Obsessão, como prevenir - Márcia Ramos
Obsessão, como prevenir - Márcia Ramos
És meu tesouro infinito. Puro de eterna aliança. Porque sou tua esperança. Como és todo o meu amor. Alma geme alma. Se eu te perder algum dia, >> sereis por agonia da saudade dos teus velhos. Se um dia me abandonares, luz terrados meus amores, rei de esperas entre as flores. da claridade do céu. Olhe cristal. Os azuis da cor do céu. Barba tão branquinha com o Papai Noel ilumina >> seus irmãos na terra no sofrer. Um sorrir, no chorar. Olhos cristalinos azuis da cor do céu. >> Barba tão branquinha qu Papai Noé. Ilumina seus irmãos na terra, no sofrendo, no sorrir, no chorar. Bezerra meses, apóstolo do bem, receba as nossas preces e o coração também. Bezerra de Menes apóstolo da luz, depoõe as nossas dores aos pés. de Jesus. Sintonizados com Dr. Bezerra de Menezes, que estamos evocando por meio da música, vamos por intermédio dele glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita. A bênção do grupo espírita mensageiros da Luz nas nossas vidas. Por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros da Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde às vezes relativa. O dia de hoje e ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença amorável de Dr. Bezerra de Menezes, para suplicar a ele que por acréscimos de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade e na fé, concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas, divulgadores da doutrina pela nossa ação, pelo amor que tivermos nossos corações. Bçãos pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda violência, para os enfermos. os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde, mas vamos irradiar também para o Brasil,
onseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde, mas vamos irradiar também para o Brasil, para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, da habitação, da segurança, da educação dignas, as nossas autoridades que se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, o respeito das leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Mas também vamos irradiar para o movimento espírita, pedindo as bênçãos para as nossas lideranças, que essas se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento, amparando cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria Executiva, o nosso congresso de 2026, o grupo espírita mensageiros da luz com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. Nós vamos pedir também para os nossos lares, lares enlutados, com pessoas enfermas, hospitalizadas, cirurgiadas, aguardando para se submeterem às cirurgias. Era aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bênçãos pedimos para as nossas crianças e jovens. Conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo, do trabalho, da religião, livrando dos vícios, da preguiça, dos desequilíbrios, das más companhias encarnadas, desencarnadas, das ciladas, fazendo desses jovens servidores da sociedade, espíritos aflitos, entristecidos, enfermos, que estiverem nas nossas casas, que aqui vieram em busca do socorro, qualquer lugar que estiverem,
s ciladas, fazendo desses jovens servidores da sociedade, espíritos aflitos, entristecidos, enfermos, que estiverem nas nossas casas, que aqui vieram em busca do socorro, qualquer lugar que estiverem, todos possam ser atendidos, esclarecidos, amparados e encaminhados às colônias espirituais. Aquilo que venhamos buscar possamos receber. Que a bênção de Deus nos envolva a todos em muita paz. Você que nos honra com a presença pelas redes sociais, estamos transmitindo da sede do grupo Espírita Mensageiros da Luz. Com esses pedidos, agradecimentos, louvor, nós passamos aqui as nossas colocações à luz da doutrina espírita. Quem acompanha as nossas preces devem se observar que nós estamos sempre falando da obsessão, da fascinação, da drogadição. E às vezes as pessoas ficam sem entender qual a diferença de obsessão, fascinação e subjão. Esse assunto está contido no livro dos médiuns, no capítulo 23. O livro dos médiuns é uma obra da codificação da doutrina espírita. Lembrando que a doutrina ela tem cinco livros que a gente chama a obra básica da doutrina e começa com o livro dos espíritos. E no livro dos espíritos, que é este livro aqui, ele é dividido em quatro partes. Na segunda parte ou no segundo livro, Kardec vai perguntar da influência dos espíritos nos nossos pensamentos e ações. Ele pergunta se os espíritos influenciavam na nossa vida. A pergunta é essa. E os espíritos respondem, responderam a ele da seguinte maneira. A pergunta foi: "Os espíritos influem em nossos pensamentos e ações?" E os espíritos responderam a ele: "Muito mais do que imaginais. Influi a tal ponto que muitas vezes são eles que vos dirigem. Isso não quer dizer que a gente vai fazer uma má ação. E fala: "Não, eu fiz porque eu fui induzido pelo espírito que estava ao meu lado, o espírito desequilibrado, o espírito obsessor." Foi por isso que eu pratiquei uma má ação. Porque também se a gente voltar aqui no livro dos espíritos, na questão 115, a gente vai ver que Kardec pergunta aos imortais, aos espíritos que trouxeram a
Foi por isso que eu pratiquei uma má ação. Porque também se a gente voltar aqui no livro dos espíritos, na questão 115, a gente vai ver que Kardec pergunta aos imortais, aos espíritos que trouxeram a codificação sobre o comando do espírito verdade, que é o próprio Senhor, se como é que os espíritos haviam sido criados. E Kardec pergunta como eles haviam sido criados. E os espíritos respondem, foram criados simples e ignorantes, no sentido de nada saberem, dotados de inteligência e livre arbítrio. Portanto, aquela inteligência mais destacada, mais preponderante, mais iluminada que existe na Terra, ela foi criada da mesma maneira que aquela pessoa de uma inteligência mais obtusa. Porque às vezes essa inteligência obtusa, quer dizer pouca inteligência, é naquela encarnação. Porque todos nós fomos criados da mesma maneira, simples, ignorantes, no sentido de nada sabermos, dotados de inteligência e e livre arbítrio. Aí a gente já vê a sabedoria de Deus. Porque se não fosse assim, como é que nós poderíamos explicar uma pessoa que é envolvida em muitos atos de maldade e outras pessoas que são beneméritas da sociedade, fazem o trabalho de benemerência, são eh recebe o prêmio Nobel da Paz, outros tantos com tantas comendas, com tanto reconhecimento das pessoas e muitos simples, humildes, singelos, que também são pessoas tão sábias e pessoas tão boas. Então, quer dizer, só a reencarnação, a lei de ação e reação que vai explicar isso. E a reencarnação, a lei de ação e reação, a gente encontra também no capítulo quarto do Evangelho Segundo o Espiritismo. Mas Kardec vai trazer as informações sobre a obsessão no livro dos médiuns. O livro dos médiuns é um livro de grande importância para todas as pessoas, porque todos nós temos algum em algum ponto, algum grau de mediunidade. É aquela pessoa assim, olha, eu pensei no fulano e o fulano me mandou uma mensagem. Eu encontrei com fulano na rua. Durante o período do sono físico nosso, nós recebemos as orientações dos nossos mentores, assim como também
olha, eu pensei no fulano e o fulano me mandou uma mensagem. Eu encontrei com fulano na rua. Durante o período do sono físico nosso, nós recebemos as orientações dos nossos mentores, assim como também podemos receber eh orientações dos nossos obsessores, dos espíritos que estão ligados a nós por questões de passado. Existe uma obra muito profíqua de André Luiz com com Francisco Cândido Xavier, que vai falar muito sobre os procedimentos dessas ligações dos espíritos com os encarnados. Quando a gente vê, por exemplo, o livro Libertação, é uma obra de André Luiz com o Francisco Cândido Xavier, ele vai nos contar quando ele, André Luiz e outros espíritos, visitam as regiões umbralinas, as regiões de grande sofrimento. E lá existia um chefe dessa falange toda, era o Gregório, que articulava todos os tipos de maldade possíveis. E quando eles vão atender uma pessoa encarnada, a Margarida, quando eles chegam a casa dela, ela estava numa situação de grande sofrimento, de grande eh perturbação mental, de grande tristeza. A família estava desolada, o marido desolado por conta daquela situação toda que eles estavam vivendo. E aí André Luiz conta que a hora que eles chegaram à casa, aquelas casas com jardim, com muro baixo que existiam antigamente, haviam 60 espíritos obsessores dentro da casa. exatamente a sobre o comando dessa falange dirigida pelo Gregório. Vamos imaginar uma pessoa desequilibrada aqui dentro, só uma gritando, quebrando as cadeiras, apagando a luz. Nós todos vamos ficar num processo de muita desespero também, de muito desequilíbrio. Lá havia os 60 espíritos nessas condições. Aí eles começam o trabalho, voltam lá para pedir o Gregório para solicitar a ele e ele diz assim: "Olha, 58 a gente garante que vai tirar de lá. dois vão ficar porque são os dois que têm algum tipo de comprometimento cármico com aquelas pessoas que estão ali dentro da casa. O que que tem que fazer numa situação dessa? É o trabalho do bem, da oração, da vigilância. Aliás, quando Jesus profere o Pai Nosso, ele
mento cármico com aquelas pessoas que estão ali dentro da casa. O que que tem que fazer numa situação dessa? É o trabalho do bem, da oração, da vigilância. Aliás, quando Jesus profere o Pai Nosso, ele fala também para nos livrar do mal. Mas ele também diz: "Vigiai e orai para não cair diz em tentação". Ele fala primeiro para vigiar e depois orar para não cairmos em tentação. E Em Emanuel vem nos fala da oração do trabalho, porque também o apóstolo Tiago vai dizer assim: "A fé sem obras é morta". Então nós vamos imaginar assim: "Nossa, eu tenho tanta fé no meu mentor espiritual, no espírito que me protege, no santo da minha devoção e vou ficar parado". Não, a gente tem que ter a ação do bem. E quando nós temos essa ação do bem, esses espíritos equivocados que por acaso estiverem próximos de nós, eles vão ouvindo também as orientações dos mentores espirituais, eles vão ouvindo as palestras, mas sobretudo eles vão ficando muito sensibilizados com as nossas ações para o bem. O Chico dizia que quando se inicia um trabalho de sopa, às vezes alguma pessoa toma três, quatro pratos de sopa. Ela, na verdade, para ela foi tão somente um prato de sopa. Os outros três ou dois foram os espíritos equivocados que estavam ali, que aure recebem as fluidos, as energias daquele prato de sopa, porque eles têm sensações muito semelhantes às sensações ainda dos encarnados. Mas à medida que as pessoas vão, por exemplo, no trabalho da sopa, no trabalho da distribuição de alimentos, qualquer tipo de atividade relacionada à caridade, à benemerência, esses espíritos que estão nos envolvendo, eles vão participando dessas dessas atividades e eles vão também modificando as suas condições psíquicas, as suas condições mentais e por consequência vão evoluindo. Aí a gente fica imaginando a caridade que pode ser feita para com esses espíritos, porque muitas vezes a gente chega a casa espírita imaginando assim: "Vou me curar". Mas e esses espíritos que estão próximos a nós e que estão dentro da nossa casa, eles vêm também? E a obra de
ritos, porque muitas vezes a gente chega a casa espírita imaginando assim: "Vou me curar". Mas e esses espíritos que estão próximos a nós e que estão dentro da nossa casa, eles vêm também? E a obra de André Luiz, o livro Mensageiros, ele vai contar como é que é a prepara e outras obras também. Ele vai contar como é que é a preparação de um centro espírita no dia do trabalho. Não é qualquer espírita que vai chegando e entrando, não. Tem uma uma cautela relacionada aos espíritos que poderão vir. E normalmente os que chegam aqui são espíritos ligados a nós, à nossa família. E esses espíritos serão esclarecidos, amparados e encaminhados. Agora, existe também um processo que é da sede de vingança e a gente não esquece daquela pessoa. Toda vez que a gente lembra o dia que eu encontrar com ela vai acontecer isso. O dia que eu encontrar com aquele espírito, não. A gente para ter paz, a gente precisa ter sabedoria. E sabedoria é algo tão importante que a gente sempre diz que foi a única coisa que o rei Salomão pediu ao Senhor quando ele estava em oração. O rei Salomão é o filho do rei Davi, construtor do primeiro templo de Jerusalém. E ele pede, o Senhor pergunta para ele o que que ele queria. Qualquer pessoa que tem poder, ela fala assim: "Eu quero mais poder tá vendo aí como é que funciona." Quem tem dinheiro vai pedir mais dinheiro. Quem tem fama vai pedir mais fama. Então ele tinha dinheiro, ele tinha poder, ele tinha todo. Ele podia ter pedido mais. Eu quero conquistar mais terras. No entanto, ele pede a sabedoria. Ele se torna o rei da equidade, o do equilíbrio. Exatamente porque a sabedoria é o caminho do meio, que a gente sempre diz da importância do caminho do meio pra gente não desgastar muito as nossos relacionamentos. Por isso é que o Chico dizia que a gente não pode cortar aonde a gente pode desatar. Isso é em qualquer situação da vida, dentro da nossa casa com a família. Se a gente corta o laço familiar tá rompido e depois para juntar os pedaços é muito difícil. No entanto,
a gente pode desatar. Isso é em qualquer situação da vida, dentro da nossa casa com a família. Se a gente corta o laço familiar tá rompido e depois para juntar os pedaços é muito difícil. No entanto, se a gente desata aí no Natal do ano que vem, se todo mundo tá junto de novo na Páscoa em outra época, é só amarrar de novo, porque a o fio ainda tá grande. Agora se a gente corta, ele fica menor mesmo. Mas Karnec vai trazer aqui então nesse capítulo 23, e a gente vai ler algumas frases trazidas por ele e ele diz assim: "Entre as muitas dificuldades eh da prática do espiritismo está a obsessão, porque a gente quando inicia o trabalho da da doutrina a gente fica meio confuso. Por isso é que há muito tempo a gente estava querendo trazer esse tema da obsessão, da fascinação, da subjulgação, porque a gente sempre tá falando sobre isso e as pessoas precisam entender o que que a gente tá falando. A obsessão, ou seja, o domínio domínio de alguns espíritos podem exercer sobre certas pessoas. Só é praticada pelos espíritos inferiores que procuram dominar. O espírito superior, ele respeita o nosso livre arbítrio e as nossas condições de entendimento. E a palavra obsessão é um termo genérico, diz aqui Allan Kardec. Existe a obsessão simples, a fascinação e a subjulação. Obsessão simples é são os procedimentos que a gente conhece, que a pessoa tá sendo influenciada por um outro espírito. Na fascinação, aí o fascinado, ele é fascinado por dinheiro, ele é fascinado por bebida, ele é fascinado por droga, ele é fascinado por sexo, ele é fascinado por poder. Então essa é a fascinação. Ele comete qualquer desatino para resolver a questão dele, para ele, vamos ver a definição que Kardec vai trazer aqui. A fascinação tem consequências muito mais sérias. É uma ilusão produzida pela ação direta do espírito sobre o pensamento do médium que paralisa de algum modo a sua capacidade de julgar as comunicações. Vamos lá no livro Sexo e Destino, um procedimento de fascinação, que o final dele é uma
do espírito sobre o pensamento do médium que paralisa de algum modo a sua capacidade de julgar as comunicações. Vamos lá no livro Sexo e Destino, um procedimento de fascinação, que o final dele é uma situação muito difícil, muito trágica mesmo. O que que acontece quando o André Luiz chega no prédio que ia atender uma determinada pessoa que estava num processo de obsessão. Quando eles chegam no prédio, ali na portaria do prédio estavam dois espíritos muito desequilibrados, espíritos envolvidos com as questões do alcoolismo. André Luiz sobe para o apartamento e daí a pouquinho, porque os espíritos não precisam de porta abrir, porta fechar, eles passam. E quem assistiu o filme Glost deve estar se lembrando como é que os espíritos atuam, como é que eles se se manifestam. Eles estavam sentados, já estavam dentro da casa e sentado à frente de um de um bar, aqueles bares que existiam nas casas antigamente, pode ser que alguma ainda tenha. Estava ali o Cláudio Nogueira, dono do apartamento, pai de duas filhas, casado. Esses dois espíritos chegam e vem as garrafas de whisky à frente. E aí eles começam ali para o Cláudio beber. beber, beber. Se fosse uma pessoa que não tivesse o hábito da bebida, ele pode falar para muitos de nós aqui beber que a gente fala assim, ó, isso não é comigo. Mas quando a pessoa já tem a tendência e ele começou a beber, daí a pouquinho ele começou uma dose de whisky, 10 doses de whisky. E o final, o livro chama Sexo e Destino. Vejam lá o final desse livro, a tristeza, o sofrimento que é envolvendo toda essa família. Quer dizer, houve um processo de fascinação relacionado a esse Cláudio Nogueira. Se a gente for também lá no livro também de André Luiz, livração e reação, a gente vai ver a família do Antônio Olímpio, que lá também a fascinação era por terra, era por poder, era por dinheiro. E ali também eles cometem homicídios familiares. E aí quando acontece isso, aqueles espíritos, eles só perderam o corpo, eles voltam para dentro da fazenda e ali eles contratam uma
, era por dinheiro. E ali também eles cometem homicídios familiares. E aí quando acontece isso, aqueles espíritos, eles só perderam o corpo, eles voltam para dentro da fazenda e ali eles contratam uma falange de vingadores. No plano espiritual tinha uma escola nessas zonas umbralinas, uma falange de vingadores e colocam esses espíritos todos dentro dessa fazenda. Aí foi muita oração, muitas visitas da espiritualidade amiga, muitos que familiares que estava e sobretudo a Ozira que já estava desencarnada, que reencarna para cuidar da família. Quer dizer, no final dá certo, daí 50, 100, 200 anos, 500 anos, as coisas funcionam. Se a gente puder evitar agora, se a gente já tiver esse entendimento, melhor. E esse entendimento vai passar sempre pela nossa reforma moral, vai passar sobretudo pela ação da caridade, também trazida por Allan Kardec no Evangelho Segundo Espiritismo. Vai passar pelo pela o entendimento de caridade, porque a gente imagina que caridade é bem material. Aquele que não pode fazer, então ele tá excluído. Não. Cadê que vai perguntar aos imortais que seria caridade no entendimento de Jesus? E eles vão responder: é benevolência, é indulgência e é perdão das ofensas. É isso que é caridade no entendimento de Jesus. Muitos vão entender assim, mas quando a codificação surgiu em 1857, a França, primeiro mundo, não, a França passava por grandes desafios e dificuldades. Tava saindo de uma revolução que mudou o custo da história. Portanto, lá existiam muitos e muitos eh pessoas necessitadas do pão material, das coisas de ordem material. Então, quando nós entendemos caridade na belevolência da indulgência, qualquer pessoa pode fazer a caridade nesse sentido. Mas aí nós vamos ver a subjugação, que é um um outro tipo de obsessão. Já vimos duas e essa aqui é a última trazida no livro dos médiuns. A subjgação é uma atormentação que paralisa a vontade daquele que a sofre e faz agir fora da sua normalidade. Esta está numa palavra sob o verdadeiro julgo. Aí a gente vai ver muitos casos
os médiuns. A subjgação é uma atormentação que paralisa a vontade daquele que a sofre e faz agir fora da sua normalidade. Esta está numa palavra sob o verdadeiro julgo. Aí a gente vai ver muitos casos de pessoas com deficiências mentais, psíquicas, enlouquecidas e há necessidade de tratamentos próprios para isso, mas em muitas situações é a subjulação. Quer dizer, são espíritos que estão envolvendo aquelas pessoas e que elas levam a um procedimento de subjulação. Quer dizer, elas estão totalmente subjugadas por aquelas entidades. O Chico dizia que quando um crime é muito bárbaro, não foi tão somente uma pessoa que o cometeu. Foram e foi uma falange de espíritos que envolveu aquela pessoa e fez que ela cometesse aqueles desatinos todos. Mas Allan Kardec também no Evangelho Segundo o Espiritismo, ele vai tratar da mesma questão. Nós estamos vendo que estamos numa sequência de obras da codificação e todas elas falando sobre isso. Por quê? Porque nós estamos num planeta de expiação e provas e aí esses sofrimentos são muito grandes mesmo. E aqui no no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 28, que é o último capítulo, na questão 81, ele tem 84 questões. Esse capítulo, ele vai falar prece, o capítulo chama coletâneo de preces e vai falar pelos obsediados para todos nós. E ele diz assim: "A obsessão é ação continuada de um mau que o mau espírito exerce sobre o indivíduo. Apresenta características muito diversas, desde a simples influência moral, sem sinais exteriores que se percebam, até a completa perturbação do organismo e das faculdades mentais. Mais paraa frente, ele vai dizer ao redor da Terra, ao redor da Terra a grande quantidade de maus espíritos devido à inferioridade moral dos seus habitantes. Então, se a gente quer mudar o patamar do planeta, nós temos que cada um de per si, quer dizer, por conta, cada um por si mesmo, eh modificar suas condições evolutivas, morais para mudar o planeta. E a gente sempre terceiriza, a gente sempre fala que é o outro que precisa mudar e a gente continua da
conta, cada um por si mesmo, eh modificar suas condições evolutivas, morais para mudar o planeta. E a gente sempre terceiriza, a gente sempre fala que é o outro que precisa mudar e a gente continua da mesma maneira. E vai seguindo aqui da mesma forma. Olha o tanto que é interessante essas colocações trazidas aqui por Allan Kardec, ele próprio que traz essas colocações, porque ele vai falar que isso aqui é uma enfermidade e toda enfermidade precisa de tratamento. E ele vai dizer, a quando nós temos uma enfermidade física, nós procuramos um médico, ele traz o tratamento que é preciso e as dificuldades de ordem moral. As dificuldades de de ordem moral, nós vamos tratá-las quando nós modificarmos as nossas condições morais. Da mesma forma que as doenças são o resultado das imperfeições físicas que tornam o corpo acessível às más influências exteriores, a obsessão é sempre, sempre o resultado de uma imperfeição moral que dá acesso a um mau espírito. uma causa física se põe uma força física, toma remédio, faz dieta, faz exercício, por aí vai seguindo a orientação do médico. Há uma causa física, se põe uma força física. a uma causa moral no processo de obsessão, é preciso opor uma força moral, porque a única coisa que domina um espírito inferior é a moral daquela pessoa que está num processo de obsessão. É a mudança de comportamento dela que vai trazer serenidade, paz, equilíbrio. E aí, para isso é preciso que tenhamos a humildade, porque a gente faz não, comigo não acontece, acontece, acontece com outro, porque que não vai acontecer comigo? Acontece sim. O Chico dizia que a obsessão em algumas situações ela é muito meritória, que para ele o que que aconteceu? primeira vez que ele foi a um centro espírita lá da dona Carmen, ele foi porque a irmã estava num processo de obsessão. E muitas vezes, muitos dos mais antigos devem se lembrar assim, ó, não teve solução aqui com a ciência, os médicos não deram conta, vai lá no centro espírita, pode ser que resolve. E muitas vezes resolve mesmo. E o Chico
os dos mais antigos devem se lembrar assim, ó, não teve solução aqui com a ciência, os médicos não deram conta, vai lá no centro espírita, pode ser que resolve. E muitas vezes resolve mesmo. E o Chico quando ele esteve nesse centro espírita da dona Carmen, o centos espíritas não tinham a estrutura que existe hoje, eles eram dentro das fazendas, nas casas das pessoas. Ele foi por conta dessa irmã e ela viu a quantidade de livros sobre ele envolvendo-o. Naquele momento, ela viu aquela quantidade de livros que estava envolvendo o Chico. Ele não foi por conta dele, ele foi para atender a necessidade de uma irmã. E nessa sessão, vamos imaginar, por volta de 18, 19 anos, nessa sessão, ele recebeu uma mensagem psicografada de um espírito que disse a ele assim: "Começa a fazer a caridade material, começa a distribuir pães para as pessoas." E ela falou umas palavras tão complicadas para ele, que era muito jovem, que não tinha muito estudo ainda, porque ele estudou com Emanuel, então ele ficou muito preparado mesmo. Que essa mensagem se perdeu fisicamente ela se perdeu, mas ficou o conteúdo dela. Essa mensagem depois identificou-se que quem trouxe, quem o espírito que escreveu a mensagem é Isabel de Aragão. Daqui a pouquinho senhor vai tocar a música dela, né? Isabel de Aragão, a rainha santa de Portugal, Espanha, e a veneranda da obra Nosso lar. Em 1943, quando Chico recebeu o nosso lar, ela tinha 1 milhão de bônus hora. É hora, o trabalho no plano espiritual. Esse espírito foi o primeiro que manifestou lá na dona Carmen para dizer a ele que precisava de fazer o trabalho da distribuição dos pães e daí a pouco ele começa e nunca mais parou de realizar esse trabalho. Mas aqui ainda concluindo essa parte, ele vai dizer: "Uma causa física se opõe a uma força física. A uma causa moral é preciso opor uma força moral. é o trabalho do bem, é a caridade, é a mudança de comportamento, é a oração, é o estudo. Para se preservar das doenças, fortifica-se o corpo. Para se garantir contra a obsessão, é preciso fortificar
. é o trabalho do bem, é a caridade, é a mudança de comportamento, é a oração, é o estudo. Para se preservar das doenças, fortifica-se o corpo. Para se garantir contra a obsessão, é preciso fortificar a alma. Daí para o obsediado a necessidade de trabalhar a sua própria melhoria. E o Emânuel, interpretando o evangelista Mateus, ainda nesse processo aí de obsessão, ele vai nos dar a receita de como que a gente tem que proceder para evitar as dificuldades próprias da obsessão. E ele falando exatamente e eh interpretando, Emanuel vai interpretar os três, os quatro evangelistas, Mateus, Marcos, Lucas e João. Atos dos Apóstolos, cartas, as cartas de Paulo. Não nos introduzas em tentação, mas livra-nos do mal. E tá falando sobre o Pai Nosso. E ele vai dizer: "Obsessões. Nem sempre conseguimos perceber. Os processos obsessivos, vast às vezes, porém, principiam de bagatelas, poucas coisas. O olhar de desconfiança, o grito de cólera, uma frase pejorativa, a ponta de sarcasmo, o momento de irritação, a tristeza sem motivo, o instante de impaciência, a indisposição descontrolada. Nós abrimos brechas, perdemos a vigilância, começamos a ficar triste, começamos a reclamar disso. Outro dia eu conversava com uma pessoa e perguntei por uma outra que essa outra que eu perguntei tem 93 anos. Aí ele falou assim: "Tá viva ainda e fazendo o que ela mais gosta". Eu falei: "O que que ela mais gosta?" É você de reclamar. 93 anos a pessoa reclamando. Estabelecida a ligação com as sombras, porque quando nós estamos nessa situação, nós estamos estabelecendo as ligações com a sombra. Estabelecida a ligação com as sombras por semelhantes tomadas de invigilância, eis que surge as grandes brechas na organização da vida ou na moradia das almas, a desharmonia em casa. A discórdia no grupo de ação, o fogo da crítica, o veneno da queixa, a doença imaginária, a rede de intriga, a treva do ressentimento, a discussão infeliz, o afastamento de companheiros, a richa sem propósito, as obsessões que envolve
go da crítica, o veneno da queixa, a doença imaginária, a rede de intriga, a treva do ressentimento, a discussão infeliz, o afastamento de companheiros, a richa sem propósito, as obsessões que envolve individualidades e equipes, porque ela pode ser coletiva, mas aí seria outro dia pra gente falar sobre isso. As obsessões que envolvem individualidades e equipes quase sempre partem de inconveniências pequeninas que devem ser evitadas. Pouquinha coisa, né? Você abriu uma brechinha aqui no telhado, daqui a pouquinho tá pingando, pingando, aí aumenta, aí aumenta, daí a pouquinho o telhado cai. Qual se procede com minúsculo foco de infecção? A gente sabe que as infecções levam às vezes até a óbito, né? Para isso disp, agora ele vai falar o que que a gente precisa. Para isso, dispomos todos, todos de recursos infalíveis, quais sejam. A dieta do silêncio. A pessoa reclamou, reclamou, reclamou. Você fica caladinho, ela vai ficar com mais raiva ainda. Mas você não tá desjando que ela fica com raiva não, mas vai ficar com raiva, mais raiva ainda, porque ela queria uma briga. Você ia falar, não é comigo, tô fora. É a dieta do silêncio, a vacina da tolerância. Imaginar, essa pessoa é complicadíssima, mas que Deus a tenha na glória dele. Me deixa aqui em paz. O detergente. Detergente. Para que que serve detergente? Para limpar, para organizar as coisas, né? Para acepciar. O detergente do trabalho e o antisséptico. Para que que serve o antisséptico? para eliminar as feridas, as bactérias, os vírus, por aí vai. E o antisséptico da oração. Então, se a gente tiver essa receita aqui em mãos e em pensamento, tá aí o livro Evangelho de Mateus. Que Jesus nos abençoe a todos, nos desenvolver muita paz. Nós estamos convidando os nossos companheiros médios para se posicionarem para a transmissão dos passes. Lembrando que o passe é uma transmissão de energias. Todos estão recebendo. Você está recebendo aí na sua casa. Coloca a sua água para fluidificar. Que Deus te abençoe e nos abençoe a todos que aqui
. Lembrando que o passe é uma transmissão de energias. Todos estão recebendo. Você está recebendo aí na sua casa. Coloca a sua água para fluidificar. Que Deus te abençoe e nos abençoe a todos que aqui nos encontramos. Passe emanação de luz. Bênção de nosso Jesus, gesto tão puro de amor de nossas mãos para outras mãos. Em nome de nosso Senhor. Fortalece no caminho. Cura alma, alegria e reconforta como bálsamo naador. Passe emanação de luz. Bênçãos de nosso Jesus, gesto tão puro de amor de nossas mãos para outras mãos. Em nome de nosso Senhor. Fortalece no caminho. Aeniza por alma. alivia e reconforta como balsamador fortalece no caminho. A ministra cura alma, alegria e reconforta. como balsamador. Jesus nos abençoe, nos envolva a todos em muita paz. Nós agradecemos os nossos companheiros médunos, por favor, na cabine nóse.
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