O MAR E OS DISCÍPULOS - Valéria Brüggemann [PAZ NA ALMA]

Comunhão Espírita de Brasília 04/06/2025 (há 10 meses) 3:27 232 visualizações

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Transcrição

O e os discípulos. Tudo posso naquele que me fortalece. Paulo, carta aos Filipenses, capítulo 4, versículo 13. O discípulo aplicado assevera: "De mim mesmo nada possuo de bom. Mas Jesus me suprirá de recursos, segundo as minhas necessidades. Não disponho de perfeito conhecimento do caminho, mas Jesus me conduzirá. O aprendiz preguiçoso declara: "Não descreio da bondade de Jesus, mas não tenho forças para o trabalho cristão. Sei que o caminho permanece em Jesus, mas o mundo não me permite segui-lo." O primeiro galga a montanha da decisão, identifica as próprias fraquezas, entretanto, confia no divino amigo e delibera viver-lhe as lições. O segundo estima o descanso no vale fundo da experiência inferior. Reconhece as graças que um mestre lhe conferiu. Todavia, prefere furtar-se a elas. O primeiro fixou a mente na luz divina e segue adiante. O segundo parou o pensamento nas próprias limitações. O más é a conjunção que nos processos verbalistas habitualmente nos define a posição íntima perante o Evangelho. colocada à frente do santo nome, exprime-nos a firmeza e a confiança, a fé e o valor. Contudo, localizada depois dele, situa-nos a indecisão e a ociosidade, a impermeabilidade e a indiferença. Três letras apenas denunciam-nos o rumo. Sim, recomendam meus princípios, mas Jesus pede outra coisa. Assim aconselha Jesus, mas não posso fazê-lo. Por meio de uma palavra pequena e simples, fazemos a profissão de fé ou a confissão de ineficiência. Lembremo-nos de que Paulo de Tarso, não obstante apedrejado e perseguido, conseguiu afirmar vitorioso aos filipenses: "Tudo posso naquele que me fortalece". Emanu pela psicografia de Francisco Cândido Xavier. Pão nosso.

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