Orvalho em Poesia - Um certo devoto

Estudantes do Evangelho TV 18/11/2020 (há 5 anos) 4:57 25 visualizações

Um certo devoto - Maria Dolores, Psicografia de Chico Xavier Para mais informações sobre a CASA FEEGO acesse o site: http://casa.feego.org.br/ Instagram: @casafeego Facebook: https://www.facebook.com/CasaFEEGO Sobre a FEEGO acesse o site: https://www.feego.org.br Instagram: https://www.instagram.com/feego_oficial Facebook: https://pt-br.facebook.com/feego.oficial/

Transcrição

E aí E aí E aí E aí é um certo de volta é um homem que se entregar a devoção havia muito tempo andava em ansiosa espera queria ver Jesus por isso quase sempre em profunda oração vivia em Súplica sincera até que certa noite viu referente o mestre que o abraçava e prometia com palavras de aviso terno exato visitá-lo no dia imediato o de volto acordou amanhecer Cia antes que o sol surgisse inteiramente apresentando a terra em novas cores o amigo de Jesus agindo como em festa varri a casa modesta depois ele A enfeitá-la bem já pequena sala ao fogão da cozinha limpa e Estreita com dezenas de flores estampado na face a alegria perfeita e logo pela manhã bateu-lhe à porta um pobre em roupa esfarrapada mostrando pés e mãos em estranhas feridas a rogar-lhe uns minutos de pousada através de expressões em ter nesse idas alegando sofrer tribulações de cumprida a jornada mas o devoto respondeu amigo segue adiante o seu caso é comum espero por alguém muito importante não tenho tempo algum o mendigo saiu cambaleante depois de agradecer em seguida apareceu triste rapaz errante demonstrando no todo traço a traço febre e no leitor indigência e cansaço suplicando Socorro ao devoto feliz ele porém ele diz a ponte à frente rapaz não tenho neste mundo a obrigação de abrir a porta de meu lar a qualquer vagabundo e logo após o menino pobre triste surgiu descalço e só corpo toda a encobrir se sobre o pó das Veredas difíceis que trilhar era pedir a pão e abrigo Mas falou de volta em voz segura e Clara hoje espero um amigo não posso recolhê-lo peça pão ao vizinho e segue o teu caminho aliás para mim é simples desmazelo dos lares sem amor que deixa a criança um garoto qualquer pedir pedir pedir e andar como quiser para depois fazer se malfeitor e mais tarde ao fim do dia um velhinho doente arrimado é um bordão respeitoso rogava compaixão que se abra dormir exposto à noite fria e sair ao relento aumentando a fadiga e o sofrimento o devoto no entanto informou da janela não posso dar-te asilo não bata em minha

respeitoso rogava compaixão que se abra dormir exposto à noite fria e sair ao relento aumentando a fadiga e o sofrimento o devoto no entanto informou da janela não posso dar-te asilo não bata em minha porta e nem que as cores nela aguarda alguém com tudo segue em frente esse mesmo lugar encontrar as mais gente que possa agasalha lo Desculpa minha recusa é um amigo importante é se alguém de quem falo Espero que ter as leite e pousada na primeira pensam a direita da Estrada e o dia terminou e a noite veio escura o devoto chorou o tomado de amargura mas dormiu e sonhou que re encontrava o Cristo Assombrado gritou porque senhor não me queres Affair nem aceitas o amor preparei minha casa com cuidado a fim de demonstrar de todo o meu carinho e não quisesse vir ao meu Recanto e como não disse o mestre em doce explicação hoje por quatro vezes fui a tua casa em vão por muito que te achasse eu me envia sozinho fim dá uma pausa o mestre esclareceu recorda amigo meu o mendigo o rapaz o menino e o velhinho sei que teu coração não percebeu mas nos quatro viajores do caminho estava eu a estender te clarão renovador e te buscar em meu Imenso Amor nisso o de volta em pranto Voltou ao corpo e veio a despertar e Relembrando o ensino trêmulo de espanto começou a pensar Oi Maria Dolores por Chico Xavier

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