O NASCIMENTO DE JESUS NA ÓTICA ESPÍRITA - Denizard de Souza [PALESTRA ESPÍRITA]
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a ti. [música] Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de vi. doando [música] amor, vibrando. Meus amigos, nossas amigas, que Jesus nos abençoe a todos, que possamos ter uma noite de aprendizado espiritual significativo nessa oportunidade com a palestra sobre o natalício de Jesus, o nascimento de Jesus e aqueles que acompanham a palestra para além do nosso querido auditório Bezerra de Menezes, que estão acompanhando pelos celulares, pelo tablet, pelos computadores e até pela televisão em nosso canal da comunhão espírita do YouTube. A todos os nossos melhores votos de muita paz. Nós vamos ler uma página antes de realizarmos a nossa prece inicial. Vamos ler um capítulo do livro Cartas Vivas, uma obra nossa de cunho psicográfico, que os senhores terão a oportunidade de acessá-la, se assim o quiserem, após o passe lá na livraria Mário Carvalho. O capítulo 16 do livro Cartas Vivas intitula-se Manjedoura Cósmica e escreve o espírito Adriana de Jesus. No ano bem-vindo do Senhor, recebemos a graça da chegada do menino Deus, entre aspas. A luz esperada chegava a Belém das profecias e dos sonhos premonitórios. Jesus conosco em seu sublime nascimento, que renovou para sempre a psicosfera da terra e do pensamento humano. Ó Jesus, quanta gratidão sentimos pela tua vinda a crosta terrestre, tão brutalizada ainda pela violência e crueldade. Mais um Natal a te recordarmos o beço humilde e a sublime revelação do teu messanato de amor e paz. Que as doces recordações do teu nascimento nos traga de volta a música suave do teu amor perene por toda a humanidade. Obrigado, Jesus, que teu Natal faça-se para nós, tal qual se fez para os reis do Oriente. Gratidão sem fim. Glória a Deus nas alturas. Paz na terra e boa vontade para com os homens. Feliz Natal com Jesus no coração. São os votos de vossa irmã Adriana de Jesus. Espírito Benfeitor
o Oriente. Gratidão sem fim. Glória a Deus nas alturas. Paz na terra e boa vontade para com os homens. Feliz Natal com Jesus no coração. São os votos de vossa irmã Adriana de Jesus. Espírito Benfeitor que coordena diversas atividades espirituais, incluindo trabalhos mediúnicos, palestras e assistência social. Autora de textos e poemas psicografados, revela perfil de marcante delicadeza, suavidade e sabedoria. O livro está à disposição na livraria Mário Carvalho. Vamos então juntos recordar esse momento sublime de oração, tal qual ele próprio dissera que onde duas ou mais pessoas se reunissem em seu nome, ele aí estaria. Então, repousemos as nossas pálpebras. Esvaziemos o nosso campo mental. Deixemos todos os pensamentos passarem com as nuvens no céu. Crescemos no território infinito, imortal, espiritual da nossa realidade de mortalidade e em profunda emoção de gratidão. Digamos: "Obrigado criador. Obrigado, supremo Senhor, por este dia que nos concedestes, pelas tarefas ao nosso alcance, das pequeninas às mais complexas atividades. Obrigado criador do universo pela nossa reencarnação, oportunidade de aprendizado e crescimento espiritual. Obrigado criador por aqueles que se fizeram nossos avós, nossos pais, abrindo caminhos para nossa chegada na terra. Obrigado, criador do universo, pela nossa saúde física e mental. Obrigado pela oportunidade da oração, por recordarmos mais uma vez a chegada de Jesus na terra, estando na crosta terrestre, nós outros encarnados e desencarnados. Obrigado mais uma vez. Que Jesus nos abençoe a todos e que possamos permanecer com ele tanto quanto para sempre. Ele permanece com todos nós. Então, meus amigos, vamos falar sobre esse momento sublime e tentar recordá-lo de tal maneira que não apenas repitamos o lugar comum que já é e está presente na humanidade há mais de 2000 anos, de dar hosanas às alturas e agradecer a Deus pela chegada do sublime embaixador Jesus, o Cristo. Devemos recordar que o seu nascimento se fizera uma profecia antiga
na humanidade há mais de 2000 anos, de dar hosanas às alturas e agradecer a Deus pela chegada do sublime embaixador Jesus, o Cristo. Devemos recordar que o seu nascimento se fizera uma profecia antiga declarada nos textos do Velho Testamento, ao longo de uma série de profetas. que inspirados e intuídos declaravam que estava próximo à chegada daquele a quem chamaríamos de Cristos, cuja palavra em grego Cristo significa o Messias, o ungido. E este Cristos foi proclamado desde a origem daquela região, daquele antigo povo de Israel, que passaria milênios profetizando nas palavras de Abraão, de Jacó, de Malaquias, de Elias, culminando com Isaí. que de tal modo anteviu o contexto de nascimento de Jesus, que lá está o texto dele a dizer: "Ó Belém, não vos rebaixais perante as grandes cidades de Israel, porquanto do teu seio nascerá o filho de Deus". E ali estava Isaías, referindo-se às cidades de Israel, que sempre recebera, profetas que se tornaram famosos. E a cidade mais receptiva de profetas era exatamente a capital que até hoje o é de Israel, Jerusalém, na qual estava encravada, estava disponível posto o templo do rei Davi, o glorioso templo que guardava as escrituras sagradas e que sabiam, esse templo sabia desde a origem de Israel que quando chegasse o Messias, a tradição seria deslocada para uma outra dimensão, porque seria a chegada daqueles que eu daquele ao qual os cristãos de todo o mundo compreendem como sendo o verbo divino encarnado e que veremos não ser dissonante da visão espírita, já que compreendemos a partir dos ensinamentos de Emanuel e do próprio livro dos espíritos, quando Kardec pergunta em importante questão da obra, qual o modelo mais perfeito que Deus Deus ofereceu à humanidade para lhe ser vida e guia. A resposta é tão pequenina quanto expressiva e profunda: Vede Jesus. E quando visitamos a obra monumental, cujo título já declara a que veio a caminho da luz ou a história das civilizações segundo o espiritismo, encontramos Emanuel abrindo a obra,
profunda: Vede Jesus. E quando visitamos a obra monumental, cujo título já declara a que veio a caminho da luz ou a história das civilizações segundo o espiritismo, encontramos Emanuel abrindo a obra, referindo-se a esse verbo divino, que é claro que para a mente mediana e para o homem comum, será visto como a própria encarnação de Deus. Porque muitos deuses ou homens sobrehumanos de potências diferenciadas, sejam habilidades físicas ou intelectuais na Grécia, seja na antiga Pérsia com a religião do zoroastrismo, seja no hinduísmo, sempre se sempre se teve a intuição desses chamados homem santo. e que era visto pelos judeus com a promessa da própria divindade encarnada na forma humana. E o espírito humano dirá: "É mais do que isso, é a comunidade crística que governa os planetas em uma dada região da galáxia, dentre eles e essa região destacando-se a nosso, o nosso sistema solar e nessa comunidade crística de espíritos sublimes que tivera feita a evolução em outros orbes, em outras regiões do universo. Ali está na pequenina cidade de Belém o único ser que já está e estava na unidade com Deus. E aqui é que está o mistério do nascimento de Jesus, que ele próprio explicará ao longo da sua missão. A consciência de unidade é aquilo que permite o ser nele e está no Criador. E veremos que Jesus em diversos momentos se referiu a essa unidade. Então, as profecias há de se cumprir e se cumprira ali na cidade que não trazia profetas. Belém era uma cidade sem expressão cultural, econômica ou política ou social para Israel. Era um longinco vilarejo de natureza rural, esquecido perante as grandes cidades como Cafarnaum, Jerusalém e outras que pontificaram e foram citadas e receberam profetas. E aquele que iria ser definido como príncipe da paz, aquele que traria a representação crística da comunidade que governa o planeta Terra e o sistema solar, ele finalmente de per si em si mesmo, mergulha na crosta terrestre. E o espírito Emanuel descreve que para que ele pudesse ganhar forma humana, porque está no livro dos
laneta Terra e o sistema solar, ele finalmente de per si em si mesmo, mergulha na crosta terrestre. E o espírito Emanuel descreve que para que ele pudesse ganhar forma humana, porque está no livro dos espíritos, quando Kardec pergunta sobre os espíritos sublimes, eles dizem, as entidades sábias do livro dos espíritos respondem que eles não mais dispõem de corpo espiritual, porque não necessitam mais. Mas ao entrar no campo fluídico da Terra, os melhores fluidos que o planeta pudesse dispor, a partir do fluido cósmico, ele comporá o seu corpo espiritual e mergulhará em nascimento único, o único ser que jamais se reencarnou na terra, Jesus. E este Jesus será o seu messianato. surge para o planeta às voltas da terrível perseguição que todos nós conhecemos demasiadamente a perseguição de Herodes que não estava interessado em Jesus, que sequer sabia da sua existência, mas estava preocupado Herodes com a profecia. Aí é que está o lado e que explica a atitude de Herodes, o grande a profecia, segundo a tradição de israelita hebraica, da Torá bíblica, era um divisor de águas. Quando o Messias chegasse, ele seria a representação dessa mudança histórica. E Cristo escolheu Belém. a cidade esquecida de Israel para mergulhar na terra. E naturalmente ficará para sempre a pergunta que não temos competência para respondê-la em definitivo. Se a sua chegada ao planeta tivera o processo biológico natural ou outro alternativo, porque isso não é a questão mais importante. E o Kardec, que é a natureza do corpo de Jesus em a Gênese, opta pela hipótese que fora, na verdade, o processo natural. Mas o que importa é que a profecia se completa e ele nasce através de Maria. E para matar a profecia, Herodes manda executar todas as crianças que nasceram naquele período. E por que é que Herodes tomou conhecimento do fato? por causa da propagação de que uma caravana de reis do Oriente estava a viajar atravessando fronteiras da antiga Pérsia, do atual Iraque, porque o Irã era a Pérsia de então, até
conhecimento do fato? por causa da propagação de que uma caravana de reis do Oriente estava a viajar atravessando fronteiras da antiga Pérsia, do atual Iraque, porque o Irã era a Pérsia de então, até chegar na fronteira de Israel. E Herodes então manda mensageiro para dizer: "Digam aos reis que venham visitar-me, porque eu também quero celebrar a chegada do Messias". O que sabemos ser mentiroso e falso. Herodes que queria saber onde Jesus iria nascer. E os reis eram astrólogos oriundos da Pérsia, viajando milhares de quilômetros. sobretudo a partir daquela misteriosa estrela, que é outra grande interrogação, que jamais teremos a resposta definitiva, tendo Chico Xavier dito em dado oportunidade que aquela estrela misteriosa era, na verdade uma pleiade, vamos dizer aqui, do espíritos crísticos, da comunidade dos dos espíritos crístico que ali estava com a sua luz a dizer que um fato novo transformador chegava a terra. Jesus estar a nascer em Belém e em sonho. A sua mãe é avisada que deve retirar a criança, porque aqueles que queriam matá-lo estava a caminho. E ela segue, sai de Israel. junto com José, levando a criança que só voltaria aos 13 anos de idade para estar no templo orgulhoso de Davi e ali naquele templo de Jerusalém proclamar as Escrituras aos 13 anos de idade. Mas quando nós pensamos sobre o nascimento de Jesus, somos levados a nos fazer uma pergunta sob pena de ficarmos apenas na dimensão histórica desse nascimento ou quem sabe na dimensão cósmica, que nos sugere que a luz se fizera homem para que os homens encontrassem um caminho de luz, como dirá Emanuel, e essa luz ao nascer deve sugere para que a nossa reflexão se complete. Que nos perguntemos de que maneira o nascimento de Jesus pode impactar-nos o mundo subjetivo, o mundo interior, a realidade da nossa alma. Dois milênios depois, depois que o cristianismo foi estruturado, institucionalizado e em boa medida se afastou do evangelho, sendo hoje um sem número de divisões que passa pelo catolicismo, a reforma
Dois milênios depois, depois que o cristianismo foi estruturado, institucionalizado e em boa medida se afastou do evangelho, sendo hoje um sem número de divisões que passa pelo catolicismo, a reforma protestante que alcança a igreja ortodoxa na Rússia, a igreja grega, a igreja asiática e Todas elas proclamando Jesus como Cristo, cabendo a nós nesse momento em que mais uma vez a Terra vai completar o seu ciclo de translação. Momento muito importante para a história de cada um de nós, porque a Terra completando um giro em torno do Sol, isso nos fala de uma temporalidade cósmica do planeta. Ela estará a fazer isso há 4,5 bilhões de anos que ela gira em torno da estrela mãe no ápice desse giro, quando ela completará o seu ciclo. Mais uma vez, eis que o natalício de Jesus chega e devemos nos perguntar o que é que isso de fato afeta o nossa a nossa vida espiritual? De que maneira aquele nascimento de há 2000 anos que ninguém poderia prever a época que se tornaria uma doutrina com 2.5 bilhões de seguidores na terra. Aquela criatura nascida da esquecida Belém, o como é que ela nos impacta hoje? Como é que a sua mensagem pode se traduzir como algo mobilizador da nossa vida espiritual? Porque o natalício convencional de Jesus todos nós conhecemos e podemos até tê-lo repetido tanto a ponto dele significar apenas um rito social de encontro familiar, até de oração. Nós podemos agora perguntar com coragem de que maneira Jesus entre nós recordado, não exatamente naquela data, porque Jesus nascera de 2 a 5 de abril. A data, 24 de dezembro foi escolhida pela Igreja Católica no século IX para que a humanidade celebrasse a chegada dele. E agora nos perguntamos: do seu nascimento alcança-nos o mundo interior, evitando-nos qualquer tendência à dolorosa hipocrisia de criaturas empasteladas na aparência de santidade, sem ter meditado sobre a dignidade da existência humana, de criaturas que somos eivadas do erro. do todo orgulho de nos imaginarmos mais sábios o que somos, mais poderosos
s na aparência de santidade, sem ter meditado sobre a dignidade da existência humana, de criaturas que somos eivadas do erro. do todo orgulho de nos imaginarmos mais sábios o que somos, mais poderosos do que poderíamos sê-lo. Esquecido que o verdadeiro Natal de Jesus é o mergulho na música espiritual da sua mensagem passagem na Terra, que poderíamos revisitá-la e o faremos. Lembrando momentos que ele falou da nossa natureza espiritual. Ele está no horto das oliveiras e ele pede aos seus discípulos: "Orem comigo neste momento amargo. Orem comigo nesta hora de testemunho." E os discípulos tomados por um estranho hipnotismo, todos dormem. E ele passa a orar. E as escrituras descrevem que sua face derrama lágrimas de sangue. E ele então diz: "Glorifica-me, ó Pai, com a glória que eu tinha ao teu lado antes que o mundo existisse. Glorifica-me em ti mesmo." em ti mesmo, com a glória que eu tinha ao teu lado antes que o mundo existisse. Nessa hora ele fala que ele já era antes de o planeta Terra ser. E fala na linguagem humana que poderíamos compreender de uma gloriosa realidade da consciência de unidade que não dispomos. Observe que o nosso dilema é sermos criaturas fragmentadas, fragmentadas por dentro. Pensamos uma coisa e sentimos outra. Desejamos de forma flutuante e valoramos de forma contraditória, declarando um dado valor e praticando o oposto. Jesus nos convoca em outro momento para que visitássemos a alegria eterna da vida espiritual. Quando perguntada perguntado o senhor onde estar o reino de Deus, ele dar uma resposta que é o retorno ao seu legítimo Natal e que todos deveríamos mergulhar nela. com uma visão psicológica, filosófica, antropológica, sobretudo da psicologia profunda, ele diz: "Ficai sabendo que o reino de Deus está dentro de vós, porém ele é um tesouro oculto que deveis descobri-lo." E a pela primeira vez quando tive a oportunidade de olhar o texto na próprio Novo Testamento, verifiquei que ele disse mais sempre o mais é um tesouro oculto. A presença de Deus, o revisitado
bri-lo." E a pela primeira vez quando tive a oportunidade de olhar o texto na próprio Novo Testamento, verifiquei que ele disse mais sempre o mais é um tesouro oculto. A presença de Deus, o revisitado natal espiritual é um tesouro oculto. não está manifestado, porque é algo que é, como diria Santo Agostinho, do homem interior, de um plano sobremental que não é a consciência egoidentificada. Por que que vivemos uma vida atolada na materialidade? Porque não visitamos esse Natal espiritual, que é o sentido verdadeiro da chegada de Jesus. Essa realidade oculta. que só o autoconhecimento e a meditação e o mergulho profundo nos ensinamentos do evangelho poderá um dia fazer com que essa realidade oculta seja desvelada para nós. Ela não é imediata, ela não é manifestada, ela é latente e ela pede que recordemos a grandeza de Jesus a proclamar o seu nascimento. comunidade com Deus. Ele disse: "Eu vim para que tenhas vida e vida em abundância. Se ele veio para a abundância, não é abundância material, porque essa é muito fútil, provisória e qualquer um pode conquistá-la, mas a abundância espiritual que estaria dentro de nós e a gente não tem consciência disso. Vinde a mim todos vós que tendes sede e eu farei jorrar rios de vida eterna dentro de vós. Imagina o que é rios de vida eterna, gente. O que é isso? Nós temos que fazer hermenêutica, temos que interpretar o evangelho à luz do que sabemos da psicologia profunda, que nos ensina que muito além das camadas externas, de uma persona, uma máscara externa escravizada por condicionamentos mentais, há um selfie, um eu profundo. A presença de Deus em nós. É aqui que o natalício de Jesus começa a fazer sentido na oração que os reis magos fizeram. Glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade para com os homens. Porque a presença de Jesus é, antes de mais nada, a sublime e boa vontade da divina misericórdia que nos visita de forma compassiva. Como compassivo foi ele mesmo com aqueles que o traíram. Como compassivo foi ele com
de Jesus é, antes de mais nada, a sublime e boa vontade da divina misericórdia que nos visita de forma compassiva. Como compassivo foi ele mesmo com aqueles que o traíram. Como compassivo foi ele com Judas, que entre o intervalo da sua morte, a chamada ressurreição, a Bíblia descreve que ele desce as zonas obscuras do mundo espiritual para resgatar Judas. Ele olha para Simão Pedro e o vê aflito, porque cumpre-se a profecia de tê-lo negado três vezes. Como não poderia a criatura humana, frágil como todos nós somos, posto ao teste de temer a morte. Não conheço este homem. Não conheço este homem. Jamais via este homem. O mesmo Pedro que na Santa Ceia, quando Jesus disse, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes, ó Senhor, eu iria contigo até o vale das sombras e daria a minha vida por ti. Não sabia ele da sua própria fragilidade. E o natalício de Jesus é a descoberta não da nossa potência apenas, primeiro da nossa fragilidade. O pior doente é aquele que não sabe que eu é. E a sanidade mental começa quando nós reconhecemos a nossa própria fraqueza e ali nos tornamos, como diz o Evangelho, assemelhai-vos às crianças, porque delas é o reino dos céus. Jesus falava de um lugar de pureza. Bem-aventurados que têm puro coração, porque eles verão a Deus. E as pessoas ficam repetindo isso sem compreender que a pureza é aquilo que os filósofos existencialistas chamam de autenticidade. Não há nada mais doloroso do que a hipocrisia. E não há nada mais terrível do que nunca fazermos contato com a nossa própria autenticidade interna, ser o que de fato somos, saber como funcionamos e descobrir como podemos nos transformar verdadeiramente reconhecendo nossos próprios limites. Essa autenticidade é a pureza de coração que não declara virtudes que não dispõe, mas também não fortalece vícios aos quais esteja preso. O Natal de Jesus volta outra vez, volta para nos convocar a simplicidade de Belém, a grandeza de um mestre que disse: "Ficai sabendo, eu estou no meu pai, unidade de Jesus
cios aos quais esteja preso. O Natal de Jesus volta outra vez, volta para nos convocar a simplicidade de Belém, a grandeza de um mestre que disse: "Ficai sabendo, eu estou no meu pai, unidade de Jesus com Deus. Meu pai está em mim, mas ele também está em vós e vós estais em mim." Esse tipo de ensinamento não se consegue compreendê-lo, senão sabendo que ele, Jesus era a consciência divina, porque na unidade com Pai, já unificado, como ele próprio disse, eu e o Pai somos um só. O destino final da evolução espiritual, reconectar-se com Deus, estar em si e estar em Deus. Aqui nós podemos proclamar o verdadeiro Natal, que nos reunamos em família, que façamos uma oração sincera e se pudérmos nesses dias ao menos, proclamar o Natal de Jesus naquilo que está no critério que ele usou para os que entrariam no reino dos céus. Senhor, quando te vi com fome e te dei de comer, quando te vi com sede e te oferecia água, quando te visitei porque estavas preso, quando te socorri porque estava abandonado. Jesus então dirá: "Toda vez que o fizestes a qualquer um destes pequeninos do mundo, a mim o fizestes. Agora o Natal de Jesus é espiritual e não é apenas o Natal da sociedade de consumo e nem do bom velhinho Papai Noel, que não tem culpa de ter sido colocado no destaque em relação ao aniversariante. Proclamemos o Natal em nosso coração e recordando Jesus na sua grandeza cósmica, na sua unidade com Deus, recordando a presença dele quando ele se despede a dizer: "Perdoai-lhes, ó Pai, porque eles não sabem que o que fazem. Por quando ele permanece a dizer: "Vinde a mim todos vós que estais aflitos e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu fardo e aprendei comigo que sou humilde e manso de coração e achaareis repouso para as vossas almas. Porque suave é meu julgo, leve o meu fardo. Que o Natal de Jesus nos faça voltar para dentro. para a nossa realidade espiritual pré-existente corporal, sobrevivente à morte do corpo. E nesse lugar de consciência que se move para despertar, recordando Jesus e seu Natal, digamos,
ar para dentro. para a nossa realidade espiritual pré-existente corporal, sobrevivente à morte do corpo. E nesse lugar de consciência que se move para despertar, recordando Jesus e seu Natal, digamos, desperta a tua alma adormecida nas dolorosas e sofridas lágrimas da vida. Não te detenhas ante as sombras do caminho. As belas rosas também trazem seus espinhos. Se alguém magoou teu coração, não te entristeças. Segue a oração, sendo a vida na terra passageira. Se caminhas para libertação, esquece as ofensas e perdoa. Segue para tua evolução. Se tens conhecimento do evangelho, se praticas um pouco a caridade, não podes dizer que não sabes ou não conheces o que é a felicidade. Ergue teu olhar com esperança e lembra que suave pode ser fita natureza e lembra que suave pode ser o teu fardo. Se tiveres Jesus no teu coração, que nesse Natal possamos responder à pergunta de Patangelis. O que adiantaria ele ter vindo e ter trazido a sua paz como príncipe da paz? A minha paz eu vos dou, mas não a dou como o mundo a dá. O que adiantaria se ele não pudesse agora novamente habitar o nosso coração, sublimando-o naquilo que é mais difícil de fazer? Ser solidário, desapegar-se, libertar-se? dos próprios equívocos para poder viver com alegria, sabendo que um dia todos nos despediremos da provisoriedade da vida corporal. Um feliz Natal a todos, que nos reunamos em família e que tragamos o aniversariante para dentro de nós na sua presença de luz e de paz. Um feliz Natal para todas as famílias, para todas as pessoas. para todos vocês. Aqueles que quiserem conhecer as mensagens da nossa irmã Adriana de Jesus, tem o livro Cartas Vivas na livraria Mário Carvalho. Obrigado. Esse poema ficará como nossa oração e nós agora passaremos ao passe. Feliz Natal para todos. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos.
la de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons [música] fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto
abalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons [música] fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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