O TRABALHADOR DIVINO - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 09/07/2025 (há 10 meses) 38:45 225 visualizações

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Transcrição

Aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde. Sejam muito bem-vindos aqui à nossa comunhão espírita de Brasília, seja nos nossos espaços físicos ou nos nossos espaços virtuais, que estamos aqui para trazer mais esse momento de alimentação espiritual. Nós que temos todos os dias ao meio-dia uma palestra virtual de harmonização do grupo Chico Xavier e também todos os dias de segunda a sexta uma palestra presencial aqui no Auditório Bezerra de Menezes que nos fornecem o alimento espiritual que se conjuga o nosso alimento material e alimenta o nosso espírito enquanto nós cuidamos de alimentar também o nosso corpo. cumprindo o que Jesus nos disse no o Evangelho e que foi o monte daquele belíssimo livro de Emanuel, né, Palavras de Vida Eterna, que se nós alimentamos o corpo, e ele fala isso, depois de multiplicar os pães, também é necessário que alimentemos a alma com Jesus, que é o pão da vida. Então, elevemos o nosso pensamento a Deus agora pela prece, esse banquete espiritual. Agradeçamos pelo dia de hoje, por esse belo dia, por esse sol que se ergue, quebrando o frio da noite, trazendo a luz, trazendo o calor, trazendo a esperança e a vida para cada um de nós, alimentando-nos de vida. Assim como alimenta as plantas que se alimentam literalmente de luz e nós também que nos alimentamos, alimentamos o nosso espírito da luz que chega até nós e nos banha. Agradecemos por toda a natureza, por todas as belezas, pelos IPs aqui que embelezam a nossa cidade e nos lembram que mesmo diante da seca, diante do frio, diante de todas as dificuldades, nós também podemos florir, nós também podemos embelezar e dar os melhores de nós, mesmo em condições adversas. Agradecemos e pedimos força, coragem, fé, perseverança diante dos desafios da vida para que nós possamos seguir florindo pela vida fora, aprendendo a seguir, a rasgar o solo, a trazer essa força que transforma sementes em frutos.

coragem, fé, perseverança diante dos desafios da vida para que nós possamos seguir florindo pela vida fora, aprendendo a seguir, a rasgar o solo, a trazer essa força que transforma sementes em frutos. Agradecemos também a presença dos nossos mentores, aqueles que estão ao nosso lado nessa existência, que nos apoiam, nos amparam, colocam o melhor de si para que nós estejamos também conectados com o bem. Agradecemos a Bezerra de Menezes, o mentor da nossa casa, que é o nosso médico, que cuida dos nossos corpos, das nossas almas, dos nossos corações, que nos dá os remédios que precisamos para tratar os males do nosso corpo e da nossa alma, os unguentos que aliviam as nossas dores e as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. e a Jesus, nosso guia e mestre, aquele que veio para nos trazer essas belíssimas mensagens, para nos trazer a vida e nos presentear com a sua vida e com a sua luz. que ela ilumine sempre cada passo do nosso caminho e nos conduza cada vez mais para o melhor de nós mesmos e para essa união com Deus que é o nosso destino. Que assim seja. Hoje o nosso tema desse momento de reflexão aqui do nosso horário do almoço é o trabalhador divino. E o trabalhador divino é uma passagem do livro Pão Nosso de Emanuel. que é o capítulo 90. Emanuel sempre começa com uma pequena citação dos Evangelhos, das cartas de Paulo ou de algum texto do Antigo Testamento que orienta as reflexões e nos traz essas importantes, esses importantes lembretes que ele nos faz a partir desses pequenos versículos que às vezes passam despercebidos. E nesse caso ele pega uma fala de João Batista. João Batista que naquele momento estava como precursor, estava ainda anunciando o Cristo. Ele veio para com esse trabalho para preparar os caminhos pra vinda do Messias. Ele que foi o primeiro que reconheceu a presença do Messias entre nós. Depois de vir o anjo Gabriel, como nos diz a tradição, anunciar a Maria que ela seria a mãe do Messias, ela engravida e é e vai visitar sua prima

imeiro que reconheceu a presença do Messias entre nós. Depois de vir o anjo Gabriel, como nos diz a tradição, anunciar a Maria que ela seria a mãe do Messias, ela engravida e é e vai visitar sua prima Isabel, que está também grávida contra todas as expectativas e contra todos o, enfim, todos os prognósticos médicos, pois ela já não tinha mais idade para engravidar. era considerado um milagre. E tem toda uma história por trás disso de Zacarias, que também recebe a visita do anjo. E aí quando elas vai visitar Isabel, João Batista, ainda no ventre já reconhece. É o primeiro reconhecimento que Jesus tem. Ele reconhece e ele dá sinal ali anunciando que está diante de um grande rei que viria, né, daquele homem que viria para ser o Messias. E é aí que Maria faz um dos mais belos cânticos da humanidade, que foi nomeado de magnífica, que louvando a Deus por essa oportunidade de ser a mãe do de Cristo, do nosso Cristo. E então João Batista foi o primeiro que reconheceu o Cristo aqui no mundo, ainda no ventre de sua mãe, os dois ainda no ventre. E foi uma presença constante em sua vida como um familiar querido e um amigo também. E te e teve essa tarefa, essa missão de vir antes de Jesus para anunciá-lo e para preparar os caminhos para ele. E enquanto ele estava nessa tarefa de preparar os caminhos, perguntam a ele quem seria aquele homem. E ele fala, né, que esse homem tem a pá na sua mão, limpará a sua eira e ajuntará o trigo no seu celeiro, mas queimará a palha com o fogo que nunca se apaga. E aí ele já começa a dar uma noção do que é Jesus, porque Jesus é aquele que carrega a pá. Emanuel nos fala nessa mensagem, né, que Jesus foi chamado por muitos nomes, por muitos títulos. o mestre, o pastor, o Messias, o Salvador, príncipe da paz, rei, tantos nomes, todos justos e veneráveis. Mas essa apresentação do João Batista fala muito sobre quem foi Jesus. Lembrando que o título que Jesus aceitou e que ele se intitulava também era o de mestre e o de trabalhador. E aí Emanuel nos fala também que ele é

ação do João Batista fala muito sobre quem foi Jesus. Lembrando que o título que Jesus aceitou e que ele se intitulava também era o de mestre e o de trabalhador. E aí Emanuel nos fala também que ele é aquele que tem a pá na mão, que limpa e que recolhe, que trabalha. Ele fala que também que João não apresenta Jesus impunhando leis cheio de ordenações de pergaminhos, nem se refere a ele de acordo com aquelas velhas tradições judaicas que o aguardavam como um divino mensageiro no carro de glórias magnificentes. Então Jesus não queria ser conhecido como dono de o poder, como um doutor da lei, como alguém que trazia e que tinha poder para dominar, muito embora ele o tivesse. Mas ele queria ser conhecido como alguém que ensina, alguém que exemplifica, sobretudo como alguém que trabalha. E ele escolheu essa esse instrumento simples de trabalho, assim como ele podendo nascer em qualquer palácio, podendo nascer em qualquer eh trono, ocupar qualquer trono, ele escolheu nascer numa manjedoura dentro de uma gruta, num lugar simples. escolheu a carpintaria, escolheu ali a rede de pesca, escolheu os atributos simples do ser humano e escolheu ser chamado como aquele que trabalha e aquele que ensina. Escolheu ser o mais humilde trabalhador, escolheu ser o carpinteiro, aquele que porta a enchada e aquele que exemplifica, que impunha as redes e que pesca os seres humanos, exemplificando o bem para eles. Então, ele escolheu o trabalho humilde e é isso que o caracteriza. Jesus em vários momentos se coloca como um trabalhador e fala da importância do trabalho. Também no Evangelho de João, aí ele próprio fala quando questionado, no momento em que ele é acusado de violar a lei por estar curando um homem num dia de sábado, que era proibido de acordo com as com aquelas leis, com aquela interpretação que se dava das leis de Deus por meio do da lei judaica. E aí ele diz que o meu pai trabalha até hoje e eu também enunciando para nós o que é uma lei divina, que é a lei do trabalho, que tudo na vida trabalha,

va das leis de Deus por meio do da lei judaica. E aí ele diz que o meu pai trabalha até hoje e eu também enunciando para nós o que é uma lei divina, que é a lei do trabalho, que tudo na vida trabalha, todo o universo trabalha de modo ininterrupto, toda a criação de Deus, nada é inerte, nada fica sem trabalho e muito menos ele ficaria sem trabalho. Jesus trabalha ininterruptamente. trabalhou aqui na terra, já trabalhava muito antes, porque ali é um espírito extremamente antigo. Emanuel nos diz que os mundos onde o Cristo evoluiu hoje já são poeira cósmica. Mas aqui na Terra, desde o momento em que ele foi designado como o cuidador desse lugar, ele trabalha ininterruptamente, desde que a Terra ainda era um pedaço de mundo grudado no sol, se desprendeu, se esfriou e foi aos poucos criando a vida e se formando com todos aqueles processos. Jesus nunca deixou de estar ali vigilante, trabalhando, cuidando e agindo. Quando ele esteve aqui, trabalhou o tempo todo, também recusou qualquer oportunidade de descanso e permaneceu no seu trabalho desde criança, quando no momento da apresentação do templo, a mãe lhe procurava. Ele estava ali no templo ensinando aqueles que estavam ali ainda com 12 anos. E aí quando a mãe o procurou com aquela preocupação de mãe dando aquela bronca, né, onde você tava, porque você sumiu, ele disse também que estava ali fazendo o trabalho do pai, cuidando da casa do pai, ali já no seu trabalho de de trazer essas verdades que depois viriam revelados. enquanto esteve aqui entre nós, fez inúmeras curas, deu inúmeras lições, tocou muitas vidas, nunca deixou de ser ativo, nunca deixou de fazer o que era necessário. Então, todo o Cristo, assim como todos os espíritos puros e todos os seres da escala evolutiva, trabalham o tempo inteiro. É uma ilusão nós chegarmos e pensarmos que nós vamos ao mundo espiritual e vamos ter um descanso eterno, que vamos simplesmente descansar em paz. Não, lá nós trabalhamos e trabalharemos sempre. O bom é que a medida em que nós crescemos, que nós eh

vamos ao mundo espiritual e vamos ter um descanso eterno, que vamos simplesmente descansar em paz. Não, lá nós trabalhamos e trabalharemos sempre. O bom é que a medida em que nós crescemos, que nós eh nos aprimoramos, o trabalho deixa de ser um sacrifício. Aqui para nós, trabalho é tortura, né? A raiz etimológica da palavra trabalho vem de tripálio, que é um instrumento de tortura, um chicotinho de três pontas com metal na ponta que machuca mesmo, né? Então o trabalho era equiparado à tortura. A gente vê que antigamente quem não trabalhava era quem era rico, quem não precisava trabalhar. Então as pessoas se orgulhavam de nunca ter trabalhado na vida. Porque quem tinha mãos rugosas, quem tinha mãos grossas, calejadas e bronzeado de sol, era quem trabalhava. Quem não, quem era da nobreza, quem era rico, era conhecido por não trabalhar, ter as mãos finas, não eh eh não ter, não ostentar no seu corpo essas marcas. Hoje nós sabemos essa importância. Hoje nós nos orgulhamos do trabalho que fazemos e dos frutos do nosso trabalho, quando honestos como impulsionadores de nós. Tem uma música muito bonita que eu ouvia quando eu era criança com com a voz de uma cantora que hoje já não se fala mais, mas que era muito conhecida na minha época, que era a Amelinha. Ela tem muitas músicas bonitas, mas essa ela fala justamente desse Jesus. Ela, o título da música é Jesus não é um Jesus é um verbo, não é substantivo, mostrando que Jesus é ação, que ele não é simplesmente palavra, ele falou muito, falou coisas extremamente importantes, deixou mensagens cruciais para todos nós, mas sobretudo ele agiu e exemplificou com a sua ação aquilo que é importante. Então essa música nos diz assim: "Falar de Jesus é redundante Jesus gosta de ação, não de palavras. Jesus é mais do que cinco letras formando o nome. Jesus é verbo, não substantivo. Jesus é mais do que uma simples e pura teoria. Jesus é mais do que ler a Bíblia, pois tudo o que foi nela escrito se resume em amor. Então vamos praticá-los. Jesus, meus amigos, é

bo, não substantivo. Jesus é mais do que uma simples e pura teoria. Jesus é mais do que ler a Bíblia, pois tudo o que foi nela escrito se resume em amor. Então vamos praticá-los. Jesus, meus amigos, é verbo, não substantivo. Jesus é mais do que um templo de luxo com tendência barroca. Ele sabe que tudo isso no fundo importa tão pouco. Igreja a gente leva na alma e se constrói com os atos dos seus altares. Jesus, meus amigos, é um verbo, não é substantivo. Então, Jesus é aquele que trabalha, aquele que impunha a escada enchada, ele é verbo, é aquele que se movimenta e que movimenta o mundo. Então ele nos fala, né? Nem todo aquele que me diz Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas sim aquele que cumpre a palavra do meu pai e age de acordo com ela. Então, nós nos reconhecemos como seguidores do Cristo, como cristãos, não pelas nossas palavras, mas pelas nossas ações. Francisco de Assis dizia, né, que nós devemos levar o evangelho em todas as oportunidades que tivermos, a todos os lugares, a todas as pessoas, em todas as oportunidades. Se necessário, utilizemos palavras. Mas o que exemplifica o evangelho, o que nos faz seguidores do Cristo, é a nossa ação, é o nosso empunhar da enchada. E aí eu me lembro de Chico Xavier que falava muito da pá, né? Também um instrumento muito importante de trabalho. Uma vez ele tava com Jerônimo Mendonça, num dos seus momentos mais difíceis. Ele foi fazer uma visita a ele que era conhecido como gigante deitado. Esse que também foi um grande exemplo para todos nós, que apesar de todas as dificuldades, apesar das limitações do seu corpo, ele nunca deixou de fazer as coisas, de trabalhar, de buscar e de servir a Jesus de todas as formas que podia, mas num momento muito difícil ele estava passando por dificuldades e o Chico foi visitá-lo. Depois dessa conversa entre esses dois amigos que animou os dois, no final o Jerônimo Mendonça se dirigiu, né, se despediu do Cristo dizendo: "Até logo, amigo, fique em paz". Aí o Chico respondeu para ele: "Tire o Z do final",

e esses dois amigos que animou os dois, no final o Jerônimo Mendonça se dirigiu, né, se despediu do Cristo dizendo: "Até logo, amigo, fique em paz". Aí o Chico respondeu para ele: "Tire o Z do final", né? querendo dizer que ficaria com a paz, a paz sendo o instrumento de trabalho e que se ele trabalhasse ficaria bem, ficaria ali, ele conquistaria a paz, porque é a paz operante, a paz que nos traz o bem, mas nos traz esse bem ativo, a paz que nos traz o esperançar, que fala, né, que não é espera, mas é um agir. é uma esperança no agir, no agir pro bem, no acreditar no bem e agir em prol dele. Então ele fala dessa pá também. E tem um outro momento em que o Chico fala que nós temos dois caminhos pra salvação, né? Para nos para o nosso melhoramento, pra nossa o nosso crescimento. E os dois envolvem água e sal no nosso corpo, né? ou são as lágrimas ou é o suor. E normalmente é um pouco de cada um, mas o suor é o nosso instrumento de trabalho. É aquilo que nos leva a crescer, aquilo que nos exemplifica. Eh, então nós também nos somamos ao Cristo que nos convida isso e nos tornamos também trabalhadores divinos quando nós unimos os nossos esforços ao dele, quando nós trabalhamos em prol da messa do Cristo, quando nós nos colocamos à disposição e impunos também a enchada, impunhamos a pá, impunhamos o instrumento de trabalho, seja esse trabalho o verbo, seja esse trabalho as mãos, seja sobretudo a nossa mente e o nosso coração que são colocados à disposição do bem. Paulo na carta aos Coríntios, ele fala muito sobre isso, né, do amor e fala da importância do trabalho, quando ele fala que, né, ainda que falássemos a língua dos homens, a língua dos anjos, se não tivermos caridade, se não tivermos amor, somos como o símbolo que toca, né, e o sino que retine. Ou seja, nós só fazemos barulho. Somos aquele sino que toca. O sino tocando tem uma importância fundamental. Ele chama as pessoas, né? Na minha cidade, eu moro do lado de uma igreja lá em João Pessoa, né? E do lado na igreja, toda vez que tem missa, eles

toca. O sino tocando tem uma importância fundamental. Ele chama as pessoas, né? Na minha cidade, eu moro do lado de uma igreja lá em João Pessoa, né? E do lado na igreja, toda vez que tem missa, eles tocam o sino duas vezes. Eles tocam uma hora antes, tocam meia hora antes e na hora também eles tocam, né? Então a gente já acorda sabendo que falta pouco pro horário da missa. Então o sino ele faz um barulho que é necessário, que é necessário para chamar, para avisar, para proclamar aquilo que precisa ser dito. Falar também é importante, mas mais importante do que isso é agir. Agir com caridade. A caridade é o amor em movimento. Se não tivermos caridade, se não tivermos ação, se não nos colocarmos em movimento, nós apenas faremos barulho. É uma vida formal, mas insuficiente. A gente pode falar e com a nossa fala podemos atrair muitas pessoas, podemos fazer um grande barulho e esse barulho pode ser útil, mas também não é o suficiente se as nossas ações não se provarem e não nos provarem e nos não levarem as pessoas a isso. É o caso que tá no livro Voltei do irmão Jacó, hoje conhecido como Frederico Figner, alguém que falava muito, falava muito bem, fazia palestras e tinha uma oratória brilhante e tinha muitos gestos também, mas ele não conseguiu fazer com que esses gestos partissem do seu coração, das profundezas do seu coração. Então, quando ele chegou no plano espiritual, todos acreditavam que ele seria recebido com festas, com glória, com tudo de melhor, pelos serviços prestados e pelas pelo seu grande verbo. E ao chegar no plano espiritual, ele percebeu que a sua situação não era bem o que ele esperava. Ele foi sim recebido pelos seus confrades. Ele era da FEB, contemporâneo de Francisco eh de Bezerra de Menezes e foi recebido com amor pelos seus confrades, mas ele percebeu que ele ainda não tinha no perespírito dele aquele brilho que já tinha Bezerra de Menezes, que já tinham outros confrades e que já tinham outros espíritos mais iluminados. O amor que Bezerra devotava,

que ele ainda não tinha no perespírito dele aquele brilho que já tinha Bezerra de Menezes, que já tinham outros confrades e que já tinham outros espíritos mais iluminados. O amor que Bezerra devotava, o trabalho que ele fazia como médico dos pobres, trazia para sua alma uma grande luz, enquanto ele ainda tinha um espírito opaco. E esse livro mostra o caminho dele até conseguir naquele momento a iluminação, que ainda não era um olô forte, mas já era uma luz que ele conseguia emitir em prol de si mesmo, em prol dos outros. Aqui na comunhão a gente fez uma época, uma campanha para voluntários, para promoção social, essa casinha azul que fica aqui do lado direito e que sempre está eh aberta para pessoas que querem trabalhar e fazer o trabalho do bem aqui conosco. Então, na época a gente estava fazendo uma campanha de voluntários e pedimos para um querido amigo nosso, o Sérgio Castro, também palestrante aqui, que fizesse uma música que empolgasse as pessoas e levasse elas para usar o sino da música também para trazer mais pessoas para proclamar. E ele fez uma música inspirado naquela passagem de João 25, né, que fala do do daquilo que nós conhecemos como juízo final, né, da separação entre os bons e os maus naquele momento. E aí ele fez uma música que se chama Fazendo o Bem. Ele diz: "Jesus precisa da nossa boa ação. Jesus trabalha usando as nossas mãos e a vida pede a nossa participação para erguer o nosso irmão em aflição. Jesus tem sede, alma para o nosso água para o nosso irmão. Jesus tem fome, reparte o teu pão. Jesus consola alguém na multidão e espera confiante a nossa colaboração." E a música continua, mas é muito bonita nesse sentido. Ele mostra que nós somos as mãos de Jesus, que hoje Jesus, se ele precisa alimentar alguém, dar água para alguém, consolar alguém, levar, visitar, como naquela passagem, né? Tive sede e me deste beber, tive fome e me deste de comer. Estive nu e me vestiste. Estive preso e me visitaste. Ele conta conosco. Nós somos as mãos de Jesus. Nós somos os trabalhadores de

sagem, né? Tive sede e me deste beber, tive fome e me deste de comer. Estive nu e me vestiste. Estive preso e me visitaste. Ele conta conosco. Nós somos as mãos de Jesus. Nós somos os trabalhadores de Jesus, os trabalhadores divinos e nos somamos a ele como ramos dessa grande videira que realizam esse trabalho do bem. Então, quando nos somamos a Jesus, nos tornamos também os instrumentos do bem que levam para ele essa eh esse trabalho e que instrumentalizam para que ele possa agir cada vez mais. Então, Jesus trabalha também usando as nossas mãos. E quando nós nos dispomos a seguir os instrumentos, a a seguir os ensinamentos do Cristo, nós também nos tornamos instrumentos divinos, trabalhadores divinos. Emanuel fala também de uma diferença que ele fala do trabalho ação e do trabalho serviço. E ele diz que o trabalho ação é aquele que traz consequências no mundo. Somos nós trabalhando no mundo e produzindo no mundo. Então, cada vez que eu impunho a enchada, cada vez que eu impunho os meus instrumentos de trabalho, eu mudo o mundo e ajo no mundo. E esse agir no mundo é importante, é fundamental, ele modifica. Mas é preciso que a gente reflita sobre esse agir no mundo, porque a gente pode utilizar esse agir e os frutos desse trabalho para o que bem entendermos, pra nossa melhoria aqui e também pra nossa prosperidade, para nosso progresso, que são leis divinas também. Mas é importante que nós saibamos onde nós colocamos o nosso tesouro, porque senão, por mais que haja benefícios, por mais que haja o bem, também esse bem pode se esvaziar na medida em que nós levamos apenas esse tesouro que não permanece conosco. Mas ele diz que existe um trabalho mais profundo, que é o trabalho serviço. O trabalho serviço é aquele trabalho em nós mesmos. É o trabalho que traz ação pro mundo, que é imprescindível, mas sobretudo que traz a ação para nós, que modifica o mundo, mas modifica nós. É o trabalho da reforma íntima, o trabalho que nos modifica, o trabalho para o bem de nós mesmos, para

é imprescindível, mas sobretudo que traz a ação para nós, que modifica o mundo, mas modifica nós. É o trabalho da reforma íntima, o trabalho que nos modifica, o trabalho para o bem de nós mesmos, para o nosso crescimento, paraa nossa evolução. É a nossa entrega. E na medida em que nós nos entregamos, nós nos modificamos e nos colocamos à disposição, esse trabalho de nós mesmos para nós mesmos, em nós mesmos, sobretudo, é esse que nos faz crescer, é esse que nos faz evoluir quando nós soamos, quando nós levamos o nosso agir, o nosso fazer pro mundo, mas sobretudo quando nós aprendemos e buscamos. E aí, mais uma vez emano, me socorro dele para uma mensagem que é, para mim uma das mensagens mais belas que eu conheço e que mais exemplificam a importância do nosso trabalho, do nosso agir no bem, que se chama remuneração espiritual. Emanuel nos diz assim: "O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a gozar dos seus frutos". Ou seja, somos os principais beneficiários desse trabalho e serviço, né? Isso tá na carta de Paulo a Timóteo. E aí ele diz: "Além do salário amoedado, o trabalho se faz invariavelmente seguido de remuneração espiritual respectiva, da qual salientamos alguns dos itens mais significativos. Acende a luz da experiência, ensina-nos a conhecer as dificuldades e os problemas do próximo, induzindo-nos, por isso mesmo, a respeitá-lo. Promove a autoeducação, desenvolve a criatividade e a noção de valor do tempo, imuniza contra os perigos da aventura e do tédio. Estabelece apreço em nosso em nossa área de ação, dilata o entendimento, amplia-nos o campo das relações afetivas, atrai simpatia e colaboração, extingue a pouco e pouco as tendências inferiores que ainda estejamos trazendo das existências passadas, quando nós compreendemos esse trabalho como algo mais profundo e além de trabalhar para fora, trabalhamos o nosso interior também. E aí ele vai além, ele diz: "Quando o trabalho, entretanto, se transforma em prazer de servir, surge o ponto mais importante da

undo e além de trabalhar para fora, trabalhamos o nosso interior também. E aí ele vai além, ele diz: "Quando o trabalho, entretanto, se transforma em prazer de servir, surge o ponto mais importante da remuneração espiritual. Toda vez que a justiça divina nos procura no endereço exato para execução das sentenças que lavramos contra nós próprios, segundo as leis de causa e efeito, se nos encontra em serviço ao próximo, manda a Divina Misericórdia que a execução seja suspensa por tempo indeterminado. E quando ocorre em momento oportuno o nosso contato indispensável com os mecanismos da justiça terrena, eis que a influência de todos aqueles a quem porventura tenhamos prestado algum benefício aparecem em nosso auxílio, já que semelhantes companheiros se convertem espontaneamente em advogados naturais da nossa causa, amenizando as penalidades em que estejamos escursos ou suprindo-as de todo se já tivermos resgatado em aborto. aquilo que devíamos em provação ao sofrimento para retificação e tranquilidade em nós mesmos. Reflitamos nisso e concluamos que trabalhar e servir em qualquer parte, serão sempre apoio constante e promoção à vida melhor. Então o trabalho nos bem, o trabalho no bem nos leva a ter essa escolha. Se nós temos débitos do passado, por que não? trabalhar no bem e resgatá-los assim. Se no passado eu fiz alguém sofrer, por que não levar amor a essas pessoas? Se no passado eu tirei a vida, por não devolver a vida para alguém? Se no passado eu prejudiquei, por que não trabalhar para auxiliar? O sofrimento é uma escolha. O trabalho no bem é uma escolha melhor ainda. E é para isso que nós estamos aqui. Por isso Cristo é o mestre, porque ele veio não para nos punir, não para ser o nosso carrasco, mas para nos ensinar. E quanto mais nós aprendamos com o suor, empunhando a enchada e trabalhando no bem, mais próximos nós estaremos do melhor de nós mesmos, da nossa felicidade e da nossa perfeição, que são a nossa essência. trabalh sejamos aqueles trabalhadores da messe

a enchada e trabalhando no bem, mais próximos nós estaremos do melhor de nós mesmos, da nossa felicidade e da nossa perfeição, que são a nossa essência. trabalh sejamos aqueles trabalhadores da messe de Deus, da messe do Cristo e sejamos felizes por termos essa oportunidade. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre, que nós coloquemos a nossa mente, o nosso coração, o nossas mãos, o nosso trabalho em prol do bem. que todo o nosso ser esteja voltado para fazer a obra do Cristo. E assim nós sentiremos a alegria de servir com felicidade e de carregar a luz do Cristo que iluminará sobretudo a nós mesmos. Que assim seja. Muito obrigada a todos. Um grande abraço e fiquemos com o passe. Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do

íritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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