O QUE HÁ DE MELHOR NUMA PESSOA? Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer ser de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando. Boa tarde, queridos irmãos, irmãs presentes, bem como aqueles que nos vem, que nos ouvem através da TV Rádio Comunhão Espírita de Brasília. Sejam todos bem-vindos. Muita paz no coração de todos. Aqui estamos mais uma vez para trazer uma mensagem de conforto e de amor aqueles que buscam a doutrina dos espíritos. Então, que todos se encontrem em paz, em sintonia, em prece silenciosa, dirijam-se à espiritualidade, rogando proteção, não só para si, mas para todos aqueles que estão à nossa retaguarda. Hoje nós elegemos como tema da tarde de hoje, o que há de melhor numa pessoa? Será que nós temos algo de bom dentro de nós? Evidentemente, olhando na intimidade da alma, nós responderíamos que sim, que na realidade não somos pessoas mais, mas somos sim ignorantes. Ignorantes de quê? De conhecimento, de não saber verdadeiramente o que somos nós agora como personalidades reencarnadas. nesse plano terreno. Então, essa é uma questão primordial, sabermos quem somos, porque estamos aqui, qual é o nosso objetivo, o que pretendemos alcançar? Será que estamos numa jornada de lazer, né? sentirmos os bens do mundo físico, material, que nos proporciona tanto alegria ou temos objetivos mais profundos na jornada terrena. É, portanto, o que pretendemos responder a essa indagação, a essa pergunta: o que há de melhor numa pessoa? E aí Kardec, é em lúcida sentença, eh, nos traz uma reflexão profunda quando ele fala o seguinte: "Os homens semeiam na terra o que colherão na vida espiritual, os frutos da sua coragem ou da sua fraqueza." Isso é uma realidade. Kardec sabia perfeitamente a nossa condição de indigentes espirituais. Sabia mais do que ninguém, o codificador, que nós ainda estamos submetidos aos processos gravantes de um mundo de expiações e provas. sabia as sobejas que nós ainda não estávamos libertos das nossas mazelas morais. Daí, por ele afirma que
or, que nós ainda estamos submetidos aos processos gravantes de um mundo de expiações e provas. sabia as sobejas que nós ainda não estávamos libertos das nossas mazelas morais. Daí, por ele afirma que nós colheríamos ah os frutos na vida espiritual, ou seja, após após o nosso desencarne, os frutos da nossa coragem, ou seja, das nossas virtudes, da nossa consecução em relação aos processos que nos cabe realizar, compromissados que estamos com as esferas superiores da vida. Portanto, é bom, lembrete, não esquecermos que estamos dentro de uma jornada de aprendizado terreno. A, o planeta Terra é um educandário para almas imperfeitas, almas ainda que transitam sobre o guante da dor e do sofrimento. Então, façamos reflexões iniciais, porque a doutrina passa pelo crio dessa questão. Ah, o que há de melhor numa pessoa? Então, a doutrina realça que o melhor de uma pessoa se manifesta através do seu desenvolvimento moral e a sua capacidade de praticar o bem. O que é praticar o bem senão a caridade? Quando abrimos o Evangelho Segundo o Espiritismo, nos deparamos com uma sentença lapidar. fala assim: "Fora caridade não há salvação. Não fala fora das religiões, não fala fora da religião espírita, não fala sobre religião, fala sobre caridade. Por que será que com lúcidas reflexões o evangelho diz que fora da caridade não há salvação? Porque ela está ao alcance de todos, independe do nosso grau, do nosso processo evolutivo, da nossa capacidade, capacidade até de entender a vida espiritual. Não depende de religião, não depende da nossa quantidade de dinheiro que podemos ostentar. Logo, a caridade significa que ela está ao alcance de todos, do pobre, do rico. Podemos fazê-la através de um bom conselho, de um sorriso. Podemos fazê-la de mil formas e não necessariamente através do v metal que acreditamos resolver todas as questões. E muitas vezes quando somos procurados, somos procurados para dizer da nossa, do nosso carinho, da nossa tolerância, né? Isso que alguém espera talvez de nós e não
editamos resolver todas as questões. E muitas vezes quando somos procurados, somos procurados para dizer da nossa, do nosso carinho, da nossa tolerância, né? Isso que alguém espera talvez de nós e não aquela mão cheia, né, de dinheiro para satisfazer as necessidades físicas, materiais, mas que não plenifica a criatura que busca o outro lado do consolo. Porque vivemos no mundo eh de ansiosos, de depressivos, de pessoas que lutam e que hoje mal se conversam, mal se falam, porque existe outros outras coisas mais urgentes do que falar, do que conversar, do que dialogar. Estamos hoje eh emantados através dos mecanismos da ciência avançada e vamos colocando do lado as nossas relações amorosas, enfim, deixamos de ser mais humanos, de nos humanizarmos para nos entregarmos, infelizmente, aos processos mais avançados da tecnologia, esquecendo a nossa finalidade, o nosso fanal, o objetivo primordial, que é a nossa espiritual. Ora, e para atingirmos e descobrirmos o que há de melhor em nós, isso envolve transformação moral. Não há outra mudança, não há outro caminho, né? o domínio das mais inclinações e a prática da caridade do amor ao próximo. Tá aí a equação que nós precisamos entender, que temos que desenvolver e que identifica o verdadeiro espírita diante dos processos desafiadores da vida que o convoca a mudar, sair daqueles velhos e antigos vícios e penetrar num mundo que ainda não domina, que é o mundo espiritual, a vida espiritual que está toda embasada, sustentada nos processos amorosos. Amamos pouco", disse com rapidez e profundidade a querida instrutora Joana de de Angeles, quando perguntada o porquê do sofrimento humano, o porquê dos conflitos que defrontamos no mundo contemporâneo, ela não hesitou em afirmar falta de amor. Então, significa que amamos pouco e que precisamos amar muito. No entanto, o roteiro libertador preconizado pelo mestre Jesus está todo embasado no amor quando ele dita a lei maior ao afirmar: "Ame ao próximo como a ti mesmo". E um mandamento maior do que
muito. No entanto, o roteiro libertador preconizado pelo mestre Jesus está todo embasado no amor quando ele dita a lei maior ao afirmar: "Ame ao próximo como a ti mesmo". E um mandamento maior do que este: "Ame a Deus sobre todas as coisas, com todas as suas energias, com toda a perseverança que você pode alcançar". Então, o pilar do roteiro libertador libertador do neófito aprendiz que se filia às correntes libertadoras da doutrina espírita se sustenta em especial na transformação moral, que implica o quê? em esforços denodados, fortes, no sentido de podar as suas mais inclinações. Que mais inclinações são essas? São muitas. São muitas, mas o evangelho declina em especial o orgulho e o egoísmo como chagas principais da humanidade. Basta abrirmos o Evangelho de Jesus. E assim deixa claro, sem sofisma, sem mentiras, sem engodo, a necessidade de se aprimorar virtudes que estão latentes, que dormitam na intimidade da nossa alma. Ah, nós temos virtudes, evidentemente as temos, mas essas virtudes precisam ser lapidadas, porque isso não é dado. Embora tenhamos a chancela, a rubrica da do da assinatura divina na alma de cada um, porque Deus assim permitiu, nós precisamos desenvolvê-la, levando, portanto, ao fazê-la essa buscando essas virtudes, buscar o equilíbrio, né, e assim não nos submetermos a processos desequilibrantes, tão comuns na morada terrena. Então, a prescrição reiterada eh se estriba num esforço perseverante, constante, né? A espiritualidade nos concita a condutas diferente para alcançar o nosso objetivo final, que é a conquista da nossa liberdade espiritual fundada, estruturada no processo moralizante. Como vocês já perceberam, ah, há uma especial ênfase a questão da moralidade do ser. Porque se olharmos detalhadamente o contexto numa panorâmica, o que acontece no mundo de hoje, veremos que a humanidade padece profundamente dos processos da moral. Não temos como refutar esta afirmativa. Então, podemos sustentar a nossa caminhada no exemplo, no paradigma, que
no mundo de hoje, veremos que a humanidade padece profundamente dos processos da moral. Não temos como refutar esta afirmativa. Então, podemos sustentar a nossa caminhada no exemplo, no paradigma, que é o Mestre Jesus. amor irrestrito ao próximo e a secundá-lo, evidentemente, a prática da caridade, porque ninguém ascende aos processos superiores da vida sem amar o próximo, que é o nosso baloarte, é o nosso caminho. E ao fazê-lo, não podemos ouvidar que a caridade faz parte fundamental do nosso roteiro. Então, se queremos eh embasar o nosso caminho de evolução, devemos logo, fica evidenciado, colocarmos no lugar do outro. Por isso que é preciso amar o outro, porque não há outro caminho. Nós queremos ascender as esferas superiores da vida. Qual é o caminho? É o outro. O outro que deve ser tolerado, o outro que deve ser amado, o outro que deve ser perdoado, é entendido. Mas nós queremos ser entendido, mas não queremos entender o outro. Ora, se já ostentamos pequenas pequenos caminhos já do entendimento espírita hoje, agora, nesse instante nos colocarmos na posição de exemplo. Jesus foi exemplo para nós e nós podemos ser exemplo para os outros. um pequeno exemplo que seja, mas um exemplo. Então, a nossa conduta está a exigir mudança nas relações amorosa. Em resumo, a doutrina revela que o ser humano tem a capacidade de evoluir moralmente, praticar caridade e amar o próximo como a si mesmo. E ao fazê-lo, nos transformamos interiormente. E aí nos ligamos, nos há uma conexão com o mundo espiritual. Lá é que a nossa legítima morada, nós acreditamos, estamos no mundo, que aqui permaneceremos eternamente. Não, isso aqui é um mundo transitório, rápido e fugaz. A verdadeira morada é aquela que nós não constatamos visualmente. Está na quarta dimensão, que é o mundo espiritual que nos rodeia. É uma multidão que nos olha, que nos vê com detalhes, que nos analisa e que tira as suas conclusões. Da mesma forma que o fazemos quando olhamos por outro e inadvertidamente julgamos. Hã, também somos julgados quando o plano
lha, que nos vê com detalhes, que nos analisa e que tira as suas conclusões. Da mesma forma que o fazemos quando olhamos por outro e inadvertidamente julgamos. Hã, também somos julgados quando o plano espiritual olha para baixo e nos vê, procura as nossas mazelas, as nossas fragilidades. Então, a pergunta que não quer calar, a doutrina espírita melhora o ser humano? Sim. Sim. A doutrina com seus princípios e ensinamento busca aprimorar o ser humano. Que de que forma? Promovendo a sua reforma íntima. Quando a gente olha, abre as mensagens, fala-se muito transformação moral, reforma íntima, burilamento interior, tudo é a mesma coisa. Tá sempre enfatizando a necessidade dessa reforma. Isso se faz, evidentemente, não é a toque de caixa, isso é um processo que vai se aprofundando através do estudo, da prática da caridade. Olha a caridade de novo, e da busca pelo conhecimento. Então, a doutrina espírita oferece ferramentas para que cada pessoa possa evoluir espiritualmente e se tornar melhor. O espírita invariavelmente está acostumado a ouvir como a doutrina melhora aqueles que aportam como náufragos da tempestades morais. Mas como isso se dar? Como isso se dá? Como que a doutrina, nós já dissemos alguns caminhos, quais as condutas devem ser aprimoradas ao contatos com as revelações divina? Ora, de o ressalta o contexto espírito, os postulados espíritas, né? Há uma reflexão, mas nós, eu digo, a doutrina ela emerge, ela surge num século onde campeava a ideia do positivismo, né? A humanidade estava impregnada da dessa ideia e então afastou a ciência da religião. Hoje, como é que a doutrina vê esse processo? Como a doutrina melhora o ser humano? Através do caminho do autoconhecimento. Precisamos nos conhecer. Será que nos conhecemos verdadeiramente? Não. Sócrate já a época da Grécia antiga, dizia: "Conhece-te a ti mesmo"? Dizendo com clareza. E essa ideia dele foi tão revolucionária que ele foi punido pela pela a comissão penal, vamos dizer, da época da Grécia, a tomar-se
Grécia antiga, dizia: "Conhece-te a ti mesmo"? Dizendo com clareza. E essa ideia dele foi tão revolucionária que ele foi punido pela pela a comissão penal, vamos dizer, da época da Grécia, a tomar-se porque ele não se deu por vencido. Ele questionava, ele buscava a verdade. E no disse Jesus: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. O significa que esse é um fanal, é o desiderato, é o objetivo do ser humano, é conhecer a verdade. E conhecer a verdade implica em conhecer-se a si mesmo. Nós pouco conhecemos de nós mesmo. Então a pergunta é: como se tornar uma pessoa melhor? Allan Kardec Kardec responde a questão ou respondeu essa questão. Aquele olho Kardec diz, aquele que se esforça seriamente para se melhorar, assegura para si a felicidade já nesta vida. Já nesta vida. Or, eu posso ser feliz? Kardec afirma que sim. Deixe que se esforce seriamente. Não é um esforço assim frágil, é um esforço denodado, um esforço realmente severo em busca da sua felicidade. Então ele tá dizendo para todos nós já a sua época que isso está embasado na sua transformação moral como forma de alcançar felicidade na vida presente. Porque quando a gente vê as mensagens espírita, pensa, por exemplo, nas bemaventuranças, que quando fala bem-aventurado, ou seja, os felizes, remete, porque Jesus fala: "Herdarão a os céus, herdarão a vida eterna, herdarão, portanto, algo que aconteceria, porque o verbo está no futuro, tá remetendo lá para adiante." No entanto, quando abrimos as mensagens espíritas, sempre está enfatizando a necessidade de sermos felizes agora, de construirmos a nossa felicidade agora, porque o passado, como diz a própria, o significado da própria palavra, já passou. Passou, não tem como retornar. Então, não vamos nos culpar nos colocando dentro de um processo horroroso de cobrança. Vamos entender se houve um equívoco, se houve um erro. Ah, sim, isso aconteceu. O que eu posso fazer agora é melhorar a partir de agora, ser feliz agora. A felicidade relativa que afirma existir por parte da
ntender se houve um equívoco, se houve um erro. Ah, sim, isso aconteceu. O que eu posso fazer agora é melhorar a partir de agora, ser feliz agora. A felicidade relativa que afirma existir por parte da doutrina espírita. Não é aquela felicidade sem mescla, porque o sofrimento e a dor são inerentes à conduta humana. Não há como caminhar sem ser eh eh importunado. Nós seremos todos os dias temos problemas para resolver. Alguém atravessa o nosso caminho e nos desafia, desafia a nossa paciência, a nossa tolerância, o nosso amor. O que queremos que as coisas aconteçam sem que sejamos desafiados? É um tanto difícil de entender essas coisas. Então, existe um caminho transformador, a prática reiterada das lições renovadoras de Jesus, materializada sem sem contestações pelos postulados espíritas. Portanto, é esforço pessoal e intransferível de cada um de nós. Eu quero ser feliz, mas eu quero num toque de caixa como que por milagre ao pedido inoportuno que fazemos em relação porque em relação à felicidade, porque eu estou sofrendo, mas eu quero ser feliz. E a felicidade deve sair, eclodir, acontecer sem que eu me esforce, sem que eu lute para conquistá-la, não acontecerá. Quem penetra nas lições da doutrina espírita deve estar adestrado para entender que o sofrimento faz parte. faz parte não porque Deus o quis ou porque Jesus ensinou, é porque nós somos espíritos, somos obras inacabadas, imperfeitas, espíritos inclinados à prática do mal. Ainda há em nós um sentimento atávico, animal que ainda emerge. Uma vez provocado, há resquícios de animalidade dentro de nós. Ah, mas eu não reajo. Reage sim, de forma intempestiva diante de processos dolorosos ou de uma agressão injusta a algo que nós nem sequer imaginávamos. Nós vamos perpetrar certas situações que, para nossa surpresa, nossa perplexidade, constataremos que o fizemos e e perguntaremos: "Mas como pode?" Mas nós fizemos. Portanto, a busca da felicidade não é passiva. Ela tem que ser acionada. Ela está dentro de nós, mas ela precisa ser
e, constataremos que o fizemos e e perguntaremos: "Mas como pode?" Mas nós fizemos. Portanto, a busca da felicidade não é passiva. Ela tem que ser acionada. Ela está dentro de nós, mas ela precisa ser mexida lá no âmago da nossa alma. É um processo ativo de melhoria contínua e nós colheremos os frutos desses esforços em termos de paz interior e de bem-estar já nessa vida. Portanto, é uma visão diferenciada da ideia de que a felicidade é algo que virá. Ah, eu tô aqui. Um dia eu serei feliz. Não, acordem. É agora, é nesse instante que eu posso ser feliz. Por que postergar? Imaginar que a felicidade é algo quimérico, algo que está lá além quando ele está aqui agora, porque não está fora de mim, está dentro de mim. Entenderam? Não se busca a felicidade no outro. nas coisas, porque a felicidade é algo pessoal, personalíssimo, emana do nosso ser. Quando identificamos com a divindade, com o divino, quando a nossa consciência amplia, que saiu daqueles primórdios da inconsciência, tomamos consciente e entendemos porque Deus gravita ao redor de nossas vidas. Quando entendemos Deus em nós, não há mais cobrança, não há mais medo, não há ansiedade, não há depressão, há amor. E o amor nos inunda a alma e nós saímos daquele estágio horroroso de perspectiva, acreditando numa bengala que virá nos ajudar. Que bengala é essa? O auxílio do plano espiritual tem que estar toda hora tocando, porque nós já não entendemos isso de há muito tempo. Bom, o mérito da resistência ao mal é o que precisamos ter. Há um mérito nisso, a busca pela verdade. Quando buscamos, nós estamos vivendo, nós estamos resistindo ao mal. Nós estamos dizendo para nós mesmos: "Eu tô querendo ser feliz. Eu tô buscando a verdade. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim". Ora, Jesus é perempitório, é claro, incisivo, não há dúvidas quanto o caminho. E ele diz que a verdade está com ele e toda vez que se manifestou disse: "Meu pai falou, meu pai disse". Então é a afirmativa. É afirmativa nessa jornada
ro, incisivo, não há dúvidas quanto o caminho. E ele diz que a verdade está com ele e toda vez que se manifestou disse: "Meu pai falou, meu pai disse". Então é a afirmativa. É afirmativa nessa jornada personalíssima, o mérito da resistência ao mal. Superar tendências negativas e praticar o bem é que reside a conquista do ser. Hã, velhos hábitos, velhos vícios, eu tenho que resistir. Ué, então eu erro e justifico. Diz: "Ah, eu errei foi no momento de fraqueza". Não serve, não serve. Nós já estamos em outro estágio de entendimento. Isso é uma justicativa por Heril. e mostra o quanto nós somos imatursicamente. Toda vez que sofre, toda vez que queda, ah, mas eu, meu Deus, por que isso? Ai, ele chora, ele se lamenta, senta no no meio fio, começa as suas lamores, as suas lamentações. O que acresce? Nada. Absolutamente nada. Creiam, só depende de cada um de nós alcançarmos a felicidade. E o espiritismo leciona que o mal não é uma força externa irresistível, não é uma coisa externa, mas sim uma imperfeição inerente ao ser humano, que pode ser superada através do esforço pessoal e da busca pelo bem, ou seja, pela caridade. Não tá fora, está dentro de mim. O tal do mal. Ah, o mal eu fui contaminado. Alguém me disse isso e eu embarquei naquilo que ele falou. Ora, ora, ora. Chega de justificativa quanta infantilidade nossa a entender que toda vez que errar vou justificar culpando esse ou aquele. Culpe-se. Mostre-se, olhe-se no espelho e diga: "Eu sou esse que erra. Eu sou esse que toda vez que sou testado, eu sou um fracasso. Mas eu tenho condições. Já aí que a doutrina espírita entra. Mas eu tenho condição de ser forte. Eu posso ser forte. Eu quero ser forte. Então, a resistência ao mal é ato de vontade, é ato da nossa vontade, da nossa escolha, onde nós nos esforçamos para agir em consonância com as soberanas leis divinas. Ora, no roteiro libertador, você, irmão, que é estudioso, irmão, que estuda, é incentivado a buscar a verdade. E essa verdade não se dá numa existência.
r em consonância com as soberanas leis divinas. Ora, no roteiro libertador, você, irmão, que é estudioso, irmão, que estuda, é incentivado a buscar a verdade. E essa verdade não se dá numa existência. É uma jornada contínua de aprendizado através dos séculos. É a descoberta de si mesmo. Quantos personagens você agiu? Quantas dariam vários livros sobre nossas vidas? Portanto, nós somos exortados a estudar os postulado, a questioná-la, a refleti-la, a aplicá-la de uma forma amorosa e justa nas relações humanas, ao tempo em que nós buscamos nosso aprimoramento moral e intelectual. É uma jornada mediante, portanto, autoconhecimento. Conhece-te a ti mesmo. É a frase que não vamos esquecer a partir de hoje, que é uma frase dita de uma forma espetacular, extraordinária pelo filósofo da antiga Grécia, Sócrates. É uma jornada purificadora da prática, da transformação moral. É quando buscamos a nossa harmonia interior, é o caminho para a nossa evolução espiritual. E aí nos libertamos sem equívocos e nos aproximamos de um estado maior de equilíbrio e de harmonia. Então os homens semeiam na terra o que colherão na vida espiritual. Não tem. É isso que nós precisamos entender. Ah, eu tô sofrendo. Sofrendo muito. Ah, você tá sofrendo. Ah, tá certo, eu acredito. Mas o porquê de sofrimento? Já se questionou porque sofres? Porque se não questionar você não vai descobrir. Eu sou tão bom. Eu sou uma pessoa honesta, digna. Eu não faço mal a ninguém. Não faz agora, mas já fez. Tanto fez que tá sofrendo. Hã, é isso. Entendam. O sofrimento, se não é dessa vida, é de vidas passadas. Portanto, nada a reclamar. Ah, mas Deus me, Deus me con Não, Deus não é punidor. Deus não é sensor de ninguém. Eu sempre afirmo isso nas palestras. Deus não condena, Deus não absorve. Deus abençoa os as nossas conquistas. Imagine Deus condenando, sabendo de antemão que nós éramos espíritos aprendendo, iniciando uma jornada de simplicidade, ignorância. Como que Deus é esse que sabedor das nossas fraquezas nos pune,
tas. Imagine Deus condenando, sabendo de antemão que nós éramos espíritos aprendendo, iniciando uma jornada de simplicidade, ignorância. Como que Deus é esse que sabedor das nossas fraquezas nos pune, nos condena? Não somos nós. A consciência é muito forte, é um juiz severo. Na medida que evoluímos e aprendemos moralmente, a consciência se amplia e ao se ampliar cobra. E ao cobrar precisamos reparar, porque se não reparar entramos naquela sentença de Jesus. Devemos pagar seitil por seitil. Hum. Não tem como fugir. Não é Deus, é a lei. A lei é igual para todos. E nós precisamos entender. Semeadura livre, colheita obrigatória, lei de causa e efeito. O que fazemos? Colhemos. implica dizer que cada indivíduo tem livre arbítrio para agir, tomar suas decisões. Contudo, será responsabilizado pelas consequências de suas ações, tanto no plano material quanto no plano espiritual. Não se foge aos imperativos da lei. Então, nós escolhemos, nós fizemos escolhas. Livre arbítrio, livre agir, livre pensar. livre sentir. Olha só que coisa linda. Então, as consequências estão aí, sejam elas positivas ou negativas, são inevitáveis e precisam ser reparadas para quem as praticou. Portanto, concluímos em síntese que não há um sistema de punição divina, né? Porque lá no passado Deus castigou, Deus puniu, Deus fez isso. Coitado de Deus. Deus Deus fez tanta coisa ruim, mas essa é a ideia primária, atávica daqueles que ainda não entendiam a divindade dentro de si. Então era Deus. A justificativa nós não trazíamos, não assumíamos nossas responsabilidades. Portanto, cada pessoa é responsável por suas ações e escolhas e também pelas consequências nesta vida, quanto em futuras encarnações. Assim sendo, a lei da colheita obrigatória, oferece oportunidade de aprendizado e crescimento espiritual, pois as experiências negativas, as experiências negativas servirão como lições para evolução e evitar que a pessoa repita os mesmos erros. Entenderam? Ah, tô sofrendo. Vai sofrer mais um pouquinho, porque
as experiências negativas, as experiências negativas servirão como lições para evolução e evitar que a pessoa repita os mesmos erros. Entenderam? Ah, tô sofrendo. Vai sofrer mais um pouquinho, porque sofrendo parece que é um castigo, mas o sofrimento faz a gente parar e refletir, buscar novos roteiros, novos caminhos e ao fazê-lo, encontramos Deus na intimidade da alma. Então, aos espíritos cabe o cultivo das virtudes, que é vista como um conjunto de qualidades elevadas. que o ser humano desenvolve ao longo de múltiplas existências. Essas qualidades são adquiridas com o esforço em combater os vícios. As qualidades emergem quando combatemos os vícios, hábitos hábitos virtuosos, sendo a caridade considerada mais elevada dentre todas as virtudes por aqueles pel aquelas considerações que eu alinhei anteriormente. Ela independe religião, independe da fortuna, independe tudo. qualquer um de nós. Não precisa acertar na loteria, porque muitos acreditam que só pode fazer a caridade se tiver um saco de dinheiro e aí sim eu vou fazer caridade. Será bom? Então é primordial estendermos as mãos à caridade sem interesse pessoal. Fora da caridade de nossa voção, a doutrina enfatiza a relevância da caridade como caminho e instrumento para o progresso espiritual e evolução moral da humanidade. A prática da caridade se constitui um princípio universal que pode ser adotado por todos, porque independe das nossas religiões. Não importa, não importa. Trata-se de um convite divino formulado pelo mestre Jesus. A prática do amor e da solidariedade em relação ao próximo é o que há de melhor numa pessoa. A prática da caridade que possibilita sua exensão harmoniosa e sem nem e sem os traumas da consciência culpada. Que a paz do meigo Rab Galileia, o amorável Jesus, seja sempre em nossos corações. Sigam em paz. E agora nós estaremos na companhia do nosso irmão Ítalo, que vai eh levá-los ao que também vieram buscar, que é o tratamento, segundo tratamento, que é a a ministração do passe em todos
Sigam em paz. E agora nós estaremos na companhia do nosso irmão Ítalo, que vai eh levá-los ao que também vieram buscar, que é o tratamento, segundo tratamento, que é a a ministração do passe em todos vocês. Muito obrigado. Esperamos revê-los na próxima segunda-feira, se Deus assim o permitir. Obrigado pela paciência. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam
es, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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