OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS – QTS. 558 a 567 [O LIVRO DOS ESPIRITOS]

Comunhão Espírita de Brasília 12/02/2026 (há 1 mês) 1:09:10 349 visualizações

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Transcrição

Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. [música] para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. >> Boa noite, pessoal. Tudo bem? Como é que estamos? Nós vamos iniciar o nosso estudo do livro dos espíritos dessa quarta-feira. de continuidade ao projeto que já está no 29º ano. E na noite de hoje nós iniciamos um novo capítulo, o 10º, ocupações e missões dos espíritos. Só para lembrar, nós vimos anteriormente o capítulo sobre a influência dos espíritos no mundo corpóreo. E vimos anteriormente a influência dos espíritos em nossos pensamentos. Lembrando que essa influência ela é recíproca, tá? Nós não somos seres frágeis aqui a mercê dos espíritos encarnados. nós também os influenciamos. É sempre uma troca. Só que a questão é que na maioria das vezes, por nós sermos seres ainda num planeta de próxiações, a gente atrai influenciações que não são tão boas, mas nós podemos reverter isso e atrairmos as melhores influenciações, que é o que nós buscamos paraa nossa vida por meio da oração, das boas ações, dos estudos, nós buscamos uma conexão positiva, construtiva paraa nossa vida. E nós vamos ver agora a ocupação e missão dos espíritos. Tô Ner acabou de chegar da Índia, quando ela vem ao Brasil, ela vem aqui trabalhar conosco e ela inicia esse capítulo que o pessoal fala, né? Ah, vai descansar em paz quando morre. Túmulo americano tem R e P são as iniciais em inglês. Rest in peace. Em peace, em paz até pode ser. Agora rest, descansar. Eu duvido que você vai desencarnar e vai descansar. Descanse quando você tiver na terra, porque lá em cima você vai falar sobre isso hoje, né? A coisa pega e tudo é na base do bônus hora. Bônus hora, tudo por mérito. Lá existe a meritocracia. Então ela vai falar sobre esse tema e nós vamos nos preparar para esse encontro. Abrimos ao acaso o livro Fonte Viva de Emmanuel, que está aqui dando sopa sobre a mesa. E é gostoso ler Emmanuel, que ele pega uma palavra da Bíblia e consegue escrever um tratado.

para esse encontro. Abrimos ao acaso o livro Fonte Viva de Emmanuel, que está aqui dando sopa sobre a mesa. E é gostoso ler Emmanuel, que ele pega uma palavra da Bíblia e consegue escrever um tratado. E nós vamos ver o capítulo 138 para quem quiser ler em casa, Fonte Viva. O justo remédio. Eh, carta de Paulo, a primeira carta de Paulo a Tessalonicenses, capítulo 4to, versículo 9º. Quanto, porém, a caridade fraternal, não necessitais que vos escreva, porque já vós mesmos estais instruídos por Deus, que vos ameis uns aos outros. E a Emânia vai comentar, é um pouquinho grande. Eu vou ler apenas alguns trechos o suficiente para termos uma noção do comentário de Emmanuel. Em sua missão de consolador, recebe o espiritismo milhares de consultas partidas de almas ansiosas que imploram socorro e solução para diversos problemas. Aqui é um pai que não compreende e confia-se a sistemas cruéis de educação. Ali há um filho rebelde, ingrato, que foge a beleza do entendimento. Acolá é o amigo fascinado pelas aparências do mundo e que abandona os compromissos com o ideal superior. Além, é um irmão que se nega ao concurso fraterno. Noutra parte é o cônjuge que deserta do lar. mais adiante ao chefe de serviço insensível e contundente. Contudo, o remédio para a extinção desses velhos enigmas das relações humanas está indicado há séculos nos ensinamentos da boa nova. A caridade fraternal é a chave de todas as portas para a boa compreensão. O discípulo do Evangelho é alguém que foi admitido à presença do divino mestre para servir. A recompensa de semelhante trabalhador efetivamente não pode ser aguardada no imediatismo da terra. Como colocar o fruto na fronde verde da plantinha nascente? Como arrancar a obra prima do mármore com o primeiro golpe do cinzel? Quem realmente ama em nome de Jesus está semeando para colheita na eternidade. Não procuremos orientação com os outros para assuntos claramente solucionáveis por nosso esforço. Sabemos que não adianta desesperar ou amaldiçoar. Cada espírito possui o roteiro que lhe é

eternidade. Não procuremos orientação com os outros para assuntos claramente solucionáveis por nosso esforço. Sabemos que não adianta desesperar ou amaldiçoar. Cada espírito possui o roteiro que lhe é próprio. Saibamos caminhar, portanto, na senda que a vida nos oferece sob a luz a caridade fraternal. Hoje e sempre. Que Deus nos abençoe também nessa noite de estudo e de paz. Que Jesus ilumine o nosso caminhar, nos dando abertura mental para compreendermos mais e mais as lições que nos vêm, que sempre se renovam. Que o Espírito da verdade nos dê a saúde física, mental, espiritual. Nos mantenha unidos nesses propósitos sublimes de estudar, aprender e seguir ao mestre Jesus. Bezerra de Menezes que protege nossa casa, nos abençoe também. Instrutor Alexandre que guarde este grupo, nos dê a sua presença amiga e fraternal, abençoando-nos com a paz. E Ismael, Guardião do Brasil, mantenha-nos unidos e coesos como aprendizes de Jesus, que temos juntos um compromisso, exemplificar para o mundo o evangelho do Mestre. Essa é a missão do Brasil. Não é ser uma potência econômica, política, estratégica, nada disso. É ser talvez o celeiro do mundo, provendo alimentos materiais, mas também vivendo o evangelho de Cristo. Que nós possamos herdar honrosamente essa missão e sermos colaboradores de Cristo para que assim logo se faça na terra e em nossas vidas. Que assim seja. Então, nossa irmã Antônia Ner vem nos trazer, inaugurando o capítulo 10º, ocupações e missões dos espíritos. O que os espíritos fazem aqui? Se fala dos desencarnados desse mundo. O que que eles fazem na na eternidade? Vamos ver. >> Boa noite a todos. Ouvindo essa palavra do Marcos, a gente pensava que a gente tinha aposentadoria lá no plano espiritual. Eu sempre imaginava quando eu desencarnar, vou me vou vou usufruir da aposentadoria. Daí, ouvindo uma historinha de Chico, ele tinha um amigo muito querido que trabalhava nos no grupo de desobsessão. E aí esse amigo faleceu e aí através da psicografia do Chico, ele lhe trouxe uma

ria. Daí, ouvindo uma historinha de Chico, ele tinha um amigo muito querido que trabalhava nos no grupo de desobsessão. E aí esse amigo faleceu e aí através da psicografia do Chico, ele lhe trouxe uma mensagem da qual ele falou para o Chico. Ele Chico avisa o povo aí que a gente trabalha aqui feito burro de carga. Aqueles que não gostam de trabalhar, é bom se preparando, porque aqui se trabalha, se trabalha muito. Mas a gente também tem uma recomendação de Jesus. Ele disse: "Eu trabalho e meu pai também trabalha". Ou seja, fazendo aí a lei do trabalho uma lei natural, tanto no plano físico quanto no plano espiritual. Mas hoje nós vamos trabalhar essa questão da ocupação do que que os espíritos fazem lá no plano espiritual, que em que que eles trabalham, qual é que a ocupação? Qual é a missão desses espíritos? E quando a gente deixar esse corpo físico, a gente vai trabalhar, a gente já chega no plano espiritual, já preparados para trabalhar. Então, hoje a gente vai trabalhar um pouquinho essas questões. E aí a gente começa com a questão 558 do livro dos espíritos. Daí Kardec pergunta aos espíritos: "Os espíritos cuidam de outra coisa além do seu melhoramento pessoal, que é uma tarefa que a gente realiza cuidado do nosso melhoramento pessoal. Mas além disso, cuidam os espíritos de outras tarefas?" Daí os espíritos respondem a Kardec, concorrem para a harmonia do universo. Outro trabalho, executando a vontade de Deus. Ou seja, ali nós temos as tarefas de acordo com uma hierarquia, obviamente, do qual são os ministros. A vida espírita é uma ocupação contínua. Por isso que o amigo disse, se trabalha feito burro de carga. A gente não descansa. Vamos falar um pouquinho também sobre isso, tá? A diferença é, a gente vai falar um pouquinho dessa diferença de descansar e a ociosidade, tá? Que é uma diferença aí grande, mas nada tem de penosa como a da terra. Aqui dá uma uma aliviada, né, gente? é uma ocupação contínua, mas não tem nada de penoso como aqui na Terra. Mas aqui a gente também tem que abrir um

aí grande, mas nada tem de penosa como a da terra. Aqui dá uma uma aliviada, né, gente? é uma ocupação contínua, mas não tem nada de penoso como aqui na Terra. Mas aqui a gente também tem que abrir um parênteses e entender que o trabalho é para todos, mas a maneira como você interpreta o trabalho, como você realiza o trabalho, ele pode ser muito penoso aqui na Terra e também pode ser penoso também lá no mundo espiritual. pois não está sujeita à fadiga corpórea, nem às angústias da necessidade. A gente precisa entender aqui a diferença entre os espíritos aqui, porque pode acontecer dessa fadiga e dessas angústias também, fruto da ligação do espírito ainda à matéria, à suas necessidades materiais. Pulamos para a questão 563, que vai falar exatamente das ocupações. As ocupações dos espíritos são incessantes. Vejo aqui que é uma ocupação contínua. Daí ele Kardec pergunta: "Es as ocupações, elas são incessantes?" Daí os espíritos respondem a Kardec: Incessante sim, se entendermos que o seu pensamento está sempre em atividade. Então, incessante sim, pois eles vivem pelo pensamento. No plano espiritual é o pensamento. Então, o pensamento sempre em atividade, por isso a ocupação constante. Mas é necessário não equiparar as ocupações dos espíritos com as ocupações materiais dos homens. A gente precisa entender que a ocupação dos espíritos é diferente da ocupação quando a gente está aqui na matéria. A matéria vai exigir um esforço, vai exigir eh muito mais e vai dar o cansaço que ele falou aqui, ó. Esse cansaço, sua própria atividade é um gozo para os espíritos, diferente da nossa atividade aqui na matéria, pela consciência que eles têm de serem úteis. Então, para eles ser úteis, ajudar o próximo, ajudar o seu semelhante, ajudar aqueles que estão, então eles se sentem aqui, ó, eles têm essa consciência de como isso é importante, de como isso faz bem para o seu crescimento espiritual e até moral também. Então a gente pergunta, é correto dizer que todos os espíritos têm ocupações a desempenhar?

iência de como isso é importante, de como isso faz bem para o seu crescimento espiritual e até moral também. Então a gente pergunta, é correto dizer que todos os espíritos têm ocupações a desempenhar? Que ele falam ali que é uma ocupação contínua, incessante via pensamento. Então, é correto dizer que todos os espíritos eles têm uma ocupação a desempenhar? A resposta é sim. Desencarnar não significa ociosidade, que a gente tá pensando que vai tirar férias, né? Então, desencarnar não tem nada a ver com ociosidade, mas sim atividades contínuas focadas no aprendizado. Olha aí, no auxílio à humanidade, proteção de pessoas e execução da vontade de Deus. São todas atividades que os espíritos, de acordo com a sua condição, eles irão executar essas tarefas, visando o quê? visando sempre a evolução pessoal, que não é só o trabalho de fazer no nosso a no nosso aperfeiçoamento, mas também a harmonia do universo. Trabalha para essa harmonia do universo. Lá na revista espírita de 1859, e nós encontramos a seguinte passagem pra gente entender essa questão do trabalho, da ocupação da atividade no plano espiritual. Daí nós encontramos a seguinte passagem: se considerarmos o número infinito de mundos que a gente tem e a gente conhece que povoam o universo e o incalculável número de seres que o habitam, compreenderemos que os espíritos têm muito em que se ocupar. Imagina aqui, ele tá falando, né, a o número infinito de mundos. Aí nós temos o número incalculável de seres. Daí tem muita coisa para fazer no plano espiritual. As ocupações, porém, nada tem de penosa. A gente já viu isso. Eles as realizam com alegria voluntariamente. Olha que interessante. Tem constrangimento e sua felicidade é triunfar naquilo que empreendem, na tarefa que realizam, na tarefa que se propuseram a realizar. Ninguém pensa numa ociosidade eterna, né, que a gente às vezes pensa, né, ociosidade eterna, né, que seria um verdadeiro suplício. A gente imagina, né, quando aqui nós na Terra, quando a gente se aposenta, aí a

nsa numa ociosidade eterna, né, que a gente às vezes pensa, né, ociosidade eterna, né, que seria um verdadeiro suplício. A gente imagina, né, quando aqui nós na Terra, quando a gente se aposenta, aí a gente não vai realizar aquelas atividades corriqueiras que a gente sair para trabalhar e fazer as nossas tarefas. a gente já sente um suplício, imagine essa ociosidade eterna. Seria um suplício segundo os espíritos. Então, esta afirmação que a gente viu aí lá na revista espírita eh de abril, né, ela é tá lá naquele artigo, tá no artigo chamado quadro da vida espírita. Então, nesse artigo, né, de Allan Kardec, ele sublinia ali a visão do Espiritismo sobre a vida no universo e as e as e atividade que os espíritos realizam lá no plano espiritual. Nesse capítulo, eles secam ali toda a atividade que os espíritos realizam ali no plano espiritual. Então, quais são os pontos principais desta reflexão que nós encontramos lá na revista espírita? Primeiro, atividade contínua. Os espíritos já falaram ali pra gente naquelas primeiras questões que a gente eh falou aqui a pouco. Então, os espíritos não vivem em ociosidade. Esse é um ponto que ele trata nesse nesse lá nesse artigo. Eles têm muito trabalho na organização e no progresso do universo. Claro que isso tem a ver com a condição evolutiva do espírito. E também ele fala sobre a natureza do trabalho, como é que é a natureza, como é que é essas atividades. Essas ocupações não são penosas, mas sim realizadas com alegria e voluntariamente, sendo a felicidade do espírito, eh, realizar, né, triunfar nessas tarefas que eles eh desejaram realizar. E além disso, nós temos diversidades de ocupações no plano espiritual. Então, os espíritos superiores dirigem acontecimentos e sugerem ideias, enquanto outros agem como guias, são os nossos anjos, guardiães, famílias, né, ou presidem fenômenos da natureza. Então, dependendo da condição espiritual daquele espírito, então ele vai ter, ó, nós temos diversidades de ocupações, temos várias tarefas para

rdiães, famílias, né, ou presidem fenômenos da natureza. Então, dependendo da condição espiritual daquele espírito, então ele vai ter, ó, nós temos diversidades de ocupações, temos várias tarefas para realizar no plano espiritual. E além disso, né, ele fala sobre essa questão da pluralidade dos mundos. Então, olhem, gente, a imensidade, né, quantos mundos, quantas tarefas a realizar, né? Então, a doutrina espírita, ela enfatiza que o universo é repleto de mundos habitados. A gente sabe disso aqui. Nós temos os mundos primitivos, nós temos os mundos de prova, de regeneração, nós temos os mundos de tosos felizes e os mundos celestiais. Mas, Antônia, lá nos mundos celestiais também se trabalha. Também se trabalha. Então aqui, ó, nós temos os mundos primitivos, nós temos prova, que é o nosso mundo de provas e expiações, e o mundo de regeneração, que nós estamos caminhando para lá, onde os espíritos encarnam e progridem aqui nesses mundos. Ao compreender a vastidão do universo, entende-se aí a necessidade de um trabalho contínuo para dar eh eh continuidade a todas essas tarefas e ordenados pelos espíritos, afastando a ideia de uma ociosidade eterna, descansar para sempre. Então, essa questão da ociosidade eterna, a gente já observou aqui que nós não iremos encontrar isso no plano espiritual. Então, como é que é ocorre essas ocupações dos espíritos, né? Como é que é essas atividades? Então, as ocupações dos espíritos desencarnados variam segundo o grau de evolução de cada um, focando na instrução, no trabalho contínuo, no auxílio à humanidade e preparação para novas encarnações. Então, nós temos várias colônias espirituais, onde ali são realizadas diversas atividades. Dentre essas atividades, nós temos aquelas que é preparação da para novas encarnações de espíritos que ainda necessitam reencarnar, que ainda precisam se aperfeiçoar, avançar. Daí eles se ocupam, né, e se preparam. essas encarnações é um trabalho que é realizado eh em algumas dessas colônias espirituais. Então, a vida espiritual ela é ativa,

recisam se aperfeiçoar, avançar. Daí eles se ocupam, né, e se preparam. essas encarnações é um trabalho que é realizado eh em algumas dessas colônias espirituais. Então, a vida espiritual ela é ativa, nada de ociosidade, não ociosa, com espíritos superiores atuando na harmonia do universo, enquanto outros aprendem e se recuperam e aguardam aí o reencarne em colônias. Olha aí as atividades são várias as colônias espirituais. Então, nós temos aqueles espíritos superiores que trabalham na questão da harmonia do universo. Nós temos aqueles que que estão retornaram ao plano espiritual, estão ali se recuperando. Enquanto eles estão se recuperando, também estão trabalhando na sua melhoria, estudando, trabalhando nesse sentido. que tem enquanto eles aguardam aí a nova reencarnação. Então, de acordo com o espiritismo, especialmente o livro dos espíritos, as ocupações incluem o quê? instrução e aprendizado. Então, vejam, aqueles que desencarnaram, já chega lá, vai, ele vai fazer passar por esse esse trabalho de instrução e aprendizado. Muitos espíritos frequentam escolas e colônias espirituais para estudar e se preparar para o próximo reencarno. Antônio, lá no plano espiritual tem escola? Pois é, tem. Tem escola onde a gente vai se instruir, a gente vai aprender. E aí temos eh aqui nós temos aqui, ó, essa ação no progresso, que é uma outra atividade. Espíritos mais adiantados dirigem acontecimentos, inspiram ideias nobres em encarnados. Aí, ó, trabalham a ciência, a arte, a filosofia e colaboram para o avanço da humanidade. Aí nós estamos falando de espíritos que já estão numa certa condição espiritual, que já se prepararam e podem realizar aí essas tarefas. E aí tem outros que também trabalham, fazem aquele trabalho de tutela e proteção. Atuam como anjos e guardiões, os mentores espirituais e como espíritos familiares ou protetores de indivíduos, família e cidades. Então nós temos espíritos que dependendo da sua condição, então ele vai ser um mentor familiar daquelas famílias, vai ser um

e como espíritos familiares ou protetores de indivíduos, família e cidades. Então nós temos espíritos que dependendo da sua condição, então ele vai ser um mentor familiar daquelas famílias, vai ser um protetor individual, que cada um de nós tem o seu protetor, tem o seu guia espiritual. E também temos aqueles protetores, né, de cidades, eh, de de cidades, de países. E aí a gente vê aí esses espíritos atuando e trabalhando nesse sentido de tutela e proteção. E temos aqueles também que realizam essa eh governança da natureza. Temos que cuidar, né, cuidar da natureza. Então, presidem os fenômenos da natureza agindo como agentes diretos na organização do plano físico. Olha aí. E aí nós temos também aqueles espíritos que trabalham com no socorro e amparo daqueles que ainda se encontram em situações difíceis. Então, nós temos os espíritos que vão ajudar nessa tarefa. Então são espíritos mais elevados ou dedicados, trabalham no resgate e tratamento de desencarnados sofredores ou recém-chegados. Então a gente recém desencarna, recém-chegado no plano espiritual. Então, nós temos esses espíritos que são ali responsável para fazer ali ajudar ali aqueles que estão retornando à pátria espiritual, fazendo esse primeiro amparo, esse socorro para que a aquela aquele espírito que acabou de desencarnar possa se adaptar ali à aquela condição que a gente sai de um mundo material, entra no mundo espiritual, é um é uma energia diferente. Aí a gente precisa desse processo de preparação. Aí a gente tem esses espíritos que realizam essas tarefas. Então fica claro que todos no plano espiritual recebem ordens e ocupações, seja de forma principal ou auxiliando. Existem aqueles que estão ali já executando, dando ordem, existem aqueles que estão ainda aprendendo e que estão ali trabalhando, auxiliando ali naquelas tarefas, mas todos tendo o objetivo sempre, sempre do desenvolvimento espírito eh pessoal e espiritual. Isso é sempre. Todas essas atividades aqui tem como principal objetivo, ó, esse

ndo ali naquelas tarefas, mas todos tendo o objetivo sempre, sempre do desenvolvimento espírito eh pessoal e espiritual. Isso é sempre. Todas essas atividades aqui tem como principal objetivo, ó, esse desenvolvimento pessoal e espiritual. sempre a tarefa, sempre o trabalho, o foco é esse desenvolvimento pessoal e espiritual e cooperar com a harmonia do universo. Lá na questão 559 do livro dos espíritos, eh, Kardec faz a seguinte pergunta: Os espíritos inferiores e imperfeitos desempenham também um papel útil no universo que a gente fica perguntando, né? E aqueles espíritos sofredores, aqueles inferiores, espíritos imperfeitos, né? Eles têm alguma tarefa, tem alguma ocupação, eles realizam alguma atividade? Daí os espíritos respondem: "Todos têm deveres a cumprir. Todos. O último dos pedreiros não concorre também para a construção do edifício como o arquiteto. Não é assim? Nós temos o arquiteto, faz todo aquele projeto, mas também temos o pedreiro, que vai contribuir ali com aquela tarefa, com a construção daquela obra. No entanto, a natureza desse trabalho e a sua finalidade diferit. Claro, claro, porque ainda nessa condição de imperfeitos, né, e inferiores, né, então ele é diferente, não vai dirigir, não vai, eles vão ter a tarefa de acordo com a sua condição. Então, espíritos muito imperfeitos ou em sofrimento podem demorar a entrar em atividades úteis, mas eventualmente o desejo de progredir nos os impulsiona ao trabalho. que a gente vai encontrar esses espíritos imperfeitos, inferiores, eles podem chegar lá no plano espiritual e eles podem eh demorar nesse iniciar essas tarefas úteis. Alguns tendem a demorar até que a ficha cai e aí eles entendem que para progredir há necessidade do trabalho tanto no seu desenvolvimento pessoal quanto no trabalho de ajudar ali o seu próximo e o seu semelhante. Eu trouxe aqui um exemplo pra gente entender. Existem vários tipos de colônias, tá gente? colônias espirituais. Obviamente que cada uma vai realizar a tarefa de acordo com a

róximo e o seu semelhante. Eu trouxe aqui um exemplo pra gente entender. Existem vários tipos de colônias, tá gente? colônias espirituais. Obviamente que cada uma vai realizar a tarefa de acordo com a característica de cada uma dessas colônias. Nós trouxemos aqui o trabalho na colônia Nosso Lar, como é realizado a o trabalho na Colônia Nosso Lar, porque a gente pensa que quando desencarnar vai pra colônia Nosso Lar, né? Então, se a gente ter sorte, né, a gente já vai entender como é que é o trabalho lá na colônia nosso lar. Então, vejam aqui a planta da colônia nosso lar. Nós temos a governadoria, nós temos vários ministérios, nós temos o ministério do auxílio, da regeneração, da comunicação, do esclarecimento, união divina e o ministério da elevação. Então, gente, se tem todos esses ministérios além da governadoria, é porque tem muito trabalho para ser realizado, né, gente? Então, nosso lar, ela é uma colônia cidade. Ela é habitada por homens e mulheres jovens e adultos que já se desvencilharam do corpo físico. Isso é André Luiz que nos traz aí definindo aí o que que seria essa colônia Nosso Lar. Então, vamos ver. O trabalho na colônia nosso lar é baseado na obra que a gente viu na baseado na obra de André Luiz psicografia do Chico. É pautado pela lei do serviço, amor ao próximo e necessidade de evolução espiritual. Vocês sabem que a colônia nosso lar está na periferia do umbral, né? Vocês sabem disso, né? Então, não é imposto, mas sim uma oportunidade de aprendizado e pagamento em bônus horas. Que que é esse bônus horas senão o mérito? Como disse o Max, lá tem a meritocracia. diferente, né, do nosso plano aqui na matéria lá, é o bônus horas, que significa mérito, é o trabalho que você realiza, então você recebe bônus horas. E quais são as principais características do trabalho lá na colônia nosso lar? Pra gente ter uma ideia e a gente ir já se preparando, tá? Finalidade, o trabalho visa o aprimoramento intelectual e moral, servindo como forma de, olha, redimir resíduos negativos

colônia nosso lar? Pra gente ter uma ideia e a gente ir já se preparando, tá? Finalidade, o trabalho visa o aprimoramento intelectual e moral, servindo como forma de, olha, redimir resíduos negativos e preparar os espíritos para a reencarnação. Veja, a gente desencarna, mas a gente leva muitos desses resíduos negativos, fruto dos nossos apegos aqui na matéria. Não é porque a gente desencarnou que a gente já se já é um espírito bom, um espírito perfeito. A gente sabe que não é assim que funciona. Então a gente leva muito desses resíduos. E aí a gente vai a finalidade do trabalho é exatamente, ó, redimir esses resíduos e além de tudo se preparar para as futuras reencarnações. E aí a gente viu os ministérios aqui, tá? Os ministérios, né? Então, as atividades elas são organizadas em seis ministérios. estão aqui. Ministério do auxílio, por exemplo, aqui, ó, o Ministério do Auxílio, por exemplo, ele cuida de tarefas como manipular água pura e curar, enquanto outros cuidam da reencarnação e educação. Aqui, ó, aqui na o Ministério da Regeneração, Ministério do Auxílio e da Eleevação, cada um ali tem a sua especificidade, tem a sua característica ali para realizar as tarefas. Então, bonus horas, como é que funciona isso, né? Então, o sistema de trabalho é contabilizado em bônus horas, que a gente já sabe que é mérito, né? Que funciona como uma moeda de troca baseada no tempo de serviço dedicado à colônia. Quanto tempo? Quantas horas? Aqui na terra a gente trabalha 8 horas, né? A gente tem 2 horas de almoço, trabalha 8 horas. No plano diferente? Então a gente trabalha 8 horas, trabalha até a sexta. No plano espiritual, acho que são 9 horas, você trabalha 9 horas. Então, cada hora de trabalho representa exatamente cada número de bônus horas concedido, ou seja, não se valoriza mais o trabalho de um em prejuízo do trabalho de outro. Não é mérito. Então, se você se dedicou, se você trabalhou 8 horas, vai contabilizando. É trabalho seu. Tem que ser um trabalho realizado por você. Não é o outro que

em prejuízo do trabalho de outro. Não é mérito. Então, se você se dedicou, se você trabalhou 8 horas, vai contabilizando. É trabalho seu. Tem que ser um trabalho realizado por você. Não é o outro que vai realizar essa atividade por você. Que às vezes a gente coloca, né, as pessoas para fazer o a tarefa que é nossa, mas lá no plano espiritual, olha, não se valoriza mais o trabalho de um em preenjuízo do outro. é mérito. Lá no plano espiritual é mérito. Então, e para que se possa receber o benefício, é necessário trabalhar sem esperar recompensa. Olha aí a diferença, né? Ou seja, o valor do bônus horas está diretamente eh ligado ao desprendimento da atividade realizada. não esperar, ó, recompensa. A gente pode chegar lá, nossa, eu trabalhei 8 horas hoje, me dediquei, trabalhei 8 horas, né? E aí a gente, eu vou ter, vou ter uma folga, né? Eu vou, eu vou visitar fulano, a gente, né? Isso acontece, claro, no plano espiritual, tá? Mas a gente tem que ver aqui, ó, é o trabalho é é mérito e e quanto mais você trabalha sem esperar recompensa aí, mais, né, o bônus horas. Portanto, o bônus horas não tem valor econômico, como a gente imagina aqui na moeda que a gente tem. Ele representa o merecimento que o espírito adquire, por isso o mérito, por cada hora de trabalho realizado, que pode ser revestido em seu próprio benefício ou em benefício de algum ente querido. Olha, gente, que interessante. eh seja ele encarnado ou desencarnado, a atividade que você realiza pode ser revestida para você ou pode ser revestida por um ente revestida a em benefício de um ente querido. Sabemos que a Terra é um espelho do plano espiritual, porém sujeita a todas as provas que nós temos que passar. E aqui no nosso planeta, provas expiação. Dessa forma, nada mais lógico que aqui também possamos receber bonus horas. Aqui nós também, ó, por nosso trabalho realizado no bem. receba os bos horas, vai contabilizar e essas horas praticadas que não tem remuneração econômica, mas é contabilizado aí para ali, ó, é

horas. Aqui nós também, ó, por nosso trabalho realizado no bem. receba os bos horas, vai contabilizar e essas horas praticadas que não tem remuneração econômica, mas é contabilizado aí para ali, ó, é contabilizado aí essas horas trabalhadas no bem também. Então, a gente tem aí a oportunidade, os trabalhos sociais que a gente realiza, os trabalhos, tudo isso é contabilizado em nosso benefício. E a gente e se a gente entende isso, a gente vai realizar o trabalho com alegria, com felicidade, com dedicação. Vol voluntariado e dedicação. tarefas lá também. As tarefas são realizadas com prazer, sem distinção de destaque pessoal, focando na utilidade pública e na colaboração mútua. Aí nós temos, ó, a diversidade de trabalho, todo mundo ali cooperando em benefício, claro, próprio, mas em benefício da coletividade, trabalhando ali em benefício de todos. Jornada e descanso. Antônio, você, os espíritos falaram que é um trabalho contínuo, um descanso lá no plano espiritual. Então, vamos ver. Existe uma rotina de trabalho com descanso obrigatório, sendo respeitado o ritmo de cada um, mas com incentivo a não permanecer na ociosidade, porque a gente acha que o descanso tem a ver com a ociosidade. A gente vai falar já já a diferença. Então, a lei do trabalho é rigorosamente cumprida na colônia, mas todos têm direito ao descanso após a jornada de trabalho. Na colônia, nenhuma condição de destaque é concedida a título de favor. Fulano tem um título. Não, não. Isso não é considerado no plano espiritual. Somente alguns conseguem atividade prolongada no Ministério da Eleevação e raríssimos em cada 10 anos são os que alcançam intimidade nos trabalhos do Ministério da União Divina. Pensando que é fácil, muito trabalho, né? Em geral, decorrido, longo estágio de serviço e aprendizados, todos voltam a reencarnar para atividade de aperfeiçoamento. Daí a gente realiza lá no plano espiritual, né, realiza todas essas atividades. Aí a gente agora está fortalecido e preparado para cumprir a tarefa aqui no plano físico, junto com

de aperfeiçoamento. Daí a gente realiza lá no plano espiritual, né, realiza todas essas atividades. Aí a gente agora está fortalecido e preparado para cumprir a tarefa aqui no plano físico, junto com aqueles as quais a gente precisa acertar algumas coisas que ficaram mal resolvidas. Lá na questão 564 do livro dos espíritos, Kardec pergunta: "Entre os espíritos, há os que são ociosos? ou que não se ocupam de nenhuma coisa útil lá no plano espiritual. Tem aqueles que são preguiçosos entre nós aqui, não tem aqueles que não se ocupam com nada, não é? Então, alguns espíritos podem se recusar a trabalhar ou permanecer em estado de inatividade, ou seja, ociosidade após a desencarnação. No entanto, essa recusa é temporária e reflete o nível de evolução moral e intelectual do espírito. Não uma incapacidade definitiva. A gente precisa entender que ele pode se recusar num momento, num primeiro momento, mas logo essa e ele entende a necessidade de se esforçar e de trabalhar para fazer essa mudança que precisa na sua vida. Espíritos rebeldes, orgulhosos ou apegado demais às sensações materiais, podem tentar fugir da responsabilidade do trabalho no plano espiritual. Ora, ele já fazia aqui no plano físico, não é porque ele desencarnou que vai ser diferente. Ele pode se recusar lá no plano espiritual. Eles podem passar muito tempo na inatividade vivendo a contramão do progresso, mas isso, como já foi dito, é temporário, não vai ficar inativo para sempre. Então, a recusa ao trabalho gera consequências morais e sofrimento. Nada é de graça, né, gente? Posso me recusar? Posso, mas vou ter consequências. sejam consequências morais que geram aí sofrimento para cada um daqueles que às vezes desejam permanecer nesse estado de ociosidade. Então, a falta de atividade útil gera angústia. Olha aí, sofrimento. E, em muitos casos, leva a obsessão ou apego a pensamentos fantasiosos. Então, tem uma frase que a gente gosta muito, cabeça vazia, oficina do diabo. Já ouviram essa expressão? Cabeça vazia,

frimento. E, em muitos casos, leva a obsessão ou apego a pensamentos fantasiosos. Então, tem uma frase que a gente gosta muito, cabeça vazia, oficina do diabo. Já ouviram essa expressão? Cabeça vazia, oficina do diabo. Então, manter a mente ativa, né, gente? Mentes ociosas no plano espiritual atraem pensamentos negativos, mais tendências e podem tornar o espírito facilmente influenciável por obsessores. Olha aí os cobradores. E não falei que tem consequências? Nada é de graça, né? Em casos graves, a ociosidade prolongada gera sofrimento profundo, que paradoxalmente pode despertar o desejo de trabalho e melhoria. Olha que interessante. Ele pode se recusar a trabalhar, ficar algum tempo nessa condição, mas vejam bem, isso vai gerar todas essas consequências. E em casos graves, ó, vai casos graves, né, vai gerar um sofrimento profundo, o que paradoxalmente vai impulsionar ele a buscar sair daquela condição. Isso também acontece com conosco. É, muitas vezes as pessoas confundem dor e sofrimento. A dor ela é física. O sofrimento é a interpretação que você faz da dor, o que você interpreta. Por exemplo, se você é é é a gente dá um nome para aquela dor. Então, se eu estou aflito assim, eu estou ansioso. É uma interpretação. Eu dei um nome, eu interpretei aquela angústia e dei um nome àquela angústia, eu chamei de ansiedade. Então aqui, ó, mas a o que que os espíritos estão querendo nos dizer? que às vezes a gente acha ruim o sofrimento, mas ele é uma oportunidade, é uma é uma, é uma, uma uma propulsor, um propulsor pra gente sair daquele estado de inércia, daquele estado das de zona da zona de conforto, é fazer com que a gente eh tenha ação, porque é a vida é ação, não é nada inativo, é sempre ação. Então, às vezes a gente passa por determinada situação, não para nos castigar ou nos punir, mas para fazer com que a gente tome uma decisão que a gente vem adiando há muito tempo. Aí vem uma um um um uma situação difícil, um problema difícil que não ao princípio pode gerar dor, pode gerar sofrimento, mas também

ue a gente tome uma decisão que a gente vem adiando há muito tempo. Aí vem uma um um um uma situação difícil, um problema difícil que não ao princípio pode gerar dor, pode gerar sofrimento, mas também pode te transformar, mas também pode te levar a sair daquela condição, a sair daquele te impulsiona a tomar uma atitude. É para isso que funciona. Então aqui, ó, então ele fica naquela condição inativo, mas aí ele vê aquele sofrimento e aí ele entende que ele precisa sair desse estado. Aí vem a desejo de trabalhar, o desejo de se melhorar. Nós aqui quando estamos passando por uma situação difícil, a gente se angustia, a gente fica aflito. Como é que eu vou sair dessa, como é que eu vou superar isso? Então a gente começa a buscar atividades, olha aí o trabalho, para que a gente consiga superar, sair, superar aquela situação. Por isso, os espíritos ociosos acabam buscando atividade ao entenderem que a participação ativa é necessária para a sua própria melhoria. Para nós, quando a gente tá passando, né, por algum, tá vivenciando ou ansiedade ou estresse ou qualquer outro tipo de transtorno, daí a gente vai entender que a gente vai precisar sair daquela situação. Por isso que eu falo só a gente, nós somos 100% responsável pelo que nos acontece. É você que vai fazer a escolha de continuar naquele quadro ou tomar uma atitude e sair daquela situação. E isso ninguém pode fazer por você, só você pode fazer isso. Então é isso que acontece lá com os espíritos. Portanto, a ansiosidade não é um estado perpétuo, mas sim uma condição de estagnação que eventualmente é substituída pelo desejo de ser útil, pelo desejo de mudança, pelo desejo de transformação. Na questão 5662 do livro dos espíritos, Kardec pergunta: "Já tendo o que adquirir, os espíritos da ordem mais elevada se acham em repouso absoluto?" A gente viu aí dos espíritos inferiores em perfeito, e os espíritos mais elevados, a ordem mais elevada, eles não já conseguiram, não? Já conseguiram, né? Então agora eles vão ter um repouso

bsoluto?" A gente viu aí dos espíritos inferiores em perfeito, e os espíritos mais elevados, a ordem mais elevada, eles não já conseguiram, não? Já conseguiram, né? Então agora eles vão ter um repouso absoluto ou também lhe tocam ocupações? Daí os espíritos respondem: "Que querias que eles fizessem por toda a eternidade? A eterna ociosidade seria um suplício. Se na Terra homens conscientes e equilibrados não conseguem permanecer de braços cruzados ante tanto serviço a ser feito, como imaginar uma assembleia de espíritos desocupados no mundo espiritual? Se aqui entre nós, imagine os espíritos vendo toda aí uma pulção de trabalho, de serviço, imagina esses espíritos desocupados nesse repouso absoluto, observando tanta dor, sofrimento e aflição no contexto da humanidade, não poderíamos realizar algumas tarefas na terra e depois descansar eternamente como a gente pensa. Não temos, não dá pra gente realizar aqui esse trabalho e a gente achar que vai ter folga, né, e descansar eternamente no plano espiritual. Em realidade, ninguém suportaria viver de forma vazia e descompromissada de maneira definitiva. Quantas pessoas se aposentam aqui no plano físico e depois entra no processo de depressão, precisam de atividade. Não é que a pessoa não tem que se aposentar, ela vai se aposentar daquela atividade, mas não o repouso absoluto. Ele pode realizar outras atividades. por exemplo, vai fazer taisti, vai fazer yoga. Eu gosto que eu sou professora de yoga, né? Então, realizar, né, esse trabalho, realizar isso dessa forma, se alguém ainda crê na existência de um paraíso de contemplação, oidade e vida mansa após a morte física, pois que não morremos, será melhor refletir com mais profundidade e interesse sobre as lições morredoras que os espíritos nos trazem. eh e morredoras de Jesus, pois que o nosso mestre em momento algum consagrou a preguiça, o comodismo e as facilidades como sendo recursos que pudessem nos assegurar paz e felicidades. Estando na terra ou no mundo espiritual,

, pois que o nosso mestre em momento algum consagrou a preguiça, o comodismo e as facilidades como sendo recursos que pudessem nos assegurar paz e felicidades. Estando na terra ou no mundo espiritual, não nos equivoquemos. Somente o trabalho poderá nos garantir as conquistas. que pretendemos. Basta a gente ver aqui. Às vezes ficamos com inveja de pessoas que conseguiram um concurso excelente, tão ganhando muito bem nesse concurso, tão ganhando muito bem. Daí a gente fica com inveja porque, mas a gente não sabe a luta que ele passou, quantas noites acordados ele ficou enquanto a gente estava em outras atividades, menos eficiente, mas eles trabalharam, se esforçaram e aí eles conseguiram. Então eles merecem onde eles estão. Fruto do trabalho, mérito. Tô falando de mérito, tá gente? Então, estando ou não terra, o trabalho é lei natural. Então, só pra gente diferenciar rapidamente aqui essa questão de ócio e descanso. Evitar ociosidade não significa trabalhar sem trégua, mas evitar a inutilidade. Isso sim. A verdadeira pausa espiritual ocorre na mudança de atividade. Você deu uma pausa, agora se aposentou, agora você vai mudar de atividade, vai trabalhar na casa espírita, vai fazer as atividades, né, gente? Descansar o corpo, o que que você vai fazer? Ativar a mente ou vice-versa. Então, o que que é o ócio, gente? é caracterizado pela preguiça, desperdício do tempo, que é um tesouro precioso, e falta de utilidade. A ociosidade é perigosa. Por quê? Porque deixa a mente vazia, tornando-a suscetível à influência de espíritos obsessores. E o descanso é o repouso do corpo e da mente. Quando faço yoga, quando faço meditação, eu estou fazendo uma outra atividade, né? um repouso aí do corpo e da mente necessário para o nosso equilíbrio e para permitir que a inteligência se eleve acima da matéria. Deve ser usado para atividades que edifiquem como meditação, leitura, lazer saudável ou mudança de atividade. Não é a inatividade total como a gente pensa, mas sim uma variação de atividade que

téria. Deve ser usado para atividades que edifiquem como meditação, leitura, lazer saudável ou mudança de atividade. Não é a inatividade total como a gente pensa, mas sim uma variação de atividade que refaz as forças. Isso é o trabalho que a gente deve realizar. Para finalizar, a gente tem a questão 567. Costumo os espíritos imiscuir-se em nossos prazeres e e ocupações. Aí os espíritos respondem, os espíritos vulgares, como disse, costumam. Esses vos rodeiam constantemente. Ó, que a gente já falou, olha a ociosidade aí, ó, culpamente. E com frequência tomam parte muito ativa no que fazeis, de conformidade com suas naturezas. cumpre assim aconteça para impedir os homens pelas diversas veredas da vida e para lhes exercitar ou moderar as suas paixões. Portanto, os espíritos não apenas nos acompanham, mas participam ativamente do nosso cotidiano com influência direta, de acordo com a sintonia moral e estabelecemos aí o que estabelecemos aí com eles. Então eles se interessam por aquilo que damos atenção. Olha aí. Espíritos bons buscam inspirar e guiar para o bem, enquanto os espíritos inferiores tendem a nos influenciar para as atividades ou de acordo com a nossa sintonia. Vícios ou atitudes negativas, aproveitando aí das nossas fraquezas. Espíritos mais elevados ocupam-se com o progresso do universo, da humanidade e dos indivíduos. A gente já falou isso, são os anjos guardiães, espíritos vulgares que ainda estão ligados a ideias, a ideias terrenas, é que mais comumente compartilham das trivialidades e prazeres das nossas ocupações diárias, diversões e rotina, agindo de forma oculta em nossos pensamentos e ações. Eles convivem conosco nos aspectos materiais e espirituais do mundo, como influências mais intensas do que se imagina, podendo provocar acontecimentos e sugerir ideias que nos induzem aí aos deslizes aí ou aflições aí desnecessárias se estivéssemos com a mente ocupada. Essa influência não é uma imposição, uma coção, mas sim uma sugestão ou inspiração que pode guiar

que nos induzem aí aos deslizes aí ou aflições aí desnecessárias se estivéssemos com a mente ocupada. Essa influência não é uma imposição, uma coção, mas sim uma sugestão ou inspiração que pode guiar nossas escolhas aí agindo principalmente através da lei de afinidades. Eles não criam fatos físicos. Espíritos não têm esse poder, mas influenciam a mente para que tomemos direções específicas. Apesar da influência, o livre arbítrio sempre permanece. O ser humano decide se aceita ou resiste aí a essas influências espirituais. Então essa influência ela é facilitada pelas nossas próprias imperfeições, nossos hábitos negativos que atraem aí espíritos da mesma natureza. A defesa contra eles se dá pela nossa transformação moral, pela prece, vigilância dos pensamentos e a prática no bem. Olha aí o trabalho que eleva a vibração pessoal e os afasta. Então, Emanuel ensina que é necessário atenção a tudo que provém de nossos pensamentos, por menores que nos pareçam, pois os agentes do mal apenas dominam onde lhes favoreçam a intromissão. Então, somos nós 100% responsáveis. Assim, os espíritos estão ao nosso redor, observando aquilo que damos atenção e influenciando nossas vidas mais do que imaginamos, frequentemente agindo como diretores de nossos impulsos diários. Concluindo, podemos dizer que mais do que uma obrigação, o trabalho é encarado como instrumento de equilíbrio moral físico, uma bênção para a evolução da alma, portanto, uma necessidade absoluta para o espírito, seja ele encarnado ou desencarnado. Em suma, finalizando, não há paraíso de inatividade. O trabalho é a mola propulsora da vida em todas as dimensões. Lá no livro Caminho, verdade, vida, Emanuel nos coloca: "A bênção do trabalho é o movimento incessante da vida. Não há inatividade no plano espiritual. estejamos conscientes de que mesmo não gostando de trabalhar aqui, é importante que a gente realize essas tarefas, porque isso vai nos ajudar a trabalhar o nosso progresso moral, a nossa transformação, realizando

nscientes de que mesmo não gostando de trabalhar aqui, é importante que a gente realize essas tarefas, porque isso vai nos ajudar a trabalhar o nosso progresso moral, a nossa transformação, realizando aí o autoconhecimento, nos conhecendo, fazendo esse trabalho interno para quando a gente chegar no plano espiritual, nós possamos dizer junto aos nossos guias e mentores cumprir a minha tarefa. Muito obrigada. >> Gratidão. >> Eh, duas pontuações. Na Bíblia está escrito que Deus construiu o mundo em seis dias e no sétimo descansou. E muita gente entendeu que Deus entrou numa inatividade eterna. Até que Jesus no evangelho de João vem e diz: "Eu trabalho e meu pai também trabalha até hoje, porque Jesus havia feito uma cura no sábado de um paralítico." Então foi objeto de crítica, porque o sétimo dia é o dia do descanso. Então Jesus vem mostrar que o bem não tira férias e que o trabalho de Deus os seis dias e no sétimo descansou é uma metáfora para falar da criação. começa do do zero até a criação da humanidade. Então, a partir daí, o mundo estava pronto e seguiria pelas suas próprias leis. Então, não confundamos. Dois, em que se resume a lei os profetas? Amarás ao Senhor? Vou esperar até meia-noite, não tem problema nenhum. >> Nós vamos ficar aqui juntos. Pessoal aqui da frente ali, amarás ao Senhor, teu Deus sobre todas as coisas e ao próximo com a ti mesmo. Que que a Antônia Né apresentou hoje para nós o tempo todo? Evoluir, cuidar-se e o bem comum, a coletividade, o bem geral. Então, repergunto, o que que é amar na doutrina espírita? Quem já nos viu umas duas, três vezes já ouviu falar isso. Letra A, eu gosto muito de você. Letra B. Eu estou preocupado com o seu bem-estar. Eu me preocupo com a coletividade. Eu me interesso pelo mundo. Qual que vocês acham que é amor na doutrina espírita? A letra A ou a letra B? Letra B. Então, amor é trabalho. A expressão do teu eu dessa forma positiva, construtiva no universo para benefício de tudo e todos. E trabalhar não é só bater o ponto e

írita? A letra A ou a letra B? Letra B. Então, amor é trabalho. A expressão do teu eu dessa forma positiva, construtiva no universo para benefício de tudo e todos. E trabalhar não é só bater o ponto e ganhar um salário. É você se expressar. Você que existe no universo, a partir momento que você abre o olho, move um dedo, respira, fala, pensa, idealiza, você está trabalhando a expressão do teu eu. Então, onde amor e trabalho se tornam sinônimos? Nos ensinamentos da noite de hoje. Eu penso, cuido de mim, porque ninguém pode fazer isso por mim. Não é egoísmo, é que eu que tenho cuidado dentro de mim. Ninguém pode entrar lá dentro e cuidar de mim. É um trabalho meu, pessoal, intransferível e dos outros. Esse é o conceito de amor. Ama a Deus sobre todas as coisas e o próximo a ti mesmo, que não é gostar de Então, outra coisa que a gente tem que refletir, desencarnou não vai ficar à toa. E também amar não é gostar de apaixonar-se por achar que possui alguém, não é cuidar, pensar no bem-estar, como eu colaboro para que tudo e todos fiquem bem e melhor. É isso. Bom final de noite, boas reflexões sobre os temas trazidos e até a quarta-feira que vem. Beijão no coração em nome do comunhão espírito de Brasília para todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila

ilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] Mestre Jesus em seus corações. e também os [música] mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que [música] esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem.

terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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