O QUE NOS DISTANCIA DE DEUS - Lívia Bruno [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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no YouTube da Comunhão Espírita de Brasília. Eu sou Lívia Bruno e quero dar as boas-vindas a vocês que já estão aqui acompanhando ao vivo a nossa harmonização. Hoje eu preparei para nós uma pequena leitura antes da gente de fato entrar no nosso tema. Uma leitura que eu quero fazer que é a harmonização da nossa harmonização, o prelúdio, seguida de uma rápida prece. E assim nós entraremos no assunto em seguida. Bom, o que eu separei hoje para nós fazermos esse prelúdio é uma passagem do livro Pão Nosso, que é do espírito Emmanuel pela psicografia do Chico Xavier. Para ser honesta com vocês, eu não tinha planejado esta leitura, mas eu faço o evangelho no lar toda quarta-feira de manhã e essa leitura apareceu no meu evangelho e eu achei que ela casava perfeitamente com o tema que nós vamos falar aqui na harmonização hoje, que é do recados do Anacleto. O tema é o que nos distancia de Deus. Mas começando então pela lição 130 aqui do livro Pão Nosso, em que ele traz uma citação no início de Jesus. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Jesus. Isso está lá em Mateus, no capítulo 11, no versículo 29. Ele diz: "Dirigiuse dirigiu-se a Jesus a multidão dos aflitos e desalentados, proclamando o divino propósito de aliviá-los. Vinde a mim!", clamou o Mestre. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei comigo que sou manso e humilde de coração. Teu apelo amoroso vibra no mundo através de todos os séculos do cristianismo. Compacta é a turba de desesperados e oprimidos da terra. Não obstante o amorável convite é que o mestre no vinde a mim espera naturalmente que as almas inquietas e tristes procurem a aquisição do ensinamento divino. Mas nem todos os aflitos pretendem renunciar ao objeto de suas desesperações, e nem todos os tristes querem fugir à sombra para encontro à luz. A maioria dos desalentados chega a tentar a satisfação de caprichos criminosos com a proteção de Jesus, emitindo rogativas
esperações, e nem todos os tristes querem fugir à sombra para encontro à luz. A maioria dos desalentados chega a tentar a satisfação de caprichos criminosos com a proteção de Jesus, emitindo rogativas estranhas. Entretanto, quando os sofredores se dirigem sinceramente ao Cristo, hão de ouvi-lo no silêncio do santuário interior, conciliando-lhes o Espírito desprezar as disputas reprováveis do campo inferior. Onde estão os aflitos da terra que pretendem trocar então o cativeiro das próprias paixões pelo julgo suave de Jesus Cristo? É a pergunta. Para esses foram pronunciadas as santas palavras vinde a mim, reservando-lhes o Evangelho, poderosa luz para renovação indispensável. E assim com essas palavras vou fazer uma rápida prece para nós darmos início ao tema do dia. Se você puder se unir a mim fechando os seus olhos, eu vou pedir licença, pois eu vou fechar os meus. Fique à vontade. Se não puder, pode estar dirigindo ou fazendo alguma coisa, sem problema algum. Mas fechando os olhos, vamos mentalizar a figura de Jesus, esse amigo de todas as horas, que abre os braços para nós a todos os momentos em que necessitamos, nos convidando a um grande abraço de consolação, de cura, de ânimo. Obrigada, Jesus por tanto, por estar presente sempre em nossas vidas e em nossos corações. Que você abençoe o nosso momento junto à espiritualidade amiga que se faz presente com cada um a todo o momento da vida de cada um de nós em pleno meio-dia de uma quarta-feira em que muitos param para poder centralizar um pouco em si mesmos, escutando os teus ensinamentos. Seja conosco, Jesus. Sejam conosco, espíritos amigos. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Bom, entrando efetivamente no tema, hoje nós vamos falar da lição O que nos distancia de Deus, que é deste livro aqui, Recados do Anacleto. Essa aqui é a quarta edição, tá? da editora Comunhão, a psicografia de Hilda Alonso e o autor espiritual é o espírito Anacleto. Começa assim: Vou ler para vocês a citação que está bem no início. O que
Essa aqui é a quarta edição, tá? da editora Comunhão, a psicografia de Hilda Alonso e o autor espiritual é o espírito Anacleto. Começa assim: Vou ler para vocês a citação que está bem no início. O que nos distancia de Deus? Tem uma citação da Joana de Angeles, que está no Lampadário Espírita que fala: "Em a natureza encontramos a obra de Deus e a imagem dele manifestada em todas as coisas". Vou fazer a leitura do primeiro parágrafo seguido já de um comentário. Começa assim: "Acreditais que Deus está presente em toda parte, que sabe tudo e a tudo assiste e assim sendo, ele conhece as vossas necessidades. E ainda assim perguntais: "Por que sofro? Por que tenho dificuldades? Será que ele se esqueceu de mim?" E aí este parágrafo inicial, eu eu sinto que ele já nos convida a um passeio pelo capítulo 5 do livro Evangelho Segundo o Espiritismo, que é do intitulado Bem-aventurados os Aflitos e em que é muito falado e esclarecido sobre as aflições. E aí eu quero destacar especificamente a o item quatro, em que ele fala das causas das aflições, das causas atuais das aflições. O evangelho, nesse item, ele nos chama um pouquinho a atenção para a responsabilidade que cada um de nós tem perante as coisas que acontecem nas nossas vidas. Nesse caso, em relação a precisamente o nosso contexto, em relação às coisas que acontecem que nos causam as aflições, né? Como o próprio Introdução aqui do Anacleto nos propõe, por que que eu sofro? Por que que eu tenho dificuldade? Será que ele se esqueceu de mim? E eu falo esta questão da responsabilidade que nós mesmos temos, não para gerar um sentimento de culpabilização, mas muito pelo contrário, e sim para provocar aquele sentimento e noção de maturidade. maturidade espiritual, maturidade moral, maturidade emocional, ela nos faz entender as coisas de uma outra forma e colocar nós no centro da nossa responsabilização de uma forma saudável, longe dos mecanismos da culpa, certo? E aí, por que que eu acredito que isso é importante de nós trazermos paraa nossa
a forma e colocar nós no centro da nossa responsabilização de uma forma saudável, longe dos mecanismos da culpa, certo? E aí, por que que eu acredito que isso é importante de nós trazermos paraa nossa reflexão? Porque quando a gente trabalha também a nossa matidade, intimamente isso está ligado ao domínio do nosso orgulho, também da nossa vaidade, também do nosso egoísmo e de tantas outras arestas, vamos dizer assim, que nós todos carregamos dentro de nós, mas que muitas vezes deturpam a nossa visão sobre nós mesmos, sobre o mundo e até sobre Deus. Tem uma outra coisa que eu gostaria de acrescentar, né? Ele fala: "Por que eu por que eu sofro? Porque tenho dificuldades". Que são pensamentos, né? Reflexões, indagações que é comum muitas vezes de nós termos em alguns momentos das nossas vidas. Mas tem uma coisa que eu aprendi na minha casa, que é também se perguntar o para que, né? Quando a gente se pergunta para que, muitas vezes a gente traz um outro olhar um pouco mais investigativo e também brando paraas coisas que acontecem conosco. Por quê? Porque isso já exercita a nossa confiança em Deus. Uma vez que a aflição, ela passa a ser revelada como um caminho, como uma professora, como uma escola, como uma oportunidade, certo? e não como um castigo, não como uma punição. E a base disso é Deus, que é soberanamente bom e soberanamente justo. E aí ele continua aqui no segundo parágrafo. A verdade, vós é que vos esquecestes dele, quando descumpristes os seus mandamentos, quando não amastes o vosso companheiro de jornada, quando deixastes de perdoar aquele que vos ofendeu, quando não fostes suficientemente pacientes para aceitar os reveses, as dificuldades, quando deixastes de agradecer tudo que ele vos tem propor, quando enfim vos colocastes em primeiro plano, esquecidos dos deveres de humildade e simplicidade que deveriam aproximar-vos dos planos divinos. E aí, meus amigos, eu gosto de dizer que na verdade a gente, né, ele fala, na verdade vós aqui esquecestes dele. E eu
deveres de humildade e simplicidade que deveriam aproximar-vos dos planos divinos. E aí, meus amigos, eu gosto de dizer que na verdade a gente, né, ele fala, na verdade vós aqui esquecestes dele. E eu acredito que até que não, que a gente não se esqueceu de Deus, até porque muitas vezes quando as coisas dão errado nas nossas vidas, Deus é o primeiro com quem a gente quer brigar. Então, nós nos não nos esquecemos dele. Vamos colocar dessa forma provocativa pra gente refletir, né? Mas o que que acontece? a gente esquece, o que nós esquecemos muitas vezes é da essência divina. E esta essência divina tá pontuada nesse segundo parágrafo dessa lição, do nosso tema de hoje, que é os ensinamentos de Jesus, inclusive, que estão a essência de bondade e dos valores e das virtudes que nós temos dentro de nós. Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus, ou seja, a essência divina habita em nós. E as nossas almas, elas têm atributos divinos: inteligência, vontade, consciência, capacidade de amar, de criar. E isso é reflexo direto dessa essência que em nós habita e que nós refletimos e que faz parte de nós e que nós somos. Então aqui nesse nesse segundo parágrafo, ele tá nos puxando paraa ação, paraa prática, paraa conduta. E Deus para isso, né, para nos ajudar nisso, na tarefa da prática, da conduta, do dia a dia, da gente colocar a nossa essência, da gente fazer ela transbordar em nós, ele nos mandou um exemplo maravilhoso há mais de 2000 anos atrás. Jesus que nos consola, que nos ampara, que nos dá ânimo a todo momento, mesmo quando a gente não tá enxergando isso, não tá acreditando isso, não tá sentindo isso, por quê, né? Por que que não, muitas vezes nós não estamos ali vendo, a gente volta lá no que eu falei sobre a responsabilidade e também sobre a maturidade, principalmente a maturidade, porque quando a gente é maduro, a gente também passa ou quando estamos exercitando a maturidade, a gente começa a ficar mais receptivo, a realmente compreender as coisas ao nosso redor
e a maturidade, porque quando a gente é maduro, a gente também passa ou quando estamos exercitando a maturidade, a gente começa a ficar mais receptivo, a realmente compreender as coisas ao nosso redor como elas realmente são e são cheias de amor, porque esta [limpando a garganta] é a essência divina. Deus que criou tudo isso aqui, ele que é puro amor, pura misericórdia. Então, que que acontece? A gente muitas vezes aqui se esquece desta nossa essência divina, né? E a gente tem dificuldade de praticar, como ele fala, vós que se esqueceis dos ensinamentos, de serem práticos no dia a dia das virtudes, ficam pensando nas dificuldades, culpam a tudo sobre tudo que acontece nas vossas vidas. E Jesus, né, falando do exemplo dele, o que que ele tem? Tudo de bom, claro. Mas, especificamente eu quero ressaltar uma outra coisa que eu trouxe para nossa, para juntar com essa linha da reflexão, que é eh o mesmo ponto também que foi abordado nessa lição 130 do livro Pão Nosso, que eu li no início, mas também que está no capítulo 6 do Evangelho Segundo Espiritismo, intitulado Cristo Consolador, o julgo leve. E eu vou ler para vocês um trechinho do item dois do livro Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 6, O Cristo Consolador, na passagem sobre o julgo leve. Ele fala: "Todos os sofrimentos, misérias, decepções, dores físicas, perda de seres queridos, encontram sua consolação na fé no futuro, na confiança, na justiça de Deus que o Cristo veio ensinar aos homens. sobre aquele ao contrário, que não espera nada depois desta vida ou que duvida simplesmente, as aflições se abatem com todo o seu peso e nenhuma esperança vem suavizar-lhe a amargura. Eis o que Jesus, Eis o que levou Jesus a dizer. Vinde a mim todos vós que estais fadigados e eu vos aliviarei. Tendo lido isso, a gente já consegue trazer aqui o terceiro capítulo, terceiro parágrafo, perdão, da lição que nós estamos estudando hoje. Ela fala: "Isto não seria tudo. Muitas outras coisas vos distanciam de Deus, como o apego exagerado aos bens materiais, a
capítulo, terceiro parágrafo, perdão, da lição que nós estamos estudando hoje. Ela fala: "Isto não seria tudo. Muitas outras coisas vos distanciam de Deus, como o apego exagerado aos bens materiais, a omissão da prática da caridade em todos os sentidos. E, por isso, deixais de permitir que os benefícios de Deus vos alcancem. é porque criais uma barreira, um entrave, a que a vontade divina vos atinja, vos distanciando cada vez mais daquele ideal de perfeição, que é a meta de todos os espíritos. E no capítulo, no parágrafo seguinte, ele fala também: "Meditai, pois, nos convidando para a meditai, pois profundamente, refleti sobre os textos evangélicos, atendei aos apelos dessa mensagem sagrada que vos ensina a melhor regra para viver bem e receber de Deus e dos seus prepó tudo que ele tem para vos oferecer em profusão. Ou seja, a vida não é uma barganha, ela é uma oportunidade. E por que que eu falo isso? Porque muitas vezes vale a gente pensar qual é a expectativa que eu tenho de Deus? A gente se pega nisso. Por quê? Porque a gente quer brigar com ele, porque a gente quer brigar com as coisas que às vezes estão acontecendo conosco, porque a gente tem um olhar perante as coisas que nos são apresentadas para nós vivermos, para nós exercitarmos, como que eu falei antes, como injustiça, como punição. Ah, não deveria acontecer isso comigo, porque eu isso, porque eu aquilo, eu faço tudo muito bem, eu cumpro com isso, cumpro com aquilo e tudo bem. Nós podemos muitas vezes estar cumprindo com tantas coisas que nós continuamente fazemos, graças a Deus fazemos. Mas a vida, meus irmãos, não é uma barganha. Não é uma barganha com Deus. Ela é uma oportunidade. E aí uma oportunidade pra gente exercitar tudo isso. Exercitar principalmente partindo do nosso referencial, que é o nosso universo íntimo. O que tá se passando aqui dentro, o que tá se passando aqui dentro. E aí eu até até falo, ajuda-te que o céu te ajudará, né? Que tá lá no capítulo 25 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Que que isso
. O que tá se passando aqui dentro, o que tá se passando aqui dentro. E aí eu até até falo, ajuda-te que o céu te ajudará, né? Que tá lá no capítulo 25 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Que que isso pressupõe? Trabalho, ação, conduta, uma fuga, uma um distanciamento a postura passiva perante a vida. Não. Nós somos os protagonistas das nossas histórias. Então, como é que a gente assume o nosso papel com brilhantismo para o qual nós fomos destinados a viver, destinados a alcançar? Todo mundo, todas as histórias, todas as dificuldades, tudo que acontece com cada um tem um propósito, é sagrado. Por quê? Porque todos nós somos filhos amados de Deus, seres divinos, seres sagrados, seres dignos de todo o amor do universo. E aí, como eu falei, isso é um um convite ao trabalho, ao trabalho íntimo. Por quê? Porque a nossa transformação, ela nos leva ao crescimento e o crescimento nos leva ao propósito final, né? que é, como eu gosto de dizer aqui, tá aqui na no no roteiro que eu tô seguindo, que eu planejei paraa nossa harmonização, a glória da perfeição divina. Porque hoje nós temos aí uma perfeição relativa, né, podendo dizer dessa forma, nós estamos caminhando e quando a gente faz o trabalho, busca se avaliar constantemente, não no sentido de novo autocrítico, levar pro extremo. Nós devemos fugir dos extremos. Quando a gente fica nos extremos, ou é tudo, ou é nada, ou é oito, ou é 80, muitas vezes a gente tá sendo escravo, escravo do nosso orgulho, escravo do nosso egoísmo, da nossa vaidade. Então, a gente pode buscar o caminho do meio, um caminho mais brando, um caminho em que nós nos colocamos sinceros e honestos perante a vida, compreendendo sim todas as nossas faltas, falhas e lacunas, mas entendendo que tudo que a gente conquista cada dia é tão importante, aliás, até mais importante do que aquilo que tá ali gritando de dentro de nós como um grande buraco existencial. OK, todos temos, isso nos iguala, mas o esforço diário, o pouquinho que a gente coloca, nos aproxima de Deus. Por quê? Porque nos
ue tá ali gritando de dentro de nós como um grande buraco existencial. OK, todos temos, isso nos iguala, mas o esforço diário, o pouquinho que a gente coloca, nos aproxima de Deus. Por quê? Porque nos aproxima de nós, né? E nós, como a própria Joana fala no início, né? Eu vou até repetir a citação da Joana que ela fala. Em a natureza encontramos a obra de Deus e a imagem dele manifestada em todas as coisas. Então, quando a gente se aproxima de nós mesmos, do que tá se passando conosco no mundo íntimo, a gente tá sim se aproximando de Deus, tá se aproximando dessa essência divina que nos habita e que nos indica o caminho e que nos alivia também muitas vezes junto com Jesus, né, que é o maior amigo que a gente poderia ter recebido de Deus, um grande presente. E aí, que que a gente faz, né? Com a gente faz o que não, como a gente faz esse trabalho, né? Como eu tenho dito, um exercício ali diário. Por quê? Porque vem o ponto adicional que eu já tô abordando aqui conosco na nossa reflexão, que é o distanciamento de nós mesmos, a desconexão que a gente muitas vezes tem conosco. E aí o título do recado do Anacleto é: O que nos distancia de Deus? E aí a reflexão que eu quero adicionar é o que nos distancia de nós mesmos, dessa nossa essência divina que é puro amor, pura luz e pura potencialidade de tantas virtudes que muitas vezes estão ali inertes dentro do nosso coração. E aí eu faço a pergunta: o que que você anda fazendo ou deixando de fazer para estar se distanciando de você mesmo e também de Deus? É aí que a gente começa na investigação íntima, naquilo que na maturidade, que eu falei bem no início, qual é a minha responsabilidade dentro das minhas atitudes, dentro da minha conduta, o que que eu ando fazendo ou deixando de fazer para que hoje eu esteja experimentando essas dificuldades ou essas dores ou estes problemas? Onde é que tá a minha parte nisso? Porque como eu falei, nós não somos, o convite não foi para sermos passivos perante a oportunidade que é viver, não.
dificuldades ou essas dores ou estes problemas? Onde é que tá a minha parte nisso? Porque como eu falei, nós não somos, o convite não foi para sermos passivos perante a oportunidade que é viver, não. Pelo contrário, é pra gente pegar realmente as redes da vida e escrever o roteiro da nossa história, mas escrever também cenas extras, né? colocar ali os momentos de superação, os momentos em que a gente conseguiu se vencer um pouquinho. E muitas vezes a nossa desconexão de nós mesmos também vem daquela afastamento que a gente tem, do propósito que nós mesmos fizemos para nós quando a gente veio aqui, quando a gente encarnou mais uma vez, porque na doutrina nos explica, né, que nada é acaso, nem a tua vida é acaso, nem o teu caminho é acaso. E até as coisas que vão te acontecendo seguem sim um plano que você antes de vir concordou em realizar. Então, nós fomos lá e concordamos. Isso também não é fácil, mas às vezes quando as coisas estão difíceis para mim, eu confesso para vocês que eu penso assim: "Bom, a Lívia daquele momento da assinatura do contrato acreditava que a Lívia do futuro que iria reencarnar e passar por tudo isso aqui daria conta disso." Então eu tô falando da minha crença em mim mesmo, crença que nós temos em nós, que nós devemos ter em nós, da confiança naquilo que a gente avaliou que nós seríamos capazes de fazer. E claro, a gente sabe também estudando a doutrina que em várias histórias, romances e também alguns livros doutrinários que muitas vezes nós não conseguimos cumprir com todo o nosso planejamento reencarnatório, mas tudo bem de novo, não é uma barganha, né? não é do não é uma negociação do quanto eu consegui atingir e chega lá e tem uma prova e bom, vamos passar aqui um relatório, porque isso, pessoal, não é que não importa, mas o que que verdadeiramente importa? O que que ilumina o nosso caminho? Principalmente de dentro para dentro, é a luz que a gente acende aqui, ó, no nosso peito, no nosso coração, que transforma tudo que tá à nossa volta. E
ente importa? O que que ilumina o nosso caminho? Principalmente de dentro para dentro, é a luz que a gente acende aqui, ó, no nosso peito, no nosso coração, que transforma tudo que tá à nossa volta. E o Anacleto falou, né? Ele fala assim: "Quando você se distancia de Deus, você até dificulta que muitas vezes você receba a ajuda divina que tá ali, tudo que Deus tem para te oferecer, tudo que ele planejou paraa sua vida". E aí eu penso nisso e trago da seguinte forma: quantas vezes a gente realmente não se enterra e não entra em desesperação, como foi usada a palavra lá no livro Pão Nosso, não entramos em desesperação, em ansiedade, a gente se deixa dominar. por todos os sentimentos que nos tiram do eixo, acreditando que aquilo é a nossa realidade e que a gente tem que ter controle absoluto de tudo o tempo inteiro, tá aí na nossa cara, no distanciamento de Deus. Por quê? Porque se a gente acredita nele soberanamente bom, soberanamente justo, puro amor, pura misericórdia, vamos deixar ele controlar para nós aquilo que nós não podemos controlar. Vamos entregar ao universo e assim a gente fica mais leve, que é também o convite de Jesus do julgo leve. Ele fala: "Vinde a mim, pois o meu julgo é leve". E muitas vezes a gente tá, a gente mesmo tá criando dificuldades e camadas ali que não precisavam estar. Às vezes até imagino Jesus falando assim: "Nossa senhora, mas olha ali, não precisava de tudo isso aqui, ó, comigo é tão mais leve e é a gente ser bom, a gente praticar virtudes como indulgência, paciência, compreensão, perdão, nem sempre é fácil. Depende, né, de tantas coisas ali, são tantas histórias com tantas implicações, mas é leve. Por quê? Porque o nosso coração, o nosso espírito se conecta com a nossa essência de luz divina quando a gente pratica isso. E aí a gente se sente mais leve e consegue muitas vezes sim quando a gente sai dessa confusão mental que a gente cria, que inclusive cria um campo em volta de nós que sim impede que a ajuda chegue, não porque ela não está
mais leve e consegue muitas vezes sim quando a gente sai dessa confusão mental que a gente cria, que inclusive cria um campo em volta de nós que sim impede que a ajuda chegue, não porque ela não está ali, mas porque nós mesmos estamos bloqueando, né, com uma série de ruídos mentais, emocionais que nós alimentamos ao longo do dia a dia, também por questões da psiqu que de cada um que é complexo, né? Nós temos aí vidas e vidas para nos trabalhar, para nos desenvolver e para conseguir nos centralizar. Mas aí fica então eh as minhas o meu convite, né? Aqui as minhas perguntas. Eu coloquei: "Você está se respeitando? Está se amando, tendo paciência com você mesmo, sendo compreensivo contigo, indulgente?" Ah, super estou. Se você super está, deixa aí nos comentários também o uma dica para mim, que eu de vez em quando sofro bastante. Mas se você não estiver, faça essa análise. Faça essa análise. Você está sendo assim com você mesmo? Porque quando a gente faz análise e é sincero e honesto conosco perante a vida, a gente sai um pouco da ilusão e abre realmente a gente tira um véu que bloqueia a nossa visão sobre todas as possibilidades que nós temos para nós mesmos perante a vida, perante as nossas histórias e perante o propósito maravilhoso e sagrado que cada um de nós tem, pois todo mundo é importante, especial para todo o universo. Então, vamos exercitar isso daí em primeiro lugar, um pouquinho de cada vez. Hoje pensa em algo que você possa exercitar, não sentido autocrítica muito pesada, né? Não, não, não leve pros extremos. O que que hoje você pode fazer um pouquinho melhor do que ontem? Onde eu posso ser um pouquinho mais leve do que eu fui ontem? E como é que eu vou poder ser melhor amanhã? Tudo bem, [limpando a garganta] amanhã deixa para amanhã. A gente vive o hoje. Então, vamos transformar o nosso dia, a nossa vida um minutinho de cada vez, pensando, trazendo a consciência pra gente sair dos automatismos que nos aprisionam nesses estados adoecidos. E vamos em frente com
amos transformar o nosso dia, a nossa vida um minutinho de cada vez, pensando, trazendo a consciência pra gente sair dos automatismos que nos aprisionam nesses estados adoecidos. E vamos em frente com amorosidade para que a gente ame a nós mesmos. E assim, aprendamos na prática ali no empirismo, como é que a gente pode também amar o próximo, que daí a gente vai tá mais apto para isso, primeiro praticando conosco. E a mensagem do Anacleto no final ele diz a última frase: "Jesus esteja convosco." E eu desejo isso também para todos vocês que acompanharam, também como desejo para mim. Muito obrigada a todos vocês e até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada.
ar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e [música] a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.
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