O orgulho e a vaidade: os grandes obstáculos ao progresso - com Anna Carine
Palestra: O orgulho e a vaidade: os grandes obstáculos ao progresso - com Anna Carine
เ eh estar aqui, receber vocês para uma palestra eh que sempre é muito edificante para os nossos espíritos, né? E esse é o motivo de ser dessa casa. Gostaria de agradecer a aos nossos parceiros de transmissão, né, o TV IS, deixa eu pegar aqui a os nossos eh patrocinadores, né, que tá sempre com a gente. deles, eh, que a gente não poderia deixar de falar, é sobre os os internautas, né, que fazem parte, é uma parte muito importante, onde através eh do YouTube essa palavra pode chegar para muitas pessoas que estão precisando nesse momento. E vocês que estão aí através do YouTube, já compartilhe esse link com o máximo de pessoas possíveis, porque por isso eh com cer isso com certeza será uma caridade que você vai estar fazendo. E os nossos parceiros de transmissão, o Iges, a TV Goiás Espírita, TV Secal de Santa Catarina, Rádio Nova Luz, Rádio Deus Conosco e Mensageiros da Luz. Hoje, né, nós vamos ter uma palestra para nossa querida Ana Karine, né, que ela vai nos falar sobre o orgulho e a vaidade. Será que isso nos atormenta, gente? Será que isso impede, atrapalha o nosso crescimento espiritual, né? Então, esse é um tema que aí a gente precisa eh prestar muita atenção, porque eu tenho certeza que vai fazer muito sentido para nós, né? Então, a gente para dar início, vamos fazer a oração pra gente começar nossos trabalhos. Vamos fechar os nossos olhos. Vamos elevar o a nossa mente, o nosso espírito até o mestre Jesus, esse mestre de amor que está sempre disposto a nos aconchegar, a nos receber. Ele que é o patrono dessa casa, né, essa casa de consolo e oração, onde nós encarnados e também muitos desencarnados estão aqui hoje para entender um pouco mais da palavra do nosso Senhor, dos seus ensinamentos que ele veio nos trazer através do seu evangelho. Por isso, mestre querido, nós te pedimos a sua permissão para que possamos iniciar os trabalhos de hoje, sempre rogando o entendimento necessário para podermos contornar todos os desafios dessa vida, dessa encarnação e procurar através
dimos a sua permissão para que possamos iniciar os trabalhos de hoje, sempre rogando o entendimento necessário para podermos contornar todos os desafios dessa vida, dessa encarnação e procurar através deles não angarear mais dívidas atrapalhando a nossa evolução espiritual. Gratidão, Senhor, por mais essa oportunidade e damos início aos trabalhos da noite de hoje. Que assim seja. Eu gostaria de, sem mais delongas, convidar a Ana Karim para vir proferir a palestra dela, que os bons espíritos lhe inspirem nas suas palavras. >> Boa noite, gente. Tudo bem? Bom, então, como nosso irmão disse, né, eh, hoje a gente vai conversar um pouco sobre o orgulho e a vaidade, os grandes obstáculos ao progresso. Vamos entender um pouquinho por que são obstáculos à nossa evolução, né? Eh, orgulho e vaidade. Sempre que a gente conversa sobre isso, né, até a gente tava conversando antes, nossa, realmente a gente precisa, né, ouvir mais, falar mais, estudar mais sobre isso, porque é algo que afeta todo mundo, todos nós em algum momento, né? Eh, e a gente vai entender um pouquinho o que que é isso e como que a gente faz pra gente não ser tão prejudicado no nosso processo evolutivo, né? Para começar, só para esclarecer um pouquinho, assim, a gente precisa diferenciar um pouco o orgulho da vaidade. Eles geralmente andam juntos, mas são coisas diferentes, né? O orgulho é aquele sentimento de uma pessoa assim que que acha que é superior, que é melhor que as outras, que sabe mais, né? Eh, e o que que acontece quando a pessoa acha que é melhor e que sabe muito e que tem muitas coisas, né? Então, acaba que prejudica o aprendizado da pessoa, porque ela não precisa de saber mais, ela já sabe muita coisa, né? Então, é esse sentimento de de achar que a pessoa se basta. Não preciso de ninguém, não preciso de mais ninguém, né? Eh, uma pessoa orgulhosa, ela acaba menosprezando os outros, não precisa muito dos outros, né? Porque ela se basta, então ela não tem necessidade dos outros. Só que ao mesmo tempo ela pensa
nguém, né? Eh, uma pessoa orgulhosa, ela acaba menosprezando os outros, não precisa muito dos outros, né? Porque ela se basta, então ela não tem necessidade dos outros. Só que ao mesmo tempo ela pensa que todas as pessoas precisam dela. Nos livros eh espíritas a gente às vezes vê histórias, né, de pessoas que desencarnam, por exemplo, e sofre muito porque fica pensando, gente, mas que que vai ser dos da minha família que ficou lá? Eles precisavam de mim, né? Que que vai ser dos meus filhos ou da minha esposa, do meu marido, né? Que vai ser deles sem mim. não podia ter desencarnado agora. E na verdade a vida continua aqui também, né? As pessoas vão se virando. Às vezes é difícil mesmo quando, né, uma pessoa desencarna na família, principalmente se alguém que tava à frente da família, mas as pessoas vão cuidando da vida e a vida segue e a vida continua, né? Por mais que às vezes a gente é bastante necessário na vida dos outros, por exemplo, quando tem uma um filho criança, ainda existe uma necessidade maior mesmo, né, do pai, da mãe e tudo, mas na medida que vão crescendo, vão se tornando mais independentes. Mas o nosso orgulho, ele fala pra gente assim: "Não, eu não posso, né, me afastar porque todo mundo precisa de mim. Eles não conseguem viver sem mim. Mas quando tem necessidade, eles vão viver sem. Ninguém é insubstituível, mas quem é orgulhoso demais não consegue enxergar isso, né? Diferente, por exemplo, da vaidade. A vaidade, ao contrário, enquanto o orgulho não precisa de ninguém, né? Eu me basto. A vaidade precisa dos outros, porque ela precisa da aprovação do outro, né? precisa se mostrar, precisa que o outro veja, aplauda, elogie, né? Essa é é a pessoa vaidosa, né? Então é uma pessoa focada na aparência, no exterior, né? no que se mostra, nem sempre é o que tem lá dentro do coração, mas ela precisa disso, de tá mostrando que é sempre bom, que é uma pessoa, né, que tem muitas coisas, tem muitas posses, que tem beleza, que tem dinheiro. Ou então, às vezes até a gente
ro do coração, mas ela precisa disso, de tá mostrando que é sempre bom, que é uma pessoa, né, que tem muitas coisas, tem muitas posses, que tem beleza, que tem dinheiro. Ou então, às vezes até a gente já passou por isso, nem precisa mais dessa vaidade, mas ainda tem aquela vaidade, né, que eu sei mais, eu já estudei muito, né, eu tenho às vezes uma condição melhor que o outro e aí eu acabo incentivando essa vaidade em mim, né? E aí é uma pessoa sensível que se preocupa muito com a opinião do outro e sofre por isso também, né? Porque na verdade é difícil a gente depender da opinião do outro, né? A gente acaba que eh a gente não consegue a satisfazer sempre o que o outro quer que a gente seja. Então a gente sofre com isso quando é muito vaidoso. Então e e se a gente parar para pensar, o nosso mundo de hoje ele incentiva demais o orgulho e a vaidade, não é assim? Nosso mundo do dia a dia, né? eh, que tá sempre incentivando o ter ao invés do ser, né? Ele tá sempre incentivando a aparência ao invés da essência. E a gente precisa tomar esse cuidado, né? Porque, claro, de vez em quando a gente consegue ir percebendo na gente um pouco desse orgulho, dessa vaidade, que a gente tem que ir aos poucos cuidando disso para que não cresça cada vez mais, né? Agora vamos pensar um pouquinho o que que isso causa nas pessoas. O orgulho, eh, Emanuel, ele nos diz em vários livros deles que o orgulho ele torna a pessoa eh um pouco distante dos outros, né? Na verdade, a pessoa tá sempre achando que ela tá superior, então ela acaba julgando muitos outros. criticando os outros, porque, né, se eu sou melhor que os outros, eu posso julgar, eu posso acusar, criticar, apontar o dedo, né? E isso me afasta das pessoas. Eh, principalmente quando a pessoa é confrontada nesse orgulho, né? E aí vem a irritação, vem várias outras coisas. Os espíritos nos ensinam isso, que o orgulho ele é um dos piores defeitos que a gente pode ter, porque é o germe de vários outros. Vem depois do orgulho, vem a raiva, a irritação, né, o
outras coisas. Os espíritos nos ensinam isso, que o orgulho ele é um dos piores defeitos que a gente pode ter, porque é o germe de vários outros. Vem depois do orgulho, vem a raiva, a irritação, né, o menosprezo ao outro. tem várias outras coisas que vê acompanhando e como consequência desse orgulho. Por exemplo, eh, Emanuel diz que às vezes pessoas que eh estão são tranquilas, né, calmas, amenas, tá sempre uma palavra doce, uma palavra sábia, aquela pessoa que você a ver assim, nossa, que pessoa boa, né? Mas a hora que pisa no calo, a hora que tem algum confronto do, né, do amor próprio, vamos dizer assim, né, do orgulho da pessoa, a hora que tem algum milindre ali, ela vira outra pessoa, daí se irrita, daí não quer nem saber mais, se afasta, né, dos outros que estão ali. Então, já muda de figura. Isso por causa do orgulho, né? as pessoas se transformam, né? E ele também diz que muitas vezes aí mais um defeito que vem com orgulho, né? Esses se tornam autoritários e exigentes demais com os outros. Esquece de olhar para si e olha mais pro outro, né? Começa a exigir demais do outro que se eu sou bom, você também tem que ser, né? Então, começa a tá autoritário, a querer mandar e controlar as outras pessoas. Isso cada vez que vai aumentando esse orgulho em nossas vidas, em nossos corações, a gente vai se transformando. Por isso é algo perigoso e que a gente tem que cuidar, né? E a vaidade, que que ela traz pra gente, né? essa super valorização do nosso exterior, da nossa aparência, né? Eh, primeiro que induz a gente a tá dependente da opinião do outro, né? E às vezes a menusprezar o outro mesmo, né? Para mim me mostrar, para me sentir melhor, né? Eh, ele também coloca uma coisa parecida lá com o orgulhoso, né? quem é muito vaidoso, eh, mano, ele fala o seguinte, que às vezes mesmo com aquelas pessoas que a gente mais gosta, que a gente tá ali mais próximo, mas se existe um contragosto, se de repente a pessoa mostra que não concorda com você, que tem um ponto de vista diferente,
com aquelas pessoas que a gente mais gosta, que a gente tá ali mais próximo, mas se existe um contragosto, se de repente a pessoa mostra que não concorda com você, que tem um ponto de vista diferente, já fica assim: "Ixi, nem quero mais ficar perto dessa pessoa". Todo mundo tem que concordar comigo, todo mundo tem que gostar de mim, tem que tá do meu lado. Se alguém pensa diferente, eu já nem quero mais estar perto dessa pessoa. Não quero nem conversar mais. Não, não pensa igual eu não serve para mim, para ficar perto de mim. Esse é o vaidoso. E aí tem uma ponta do orgulho também, né? A vaidade também às vezes vem como consequência desse orgulho. E e da mesma forma, Emanuel nos lembra que às vezes até, por exemplo, no Centro Espírita, né, num local de trabalho no bem que tá todo mundo trabalhando, todo mundo ajudando os outros, a gente se reúne para fazer a caridade, se reúne para estudar, né, num local que tá todo mundo ali cuidando, né, dessa dessa evolução espiritual nossa. Mesmo assim, às vezes acontece de uma pessoa eh tá sempre ali comandando e colocando as coisas, ah, tem que ser assim, assim, assim. E de repente vem alguém e fala: "Ah, mas se a gente seguir esse outro caminho? Não precisa ser sempre desse jeito, pode ser desse outro jeito." O vaidoso já fica assim: "Não, pera aí, como assim? Tem que ser do meu jeito, não é do seu. O meu jeito que é sempre certo, né? A vaidade deixa a gente cego para ver que existem outros caminhos. Pode ser que seja até melhor que o que eu tô falando aqui, mas o vaidoso demais não vai dar conta de olhar para isso. E aí acontece a muitas vezes, é um lembrete que até emana nos faz, né? Às vezes eles até se afastam, nem quero ir nesse trabalho mais, eles fazem tudo errado, não querem seguir do jeito que eu tô falando que é certo, nem vou lá mais. E e se afasta de um grupo que, pelo contrário, táera ajudando a pessoa, né? Porque a gente tem sempre oportunidades, né? Humberto de Campos, ele conta uma história muito interessante, que Jesus
mais. E e se afasta de um grupo que, pelo contrário, táera ajudando a pessoa, né? Porque a gente tem sempre oportunidades, né? Humberto de Campos, ele conta uma história muito interessante, que Jesus ele tava andando com os discípulos nesse momento, ele tava caminhando com Simão Pedro, Jesus e Pedro caminhando. E Simão começa a fazer várias perguntas, né? Jesus fica ali reflexivo pensando como é que ele ia ensinar para Pedro sobre, né, as dúvidas que ele tinha. E ele tava perguntando sobre isso, assim, quais eram os nossos principais inimigos, né, que a gente tinha que combater e tal. Jesus ensina para ele que são os internos, nossos inimigos internos são os mais difíceis e os que é mais a gente precisa combater, né, que são os nossos defeitos. Mas é interessante que Simão assim fala: "Ah, mas aí eu queria saber mesmo assim como fazer isso e tal". Jesus fala, olha, com a experiência, a gente vai percebendo experiência na nossa vida, a gente vai percebendo como que a gente é, o que que a gente precisa melhorar, né? Mas Simão não ficou satisfeito com essa com essa resposta. E continuaram caminhando. E na medida que eles iam paraa cidade onde eles estavam com o objetivo deles, iam acontecendo várias coisas, né, para para realmente mostrar para Simão como ele era e que ele precisava melhorar, né? E em algumas dessas situações, são duas, né, que principais assim que eu vou contar, é uma história longa, mas eu vou contar essas duas porque tem a ver com o orgulho e com a vaidade, né? E uma das situações chega uma pessoa, né, conhecia Jesus, sabia quem ele era e começou a falar várias coisas, né, que era contra o que ele tava fazendo, que não concordava com ele, que ele tava errado, tal. E aí, nesse momento, a pessoa tava alterada. Simão achou muito ruim. Como que fala isso de Jesus? Como que pode? Meu mestre aqui ensinando todo mundo, ajudando a gente, como é que você fala uma coisa dessa? E Simão Pedro começou a discutir com essa pessoa e começou a falar várias coisas, discutiu,
Como que pode? Meu mestre aqui ensinando todo mundo, ajudando a gente, como é que você fala uma coisa dessa? E Simão Pedro começou a discutir com essa pessoa e começou a falar várias coisas, discutiu, discutiu e tal. E aí depois a pessoa foi embora e Jesus disse para ele: "Você percebeu o que aconteceu, Pedro? Ele não, como assim? Tava aqui te defendendo, né? Achando que tava certo. E aí ele disse: "O que você estava defendendo? Era o seu orgulho, a sua vaidade ou era outra coisa? Eu preciso pensar sobre isso, né?" E em vários momentos, né? Jesus foi ensinando isso para ele, que a gente precisa é prestar atenção em como a gente age nas situações pra gente ir aprendendo. Será que tinha necessidade de fazer isso? Jesus até coloca isso, né, que eu não precisava disso, eu não precisava dessa defesa, eu vou continuar fazendo o que eu estou fazendo, continuar pregando, continuar ensinando as pessoas. Paciência. Ele ainda não conseguiu me ouvir, tudo bem, ele tem o tempo dele, né? Mas Pedro queria defender o orgulho de eu acredito no que é certo, você não, né? Essa era a vaidade, esse era o orgulho. E que mesmo assim, quando a gente tá certo, mesmo quando a gente realmente, gente, mas realmente eu tô certo, porque que eu não posso defender? Não é que não pode, é a forma como isso é feito. Você conversar com uma pessoa, discutir ideias, trocar ideias, eh escutar o que o outro tem para dizer, que às vezes são coisas interessantes, né? Falar também os seus argumentos, né? Tudo bem, mas na medida em que a gente já se altera, né? já nem escuta o outro mais. A gente quer só defender a nossa ideia, só dizer o nosso argumento. Aí talvez não seja a ideia que a gente esteja defendendo, mas sim o nosso próprio orgulho, né? A vaidade que tá falando mais alto naquele momento, né? Pode passar. Eh, Leon Deni no livro depois da morte, ele diz uma coisa assim forte, né, mas que a gente precisa prestar muita atenção, né? Ele diz o seguinte: "Ai de quem se deixou apanhar pelo orgulho. Não poderá libertar-se deste tirano,
ois da morte, ele diz uma coisa assim forte, né, mas que a gente precisa prestar muita atenção, né? Ele diz o seguinte: "Ai de quem se deixou apanhar pelo orgulho. Não poderá libertar-se deste tirano, senão a preços terríveis de luta, depois de dolorosas provações." Um outro exemplo de irmão X, né? Ele conta de uma senhora que lá no plano espiritual ele acompanhou e que era uma pessoa assim muito caridosa, uma pessoa que ele admirou muito, que ela ia lá para para pros locais mais difíceis do umbral para ajudar aquelas pessoas que estavam lá, para levar um pouco de luz, um pouco de de consolo, né, pros sofredores que estavam lá, pras pessoas que estavam sofrendo. E ela ia sempre para locais assim de muita treva, que nem todo mundo dava conta, mas ela dava conta. A luz dela era tão forte que ela conseguia chegar até lá e ficar um tempo para ajudar aquelas pessoas que estavam lá, né? E aí, eh, ela tava falando com eles, ensinando algumas coisas pro grupo que estava com o Humberto Campos. E, e aí no final ele chega para perto dela para falar, né? Nossa, que que bom, né, que você conseguiu chegar nesse ponto. Eu também gostaria de aprender, né, de evoluir. E ela na sua simplicidade, ela diz: "Olha, nem sempre foi assim, era muito difícil para mim também, né?" E ela conta toda a história dela, que ela foi uma pessoa aqui na Terra enquanto encarnada, muito orgulhosa, muito vaidosa e egoísta. E essa tríade, né, que ela chama, desses três sentimentos, eh, fizeram com que o processo evolutivo dela demorasse demais. Ela quando ela reencarnava, ela conhecia, né, o esposo dela, que por várias encarnações voltaram juntos para tentar corrigir os próprios erros, mas eles não conseguiam, né, por causa do orgulho e da vaidade, ela prejudicava a família dela, que ela pensava só nela, ela afastava os filhos, os filhos nem queriam saber dela, perdia esses filhos, né, paraa vida, justamente porque ela pensava apenas nela. né? Só cuidar de si, da vaidade e tudo. Aí quando ela desencarnava, ia no plano
ilhos, os filhos nem queriam saber dela, perdia esses filhos, né, paraa vida, justamente porque ela pensava apenas nela. né? Só cuidar de si, da vaidade e tudo. Aí quando ela desencarnava, ia no plano espiritual, entendia a situação, via como ela errou, como ela não conseguiu cumprir todas as missões que estavam programadas para ela. E aí ela falava: "Não, vou voltar de novo, vou tentar de novo". Ela voltava e acontecia a mesma coisa. Ela disse que ficou nesse ciclo vicioso do orgulho e da vaidade duranteve encarnações seguidas. Não conseguia sair disso. Até que um dia no plano espiritual uma benfeitora assim muito boa, né, que ela disse que tava ajudando ela a aprender mais, disse o seguinte: "Olha, às vezes só o conhecer, só o estudar sobre isso, a gente não consegue se transformar. a gente precisa de provações, de de eh incentivos para essa evolução, né? Pra gente se lembrar enquanto tá aqui na Terra da importância da gente aprender e da gente mudar. E ela mostrou para ela da história dela, né, que sofreu bastante, mas ela conseguiu eh ultrapassar, né, vários dos efeitos que ela tinha. E aí a senhora pensou, pensou, né? Fiá que eu vou dar conta, né? E aí foi levada até no local lá no umbral em que tinha vários espíritos sofredores. Ela se assustou e tal, disse: "Nossa, mas vai ser muito difícil isso". Mas tudo bem, não tá dando certo, né? Nove encarnações seguidas, eu não saí do lugar, continuei do mesmo jeito. Então, vou tentar, né? E aí a aprovação que ela teve foi vir com alguns daqueles espíritos vieram como filhos dela, eh filhos com várias deficiências. Ela teve uma vida muito difícil, né? Começou uma vida em que um marido morreu cedo e ela foi pra pobreza com esses três filhos com deficiência. Sofreu bastante, mas estava ali sempre cuidando deles, né? E nessa vida ela veio eh não veio com veio também com algumas deficiências no corpo para ajudá-la a não incentivar tanto, né, essa vaidade, esse orgulho e mesmo assim ela às vezes ainda tinha dificuldade, mas ela foi tentando, tentando e foi uma
mbém com algumas deficiências no corpo para ajudá-la a não incentivar tanto, né, essa vaidade, esse orgulho e mesmo assim ela às vezes ainda tinha dificuldade, mas ela foi tentando, tentando e foi uma vida de muito sofrimento, muita dificuldade. E aí ela diz que foi só assim que ela conseguiu passar uma reencarnação e chegar lá do outro lado e dizer: "Olha, realmente agora eu dei conta de cuidar desse orgulho e dessa vaidade que tava enraigado no meu ser, né? E e é disso que ele tá dizendo. Se a gente não for cuidando disso aos poucos, se a gente não for fazendo a reforma íntima necessária, tem hora que a gente precisa de algumas provações dolorosas para dar conta de melhorar, né? Então é melhor que a gente cuide agora, né? Para não precisar sofrer tanto depois, né? É melhor a gente aprender agora, então, né? >> Isso mesmo. Então, e aqui só pra gente lembrar um pouquinho que assim, às vezes a gente fala, né, do orgulho e da vaidade, não quer dizer que ele é assim de todo ruim, né? existe eh o Allan Kardec lá em obras póstumas, ele fala pra gente, explica pra gente que o orgulho, a vaidade ele nasce do instinto de conservação das pessoas. Ele vem de um de um instinto que fala assim: "Olha, você precisa cuidar de você, você precisa cuidar da sua vida, precisa cuidar do seu espírito, precisa cuidar do seu corpo, né, que é um empréstimo divino, precisa cuidar de você. Só que o problema é que a gente exagera. O problema é o excesso. Então assim, eh cuidar da gente é a gente eh reconhecer, nossa, eu consigo fazer isso bem, olha que legal, né? Ter esse certo orgulho assim do que a gente faz. Não tem problema. O problema é o exagero. O problema é quando chega nesse ponto que a gente estava falando, né? que prejudica a mim mesmo e aos outros que estão perto de mim, que me afasta dos outros, que não me deixa enxergar como eu sou e como os outros são realmente, né? Então, a questão não é a gente deixar, não, então não posso, né, cuidar de mim, não posso eh, né, reconhecer o que eu faço bem. Não é isso
eixa enxergar como eu sou e como os outros são realmente, né? Então, a questão não é a gente deixar, não, então não posso, né, cuidar de mim, não posso eh, né, reconhecer o que eu faço bem. Não é isso que a gente tá dizendo. A gente tá falando do exagero, do excesso. Na medida em que fica ali só na conservação, a gente se cuidar, né, desse instinto de de autocuidado, autopreservação, né, tudo bem. Mas geralmente não é assim, né? E uma das coisas que pode passar, uma das coisas que a gente precisa reconhecer é que nesse processo evolutivo, né? Pode pode ir clicando em tudo aí, eu esqueci de tirar essa passagem. Eh, nosso processo evolutivo, a gente nasce simples e ignorante, né? Allan Kardec fala pra gente: Deus criou todos os espíritos iguais, simples e ignorantes. E aí a gente vai evoluindo, cada um do seu jeito, cada um fazendo as suas escolhas, até que um dia a gente vai se aproximar de Deus, né? Não vamos chegar até ele porque Deus é único, mas a gente vai se aproximar. A, o nosso objetivo, né, de evoluir é um dia se tornar como Jesus, que é nosso exemplo, né? alguém é um espírito de luz, um espírito que é nosso exemplo de perfeição, né? Mas nesse processo, o que a gente tem que lembrar é que não é porque eu sei mais alguma coisa ou eu tenho mais dinheiro ou eu tenho mais algumas outras coisas que os outros não têm, é que eu sou melhor. O que diferencia a gente não são as coisas que a gente tem. O que nos diferencia são as nossas qualidades espirituais. E é isso que faz diferença no processo evolutivo, né? Não adianta a gente achar que é melhor do que outro, né? Na verdade, Allan Kardec até coloca isso pra gente. Todos nós um dia do mesmo jeito, vamos nos tornar perfeitos. Só que às vezes a gente faz escolhas tortuosas, segue caminhos mais difíceis, né? E demora um pouquinho mais que outros, né? Alguns vão mais rápido, outros vão mais lento. Depende das nossas escolhas, né? Mas essa marcha, né, de evolução, a gente tem aí dois lados, do conhecimento e dos sentimentos. E a gente precisa
s, né? Alguns vão mais rápido, outros vão mais lento. Depende das nossas escolhas, né? Mas essa marcha, né, de evolução, a gente tem aí dois lados, do conhecimento e dos sentimentos. E a gente precisa cuidar dos dois. Na medida em que a gente vai estudando, a gente vai conhecendo, que é uma forma também de combater esses defeitos, né, que a gente tem, o estudo, não só o estudo dos livros, não só o estudo que a gente vem aqui na palestra para escutar e tudo, mas o estudo da gente mesmo. O autoconhecimento é uma das ferramentas importantes pra gente aos poucos ir combatendo. esse orgulho, essa vaidade que estão prejudicando a gente no processo evolutivo, né? Nenhum de nós tá lá no final já da estrada, a gente tá ali no meio, tem muito para caminhar. Às vezes eu já consegui, por exemplo, ah, eu já consegui deixar, por exemplo, eu não sou desonesta. Esse aí eu já passei por isso, já consigo ser honesta, mas aí o orgulho ainda não consigo. Aí o outro, ah, eu já consegui o desapego, mas às vezes a vaidade ainda não consigo. Cada um vai tendo as suas eh suas seus defeitos e suas virtudes. Então, a gente precisa se conhecer para dar conta de entender o que ainda precisa ser melhorado. E aí, mais do que se conhecer é se aceitar. A gente só consegue começar a mudar esse orgulho e a vaidade se a gente aceitar que a gente é orgulhoso e é vaidoso. Primeira coisa, quando a gente tá negando, a gente não consegue, né? Aquela história, né? Que uma frase que o pessoal comenta, né? A humildade é tão complicada da gente conseguir, porque no dia que a gente fala que é humilde, a gente já perdeu. Ela tá se vangloriando, né? Por ser humilde. Então você já não é tão humilde assim. né? Então assim, não é fácil, é um processo longo e difícil, mas que a gente precisa começar e começa daí primeiro eu aceitar que eu sou assim, né? E a gente assim tá aqui falando, é o primeiro que escuta, né? E às vezes eu me pego percebendo alguns momentos em que eu sou assim mais orgulhosa, né? Mais vaidosa, aí eu paro, gente, pera
assim, né? E a gente assim tá aqui falando, é o primeiro que escuta, né? E às vezes eu me pego percebendo alguns momentos em que eu sou assim mais orgulhosa, né? Mais vaidosa, aí eu paro, gente, pera aí, esse caminho não vai dar certo, né? Vou ter que mudar. Não vai dar certo assim. Aí volta atrás, né? pede desculpas ou às vezes não tem jeito, dou um jeito de remediar ali e começa a perceber. Mas só é possível se a gente parar para aceitar e para reconhecer. É natural que a gente tenha defeitos. A gente tá no processo evolutivo ainda. O problema é quando a gente nega eles, aí a gente nem chegou a aceitar, a gente não vai dar conta de mudá-los, né? Então, primeiro a gente precisa reconhecer, né? pra gente conseguir começar essa mudança, essa reforma íntima, que é um outro jeito de a gente combater o orgulho e a vaidade, né? Pode passar aí, por favor. Eh, aqui algumas coisas já fui falando, né, só pra gente relembrar o que que nos ajuda, né? A reforma íntima nos ajuda, que é você conhecer a si mesmo e começar a mudar aos poucos cada coisinha que a gente faz, né? Eh, e aí uma coisa interessante que Allan Kardec também nos lembra lá em obras póstumas, né, que não adianta a gente só falar sobre isso, não adianta só ter uma lição de moral, só alguém tá aqui escutando, tô estudando sobre isso e tal, a gente precisa colocar a mão na massa, a gente precisa realmente mudar, realmente começar a destruir as causas desse mal que ele fala, né, realmente fazer fazer algo para nos melhorar. A gente precisa agir. E aí a fé, o estudo e a prece pode nos ajudar. A fé por na ele até coloca, o Allan Kardecoloca o seguinte: com incrédulo, eh, é até eh justificado ele ter orgulho, né? Porque um incrédulo que não acredita em nada, não acredita em Deus, não acredita na vida, né? após o desencarne. Eh, e não acredita em nada disso. Ele acha que é aqui ou agora, é materialista, ele não acredita em nada, só acredita nele mesmo. Então ele acaba sendo ali orgulhoso, vaidoso, porque não tem mais nada, é só isso. Mas a gente
da disso. Ele acha que é aqui ou agora, é materialista, ele não acredita em nada, só acredita nele mesmo. Então ele acaba sendo ali orgulhoso, vaidoso, porque não tem mais nada, é só isso. Mas a gente que sabe que não é assim, que a gente tem uma fé raciocinada, né? Não é qualquer fé, é uma fé que faz a gente pensar, faz a gente criticar, né, e entender as coisas. Essa fé, ela nos ajuda a entender que sim, existe Deus acima de nós. A gente tá aqui subordinado a leis naturais, a leis divinas que a gente vai precisar aprender a seguir, né? Isso vai diminuindo aos poucos o nosso orgulho. Eu já não sou, né, o principal centro do mundo, não sou assim. Então, a gente vai tendo aos poucos vai reconhecendo que existe algo acima de nós, né? o estudo, como eu já disse, e a oração para nos fortalecer e nos nos ajudar a conseguir enfrentar todas essas dificuldades e essas experiências da vida que vão nos fazer aprender, né? Eh, e aí uma coisa importante que a gente só precisa pra gente encerrar essa parte, lembrar é que ali no final ele fala o seguinte, ó. Ele precisa de tempo para assimilar as nossas ideias. Isso é importante a gente lembrar. A gente não muda do dia paraa noite. Não é que eu vou sair daqui hoje, não. Pronto, a partir de hoje eu vou ser mais humilde, né? Vou fazer mais caridade, porque a caridade também é um meio da gente cuidar do orgulho e da vaidade, porque quem realmente ajuda alguém de coração, ele começa a perceber que é irmão do outro, que tá ali na fraternidade com o outro, né? Não é aquela caridade de Instagram, não é aquela caridade só para tirar foto e mostrar para todo mundo, né? E e cultivar a minha vaidade, né? que tá todo mundo vendo que eu sou bom e sou caridoso. Não é essa caridade. É a caridade abnegada, a caridade que não precisa mostrar para ninguém que tá ajudando, né? caridade real que eu consigo ver no outro um irmão igual a mim que agora tá precisando de uma ajuda. É essa caridade que nos ajuda a a cuidar e a aumentar cada dia mais um pouquinho, né, a nossa
, né? caridade real que eu consigo ver no outro um irmão igual a mim que agora tá precisando de uma ajuda. É essa caridade que nos ajuda a a cuidar e a aumentar cada dia mais um pouquinho, né, a nossa humildade e diminuir o orgulho e a vaidade, né? Mas como eu disse, isso não acontece do dia paraa noite, é aos poucos. A gente precisa lembrar disso constantemente, de me conhecer, de reconhecer como eu sou, de aceitar e começar a mudar e começar a fazer novas escolhas, né? Quando eu percebo ali, não adianta eu me culpar, ah, eu não presto mesmo, não tem jeito mais não. Não é assim, né? A gente tem os nossos defeitos, mas aos poucos a gente vai conseguindo e a gente precisa ter paciência com a gente, né? Porque Deus tem paciência, tá aguardando há muito tempo, né? Então a gente também precisa ter. Só que a gente não pode parar, né? Paralisar e ficar aí as nove encarnações, nove reencarnações, como a outra lá maçando barro aqui, né? Não dá. A gente precisa eh devagar, mas a gente precisa caminhar. Não podemos parar, né? Então, a gente não vai parar na medida em que a gente consegue realizar todas essas ações, né? E isso ajuda quando a gente olha pra gente mesmo, tem um tempo de olhar pra gente. Santo Agostinho ensinou isso pra gente, né? tá lá no evangelho, ele diz assim que toda noite ele parava, né, um pouquinho para pensar o que ele tinha feito de bom no dia, o que ele tinha feito de mal, como ele prejudicou os outros e como ele beneficiou os outros. Todos os dias à noite ele parava para pensar sobre isso. E aí isso ia ajudando ele a se conhecer e a cuidar. Então, amanhã eu vou precisar mudar, amanhã eu vou precisar fazer diferente, né? Não é um processo fácil, mas Jesus ele mandou vários amigos espirituais aí para nos ajudar. Cada um tem aí seus amigos que estão lá nos incentivando, nos apoiando para que a gente consiga passar por tudo isso, certo? E o que eu quero, né, pra gente encerrar, é a gente lembrar que que isso é possível. É difícil, sim, pode ser demorado, mas é possível. Tem vários
para que a gente consiga passar por tudo isso, certo? E o que eu quero, né, pra gente encerrar, é a gente lembrar que que isso é possível. É difícil, sim, pode ser demorado, mas é possível. Tem vários espíritos lá no plano espiritual que conseguiram e a gente também pode conseguir, né? Só não podemos deixar isso de lado. Isso pode, isso é, é algo importante na nossa vida. Não pode ser só no dia que eu vou no centro, só no dia que eu vou fazer uma oração. Todos os dias a gente se lembrar que somos espíritos eternos em processo de evolução. Que Jesus nos abençoe pra gente conseguir ter força suficiente para enfrentar o nosso orgulho e a nossa vaidade, né? Que assim seja. Bom, pessoal, quem aqui além de mim apanhou muito hoje? Ana Karine do céu. E esse tema realmente é um tema que vai de encontro com tudo o que a gente passa internamente, né? E a Ana Karine falou muito bem. né, de vários pontos, onde eh um deles que eu acho muito importante é o autoconhecimento. A partir da do momento que a gente reflete sobre o nosso espírito, sobre a nossa conduta, sobre as nossas emoções, a gente passa a nos conhecer mais e com isso, né, você com o tempo vai reconhecendo os seus defeitos. Porque se você não reconhecer os defeitos que você tem, como que você vai querer melhorar? Não é verdade? Muit das vezes nós, os orgulhosos, os vaidosos, né, a gente tem muita dificuldade de reconhecer, né, que a gente não sabe tudo, que a gente tem que ficar talvez mais calado em muitos momentos, né? E o que a Ana Carinha falou de Santo Agostinho, eu li essa esse exemplo dele há muito tempo atrás, eu não me recordo qual o livro que foi. E a partir da de quando eu li, eu passei todos os dias a tirar um tempo para refletir sobre o meu dia, sobre o que que eu fiz de bom, o que que eu fiz de ruim, né, e com isso, né, poder trabalhar internamente, né? E outro ponto importante, né, que o orgulho e a vaidade nos atinge, nos inflige, é a falsa modéstia também. Muit das vezes a gente eh não se reconhece, né, e
sso, né, poder trabalhar internamente, né? E outro ponto importante, né, que o orgulho e a vaidade nos atinge, nos inflige, é a falsa modéstia também. Muit das vezes a gente eh não se reconhece, né, e acha que eh o nosso ponto de vista tá sendo humilde, tá sendo diferenciado, mas na realidade a gente só quer aplausos, né? Então a gente precisa sempre estar refletindo sobre isso. Então muito bom a palestra. e mais vezes você venha para nos brindar com tantas informações importantes. Então, pra gente finalizar, gostaria de convidar nossa querida Brasília para fazer a prece final. Vamos aproveitar essas palavras que nos acordam para saber qual caminho seguir, tirar de nós os as paixões, nossos defeitos e buscar seguir Jesus, que foi simples e humilde, nos amou, exemplificou e nos ensinou, mas sempre com humildade, sempre se colocou como apenas o filho de Deus, não um Deus. sempre se colocou como nosso irmão. Vamos aproveitar então esses momentos em comunhão com esse nosso irmão, rogar a ele as bênçãos para que nós possamos seguir o nosso caminho através do teu evangelho, da tua luz, do teu amor, porque ele é o exemplo, ele é o caminho, ele é a vida. E depois de nós sabermos onde que nós erramos, nós só temos que procurar, acertar, porque o grande farol da nossa vida é o evangelho. E assim, Senhor Jesus, obrigado por essa palestra de hoje. que ela possa nos tornar pessoas melhores, que nós possamos retorná aos nossos lares com essa lição viva dentro de cada um e amanhã, quando levantarmos, sermos pessoas renovadas. Nos ampare, Senhor, hoje e sempre e que nós possamos retornar na com a sua proteção e o teu amor. Que assim seja. Nós vamos passar para o momento sublime da nossa mentalização com Jesus, lembrando a importância do valor da prece na nossa vida, porque a prece produz em nós recursos valiosos de sustentação. de equilíbrio, de serenidade e de alegria de viver. E é com esse sentimento que todos nós aqui do lar de Jesus queremos entrar em vibração com todas as pessoas que estão em
os valiosos de sustentação. de equilíbrio, de serenidade e de alegria de viver. E é com esse sentimento que todos nós aqui do lar de Jesus queremos entrar em vibração com todas as pessoas que estão em tratamento espiritual, virtualmente e mentalmente nesse instante para as pessoas enfermas em geral, encarnados e desencarnados. que nesse instante, mestre Jesus, através da nossa vibração, do nosso mais puro sentimento, que a nossa prece possa dulcificar o nosso íntimo, iluminar os nossos caminhos, acalmar o nosso sentimento, renovando-nos e dando-nos uma vida digna. para que tenhamos a possibilidade de conduzir a nossa existência acertando mais e errando menos. Queremos mentalizar esses mentores amigos que nos assiste. que nesse instante possa ser um bálsamo de luz, transformando as águas em medicamento, fluidificando Jesus para que possam ser alimentados do corpo e da alma com a energia divina. Pedimos, mestre querido, que possa auxiliar cada um dos nossos irmãos que estão sintonizado conosco. Que o Senhor possa transformar o dia e as noites, todos os instantes das vidas dos nossos irmãos em bênçãos de luz. E é com esse sentimento de gratidão por tudo que nós recebemos através da nossa casa, do lar de Jesus, que é o lar de todos nós. É que nós queremos agradecer por tudo que recebemos nesta noite de hoje. Pedimos a tua proteção, ó Pai, com a oração que o Senhor nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino e seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia, pai dai-nos hoje. Perdoa as nossas ofensas, ensina-nos a perdoar a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livra-nos de todo o mal. que teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Com a nossa prece, nós queremos entrar no clima da gratidão. Muito obrigada, Jesus e ser conosco em todos os momentos da nossa vida. E que assim seja.
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