O QUE É A VERDADE? - Patrícia Melo [PALESTRA ESPÍRITA]
👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
descer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Boa noite a todos e todas, meus queridos irmãos e irmãs que se encontram aqui presentes no salão da comunhão. Hoje, feriado, 1 de maio e muitos aqui vieram prestigiar esse nosso momento que é tão maravilhoso quando a gente tá aqui, né, nesse salão da comunhão espírita de Brasília. Em tempo também cumprimento aqueles que estão em casa nos assistindo pelas mídias da comunhão também ao vivo no feriado à noite. E fico muito feliz de que estejamos juntos onde quer que estejam aí em seus lares, em outras cidades até quem sabe em outros países. E também aqueles que nos assistirão a posterior em outros momentos, que essa palestra, que esses momentos aqui de reflexão nos calem profundamente a alma. e nos ajudem de alguma forma a enxergarmos as verdades espirituais com outros olhos que nos abram as nossas possibilidades de interpretação das verdades espirituais. Então, antes de iniciarmos a nossa nosso tema de hoje, o nosso estudo de hoje, convido a todos a fazerem uma prece juntamente comigo e para isso que fiquem o mais relaxadamente possível nos seus assentos, que fechem os seus olhos se quiserem, porque é apenas para zerarmos o contato visual com o que nos cerca e para que possamos juntos proferir uma prece do fundo da nossa alma, do fundo do nosso coração, pedindo nesse momento que os nossos espíritos amigos e protetores, nossos mentores espirituais, possam se aproximar de nós, trazendo-nos aquelas intuições, as as intuições que nos ajudam a solucionar questões da nossa vida íntima, das nossas dúvidas, das nossas dores, dos nossos questionamentos mais internos. Que esse momento de prece, de oração, possa elevar a nossa alma, o nosso
dam a solucionar questões da nossa vida íntima, das nossas dúvidas, das nossas dores, dos nossos questionamentos mais internos. Que esse momento de prece, de oração, possa elevar a nossa alma, o nosso espírito e possa nos conectar de forma mais verdadeira, mais pura e mais sincera com esses abnegados espíritos amigos que nos acompanham e que nos auxiliam nessa caminhada terrestre. Pedimos também aos mentores dessa casa que nos assistam enquanto aqui estamos, que derram nós os fluidos benfazjos, renovadores, encorajadores, para que possamos seguir a nossa jornada, levando junto conosco sempre muita fé, muita esperança no porvir e no amanhã. Pedimos também a ao nosso mestre Jesus que através das palavras, das leituras, das do que for dito aqui hoje, nós possamos enxergar-te, Mestre Jesus, enxergar os teus ensinamentos junto de nós. E assim, Mestre Jesus, com muita fé, com muita alegria por aqui estarmos, com muita gratidão na alma, nós dizemos graças a Deus e graças a Jesus. Então, meus queridos amigos, hoje vamos falar um pouquinho sobre a verdade e o título da palestra de hoje é o que é a verdade? Há um ditado popular que diz que existe a verdade, ela tem sempre três faces, três facetas. a minha verdade, a sua verdade e a verdade muitas vezes que não é nem a minha e nem a sua, é de quem está de fora da situação, do problema, quem não está envolvido com a questão, ou talvez quem olhe de outro prisma, de outra esfera, de eh quem olhe acima ou fora da questão. E é verdade, que é bem verdade, que nós todos eh interpretamos o mundo a partir das nossas experiências, das nossas vivências. E a partir disso, nós também eh começamos a enxergar algumas verdades que muitas vezes com a vivência, com a maturidade, com os anos de experiência, com o tempo que vai se passando, nós olhamos para trás e entendemos que aquilo que acreditávamos que fosse cegamente a verdade lá no passado, muitas vezes nós mesmos enxergamos que não era bem assim, que havia outras formas de enxergar, de ver
s para trás e entendemos que aquilo que acreditávamos que fosse cegamente a verdade lá no passado, muitas vezes nós mesmos enxergamos que não era bem assim, que havia outras formas de enxergar, de ver as situações. que não tínhamos olhado o todo, que tínhamos olhado apenas uma parte daquela daquela problemática, daquela crise, daquela situação na qual nós estávamos vivendo. Então, muitas vezes a verdade para nós nesse momento, se nós observarmos algum tipo de conflito, algum tipo de problema pelo qual estejamos passando, muitas vezes a forma como nós o estamos vendo não é a verdade absoluta. Isso na história da humanidade, né? Ou quando Cristo esteve aqui, nós conseguimos perceber claramente que as histórias contadas sobre eles, elas diferiam a partir da ótica daqueles que as contavam. Então, alguns viam o Cristo e o seguiam como um mestre, como alguém que tinha muito a ensinar, com quem eles tinham muito, muito a aprender, sobre humildade, sobre empatia, sobre amor. Outros perseguiam o Cristo porque enxergavam nele um impostor, uma fraude, alguém que não era a aquele que foi um dia prometido para vir e que eles esperavam ou esperavam de outra forma. Então, todas as verdades que nós carregamos dentro de nós, elas partem muitas vezes da nossa visão de mundo, da nossa maneira de buscar o que é a verdade e o que não é. Para eh exemplificar isso, Sócrates foi um filósofo que eh trabalhou muito essa questão da verdade. E ele dizia que a verdade é a base do conhecimento e é a base também da virtude, sendo o objetivo fundamental da vida. Então Sócrates buscava a verdade como uma base fundamental da vida. Ele acreditava que a verdade é objetiva e ela é também universal e que a busca pela verdade é essencial para a autocompreensão e a melhoria da sociedade. Então, enquanto nós não nos autoconhecermos, enquanto nós não conhecermos, não soubermos que é a base filosófica da doutrina espírita, inclusive de onde viemos, o que estamos fazendo aqui, para onde iremos, nós não evoluímos. Mas Sócrates traz essa
uanto nós não conhecermos, não soubermos que é a base filosófica da doutrina espírita, inclusive de onde viemos, o que estamos fazendo aqui, para onde iremos, nós não evoluímos. Mas Sócrates traz essa verdade, segundo várias óticas. Ele traz a verdade como conhecimento, ele traz a verdade como virtude. Então, é uma busca incessante por esse crescimento a partir do conhecimento e da virtude. E também ele fala da verdade interior, fala da verdade como um objetivo de vida. Isso aí estamos falando centenas de anos antes de Cristo, né, no através desses filósofos. Então, Sócrates, quando ele fala de verdade como um conhecimento, ele via a verdade como um conhecimento fundamental, distinto da mera opinião. Ele buscava definições claras e precisas das coisas, buscando a essência das ideias, como a definição de justiça, a definição de coragem e a definição de beleza. Ou seja, o conhecimento ele não parte daquilo que eu acho que é, não parte do achismo, não parte, por exemplo, da mera opinião de cada um de nós. Já a verdade, como na nuance da virtude, Sócrates acreditava que era também a verdade, a base da virtude. Quem conhece a verdade age de acordo com ela, que a que leva a uma vida justa e virtuosa. Para Sócrates, a ignorância é a causa do erro. Ou seja, se eu não conheço a verdade, eu me equivoco, porque eu não vou agir de forma nem justa, nem correta. Então, Sócrates, ele não se contentava apenas em ter opiniões, ele ele resistia, né, a apenas a ter opiniões. E ele queria realmente buscar um caminho para encontrar essa verdade, inclusive a verdade interior, se autoconhecendo. Então, a frase proferida, né, por ele, conhece-te a ti mesmo reflete, por exemplo, essa ideia e a verdade como uma um incansável, uma incansável busca, um incansável objetivo de vida. Então, para Sócrates, a busca pela verdade, pela virtude, é o objetivo principal da vida humana. A vida não refletida não vale a pena ser vivida, pois a falta de conhecimento leva a um vazio existencial para Sócrates. Então,
busca pela verdade, pela virtude, é o objetivo principal da vida humana. A vida não refletida não vale a pena ser vivida, pois a falta de conhecimento leva a um vazio existencial para Sócrates. Então, de uma maneira resumida, para Sócrates, a verdade, ela é um conceito central da filosofia e ele via a verdade como um conhecimento objetivo, uma base paraa virtude e o objetivo também fundamental da vida humana. A busca pela verdade era um processo contínuo de questionamento, de reflexão e de autoconhecimento. De questionamento, de reflexão e de autoconhecimento. Mas essa é a base teórica para Sócrates. Se a gente observa a verdade, eh, do ponto de vista, por exemplo, da conduta cristã, o que é a verdade para quem se diz cristão. E aí quando a gente fala de cristão, a gente tá falando das diversas eh religiões possíveis que t a mensagem do Cristo como uma mensagem modelo, né? como que tem o Cristo como modelo de conduta. No livro A agenda cristã, que é uma psicografia do Chico Xavier, né, ditada pelo espírito André Luiz, eles falam sobre essa conduta, o que é a verdade do ponto de vista eh da conduta cristã, o que se espera de nós. E é muito interessante porque muitas vezes essa verdade ela pode mudar de uma cultura para outra. Lá na época de Sócrates, de Platão, de Aristóteles, a verdade de conduta poderia ser uma. Ele fala aqui que se eu não conheço a verdade, eu erro e eu posso cometer injustiças. Mas qual verdade? Porque a verdade na época deles era uma. Hoje já com a a sociedade se modifica as condutas, a forma de ver o mundo, as leis que são todas falíveis e consequentemente mutáveis, melhoráveis. A única verdade que é imutável é quando a gente fala da verdade divina, da mensagem divina, das leis divinas. Essas sim não mudam, porque se Deus é perfeito, tudo que ele criou é obviamente um símbolo e sinônimo também dessa perfeição. Então, quando a gente fala das verdades das leis divinas, essas são imutáveis. Essa em qualquer qualquer tempo, em qualquer lugar, onde quer que nós nasçamos, em
olo e sinônimo também dessa perfeição. Então, quando a gente fala das verdades das leis divinas, essas são imutáveis. Essa em qualquer qualquer tempo, em qualquer lugar, onde quer que nós nasçamos, em qualquer cultura, essas leis divinas elas nos servirão como base na nossa vida. Então, quando a gente fala do da lei do amor, da justiça, do progresso, da lei de destruição, todas elas são leis imutáveis. Não importa quanto tempo passar, nós estamos sob essa essas leis, né? Nós estamos seguindo e devemos cada vez mais seguir o que são essas leis. Mas as leis dos homens, as condutas dos homens, elas são, depende da época, depende da cultura, elas são absolutamente mutáveis. E aí os espíritos nos revelam através de André Luiz qual é a conduta que nós devemos ter com relação à nossa conduta cristã. E se elas estão baseadas no Cristo, elas também são imutáveis. Então, o que é a verdade? Não do ponto de vista filosófico, como eu acabei de citar Sócrates, mas do ponto de vista de conduta moral e cristã, que é o que todos nós queremos e almejamos alcançar. Nós só estamos aqui reencarnados para aprendermos um pouco mais sobre essas condutas, para sairmos daqui espíritos que vivenciaram uma experiência material e com ela muito aprenderam. Concordam? Porque se eu venho à terra, passo uma temporada aqui e não aprendi muita coisa, eu fiquei aqui apenas comendo, dormindo, pagando as contas e eu parto depois de algumas décadas e vou embora sem ter evoluído moralmente, essa evolução, essa essa encarnação não não teve uma grande valia para o meu espírito. Mas se eu aqui, como nós e almejamos todos e tenho certeza que todos conseguiremos, se eu aqui passar uma vida compreendendo que eu sou um espírito eterno e que cada situação que acontece na minha vida, ela tem um objetivo e uma finalidade pedagogicamente, eh, que sirva para o meu crescimento. Tudo que acontece na nossa vida serve para nosso crescimento. Ainda que essa seja uma verdade que nós não consigamos ver dessa maneira quando
ade pedagogicamente, eh, que sirva para o meu crescimento. Tudo que acontece na nossa vida serve para nosso crescimento. Ainda que essa seja uma verdade que nós não consigamos ver dessa maneira quando nós estamos passando pela prova ou pela expiação, quando estamos passando pelas dores, pelos desafios da vida, convivendo com alguns desafetos, enfrentando alguns alguns desafios, nós muitas vezes não conseguimos enxergar essas provas, essas expiações como uma mola. propulsora paraa nossa evolução e pro nosso crescimento, mas elas sempre o são. Elas sempre nos ensinam algo. Com elas nós sempre saímos um pouquinho melhores quando nós estamos dispostos a enxergar qual foi o motivo dessa prova, qual foi o objetivo dessa prova, por isso? Para que eu passei por isso, o que isso quis me ensinar. Quando eu olho sob essa perspectiva, não há prova que não seja, não tenha sido, pelo menos, né, quando a gente consegue superá-la, algo positivo em alguma perspectiva na nossa vida. E na agenda cristã, como eu citei no capítulo 17, eles falam dessa conduta e eles falam: "O santo ele não condena o pecador, ele ampara-o sem presunção." Então, para muitas pessoas, viver aqui na terra é viver sobre a sua verdade, sobre a sua ótica, julgando as condutas que são diferentes da sua. Então, se eu tenho a minha forma de ver o mundo, se eu enxergo o mundo sobre dessa maneira, aqueles que não enxergam estão errados, eles estão equivocados e eu estou certa. A minha verdade é a que prevalece sob a ótica daquelas pessoas que muitas vezes estão na minha família, outras vezes estão no meu âmbito familiar. E sou eu que detenho essa verdade. Claro que a gente nunca enxerga que a gente tá sendo arrogante quando a gente quer que as coisas saiam do nosso jeito ou que as pessoas enxerguem as coisas como nós enxergamos. Nós estamos convictos muitas vezes de que nós enxergamos assim porque assim é que é o certo e a pessoa não enxerga assim porque ela está equivocada. Mas quando eles dizem aqui que aquele que segue uma conduta, na verdade, uma
tas vezes de que nós enxergamos assim porque assim é que é o certo e a pessoa não enxerga assim porque ela está equivocada. Mas quando eles dizem aqui que aquele que segue uma conduta, na verdade, uma conduta cristã, na verdade ele não vai condenar quem quer que seja por uma conduta que seja diferente da sua, que ele apenas vai amparar sem nenhum tipo de presunção, ou seja, sem nenhum tipo de sentimento de superioridade, sem se colocar acima do outro em nenhuma esfera. Essa é uma verdade que André Luiz nos traz sobre a nossa conduta, sobre a nossa forma de agir. Outra verdade que ele nos traz é que o sábio ele não satiriza o ignorante, ele esclarece-o fraternalmente. Nunca nós vamos ver Jesus ridicularizando alguém que lhe pergunta algo. Quando a gente lê sobre os ensinamentos do Cristo, muitas vezes havia dos próprios apóstolos que o seguiam, que era um homem simples. Pessoas muitas vezes têm conhecimento do ponto de vista material, pelo menos, né? Pescadores e às vezes faziam perguntas que até hoje são nós até achamos engraçadas. Pedro, por exemplo, era mestre em fazer isso, fazer algumas perguntas para Cristo que a gente acha até engraçado. E em nenhum momento nós vimos Jesus ridicularizar Pedro ou quem quer que fosse, porque tava fazendo uma pergunta que ele julgasse, uma pergunta tola ou ignorante. Porque Jesus sempre nos viu como um irmão mais velho, que veio aqui para nos exemplificar, para nos mostrar como era uma atitude de amor, de fraternidade, de solidariedade com o próximo. Ainda, né, nessa perspectiva da verdade sobre a a ótica dos espíritos, sobre a verdade de conduta cristã, André Luiz continua nos dizendo que o iluminado, ele nunca insulta o que anda em trevas, ele aclara-lhe a senda, né? Então, também dentro da perspectiva de não criticar e não julgar quem quer que seja. Então, se alguém se um espírito se ilumina, se um espírito está mais evoluído, um sinônimo dessa evolução é a humildade, é a não arrogância, é não sentir-se superior, porque a partir do momento que alguém se
se alguém se um espírito se ilumina, se um espírito está mais evoluído, um sinônimo dessa evolução é a humildade, é a não arrogância, é não sentir-se superior, porque a partir do momento que alguém se sente superior, se sente mais sábio, ele já não é alguém iluminado. Se ele o for, ele não insulta quem está num nível, num degrau ainda inferior. André Luiz continua dizendo também que a verdade sobre a conduta cristã eh moralmente evoluída é a que o orientador não acusa o aprendiz tatiante, né? O aprendiz que ainda está começando a aprender, que está tatiando. O orientador, ele não acusa esse aprendiz. A ovelha insegura é a que mais reclama o pastor. Então, aquele que tem mais conhecimento, se a gente vive muitas vezes no seio da nossa família ou em algum ambiente que a gente frequente, alguma situação em que a gente consiga perceber que nós tivemos oportunidades da vida que nos levaram a ter uma compreensão melhor daquela situação. e aquela pessoa que está ali convivendo conosco, ela não teve os mesmos esclarecimentos, ela não teve as mesmas oportunidades. Por que que a gente vai ficar muitas vezes eh brigando, se degladiando, se debatendo com situações que a pessoa não tem, ela não dá aquilo que ela não tem condições, ela não tem eh conhecimento para dar. Então, muitas vezes a gente exige das pessoas aquilo que elas não têm realmente ainda uma condição nem moral, nem intelectual, nem eh de de espiritual para fazê-lo. Já imaginaram se os espíritos mais evoluídos que nós? Se Bezerra de Menezes, ao invés de ser o mentor, por exemplo, dessa casa espírita, estivesse nos julgando e nos condenando, porque nós estamos aqui insistentemente, alguns de nós, como eu, há décadas aqui, e a gente ainda não evoluiu moralmente o quanto ele evoluiu, o quanto no grau em que ele chegou. Já pensou se eles olhassem para nós com esse olhar de julgamento? Nossa, a Patrícia tá aí, tá estudando aí na comunhão, tá trabalhando há décadas, mas ainda faz isso, isso ou aquilo? Já pensou se os espíritos mais evoluídos,
em para nós com esse olhar de julgamento? Nossa, a Patrícia tá aí, tá estudando aí na comunhão, tá trabalhando há décadas, mas ainda faz isso, isso ou aquilo? Já pensou se os espíritos mais evoluídos, mais iluminados nos julgassem da mesma forma que nós julgamos uns aos outros? Nós não teríamos apoio. O apoio que nós temos, que muitas vezes são eles que nos sustentam, são eles que são a nossa fortaleza quando nós estamos prestes a cair, quando nós estamos muitas vezes desencorajados, entristecidos. São eles que nos dão suporte, são eles que nos intuem a irmos a uma palestra, a comprarmos um livro, fazermos uma leitura edificante, a buscarmos dentro de nós essa força que nos conecte com o mais alto. Então, seguindo nessa perspectiva da verdade sobre a conduta cristã, André Luiz também nos diz que o bom ele não persegue o mal, ele o ajuda a melhorar-se. Então, muitas vezes também nós sofremos muitas perseguições nas nossas vidas. Sempre dizem que prego que não se destaca não leva martelada, né? Ou árvore que não dá frutas não não leva nenhuma pedrada. E muitas vezes as perseguições acontecem em diversos âmbitos, familiares, profissionais, de amizade ou de qualquer tipo de perseguição que se venha a sofrer, da mais simples a mais complexa, porque muitas vezes as pessoas não admitem que elas ainda não alcançaram muitas vezes a compreensão de entender o outro da forma que o outro é. Então, julga, porque o outro é diferente de mim, eu não gosto dele. E aí começam muitas vezes as perseguições. E aqui eles estão esclarecendo que quem persegue nunca é bom, porque o bom nunca persegue o mal. Eh, o bom ajuda aquele que ainda está na ausência do bem, porque o mal é apenas a ausência do bem. Aquele que ainda não consegue enxergar o bem, quem já evolui um pouco mais, estende a mão e tenta nos ajudar, que é o que eu acabei de dar o exemplo daqueles que estão mais evoluídos que nós. Eles estão sempre dispostos a nos estender a mão para que nós possamos não fraquejar, não cair. Tenhamos feito o que quer que façamos no
bei de dar o exemplo daqueles que estão mais evoluídos que nós. Eles estão sempre dispostos a nos estender a mão para que nós possamos não fraquejar, não cair. Tenhamos feito o que quer que façamos no tenhamos feito no passado. Eles estão sempre dispostos a nos ajudar. As oportunidades sempre vem para que nós possamos evoluir. Sempre. O humilde não foge ao orgulhoso, coopera silenciosamente em favor dele, né? Eh, muita humildade, muitas vezes permanecer ao lado daqueles que são orgulhosos ou arrogantes, sem criticar, sem julgar, apenas fazendo o que te cabe, o que é do seu, eh, se for no âmbito profissional, aquilo que é da sua ossada, da sua, a sua, o, a parte que te cabe naquela, naquele naquela, naquele contexto e deixar que o outro, ah, mas ele sempre, eu faço o trabalho, ele leva a fama, né? Muitas vezes isso acontece no âmbito eh profissional, mas eh como Jesus sempre fala, em algum momento nós seremos reconhecidos por por pelas nossas obras, pelo que fizemos e até mesmo pelo que não fizemos, né? Ninguém sustenta máscaras a vida inteira. Nós em algum momento somos valorizados, reconhecidos e a vida, além do retorno, sempre nos dá aquilo que é nosso. Sejamos algo bom que tenhamos plantado, seja algo não tão bom que também tenhamos plantado, tudo que é nosso chegará a nós um dia. O sincero a ninguém perturba, harmoniza a todos. Então, nós não devemos sair por aí falando as nossas verdades como de uma forma eh sincera, como a gente fala, né? Tem gente que tem a necessidade sair por aí dizendo suas opiniões, jogando na cara do outro que acha dele, o que não acha. Então, aquela pessoa que é sincera verdadeiramente, ela não causa esse tipo de perturbação. Ela, pelo contrário, harmoniza o ambiente. Muitas vezes é mais prudente calar-se do que falar. Muitas vezes é mais prudente ouvir do que proferir uma opinião. Então, quem está disposto a a conciliar, quem está disposto a auxiliar no bem, nunca vai dizer algo que traga a perturbação e a discórdia, nunca vai trazer algo que
ouvir do que proferir uma opinião. Então, quem está disposto a a conciliar, quem está disposto a auxiliar no bem, nunca vai dizer algo que traga a perturbação e a discórdia, nunca vai trazer algo que desarmonize, nunca vai colocar, como a gente fala vulgarmente, mais lenha na fogueira, né? O simples não critica o vaidoso, socorre-o sem alarde, sempre que necessário. O cristão não odeia e muito menos fere. Ele segue ao Cristo servindo ao mundo. Então, se nós ainda carregamos dentro de nós algum resquício de aí, claro, ódio é uma palavra muito forte, mas ainda que não seja de ódio, mas algum resquício de mágoa, algum resquício de raiva, de não aceitação de alguma situação, nós, se nós queremos seguir o Cristo, nós precisamos nos libertar desse tipo de sentimento, porque só cabe a nós nos libertarmos dele. Ninguém vai ter como ir lá e limpar o que tá dentro do nosso coração como se fosse uma sujeira, como se fosse uma manchinha, como passando uma borracha no que aconteceu. Nós precisamos olhar para situações que nos magoaram, nos ofenderam, muitas vezes não esquecê-las, mas olhar para elas sem que elas nos afetem, de modo a baixar a nossa vibração, de modo a trazer para nós esses sentimentos que eles não venham à tona e que não nos prejudiquem. Porque antes de mais nada, quando a gente sentir raiva, mágoa, ódio, somos nós que estamos nos prejudicando. O outro, consequentemente, por tabela, pode até sofrer com essa nossa ter algum tipo de eh de e eh nós de respingar nele algum tipo de consequência que também chegue até ele, mas os mais prejudicados seremos sempre nós que estamos sentindo aquele sentimento inferior. Então, precisamos sempre cuidar, porque, como eles dizem aqui, como o André Luiz nos diz, o cristão, e todos nós aqui somos cristãos porque seguimos o Cristo como modelo, não podemos odiar ou guardar resquícios de mágoa, de rancor, de raiva de alguém, né? Nós devemos servir ao Cristo nesse mundo. E aí ele diz que os títulos aqui na Terra, eles são meras capas
o modelo, não podemos odiar ou guardar resquícios de mágoa, de rancor, de raiva de alguém, né? Nós devemos servir ao Cristo nesse mundo. E aí ele diz que os títulos aqui na Terra, eles são meras capas exteriores que o tempo desfaz. Então, que na verdade e que em verdade, que é o título desse capítulo 17 do livro Agenda Cristã, em verdade o que nós levaremos daqui não são esses títulos. O que nós levaremos daqui são as virtudes. As virtudes, como Sócrates fala, alcançadas através da verdade. Não da minha verdade, não da minha forma de ver o mundo, mas da verdade do ponto de vista da do que os espíritos nos trouxeram. E felizmente nós tivemos excelentes modelos. Felizmente, há 2000 anos, nós tivemos o Cristo aqui nos exemplificando sobre o que é a verdade e nos dizendo: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Então, é através da verdade, é por isso que Sócrates falava que a gente tinha que buscar essa verdade, essa verdade mais elevada, essa verdade que está acima da minha perspectiva, da perspectiva do outro, mas que é a verdade universal, aquela verdade que é atemporal, aquela verdade que é um uma forma de ver o mundo, de conduzir a minha vida e de enxergar as pessoas e a relação que eu tenho com elas sobre uma perspectiva que passe sempre pelo amor e pela fraternidade. Se não passar, não é o que o Cristo espera de nós. E o que é verdade sobre o que o Cristo espera de nós? O que é verdade? Porque nós temos aí muitas religiões que nos explicam sobre as nossas condutas aqui na Terra. Todas são válidas. Todas as religiões, elas são linguagens diferentes, falando a mesma verdade, se forem, né, sempre eh elevando o espírito dos que aqui estão, cada uma tem a sua forma de enxergar. São os vários ismos, né? Como eu já disse aqui em outras palestras que eu ouvi de um senhorzinho que ele comparou uma flor com o miolhinho era Deus e cada pétala era um ismo, catolicismo, protestantismo, hinduísmo, budismo e qualquer que seja a religião. Então, todas essas religiões,
senhorzinho que ele comparou uma flor com o miolhinho era Deus e cada pétala era um ismo, catolicismo, protestantismo, hinduísmo, budismo e qualquer que seja a religião. Então, todas essas religiões, elas fazem parte de uma ótica, de uma perspectiva, de uma forma de enxergar a mesma verdade, que é Deus, que está ligada às leis divinas, que essas, sim, como eu disse, são atemporais e imutáveis. Mas o que é de tudo isso a verdade sobre o que o Cristo espera de nós, o que Jesus espera de nós? E essa verdade, elas ela nos foi contada no livro Fonte Viva, também uma psicografia de Chico Xavier, ditada pelo espírito Emanuel. E Emanuel, lá no capítulo 96 ele fala que Jesus espera algo mais dos seus discípulos. E Emanuel tá falando isso sobre essas essa essa verdade sobre a ótica do Cristo, sobre a ótica de Jesus. Ele diz que olha, se você trabalha no horário comum irrepreensivelmente, se você cuida dos seus deveres domésticos, se você satisfaz as exigências legais, se você exercita a correção do proceder fazendo bastante na esfera das obrigações inadiáveis, essas são tarefas peculiares a crentes e a discrentes na senda diária. Ou seja, ser alguém que cumpre horários, que cumpre tarefas, que cumpre deveres, que faz o que se espera, eh, moralmente falando que é honesto, você não tá fazendo nada de muito especial. Você está fazendo não o que o Cristo espera de você, mas o que é o mínimo para que se conviva em sociedade. Então ele fala aqui que tanto o crente como descrente, ele precisa seguir isso na senda diária. Mas ele diz que Jesus, contudo, espera muito mais do que isso dos seus discípulos. E aí ele vai trazendo o que que Jesus espera de nós. Então, qual é a verdade sobre o que Jesus espera de nós? Emanuel diz que isso corresponde aos impositivos do trabalho de outuro, né? Se tudo isso que você faz, você está criando coragem, está criando alegria, está criando estímulo em derredor de ti, é isso que Cristo espera de você. Não que você execute as suas ações do dia a dia, mas que ao
so que você faz, você está criando coragem, está criando alegria, está criando estímulo em derredor de ti, é isso que Cristo espera de você. Não que você execute as suas ações do dia a dia, mas que ao executar essas ações do seu cotidiano, do seu dia a dia, você consiga fazer isso de modo a levar também coragem, alegria, estímulo a todos os que estiverem ao redor de você. Sabes improvisar o bem onde outras pessoas se mostraram infrutíferas? É isso que o Cristo espera de nós, onde muitos ali estiveram apenas criticando, julgando, não fazendo. Você conseguiu fazer o bem mesmo assim naquele lugar que parecia inóspo, que parecia eh eh inapropriado para fazer o bem. Quem leva o bem, leva o bem a toda parte. Não escolhe onde levar o bem. E aí ele diz: "Aproveitas com êxito o material que outra desprezou por imprestável. Aguardas com paciência onde outros desesperaram? Essa daqui é um puxãozinho de orelha para todos nós, né? Porque todas as vezes que nós passamos por algo muito aflitivo na nossa vida, nós esquecemos tudo isso aqui que a gente estuda, esquecemos tudo sobre a fé, sobre a esperança e nos desesperamos. Quem nunca viveu nessa encarnação algo que te deixou à beira do desespero, de preocupação, de noite sem dormir, em que você não exercitou realmente a sua fé naquele momento. Depois que passou, você viu que talvez tenha se preocupado muito além do que era necessário, muito além do que precisava se preocupar. Mas enquanto você tá vivendo aquela situação, teoria é teoria e prática é prática. Se você realmente já é uma pessoa que consegue colocar a sua fé em prática nesses momentos em que a vida mais exige, você vai conseguir nos momentos mais dificultosos levar isso adiante. E se você ainda não é, toda vez que a vida te colocar em teste, você vai perceber que você se desespera, arranca os cabelos, fica sem dormir e depois quando a coisa se resolve, você fala: "Nossa, nem precisava de tudo isso. Nem foi assim como eu imaginava, nem foi dessa forma como eu estava esperando, porque a
a os cabelos, fica sem dormir e depois quando a coisa se resolve, você fala: "Nossa, nem precisava de tudo isso. Nem foi assim como eu imaginava, nem foi dessa forma como eu estava esperando, porque a gente se préocupa muitas vezes daquilo que ainda não aconteceu e que talvez nem aconteça, ou pelo menos não aconteça da forma como a gente estava imaginando. E a gente gasta uma energia absurda com isso. Então ele tá dizendo aqui, tá perguntando, né, sobre o que o Cristo espera de nós, se nós aguardamos com paciência onde outros desesperam. Isso é o que o Cristo espera de nós. Porque nós quando estamos vivendo alguma situação na nossa vida, nós estamos enxergando só uma parte da situação, não estamos enxergando todo. E aí quando nós enxergamos lá na frente que aquela situação, aquela porta que se fechou, que você queria tanto estar ali, mas a porta se fechou, é porque não era para você estar mais. Muitas vezes aconteceu algum tipo de livramento mesmo para que você pudesse enxergar outras formas ou aquela atitude que você não queria tomar por causa daquela determinada situação que aconteceu, que te magoou, você foi eh impulsionado a tomar aquela atitude. Então, muitas vezes, coisas que acontecem nas nossas vidas, que naquele momento pareciam terríveis, lá na frente elas demonstram que foram necessárias e foram importantes pro nosso crescimento. E aí Emanuel continua dizendo sobre qual é a verdade do que o Cristo espera de nós. Ele diz: "Na posição de alguém que se diz crente, alguém que segue o Cristo, conservas o espírito de serviço onde o descrente congelou o espírito de ação?" Ou seja, você está sempre disposto a trabalhar na seara do Cristo, mesmo que as outras pessoas não façam, mesmo que as outras pessoas te critiquem. Quantas vezes quem faz trabalho voluntário aqui sabe que já passou por isso na família. Ah, você vai de novo lá pra comunhão. Não, mas que que você tanto faz lá naquela comunhão? Você vai de novo lá nesse trabalho voluntário, né? Por que que você tá lá tanto? Então,
por isso na família. Ah, você vai de novo lá pra comunhão. Não, mas que que você tanto faz lá naquela comunhão? Você vai de novo lá nesse trabalho voluntário, né? Por que que você tá lá tanto? Então, muitas vezes, aonde o descrente congelou a ação, é onde nós muitas vezes precisamos conservar esse espírito de serviço. Partilhas a alegria dos teus amigos sem sentir nenhum tipo de inveja, de ciúme, e participas também do sofrimento dos teus adversários sem falsa superioridade e sem alarde. Essa também é uma conduta que o Cristo espera de nós, que também não é tão fácil assim, né? Eh, partilhar da alegria dos amigos sem inveja e sem ciúme, talvez muito mais fácil do que participar do sofrimento dos adversários sem falar: "Tá vendo?" Eu avisei, tá vendo, né? Porque às vezes as pessoas falam de uma forma que assim, não fui eu que quis vingança, eu não quis que a pessoa passasse por isso, mas se ela passou, né, ela merecia. E aí vem aquele sentimento que tá lá, né, debaixo do tapete escondidinho, mas que às vezes a pessoa sente quando o adversário, quando aquele que te prejudicou, quando aquele que te fez o mal, acaba vivendo uma situação e o outro lá num sentimentozinho ainda inferior diz: "Ah, tá vendo? Bem feito. Vamos ver se agora ele aprende". ou frases desse tipo que eh são muitas vezes inerentes a muitos que ainda estamos no processo de evolução, a muitos de nós. E ele diz: "O que que você dá, né? O que dás de ti mesmo no ministério da caridade?" E essa é uma pergunta sobre qual é a verdade do que o Cristo espera de nós que nós devemos nos fazer sempre. O que eu estou dando de mim mesma no Ministério da Caridade. Façam a vocês mesmos. E eu também faço a mim mesma essa pergunta. O que eu estou dando de mim mesma no Ministério da Caridade? O mundo certamente seria um mundo muito melhor se nós tivéssemos a convicção, que é a uma das máximas do Espiritismo, de que fora da caridade não há salvação. Não só a caridade material, mas a caridade moral, espiritual também. Não julgar,
melhor se nós tivéssemos a convicção, que é a uma das máximas do Espiritismo, de que fora da caridade não há salvação. Não só a caridade material, mas a caridade moral, espiritual também. Não julgar, não condenar, não criticar, eh ouvir, eh consolar. Essas são caridades morais que nós todos estamos aptos a fazer, que isso não precisa de curso, não precisa de tempo, não precisa de muito, não. É só ter a vontade de estar de olhos abertos e disponível para ser um trabalhador do Cristo aqui nessa terra. Quando a gente está disposto a servir, o trabalho sempre nos aparece. É sempre alguém que você tá lá no teu trabalho, tem 20, 30 pessoas que trabalham com você e aquela pessoa que tá precisando, naquele momento, ela procura justamente você para se aconselhar, para contar algo, para se abrir, para desabafar. E naquele momento, se você tiver olhos de ver e ouvidos de ouvir, você vai perceber que muitas vezes você está sendo ali a uma peça fundamental utilizada pela espiritualidade amiga para servir. Aquele que é trabalhador do Cristo, aquele que está disponível para a caridade, ele o é em qualquer parte. Não é só lá na hora que eu me proponho a fazer um trabalho voluntário uma vez por semana ou na hora que eu estou na casa espírita ou nos estudos espíritas. O verdadeiro cristão, verdadeiro espírita, ele não é espírita só nesses momentos. Ele é espírita da hora que acorda a hora que vai dormir e até mesmo fora do corpo. Ele traz uma conduta da convicção da multiplicidade das existências. Ou seja, nada termina aqui, nada acaba aqui. A minha vida é eterna. Tudo que eu vivo aqui passará. Tudo é efêmero. Tudo é impermanente. Essa convicção nos faz perceber que nós somos apenas umas peças nesse grande quebra-cabeça da vida. Peças que podem ser peças úteis ou peças que são não tão úteis. Porque no momento em que alguém precisa de você, você está correndo, você está com pressa, você não enxerga. Você não quer ouvir, você não tem paciência, você não está disposto a dar um momento de escuta, um telefonema.
m que alguém precisa de você, você está correndo, você está com pressa, você não enxerga. Você não quer ouvir, você não tem paciência, você não está disposto a dar um momento de escuta, um telefonema. Aquelas pessoas que estão mais disponíveis para servir são as que mais são utilizadas de alguma forma dentro dos seus talentos, dentro dos seus conhecimentos, dentro da sua eh forma de de muitas vezes ser solidário, que às vezes é só um sorriso, um abraço. Aqui na comunhão tem algumas pessoas que trabalham aqui entregando as fichinhas e tem algumas delas que estão aqui a muito tempo e que às vezes a gente não sabe nem o nome, mas algumas assim a gente se conhece, se conecta pelo sorriso, né? Vem tão felizes trabalhar, sorridentes, estão ali dando de si não apenas uma ação, não apenas um uma hora ou duas ou três de trabalho, mas estando dando o melhor de si. Muitas vezes aqui na comunhão vem pessoas que estão em uma situação de desespero, que acabaram de viver um problema enorme lá fora e fala: "Eu vou lá na comunhão só para eu sentar no salão e só para eu fazer uma prece, só para eu me conectar com a espiritualidade e eu conseguir eh enxergar as coisas com mais clareza." E aí chega aqui, encontra alguém que sorri, alguém que dá um bom dia, alguém que dá um abraço. Às vezes essa ação de caridade, ela foi a maior do dia ou ela foi a que a pessoa mais precisava ouvir. E para isso a pessoa não fez curso, não aprendeu a ser solidário em nenhuma parte. Ela não aprendeu a ser caridoso, não fez, não se matriculou. Isso é da escola da vida. No dia que nós nos enxergarmos como irmãos, nós vamos querer tratar todos aqueles que passarem por nós como filhos do mesmo pai, independente de pensarem ou não como nós pensamos, de compactuarem ou não com as nossas ideias, de gostarem de nós ou não, de nos amarem ou não, independente de qualquer coisa. E aí eles terminam dizendo que de 20 séculos a essa parte, todavia abençoada luz resplandece na terra com os ensinamentos do Cristo. Então, 20 séculos, 2000 anos que o
independente de qualquer coisa. E aí eles terminam dizendo que de 20 séculos a essa parte, todavia abençoada luz resplandece na terra com os ensinamentos do Cristo. Então, 20 séculos, 2000 anos que o Cristo pisou aqui na terra, convidando-nos a escalar os simos da espiritualidade superior. Nem todos a percebem, ainda não obstante, envolver a todos. Então, essas verdades que o Cristo veio nos ensinar, qual é a verdade que o Cristo do que o sobre o que o Cristo espera de nós? Por que que ele veio até aqui? Por que que ele tanto? E o que ele espera de nós? Então, apesar dessa verdade envolver a todos nós, nem todos ainda a percebemos. Mas para quantos quantos se felicitam em suas bênçãos extraordinárias, surge o desafio do mestre. indagando sobre o que de extraordinário nós estamos fazendo. Eu adoro essa pergunta: o que de extraordinário nós estamos fazendo? Então, guardem essas duas perguntas lindas que está aqui no capítulo 96 do livro Fonte Viva que dás de ti mesmo no ministério da caridade e o que de extraordinário nós estamos fazendo? É isso que o Cristo espera de nós. Não espera mais do que possamos dar, mas espera que nós demos tudo aquilo que podemos dar. que nós não sejamos tímidos ao fazer o bem, ao praticar o bem, ao respirar o bem, ao sentir o amor pelo próximo. Porque como a gente ouve dizer, né, o mal só avança porque o mal é ousado e o bem muitas vezes é tímido. Então, muitas vezes nós temos vergonha, timidez de sermos gentis, de sermos fraternalmente eh caridosos, de amarmos ao próximo. Porque o que vão falar de mim? O que vão falar de mim se eu for extremamente gentil com o próximo? Se eu estiver sempre disposto a auxiliar, vão achar que eu sou bobo, vão achar que todos me enganam. Essa é a perspectiva dos homens, o olhar da terra na ótica das verdades espirituais, tudo aquilo que nós plantarmos, nós colheremos um dia. Ainda que ninguém que esteja ao nosso redor consiga enxergar isso, tudo aquilo que nós plantarmos, um dia será também realizada a colheita por nós
udo aquilo que nós plantarmos, nós colheremos um dia. Ainda que ninguém que esteja ao nosso redor consiga enxergar isso, tudo aquilo que nós plantarmos, um dia será também realizada a colheita por nós mesmos. Nós não plantamos para que outra encolha e nem outras pessoas plantam para que nós colhamos. Nós colhemos aquilo que plantamos. Se nós na próxima vida ou nessa vida no futuro queremos ser melhores do que a que chegamos, se nós queremos realmente fazer algo de extraordinário pelo mundo ou por nós mesmos, nós precisamos começar a enxergar o que é verdade, deixando de lado a nossa visão muitas vezes orgulhosa sobre a vida, sobre o mundo, a nossa visão muitas vezes arrogante de que nós sabemos aquilo que é verdade e a nossa verdade precisa preponderar sobre a verdade todos. Enxerguemo-nos como um grãozinho de areia nessa imensidão que é o universo. E esse grãozinho de areia na imensidão que é o universo pode mover montanhas, como Jesus nos ensinou. Então, olhemos sobre o que é a verdade do ponto de vista do que o Cristo espera de nós, como a gente acabou de ler aqui nesse livro, e sobre o que os espíritos esperam de nós através da nossa conduta moral, como foi o que André Luiz nos ensinou. E eh nós vamos com certeza aprender a confiar mais naquilo que nós estamos aprendendo. Nós somos espíritos que já viajamos pelo espaço e o tempo em muitas e muitas e muitas e muitas vidas, em muitas e muitas aventuras, em muitas e muitas existências, em muitas e muitas culturas, em muitas e muitas línguas diferentes, aprendizados diferentes. que nós estamos aqui, somos o resultado de tudo isso que já vivemos, mas dentro de nós, muitas vezes há uma interpretação seletiva daquilo que é a verdade, daquilo que eu enxergo como verdade. Para muitos hoje, hoje o homem nunca foi à lua. Isso é mentira. É uma mentira que se contou e todos acreditaram. para outros. Isso é uma verdade absoluta. Então, nós interpretamos a verdade sempre sob a nossa ótica. Precisamos olhar mais para dentro de nós
entira. É uma mentira que se contou e todos acreditaram. para outros. Isso é uma verdade absoluta. Então, nós interpretamos a verdade sempre sob a nossa ótica. Precisamos olhar mais para dentro de nós para enxergarmos o que tem aqui dentro que muitas vezes me impede de ver o que está um palmo do meu nariz. E aí tem um outro livrinho que é o livro Gotas de Esperança, que diz assim no seu capítulo 117: confia na sua mente. Ela é o reservatório das suas capacidades e das suas possibilidades. E as suas capacidades, as suas possibilidades, elas vieram sendo construídas ao longo de muitas e muitas e muitas existências. Aquilo que a gente aprende numa experiência, numa existência, não se perde. Todo aprendizado moral, todas as virtudes que você adquiriu em vidas passadas, você traz com você agora. Se você ainda falha, ainda erra em algumas delas, é porque você ainda não as adquiriu. No dia que você as adquirir, você vai passar para outro tipo de prova, porque aquela ali já foi superada, já foi vencida. Exemplo, quem é honesto, você pode testá-lo de todas as maneiras. Você pode deixar eh cair uma carteira cheia de dólares do lado dele que ele vai devolver. Quem é honesto, honesto no sentido moral da palavra, não o que se espera aqui, né? Porque se a gente fala assim: "Ah, eu fui lá na padaria, comprei o pão e me deram eh 5 centavos de troco a mais, eu fui lá e devolvi." Você não fez nada demais. É o que você espera de você. né? O que é o certo, é o correto. Mas quando é uma verdade que está introjetada na sua conduta moral, você vai ser honesto até com o que você pensa sobre as pessoas. Você não vai usurpar, nem que seja por pensamento algo que não é seu, nenhuma ideia, nenhum pensamento, nenhuma ação, nenhum objeto, porque aquilo já foi superado dentro de você. Você não precisa disso. Mas se você ainda não é, qualquer situação pode te colocar como aquela frase que às vezes as pessoas falam: "A ocasião faz o ladrão". Não, a ocasião só faz o ladrão se aquela pessoa ainda não tiver
o. Mas se você ainda não é, qualquer situação pode te colocar como aquela frase que às vezes as pessoas falam: "A ocasião faz o ladrão". Não, a ocasião só faz o ladrão se aquela pessoa ainda não tiver adquirido aquilo como virtude. No dia que ela adquirir, não há ocasião que a faça como ladrão. Entendemos isso, né? É bem, é, e isso eu tô dando apenas o exemplo da honestidade, mas isso serve para qualquer virtude, para toda e qualquer virtude. Então ele diz aqui: "Confia na sua mente, nessas experiências todas que você já adquiriu, porque ela é o reservatório das capacidades e das possibilidades. Ela representa o que de mais precioso existe em você. Bem usada, a sua mente te leva às alturas e mal usada ela te rebaixa ao pântano. Não a exercite apenas na procura do ganho, da subsistência, mas sobretudo para ser sua luz, seu guia. Realmente tudo está na nossa mente. É a nossa mente que muitas vezes nos conduz a labirintos horríveis de sofrimento, de dor. E é a nossa mente muitas vezes também quem nos conduz à soluções, que nos guia pela luz. Nela você encontra respostas precisas, porque Deus ali está. Dirija pela via mais acertada. Acredite no poder que você tem, então que ela tem, na verdade, né, que a sua mente tem. A mente disposta ao bem conduz-nos ao esplendor. E aí eu fecho, né, esse momento dizendo que a verdade ela é, como nós eh falamos aqui esse tempo todo, ela é parte da interpretação sobre a nossa forma de enxergar o mundo. Então, por exemplo, uma interpretação é visual, né? O que eu vejo não são os meus olhos que estão vendo. Não são os meus olhos que estão vendo, é a minha mente que vê, né? Isso é uma explicação muito interessante até pra gente perceber assim, o que é a verdade para mim. O que a verdade para mim não é o que eu estou vendo, é o que a minha mente está interpretando daquilo que eu estou vendo. Quando uma pessoa sofre um acidente e que lá no córtex cerebral há um dano, mesmo que os olhos físicos dela estejam perfeitos, muitas vezes ela deixa de enxergar, ela fica cega, porque
eu estou vendo. Quando uma pessoa sofre um acidente e que lá no córtex cerebral há um dano, mesmo que os olhos físicos dela estejam perfeitos, muitas vezes ela deixa de enxergar, ela fica cega, porque o que você vê é o que passa através dessas lentes, né? Mas é o que a sua mente está interpretando daquilo que você vê. Então, tem uma explicação muito interessante, não fala sobre isso exatamente, mas tá falando sobre mediunidade de vidência, que tá lá no livro A Imensidão dos sentidos do Espírito Ramed, ditada por eh Francisco do Espírito Santo Neto. E ele fala sobre essa interpretação do que os médiuns vem. E eles explicam isso, que a visão do homem ela não ocorre no olho, ela ocorre no cérebro, né? que os olhos eles podem estar perfeitamente saudáveis, mas que se houver um ferimento grave no córtex cerebral, a criatura poderá ficar cega, como eu acabei de falar, né? Então o cérebro é quem de fato vê. E aí, se os olhos e as e a mente juntos constituem um sistema organizador que analisa e processa as grandes quantidades de dados que provém do mundo físico e do mundo espiritual. Então, tudo que você acha que é a verdade é baseado naquilo que você vê do mundo, mas também naquilo que você interpreta daquilo que você está vendo. Por exemplo, se você colocar 10 médiuns com uma mediunidade de vidência, um aqui ao lado do outro, e pedir que eles descrevam nesse momento o quadro que eles estão vendo aqui, 10 médiuns diferentes, olhando para vocês aqui na plateia e dizendo o que eles estão vendo. Muito provavelmente, claro que, né, se não for nenhum nenhum tipo de engodo, todos vão relatar algo que se entrelace nas nesses relatos. Porém, cada um está vendo sobre uma ótica, sobre o que é capaz de enxergar. Sabe quando a gente vai numa biblioteca enorme na casa de alguém? Aquelas pessoas de mais idade, elas adoravam ter uma biblioteca gigante, né? parede do teto ao chão, de um lado ao outro de livros. Se nós fôssemos juntos a essa biblioteca, nós olharíamos para essa biblioteca todos e, provavelmente a cada
ravam ter uma biblioteca gigante, né? parede do teto ao chão, de um lado ao outro de livros. Se nós fôssemos juntos a essa biblioteca, nós olharíamos para essa biblioteca todos e, provavelmente a cada um de nós um livro ou alguns livros nos saltariam aos olhos, nos dariam algum tipo de interesse, nos afetariam de alguma forma. Eu diria: "Nossa, esse livro aqui eu quero ler". Aí ela diria: "Nossa, esse aqui é muito interessante". Ele diria: "Nossa, é esse aqui". É como se fosse isso. A mediunidade, a gente tá vendo aquilo que a gente tem condições dentro de uma faixa vibracional, porque cada um de nós está numa vibração diferente, numa faixa vibracional por causa das nossas condutas e da nossa compreensão de mundo diferente. Percebe então que aquilo que é a sua verdade, ela não tem como ser uma verdade absoluta, porque ela parte da sua forma de interpretar o mundo, daquilo que você vê com condições que você tem nesse momento. Daqui a 10 encarnações, você vai estar enxergando o mesmo fato de forma completamente diferente. Assim eu espero, né? Porque a gente evolui. Então, daqui a 10 encarnações você vai ter evoluído. E as coisas que você passa agora, você vai falar: "Nossa, não basta ir longe. Quando a gente desencarnar, quando a gente sair daqui da matéria, a gente já enxerga tudo isso aqui de forma diferente. Falar: "Meu Deus, para que que eu perdi tanto tempo eh perdendo a minha energia com tal pessoa, com tal situação? Nem era tão importante assim. Eu nem deveria ter me preocupado tanto." Mas enquanto a gente tá aqui vivendo, algumas coisas nos preocupam e é natural porque somos seres humanos. Então, Ramed, ele explica nesse livro que nós apenas percebemos as informações que nos cativam ou que nos atraem. Então, que nós devemos modelar a nossa mente porque o nosso interesse ele é seletivo. E essa seletividade ela é uma seletividade que é física, psíquica, mental e também transcendental, espiritual. Então, na verdade, o nosso campo sensório só focaliza de modo claro
resse ele é seletivo. E essa seletividade ela é uma seletividade que é física, psíquica, mental e também transcendental, espiritual. Então, na verdade, o nosso campo sensório só focaliza de modo claro aquilo que ele pode focalizar e que um mecanismo de defesa lógico denominado desatenção seletiva faz que nós retemos nas nossas das nossas experiências somente os elementos que podem momentaneamente nos desestruturar emocionalmente. Por isso que a gente guarda muitas vezes experiências que foram traumáticas na nossa infância e coisas boas que eram cotidianas a gente não lembra tanto. Ou às vezes com essa e atenção seletiva a gente guarda aquilo que a gente quer lembrar e outras coisas a gente apaga da nossa memória. Ele chama isso de autodistração. E essa autodestração não nos permite tomar contato com a realidade. Em muitas ocasiões, ela nos protege dos golpes da vida e até que nós possamos reunir recursos para reenfrentá-los e resolvê-los. Só retemos o que conseguimos compreender ou assimilar. Então, percebe que a a inclusive a verdade ela está baseada naquilo que nós conseguimos reter das experiências que nós vivemos. Tudo que nós vivemos nos trouxeram até aqui. Mas também não foi só o que nós vivemos, foi aquilo que eu consegui, que eu tive condições de reter daquilo que eu vivi. Muita coisa se perdeu e para cada um de nós se perde um tanto diferente, porque a nossa seletividade ela é um mecanismo de defesa. Eu só vou até onde eu dou conta de ir. E a minha mente, ela só me deixa perceber até onde eu dou conta de enfrentar, senão a gente piraria com algumas situações. E aí algumas elas nos permitem enxergar essas verdades de forma mais plena, mais absoluta, mais abrangente. E outras vezes a gente tá enxergando uma situação fixado num único ponto que às vezes é completamente diferente do que todos estão enxergando, mas você tá ali fixado naquele ponto. Então, meus queridos irmãos, agora para fechar mesmo, né? senão não termino. A gente tem que pedir para Deus muita
amente diferente do que todos estão enxergando, mas você tá ali fixado naquele ponto. Então, meus queridos irmãos, agora para fechar mesmo, né? senão não termino. A gente tem que pedir para Deus muita clareza, clareza e discernimento para que as nossas verdades elas não façam parte apenas do nosso ego, da nossa arrogância, mas que a gente tenha humildade de enxergar de forma clara aquilo que a gente ainda precisa aprender, aquilo que a gente ainda precisa desenvolver, as virtudes que a gente ainda não alcançou. É esse o propósito da vida. Nós começamos falando que Sócrates busca incansavelmente essa verdade e que nós precisamos, a exemplo de Sócrates, buscar essa verdade dentro de nós e nos fazer aquelas duas perguntas. Vocês lembram quais são as duas perguntas? Que é o que o Cristo espera de nós? A verdade sobre o que o Cristo espera de nós? o que nós estamos fazendo de extraordinário nesse mundo e quanto nós estamos doando de nós mesmos para a caridade, certo? Então, vamos fechar os nossos olhos materiais mais uma vez. E nesse momento agora, depois de tantas palavras, de tantas frases, de tantas intuições, de tantos pensamentos que vieram à nossa mente, Mestre Jesus, nós queremos te agradecer, te agradecer por aqui estarmos nessa noite de hoje. te agradecermos pela vida, pelo dia, pela semana, pelo mês, pela nossa casa, por aqueles que nos cercam, pelo nosso trabalho, pelo pão de cada dia, por estarmos caminhando, respirando, ouvindo, enxergando, por conseguirmos amar alguns, por conseguirmos aprender com outros, por conseguirmos, Mestre Jesus, superarmos a cada dia os aqueles males que ainda habitam dentro de nós. Ajuda-nos, mestre Jesus, a enxergarmos sempre com clareza o que é a verdade do que tu esperas de cada um de nós na nossa existência. que ainda que tenhamos um poder decisório muito limitado e pequenininho, que nós tomemos decisões sempre em prol e em benefício dos que nos cercam, daqueles que nós podemos de alguma forma auxiliar, das lágrimas que nós podemos secar com as nossas
limitado e pequenininho, que nós tomemos decisões sempre em prol e em benefício dos que nos cercam, daqueles que nós podemos de alguma forma auxiliar, das lágrimas que nós podemos secar com as nossas atitudes, das dores que nós podemos curar, que nós sejamos mensageiros sempre da paz, da luz, do teu amor. que nós sejamos sempre aqueles que levam palavras de alegria, de otimismo, de oportunidades para aqueles que ainda não te conhecem. Que nós sejamos, enfim, Mestre Jesus, os teus braços, os teus olhos e a tua boca aqui na terra. Que através de nós nós sejamos utilizados para sermos servos abnegados do bem e do amor que tu nos ensinastes a praticar. faz de cada um de nós aqui presente, encarnados e desencarnados, e aqueles que nos assistem hoje ou nos assistirão no futuro, um instrumento do teu amor e da tua paz. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Muito obrigada, meus queridos irmãos. Permaneçamos em silêncio para o segundo momento dos trabalhos de hoje, que é o passe. Uma boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos
s de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
Patrícia Melo | CONHECENDO AS LEIS MORAIS - JUSTIÇA, AMOR E CARIDADE: O TRIO DA EVOLUÇÃO
Comunhão Espírita de Brasília · Patrícia Melo
Patrícia Melo | ACALMA O TEU CORAÇÃO: Acalme -se com a PRECE e a CONEXÃO com DEUS!
Comunhão Espírita de Brasília · Patrícia Melo
Patrícia Melo | ESTÁ TUDO CERTO DO JEITO QUE ESTÁ (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Patrícia Melo
Patrícia Melo | CORAGEM PARA VENCER A SI MESMO (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Patrícia Melo
Patrícia Melo | NÃO DESISTA (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Patrícia Melo
Patrícia Melo | TUDO PASSA: DESCUBRA A LIBERDADE NA IMPERMANÊNCIA! (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Patrícia Melo
SEGUINDO EM FRENTE SEM OLHAR PARA TRÁS! - Patrícia Melo [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Patrícia Melo
EXPERIÊNCIAS DIFÍCEIS E A VISÃO ESPÍRITA DA VIDA - Patrícia Melo [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Patrícia Melo