O SAL DA TERRA - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 05/02/2026 (há 2 meses) 45:11 476 visualizações

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Transcrição

de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti. >> Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde, amigos. Que a dos paz do Jesus esteja com todos vocês. Vocês estão aí que estão nos assistindo. É muito bom, né, estarmos aqui mais uma vez. É sinal de que estamos tendo mais uma oportunidade. Toda semana esse bondoso Deus, o Dr. Bezer de Menez, dá nos dá a oportunidade de podermos fazer uma reflexão de um determinado assunto. Imagina se durante um ano a gente fosse eh catalogando tudo que foi dito aqui na quarta-feira às 18 horas, a gente teria aprendido bastante coisa, não é, Roberta? Então, e através do Vinícius, né, que traz as mensagens e através dessas pessoas maravilhosas que vem expor para nós. Então, hoje nós estamos aqui com a Roberta, mas vamos começar esse nosso momento fazendo nossa oração, pedindo ao Pai, primeiro agradecendo, né? agradecendo pela vida que estamos tendo, as oportunidades que estamos tendo, olha, de cuidar do nosso corpo, de cuidar de da dos nossos familiares, de ser aquele que leva a palavra para aqueles que estão perdidos, desorientados nas suas aflições. Nós temos os nossos talentos que nós podemos botar em prática para nós e para o próximo. Então, nós temos tantas oportunidades de sermos melhores e essa oportunidade é dada pelo nosso pai Deus e também pelos espíritos bondosos que traz a cada momento. Agradecemos imensamente, mas rogamos que eles possam sempre estar conosco nessa nossa caminhada, porque quedas vão acontecer, desânimo vai haver, mas que nós possamos estar sempre encorajados para fazer o melhor que a gente pode. Então, que a doce paz dele fique conosco nesses momentos. E nós vamos convidar a Roberta, né, que ela veio falar sobre um

ue nós possamos estar sempre encorajados para fazer o melhor que a gente pode. Então, que a doce paz dele fique conosco nesses momentos. E nós vamos convidar a Roberta, né, que ela veio falar sobre um tema muito bonito que tá lá no evangelho, mas o Vinícius falou para ele sobre o sal da terra, né? Então, a palavra tá com ela. >> Uma boa tarde a todas, a todos. Eh, um privilégio sempre poder estar aqui com vocês e sobretudo poder refletir sobre os ensinamentos do Evangelho. Eh, como diz a Rute, né, a gente que é convidado a vir cá expor o tema, né, nós somos os primeiros a sermos chamados a ter atenção com ele e aprendê-lo, né, nas palavras de Cora Coralina, né, feliz daquele que aprende o que ensina. Então, o desafio maior é sempre o nosso. Eh, hoje a gente tá com um capítulo belíssimo do livro do Vinícius, né, que a gente tá seguindo aqui em torno do mestre, que tem o título Sal da Terra. e vai nos levar, esse capítulo vai nos levar lá pro sermão da montanha, uma das partes mais bonitas, né, dos evangelhos que chegam até nós. O essa parte, né, o sal da terra. Todos nós já ouvimos várias vezes esse trecho, mas hoje a gente vai parar e refletir sobre ele de uma maneira mais profunda. Eh, o sermão da montanha, a gente repete com alguma frequência que o sermão da montanha é ali o cerne dos ensinamentos do Cristo. Se nós nos ativermos, né, se a gente se ocupar de tentar colocar em prática o sermão da montanha, a gente vai estar em segurança, né? Eu sempre gosto de lembrar que a espiritualidade nos diz que ainda que todos os ensinamentos se perdessem e nós permanecêssemos apenas com o sermão da montanha, nós estaríamos em segurança, porque o principal, o essencial dos ensinamentos e recomendações do Cristo para nós, no sentido de termos a propósito, alegria e esperança na vida e as ferramentas da nossa transformação. Tudo isso se encontra no sermão da montanha, que a gente vai achar ali de uma maneira bastante completa no Evangelho de Mateus a partir do capítulo 5, vai do 5 ao 9, mas hoje a gente vai

ransformação. Tudo isso se encontra no sermão da montanha, que a gente vai achar ali de uma maneira bastante completa no Evangelho de Mateus a partir do capítulo 5, vai do 5 ao 9, mas hoje a gente vai ficar só com um trechinho. E o sal da terra, essa referência ela vai se encontrar logo depois das bem-aventuranças. E por que é importante a gente situar no Evangelho onde é que está essa revelação? Porque mais até do que uma instrução, é uma revelação do Cristo sobre nós mesmos. Então, tá logo no começo, o sermão da montanha começa com as bem-aventuranças. O que o Cristo vai nos dizer que é ser bem-aventurado. E bem-aventurados os que choram e sofrem. Por que serão consolados, né, os misericordiosos, os brandos e pacíficos. Então, logo ali a gente já vai dando uma situada sobre o que é ser cristão no mundo. É uma proposta de autotransformação, de construção de valores, de fraternidade, de aceitação de uma realidade dolorosa, mas fundados na certeza de que tudo guarda um significado e um porquê e que haverá consolação. Sempre há. Então, logo que Jesus coloca esses parâmetros, esse esses pilares aí, né, da vida encarnada, logo em seguida a gente vai ter essa não é uma recomendação, é um enunciado. Cristo fala de nós e ele fala assim: "Vós sois o sal da terra e a luz do mundo." Vai tá ali esse trechinho. vai tá no capítulo 5, são os versículos ali 13 a 16. Porque o sal da terra e a luz do mundo são essas duas referências. Mas Jesus nos fala que nós somos, ele não fala que a gente vai vir a ser, nós somos o sal da terra e a luz do mundo. E aí a gente vai entendendo aos poucos, mas é preciso que a gente vá compreendendo que há uma confiança do Cristo em nós e que construção da fé e confiança em Deus também passa por nós confiarmos em nós, confiarmos na nossa parcela que é sal e que é luz. Mas vamos conversar um pouco sobre o que significa e por essa referência a ser o sal da Terra. O sal é um mineral bastante peculiar e bastante necessário pelas suas propriedades de conservação.

é luz. Mas vamos conversar um pouco sobre o que significa e por essa referência a ser o sal da Terra. O sal é um mineral bastante peculiar e bastante necessário pelas suas propriedades de conservação. Quando nós não temos outra maneira de conservar os alimentos, um refrigerador, por exemplo, uma geladeira, enfim, a gente vai lançar mão do sal como elemento de conservação dos alimentos. em que não é um elemento que não vai permitir ou vai retardar o processo de deteriorização da matéria. O sal é capaz de fazer isso. Mas além disso, na medida, o sal também apresenta e acrescenta sabor aos alimentos. Qualquer um de nós já experimentou na vida uma comida absolutamente sem sal. é também uma comida absolutamente sem graça e que a gente só come se for obrigado. [risadas] Se a gente tiver com alguma restrição muito severa, a nossa pressão tiver arterial tiver muito alterada, pode ser que a gente tenha essa limitação, mas a gente vê que indo o sal embora vai um pouco da graça e da vontade mesmo da gente se alimentar, porque o sal na medida não pode ser em excesso. O sal realça o sabor de todos os outros ingredientes. Olha que coisa mágica. Qualquer um que no que se aventure aí na cozinha sabe disso. O papel do sal não é de protagonismo. O papel do sal é realçar todos os outros sabores. Por isso que uma uma comida bem temperada, ela tem sal na medida. E o sal vai fazer essa mágica de realçar tudo ao seu redor e trazer graça, trazer sabor. Aí a gente volta paraa afirmativa do Cristo a nosso respeito. Vós sois o sal do mundo. Opa, opa, opa, pera aí, Jesus. Isso tudo. Sim, isso tudo. Nós neste processo de encontrarmos quem somos, é necessário que a gente tenha a medida, né, do tempero. Como eu vou temperar a vida ou ser esse elemento de preservação se eu não sei nem quem eu sou. Então é preciso que eu vá neste processo de autoconhecimento, de autoiluminação, coisa que a gente tá fazendo aqui agora. Não vou assistir uma palestra e tomar um passe, vou me acalmar. Tudo isso faz parte do nosso projeto de

neste processo de autoconhecimento, de autoiluminação, coisa que a gente tá fazendo aqui agora. Não vou assistir uma palestra e tomar um passe, vou me acalmar. Tudo isso faz parte do nosso projeto de autoconhecimento, de entender quem nós somos, como nós funcionamos, de entender os nossos valores, de entender aquilo que a gente quer de melhor. Todos nós já temos uma, todos nós que estamos aqui reunidos nessa coletividade, seja presencial ou remotamente, já temos um desejo de melhora que se manifesta em uma ação. Vou assistir a uma palestra, vou refletir sobre o evangelho. Nós estamos buscando, então, a nossa essência para melhor, transformar para melhor. A gente quer ajuda através da terapia fluídica dos passes, claro, mas a gente quer essa ajuda também para revelar o melhor de nós. Ótimo. E para que nós possamos ser o que isso Jesus afirma sobre nós, aquele que preserva contra as rupturas, as as o apodrecimento, a ruína, sermos aqueles que preservam, preservam a saúde, preservam a esperança. preservam a bondade, preservam a solidariedade num ambiente onde se não houver uma postura ativa, se eu não usar o sal como preservante, a minha vida, a vida ao meu redor será contaminada de elementos desagregadores e desconstituidores de saúde. Então, o chamado do Cristo é para que, sendo quem nós somos, buscando o melhor de nós, buscando essa parcela que vai aí, vai na palestra e toma passe, faz oração, buscando integrar com essa parcela, nós consigamos fazer com que as nossas atitudes cotidianas estejam alinhadas com esse desejo de melhora. Não é só aqui neste momento, nessa meia hora ou 40 minutos que a gente vai passar aqui conversando e depois tomando passe. É que essa parcela que está aqui agora desborde paraa nossa vida de uma maneira integral e em todo momento nós consigamos fazer com que essa vontade do melhor esteja sempre presente nas nossas ações. É nesse sentido que nós somos chamados a ser sal da terra. eh realizar em nós, do nosso jeito, na nossa forma, o bem,

amos fazer com que essa vontade do melhor esteja sempre presente nas nossas ações. É nesse sentido que nós somos chamados a ser sal da terra. eh realizar em nós, do nosso jeito, na nossa forma, o bem, realizarmos em nós o amor, é sermos a nossa melhor versão em tudo, no pequeno e no grande, fazendo um almoço, lavando uma louça ou no nosso trabalho, ou em qualquer coisa. E Jesus chama atenção logo na sequência, dizendo assim: "Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para mais nada serve senão para ser lançado fora." Nos chama a atenção que é a partir de nós mesmos que a gente precisa realizar o bem do jeito que a gente dá conta. E é obviamente que não será sempre com perfeição. Somos espíritos imperfeitos. Na jornada encarnatória, estamos encarnados com essa proposta de transformação. Então, todas as circunstâncias, todas as dificuldades, todas as dores, elas têm um papel importante de despertamento e de serem portais transformadores. A gente vai se transformar se a gente quiser ou não. Então, a gente tem essa opção de não ficarmos amargos ou discrentes no processo, mas compreender que a dificuldade faz parte da vida mesmo. E trazendo essa compreensão para o cotidiano, irmos tornando não só a nossa vida, mas a vida ao nosso redor preservada. Preservada de quê? preservada de desesperança, de desânimo, de descrença. Nós seremos esse tempero a realçar ao redor o melhor de nós e o melhor dos outros. Vamos lembrar de novo como o sal atua quando ele faz o a transformação do tempero na comida. Se a gente põe demais, você só sente o sal, não sente mais nada. Tô vendo as cozinheiras ali fazendo assim. Mas se a gente põe na medida, a gente sente todos os outros temperos. A gente sente sabor do feijão, a gente sente tudo mais que a gente colocou ali. Vale o mesmo para nós. É preciso que a gente compreenda que a gente ainda traz carregados em nós um orgulho que se disfarça, né? A gente quer ser, como diz uma amiga minha, o do borogodó. Borogodó sem o o não tem, né, gente? É o

ciso que a gente compreenda que a gente ainda traz carregados em nós um orgulho que se disfarça, né? A gente quer ser, como diz uma amiga minha, o do borogodó. Borogodó sem o o não tem, né, gente? É o que mais tem. Mas é preciso que a gente compreenda que é preciso ter respeito com todo mundo ao redor. Todo mundo tem o direito de brilhar. Todo mundo tem o direito de ser quem é. É preciso que a gente tenha essa capacidade de criar espaço para que tanto nós quanto todos ao redor possam expressar-se, possam brilhar, espalharmos confiança e esperança silenciosamente. É um, mas claro que você vai dar conta de superar isso que a gente diz para alguém. A gente transmite, como o salmite em preservação aos alimentos que toca, nós também podemos transmitir esperança, tranquilidade, compaixão. E o mais bonito de tudo isso é que a gente pode transmitir tudo isso sem se esvaziar, muito antes ao contrário. Há uma potencialização do bem a partir de cada grão de sal que somos cada um de nós. adiante, eh, na sequência, casando com essa noção de que nós somos o sal da terra. E vejam, não é uma proposta de futuro. Jesus coloca no presente: "Vós sois o sal da terra". Então, vamos ser, né, gente? Vamos ter a ousadia de acreditar na nossa capacidade de vivermos o que a gente já consegue compreender e assimilar do evangelho. Vamos ter a coragem para sermos compassivos. Vamos ter a coragem para compartilhar as lágrimas daqueles que seguem conosco, sem virar as costas, falar assim: "Ah, não, mas isso não é problema meu, não vou nem me envolver". Será que não é mesmo? Será que a necessidade não bateu a sua porta justamente porque você pode ajudar, se comprometer, dar o seu olhar à sua mão? Muitas vezes a gente não vai poder fazer muita coisa, mas a gente pode ouvir. A gente pode silenciosamente estar ao lado de alguém que sofre e sustentar essa dor, deixar a pessoa chorar, desabafar serenamente. Quem faz isso faz muito. A gente pode, nós somos o sal da terra, mas também somos a luz do mundo. logo na

lado de alguém que sofre e sustentar essa dor, deixar a pessoa chorar, desabafar serenamente. Quem faz isso faz muito. A gente pode, nós somos o sal da terra, mas também somos a luz do mundo. logo na sequência. E Jesus segue afirmando, ousado Jesus, eu acho. [risadas] Ainda bem. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade, uma cidade situada sobre uma montanha. Nem se acende uma luz para colocá-la debaixo da cama, mas sim para colocá-la sobre o candeiro, a fim de que brilhe a todos que estão na casa. Assim brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem vossos vosso Pai que está nos céus. Veja aqui, além de um chamado a que nós sejamos luz, amemos o quanto nós conseguirmos, compartilhemos o melhor de nós e façamos isso sem vergonha. Há também uma orientação para que a gente não se perca no na satisfação do nosso ego, o orgulho de muitas máscaras que se escondem. Jesus nos chama para brilhar a nossa luz, para que as pessoas vendo nossas obras enxerguem a Deus, não a gente. Esse é o desafio. é nós conseguirmos realizar na medida do que a gente conseguir o que é bom, mas para que se veja a Deus, para que se veja a fonte, para que se veja o amor, para que a pessoa possa se ver espelhada ali, a centelha divina que reside nela também não é sobre nós. é sobre nós, mas não na medida do orgulho, não na medida do ego, na medida da fraternidade, na medida do nós, na medida de olhemos nós a Deus, que é o Senhor de todas as graças. Então, eh, é de uma beleza e de uma confiança. E Jesus nos chama a ousadia. Como ele ousadamente acredita em nós, nós também precisaremos acreditar que nós somos capazes. E talvez vocês me digam: "Nossa, mas eu tô tão cheio de problema, tô tão cansado, eu tô vindo aqui justamente para tomar um passo para ver se eu aguento o que tá acontecendo comigo." Claro, todos nós estamos assim e justamente por isso precisamos de sal e luz. A luz que ilumina, onde há escuridão, e o sal que preserva, onde há risco

ver se eu aguento o que tá acontecendo comigo." Claro, todos nós estamos assim e justamente por isso precisamos de sal e luz. A luz que ilumina, onde há escuridão, e o sal que preserva, onde há risco de apodrecimento. Então, é a partir dessa nossa vivência mesmo. E porque sabemos o quanto dói, que nós poderemos apoiar uns aos outros. Assim como a espiritualidade nos acolhe, vai trazer o passe, vai nos fortalecer, nós seremos dispensadores fiéis desta energia divina que ilumina nós, fortalece, nos alimenta. E nós vamos compartilhar esperança, compartilhar honestidade. Poxa, mas a gente vai ter que ser honesto num mundo tão desonesto, a gente vai ter que ficar para trás. Bom, depende do seu objetivo. Se o seu objetivo é crescer com o Cristo, sim, nós seremos honestos. Ainda que todos os nossos todos ao nosso redor não o sejam, seremos o mais honestos que conseguirmos, entendendo que também a nossa maturidade sobre o que é o que são os valores primordiais, né, honestidade, fraternidade, vai se alargando à medida de que a gente vai exercitando, mas nós seremos o melhor que nós pudermos, porque isso transforma o mundo, sem dúv dúvida nenhuma para melhor, mas transforma a gente também, sobretudo. E a gente é capaz de entender isso neste momento em que nós da nossa etapa evolutiva coletiva, né, em que nós temos redes sociais, né, e a gente entende o quanto que um comportamento pode influenciar outras pessoas. Então, se alguém vê que eu sigo sendo honesto num ambiente em que há desonestidade, a pessoa para e reflete. Eu posso fazer isso também. Se a pessoa vê que a gente ao nosso redor, que a gente está fazendo esforços para controlar a nossa raiva, por exemplo, e sermos mais gentis, a gente pode influenciar também. Nós somos influenciáveis e também somos capazes de influenciar. É fácil da gente entender isso hoje. Nisso aí a gente fica devendo fineza paraas redes sociais, o espiritismo, porque fica mais fácil da gente entender os mecanismos da sintonia e afinidade. Nós vamos nos sintonizar

e entender isso hoje. Nisso aí a gente fica devendo fineza paraas redes sociais, o espiritismo, porque fica mais fácil da gente entender os mecanismos da sintonia e afinidade. Nós vamos nos sintonizar com aquilo em que nós colocamos a nossa atenção constante. Nós vamos sintonizar na faixa das nossas crenças. Nós escolhemos crer no amor. Então, a gente vai influenciar e ser influenciado por escolha nessa faixa. Nós vamos precisar fazer através da oração, através do esforço constante, fazer valer, materializar nas nossas atitudes os nossos valores de busca pelo melhor e vamos precisar fazer esforços porque sim, ainda há treva, sim, ainda há muitas possibilidades de queda, mas nós Escolhemos acreditar em nós a partir do evangelho. Acreditar que nós somos capazes de realizar ações amorosas, honestas, belas, fraternas. E nós vamos conscientemente nos esforçar para fazer isso todos os dias. Quando a gente começa esse movimento, a gente vai percebendo que a gente vai se transformando também. A gente vai percebendo que o cansaço e o desânimo e até o desespero não tem mais tantas forças, nem tanto poder sobre nós, porque a gente está substituindo esse espaço pelo amor pleno, pela conectividade com Deus a todo momento. a gente conversa com alguma frequência, né, assim, que a fé ela não é dádiva, ela é construção, não é algo que a gente ganha, é algo que a gente constrói. E a gente constrói todos os dias. Então, nos momentos de descrença, a recomendação é para que a gente traga essa discrença para o espaço sagrado da oração. Hoje de manhã mesmo eu comentava que e vou comentar agora com vocês também que minha mãe cantava uma música, minha mãe era da tradição católica e ela cantava uma música que eu gostava muito e de vez em quando eu canto também quando o cansaço tá grande, quando o desânimo alcança a alma. E a música tem um verso que diz assim, né? Também sou teu povo, Senhor. Estou nessa estrada. Perdoa-se às vezes não creio em mais nada. é o jeito da gente trazer para o círculo

esânimo alcança a alma. E a música tem um verso que diz assim, né? Também sou teu povo, Senhor. Estou nessa estrada. Perdoa-se às vezes não creio em mais nada. é o jeito da gente trazer para o círculo da oração e da bênção, o nosso momento de fraqueza em que a nossa própria crença em Deus enfraquece e a gente pede a ele que restaure em nós a nossa fé e a nossa esperança. feita arrogativa, a gente segue com a vida porque a reconexão é feita de dentro para fora e se manifestará em nós. E por que a gente tá falando de música? Eu sempre me lembro, né, quando a a gente vai conversar sobre o sal da terra, a luz do mundo, esse essa maravilha que Jesus nos revela sobre nós mesmos, né, sobre a nossa capacidade de bondade, nos lembra sobre a nossa capacidade de sermos bons. Nós temos a capacidade de sermos bons em qualquer ambiente, assim como o sal, assim como a luz em qualquer ambiente. Não é o ambiente que vai nos transformar se nós não o permitirmos. Nós seremos quem nós desejamos ser. que a gente faça isso conscientemente, que a gente faça esse esforço pelo bem, pelo belo, pelo justo, pelo fraterno, conscientemente nos tornando e nos renovando como sal da terra e luz do mundo cotidianamente. Mas estudando, né, preparando aqui esse nosso encontro. Eu me lembrei de uma música que eu lembro sempre quando eh a gente fala sobre o sal da terra. Eu sou nasci em Minas Gerais e me criei lá e depois vim para Brasília. Atualmente eu já sou meia meio, né? porque eu tenho o mesmo tempo de Brasília que eu tenho de Minas Gerais, então gosto de falar que eu sou meia meio. Eh, mas tem uma música muito bonita e depois eu convido vocês a ouvirem a música mesmo. Eh, chama O Sal da Terra. É uma canção do Beto Guedes. Ele é um cantor mineiro e a letra dessa música é muito muito bonita. Eh, >> oi. >> Gravada por Mutton Nascimento. Eh, mas eu vou ler aqui. Tocou essa música no filme do Chico? Olha aí, porque é a música é muito bonita. Então eu convido vocês a colocar aí no YouTube, né, o Sal da Terra e

ada por Mutton Nascimento. Eh, mas eu vou ler aqui. Tocou essa música no filme do Chico? Olha aí, porque é a música é muito bonita. Então eu convido vocês a colocar aí no YouTube, né, o Sal da Terra e ouvirem depois aí hoje antes de dormir, né? Acho que é um bom, é uma, é uma boa inspiração paraa gente ir pro sono. Mas eu vou ler aqui a letra da música pra gente prestar bastante atenção que o Beto Guedes, ele ecoou muito bem o Cristo na letra dessa música que diz assim: "Anda, quero te dizer nenhum segredo. Falo desse chão da nossa casa. Vem que tá na hora de arrumar tempo. Quero viver mais 200 anos. Quero não ferir meu semelhante, nem por isso quero me ferir. Vamos precisar de todo mundo para banir do mundo a opressão. Para construir a vida nova, vamos precisar de muito amor. A felicidade mora ao lado e quem não é cego pode ver. A paz na terra, o pé na terra. A paz na terra, o sal da terra. Terra és o mais bonito dos planetas. Tão te maltratando por dinheiro. Tu que és a nave nossa irmã, canta, leva a tua vida em harmonia e nos alimenta com teus frutos. Tu que és do homem a maçã. Vamos precisar de todo mundo. Um mais um é sempre mais que dois. Para melhor juntar as nossas forças, é só repartir melhor o pão, recriar o paraíso agora para merecer quem vem depois. Deixa nascer o amor, deixa fluir o amor, deixa crescer o amor, deixa viver o amor. Uma boa noite para todos nós. Bom, amigos, eu tinha trazido, eu não fiz a leitura inicial porque eu tinha trazido uma leitura para fazer, mas eu não quero eh modificar essa harmonia que tá tendo nesse momento com o encerramento que a que a Roberta fez. Então vamos só, né, agradecer a Jesus mais uma vez, né, por ler um ensinamento tão belo que quando ele diz que nós somos o sal da terra, né? Eu particularmente eu não gosto de sal, não gosto de sal. Tem horror a sal, entendeu? Mas de vez em quando eu ponho um tiquinho, eu vejo que houve uma mudança, mas eu prefiro voltar para dar um sal, entendeu? [risadas] Entendeu? Mas é eh aí não sei por desde

Tem horror a sal, entendeu? Mas de vez em quando eu ponho um tiquinho, eu vejo que houve uma mudança, mas eu prefiro voltar para dar um sal, entendeu? [risadas] Entendeu? Mas é eh aí não sei por desde criança eu não tenho hábito, entendeu? Eu não entro no mar por causa do sal, não entro. Eu acho aquela coisa muito salgada, podia o mar ser de água doce, né? Aí seria bom. Mas também não tenho uso, não faço muito uso do açúcar, não. Mas vamos. Mas esse sal daqui é diferente, né? Esse sal é a palavra carinhosa. Mas eu acho que eu vou ler, viu, Roberta? Acho que não vou atrapalhar não, que eu fiz uma leitura para pra pessoa que fez a palestra antes, que ela falou do olhar que cura e o olhar que adoece. Foi muito, muito bem feito. E aí eu te achei alguma coisa sobre o sal da terra quando diz assim: "Quando Jesus nos chamas de sal da terra, ele não está elogiando vaidades, mas confiando uma missão. O sal não aparece, mas faz toda a diferença. Não ocupa espaço, mas transforma o sabor. É pequeno, simples, silencioso e essencial. Ser sal da terra é dar sentido onde há amargura. É preservar o bem em um mundo que muitas vezes se corrompe pela indiferença, pelo egoísmo e pela pressa de julgar. O sal não adossa, ele realça o que já existe. Assim também somos convidados a realçar o melhor do outro, a despertar consciências, a temperar a vida com gestos de amor, compreensão e misericórdia. Mas Jesus faz um alerta profundo. Ser o sal. Se o sal perde o sabor, para que servirá? Perdemos o sabor quando vivemos apenas um para nós mesmos. Quando conhecemos o evangelho, mas não o praticamos. Quando falamos de amor, mas agimos com dureza. Quando pregamos a luz, mas alimentamos, alimentamos sombras no coração. Ser sal da terra é coerência viva, é transformar a fé em atitude, palavra em exemplo, o conhecimento em serviço. possamos ser esse sal que não se perde, que não se mistura com orgulho, mas se mas mas dissolve no bem, no silêncio, no do no silêncio do auxílio, na simplicidade do perdão, na constância do

serviço. possamos ser esse sal que não se perde, que não se mistura com orgulho, mas se mas mas dissolve no bem, no silêncio, no do no silêncio do auxílio, na simplicidade do perdão, na constância do amor. Porque onde houver um coração ferido, uma palavra temperada de carinho, pode curar. E onde houver um mundo sem sabor, o evangelho vivido por nós pode desenvolver sentido à vida, devolver sentido à vida. Que saibamos ser sal para não para aparecer, mas para transformar. Então, que a doce e paz de Jesus fica conosco e uma boa noite para vocês, um beijo no coração e para vocês também que estão nos ouvindo das suas casas, de onde estiverem também, que essa doce paz chega até vocês. Uma boa noite. Agora ficamos aos cuidados do Antônio. Não. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade.

enéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. [música] Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. [música] Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o [música] teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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