a ele, falei: "Olha, antes que o gal que o galo, que o galo cante, você vai me trair". E Pedro falou: "Eu de jeito nenhum, Jesus te amo, nunca que eu vou te trair". E falhou a diferença fundamental dos dois diante o erro. Judas não suporta e sucumbe e atenta contra a própria vida. Pedro se refunda e dedica a sua vida a pregar o evangelho. O problema não é errar. A grande questão é: o que faremos na sequência? O que faremos com a nossa própria herança? Gente, vamos retransformá-la. A linda frase do Chico. Eu não posso voltar ao passado e fazer um novo começo. Não há como desfazer o que já fizemos, mas eu posso. A exemplo de Pedro, a exemplo de Paulo, a exemplo de Santo Agostinho, a exemplo de Francisco de Assis, todos eles com começos lamentáveis. Eu posso escrever um novo final. Mas para isso é preciso que nós refundemos em nós a esperança e afastemos do nosso coração a revolta. Porque quando a gente conversa sobre demônios, a gente tem a seguinte consideração: existem espíritos em todos os graus de adiantamento moral e intelectual, segundo estejam no alto, embaixo ou no meio da escala. Há espíritos, por consequência, em todos os graus de saber e de ignorância, de bondade e de maldade. Nas classes inferiores há os que ainda estão profundamente inclinados ao mal e que nele se comprazem. Querendo-se, pode chamá-los de demônios, porque são capazes de todas as ações, mas atribuídas a esses últimos. Se o espiritismo não lhes dá este nome, é porque se liga à ideia de seres distintos da humanidade, de uma natureza essencialmente perversas, voltados ao mal para a eternidade e incapazes de progredirem para o bem. Nós não acreditamos que exista ser algum incapaz para o bem.

distintos da humanidade, de uma natureza essencialmente perversas, voltados ao mal para a eternidade e incapazes de progredirem para o bem. Nós não acreditamos que exista ser algum incapaz para o bem. esteja em que situação estiver, porque somos todos nascidos de Deus, essencialmente iguais, irmãos, conforme Jesus nos diz, por certo que alguns há, se alguns há que parecem muito distintos de nós por tanta luz, que já carregam e temos dificuldade de entendê-los. Há também aqueles que parecem muitíssimo distante de nós em razão da insanidade, pois o mal pode ser entendido como uma loucura extrema pelo nível de desequilíbrio que carregam. Mas todos somos nascidos do mesmo Deus. E todos a todos nós, a todo o tempo está franqueada a estrada de redenção. Não há mal algum que possa nos apartar do amor de Deus, porque ele está dentro de cada um de nós em essência, em qualquer lugar que estivermos. E seja qual for a situação em que estivermos, é possível sempre e a qualquer tempo acender essa centelha de novo e regressar ao caminho do autores resesgate, ao caminho da evolução, ao abraço do pai. Não é sem razão que nós temos a parábola do filho pródigo. E Jesus claramente nos diz, ainda quando nós nos deixamos levar na correnteza da materialidade, do egoísmo, de toda sorte de erros, quando nós quisermos retornar, o Pai estará nos aguardando em festa e será um dia de júbilo. E muitas vezes a gente não entende nós, as outras criaturas, fala: "Poxa, mas eu tô aqui me esforçando e você vai fazer uma festa para esse ser?" E a resposta na parábola é: "Hoje o meu coração se alegra porque um filho retornou à casa e é feita uma nova aliança. O que nós precisamos lembrar é que assim também já foi para nós. E se muito embora se faça uma festa de regresso, aquele que torna a si mesmo e se reencontra em Deus e fala: "Olha, cansei, cansei de sofrer dessa dor, desse desvario. Quero voltar. Claro, eu vou te auxiliar a voltar." É essa a resposta da misericórdia divina. Eu nunca te abandonei.

eencontra em Deus e fala: "Olha, cansei, cansei de sofrer dessa dor, desse desvario. Quero voltar. Claro, eu vou te auxiliar a voltar." É essa a resposta da misericórdia divina. Eu nunca te abandonei. Eu estive sempre contigo. No entanto, há muito a reconstruir, porque lembram as consequências do que fizemos nos acompanharão. Então, a jornada desse que retorna ainda é muito mais longa, ainda mais longa que a nossa, que já estamos aqui. menos ao muito convencidos de que vamos fazer o melhor que pudermos todos os dias, porque essa é a promessa que fizemos a nós mesmos e porque no nosso futuro está a angelitude que hoje nos socorre. Que a esperança seja nota em nossos corações nesse início de semana. Agradeço a todos vocês pelos momentos de atenção e nesse momento eu os convido para que a gente possa abraçar esses irmãos maiores que já passaram na jornada todas as dificuldades que nós atravessamos agora, aqueles que nós chamamos de mentores, de espíritos amigos, de espíritos superiores, de anjos que se encontram agora ao nosso lado. com o nosso anjo da guarda, um espírito que se comprometeu conosco a nos acompanhar, a nos abraçar, a estar conosco, a nos fortalecer, que nos deixemos envolver neste abraço, façamos a nossa oração nos preparando para momento de passe coletivo, na certeza de que somos profundamente amados. Querido mestre e amigo Jesus, que a tua doçura nos envolva, nos ilumine as mentes e os corações e transbord em nossas ações nessa semana. Mestre querido, se conosco. Inspiração, luz, guia, fé e esperança. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe [música] tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e

úsica] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me [música] cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou.

amos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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