OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS – QTS. 558 a 567 [O LIVRO DOS ESPIRITOS]
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Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui. para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza [música] de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Olá, pessoal. Muito boa noite. Como passaram? A todos que estão aqui no salão, nossos abraços fraternos. Aos que nos acompanham pela TV Rádio Comunhão estão conosco agora conectados. Igualmente nossos abraços, nossas saudações e aos internautas que nos assistirão posteriormente pelas cinco redes sociais da comunhão. Também recebo os nossos abraços, as nossas vibrações de amor e paz. Dando continuidade ao estudo do livro dos espíritos, projeto esse que já está no 29º ano, começou com a neus analon, evidentemente, nós vamos continuar hoje com o tema Missão e ocupação dos espíritos, que é uma parte muito grande do livro dos espíritos. Então, na semana passada, a Tia Neri deu um uma a primeira parte, hoje o Jefferson vem com a segunda parte, aquela velha história, né? Costuma-se atribuir aos aos desencarnados, né, os ditos mortos. Praces como descansa e paz. Dormiu o sono eterno, dormiu eternamente. A triste notícia é que quem quiser dormir, durma na terra, porque lá em cima ninguém dorme, ninguém descansa. Se quiser dormir, aproveite quando você tá na terra, durma bastante aqui, porque lá você não vai ter tempo para dormir, a não ser que esteja em situações de muito desequilíbrio, conforme já vimos no encontro passado. Então, os espíritos estão sempre em atividade e essa atividade é, ao mesmo tempo, a nossa razão de existir e é o que nos traz felicidade. Mas o Jeferson hoje vai adentrar esse tema com novos tópicos para consolidar o nosso aprendizado. Consolidar e concluir, porque esse tema termina hoje, enquanto que vem já vem uma nova temática. Paraa nossa leitura preparatória de hoje, nós somos no capítulo 28 do Evangelho Segundo Espiritismo, que são preces espíritas. E há uma e a primeira prece
e, enquanto que vem já vem uma nova temática. Paraa nossa leitura preparatória de hoje, nós somos no capítulo 28 do Evangelho Segundo Espiritismo, que são preces espíritas. E há uma e a primeira prece foi o Pai Nosso, a oração dominical, na qual, a qual, melhor dizendo, Kardec fez comentários. Ele pega cada trecho do Pai Nosso e agrega comentários pautados nos ensinamentos dos espíritos. para dar maior abrangência ao texto. Então, primeiro, a primeira parte do Pai Nosso diz assim: Pai nosso que estás no céu, santificado seja o teu nome Kardec agrega as seguintes reflexões, comentar em sentido de reflexões para nós irmos mais a fundo. Cremos em ti, Senhor, porque tudo revela o teu poder e a tua bondade. A harmonia do universo dá testemunho de uma sabedoria, de uma prudência e de uma previdência que ultrapassam todas as faculdades humanas. Em todas as obras da criação, desde o raminho de erva minúscula e o pequenino inseto até os astros que se movem no espaço, o nome se acha inscrito de um ser soberanamente grande e sábio. Por toda parte se nos depara à prova de paternal solicitude. Cego, portanto, é aquele que te reconhece nas tuas obras. Orgulhoso aquele que te glorifica. ingrato aquele que te não rende graças. Vamos então elevar a esse Deus todo- poderoso que podemos perceber nas maiores grandiosidades do universo, tanto quanto nas mínimas. Vamos elevar-nos a ele em comunhão, em paz, buscando uma conexão espiritual que nos alimente, que nos pacifique, que nos dê equilíbrio, que nos dê saúde plena, que a comunhão com o Pai nos dá vida em plenitude e vida, evidentemente, é sinônimo de saúde. Que o Senhor nos abençoe nessa noite, neste encontro, neste trabalho. Não apenas nós que estamos aqui no salão, mas todos aqueles que nos assistem, que nos ouvem e aqueles que nos assistirão pelas redes sociais, sejam igualmente abençoados. Abençoados sejam os trabalhos dessa casa e tudo aquilo que nela é realizado. Em nome do amor. Agradecemos a Jesus, nosso mestre, que está conosco, pois ele nos
es sociais, sejam igualmente abençoados. Abençoados sejam os trabalhos dessa casa e tudo aquilo que nela é realizado. Em nome do amor. Agradecemos a Jesus, nosso mestre, que está conosco, pois ele nos une a Deus. Tudo que buscamos, almejamos com o Pai, se dá por meio de Cristo. Ele é o caminho, a verdade, a vida. E ele não nos falta, ele não nos falha. Jesus criou esse planeta, nos acolheu, é responsável pelo nosso crescimento, nos monitorando, sendo nosso professor, irmão maior. Aprendamos com Jesus com muita humildade e gratidão. Aos benfeitores espirituais, esses irmãos que têm como ocupação cuidar de si. e dos outros da vida estão aqui cuidando de nós. Já nesse instante no salão, a espiritualidade enche esse espaço e examina cada um, nos outorgando o que necessitamos, examinando como estamos, buscando nos influenciar para que possamos melhorar a nossa vida, imprimindo em nossa existência terrena mais qualidade, mais amor, mais virtudes, mais sabedoria. Agradecemos a presença de Bezerra de Menezes, que é o guardião da casa de Ismael, que protege o Brasil e a todos nós que aqui estamos cumprindo nossas missões coletivamente. E saudamos ao instrutor Alexandre, homenageá-lo como patrono desse grupo, para que possam trazer inspirações a todos nós que aprendemos e ao nosso irmão que nos estará elucidando nessa noite. Que seja uma noite proveitosa de estudos, que aprendamos bastante, que esse aprendizado nos dê muita alegria, aquela sensação de alívio, de paz e de plenitude que nós temos sempre que encontramos a verdade revelada. Que essa noite seja abençoada para todos nós. Que assim seja. Então, conforme anunciado, nós temos hoje o nosso irmão Jeferson Belomo falando de missão e ocupação dos espíritos desencarnados, que nós somos espíritos encarnados, mas ele tá falar de dos que estão do outro lado da vida. Vamos ver como as coisas acontecem por lá. >> Boa noite a todos. Vamos falar então um pouquinho de como esse pessoal que tá desencarnado trabalha, como é que eles se ocupam.
tão do outro lado da vida. Vamos ver como as coisas acontecem por lá. >> Boa noite a todos. Vamos falar então um pouquinho de como esse pessoal que tá desencarnado trabalha, como é que eles se ocupam. Tem uma um texto de um livro do Emanuel pela psicografia do médium Chico Xavier, que não é muito conhecido como outros livros dele, eh, se chama Palavras da vida Eterna. Nesse livro tem uma mensagem que ele faz uma digressão a respeito do milagre da multiplicação dos pães e dos peixes. E o Emmanuel, ele é muito bom nisso. Ele pega um trecho, um versículo via de regra do Novo Testamento, e ele dá uma outra abordagem, ele dá uma outra visão, ele enriquece, ele sai do lugar comum na forma de analisar pequenos trechos bíblicos. Várias pessoas, vários teólogos já se debruçaram em relação aos chamados milagres. E principalmente, né, entre os milagres, um dos mais famosos é o milagre da multiplicação. Para aqueles que não estão muito ambientados nos estudos teológicos ou nos estudos históricos histórico-críticos do Novo Testamento, nem tudo que foi escrito no Evangelho, na Bíblia, ele é um fato histórico. Nem tudo que tá ali ele aconteceu que você pudesse fotografar, filmar e botar um gravador, ouvir. muita coisa que tá ali, tem muita coisa que aconteceu, mas muita coisa que tá ali são digressões de crença, digressões teológicas, como aquelas comunidades cristãs e no caso do Antigo Testamento, como aquelas comunidades proféticas, judaicas, eles enxergavam a solução de determinados problemas, de determinadas questões. E por isso, e criou-se uma forma de tentar chegar no mais próximo do que aconteceu na vida de Jesus. São os estudos chamados Jesus histórico. E nesses estudos tem algumas regras. Uma das principais regras é comparar o mesmo fato nos quatro evangelhos canônicos. A gente sabe que tinham dezenas de evangelhos, mas quatro foram reconhecidos pelas comunidades cristãs como inspirados e como baseados em fatos reais. Esses evangelhos é o evangelho de Mateus, de Marcos, de Lucas e de João.
dezenas de evangelhos, mas quatro foram reconhecidos pelas comunidades cristãs como inspirados e como baseados em fatos reais. Esses evangelhos é o evangelho de Mateus, de Marcos, de Lucas e de João. Uma das regras para se fazer uma avaliação, olha, isso aqui provavelmente remete realmente a um fato histórico, é ele estar presente nas quatro tradições. Porque esses livros não foram escritos eh ao mesmo tempo, eles não foram escritos na mesma época, não foram escritos no mesmo local geográfico. Por exemplo, entre o Evangelho de Marcos e o Evangelho de João, a diferença é mais ou menos de 70 anos. Isso sem contar diferença geográfica. Então são propostas que elas às vezes convergem, às vezes elas divergem. E um dos fatos que eles analisam é saber qual a tradição que tá por trás. O milagre da multiplicação dos pães e peixes, ele está nas quatro tradições. Ele está na tradição de Mateus, ele tá na tradição de Marcos, ele tá na tradição de Lucas e na tradição de João. Então, para quem se debruça, quem estuda, quem interpreta, é uma área que se chama hermenêutica bíblica. Hermenêutica é uma interpretação com metodologia, com regra. Esse milagre, ele tem tudo para ter realmente acontecido. E Emanuel, quando analisa o milagre da multiplicação dos peixes, dos pães e dos peixes, ele dá uma abordagem muito interessante quando ele começa com a pergunta de Jesus para os seus discípulos. E eh discípulo é uma palavra grega que significa aluno. Então, João, Pedro, Tiago, eh Tomé eram alunos do mestre, alunos de Jesus. A pergunta que Jesus faz para uma multidão que tinha acompanhado a prédica dele, os sermões dele o dia inteiro. Jesus não fazia sermões nas cidades, ele fazia sermões no campo, ele fazia sermões até no deserto. Ele não fazia na onde tinha grandes aglomerações. Exatamente porque era um uma é uma época de um estado ocupado por um reino estrangeiro. No caso da Galileia, era ocupado por Roma através de um rei fantoche chamado Herodes. E e o Herodes dessa época não é o
nte porque era um uma é uma época de um estado ocupado por um reino estrangeiro. No caso da Galileia, era ocupado por Roma através de um rei fantoche chamado Herodes. E e o Herodes dessa época não é o Herodes do nascimento de Jesus. do nascimento de Jesus é Herodes o grande na época que Jesus já tá adulto pregando na Galileia, o rei ali é Herodes Antipas, mas ele é um serviçal do imperador romano. Jesus evita fazer pregações nas grandes cidades porque reunir multidões naquela época poderia ser interpretado como você fazer uma rebelião. rapidamente aquelas pessoas seriam dispersas, mortas ou escravizadas. Então, todas as prédicas que ele fazia eram em locais públicos e distantes dos grandes agrupamentos. Numa dessas prédicas, ele vai pro deserto e a multidão o acompanha. E não tinha nada que pudesse dar para essas pessoas. O não, não é que nem hoje, né, que tem uma loja de conveniência, tem um fast food, tem uma mercearia. Na antiguidade não tinha mercado, não era eh mercado que eu falo, tipo Carrefur, pão de açúcar, não existia isso. Então, essas pessoas elas estavam com fome, cansadas e acompanhando Jesus. E Jesus pergunta para os seus alunos, para os seus discípulos, pessoal tá com fome? que que vocês têm para dar para eles? E os discípulos entram em pânico porque eles não tinham nem para eles, quanto mais uma multidão. Eh, os evangelhos falam assim, principalmente o evangelho de João, eram 5.000 homens. Quando eles falam que é 5000 homens, eles realmente estão contando só os homens. Eles não estão contando as mulheres e as crianças, nem os escravos. Então, onde tinha 5.000 homens, podia ser 20.000 pessoas e toda aquela galera no deserto sem ter o que comer. E Jesus pergunta para os seus alunos: "O que tendes?" E os alunos vão atrás e encontram um jovem, um garoto, que ele tinha pouquinhos pães e peixes. Eh, peixe não era peixe cru, era peixe salgado. E aí no Evangelho de João vai falar assim: "Ele tinha pão de cevada". E é um detalhezinho que muitas vezes passa batido, mas a cevada era o pão do
ixes. Eh, peixe não era peixe cru, era peixe salgado. E aí no Evangelho de João vai falar assim: "Ele tinha pão de cevada". E é um detalhezinho que muitas vezes passa batido, mas a cevada era o pão do pobre. O rico, o pão era de trigo, bem mais caro. A produção tinha que vir de fora. A cevada, a a raia miúda comia. Por aí a gente já vê quem era o público de Jesus. Era gente muito pobre. Então eram cinco peixinhos e alguns pães. Jesus fala pros seus discípulos dividir a multidão em pequenos grupos. Ele abençoa aqueles pães, aqueles peixes, dá graças a Deus e vai dividindo. E aquilo vai se multiplicando, multiplicando, multiplicando, multiplicando e atende a multidão inteira. Depois que todo mundo come, depois que todo mundo tá saciado, ainda sobram cestos com o excesso daquela comida. E o interessante que Emanuel aborda é a pergunta: "O que tendes?" O paralelo é com uma situação muito semelhante acontecida mais ou menos 1000 anos antes, 1200 anos antes. Moisés, guiando escravos que haviam sido libertos por Deus, era o povo hebreu, vagando no deserto, uma multidão também, milhares e milhares de pessoas, homens, mulheres, crianças, escravos, animais e não tinha comida. Moisés, ele ora a Deus, ele explica para Deus o que está acontecendo. E a linguagem bíblica é de um Deus que é antropomórfico. Você tem que explicar para Deus porque Deus não sabe. Você tem que falar com Deus porque senão Deus não te ouve. Quem escreve esses relatos escreve numa época que ele tem essa referência. Ele não tem a referência que nós temos hoje. E Deus fala que vai dar um jeito. E chove pão do céu, o maná, e alimenta a multidão. E parte que sobra desse maná é guardado num cofre onde as coisas mais sagradas do povo hebreu eram guardadas. era a arca da aliança, a arca do pacto, a arca do contrato. Tudo que se referia ao pacto de Yahé, o Deus hebreu, com o seu povo, ficava nessa arca, por isso do nome a arca da aliança, a arca do pacto. Emmanuel, quando ele faz a visão da multiplicação de pães e peixes,
se referia ao pacto de Yahé, o Deus hebreu, com o seu povo, ficava nessa arca, por isso do nome a arca da aliança, a arca do pacto. Emmanuel, quando ele faz a visão da multiplicação de pães e peixes, ele fala o seguinte: Jesus não usa os seus poderes para fazer chover coisas do céu. Jesus, ele pergunta o que que as pessoas têm e em cima do que as pessoas têm, é possível multiplicar, é possível saciar fome, é possível atender as necessidades, ainda que sejam só eh alguns peixinhos, cinco peixinhos e alguns pães de cevada. Deus age no mundo através do mundo. Deus age na vida das pessoas através das pessoas. É essa a visão eh que Emanuel nos ensina. Deus não faz chover maná quando a gente tá com fome. Deus nos direciona as pessoas que podem nos ajudar com aquilo que elas têm. Aí que tá o milagre da multiplicação e isso para tudo. Porque existe no universo uma grande lei, que é a lei de que nada funciona na base do eu sozinho. Tudo que funciona funciona num regime de solidariedade. E a nossa espécie homo sapiens sapiens, ela só conseguiu dominar o mundo, ela só conseguiu ter o sucesso, tá no ápice da cadeia alimentar do planeta, sem ter couro, sem ter presas, sem ter força, sem ter velocidade, sem ter garras, porque ela é boa em todo mundo se organizar para trabalhar junto. Os gorilas não conseguem fazer isso. Os elefantes não fazem isso. Eles andam em grupo, mas eles não conseguem trabalhar em grupo. Os lobos trabalham em grupo, mas você não vê lobos lotando uma cidade, um estádio. Eles começam a se matar uns aos outros. Houve um experimento com enuias elétricas, porque até hoje não se sabe como as enguias se reproduzem. Eles colocaram mais de 1000 enguias elétricas num tanque para acompanhar a reprodução delas. Elas se mataram, elas se comeram. A nossa espécie, ela com todos os problemas, planeta de provas e expiações, gente desequilibrada, gente perturbada aos montes. Com tudo isso, nós funcionamos bem e funcionamos bem coletivamente. A gente só alcança os nossos objetivos
problemas, planeta de provas e expiações, gente desequilibrada, gente perturbada aos montes. Com tudo isso, nós funcionamos bem e funcionamos bem coletivamente. A gente só alcança os nossos objetivos porque a gente aprende a trabalhar junto. Quando eu falo a gente, eu estou falando de pessoas. Tem pessoas que estão num corpo físico e tem pessoas que esse corpo físico está se desintegrando no cemitério, mas essas continuam sendo pessoas. As que estão ligadas a um corpo biológico são, na classificação espírita, os encarnados. Aqueles que o corpo biológico já está se desagregando num túmulo, essas pessoas são os desencarnados. Tanto faz um grupo quanto o outro são espíritos. Todos nós aqui encarnados, ou seja, num corpo físico, somos espíritos encarnados. E os que aspas morreram são os espíritos desencarnados. Então são pessoas, as pessoas necessitam trabalhar juntas porque nós necessitamos uns dos outros. Logo, seja encarnado, seja desencarnado, a gente precisa um dos outros. A gente não progride, a gente não se supera. A gente não tem plenitude longe, isolados uns dos outros. Isso vale para quem tá encarnado. Isso vale para quem está desencarnado. Então, se nó e como nós eh nós temos necessidades, um cachorro tem necessidade, um gato tem necessidade, um peixinho dourado num aquário tem necessidade, mas os animais não têm as necessidades requintadas que o ser humano tem. Como diz aquela música do Titãs, a gente não quer só comida, que a gente quer diversão e arte. O peixinho dourado não precisa de diversão e arte. Nós precisamos. Como encarnado, eu preciso dormir, eu preciso comer, eu preciso trabalhar, eu preciso pegar transporte, eu preciso de férias, eu preciso cuidar dos meus filhos, eu preciso eh cuidar da minha esposa, esse pessoal precisa cuidar de mim. Todo mundo tá envolvido com todo mundo. Eu preciso cobrar a responsabilidade dos meus subordinados. Eu preciso responder pelo meu trabalho pros meus superiores, para pagar os meus boletos. Como espírito, isso são coisas
vido com todo mundo. Eu preciso cobrar a responsabilidade dos meus subordinados. Eu preciso responder pelo meu trabalho pros meus superiores, para pagar os meus boletos. Como espírito, isso são coisas materiais, mas como espírito, eu tenho outras necessidades. Eu tenho necessidade de afeto, eu tenho necessidade necessidade de aceitação, eu tenho necessidade de me sentir integrado, fazer parte de algo. Eu tenho necessidade de entender e de ser entendido. Essas não são necessidades materiais. O golfinho não tem essa necessidade. Nós, seres humanos homoospens, nós temos. Quando nós desencarnamos, quando o corpo baixa pro túmulo e nós já não temos mais ligação com o corpo biológico, então nós estamos livres da matéria. As necessidades que nós teremos são as necessidades próprias do nosso lado não tangível, o lado espiritual. Eu acordo, eu vou tomar meu café da manhã porque eu tenho fome. O meu corpo precisa de energia. Meu corpo é matéria. São moléculas que precisam ali serem recompostas. Como espírito, eu não preciso. As minhas necessidades são outras. Como espírito, eu não preciso dormir. Como espírito, eu não preciso eh pagar boleto. Eu sou espírito. As minhas necessidades são necessidades espirituais. Se eu tenho necessidades, eu tenho que satisfazer essas necessidades. Como eu satisfaço essas necessidades? através do trabalho, das atividades. E o Marcos foi muito feliz na introdução dele. Quem quiser descansar, descansa aqui, porque na espiritualidade o corpo precisa dormir. O espírito precisa dormir, porque nós precisamos dormir para recuperar as nossas energias, porque nós somos matéria. Senão uma das piores torturas que tem, isso é documentado, é você privar a pessoa do sono. O sujeito ele consegue controlar a ansiedade, ele consegue controlar a fome, ele consegue controlar, tá num cubículo, mas uma coisa que ele não controla é o sono. Enlouquece, porque a matéria, o corpo físico precisa. Como espírito, eu não tenho essa necessidade. Como eu não tenho uma outra
controlar, tá num cubículo, mas uma coisa que ele não controla é o sono. Enlouquece, porque a matéria, o corpo físico precisa. Como espírito, eu não tenho essa necessidade. Como eu não tenho uma outra série de necessidades, quanto mais evoluído o espírito, e o que que é evoluído? Quanto quanto mais matéria, mais instintivo, mais sofre. Quanto mais espiritualizado, menos material, mais diáfono, mais fluídico, mais feliz, porque tá livre, tá liberto, não tá preso. Se somos seres materializados, quando nós desencarnamos, nós temos necessidades materiais no plano espiritual. Traduzindo, nós levamos para a espiritualidade uma coceira que a gente não dá conta de coçar. um vazio que não tem como preencher, porque eu sou espírito e as minhas necessidades são materiais e eu tô na pátria espiritual. Como é que como é que fecha essa equação? Não fecha. Por isso que as pessoas que são materializadas são as que mais sofrem quando desencarnam. Porque o processo do desencarne, ele começa com a gente saudável, vivo, felizinho da vida. A gente já vai se espiritualizando, a gente já vai vivendo na parte espiritual, aprendendo a dominar as nossas necessidades materiais. Não é, ah, eu vou deixar de comer, eu vou deixar de beber, né? Vou me vestir só com saco de estpa. Não é isso. Comer razoavelmente, vestir razoavelmente, viver razoavelmente, sem excesso, sem falta, com equilíbrio. Só isso. Então, eu vou ter, eu espírito já desencarnado, terei necessidades espirituais. Para satisfazer essas necessidades espirituais, eu terei que ter as minhas atividades, o meu trabalho, que é um trabalho de natureza espiritual. Então, tanto faz estar encarnado quanto desencarnado, todos nós temos necessidades. Se nós temos necessidades, nós temos que trabalhar. Bom, e como é que são essas necessidades? A minha natureza é uma natureza que não é uma natureza biológica, não é uma natureza material, é uma natureza espiritual. Então a pergunta é: Eu como espírito, do que eu necessito? Eu espírito, corpinho no cemitério,
é uma natureza que não é uma natureza biológica, não é uma natureza material, é uma natureza espiritual. Então a pergunta é: Eu como espírito, do que eu necessito? Eu espírito, corpinho no cemitério, eu agora só como alma livre. Eu preciso de dinheiro, eu preciso de carro. Eu preciso pagar passagem de avião, eu preciso de títulos. São essas minhas necessidades como espírito? Não são. Então eu vou trabalhar porque a minha natureza é uma natureza espiritual. Eu preciso que essa natureza, essas necessidades dessa natureza estejam satisfeitas. Quanto mais eu me aproximo do criador, mais eu me aproximo da minha natureza, porque eu sou a expressão da vontade do criador. Se Deus é amor, quanto mais eu amo, quanto mais eu trabalho em benefício do meu próximo, quanto mais eu saio de mim em benefício do outro, mais eu cumpro a finalidade para a qual eu fui criado. Por isso que a evolução ela está associada ao quanto de bem que nós somos capazes de fazer. Via de regra, nós começamos conosco, cuidando do nosso corpo, cuidando da nossa saúde, cuidando da nossa higiene, cuidando das nossas responsabilidades, das nossas tarefas. Porque tem gente que nem a própria vida o sujeito cuida, como se a vida não fosse algo que ele tivesse que prestar contas em algum momento, porque ninguém criou a si mesmo. Todos nós recebemos a eh o que nós temos como uma dádiva. Então, nós temos a parábola dos talentos. Aquele que enterra os talentos, ele é chamado a prestar contas. e não tendo contas para prestar, porque ele enterrou os seus talentos, ele enterrou o seu tesouro, o tesouro que ele tinha tirado e passado para outro. E ele vai para um lugar onde há sofrimento e rangeiro de dentes, porque ele não seguiu a sua própria natureza. Ele não multiplicou seus pães e seus peixes. Deus ajuda as criaturas através das próprias criaturas. O que que os espíritos fazem? Eles multiplicam os pães e os peixes que eles têm. Essa é a ocupação deles. Espíritos desencarnados, aspas, os mortos trabalham tanto ou mais do que nós,
prias criaturas. O que que os espíritos fazem? Eles multiplicam os pães e os peixes que eles têm. Essa é a ocupação deles. Espíritos desencarnados, aspas, os mortos trabalham tanto ou mais do que nós, porque eles não precisam de do eh de ter as pausas que nós necessitamos ter. A gente pode estudar 12 horas seguido, tem uma hora que o cérebro já não aguenta mais. A posição na cadeira já não é mais possível. Você pode digitar 10 horas, mas você estoura os tendões, os tendões dos antebraços. Não tem como, porque é físico, espírito não tem esse problema. Então, quanto mais o espírito ele assume a sua natureza, mais espiritualizado ele fica. E quanto mais espiritualizado ele fica, aqui na Terra nós temos uma média de padrão da humanidade. Esse pessoal vai subindo acima da média. Por isso que eles são chamados de espíritos superiores. Nós temos uma média, tem gente que tá abaixo da média, não consegue acompanhar a maioria. São os espíritos inferiores. O nosso planeta em relação ao universo abaixo da média. Por isso que é um planeta para espíritos que tados, um planeta de provas e espíritos que t responder por aquilo que eles fazem, expiações. Colheer o que plantou, porque se não colhe o que planta, não há justiça e não há aprendizado. Então, os espíritos superiores são espíritos menos agarrados às coisas da matéria, mais eh vivenciados na sua verdadeira natureza, que é a natureza espiritual. Tudo que nos agarra à sensações materiais nos torna abaixo da média inferiores. Porque a nossa natureza não é para isso, é muito mais do que isso. Conforme nós vamos subindo, as nossas responsabilidades, elas também vão aumentando, porque nós detemos competência e detemos conhecimento. tendo competência e conhecimento, nós começamos a ficar responsáveis não só por nós, não só por filhos, não só pelo agrupamento familiar, mas cada vez mais pela coletividade. Por isso que os espíritos missionários, se a gente pode expressar na raiz da palavra, são espíritos que encarnam no nosso mundo para fazer a coletividade
familiar, mas cada vez mais pela coletividade. Por isso que os espíritos missionários, se a gente pode expressar na raiz da palavra, são espíritos que encarnam no nosso mundo para fazer a coletividade progredir. E se vocês analisarem a biografia de diversas pessoas que fizeram a humanidade progredir, eram pessoas que também eram cheio de erros. Não eram pessoas perfeitas, eram pessoas também falhas. Mas num planeta da elevação do nosso, essas pessoas elas estavam acima da médium. Elas impulsionaram a sociedade ou as sociedades para um passo a mais. Por isso que nós medimos a capacidade missionária de um espírito pelas ações que ele concretiza, pelos resultados benéficos que ele traz para todo mundo. Quanto mais uma pessoa ela age no mundo auxiliando, ajudando e trazendo progresso para um grupo maior de pessoas, maior é o grau de missão que essa pessoa traz. De certa forma, todo mundo tem uma missão, todo mundo tem uma tarefa para fazer. Problema é que nem todo mundo quando encarna dá conta daquilo que se propôs, tipo academia, que a pessoa compra roupa de academia, compra eh aqueles e energéticos, barrinha, barrinha de energético, barrinha de cereal, way protein, n faz uma semana de academia larga. ou a pessoa que quer tocar numa banda, aí começa a ter aula de música porque acha que é só tocar na bateria, tocar na guitarra que já começa a tocar. Aí vai ter aula do instrumento, gasta duas, tr semanas e larga porque da preguiça, é muito trabalho, é muita dedicação, é muita disciplina, mesma coisa. Ai, eu acho maravilhoso psicografar. Eu gostaria de ser igual o Chico Xavier, psicografar paraas mães, as mães que perderam seus filhos, as pessoas enlutadas, servir de ponte entre os desencarnados e os familiares que ficaram na terra. Aí vem com uma baita mediunidade, vem que psicografa com braço direito, com braço esquerdo, com pé, vê espírito, fala com espírito, maravilha. Aí começam a vir a qualquer hora, em qualquer lugar, porque a dor não conhece horário, a dor não conhece disciplina, a dor não
o, com braço esquerdo, com pé, vê espírito, fala com espírito, maravilha. Aí começam a vir a qualquer hora, em qualquer lugar, porque a dor não conhece horário, a dor não conhece disciplina, a dor não conhece agenda. E o sujeito tá numa academia e aí vem uma pessoa ilutada e fala: "Pô, eu sei que você é médium, que você vê espírito. Eu perdi meu pai, perdi a minha esposa, perdi meu filho. Eu preciso tanto da tua ajuda." Na 20ª vez o cara, não, não vejo nada. Você tá me confundindo com outro. Não sei, não sei de quem que você tá falando. Porque o cara só quer ter aquela meia hora de academia sem ninguém perturbar. Ele só quer ter o Natal dele para curtir com a família, comer o peru sem ninguém ficar ligando. E aí um embate com a realidade, boa parte das pessoas que pedem essas tarefas na hora do dia a dia, na hora do choque de realidade, mudam de ideia. E aí nós temos os espíritos que fracassam. Quanto mais a pessoa é elevada, menores são as chances dela fracassar. Nós temos que analisar que as pessoas elas não vêm de Marte e pousam no disco voador na Terra e elas estão perfeitas. Não, elas nascem numa família, elas são influenciadas por essa família, elas vivem em uma época, em uma cultura, dentro de uma sociedade. E por mais missionário que a pessoa seja, ela tem esses limites. E aí acontece o que os historiadores chamam de anacronismo. Você julga uma pessoa da Idade Média com os valores que nós temos hoje. É anacronismo histórico. A gente tem que julgar uma pessoa da Idade Média com os valores da Idade Média e da cultura que aquela pessoa estava inserida. Também não adianta julgar uma pessoa no Japão feudal do com a mesma régua que nós vamos medir um sujeito na Inglaterra. Não funciona. Muitos espíritos de uma determinada época que foram espíritos missionários, eles agiram de acordo com a sua época. Eles eram missionários, não eram espíritos perfeitos. Então eles agem de acordo com a com a sua época. Por isso que nós vemos com muita tristeza pessoas que encarnam, que têm eh tarefas
m a sua época. Eles eram missionários, não eram espíritos perfeitos. Então eles agem de acordo com a com a sua época. Por isso que nós vemos com muita tristeza pessoas que encarnam, que têm eh tarefas com coletividades, milhares, milhões de pessoas falhando, falindo, acabando com a economia de um país, acabando com a a infraestrutura de um país, com a o legado cultural de um país, porque pediram uma missão são que não dou conta. A pergunta natural. E Deus não sabia que essas pessoas iria falir, iriam falir? Sabia. Por que que Deus permitiu? Porque a falência para aquele indivíduo é um aprendizado doloroso, mas vai fazer com que ele mude a sua rota e não caia nos erros do passado. É um ponto. E para a coletividade, ele acaba sendo instrumento de Deus para o resgate de uma coletividade e para que aquela coletividade enquanto grupo evolua mais rápido, ela saia da zona de acomodação de comodidade. Muitas vezes a os as nossas perturbações coletivas elas são muito parecidas com a água. Ela vai evaporando, evaporando, evaporando, vai formando aquela nuvem negra e cai aquela tempestade que arrasa tudo. Porque o ar, a atmosfera, ele tem que ser limpo, ele tem que ser renovado. Às vezes, quando acontecem essas tristes tragédias coletivas, sejam de ordem natural, sejam provocadas por pessoas ou por nações, eh, são essas perturbações que acabam caindo para que se limpe a atmosfera espiritual e que a coletividade possa avançar. Os espíritos, eles encarnam com as suas missões. Quanto mais evoluído o espírito, maior a sua missão e menos chance ele tem de falhar. Se a missão dele era grande e ele falhou, é porque ele não estava preparado. Ele pediu algo maior do que as suas forças, mas ainda assim serve de eh ferramenta de instrumento para evolução coletiva. Às vezes Deus nos escolhe não pelas nossas qualidades, mas pelos nossos defeitos. Um dos casos que eu sempre penso sobre isso é Churchill. Eh, havia uma máquina que os alemães, os nazistas, usavam para passar mensagens da onde eles iam fazer os seus ataques.
pelos nossos defeitos. Um dos casos que eu sempre penso sobre isso é Churchill. Eh, havia uma máquina que os alemães, os nazistas, usavam para passar mensagens da onde eles iam fazer os seus ataques. Uma máquina que tinha um código dificílimo, quase que impossível, de quem não tivesse a chave do código para conseguir entender. A máquina se chamava Enigma. E ah, o Reino Unido usou as suas melhores inteligências. para tentar descobrir, desvendar, eh descriptografar aquela máquina e conseguiram. E uma mensagem que eles pegaram era de uma cidade que seria bombardeada por aqueles dias. Eh, a Luftvaf, força aérea alemã, iria bombardear aquela cidade. E é uma população civil. Milhares de pessoas iriam morrer. E quando perguntaram para Churchill, que que nós vamos fazer? Churchill respondeu que eu não responderia e provavelmente vocês não responderiam. Deixa bombardear. Mas aquelas pessoas vão morrer. Infelizmente elas vão morrer. Mas se nós sabemos que eles vão bombardear, se nós temos como evacuar a cidade, se nós temos como nos proteger dos bombardeios, por que que nós vamos deixar bombardear? Porque nós estamos vendo, nos preparando para o desembarque na Normandia. E eles não podem saber que nós estamos tendo acesso aos planos deles. Se eles desconfiarem, porque nós esvaziamos a cidade, salvamos as pessoas, que nós eh decriptografamos a enigma, o dia naufraga. Os nazistas foram lá, bombardearam e milhares de pessoas morreram. Eu não conseguiria fazer o que Churchill fez. Pouca gente aqui, eu acredito que mesmo pensando no bem maior, teria a condição dele de fazer o que ele fez, mas ele fez. E graças a essa atitude dele, os aliados ganharam segunda guerra. Então mesmo a gente fala, né, que ah, os espíritos missionários, ele tinha a missão dele para o nosso julgamento, talvez moralmente, uma pessoa extremamente questionável, mas para a economia do Globo, o avanço do Globo, ele foi o cara fundamental, fazendo a coisa certa na hora certa, sem ele, sem o dia D, provavelmente a história seria outra.
extremamente questionável, mas para a economia do Globo, o avanço do Globo, ele foi o cara fundamental, fazendo a coisa certa na hora certa, sem ele, sem o dia D, provavelmente a história seria outra. Então são missões. Nem todo missionário é um espírito com auréula e azinha. Às vezes é a pessoa certa na hora certa, no local certo, para fazer aquilo que outras pessoas não fariam, não teriam coragem de fazer. Esses espíritos. E o que é interessante na literatura espírita é que são espíritos responsável por coletividades. Quanto mais evolui o espírito, maior a ascendência dele sobre grupos. Então, quanto mais ele evolui, mais gente está sobre a tutela dele até chegar no ponto que esse espírito, ele é por ter chegado à pureza, ou seja, ele não tem mais nenhum defeito que nós temos e tem todas as nossas qualidades num grau exponencial, ele se torna espírito puro. E quando ele se torna espírito puro, ele já não tem a intuição de Deus, ele tem a presença de Deus. E aí nós caímos na situação de da única pessoa que nós conhecemos que vivenciou isso, Jesus de Nazaré. Tem um padre espanhol, na verdade um padre catalão, que escreve sobre Jesus histórico. Ele fala num dos seus livros uma coisa maravilhosa sobre Jesus. Jesus ele fala como aquele que tem a presença de Deus, a experiência de Deus. Todo mundo fala o que acha, todo mundo fala o que pensa, todo mundo fala no que acredita. Por que que Jesus de Nazaré foi a verdadeira mudança de chave no mundo? Até quem não o mundo que não é ocidental, que não tem influência cristã, mudou a chave. Porque a locomotiva do mundo é o ocidente. Do ponto de vista econômico, do ponto de vista cultural, do eh do ponto de vista científico, a locomotiva é o ocidente. Então, mesmo os países que não são ocidentais, eles olham pro ocente como um parâmetro. E a base do ocidente é a cultura judaico-cristã, filosofia grega, legislação romana e cultura judaico-cristã. Por que que Jesus, que é o eixo onde toda a cultura ocidental gira, por que que ele teve essa relevância,
dente é a cultura judaico-cristã, filosofia grega, legislação romana e cultura judaico-cristã. Por que que Jesus, que é o eixo onde toda a cultura ocidental gira, por que que ele teve essa relevância, esse poder, esse alcance? Porque Jesus tinha algo que nenhum outro teve. Jesus tinha a experiência de Deus. E a beleza que nós vemos isso também no Evangelho Joanino. Eu e o Pai somos um. Quem conhece ao Pai conhece a mim. Todos os outros não tiveram essa experiência. Mesmo pegando relatos bíblicos que tem um conteúdo mitológico de pessoas conversando com Deus, eles poderiam conversar com Deus, mas eles não estavam sintonizados com Deus. Abraão, Jacó, Moisés, José do Egito, nenhum deles, né, eh, nenhum deles poderia chegar e falar assim: "Eu tenho, eu e Deus somos um". Nenhum deles, Jesus podia ir. Por isso que todos os espíritos que têm alguma missão na Terra, todos eles se reportam a Jesus. Jesus mandou seus missionários em diversas épocas para diversos locais do planeta com diversas missões, uns para as artes, outros para a religião, outros para a ciência, outros para a sociologia. né, para a movimentação, as ciências sociais. Todos esses que eram missionários, que trouxeram evolução para o mundo, eram missionários de Jesus, porque só Jesus, só ele teve a experiência de Deus. Como nós sabemos disso? Pelos frutos a gente conhece a árvore. Nenhum outro deu os frutos que ele deu. Muita gente mudou o mundo. Alexandre Grande mudou o mundo. Gengiscã mudou o mundo. Napoleão mudou o mundo. Mas nenhum deles mudou o mundo para melhor. Jesus mudou. Então, a questão toda é, tanto faz tá como espírito, tanto faz est como encarnado? A pergunta sobre a nossa missão sempre vai ser a mesma: o que tendes? E aí vai ser o nosso momento de mostrar os nossos pães e os nossos peixes. Bons estudos, uma ótima noite a todos. Apenas fazendo uma retificação, o tema de hoje envolvia também os espíritos encarnados, sobretudo nesse aspecto da missão, né? E muita gente se pergunta: "Qual que é a minha missão na Terra?" A
todos. Apenas fazendo uma retificação, o tema de hoje envolvia também os espíritos encarnados, sobretudo nesse aspecto da missão, né? E muita gente se pergunta: "Qual que é a minha missão na Terra?" A resposta é bem simples, é você se tornar uma pessoa melhor. Pode ser assim, Jeferson. Qual que é minha missão? É essa. O resto é acréscimo. Se você for imperador, for dona de casa, for um presidente da República, for um primeiro ministro, for um mecânico, for um pedreiro, é detalhe, a tua missão é se tornar uma pessoa melhor. Para isso que você está aqui. Ponto. Então, todo mundo tem uma missão, crescer. Ah, mas eu não sou feliz. Porque você não quer. Que que te impede ser feliz aqui agora? Quem que tá te pedindo? Então nós seremos felizes quando alcançarmos essa plenitude, a exemplo de Jesus, uma vivência de Deus. Isso é um atributo dos seres evoluídos, que quanto mais evoluídos eles são, mais eles trabalham. Porque se nós temos que cuidar de uma família, mulher, marido, filhos, às vezes netos, esses seres cuidam de planetas, cuidam de nações, cuidam de sistemas. Então, mais alta envergadura, mais trabalho e mais responsabilidade perante vidas. Porque amar é cuidar de vida. Amar é zelar pela vida. Amar é proporcionar vida e qualidade de vida, bem-estar, conforto, segurança, amparo, sustentação, acolhimento a todos vocês. E para encerrar, nós encerramos essa parte de missão dos espíritos. Na próxima semana a gente vai entrar nos três reinos, que é a nossa migração, os estágios que nós temos. Já abordamos isso falando sobre os espíritos no reino da natureza, a ação dos espíritos sobre o reino da natureza. E na semana que vem a gente vai entrar nesse capítulo, os três reinos. E para encerrar, no livro Fonte Viva de Emmanuel, no capítulo 82, tem um finalzinho que diz assim, finalzinho do comentário de Emmanuel. Se há mais alegria em dar em que receber, há mais felicidade em servir que em ser servido. Quem serve prossegue. Vamos guardar essa lição que é um convite ao trabalho, que
o do comentário de Emmanuel. Se há mais alegria em dar em que receber, há mais felicidade em servir que em ser servido. Quem serve prossegue. Vamos guardar essa lição que é um convite ao trabalho, que é uma expressão do eu, que é o espírito vivendo, se mostrando no universo por meio do trabalho da sua manifestação. trabalho doutrina espírita não é bater ponto e ganhar dinheiro, é se expressar, é construir, operar, realizar. Aqui veio deixar um legado. E é isso que nós temos que aprender a fazer, porque nós não podemos, nós como espíritas, né, espíritas temos obrigação de despertar essa consciência de quem somos e o potencial que nós temos em nós. Que que você tem aí? Quantos peixes, quantos pães? O potencial está. Agora você tem que multiplicar. Então nós temos que Porque as religiões acaba abafando as pessoas. Doutrina espírita que não é religião, ela faz o contrário. Ela vamos lá, pessoal, acorda, vamos se mexe, vamos trabalhar, todo mundo desperta. É esse crescimento que a doutrina nos chama. Crescer, fazer, acontecer. Aprendeu o espiritismo, funda uma casa espírita, leva adiante, seja missionário, atividade. Por isso que a espiritualidade sempre nos chama ao trabalho, que não é essa apenas ganhar o pão de cada dia, é você se expressar, fazer e como o Jeferson tanto nos falou hoje, que que você tem, quantos peixes você tem, quantos pães você tem? Vamos agora multiplicá-los para alimentar multidães. É esse convite à vida que a doutrina nos dá. que é um convite também a ser plenamente feliz. Nós encerramos então esse estudo, deixamos as reflexões, esses comentários. Desejamos a todos um excelente final de noite, um bom transcurso de semana para o nosso próximo encontro já com novo tema que são os reinos da natureza e vamos ver a formação do espírito, a transmigração progressiva, por onde nós já passamos até chegarmos aqui. Fica aí o convite para a continuidade desse avançar de aprendizado. Mais uma vez, um abraço fraterno em nome do Espírito de Brasília, a todos que estão em conexão
e nós já passamos até chegarmos aqui. Fica aí o convite para a continuidade desse avançar de aprendizado. Mais uma vez, um abraço fraterno em nome do Espírito de Brasília, a todos que estão em conexão conosco, aos que estão aqui e aos que nos assistirão um dia. Até quarta-feira que vem. Um grande abraço. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a
essário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a [música] tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua [música] vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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