O Livro dos Espíritos em nossa Vida | #287 - LEI DE DESTRUIÇÃO: FLAGELOS DESTRUIDORES - Q. 737 e 738
O Livro dos Espíritos em nossa Vida | #287 - LEI DE DESTRUIÇÃO: FLAGELOS DESTRUIDORES - Questões 737 e 738 Você já se questionou sobre a existência da vida após a morte? Ou sobre o propósito da sua existência? O programa O LIVRO DOS ESPÍRITOS EM NOSSA VIDA, produzido pela Comunhão Espírita de Brasília, traz semanalmente comentários e reflexões sobre essas questões e muitas outras presentes na obra de Allan Kardec. Com a participação de Ricardo Honório, Alcir Almeida e Adilson Mariz, o programa oferece uma análise profunda e esclarecedora dos temas apresentados em O Livro dos Espíritos, obra fundamental para quem busca compreender a vida, a morte e o papel dos seres humanos no universo. Se você deseja expandir seus conhecimentos sobre espiritualidade e entender melhor a si mesmo e ao mundo ao seu redor, não pode perder O LIVRO DOS ESPÍRITOS EM NOSSA VIDA. Toda terça-feira, às 19 horas, um novo episódio é transmitido no canal da Comunhão Espírita no Youtube. Não deixe de se inscrever e ativar as notificações para não perder nenhum episódio! Junte-se a nós nessa jornada de autoconhecimento e evolução espiritual. Assista agora mesmo ao programa O LIVRO DOS ESPÍRITOS EM NOSSA VIDA e enriqueça sua vida com sabedoria e luz! #LivroDosEspiritosEmNossaVida #ComunhaoEspirita #TVComunhao TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.
E aqui estamos para mais um programa O Livro dos Espíritos em nossa vida e conforme nós falamos na semana passada hoje nós vamos iniciar o estudo do tema flagelos destruidores logo depois da vinheta até já começa agora o programa O Livro dos Espíritos em nossa vida Almeida seja bem-vindo meu caro para mais um programa obrigado Ricardo obrigado a cada um de que nos acompanham pelas mídias sociais da Comunhão Espírita de Brasília estamos aqui direto dos estúdios aqui na Asa Sul hoje eu gostaria Ricardo com a sua licença mandar um abraço lá para sua Paraíba Opa como é que é José Benício e a turma dele lá no Junco do Seridó é isso cidade eu sei que é no sertão lá né isso então um abraço para cada um de vocês que estão conosco compartilhando alegria de estudar o Livro dos Espíritos obrigado pela companhia de vocês forte abraço a José Benício pela pelo trabalho agradecer e parabenizar pelo trabalho que vocês estão fazendo aí querido sertão paraibano levando aos nossos irmãos paraibanos e a outros mais talvez também pelas asas da internet essas informações estão importantes para que todos é conheçamos um pouco sobre essa nossa realidade né e não só para o pessoal de jugo do Seridó mas todos aqueles que nós sabemos nesse brasilzão a fora Ivani lá no sertão Pernambucano na cidade de Petrolina e a tantos outros no Brasil afora inclusive fora do Brasil também que utilizam o nosso trabalho utilizam o nosso programa para fazer grupo de Estudos em suas casas muito muito obrigado a todos vocês Almeida hoje nós vamos falar dos flagelos destruidores e a partir da questão 737 quando o Kardec perguntou o seguinte com que objetivo Deus atinge a humanidade por meio de flagelos destruidores ora eu acho que passou na cabeça do Kardec Deus nos dá o instinto de conservação nos oferece os meios de fazer o contraponto de manter o equilíbrio Mas além de oferecer esse contraponto para manutenção do equilíbrio aqui acolá vem umas pancadas bem pesadas sobre a humanidade e onde alguns ou para alguns desses flagelos o ser
e manter o equilíbrio Mas além de oferecer esse contraponto para manutenção do equilíbrio aqui acolá vem umas pancadas bem pesadas sobre a humanidade e onde alguns ou para alguns desses flagelos o ser humano não tem a menor chance de de sobrevivência muitas vezes né ou não ou sempre tem a chance de escapar do flagelo é interessante uma pergunta de cada vez né senão complica mas é flagelo né falar relação é uma chicotada é uma pancada uma corrigida às vezes também às vezes também mas eu acho que a pergunta aqui é com que objetivo Deus de vez em quando dá uma flagelada alguém deve estar perguntando é um castigo Deus não castiga né então não Deus não castiga não existe isso e porque realmente você tem razão em fazer a pergunta a essa essa crendice de que sempre que há um terremoto é porque Deus está castigando aquela população aquela cidade é ele ficou bravo e resolveu castigar aquelas pessoas né E todos todos daquela comunidade são culpados e não é nada disso e não é nada disso é você viveu lá no interior da Paraíba não é isso sim eu vivi lá no interior de Minas Gerais e Mogeiro lá no Eu morei na pequena Miraí enfim e com certeza você lembra quando Quando você vai orar a terra para plantar né quando você passa o arado na terra você faz aquele rei aquela Ira e você olha para trás o que que você vê destruição É eu tô lembrando aqui daquelas minhoquinhas que estavam lá embaixo na terra e quando o arado passava revirando a terra e ela está indo ali desesperadas desesperada que que tá acontecendo e aquela coisa de repente o campo tá verde tá bonito tá chovendo normalmente a gente planta depois da chuva então tá tendo tá tá tudo bonito e depois que passa o arado é uma coisa feia revira a terra bota aqueles tijolão de terra para fora o verde some o verde some e fica aquela aparência de destruição mas é justamente o momento em que o agricultor que sabe o que está fazendo Ele prepara a terra para lançar a nova semente né E por vezes não é sempre né mas em a natureza há momentos da necessidade de
mas é justamente o momento em que o agricultor que sabe o que está fazendo Ele prepara a terra para lançar a nova semente né E por vezes não é sempre né mas em a natureza há momentos da necessidade de uma transformação rápida de uma mudança rápida do elemento físico ah essa necessidade e Claro na grande engenharia Celeste os engenheiros da espiritualidade superior programam os momentos de necessidade de transformação com esses eventos com esses flagelos né então faz-se com que a necessidade de transformação necessidade de mudança conhecida no tempo com os eventos físicos então normalmente uma grande transformação numa sociedade tem um grande evento cataclístico associado é normal é natural faz parte do grande programa da Vida O problema é que a gente só pensa na vida em termos de 80 100 anos quando a gente deveria pensar pelo menos uns 100 mil anos é verdade né então responderia assim essa questão porque Deus atinge a humanidade com flagelos pela necessidade de transformação rápida pela necessidade de mudança Deus é o agricultor da humanidade é o grande ceareiro do gênero humano ele revira a Terra no momento certo para melhorar a produção avançar novas e melhores bacana gostei dela gostei também vamos ler a resposta para fazer avançar mais depressa Não vos dissemos que a destruição é necessária para a Regeneração moral dos Espíritos que adquirem a cada nova existência um novo grau de perfeição é preciso ver o fim para lhe apreciar os resultados não os julgais senão sobre o vosso ponto de vista pessoal e o chamais de flagelos por causas dos prejuízos que os ocasionam mas esses transtornos são frequentemente necessários para fazer alcançar mais prontamente uma ordem melhor de coisas e em alguns anos porque muitas vezes levaria séculos para chegar na verdade e outra coisa ao meio daqui a gente também precisa considerar muitas vezes nós atribuímos a Deus determinado e quando nós vamos analisar melhor esse flagelo não é consequência nada mais nada menos do que a própria incúria
daqui a gente também precisa considerar muitas vezes nós atribuímos a Deus determinado e quando nós vamos analisar melhor esse flagelo não é consequência nada mais nada menos do que a própria incúria você vê uma comunidade por exemplo que é atingida por uma chuva que derrubou uma parte do morro e se desprendeu caramba gente Claro Vamos respeitar e considerar a necessidade a carência de meios e que leva muitas vezes o ser humano a ocupar determinadas áreas mas mesmo assim foi o ser humano que foi habitar numa área é extremamente instável foi o próprio ser humano que removeu a camada superficial de árvores raízes e de plantas que dava estabilidade aquela massa ele corta um barranco aí vem a chuva não tem aquela cobertura vegetal encharca o solo e o solo Essa é a questão de engenharia né ele colapsa ele vira como se fosse uma massa de bolo vocês Imaginem que é uma massa de bolo é um monte de farinha aí você joga um monte de leite tem uma hora que aquilo esparrama esparrama porque o líquido pesa sobre aquela estrutura que perdeu Em algum momento a sustentação porque alguém fez um corte ali imenso e vai ocupar essa semana eu tava vendo uma reportagem sobre uma certa cidade sofrendo com as chuvas e a própria reportagem mostrava que onde estava alagado era um rio que tinha sido soterrado era uma Várzea que tinha sido aterrada uma Várzea que foi aterrada para a ocupação Urbana um dia a natureza é interessante quando você fala Lembra essa questão da Várzea Porque Nós seres humanos nós temos memória muito curta a gente vê um rio indeterminado dia e a gente toma aquilo como uma realidade perene não é os rios eles são mais caudalosos na época da chuva e mais modestos na época da seca Então existem regiões circundando qualquer curso de água que são secas durante a seca e são inundadas durante as chuvas e vou mais além disso é natural e vou mais além a ciclos tem de anos vim décadas décadas em que uma determinada região é mais atingida por um volume maior de água do que outro então alguém pode chegar numa
mais além disso é natural e vou mais além a ciclos tem de anos vim décadas décadas em que uma determinada região é mais atingida por um volume maior de água do que outro então alguém pode chegar numa região e dizer assim não esse rio aqui é um rio morto tô aqui há 20 anos isso aqui tá seco tô aqui há 20 anos nunca vi uma cheia aqui nesse Rio De repente é o ano o ano seguinte é o ano da cheia gira aquele ciclo e vem aquela enxurrada então é como você falou nós trabalhamos Nós seres humanos trabalhamos com períodos de tempo muito curtos a nossa visão é muito curta né enquanto que a natureza trabalha com longos períodos e a gente sabe que muitos fenômenos naturais são cíclicos às vezes passam décadas sem ocorrerem em determinam o momento eles chegam se você ocupou a área da sua base Aquela fase um dia pode encher de novo e aí e se você aterrar vai ser pior porque a água virar e ela vai para algum lugar ela vai se espalhar ela vai se espalhar então só para comentar essa questão nem tudo não nem tudo flagelos que Deus o planejamento Bem lembrado planejamento espiritual Nem tudo é planejamento Divina muita coisa é consequência da nossa angúria mesmo da nossa falta de atenção nosso mau uso dos bens questão Deus não poderia empregar para o aprimoramento da humanidade outros meios senão os flagelos destruidores eu vou usar esse exemplo que você acabou de dar Deus o tempo todo nos dá o melhor Deus o tempo todo Age de forma providencial né agora ele te dá água e te dá sol para que você cultive para que você se alimente para que você consiga a prover alimentação sua e dos seus aí o que que você faz você até a base você é interrompe o curso do Rio Poxa Deus já usou de outro meio Mas você se coloca por incúria numa situação que embora não tivesse no planejamento no planejamento de Deus fazer aquela inundação não tava mas Deus usa a inundação para que você aprenda a respeitar os ciclos da natureza né mesmo que nós estejamos aqui no Brasil há 5 séculos e ainda não tenhamos percebido
s fazer aquela inundação não tava mas Deus usa a inundação para que você aprenda a respeitar os ciclos da natureza né mesmo que nós estejamos aqui no Brasil há 5 séculos e ainda não tenhamos percebido que existem ciclos né e tem ainda não tenhamos tido a humildade de respeitar esses ciclos de observar e respeitados aprender a conviver com a natureza sabendo que quando ela Age ela sempre vai ser superior a nossa capacidade de de reação digamos assim por exemplo eu eu tô chegando aos 60 anos a minha região já sofreu a grande a grande inundação foi ali em 1979 mas nós já tivemos outra que a cidade ficou inundada todas as áreas inundáveis fiquei inundaram durante quase 10 dias não é faz parte faz parte do fluxo é isso amiga então vamos a resposta Deus não poderia empregar para o aprimoramento da humanidade e outros meios se não os flagelos destruidores e a entrega disso ele entrega sim e ele o emprega todos os dias visto que deu a cada um os meios de progredir pelo caminho do bem e do mal não você escolhe você escolhe você respeita e não constrói Na várzea constrói nos luga mais altos nos 20 30 anos que aquela vara Choveu e não dou água foi embora você planta ali a civilização egípcia eu tô lembrando disso agora você leu meu pensamento a civilização egípcia cresceu assim né respeitando respeitando o fluxo do nilo né e formou a primeira grande civilização agrária que nós temos mais próximo da Europa agora eles poderiam estar construindo ali do lado do rio quando Viesse a inundação ia arrastar e ia matar a gente eles respeitavam Aquilo é uma grande exemplo mesmo e não tinham a princípio satélite em órbita o tamanho o tanto de informações tinha computador milhares de Estações meteorológicas para analisar tudo isso e para terminar a resposta é o homem não aproveita essas benesses esses meios que Deus oferece é preciso castigá-lo em seu orgulho e fazê-lo sentir sua fraqueza então Deus ele não gera ele não promove esses flagelos Mas permite que aconteça para que o homem aprenda é respeitar né
e Deus oferece é preciso castigá-lo em seu orgulho e fazê-lo sentir sua fraqueza então Deus ele não gera ele não promove esses flagelos Mas permite que aconteça para que o homem aprenda é respeitar né respeitar é isso depois da resposta que nós acabamos de ler o Kardec faz a seguinte pergunta mas nesses flagelos o homem de bem sucumbi como o perverso isso é justo então homens Então vamos imaginar o homem que não é de bem ele foi lá e construiu a primeira casinha na várzea o homem de bem foi lá e construiu uma ao lado dele também quando a cheia vem leva a casa dos dois leva os dois arrasta os dois arrasta os dois e em função disso que o Kardec perguntou né que quando acontece esses flagelos é sofre tanto o perverso como o homem de bem isso é justo isso é justo e agora sim os espíritos respondem E você já deu espólio Mas vamos lá gente a questão é justamente essa a vida nossa não é restrita a matéria a nossa vida não é 60 80 100 anos nós somos criados simples e ignorantes mas para a eternidade Ah mas alguém morreu numa inundação É verdade é uma tragédia é algo doloroso é algo sofrido e deve ser respeitado sofrimento das pessoas mas lembremos é apenas mais uma fase é Apenas Mais uma jornada é apenas mais uma experiência quando quando esse ser justo ou injusto voltar seja porque morreu por um terremoto seja porque morreu numa inundação seja porque sei lá algum outro flagelo morreu numa pandemia Acabamos de sair numa pandemia né a vida continua né esse é que é importante o justo é que todos experienciamos aprendamos nos aperfeiçoeiros isso é o justo agora cada um é responsável pelos seus próprios atos e aprende na medida do que vive é isso amiga e agora sim a resposta Da sub- pergunta do Kardec durante a vida o homem relaciona tudo com seu corpo mas depois da morte ele pensa de outra forma e como já dissemos a vida do corpo é pouca coisa um século do vosso mundo é um relâmpago na eternidade portanto os Sofrimentos do que chamais alguns meses ou alguns dias não são nada
sa de outra forma e como já dissemos a vida do corpo é pouca coisa um século do vosso mundo é um relâmpago na eternidade portanto os Sofrimentos do que chamais alguns meses ou alguns dias não são nada apenas um ensinamento para vós e que vos servirá no futuro os espíritos Eis o mundo real pré-existentes e Sobreviventes a tudo são os filhos de Deus e o objeto de toda a sua solicitude os corpos não são os trajes com os quais eles aparecem no mundo Ou seja quando alguém desencarna num flagelo desse foi a roupa que estragou o ser permanece na eternidade permanece nas grandes calamidades que dizimam os homens é como o exército que durante a guerra ver seus trajes usados rasgados ou perdidos o general tem mais cuidado com seus soldados do que com suas vestes certamente é verdade né o que para nós é uma tragédia porque a gente tá vendo sofrimento físico Deus está olhando é para o que realmente interessa que é o espírito eterno e o Kardec faz uma segunda pergunta mas as vítimas desses flagelos não são menos vítimas são vítimas sofrem sentem se sofredora sentem-se injustiçadas mas a gente tem que aprender a ver a vida e ver todas as suas todos os seus detalhes sobre o mérito da eternidade não sobre o mérito de uma única existência corporal né a gente precisa aprender isso a gente tem que perceber ai mas a pandemia matou milhões no planeta Terra primeiro que nós somos bilhões segundo o planeta a humanidade vai continuar terceiro Mas aprendemos muito e continuaremos aprendendo e esses irmãos que desencarnados daqui a pouco estão de volta daqui a pouco estão de volta daqui a pouco estamos de volta sobre outras formas sobre outras experiências né É isso que é importante perceber a gente precisa aprender a dizer pegar e não estamos aqui diminuindo e desfazendo da dor de quem perdeu um cliente querido não é isso a dor merece todo respeito mas o fato é todos nós vamos desencarnar pesado né E encarnar desencarnar nascer viver morrer nascer de novo essa é a lei é o processo mas as vítimas desses flagelos não são
a dor merece todo respeito mas o fato é todos nós vamos desencarnar pesado né E encarnar desencarnar nascer viver morrer nascer de novo essa é a lei é o processo mas as vítimas desses flagelos não são menos vítimas e as e os espíritos disseram se se considerasse a vida por aquilo que ela é e o pouco que é com relação ao infinito se atribuiria menos importância a isso mais uma vez a gente olha para o ponto não olha para a linha numa metáfora com a escrita é isso essas vítimas encontrarão em uma outra existência é uma larga compensação aos seus Sofrimentos se elas sabem suportá-los sem murmurar e aqui o Kardec faz um comentário de dois parágrafos Kardec diz assim quer chegue a morte por um flagelo ou por uma causa ordinária não se pode escapar a ela quando soa a hora da partida a única diferença é que com isso No primeiro caso parte o maior número de uma única vez pelas vias Ordinárias Vai um de cada vez durante um flagelo Vai um conjunto maior de almas Se pudéssemos nos elevar pelo pensamento de maneira a dominar a humanidade e abrangê-la inteiramente esses flagelos tão terríveis não nos pareceriam mais que tempestades passageiras no destino do mundo é interessante essa esse final para a gente reforçar nós já falamos essa ideia né de a gente aprender a encarar a circunstâncias da vida sobre essa visão mais longa né menos pontual aprendemos a ver mais as florestas e menos as árvores perceber que nós não somos árvores nós somos seres humanos Ah mas e esse corpo esse corpo é muito transitório né Nós não podemos avaliar a nossa existência eterna com olhos que só abrangem uma única existência a gente tem que aprender a olhar com foco mais de de Horizonte precisamos ampliar nossos horizontes a gente vê muito curto a gente a gente lamenta a perda material é sem considerar o ganho que o Espírito está tendo com a gente é a gente ainda não foi capaz de ser superior a visão de que a vida acaba no túmulo a gente sabe que a vida vai além Mas a gente continua reagindo como se ali acabasse tudo o que acaba no
com a gente é a gente ainda não foi capaz de ser superior a visão de que a vida acaba no túmulo a gente sabe que a vida vai além Mas a gente continua reagindo como se ali acabasse tudo o que acaba no túmulo é a existência física a vida é aquela casca material e a vida é do Espírito ela não cessa nunca ela continua é isso Almeida semana que vem a gente continuará ainda com os flagelos falando dos flagelos só depois é que nós vamos falar das guerras meu amigo muito obrigado Mais uma vez pela companhia Eu que agradeço a todos vocês que nos acompanham né no Brasil no exterior na Paraíba nas minhas Minas Gerais no Pernambuco vocês estão espalhados um forte abraço carinhoso a cada um de vocês e fraternal Tá certo e vamos continuar estudando Livro dos Espíritos juntos abraço Tchau até semana que vem
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