OLHOS DE VER - Carla Daniela Leite [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 18/06/2025 (há 10 meses) 36:46 217 visualizações

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Transcrição

Sejam bem-vindos aqui na nossa casa, nesse nosso encontro que que é uma das nossas fontes de alimentação espiritual. Nesse nosso horário do almoço, nós nos alimentamos fisicamente e também precisamos alimentar o nosso espírito com esse pão da vida, pão da vida eterna que é Jesus. E ele se apresentou após após multiplicar os pães também como aquele que além de alimentar o corpo, alimenta o espírito. E é para isso que estamos aqui, para alimentar o nosso espírito também da palavra de Jesus à luz da doutrina espírita. E para começar eu convido vocês, convido nós todos a exercermos a nossa melhor forma de alimentação, que é o banquete da prece. Então, elevemos o nosso pensamento a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, a todos aqueles espíritos do bem que estão conosco hoje neste dia e agradeçamos por todos os presentes que eles nos dão. Agradeçamos pela oportunidade de estarmos aqui encarnados, de termos merecido renascer e estarmos com essa oportunidade de cuidar mais uma vez das nossas tarefas, dos nossos amores, de tudo aquilo que já temos construído de bom, de tudo que precisamos melhorar, daqueles laços que já construímos e dos nós que precisam ainda ser desatados. Agradecemos pelo dia de hoje, que é o dia mais importante da nossa vida, aquele dia em que podemos transformar, mudar, fazer acontecer, perdoar e agir. Agradecemos pelos nossos mentores que estão conosco, por Bezerra de Menezes, o mentor aqui da nossa casa, que é o médico do nosso corpo, da nossa alma, dos nossos corações, que cuida de nós, que nos dá os remédios, que tratam as doenças do nosso corpo, da nossa alma, osentos que aliviam as nossas dores, as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida, aqueles também que nos amam e que estão conosco nessa vida, que permaneçam e que nos fortaleçam e que nós possamos também fortalecê-los e aqueles que ainda são desafios para nós, que possamos transformar a nossa vida, transformar o nosso olhar e transformar as nossas ações para podermos progredir

que nós possamos também fortalecê-los e aqueles que ainda são desafios para nós, que possamos transformar a nossa vida, transformar o nosso olhar e transformar as nossas ações para podermos progredir e melhorar. E que Jesus seja o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida. que ele nos transforme e que abra os nossos olhos de toda cegueira. Que assim seja. Hoje o nosso tema é olhos de ver. Jesus inúmeras vezes falou sobre a nossa visão, pediu que nós tivéssemos olhos de ver e ouvidos de ouvir, que estejamos atentos a todas as circunstâncias na nossa vida, porque muitas vezes nós passamos e não conseguimos ver aquilo que está no nosso caminho ou vemos de uma forma equivocada. Quando penso nesse tema e penso nas palavras de Jesus, sempre me veio um exemplo de Paulo de Tarso, o grande apóstolo do cristianismo. Ele tinha muito, mas muito, mas muito amor a Deus. Ele era um homem extremamente religioso, um doutor da lei, que tudo sabia das leis divinas, que conhecia a fundo as leis de Deus, conhecia as profecias, conhecia tudo que se podia saber, sabia até as vírgulas e os pontos, os pingos nos de cada palavra da lei divina. Dava aula e pregava sobre isso e procurava viver na sua vida. Mas ele era um homem de temperamento ainda forte, violento, vaidoso, orgulhoso e sempre procurava fazer prevalecer as suas ideias, sempre em nome de Deus e com atenção aquilo que Deus queria. Mas Paulo teve o olhar enviezado. Apesar de conhecer toda a palavra de Deus, de conhecer todas as promessas, todas as profecias, ele não soube reconhecer. Há muito tempo, seu povo esperava o Messias prometido, aquele que viria para salvar e para, enfim, para levar o bem para o seu povo, que então era dominado por Roma, subjugado por aquela grande potência mundial. E ele esperava, assim como todo o seu povo, Messias. Mas quando ele conheceu, não pessoalmente, mas conheceu os discípulos daquele que se apresentava como Cristo, ele não o reconheceu. Ele viu naquele homem apenas um profeta obscuro, alguém

vo, Messias. Mas quando ele conheceu, não pessoalmente, mas conheceu os discípulos daquele que se apresentava como Cristo, ele não o reconheceu. Ele viu naquele homem apenas um profeta obscuro, alguém que se dava um título que não tinha e que não merecia. Alguém que ameaçava o reinado de Deus, alguém que utilizava de forma imprudente e mentirosa um título que seria de esperança e seria de glória para o seu povo. Naquele pobre, humilde carpinteiro nazareno, ele não soube reconhecer o enviado de Deus. E ele passou a perseguir os envi os cristãos que ainda não tinham esse nome. Passou a perseguir os perseguid os seguidores do Cristo, os homens do caminho, que apenas buscavam acolher as almas necessitadas de tudo. passou a perseguir e até mesmo a agredir e a matar tudo em nome de Deus a quem ele procurava seguir, a quem ele amava e que ele sentia que era vilipendiado por todas aquelas pessoas que utilizavam indevidamente o seu nome. E assim ele levou Estevão ao apedrejamento, levou muitas pessoas à prisão, Pedro, Tiago e João e tantos outros. Muitas pessoas chegaram até a morte. enquanto ele seguia no seu caminho e seguia na naquilo que ele acreditava ser a sua missão de defender a Deus, aniquilando todos aqueles que iam contra ele. Até que num determinado momento, depois de muitas histórias que vocês podem conferir, eu espero que façam isso, no livro Paulo e Estevão, estava ele a caminho de Damasco para ir em perseguição de mais um dos cristãos. dos seguidores do Cristo, daqueles que tinham escolhido viver como Cristo empregava. E quando ele estava no meio do caminho no seu cavalo, na sua montaria, o cavalo refugou ao ver uma imensa luz e caiu para trás, deixando-o no chão. Ele na, após a queda, percebeu o clarão e naquele clarão ele viu uma imensa luz. E naquela imensa luz, ele reconheceu as características daquela pessoa que eram apresentadas, que eram apresentadas para ele como Cristo, como Jesus, aquele de quem tanto ele já tinha ouvido falar e a quem ele tanto perseguia. Aquilo para ele foi um

sticas daquela pessoa que eram apresentadas, que eram apresentadas para ele como Cristo, como Jesus, aquele de quem tanto ele já tinha ouvido falar e a quem ele tanto perseguia. Aquilo para ele foi um choque. Se para nós encontrar com o Cristo seria uma razão de grande alegria, para Paulo, Saulo, naquele momento foi um choque, porque ele percebeu a grande verdade que ele não estava querendo admitir, que aquele Jesus, que ele considerava um profeta obscuro e usurpador, era sim o homem que veio para cumprir a promessa feita por Deus ao seu povo. Ele era o Messias. Ele era o enviado de Deus. E aí Paulo, Saulo, ficou estarrecido e quase foi ao chão de novo, porque ele percebeu que ele vinha perseguindo aquele que era enviado por Deus, o Messias que ele tanto esperava, era o mesmo que ele tanto perseguia. E aí ele se tocou, ele repensou e viu quantas pessoas haviam acreditado naquele Cristo, haviam seguido e reconhecido. E ele havia aniquilado porque não conseguiu perceber, porque ele não teve olhos de ver. Ele não reconheceu o Cristo quando apresentado a ele. Diferente de Estevão, que mesmo sem ter conhecido o Cristo, ao ter o primeiro contato com ele, apresentado ao Evangelho por Paulo, por Pedro, reconheceu imediatamente que se tratava do enviado. comparou aquelas passagens, aquela leitura do primeiro evangelho, que era o de Marcos, com as profecias, e percebeu claramente que ali estava o Messias prometido. Ele logo no primeiro olhar conseguiu ter os olhos de ver, conseguiu perceber de quem se tratava, conseguiu perceber que aquele humilde carpinteiro nada mais era do que o a promessa encarnada que Deus havia feito ao seu povo e a toda a humanidade. Superfato, ele não se lamentou, não chorou, não desistiu de tudo. Ele simplesmente reconheceu a sua pequenez, reconheceu o seu erro e assumiu imediatamente e perguntou ao Cristo: "Senhor, que quereis que eu faça?" E aí Jesus respondeu a ele: "Vai até a cidade". e eu lhe direi o que fazer. Paulo, nesse momento, quando ele viu o

rro e assumiu imediatamente e perguntou ao Cristo: "Senhor, que quereis que eu faça?" E aí Jesus respondeu a ele: "Vai até a cidade". e eu lhe direi o que fazer. Paulo, nesse momento, quando ele viu o clarão, ele se viu cego. E eu digo que Paulo não ficou cego naquele momento. Na verdade, Paulo nunca tinha enxergado. Ele sempre havia estado cego. Apenas aquela cegueira que ele tinha no seu espírito foi exteriorizada no corpo físico para que ele pudesse perceber o tamanho da sua cegueira. E assim ele permaneceu, foi escoltado pelos seus soldados que o deixaram na cidade de Damasco, numa hospedaria. E ele aguardou o que o Cristo, que ele já tinha reconhecido, faria. E depois de alguns dias, depois de três dias, Ananias, a quem ele iria perseguir, bateu em sua porta e apresentou-se como emissário do Cristo, devolveu a sua visão e apresentou Paulo a sua missão. Ali estava curada a cegueira. Se de acordo com a passagem dos Atos dos Apóstolos, as escamas caíram dos olhos de Paulo quando Ananias impôs as mãos. Então, aquelas escamas que até então durante toda a sua vida, tinham told a sua visão, finalmente caíram. E Paulo pôde finalmente enxergar a verdade, enxergar o Cristo. E a partir de então, sem hesitar, sem pestanejar e com todas as provas, com todas as dificuldades, com todas as dores, as torturas e até mesmo a morte, ele jamais deixou de viver de forma coerente com aquilo que ele finalmente tinha conseguido enxergar. Ele pregou esse Cristo, ele viveu esse Cristo intensamente a ponto de, no final da sua vida, ele dizer que eu vivo, mas já não sou eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim. Porque ele tinha tal identificação com o Cristo que ele era, sentia em si pulsar o coração do próprio Cristo, porque ele não apenas enxergou, mas ele resolveu viver de acordo com aquilo que ele finalmente conseguia enxergar. Caídas as escamas dos seus olhos, ele levou ao extremo e viveu intensamente essa verdade que ele tardiamente conseguiu enxergar. Mas antes tarde do que nunca, ou como dizem o o pessoal lá

ia enxergar. Caídas as escamas dos seus olhos, ele levou ao extremo e viveu intensamente essa verdade que ele tardiamente conseguiu enxergar. Mas antes tarde do que nunca, ou como dizem o o pessoal lá de casa, antes tarde do que mais tarde. Então, ainda em tempo, ele conseguiu enxergar e se fazer cristão, se fazer seguidor desse Cristo. Uma outra história muito bonita que fala também de enxergar é a história do cego Bartimeu, aquele que também nunca tinha enxergado na vida dele. era um cego de nascença, ou seja, a luz nunca havia brilhado para ele e ele nunca tinha tido a sensação de enxergar, como muitos não enxergam a verdade. E ele cego vivia de pedir esmolas diante do templo. De uma forma que o os romanos que dominavam, que eram tão organizados, organizavam até a mendicância ali e dava aqueles aquelas pessoas autorizadas a mendigar pelo estado aquelas capas que identificavam eles e que permitiam que eles pudessem ficar ali. E Bartimeu ficava na porta do templo, pedindo aquele dinheiro que era necessário ao seu sustento e que vinha em quantidade suficiente, mais do que suficiente para o que ele precisava. E ele tirava a sua vida dali. Mas ele queria mais. E ele soube que viria o Cristo, aquele que estava promovendo curas. Jesus, ele não conhecia ainda como Cristo. Aquele Jesus que vinha fazendo curas, que vinha alimentando o povo e fazendo muitos milagres. E ele acreditou que aquele homem podia curá-lo e se colocou diante dele. Quando Jesus se aproximou do templo para pregar e fazer as suas orações, ele gritou cego, sem enxergar. sabia que Jesus estava por ali, gritou o nome de Jesus para que ele pudesse ser reconhecido e gritou muito alto para que não houvesse dúvida de que Jesus o ouviria. E quando Jesus ouviu o nome dele falado com tanta firmeza, com tanta fé, foi até o cego Bartimeu. E aí Jesus fez uma pergunta crucial para ele. Jesus perguntou: "O que queres que eu faça?" A mesma pergunta que Paulo fez, Jesus fez para o cego Bartimeu, o que queres que eu faça?

té o cego Bartimeu. E aí Jesus fez uma pergunta crucial para ele. Jesus perguntou: "O que queres que eu faça?" A mesma pergunta que Paulo fez, Jesus fez para o cego Bartimeu, o que queres que eu faça? E o cego Bartimeu podia ter respondido qualquer coisa. Para nós pode parecer óbvio, né, que ah, se ele é cego, é óbvio que ele quer ver. Mas muitas pessoas podem querer coisas diferentes. Muitas pessoas podem querer. Ele podia pedir uma capa nova, podia pedir alimentos, podia pedir qualquer coisa, mas ele não tinha dúvidas do que ele queria. sem pestanejar, sem duvidar e sem pensar duas vezes, ele respondeu a Jesus: "Senhor, que eu veja?" Era o que ele queria. Ele queria ter olhos de ver, ele queria enxergar. E antes mesmo que Jesus pudesse fazer qualquer coisa, ele já jogou aquela capa para trás, compreendendo que ele não precisaria mais dela. Isso foi um ato de extrema fé, porque as pessoas estavam ali e aquela capa era ambicionada. Todo mundo queria receber essa possibilidade de poder pedir dinheiro e tirar o seu sustento de uma forma institucionalizada. Então ele largou aquela capa já confiante de que ele conseguiria enxergar. E Jesus fazendo os gestos que ele precisava fazer, misturando a terra, mostrando também a nossa dimensão material, né? A terra de mostrando a dimensão material. Nós somos terra e colocando ali a sua água e a sua santidade, a sua centelha divina também. Ele conseguiu passar aquilo nos olhos e devolver a visão ao cego Bartimeu. E a partir de então, assim como Paulo, ele conseguiu enxergar, enxergar não apenas com o corpo, mas a sua visão do corpo, passou a refletir o que ele já conseguia enxergar ao aceitar o Cristo e ao declarar, ao chamá-lo, ao acreditar que ele receberia essa esse serviço, esse milagre, ele já mostrou que a sua visão interior já estava presente. E aí a visão exterior apenas refletiu aquilo que ele já conseguia ver, assim como no caso de Paulo, que sempre foi cego e passou a enxergar com as escamas que saíram dos seus olhos. O cego

a presente. E aí a visão exterior apenas refletiu aquilo que ele já conseguia ver, assim como no caso de Paulo, que sempre foi cego e passou a enxergar com as escamas que saíram dos seus olhos. O cego Bartimeu também naquele momento o interior dele conseguiu enxergar antes que essa visão pudesse ser devolvida também aos seus olhos e ao seu corpo. Por isso Jesus colocou a terra que representa a nossa dimensão material e deu a ela esse toque, dizendo que a matéria vai enxergar aquilo que o espírito já consegue ver. E nós precisamos ter esses olhos de ver, porque os nossos olhos eles vêm dentro daquilo que é a nossa visão. Jesus também em um determinado momento aqui no sermão da montanha em Mateus 6, ele fala que a lâmpada do corpo é o olho. Portanto, se o seu olho estiver são, todo o seu corpo ficará iluminado. Mas se o seu olho estiver doente, todo o seu corpo ficará escuro. Pois se a luz que está em ti são trevas, quão grandes serão as trevas. Então ele fala que a nossa visão, antes de tudo, vem de dentro. Eu me lembro de uma história, eu vou falar de uma forma bem curtinha, de um casal que se mudou para uma casa, recém-casado, se mudou para uma casa e todos os dias tomava café da manhã no quintal. E o quintal deles dava pra casa de uma vizinha. E essa vizinha toda semana lavava as roupas e estendia no quintal. E aquela mulher sempre dizia: "A vizinha está estendendo roupas sujas no quintal". Toda semana ela não tá lavando direito as roupas dela, porque as roupas que ela estende são sujas. E isso toda semana era a mesma ladaainha. Eles ficavam ali, sentavam, tomavam café da manhã, ela olhava e falava das roupas sujas da vizinha. Até que um determinado dia ela disse: "Olha, a vizinha é gente boa, mas ela não sabe lavar roupa. Na próxima semana eu vou ensinar para ela, eu vou mostrar para ela como é que se faz para que ela não fique mais lavando essas roupas e utilizando essas roupas sujas." E aí na semana seguinte, quando ela ia se dispor a falar com a vizinha, ela viu que as roupas estavam limpas e

se faz para que ela não fique mais lavando essas roupas e utilizando essas roupas sujas." E aí na semana seguinte, quando ela ia se dispor a falar com a vizinha, ela viu que as roupas estavam limpas e aí comentou com o marido: "Nossa, mas a vizinha finalmente aprendeu a lavar as roupas. As roupas estão limpas, estão até coloridas, estão bonitas. como nunca estiveram. E aí o marido falou: "Não, não foi a vizinha que aprendeu a lavar a roupa, fui eu que lavei as janelas aqui da nossa varanda. E agora você está vendo que as roupas estão limpas como sempre estiveram. Ou seja, as roupas sempre estiveram limpas, brancas, coloridas e bem lavadas, mas as janelas estavam sujas. E é disso que Jesus fala, que se o nosso olhar estiver sujo, se as nossas janelas da alma estiverem sujas, estiverem poluídas, tudo ao nosso redor vai ficar sujo também. Eu me lembro de um meme que tinha de um renunceronte pintor, que ele vinha as paisagens e era um bom pintor. Ele pintava o mar, pintava as montanhas, pintava, enfim, os rios. pintava as pessoas e ele pintava bem, só que ele tinha um pequeno problema. O rinoceronte, ele tem aquele nariz grande, né? E em todos os quadros dele tinha a paisagem, mas tinha também o nariz dele. Então, em primeiro plano sempre estava o nariz do rinoceronte. E assim é a nossa vida. Nós vemos em primeiro plano aquilo que é importante para nós, seja a sujeira das nossas janelas, seja o nosso nariz de rinoceronte, seja aquilo que é importante. Nós usamos olhos às vezes, às vezes óculos escuros, às vezes óculos cor-de-rosa, às vezes óculos azuis, às vezes óculos vermelhos. E esses óculos direcionam o nosso olhar. Então é preciso que a gente veja. E como diz Jesus, né? Se os nossos olhos são puros, puro também será o mundo ao nosso redor. Se as nossas janelas estão sujas, nós veremos a sujeira onde quer que ela esteja. Nós não vemos o mundo como ele é. Nós vemos o mundo como nós somos. O nosso nariz de rinoceronte está em todas as partes. Então, é preciso que a gente

, nós veremos a sujeira onde quer que ela esteja. Nós não vemos o mundo como ele é. Nós vemos o mundo como nós somos. O nosso nariz de rinoceronte está em todas as partes. Então, é preciso que a gente veja, é preciso que a gente enxergue e é preciso que a gente coloque no mundo essa luz que vem de dentro. A nossa candeia precisa ser acesa. Então, quando nós temos a luz dentro de nós, ela é refletida no mundo lá fora. Quando nós temos a sombra dentro de nós, essa sombra se revela e a escuridão pertence ao mundo. E como é triste nós andarmos na escuridão. Como é triste nós não conseguirmos encontrar o caminho. Quando nós estamos num lugar de quando nós estamos na escuridão, todo mundo já fez, eu acho que esse exercício de vendar os olhos e tentar andar, a gente tropeça nas coisas, a gente não sabe para onde ir, a gente cai, a gente quebra as coisas, porque a gente não tem uma noção do nosso caminho. Quando a luz se acende, nós conseguimos enxergar o mundo ao nosso redor. Então, nós temos nossos olhos de ver e a gente consegue viver muito melhor quando nós conseguimos acender a luz. Então, de acordo com o que disse Jesus, nós temos três etapas para acendermos a nossa luz e conseguirmos enxergar. A primeira é encontrar uma luz mesmo fora. Quando nós não temos a luz ainda dentro, não conseguimos criar e acender essa luz como Jesus nos deu, nós procuramos uma referência. Se eu tô numa noite escura, o que que eu procuro? A luz das estrelas, a luz da lua, uma luz que possa me guiar, uma lanterna. Se tudo tiver escuridão aqui, todo mundo vai começar a acender a lanterna do celular, vai procurar o interruptor. Então, quando nós estamos no escuro, procuramos uma luz que nos guie. E é importante que nós escolhamos bem essa luz, que seja uma luz que traga uma verdadeira iluminação. Nossa maior luz é Jesus. É o sol que brilha aqui nesse mundo. É o nosso guia, o nosso modelo, o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida. É o sol que nos ilumina e o caminho que nos mostra o caminho que

maior luz é Jesus. É o sol que brilha aqui nesse mundo. É o nosso guia, o nosso modelo, o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida. É o sol que nos ilumina e o caminho que nos mostra o caminho que devemos seguir. E existem também a lua, as estrelas que se banham e que conseguem também pequenas estrelas que são os nossos profetas, os nossos santos e aqueles todos que vieram para mostrar o caminho. aqueles pequenos amores da nossa vida, pequenos grandes amores que acendem a luz nossos pais, nossos filhos, nossos amigos que mostram pra gente em todos os lugares nós podemos encontrar a luz se nós pudermos enxergá-la, se nós nos dispusermos a enxergá-la. Jesus fala, né, que a gente tenha olhos de ver e diz: "Bem-aventurados os puros, porque verão a Deus". Nós podemos enxergar a Deus onde quer que seja, naquela pessoa que está em nós, nas oportunidades da nossa vida, nessas flores tão bonitas dos IPs, na beleza que a gente vê, até mesmo nas palavras duras ou nas lições duras que a vida nos dá. A gente pode ver a Deus que nos ensina tudo aquilo que nós precisamos. Então, quando a gente consegue enxergar a luz, nós conseguimos ver e iluminar o nosso caminho. O segundo passo é que entendendo o que é a luz, reconhecendo a luz e percebendo a luz, nós podemos acender a luz dentro de nós. Outra coisa que eu acho que todo mundo já fez pelo menos uma vez na vida foi acender uma vela em outra vela. Eu chego, era muito comum nas processões, por exemplo, da Semana Santa, né? A gente todo mundo leva uma vela apagada e todo mundo acende essa vela em algum lugar. Acende a vela na vela principal ali da igreja, né, o sírio pascal, por exemplo, ou acende na vela do seu colega que já foi lá e acendeu. Então, nós podemos reconhecendo a luz e percebendo a luz ali, acender também a nossa vela. acender a nossa luz e brilhar com a nossa luz. Então, o segundo passo é nós acendermos e encontrarmos a nossa própria luz. Depois de termos reconhecido o que é a luz, nós conseguimos produzir ela em nós mesmos e

ossa luz e brilhar com a nossa luz. Então, o segundo passo é nós acendermos e encontrarmos a nossa própria luz. Depois de termos reconhecido o que é a luz, nós conseguimos produzir ela em nós mesmos e conseguimos brilhar por conta própria. Conseguimos enxergar o caminho, porque nós somos, como Jesus diz, a luz do mundo. E essa luz já brilha dentro de nós. Então, não precisamos de uma luz externa, porque onde quer que nós vamos, nós já levamos a luz. E por fim, nós temos aquele momento em que nós iluminamos, que nós emprestamos a luz e que nós não apenas iluminamos a nós mesmos, mas podemos iluminar a vida das outras pessoas também, levando um pouquinho de luz a quem precisa, levando calor a quem passa frio. Uma luz que se acende e consegue iluminar muitas vidas. E nós acendendo a nossa luz e fortalecendo, nós podemos iluminar. inúmeras vidas, sem gastar a nossa própria luz. Cada vez que uma vela acende outra vela, as duas chamas se fortalecem. Elas não diminuem, elas se fortalecem. Então, acendendo outras velas, nós podemos fortalecer cada vez mais. Emanuel diz: "Se você já conhece a luz, internalize essa luz e se torne embaixador dessa luz. Então, todos nós nos tornaremos embaixadores da luz. E que tenhamos, como diz Jesus, olhos de ver, que tenhamos o olhar puro, porque assim veremos a Deus em cada circunstância, em cada olhar, em cada necessidade do mundo, em cada beleza do mundo, em cada ser criado por Deus, assim como nós. Muito obrigada a todos. Agradeço a atenção nesse dia. Desejo um ótimo dia, uma ótima semana e que todos nós sejamos iluminados e vivamos a luz do Cristo. Que todos nós tenhamos olhos de ver. que todos nós consigamos acender a nossa luz e iluminar o mundo. Que nunca nos falte uma luz que guieho, que nunca nos falte a disposição de caminhar quando for necessário. Que nunca nos falte também a disposição de guiar outros caminhos, de fortalecer outras pessoas, de mostrar aquilo que nós já sabemos e de aprender aquilo que nós ainda não sabemos, de sempre

cessário. Que nunca nos falte também a disposição de guiar outros caminhos, de fortalecer outras pessoas, de mostrar aquilo que nós já sabemos e de aprender aquilo que nós ainda não sabemos, de sempre fortalecer a nossa luz. de aumentar as nossas brasas, de compartilhar o nosso calor e assim intensificar cada vez mais. Que Jesus seja o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida, a luz que nos alimenta e a brasa que nos dá o calor. E que nós estejamos sempre prontos a reconhecer Deus em cada ser da sua criação. Que assim seja. Um grande abraço a todos e fiquemos com o passe. Uma ótima semana. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário

ha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. Er

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