"O significado do Natal para o Espiritismo", com Ivana Raisky e apresentação de Adriano Máscimo

Conecta Espiritismo TV 23/12/2025 (há 3 meses) 1:27:10 21 visualizações 5 curtidas

Live de estudos espíritas com o tema "O significado do Natal para o Espiritismo", com Ivana Raisky e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não perca!!!

Transcrição

Pai, Deus protetor, aqui me ponho aos seus pés para lhe falar, pai, [música] pequeno eu sou, mas seu amor [música] me deu a chance de poder recomeçar. >> Por isso peço em oração que ilumine [música] meu caminho de cristão. Que eu jamais [música] esqueço o que eu tenho nas mãos. A doutrina [música] da consolação. Pai meu criador, bênção maior, [música] tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão [música] lhe peço forças para fazer multiplicar [música] no lar, na casa de oração, numa [música] rua onde houver algum irmão, [música] levarei com toda a minha Minha devoção, a doutrina [música] do meu coração. >> Pai, meu criador, bção. [música] maior tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu [música] Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer [música] multiplicar no lar, na casa de [música] oração, numa rua onde houver [música] algum irmão. >> Levarei com toda a minha devoção a doutrina do meu [música] coração. >> Olá, olá. Sejam todos muito bem-vindos a mais uma live do Gés, Instituto Goiano de Estudos Espíritas. É com muito prazer que nós estamos recebendo todos vocês aqui neste dia 22 de dezembro de 2025 para mais uma noite especialíssima para falarmos de espiritismo, mas para falarmos do tema do momento que é o Natal. E convidados especialíssimos. Deixa eu já trazer a a a convidada oficial, né, que a princípio estaria comigo aqui para falar acerca do Natal à luz do Espiritismo. Ivana Risk, seja bem-vinda, Ivana. Tudo bem? >> Oi, Adriano, boa noite. Boa noite a todos. Tudo maravilhosamente bem, com muita alegria nesse bate-papo aqui. >> Que bacana. Presença internacional direto da Espanha. Patrícia de Oi, seja bem-vinda, Patrícia. Tudo bem? Para aí. Tudo bem? Boa noite, gente. Que alegria tá aqui com esses corações queridos, com os nossos amigos aí que estão acompanhando. Obrigada, Adriano. Obrigada, Evana. Vamos junto aí nesse Natal maravilhoso. >> Olha só quem está conosco também, professor Otaciro. Seja bem-vindo, professor. Tudo bem? Direto de São

tão acompanhando. Obrigada, Adriano. Obrigada, Evana. Vamos junto aí nesse Natal maravilhoso. >> Olha só quem está conosco também, professor Otaciro. Seja bem-vindo, professor. Tudo bem? Direto de São Carlos, São Paulo. >> Uma alegria estar aqui junto com vocês, com você, Adriano, Ivana e essa querida amiga lá do outro lado, Patrícia. Muito bom estarmos juntos e estarmos juntos com Jesus. no nosso coração e na nossa vida. >> É isso aí. Os últimos serão os primeiros. Eliane Fagunde, seja bem-vinda. [risadas] Tudo bem? >> Tudo bom. Que alegria poder estar aqui com os amigos falando de um tema tão especial para todos nós, né? Esse finalzinho de ano aí pra gente lembrar desse evangelho de Jesus que nos fortalece. >> É isso aí. O o Juliano vai participar ou não? Juliano já foi trabalhar também aí na doutrina escrita na palestra. >> Ah, hoje ele vai palestrar. É verdade. Tá, >> mas ele estaria aqui. Com certeza. >> É isso aí. É isso aí, ó. Valeu demais. Obrigado aí pela presença de vocês, né, Ivana? a gente já tinha combinado, era a convidada da noite, mas aí eu estendi o convite a toda a equipe do Igzi lá e puderam participar conosco, então a Patrícia, Eliane, professora Otaciro, o que muito nos alegra e muito nos honra aqui sendo este então o último programa do ano, né, o último GES falando de espiritismo do ano nesse dia 22 de dezembro. E a gente então como sempre vai começar com a prece. Eu vou pedir paraa presença internacional, por favor, a nossa prece inicial. >> Vamos lá, meus queridos, aqui todos reunidos nessa casa maravilhosa que nos abraça, nos recebe com as bênçãos do nosso pai, do nosso mestre, rogando que essa amorosidade esteja sempre presente nas nossas vidas. que possamos ter o coração de senti-la sempre, tendo a certeza de que tudo está colocado para o nosso melhor. E nesse momento, nessa época em que celebramos a chegada desse irmão maior, desse modelo, desse guia entre nós, que deixou o seu perfume aqui na nossa na nossa casa planetária. Nós pedimos, irmão querido, que possamos

nessa época em que celebramos a chegada desse irmão maior, desse modelo, desse guia entre nós, que deixou o seu perfume aqui na nossa na nossa casa planetária. Nós pedimos, irmão querido, que possamos cada vez mais nos sensibilizar com as tuas lições, com os teus exemplos, com a tua mensagem, a mensagem que vem direto do Pai de Amor. Esse amor que será a nossa salvação, o nosso caminho da felicidade. que todas as famílias possam ser abençoadas, cada vez mais ter essa oportunidade de te conhecer, de te trazer para o coração e viver por essas lições benditas que nos salvam. Que assim seja. >> Que assim seja. Graças a Deus, pessoal. Eh, a gente pede aquela força a todos vocês, então, que vocês possam se inscrever aqui no nosso canal no YouTube, né, Jéssica Instituto Goian Estudos Espíritas. Se inscreva no canal, ative as notificações, curtam e compartilhem os nossos vídeos, inclusive este que você está assistindo. Isso é muito importante para que o nosso conteúdo possa ter maior repercussão dentro plataforma e possa ser indicado a mais pessoas e consequentemente chegar a mais lives, tá bom? E também nos busquem nas redes sociais, Instagram, Facebook, por meio das nossas redes sociais. você vai acompanhar a nossa programação. E deixa eu já mandar um grande abraço aqui a todos os canais parceiros que retransmitem o nosso conteúdo. Então, estão retransmitindo aí a live de hoje. Web Rádio Fraternidade, Conecta Espiritismo, Grupo Espírita Fonte Viva, Rede Amigo Espírita, TV Secal, TV Goiás Espírita. Ã, deixa eu ver que mais, que mais, que mais tem mais, tem mais. Rádio Portal da Luz também tá conosco hoje, falou comigo mais cedo, ó, transmite lá. Então, a gente colocou aí na transmissão também. Então, é isso. E hoje então para falar acerca do Natal, que que o Espiritismo entende, né, acerca do Natal. Eh, antes de mais nada, deixa eu só pra gente eh eh ter assim um apanhado de de uma dentro de uma visão geral do que vem a ser o Natal, eu vou só mostrar aqui pro pessoal, então, um trecho eh

o Natal. Eh, antes de mais nada, deixa eu só pra gente eh eh ter assim um apanhado de de uma dentro de uma visão geral do que vem a ser o Natal, eu vou só mostrar aqui pro pessoal, então, um trecho eh de um texto que tá lá no Letra Espírita, tá? Vou dar o crédito aqui. Letra Espírita. Eh, através da Carla Silvério, ela ela coloca assim, ó, eh, afinal, o que é o Natal? Como surgiu essa data festiva na humanidade? O Natal, como conhecemos nos dias atuais, tem sua origem no paganismo do século I depois decoist, por volta de 274 depois de Cristo, quando o então imperador romano Aureliano determinou que se comemorasse o início do solstício de inverno com homenagens ao deu sol Natal Solis invict, deu sol invicto. O cristianismo incorporou essa festividade pagã e a transformou na comemoração do nascimento de Jesus Nazaré, considerado pelos cristãos até os dias atuais como sol filho de Deus, a encarnação da justiça divina, personificação da luz do mundo. Historicamente não há nenhuma comprovação de que Jesus de Nazaré tenha nascido numa noite de 25 de dezembro, até mesmo porque a época seu nascimento sequer existiu o calendário e o sistema de datas utilizados hoje. O decreto de que o nascimento de Jesus Nazaré seria comemorado pelos cristãos no dia 25 de dezembro, somente veio a ser estabelecido durante o papado de julho no século I depois de Cristo. e considerado feriado no império romano apenas com o imperador Justiniano no ano de 529 depois de Cristo. Enfim, eh, só um um um uma breve introdução aí pra gente entender um pouquinho desse histórico, né, dessa data do do Natal. Eh, mas agora a gente vai entrar então nesse tema eh que nós eh propusemos para hoje, que é o Natal à luz da doutrina espírita, o que que o Espiritismo entende, né, acerca do Natal. E vou começar então contigo, Ivana, que que você poderia falar pra gente aí acerca dessa data que é tão importante para todos nós, né, espíritas e não espíritas, mas para nós espíritos, o que que tem de tão importante nesta

tigo, Ivana, que que você poderia falar pra gente aí acerca dessa data que é tão importante para todos nós, né, espíritas e não espíritas, mas para nós espíritos, o que que tem de tão importante nesta data? Bom, Adriano, antes de mais nada, eu quero dizer boa noite para os amigos que estão deixando o recadinho aí no chat, né? Vimos aí o Francisco Júnior, o Marcos de Carvalho e a Milena Cócio, minha amiga querida. Beijo para vocês, gente. Que bom. Eh, eu penso que essa data, né, como você mesmo disse, historicamente não existe comprovação. Existem algumas correntes que dizem que, inclusive, não poderia ter sido em dezembro, que teria que teria sido em março e etc. Eh, o mais importante não é saber se Jesus nasceu no dia 25 de dezembro ou no dia 30 de março ou em agosto ou em qualquer data que seja, né? Para nós espíritas, nós nos recordamos, principalmente nessa época que o governador espiritual do planeta esteve aqui encarnado entre nós. Aquele que veio para servir de modelo e guia, aquele que veio para trazer a lei de Deus, mas para cumprir essa lei de Deus. Então, ele nos ensinou e ele vivenciou aquilo que ele ensinou. Por isso Jesus ele tem essa presença tão marcante na história, porque ele realmente foi revolucionário, né, para aquela época que ele veio naquela sociedade. E ele causou realmente uma revolução aí dos valores, dos costumes. E até hoje é tão pouco compreendido, não é? E às vezes até mesmo por nós espíritas. Então, eu penso que o Natal ele é uma data simbólica para nos lembrar da presença deste que foi a luz aqui encarnada e que é para nós o exemplo que nós devemos seguir, né? O caminho, a verdade, a vida, como ele mesmo se autodeclarou. Acho que para nós começarmos fica por aí. É isso aí, Patrícia de Oios, fala pra gente um pouquinho aí acerca dessa data tão importante. Nossa, a gente vai, né, à luz desse consolador maravilhoso, né, de todas essas informações que a gente vai conhecendo e vão chegando no nosso coração, né, a gente vai compreendendo

ata tão importante. Nossa, a gente vai, né, à luz desse consolador maravilhoso, né, de todas essas informações que a gente vai conhecendo e vão chegando no nosso coração, né, a gente vai compreendendo essa profundidade da importância da vinda de Jesus, né, entre nós. Então, a Ivana tava falando, você tava falando da contextualização e Jesus não deixou nada escrito, né? Jesus não deixou nem o corpo dele. Então ele não ia deixar a data de nascimento também, né? Porque ele quer que cada um faça esse movimento íntimo no seu coração, na sua mentalidade, né? na sua consciência, que quando nós estejemos pronto, ele nasça nossos corações e nas nossas consciências. Então, como a Ivana falou, né, ele vem como esse modelo e guia para deixar essas referências para nós. Então, não importa realmente uma data, né? importa que ele tenha deixado o seu perfume aqui, tenha deixado as lições, tenha feito todo esse roteiro, né, para nós, quem ele escolheu para estar ao lado dele, as pessoas com quem ele esteve, com quem ele conversou, a forma como ele fez, tudo isso para que nós então, né, recebêssemos a mensagem no nosso íntimo e que ela nascesse espontaneamente da nossa vontade, pela nossa escolha, né, o nosso livre arbítrio, que é o atributo do ser espiritual. Aí, então, um pouquinho por aí que eu acho que, né, a doutrina vai nos iluminando para nós percebermos qual a verdadeira importância do Natal nas nossas vidas. >> Eliane, fala um pouquinho pra gente acerca do Natal. Ah, eu acho tão bonito lé na em Lucas ali bem no nascimento de Jesus quando tem essa mensagem, né? Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens. Eu acho que Jesus veio trazer isso para nós, essa lição da de nós querermos entender a sua mensagem. E se tem uma mensagem bonita de Natal, uma mensagem espírita, a mensagem que Emanuel nos traz em relação que é o Natal, que tá lá no livro, Antologia Mediúnica do Natal. E Emanuel fala que para nós espíritas que é a mensagem de renovação, mas ele quer colocar que o Natal é uma é

anuel nos traz em relação que é o Natal, que tá lá no livro, Antologia Mediúnica do Natal. E Emanuel fala que para nós espíritas que é a mensagem de renovação, mas ele quer colocar que o Natal é uma é um lembrete, mas para que nós tenhamos como eh eh memória, como um modelo de áo. Então o Natal é todo dia, mas infelizmente ainda com a nossa vida, né, material, a gente precisa desse dia específico para nos lembrarmos a lição de Jesus. Parece que, por mais que a gente estude, para que a gente trabalhe, para que a gente se renove, o Natal ele é mais importante, que é o dia que a gente para, a gente pensa, a gente reflete, a gente se reúne e aí vem esse esforço, né, da boa vontade para com os homens. a boa vontade de reunir, de perdoar, de modificar, de mudar. Então, não existe Natal sem essa paz, né? A paz com todos. Eu acredito que o Natal está sendo feito todos os dias por todos nós, cristãos ou não. Cada um a sua maneira. Cada um tem uma maneira de entender o Natal. Mas olha, olha como Emânel traz para nós o Natal para o cristão. O cristão no mundo é o Cristo dentro da vida. Então, a memória de Jesus é isso, como Jesus agiria, como Jesus faria em relação a alguma situação, onde ele silenciaria. Então eu fico com essa mensagem aqui de Lucas, bem no nascimento de Jesus. Agora, principalmente, Adriano e amigos, eu quero trazer a simplicidade que é a manjedoura que Jesus nasceu, principalmente nesse mundo tão agitado, onde a gente tem que correr, correr, correr para todo lado, presente para todo mundo. E o que é isso, né? Qual que é a a ideia do Natal? Se Jesus traz essa paz para nos envolver, por que que a gente fica tão agitado nessa época, né? Então assim, trazer, tirar essa ideia das ansiedades e trazer para dentro de nós essa paz que a gente tanto busca. Então eu fico com essa com essa resposta aqui para mim mesmo particular, né? Que a paz na terra vem através dessa nossa boa vontade, né? Tá desligado seu áudio. >> Pronto. Pronto. Agora sim. Professor Otaciro, >> há uma lição muito bonita trazida no

a mim mesmo particular, né? Que a paz na terra vem através dessa nossa boa vontade, né? Tá desligado seu áudio. >> Pronto. Pronto. Agora sim. Professor Otaciro, >> há uma lição muito bonita trazida no livro Em torno do Mestre de Pedro de Camargo, com o Vinícius, intitulado assim: Jesus nasceu quando? Onde? É uma lição lindíssima e eu recomendo a todos que estão me ouvindo que busquem o livro e leiam porque é muito significativo. Eu vou lembrar uns pedacinhos da lição. Quando é que Jesus nasceu para Simão Pedro? quando ele foi convidado para seguir Jesus ou quando ele negou Jesus três vezes. Quando nasceu Jesus para Maria de Magdala, na primeira vez que ela o ouve, a consegue ouvir Jesus, ou quando ela tem o primeiro encontro que faz nela a mudança de diretriz na sua vida. Quando é que nasceu Jesus para Zaqueu? No dia que ele sobe num cicômoro para ver Jesus, quando nasceu Jesus para Paulo de Tarso, na estrada de Damasco, quando ele perseguindo os cristãos, Jesus fala com ele. E para nós, quando Jesus nasceu, qual é o momento significativo na nossa vida? em que Jesus começou a fazer parte integrante dos nossos propósitos. Eu posso dizer para vocês que para mim Jesus nasceu quando eu muito aflito, com 18 anos de idade, numa crise existencial muito séria, pedi socorro durante a noite, consegui dormir, não lembro de nada que aconteceu, mas acordei decidido a mudar de vida. Acho que Jesus nasceu para mim naquele dia, porque a partir daquele momento a minha vida tomou outro rumo, ganhou outro significado. Os interesses da vida mudaram completamente e eu passei a utilizar das coisas da vida material como recurso didático para minha aproximação de Jesus. Então eu entendo que o Natal continua acontecendo. Há muitos, muitos irmãos nossos que vivem na terra que ainda não tiveram o Natal de Jesus. Pro nosso planeta fazer uma mudança significativa, Jesus vai ter que nascer paraa grande maioria, porque o nascimento de Jesus na nossa vida faz a gente mudar de rumo, porque Jesus é a bússola

Jesus. Pro nosso planeta fazer uma mudança significativa, Jesus vai ter que nascer paraa grande maioria, porque o nascimento de Jesus na nossa vida faz a gente mudar de rumo, porque Jesus é a bússola do nosso caminho e é o próprio caminho. É com ele que a gente aprende que somos espíritos imortais, que somos filhos de Deus igual a ele como criaturas do Pai Celestial e que podemos fazer o que ele fez e até mais, como ele mesmo diz, quando conseguirmos com nosso esforço atingir a perfeição que ele já tem. Então, o Natal de Jesus é muito, muito, muito mais do que a gente imagina, porque é o marco definitivo paraa nossa mudança na direção da espiritualidade maior. Eu espero que todo mundo tenha esse Natal e desejo de coração que todos possam conseguir isso. É isso aí, professor. Já já com essa profundidade aí a gente [risadas] a gente vai tocar aqui eh da melhor maneira possível. Deixa eu só mandar alguns abraços aqui, ó. A Lucimara eh está conosco, né, nos acompanhando. Valeu demais. Obrigado, Celma Denmark Marte, direto dos Estados Unidos, também nos acompanhando. Valeu, Celminha, obrigado demais. Marcos de Carvalho, nosso companheirão aqui do Jes, direto lá do Meer, está também nos acompanhando. Francisco Júnior. Fala, Francisco. Nosso amigo Francisco Júnior, companheiro de conselho de administração da FEGO, Federação Espírita, também está aqui conosco, nos acompanhando. Valeu demais. Obrigado. Ah, Milena. Milena Cóo. A Ivana já falou aí da Milena também tá com a gente aqui. Ah, Adriana Fioravante tá nos acompanhando aqui também. Valeu demais, Adriana. Nome bonito, viu? Ô Xará, que nome bonito você tem. Rui Meirelles também conosco aqui. Valeu demais. Obrigado, Rui, lá da Federação também nos acompanhando. Valeu demais. Obrigado. Rodrigo Rangel. Rodrigo Rangel também direto de Uberlândia nos acompanhando. Lucas, Lucas Gabriel, valeu demais, Lucas. Obrigado, obrigado por estar conosco. Ó, deixa eu apelar pra emoção agora então, já que o professor partiu para esse lado que era o que eu

nos acompanhando. Lucas, Lucas Gabriel, valeu demais, Lucas. Obrigado, obrigado por estar conosco. Ó, deixa eu apelar pra emoção agora então, já que o professor partiu para esse lado que era o que eu ia partir mesmo, viu, professor? Já tava no script, já tava no roteiro. Deixa eu partir pra emoção. Ivana, quando é que Jesus nasceu para você? Nossa, essa é uma pergunta eh bem reflexiva. Eu tenho a impressão, Adriano, que Jesus nasceu realmente para mim durante a pandemia. Por que que eu digo isso? Porque antes, eh, antes de me tornar espírita, eh o meu vínculo com a religião era muito superficial, porque não havia realmente um entendimento, né, da proposta daquela religião. E eu fiquei buscando a aquela que trouxesse respostas para as minhas indagações, que até então eu não tinha encontrado nenhuma. E quando eu eu encontrei o espiritismo, o que me pegou pelo Espiritismo foi principalmente o aspecto filosófico do espiritismo. Então o aspecto religioso, sim, maravilhoso, beleza, mas não tocava assim o meu coração. Tanto que eu gostava muito de estudar mais os temas filosóficos, especialmente, exatamente porque eu encontrei as respostas, né, paraas minhas indagações. Mas quando veio a pandemia, eh, parece que virou uma chave, né? E nós começamos a buscar o evangelho de Jesus, a luz do Espiritismo. E a partir desse momento, a nossa vinculação com essa imagem, com esse evangelho, ela se tornou muito maior, sabe? muito maior. Então, a impressão que eu tenho é que Jesus realmente nasceu para mim nesse momento. Foi quando eu me debrucei para entender melhor a mensagem dele, o que ele queele, o que ele queria dizer, né? E ele começou a me tocar muito profundamente. Então, hoje tudo que eu leio, que eu que é relacionado à à vida de Jesus, ao evangelho de Jesus, é algo que me toca muito diferentemente de antes, que tocava, mas não tanto, sabe? Eu acho que eu poderia dizer isso. Foi aí. >> Que bacana. Que bacana. Patrícia de Oios. E e para você, quando é que Jesus nasceu? >> Muito bem. Eu fiquei aqui também

, que tocava, mas não tanto, sabe? Eu acho que eu poderia dizer isso. Foi aí. >> Que bacana. Que bacana. Patrícia de Oios. E e para você, quando é que Jesus nasceu? >> Muito bem. Eu fiquei aqui também pensando que nem a Ivana. Meu Deus, essa pergunta vai vir para mim. >> Sorte da Eliana que ela vai ter mais tempo para pensar. >> Ela vai ter mais tempo, né? Olha, e eu sou a bebê do grupo. Eu tinha que ter ficado por último. Não tá justo isso. >> Olha como eu já respondi, eu vou dar um tchau para vocês, desejando lindo >> para todos vocês. >> Professor, obrigado, viu, professor? Vai precisar se ausentar avisar. Beijo no coração. Muito obrigado. Natal vocês também. Maravilhosa passagem de ano aí, professor. >> Ah, ele deixou aqui para nós, né, a emoção. Tá certo. Muito bem, professora. Olha só, eh, eu sou novata, né, vocês sabem, na doutrina espírita, né? Então, eu acho que realmente Jesus nasceu para mim na pandemia, né? Eu tava iniciando os meus estudos na doutrina um pouco antes, né? Também aí embrenhando por esse caminho que a Ivana falou, né? Que nos eh entrega as respostas, né? A gente vai começando a ler tudo, querer ler tudo de uma vez, ver que não vai dar tempo de ler tudo, né? Esta encarnação, né? dá aquele desespero e mas começa a ver que tudo tem o seu tempo certo, né? Tudo tem o tempo correto e que a espiritualidade aguarda só essa disponibilidade nossa para que o nosso coração seja tocado, para que o nosso entendimento, né, o nosso livre arbítrio chegue junto com o coração lá, a obediência e a resignação, né? a entrega da razão e do coração. E eu acho que eh foi mais forte, então, né, durante a pandemia, com todas as essas conexões maravilhosas que a gente fez, né, conhecer os grupos de estudo e pesquisa do Evangelho e começar a aprofundar, né, no espírito da letra realmente da mensagem moral, do da essência espiritual, das lições e o que que eu faço com isso. que é esse roteiro que Jesus deixou para nós, que tá todo lá nas entrelinhas, né? Essas referências. Por isso que ele não

gem moral, do da essência espiritual, das lições e o que que eu faço com isso. que é esse roteiro que Jesus deixou para nós, que tá todo lá nas entrelinhas, né? Essas referências. Por isso que ele não deixou data, não deixou nada escrito. A gente agradece muito aos evangelistas por terem escrito pra gente ter tudo isso com a gente, né? Mas ele próprio não escreveu, não deixou, né, seu corpo pra gente não fazer peregrinação, não ter adoração, mas deixou os marcos, as referências, né, falando com o espírito imortal, como professora Tiro trouxe muito bem, né, mostrando para nós o que somos e o que precisamos para ter a verdadeira felicidade. Então, realmente na pandemia eu mergulhei, eu falo que é neptterapia, né? Mas é Jesus terapia é transformador. É transformador porque permite que a consciência que está disposta a deixar que Jesus nasça, né, nela realmente e faça ali o seu trabalho, ele acontece. Ele acontece. a gente não consegue mais ser o mesmo que era antes, né? E a cada encontro, a cada estudo e mesmo os mais filosóficos, a gente já começa a olhar com outro olhar, porque a gente vai ganhando essas bases que Jesus deixou, essas referências para ver naquele texto, naquele ensinamento de Kardec, o que que eu tenho que trazer paraa minha vida, né? O que que os espíritos estavam querendo falar para nós? O que que nós precisamos disso para ser melhor, para viver no amor, para fazer o bem, sem olhar a quem, né? Para amar ao Pai, para amar ao próximo e se esforçar bastante para amar o inimigo, né? [risadas] E a gente vai firme no caminho com ele. Mas vamos lá. Eu acho que foi por aí, viu? Foi maravilhoso. E tentando seguir firme no propósito aqui. É isso. A privilegiada Eliane que teve tempo para pensar. [risadas] >> Olha, eu descobri a mediunidade muito jovem, então tive que me virar nos 30. Foi assim, trabalhando e estudando, trabalhando, estudando, né? Então assim, eu tive que buscar essa fé, mas assim eu tive uma como vocês falaram do privilégio, né? O privilégio justamente

rar nos 30. Foi assim, trabalhando e estudando, trabalhando, estudando, né? Então assim, eu tive que buscar essa fé, mas assim eu tive uma como vocês falaram do privilégio, né? O privilégio justamente é quando a gente nem sabe porque que a gente está num num processo, mas a gente já se preparou antes. Eu vejo isso. Então fui evangelizada, fui pra mocidade por tabela. Não foram meus pais que me levaram, foi tio, prima. Então tudo isso foi bagagem. Só que lá na frente eu precisasse desse Jesus, desse consolo e dessa ajuda, eu me lembrasse disso. Então, aos 18 anos, eu tive eh a responsabilidade de fazer o culto no lar, porque o que tinha mais conhecimento era eu. Então, olha só, nunca foi fácil, é uma aceitação, né? Aceitar Jesus, aceitar o evangelho na mocidade, uma cabeça que, né, não comportava aquela responsabilidade. Então, já fui começando a fazer o culto no lar com 18 anos. Aí quando eu eu me casei aos 21 anos, comecei assim a ter uma sensibilidade muito grande em relação à mediunidade, sensitiva, sentindo tristeza, onde que tá, onde que está essa tristeza? O porquê da melancolia? Eu falo que se eu não fosse espírita e não tivesse esses recursos, essas ferramentas que nós espíritas temos, tratamento espiritual, né, prece, passe, casa espírita, eu estaria internada. Então assim, foram recursos que só lá na frente que eu entendi, mas para entender e aceitar esse Jesus foi na dor mesmo, porque lá naquela obra eh no invisível de Leonir, ele fala que o espiritismo é para quem tem dor. Só vai entender o espiritismo quem passa pela dor, pelo sofrimento. Então ficar nessa nessa parte rasa, né? só estuda, só estuda. Então a gente precisa vivenciar. E Jesus fala, né, que veio para os doentes, ele não veio para os sãos. Então, muitas vezes tem que conhecer essa dor. E na dor, no significado assim da minha busca para entender esse problema, né, da da assim, não da depressão, mas dessa melancolia que era por conta da mediunidade e da minha sensibilidade, eu descobri no trabalho espírita.

o assim da minha busca para entender esse problema, né, da da assim, não da depressão, mas dessa melancolia que era por conta da mediunidade e da minha sensibilidade, eu descobri no trabalho espírita. Descobri, levando a minha filha paraa evangelização, eu falo que eu me tornei trabalhadora, espírita, não pela dor, mas por amor, que eu fui levar a menina, ela não ficava sem mim. Então, acabou que eu me tornei trabalhadora por conta dela. Então, fui me tornando trabalhadora, aí fazia sopa e aí a gente ia nos cultos itinerantes. Eu descobri o Deus, esse Deus bondoso, esse Deus de eh misericórdia no problema, nas dor, na dor do outro, que eu via tanta dificuldade nas famílias, né, na dificuldade de todas as maneiras de desequilíbrio no lar, financeiramente, abandonos, né? dos familiares. Toda semana eu voltava naqueles lares e todo mundo estava ali vivo, as crianças bem, todo mundo saudável, todo mundo equilibrado. Eu falava: "Gente, Deus tá aqui. Deus está aqui nessa estrutura que continua, nessa mãe que continua criando seus filhos na dificuldade, na dor." Então eu fui me estruturando, encontrando Jesus nessas coisas, no trabalho. Eu digo que o trabalho espet ele é muito dinâmico. Hoje a gente já não se encontra mais nesses trabalhos, né, de culto itinerante, na evangelização. Trabalho muda e a gente muda e a gente vai para outras áreas. Isso é muito importante, é muito bom. Mas eu descobri aí, eu falei: "Agora eu preciso acreditar em tudo que eu já estudei, porque não adianta eu só estudar e não viver". Então, foi onde eu comecei a encontrar esse Jesus que eu estudava na evangelização, no culto no lar, na obra bonita que a gente lê. Quantas obras bonitas a gente estuda, mas e onde Jesus vai encaixar na minha vida? Onde ele é o meu médico, né? O médico das almas que a gente estuda lá no capítulo 6 do Evangelho. Esse Cristo consolador, eu quero esse consolo, porque a gente falar pro outro, dar palestra pro outro é muito fácil. Agora, como é que eu aplico isso na minha vida? Então, foi aí que eu

do Evangelho. Esse Cristo consolador, eu quero esse consolo, porque a gente falar pro outro, dar palestra pro outro é muito fácil. Agora, como é que eu aplico isso na minha vida? Então, foi aí que eu encontrei lá há 20 anos atrás, eu tive que fazer isso. Então, tive que entender que é verdade. Olha, tá escrito porque é verdade. A Patrícia falou aí, ela não deixou nada escrito. Jesus trouxe o o o evangelho dele, né, vivo. >> Então, assim, é estudando o evangelho e aplicando no dia a dia, né? Então, eu até hoje, né, todos nós, né? Então, onde Jesus se aplica hoje no meu dia? Cada dia é um dia diferente. Então encontrei lá atrás, senão teria adoecido, né? Eh, meninas, ouvindo os depoimentos de vocês aqui. Ah, antes de mais nada, deixa eu colocar aqui o comentário do Rui. Ele fala assim: "A fala do amigo Otacir foi de profunda reflexão. Nascer ou reencarnar é um processo natural para evolução do espírito. Verdadeiro nascimento de Jesus é em verdade no coração do homem." É isso aí, Rui. Eh, é impressionante como cada um tem a sua percepção, né, assim, eh, cada como cada um vivencia de forma diferente eh essa essa ligação com Jesus, né? Eh, eu eu nem saberia o que responder. Eh, quando Jesus nasceu para mim, eu acredito que Jesus sempre esteve vivo para mim e falando dessa encarnação no sentido de que a figura de Jesus sempre mexeu muito comigo desde criança, desde que eu me entendo por gente, a figura de Jesus sempre mexeu muito comigo. Independentemente, eu eu estudei num colégio católico, né, minha vida inteira, colégio agostiniano aqui em Goiânia. E sempre, sempre, sempre, sempre e eh Jesus mexeu comigo. Até hoje. Eu sou daqueles que assiste o filme Jesus no final do no final que passa aí no final do ano e chora de soluçar. Vocês não estão entendendo todas as vezes, né? eh eh o quanto mexe comigo. E dizem que a gente chega eh fica mais próximo de Deus, a espiritualidade de nosso Senhor Jesus Cristo. É pelo amor ou pela dor, né? Pela dor não foi, porque eu acho que eu

eh eh o quanto mexe comigo. E dizem que a gente chega eh fica mais próximo de Deus, a espiritualidade de nosso Senhor Jesus Cristo. É pelo amor ou pela dor, né? Pela dor não foi, porque eu acho que eu não tenho um grande acontecimento na minha vida assim nessa encarnação, lógico que pudesse ser esse divisor de águas. É lógico, né? já já teve a passagem eh do meu pai, teve a as passagens dos meus avós, eh enfim, eu não tenho mais nenhum dos dos meus avós, né, nem paterno, nem materno. Então assim, mas não teve nada de de tão tão espetaculoso que pudesse representar assim uma virada de chave, não. Eh, mas assim, acredito que eu sempre eu sempre tenha e querido viver assim, viver de forma correta, sabe? Cumprindo com as minhas obrigações. Eh, enfim, acho que é isso. Jesus para mim é isso. Ele nasce para mim todos os dias, né? Eh, eh, eh, erro muito, como acho que todos nós ainda erramos muito, mas, eh, eh, eh, aí, aí Jesus vem e nasce e e fala assim, ó, levanta, sacode a poeira e segue, né? vai em frente que é assim mesmo. Eh, nem todos têm a grandeza que eu tive no sentido espiritual, né, de de seguir assim de forma retilínea, mas ele nasce todos os dias nesse sentido, sabe? no sentido de que a gente precisa ter perseverança, eh, que as coisas não são tão fáceis, porque evoluir não é fácil, evoluir dói, evoluir machuca, né? Mas também não são tão difíceis quanto a gente quer colocar também, não são tão intransponíveis. A gente tem que ter um pouquinho mais de de vontade mesmo para fazer a coisa acontecer. E como dizem Emanuel numa numa num texto, né, um eh um pouco de de fermento levê da massa toda. O pouquinho que a gente faz isso em todas as áreas da vida da gente, seja no campo espiritual, seja no campo profissional, no campo familiar, o pouquinho que você faz, a roda começa a girar. Vocês já perceberam? Às vezes a gente tá assim meio parado, numa zona de conforto, a coisa não tá caminhando e aí um pouquinho que você sacoleja, parece que as coisas já começam a acontecer. Então acho que é muito isso,

? Às vezes a gente tá assim meio parado, numa zona de conforto, a coisa não tá caminhando e aí um pouquinho que você sacoleja, parece que as coisas já começam a acontecer. Então acho que é muito isso, né? Eh, é que é a gente ter essa força de vontade de fazer a roda girar todo santo dia. E e Deus quer que a gente faça essa roda girar. Afinal de contas, a gente tava até comentando numa outra live esses dias, né? Eh, poxa, nós somos filhos dele, nós somos filhos de Deus, ou seja, nós somos importantíssimos. Nós somos o filho do homem, né? O homem com H maiúsculo no sentido de Deus, nosso pai. Eh, então assim, nós somos extremamente importantes e a gente tem que se dar essa importância. A gente tem que se dar essa importância. Nós somos importantes demais e a gente precisa ser importante pra gente mesmo, né? Tanto que Jesus nos ensinou amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Porque se eu não me amo, como é que eu amo o próximo, né? Como é que eu sei o que é amor se eu não me amo? Então eu preciso me amar em primeiro lugar, não no sentido egoístico, mas no sentido de me entender como filho de Deus, entender a minha importância. E se eu sei me amar, eu vou eu vou expandir esse sentimento que vai alcançar as outras pessoas e aí eu vou conseguir amar ao próximo como a mim mesmo, né? Então eu acho que que é bem isso, né? Eh, mas assim, ressaltar por fim a figura de Jesus, né? Aquela coisa da figura de Jesus mesmo, que mexe demais comigo. Como eu falei para vocês, é é até engraçado ver o filme do final de ano do meu lado que precisa de elenço, porque eu choro copiosamente. Mexe muito, muito, muito, muito comigo. Meninas, vamos falar um pouquinho acerca da vivência do Natal. Como é que a gente deve viver o Natal, né? Vivenciar o Natal. O que que é vivenciar o Natal? Porque essa época eh eh traz pra gente aquela coisa eh eh da reunião familiar, da árvore de Natal, da troca de presentes e tá tudo certo. E quem pode ter isso, eu acho que tem que ter mesmo. Mas como é que a gente precisa

eh traz pra gente aquela coisa eh eh da reunião familiar, da árvore de Natal, da troca de presentes e tá tudo certo. E quem pode ter isso, eu acho que tem que ter mesmo. Mas como é que a gente precisa vivenciar o Natal como espíritas, né? O que que o que que seria o ideal dessa dessa vivência, Ivana? começar contigo, >> Adriano. Eh, eu tô só antes de mais nada me lembrando aqui, está falando dos filmes, né, que realmente são muito emocionantes. E eu tô me lembrando da série The Chosen. Eh, The Chosen é uma série, você precisa assistir. >> The Chosen é uma série que você chora o tempo inteiro, dificilmente, né, filme, né, Ivana, pela série agora. >> a série perfeita, sabe? É um Jesus mais próximo de nós, né? É um Jesus humano. É muito linda. E eu fico pensando, né, essa questão de como viver esse Natal. E aí a gente fala das tradições que se criaram em torno dessa época. E são tradições que nós eh recebemos influência, muita influência de fora, né? Tanto que as nossas árvores de Natal no Brasil, elas são árvores do Misfério Norte, né? Porque a gente enfeita lá o pinheirinho com neve. Quer dizer, uma realidade que não é nossa, mas que nós, né, absorvemos muito dessa cultura aqui para nós. Essa coisa do Papai Noel que é muito bonito pra criança, né? Essa coisa da criança criar aquela expectativa do Papai Noel que vai trazer o presente e tal. Tudo isso, gente, tudo certo, né? eh geram um clima mais fraterno, geram um clima eh de alegria, de união, de presença, né? Normalmente a a a os familiares se reúnem para ficarem juntos no Natal. Então tudo isso é maravilhoso, é algo que esse momento proporciona pra gente. Mas eu fico só pensando assim, quando nós somos de Natal, eh nós estamos referendo, nós estamos nos referindo a natalício ou a nascimento. Então nós estamos comemorando o aniversário de alguém que nasceu e esse alguém que nasceu no Natal foi Jesus. Então nós estamos comemorando o nascimento de Jesus, o aniversário de Jesus. Aí começa a nossa reflexão. Mas nós queremos ganhar presente, não

m que nasceu e esse alguém que nasceu no Natal foi Jesus. Então nós estamos comemorando o nascimento de Jesus, o aniversário de Jesus. Aí começa a nossa reflexão. Mas nós queremos ganhar presente, não seríamos nós a dar o presente? Se ele é o aniversariante, nós não deveríamos dar a ele um presente? E qual seria o presente que ele gostaria de ganhar? E será que nós daríamos esse presente só agora? Ou nós nos esforçaríamos para incorporarmos em nós o presente que ele quer ganhar de nós? Porque se nós formos pensar o que que Jesus espera de nós, que nós possamos seguir, que seja um pouquinho o ensinamento que ele nos deixou aqui. E se a gente pensa lá nessa questão que você mesmo falou do mandamento maior de amar a Deus sobre todas as coisas, amar ao próximo como a ti mesmo, nós temos aí, ó, reunido a lei. Ele mesmo fala. Então, se nós nos esforçamos para colocar isso em prática, esse é um presente que nós damos para Jesus, porque ele vai dizer: "Puxa vida, eu estive lá há mais de 2000 anos, vivi tudo que eu vivi, mas a minha lição, os meus ensinamentos ainda estão ali circulando entre eles. Eles estão recebendo esses ensinamentos e eles estão se esforçando para segui-los". Então, isso é um presente para Jesus. Então eu penso que nessa época, mais do que nos preocuparmos com essas eh manifestações culturais da atualidade que são da vida material, nós temos que nos preocupar com essa essência do que seja o Natal, né? O espírito, ele precisa se preocupar com a essência dessa data. O que que eu estou oferecendo para Jesus, que é o aniversariante? Eliane, como é que a gente deve vivenciar o Natal? Eliane, >> agora a Patrícia que ficou privilegiada, Patrícia. >> É, agora ela ela chorou, eu a atendi. >> Ah, eh, Adriano, você falou de Jesus, eu também era muito sensível lá atrás, sabe? Há uns anos atrás, eu não conseguia falar de Jesus sem chorar e tava um problema muito sério para mim, porque eu como tia evangelizadora, pegava o microfone, ia fazer uma prece, eu me emocionava demais, falava: "Gente,

eu não conseguia falar de Jesus sem chorar e tava um problema muito sério para mim, porque eu como tia evangelizadora, pegava o microfone, ia fazer uma prece, eu me emocionava demais, falava: "Gente, por que que eu choro fazendo a preceu falando?" E eu comecei a ter que tratar isso. Não é não é que você esteja errado, mas a sensibilidade de falar de Jesus. Então, na medida que eu fui trabalhando, né, e fazendo, né, a todo esse trabalho voltado para as crianças, eu fui melhorando essa sensibilidade, mas era uma emoção muito grande. E eu acho interessante assim no livro Boa Nova, e você já deve ter lido esse livro, estudado, é assim uma obra de que trata sobre Jesus, né, de Humberto de Campos, que eu li chorando e sorrindo ao mesmo tempo, que eu me via, né, e me emocionava, via dentro da, como se diz assim, da pequenez, né, da ignorância dos discípulos, né, me vi ali e ao mesmo tempo aquela a sensibilidade de Jesus tratando os discípulos. É um livro que eu acho maravilhoso, sabe, de Humbert Campos, que é o Boa Nova. E lá ele traz uma mensagem que quando Judas ele começa a recolher o dinheiro e aí ele demonstra para Jesus o seguinte, que era importante pegar aquele dinheiro com o pessoal ali nos cultos, né, Judas com a bolsinha dele, que ele cuidava do dinheiro. E aí Jesus fala: "Não tem problema, Judas, o dinheiro é importante. Ele só não pode ser, você não pode ser consumido por ele. Então, eh, essa fala da Ivana, né, dos presentes e tudo, desse mundo que a gente vive ainda material, materialista, muitas vezes, eu acho que tudo é importante, tudo. O presente é importante, a árvore, né, eu tenho na minha casa, eu acho lindo, eu gosto, eu entro no clima, me alegra, mas a gente não pode ser consumido por ele. Por exemplo, não tem a árvore, não tem Natal, né? Não tem o presente, acabou o Natal. Não tem as pessoas às vezes que a gente tem um conflito porque todo mundo que eu tô conversando hoje tá com conflito, tá mais solitário, não tem. Então o que que é que nos falta? O que que é que não

. Não tem as pessoas às vezes que a gente tem um conflito porque todo mundo que eu tô conversando hoje tá com conflito, tá mais solitário, não tem. Então o que que é que nos falta? O que que é que não pode nos faltar no Natal? Eu acho que a ideia da manjedoura, da simplicidade que Jesus traz, essa leveza da gente perder, né, essa ideia da do material, Jesus já trouxe lá no nascimento dele. Podia ter nascido num palácio e ele não nasceu. Então, o que que é que nos tira essa paz no Natal? Então, é uma mesa muito farta. Às vezes não. Às vezes uma mesa simples, mas tem paz, tem equilíbrio, tem as pessoas que a gente gosta. A saúde, por exemplo, é um presente que a gente tem. Então, quantos presentes nós temos? E eu gosto muito de Jesus quando ele fala que é preciso ter olhos de ver. Então, nem todo mundo tem esse olhar para ver as bênçãos que nos rodeiam. Será que eu enxergo todas as bênçãos que nos me rodeia? Então eu acho que para nós espíritas, para mim, né, especificamente, eu penso que o Natal é isso, é a gente trazer essa paz que a gente precisa nesse momento que eu que é o certo é o ano todo. Mas por que que a gente tem essa pausa, né? Vamos ter uma pausa, vamos acalmar, vamos buscar as questões mais importantes, que é essa lembrança que nós somos espíritos e a gente trazer no nosso dia a dia. Então o Natal ele é um exercício, né, do que a gente pode ter, do que a gente não pode, se a gente pode, por não e aí essa divisão também, porque a gente vê que se estende isso no no país todo, né, essa essa solidariedade, isso vai paraas empresas, a gente vê isso, né? Vamos fazer cesta solidária, vamos levar para alguém que precisa. Então, Natal é exercício. Agora, para o espírito é não perder essa paz diante do Natal, se tem roupa, se não tem, se tem, se tem presente. Então, a ideia espiritual do que o Natal representa. >> Eh, eu tava lembrando aqui, você falou do Boa Nova, capítulo 30 do Boa Nova, capítulo é Maria, né? Meu Deus do céu, [risadas] >> lindo, né? >> Não teve oportunidade. Leia, viu? Aí não

l representa. >> Eh, eu tava lembrando aqui, você falou do Boa Nova, capítulo 30 do Boa Nova, capítulo é Maria, né? Meu Deus do céu, [risadas] >> lindo, né? >> Não teve oportunidade. Leia, viu? Aí não tem como segurar a emoção não, porque é tenso, é muito forte. Eh, eh, livro boa nova aí, excelente indicação. Patrícia de Oios, fala pra gente, por favor. >> Gente, mas as meninas já falaram tudo tão bonito. Natal. O quê? >> Como é que a gente precisa vivenciar o Natal? >> Como é que a gente precisa vivenciar o Natal? >> Proveitoso, mais proveitoso ainda pra gente? >> Olha só, gente, a Ivana falou da série, né? Eu tava, eu estou reassistindo já, viu, Adriana? Então, vamos lá. Fica fica o convite pro Natal aí, pro ano novo. Justo hoje o capítulo, né, onde eles estão celebrando Hanuca, né, os as sete noites lá. E Judas muito preocupado com a questão, né, do financiamento do ministério, que não ia ter recurso, não ia dar tempo, né, do reino ser instalado com poucos recursos, ele criando estratégias, né, e ele vai até Jesus conversar. Não vou dar muito esfora, viu Adriana? E Jesus só fala para ele assim: "O meu reino é muito maior do que você está imaginando e precisa de muito menos que tudo isso que você tá tentando organizar, né, dessa simplicidade que Eliane falou. Então, o que que nós estamos olhando, né? E aí os discípulos estavam trocando presente, eles trocam presentes, então, né, eles gastando com os presentes e ele tava aflitíssimo. Mas o que que nós estamos olhando, né, essa troca saudável, né, esse momento de contratização, onde uma pequena lembrança simboliza, né, essa conexão, estar junto, confraternizar, criar afetos, criar laços, que é o que eles estavam mostrando ali, né, todas as noites fazendo as preces cantando, né, fazendo as brincadeiras. Então, a lembrança era só um complemento, né, de toda aquela aquele simbolismo, né, daqueles dias. Então ela não pode se tornar realmente, né, o ator principal, porque o ator principal é o que a Ivana falou, é o presente que nós vamos dar a

, né, de toda aquela aquele simbolismo, né, daqueles dias. Então ela não pode se tornar realmente, né, o ator principal, porque o ator principal é o que a Ivana falou, é o presente que nós vamos dar a Jesus, porque ele veio para cá, né, para nos convidar paraa sua festa, né? Então, e ele faz o convite como, né? Venham viver o amor em ação, tanto dentro de vocês, né, por vocês, né, a caridade por nós primeiro para fazer a nossa transformação, quanto a caridade pelo outro, né, para nós podermos compreender o outro, né, a benevolência, a indulgência, o perdão. E claro, né, a gente fazer aí o nosso papel dentro do que nós temos hoje, né? Se eu posso fazer a caridade material, eu também vou fazer a caridade material. Mas primeiro, né, o que a Ivana falou, esse essa busca do melhoramento íntimo de cada um já é um grande presente para Jesus, porque é o símbolo, né, do seriado, que é nadar contra a corrente, que são os peixinhos de outra cor que vão então esse esforço que mandei e você falou, né, o empenho que a gente coloca no que nós estamos fazendo, né? Então, a intenção com que a gente faz as coisas, ele vem nos convidar a ter a intenção verdadeira do bem, a intenção verdadeira do amor, né, por nós e pelo outro. Porque nós vamos ver que se nós fizermos para o outro que gostaríamos que fosse feito para nós, nós receberemos de volta todas as bênçãos do céu. o reino, né, de Deus realmente, realmente vai se instaurar em nós, vai, né, tomar parte da nossa essência, né, e seremos luz, seremos esses espíritos imortais que com quem ele veio, né, realmente conversar, trazer a lição para nós. Então, acho que viver o Natal hoje é esse grande desafio, né, de eh trazer os simbolismos, né, traer algumas tradições, mas não estar apegado, né, a elas. Aqui em casa a gente tá tentando fazer algumas mudanças, é desafiador, né? Então, a gente já combinou que esse ano é um presente para cada um, né, assim, de valores moderados e cartinha. A gente não vai escrever cartinha pro Papai Noel, né? Então, é uma cartinha

afiador, né? Então, a gente já combinou que esse ano é um presente para cada um, né, assim, de valores moderados e cartinha. A gente não vai escrever cartinha pro Papai Noel, né? Então, é uma cartinha para cada um, mais ou menos assim, como foi o ano, eh, o que eu gostaria de ver diferente em você, o que tá legal. né, pra gente ter essa integração. Então, esse é o melhor presente que a gente pode dar um pro outro, entregar para ele a nossa percepção do que tá bom, do que tá legal e o que poderia talvez, né, melhorar, né, para ficar uma um convívio mais legal, mais agradável. Então, a gente vai fazer essa esse teste aqui em casa, viu? para ver se a gente se o coração se alimenta com esse com esse convite, né, de Jesus, que é viver no amor, no bem de todos. >> É isso aí. Eh, a gente já até havia comentado no início, né, que faz parte eh eh a gente eh participar das comemorações familiares, né, das reuniões familiares, trocar presentes, enfim, tá tá tudo certo, não tem nada de errado com isso. Mas o verdadeiro do sentido do Natal, até como o Rui colocou aqui, é vivenciar os ensinamentos de Jesus, né? Eh, eu me lembro daquele filme, o O Alto da Compadecida, vocês lembram do finalzinho do filme? o Alto da Compadecida que tem o tem o Jesus retratado lá no filme, né? E no final eh os personagens lá principais estão brigando lá por causa de um de um pouco acho que um pedaço de bolo, alguma coisa assim, e passa lá o o a a a eh a pessoa que estava retratando Jesus pede um pedaço, alguém tira um pedaço desse gol lá, entrega, né? até assim numa vontade danada, mas entrega e estava entregando pedaço de bolo para Jesus, né? Então acho que é isso. E esse pedaço de bolo a gente não pode confundir com as coisas materiais, né? Porque nós temos a fome material que é preciso a gente se preocupar com ela. Sim. Eh, mas a acho que a principal fome e aí tava até comentando uma situação com a Ivan antes de iniciarmos e a gente tá vendo isso aí toda hora na, né, tá, tá olhos vistos, é, é a fome espiritual,

Sim. Eh, mas a acho que a principal fome e aí tava até comentando uma situação com a Ivan antes de iniciarmos e a gente tá vendo isso aí toda hora na, né, tá, tá olhos vistos, é, é a fome espiritual, né, a fome espiritual, emocional, eh, essa essa tá tá tá gritando, essa tá gritando. É, e é por isso que assim nós estamos aí numa epidemia de de depressão, né, situações de de ações suicidas, enfim. E a gente precisa estender as nossas mãos no sentido de eh eh consolar essas aflições, né? Primeiro consolar as nossas próprias, né? Eu vou voltar no a si mesmo. Eh, às vezes a gente a gente não se perdoa por muita coisa que que a gente vivenciou. A gente não se perdoa por muita coisa que a gente fez, só que isso não vai resolver o problema, né? Se a gente, se for para ficar carregando as nossas mazelas aí e eh pro resto da eternidade, vai ficar muito pesado. Então, a gente precisa ir se libertando, né, dessas nossas amarras, daquilo que nos traz eh lembranças amargas, enfim. E e e quem não errou, quem não errou que atire a primeira pedra, né? E é preciso a gente se libertar disso, né, para ficar, pra vida ficar mais leve, pra caminhada ficar mais tranquila, mais prazerosa, menos pesada. E assim a gente vai ter condição de ajudar melhor os outros, né? as pessoas que nos cercam, as pessoas necessitadas que vão aparecer no nosso caminho. Jesus exemplificou muito bem, né, quando ele perguntaram para ele o que é preciso fazer para para alcançar o reino dos céus, alcançar o reino de Deus, ele contou a a parábola do bom samaritano. E é isso, é é ser um bom samaritano, né? E o bom, quem é o bom samaritano? Numa pessoa perfeita. Não, no evangelho não tá escrito isso, né? né, que é uma pessoa perfeita, que é isso, que é aquilo, enfim, o bom samaritano foi aquele que tendo a oportunidade ajudou, auxiliou. Então é isso. Eu acho que eh eh vivenciar o Natal de Jesus é auxiliar da melhor maneira possível, né, a todos, independentemente de de quem quer que seja. Volto na parábola do bom

de ajudou, auxiliou. Então é isso. Eu acho que eh eh vivenciar o Natal de Jesus é auxiliar da melhor maneira possível, né, a todos, independentemente de de quem quer que seja. Volto na parábola do bom samaritano, ele não sabia quem era aquela pessoa que estava ali caída à beira da da estrada. simplesmente ajudou, né? E é isso, é a gente é a gente fazer o bem sem olhar a quem e e tentar caminhar e eh seguindo os ensinamentos do Cristo e a a cada dia dando ali um passinho a mais, né? Natureza não dá saltos. Às vezes a gente quer dar o um salto maior do que as perninhas que a gente tem. Às vezes a gente cai, né? Tropeça, mas tem que levantar e tem que seguir. Enfim. É isso aí, ó. Deixa eu mandar um abraço aqui pra Carla Queiroz, que tá com a gente, nos acompanhando, deixou o seu boa noite. Valeu, Carla. Obrigado. Solange Gerhard tá com a gente também lá do GSB. GSEB em peso aqui com a gente, ó, viu Ivana? GSEB tá aqui. A Solango, o Marcos, a Milena, todo mundo lá do GSB aqui nos acompanhando. Valeu demais. O Rui deixou aqui, ó, mensagens pra gente falando aqui, Ivana. Ó, quando a Evanda falou do filme sobre Jesus que chorou quase o filme todo, aconteceu também comigo. É isso aí. Ui. E ele também deixou uma outra mensagem aqui, ó. Adriano, viver o Natal é refletir sobre a importância do do aniversariante para nós, refletidos nos seus ensinamentos, os quais ele vivenciou. Não confundir o aniversariante com o Papai Noel. É isso aí, ó. A gente e a Lucimar deixou aqui também o boa noite, né, falando que são excelentes as reflexões. Valeu demais, Luciar. Obrigado, viu? Eh, a gente já vai paraa nossa reta final, até porque a gente precisa liberar a Patrícia. Paraa Patrícia já estamos na terça-feira, não é isso? Já estamos na terça-feira, então a gente precisa partir pro encerramento, né? eh para liberar a Patrícia para ela descansar. E então vamos paraas nossas considerações finais. Vamos começar dessa vez então com Eliane, por favor, Eliane, as considerações finais, a mensagem final aí para todo mundo, né?

cia para ela descansar. E então vamos paraas nossas considerações finais. Vamos começar dessa vez então com Eliane, por favor, Eliane, as considerações finais, a mensagem final aí para todo mundo, né? Estamos nos despedindo aqui do Ges falando de Espiritismo esse ano. Lembrando que nós retornaremos eh com o Ig falando de espiritismo no dia 19 de janeiro, tá? Com o Anderson Lemos, meu amigo Anderson Lemos. Então, no dia 19 de janeiro, a gente vai estar reiniciando aqui os nossos estudos, tá bom? É contigo, Eliane? Eliane, ele não manda roteiro, né? A gente fica maluca. >> Ó, Patrícia, você é um espírito adiantado, já tá lá na frente, já tá na dia 23. Eu gostaria de agradecer a oportunidade de estarmos aqui, dizer que todos somos especiais, sim, como o Adriano falou, somos filhos de Deus. Eu acho que essa que é a mensagem de Jesus para todos nós. Esse nascimento traz para nós a ideia de que nós nascemos todos os dias. Essa que é a lição evangélica. Oportunidade em todo dia, oportunidade de mudar, de melhorar. E eu gosto muito da mensagem lá no capítulo 17 do Evangelho, que é sede perfeitos, capítulo 17, onde fala assim, ó, o homem no mundo. Então, nós estamos no mundo vivenciando coisas do mundo, questões materiais. Então, a festa é importante, o lazer é importante, mas nós vamos vivenciar isso como um cristão. Então, vamos viver a festa do Natal, lembrando que a gente é cristão. Olha o tanto que é bonita essa mensagem. Então assim, nos dá aquela aquela ideia de que nós vamos eh comemorar, né? Então, se é presente, nós vamos dar o presente com olhar cristão, com bondade, né? com alegria no coração. Aí que entra a ideia do cristão, o sentimento de cristão. E aí, para finalizar, dentro de uma obra também que fala Opinião Espírita, onde a André Luiz ele fala que o cristão ele deve fazer ali um como se fosse um uma análise de a cada 3 anos ele analisar como ele está. Será que eu estou menos arrogante, menos orgulhoso? Será que eu estou mais paciente? Ele fala que a cada 3 anos fazer esse

um como se fosse um uma análise de a cada 3 anos ele analisar como ele está. Será que eu estou menos arrogante, menos orgulhoso? Será que eu estou mais paciente? Ele fala que a cada 3 anos fazer esse balanço por todas as obras que a gente já estudou, por todo o trabalho que a gente já fez. Então, para nós espíritas e aí a gente vê o Natal começa a oportunidade, né? A gente faz isso, né? Nosso ano que vem vou melhorar nisso, então vou fazer isso. Então Andia Luiz ainda coloca 3 anos, já dá uma chance a mais, né? Então que >> não pode ser como a nossa dieta, né? Porque a gente fica toda [risadas] >> quer mudar tudo de uma vez só, né? Então essa lembrança para nós como espírita, né? Então o Natal é essa reflexão, é esse lembrete, esse convite, esse despertar pra gente. Mas como André Luiz fala, né, de nós nos analisarmos, vem aí a bondade de Jesus, né? Quer dizer o seguinte, né? O Natal é um exercício, então todo dia é Natal para nós, não é Natal uma vez no ano, já que a gente não sabe o dia do nascimento dele. Então nós temos que fazer como um grande exercício. É o que eu tenho assim como referência para mim. Então o Natal é todo dia. Todo dia é Natal. Todo dia Natal. É o convite a ao nosso renascimento. E temos aí Jesus como modelo, né, de simplicidade, de amor. Isso que você falou, Adriana, é muito bom. Eh, a questão de do auto perdão, é porque a gente sempre olha o outro, né? O Natal a gente fazer pro outro, fazer pro outro. E aí você ter colocado isso, acho muito importante, porque às vezes a gente conversa com tantas pessoas que estão, por exemplo, solitárias nesse momento, não tem ninguém. Por quê? Porque às vezes falhou muito, às vezes errou muito. Então, esse autoamor, né, esse amor a si mesmo que Jesus nos ensina a amar o próximo, como a ti mesmo? Como que a gente olha para alguém que errou? a gente não tem esse olhar de bondade, de misericórdia, então misericórdia para conosco também, né? Então isso que você falou é muito importante, acolher o outro, mas nos

e olha para alguém que errou? a gente não tem esse olhar de bondade, de misericórdia, então misericórdia para conosco também, né? Então isso que você falou é muito importante, acolher o outro, mas nos acolhermos, né, também. Então desejo um feliz Natal a todos. Muito obrigada. Tô desligado. >> É isso aí. Obrigado. Valeu demais. Obrigado por ter participado. Fazia tempo que a gente não fazia live juntos, né? Então, >> manda manda um grande abraço aí pro Juliano. Estamos com saudade de vocês, viu? Vamos ver se a gente e eu tô falando isso porque quem tá acompanhando aqui e que não sabe, nós somos de Goiânia, né? Eu, a Eliane, e o Juliano, a Ivana também mora aqui em Goiânia. Patrícia que tá um pouquinho longe, ainda bem que tem a internet para nos para nos aproximar. [risadas] Puxa vida, >> Patrícia Deos, mensagem final. mensagem aí de Natal para todo mundo, por favor. >> É só agradecer, né? Agradecer muito, tá aqui com vocês, mesmo longe, o coração tá bem perto, né? A vibração chega, é maravilhoso, né? Que a gente possa eh mesmo não estando tão perto, né? Mandar, enviar essas vibrações para todos, né? para todos os nossos amigos, familiares, conhecidos, porque chega, gente, chega porque nós estamos sentindo as vibrações do nosso mestre até hoje reverberá aqui na terra, né? E o importante é tudo isso que vocês já falaram, né? É viver a mensagem, aproveitar essa oportunidade em que a gente se sensibiliza mais, né? Como Elene falou, faz essa pausa agora, deixa o coração abrir, deixa as lágrimas, né, rolarem, deixa a consciência, né, se penetrar, se embcer desses ensinamentos, porque tudo fica mais leve, tudo vai, né, ganhando a justa medida, né, não que seja mais fácil, como Adriano falou, né, mas vai tomando outro rumo. as nossas vidas, né? E lembrar, lembrar sempre que ele não deixou nada, né? Que não fossem referências para o espírito imortal, nada material. Então ele não quer que nós estejamos, né, adorando a ele. nós, ele quer que a gente faça, aceite o convite de segui-lo, segui-lo aí

? Que não fossem referências para o espírito imortal, nada material. Então ele não quer que nós estejamos, né, adorando a ele. nós, ele quer que a gente faça, aceite o convite de segui-lo, segui-lo aí perseverantes, né? Nos libertando através dessa verdade que ele veio trazer, né? Despertando as nossas consciências lá, a metanoia do João Batista, né? Para esse amor, para esse bem de todos, né? vivendo pela outra face que ele veio mostrar para nós. E sempre começa por nós, gente. Não tem jeito, não tem segredo. E a gente e é junto, né? Ontem a gente também tava fazendo um outro estudo e tava falando isso. Vai junto, é um caminho paralelo. Eu faço por mim, eu vou fazendo pelo outro, né? O outro faz por ele, ele também faz por mim. Nós estamos todos entrelaçados, somos todos irmãos vivendo nessa teia divina do amor. Então, muita paz, muitas bênçãos a todos, que possamos deixar Jesus nascer cada vez mais, todos os dias em nós. E o pessoal do Estudando com Jesus, né, Elane, volta só no primeiro domingo de fevereiro, né, com o Espírito da Verdade. A obra Espírito da Verdade, estaremos de volta. >> É isso. >> Obrigada. Bacana demais. Obrigado, viu, Pat? Obrigado. Eh, a gente sabe que você se se esforçou, precisou dos palitinhos aí, né, para ficar acordada. [risadas] Mas valeu demais, viu? Muito, muito obrigado. >> Ivana, a Ivana Heisk, acho que eu conheci a Ivana, deve ter sido ali 2000 e 2017, V. 16, 17 por aí. Eu acho que foi antes, Adriana. Eu acho que mais ou menos 2015 por aí. >> É, já tem um, já tem um tempinho, então, já tem um, né, tem uns 10 aninhos, então. >> É, já tem. >> Eh, procurei a Ivana para falar das minhas preocupações aqui, que a gente tava vivenciando o movimento espírito daquela época, né, Ivana, da algumas coisas estranhas aqui. [risadas] >> A gente que não sabia que podia piorar bastante, né? Ai ai gente, gente aqui no movimento espírita tá relativizando a Porto. Tava tava um negócio ainda está, né? Mas enfim, mas as até das coisas das coisas ruins surgem coisas boas, né? Afinal de

te, né? Ai ai gente, gente aqui no movimento espírita tá relativizando a Porto. Tava tava um negócio ainda está, né? Mas enfim, mas as até das coisas das coisas ruins surgem coisas boas, né? Afinal de contas a gente se conheceu, né? Construiu essa amizade. Bacana demais. Eh, uma grande alegria ter você como uma amiga, viu, Ivana? E aí, então te peço as suas considerações finais em relação aí à mensagem de Natal para todos nós. >> Eh, mas eu me lembro também, Adriano, que foi eh diante desse incômodo, né, que isso gerou em nós, que motivou a criação do Ige. O Ig surgiu desse incômodo, né, de se relativizar tantas coisas no movimento espírita. E e o Igim âncora para nós durante a pandemia. nós eh produzimos muita coisa, nos vinculamos a muitas pessoas, inclusive a Patrícia, né, que chegou junto com o BIM e com tantas outras pessoas também durante a pandemia. Que coisa boa. Então, Adriana, só posso me falar, né, da alegria de estar aqui nessa segunda-feira? Você sabe que as segundas eu não participo mais frequentemente, porque tanto eu quanto Eliane, nós temos um compromisso semanal com a nossa reunião mediúnica. Então, Eliane, eu vejo toda semana, mas a gente fica um tempo sem ver Patrícia, um tempo sem ver Adriano, às vezes a gente se fala ali pelo WhatsApp, mas poder conversar assim, então, puxa vida, que alegria, né? Eh, nessa segunda a nossa casa ela está de recesso, então a nossa reunião mediúnica não está acontecendo e nós estamos aqui falando de espiritismo com Adriano, que é um amigo do coração, um irmão que a gente encontrou. muito feliz por isso e também de acompanhar, né, os nossos amigos que sempre deixam o recadinho aí no chat. É tudo muito bom, gente. Que alegria nós estarmos nessa época de Natal juntos aqui e aproveitar para desejar que nós tenhamos um Natal com muita paz, com muita fraternidade, com muito amor, com muita união. Que nós possamos sempre pensar naquilo que nos une, deixar de lado aquilo que nos divide. Nós temos que refletir porque no Brasil, no próximo ano, nós teremos um

dade, com muito amor, com muita união. Que nós possamos sempre pensar naquilo que nos une, deixar de lado aquilo que nos divide. Nós temos que refletir porque no Brasil, no próximo ano, nós teremos um ano difícil, porque todo ano de eleição é um ano difícil aqui para nós, né? Ultimamente nós temos tido aí as situações de polarizações muito intensas. Então, que nós nos incorporemos desse espírito de Natal para manter esse espírito de fraternidade, de união, de tolerância, de paciência, para que a gente possa mantê-lo durante todo o próximo ano que se aproxima. Porque depende de cada um de nós, né? Nós vivermos num mundo melhor, num local mais pacífico. Primeiro nós temos que ser pacíficos e também pacificadores. Então desejo a todos um feliz Natal, especialmente a vocês, meus amigos, que estão aqui comigo agora. >> Microfone fechado, Adriana. Eu não costumo fechar aí o dia que eu começo eu apanho. [risadas] Ó, eu vou bater na tecla eh eh eh dessa questão da da imensa tristeza que a gente tem percebido aí nas pessoas, né? esse sentimento eh eh eh eh de amargura, de agonia, de ansiedade eh está epidêmico e a gente tem que tomar muito cuidado com isso. Eh, não deixe que a tristeza tome conta de você, né? Converse com Jesus. Converse com Jesus. A gente tem uma tem um instrumento que é gratuito, está à nossa disposição 24 horas por dia, né? E a gente às vezes não utiliza como a gente deveria, né? Que é a prece. Converse com Jesus. Quando você se sentir triste, quando você se sentir deprimido, né? Quando a ansiedade te pegar, converse com Jesus, abra o coração para ele, fale das suas dores, fale das suas dificuldades e peça que ele esteja ali contigo, né, te amparando. A sua prece não ficará sem resposta. Não ficará sem resposta. Fale com Jesus. Fale com Jesus. Não deixe a tristeza tomar conta de você, né? Eu vou até trazer aqui um trecho do Evangelho eh de Mateus. Por isso vos digo, não andeis ansiosos quanto a vossa vida, pelo que havis de comer ou pelo que aveis de beber, nem

tomar conta de você, né? Eu vou até trazer aqui um trecho do Evangelho eh de Mateus. Por isso vos digo, não andeis ansiosos quanto a vossa vida, pelo que havis de comer ou pelo que aveis de beber, nem quanto ao vosso corpo pelo que havis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento e o corpo mais do que o vestuário? Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem cegam, eh, nem ajuntam em celeiros, e vosso Pai celestial as alimenta. Não tem de vós muito mais valor do que elas? E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura? E quanto ao vestuário, por que andais ansiosos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem, não trabalham nem fiam. E eu vos digo que nem mesmo Salomão em toda sua glória se vestiu como qualquer um deles. Pois se Deus assim veste a erva do campo que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé? Não andeis, pois inquietos, dizendo: "O que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos? Porque todas estas coisas os gentios procuram. De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas, mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. É isso, pessoal. Basta cada dia o seu mal. Não se preocupe com o dia de amanhã. Eu não tô falando aqui daquele sentimento irresponsável, não. Eu tô falando da confiança que a gente deve ter, que Deus é por nós, né? está nos amparando o tempo inteiro. Se nós fizermos a nossa parte, eh, com certeza a gente vai alcançar os nossos objetivos, né? Pedir, obtereis e buscai e achareis. Se você buscar você vai encontrar. Se a tristeza bater aí no seu coração, converse com Jesus que você vai encontrar nele o lenitivo que você precisa para sair dessa tormenta emocional que, infelizmente está cometendo aí tanta gente. Então, que nós sejamos, né, mensageiros do Cristo nesse

esus que você vai encontrar nele o lenitivo que você precisa para sair dessa tormenta emocional que, infelizmente está cometendo aí tanta gente. Então, que nós sejamos, né, mensageiros do Cristo nesse sentido, que a gente possa identificar onde onde está essa tristeza e que a gente possa levar levar alegria, levar consolo, né, e levar a a o ensinamento de nosso Senhor Jesus Cristo. Meninas, beijo nos corações de vocês. Uma honra ter eh compartilhado com vocês aqui estes momentos, né, dessa última live do ano. Valeu demais. Muito, muito, muito, muito obrigado. E vou pedir, vou pedir para Eliane fazer a nossa prece de encerramento, então pode ser? >> Sim, claro. >> Amado Mestre Jesus, nosso irmão incansável de todas as horas. Agradecemos, Senhor, por esse evangelho vivo em nossas vidas, por ser o nosso modelo e guia a nos levar por essa vida, Senhor, nos ensinando a mansuetude, a termos um coração mais pacífico. Mas sabemos, Senhor, da nossa pequeneza e queremos, Jesus, que o Senhor caminhe conosco, nos mostrando, através do teu evangelho, que é o roteiro seguro para cada um de nós. Como prosseguir, como proceder, como agir em prol de nossos irmãos. Que nós possamos, Senhor, com a tua mensagem de amor, esse lembrete que é o Natal, que nós possamos nos lembrar que somos espíritos ainda em evolução. Que saibamos ter a paciência conosco, melhorando a cada dia, melhorando, Senhor, os nossos corações e as nossas mentes. e que em todos os momentos de nossas vidas que nós possamos lembrar do teu evangelho, da palavra que aquece a nossa alma, para que possamos ter força, termos fé, sabendo levantar de cada queda e tendo a certeza que estás conosco, Jesus, mas que nós também sejamos essa mão a estender a cada um que necessitar, pois da mesma maneira maneira que nós esperamos de ti, Senhor, nós possamos ter a certeza de que o Senhor também espera de nós. Espera que nós sejamos esses essas pessoas que irão também transformar o mundo de alguém. Sejamos luz no caminho de alguém, Jesus.

hor, nós possamos ter a certeza de que o Senhor também espera de nós. Espera que nós sejamos esses essas pessoas que irão também transformar o mundo de alguém. Sejamos luz no caminho de alguém, Jesus. E assim que o Senhor possa com a tua bondade, o teu amor infinito levar a paz, o amor, levar a misericórdia a todos os nossos irmãos que nós não vemos, que estão no anonimato, na dor, na dificuldade, no desespero, Jesus. E que nós possamos ter um Natal agradável, com muita paz nos nossos corações e nos nossos lares, principalmente nos lares das pessoas que aqui estão representando nesse momento. E assim agradecemos, Senhor, na tua paz e no teu amor. Que assim seja. >> Que assim seja. Graças a Deus. Ivana, beijo. Transmita um beijo para Alexandre também. >> Obrigada. Beijo aí na Espanha. Talvez a gente, ô Ivan, depois a gente vai falar. Eu preciso realizar um sonho da minha mãe. Ela disse que não quer, não quer partir dessa terra sem conhecer Portugal. Depois nós vamos conversar, já que você >> Ah, vale a pena, vale a pena. De repente a gente dá uma chegadinha na Espanha, viu? [risadas] >> É isso aí. Tá pertisa, né, Patrícia? Pertinho. >> É isso aí. [risadas] Beijo. Manda um beijo pro Juliano também, tá? Beijo. Tá mandado. >> É isso aí, pessoal. Fica a nossa mensagem. Não desista. Siga em frente. Jesus está contigo. Deus está te amparando. Tá lembrando que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Até o dia 19 de janeiro de 2026 paraa continuidade dos nossos estudos aqui no Ig falando de espiritismo. Beijos, fiquem com Deus. Natal. Feliz Natal.

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