O Livro dos Espíritos em nossa Vida | #236 - OS TRÊS REINOS - Questão 593

Comunhão Espírita de Brasília 03/05/2022 (há 3 anos) 28:12 1,336 visualizações

O Livro dos Espíritos em nossa Vida | #236 - OS TRÊS REINOS - Questão 593 Participe, através dos comentários ou pelo email: tv@comunhaoespirita.com Programa O LIVRO DOS ESPÍRITOS EM NOSSA VIDA é uma produção da Comunhão Espírita de Brasília, através da TV Comunhão. Semanalmente, questões de "O Livro dos Espíritos" são comentadas por Ricardo Honório, Alcir Almeida e Adilson Mariz. Uma nova edição do programa O LIVRO DOS ESPÍRITOS EM NOSSA VIDA, vai ao ar toda terça-feira, às 19 horas, no canal da Comunhão Espírita, no Youtube! Não perca! #LivroDosEspiritosEmNossaVida #ComunhaoEspirita #TVComunhao TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.

Transcrição

Começa agora o programa o livro dos espíritos em nossa vida. Olá, meus amigos. Estamos de volta com o programa O livro dos Espíritos em nossa vida. Lembrando sempre que este programa tem o objetivo de levar até vocês um pouco de doutrina espírita, um pouco deste livro que é basilar da doutrina espírita, no sentido de fazer a todos refletir um pouco sobre as questões e sobre as respostas que o Kardec nos traz nessa obra. Já falamos outras vezes e repetimos. Não precisa concordar sempre com o que a gente está dizendo. E o ideal é que você fique na dúvida mesmo e que por intermédio dessa dúvida você aprofunde os seus estudos, aprofunde as suas pesquisas. Não se contente só com aquilo que nós dizemos nesse programa. Dedique-se à leitura, às reflexões, busque em outras obras. Vez por outra, nós citamos, nós fazemos algumas referências interessantes de autores espíritas e não espíritas, que podem colaborar com a construção desse nosso conhecimento. Essa é uma das, esse é um dos objetivos desse programa, levar momentos, oportunidades de reflexão para nós e para vocês que nos acompanham. Sejam todos bem-vindos. Seja bem-vindo também ao Sir Almeida. Obrigado, Ricardo. Obrigado a cada um de vocês que nos acompanham. É sempre uma alegria estar aqui. Lembrando sempre, gostaram, deem o joinha. Não gostaram, digam que que não gostaram. Façam suas observações que a gente vai estar aqui tirar dúvida para ver o que que o programa pode ser melhorado sempre. Abração. Abraço, grande abraço, Almeida. E Almeida, nós vamos dar continuidade ao estudo que nós já estamos fazendo há duas semanas. Estamos falando dos três reinos, reino mineral, reino vegetal e reino animal. E hoje nós vamos para a questão 593. Na semana passada nós finalizamos a questão 592 e nessa questão o Kardec fez a seguinte pergunta: "Pode-se dizer que os animais não agem senão por instinto?" E então o que Kardec tá querendo saber de tudo que já foi dito? Eh, eh, se você chegou agora e tá achando meio sem pé, sem cabeça essa conversa, sugiro que

que os animais não agem senão por instinto?" E então o que Kardec tá querendo saber de tudo que já foi dito? Eh, eh, se você chegou agora e tá achando meio sem pé, sem cabeça essa conversa, sugiro que você eh no nosso canal no YouTube verifique os programas anteriores, especificamente os de número 235, 234 e 233, porque o programa 233 é o primeiro deste deste capítulo, é o primeiro desta temática. falando sobre os minerais e as plantas. E aí, Almeida, e na questão 592, Almeida, enquanto você reflete aí e a partir do programa 235, nós iniciamos a temática que fala sobre os animais e o homem, que é onde essa questão que nós acabamos de ler está inserida. E então, Almeida, pode-se dizer que os animais eles agem apenas por instinto ou tem algum tipo de inteligência? Tem alguma emoção no comportamento dos animais? Pois é, eu não vou dizer emoção, mas eu vou dizer pensamento mesmo, né? Uhum. Eh, eh, eh, procurem na internet a tudo, como já disse o Ricardo, hoje se a gente falou, vocês não concordam, pode fazer a pesquisa e vamos conversar. Mas o que eu vou falar agora, eu vou lembrar que causou muita, causou um impacto muito grande nos últimos, já tem uns 10, 15 anos atrás, alguém filmou um grupo de símios. Símos grandes, né? Eh, não estamos falando de de de mico, não. Estamos falando de macaco mesmo. Não, não é macaco prego, não. Macacões, macaco bem grande, né? E no meio do grupo, no meio do grupo. Bom, primeiro esse grupo de símios tinha que passar em um rio e tinha uma macaca. Mulheres são sempre mais inteligentes que os homens. São sim, isso aí é ciência, né? A a a macaca tava com um filhote no colo carregando e ela tinha que atravessar o rio e ela ficou com medo de ser muito fundo dela perder o filhote dentro da água. O filhote é morre refogado, né? Se se cai do colo dela. E o que que ela fez? Ela parou, olhou o rio, olhou assim em volta, tinha árvores, né? Ela procurou um galho solto no chão, né? Ela pegou aquele galho e foi cutucando para ver a profundidade do rio antes de

ue que ela fez? Ela parou, olhou o rio, olhou assim em volta, tinha árvores, né? Ela procurou um galho solto no chão, né? Ela pegou aquele galho e foi cutucando para ver a profundidade do rio antes de botar o pé. Sério, Alida, aconteceu isso? Sério? Sensacional. E e e os cientistas colocaram em questão justamente isso, não era algo adquirido. Exato, né? Porque aquele galho não estava sendo passado de mão em mão da da dos antepassados dela para ela saber que aquele galho tinha esse poder. Não. Ela olhou o rio, olhou em volta, encontrou algo que ela sabia que era sólido e ela podia ao auscutar, adivinhar a profundidade do rio antes. E quando passou pro outro lado do rio, jogou o galho fora. [risadas] Que interessante. Não, é interessantíssimo e tudo tudo isso para responder a pergunta. Ora, isso é instinto? Não, não. E aí a gente se socorre na própria coleção de André Luiz, né? Eh, eh, voltemos lá, evolução em dois mundos, que diz que pensamento contínuo só nós, seres humanos, possuímos, mas os animais têm lampejos. É. Tem momentos e eu lembro que semana passada eu tava falando lá da da cachorrinha que associou o caminhão de de de lixo a o ato da minha sogra pegar o lixo e recolher e levar lá para fora. Ela associou, ela conseguiu desenvolver isso. Sempre que o que o que ela ouvia o caminhão do lixo, ela ia lá chamar a sogra para pegar o lixo, para botar para fora. Pegar o lixo. Tudo isso pode dizer o seguinte, respondendo objetivamente, pode-se dizer que os animais não agem senão por instinto, tá incorreto. Existem lampejos, existem momentos em que animais demonstram a capacidade de assumir uma uma determinada atitude diante de uma situação externa. Eles sabem como reagir para obter um determinado resultado, né? Por exemplo, lá a macaca sabia que com aquele galho que ela pegou ali ao Léo, ela podia ir olhando a profundidade do rio de forma a não colocar em risco o seu próprio filhote. É verdade, né? Os golfinhos, por exemplo, eles pescam em conjunto, né? Eles sabem que cercam um cardume pro

odia ir olhando a profundidade do rio de forma a não colocar em risco o seu próprio filhote. É verdade, né? Os golfinhos, por exemplo, eles pescam em conjunto, né? Eles sabem que cercam um cardume pro cardume ir para uma determinada direção onde eles possam se fartar e de maneira semelhante às orcas, né? A famosas orcas assassinas, né? Que é a baleia, aquela baranga freeum. Vamos falar uma coisa mais suave. Freilly. As baleias daquela espécie elas caçam em conjunto, elas vão cercando a presa, vão cercando as focas em um determinado canto onde elas possam chegar e se alimentarem. E e você falou agora dos golfinhos. Eu lembrei recentemente eu recebi um vídeo Uhum. Eh, era uma entrevista com um, não sei se era pescador, mas alguém que tava lá, que tinha hábitos de velejar. acompanha o golfinho porque onde tem golfinho tem comida. Vamos lá. Mas não foi, Almeida. E a história é a seguinte, o rapaz, essa pessoa estava no barco, tava arrumando o barco ali para navegar e de repente ele sente um toque no ombro. Ele tava na água. Ah, ele tava na água. OK. Tava na água. E aí ele se vira. É um golfinho. Aquele monstro de bicho grande para caramba. aquele aquele bico, aquele bicão e ele tá soltando aquele som dele naquele, né? E ele fazia assim com inchando, guinchando, né? É. E ele cutucando ele, fazendo aquilo e nada e mergulhou, fez isso tudo e mergulhou. Olha, eu sairia da da água rapidinho, mas vamos lá. Ele mergulhou atrás, né? Colocou aquele, não sei como é que é aquilo, né? e mergulhou, botou a máscara e o e o respirador. Isso. E pra surpresa dele, quando ele chegou a certa profundidade, a companheira dele estava presa numa rede de pescar. Ia afogar, ia afogar. E eu não sabia disso. O golfinho, ele tem um tempo de que ele pode permanecer submerso, né? Sim. Ele respira oxigênio igual você e eu. Isso aí o ele não tem guelras não. O senhor, a pessoa voltou, pegou uma faca, pegou uma faca, desceu de novo, soltou, cortou as redes e eles saíram. E aí onde vem tudo isso aí, eu já acho

l você e eu. Isso aí o ele não tem guelras não. O senhor, a pessoa voltou, pegou uma faca, pegou uma faca, desceu de novo, soltou, cortou as redes e eles saíram. E aí onde vem tudo isso aí, eu já acho impressionante. Mas depois que ele soltou, ele ele emergiu, voltou à superfície e daqui a pouco o golfinho volta. E aí, cara, eu fico naquela dúvida se é montagem, que a gente sempre fica na dúvida que esses negócios de internet é complicado, né? Mas o fato que o golfinho voltou, deu um, tocou o rosto dele, deu um beijo nele e foram embora. Sim. É porque na você veja só, ele sabe que ele golfinho se ficar preso na rede ele vai morrer. Ele vai morrer. Qualquer alguém, qualquer eh elemento da da espécie dele que ficar preso na rede morre. E de alguma forma ele conseguiu associar que a mulher ia morrer. É, mas quem é da espécie dela? É ele, não sou eu. Deixa eu chamar ele lá. Deixa eu chamar ele lá. Deixa eu chamar ele lá. Interessante. Eu achei muito interessante, rapaz. Eh, repetindo, a gente sempre fica na dúvida se é se é montagem, uma coisa ou internet a gente não pode acreditar em tudo que vê, mas pois é, pois é, mas esse dos smios foi uma reportagem, né? E na verdade eu li um artigo na época, foi um artigo, foi mídia impressa. Comentar. Ah, tá certo. Eu li numa mídia impressa faz tempo, né? É muito sensacional, porque realmente o rio nunca é o mesmo, as pedras, as árvores, não tem coisa. E a gente ficaria aqui, Almeida, tô lembrando aqui de alguns fatos que, mas já foi suficiente o exemplo que você deu. E vamos ler a resposta, então. E e eu só gostaria de dizer o seguinte, hum, em eh o animal na maior parte do tempo, ele age por instinto, mas à medida que avança na na cadeia biológica, as as espécies superiores, esses lampejos são cada vez mais frequentes, cada vez mais visíveis para nós, seres humanos, percebermos. É interessante. Eu vou ler a resposta, Almeida. E logo depois da resposta comentário que o Kardec faz sobre essa pergunta, a resposta diz assim: ou seja, isso de acreditar que os

humanos, percebermos. É interessante. Eu vou ler a resposta, Almeida. E logo depois da resposta comentário que o Kardec faz sobre essa pergunta, a resposta diz assim: ou seja, isso de acreditar que os animais têm apenas instintos. É verdade que domina o instinto na maioria dos animais, mas não veis que agem com uma vontade determinada? é da inteligência, embora limitada. Limitada. Ou seja, isso que você acabou de dizer, são lampejos de inteligência que parece até que eh eh no processo evolutivo da espécie, os casos, as demandas que a vida vai oferecendo, vai exigindo deles esses lampejos, né? Eles vão atendendo essas demandas, porque a história do time que você contou é uma coisa impressionante. Ela ela saber a noção de profundidade, né? A correnteza iria tá forte, será que ela iria afundar? Isso é uma é uma é uma é uma coisa complexa. É complexa. Eu é uma atividade complexa. Eu passando nesse rio, eu posso perder meu filhote. Eu não quero perder o filhote. O que eu preciso fazer para não perder o filhote? Para garantir que eu vou passar aqui, né? Muito interessante. E o mais interessante é, e aí a gente tem uma dúvida, né? A gente não sabe se os bichos estão ficando cada vez mais inteligentes, o que a lei do progresso diz que sim, ou se nós estamos melhorando a nossa capacidade de observação. Ou as duas coisas ou as duas coisas, né? Ou as duas coisas. Comentário do Kardec, Almeida. Uhum. Além do instinto, não se pode denegar a certos animais atos combinados que denotam uma vontade de agir com sentido determinado e segundo as circunstâncias. Há, portanto, neles uma espécie de inteligência cujo exercício é mais exclusivamente concentrado sobre os meios de satisfazerem suas necessidades físicas e proverem a sua conservação. É o caso que você citou. Entre eles, nenhuma criação, nenhuma melhora, qualquer que seja a arte que admiremos em seus trabalhos. Aquilo que faziam outrora o fazem hoje, nem melhor, nem pior, segundo formas e proporções constantes e invariáveis. Neste caso específico deste comentário

seja a arte que admiremos em seus trabalhos. Aquilo que faziam outrora o fazem hoje, nem melhor, nem pior, segundo formas e proporções constantes e invariáveis. Neste caso específico deste comentário do Kardec, nós vamos ter o João de Barros, né? Vamos ter o Castor, que faz lá a sua represa, a sua represinha muito bem feita, por sinal, para um castor e outros mais. os passarinhos de maneira geral que fazem seus ninhos. O filhote, isolado dos demais da sua espécie, por causa disso, não deixa de construir seu ninho com o mesmo modelo, sem ter recebido esse ensinamento. Se alguns são suscetíveis de uma certa educação, seu desenvolvimento intelectual, sempre fechado em limites estreitos, é devido à homem sobre uma natureza flexível, porque não tem nenhum progresso que lhe seja próprio. Esse progresso é efêmero e puramente individual, porque o animal entregue a si mesmo, não tarda a retornar para os limites estreitos traçados pela natureza. Eu vou me aventurar um comentário ao final aqui desse comentário do Kardec, Almeida. O Kardec terminou dizendo o seguinte: "Esse progresso é efêmero e puramente individual, porque o animal entregue a si mesmo não retarda a retornar para os limites estreitos traçados pela natureza." A pergunta que eu faço é: nós conhecemos profundamente, completamente esses limites traçados pela natureza para o reino animal? Não, não, nós não conhecemos. Nós podemos dizer ainda, Almeida, que esses limites que a natureza traça, eles são permanentes. Nunca a natureza poderá alterá-los. Isso é contra a lei do progresso, não é isso? E por que que eu tô fazendo essas questões? Para lembrar uma coisa que você costuma fazer sempre. Esse livro foi escrito em meados do século XIX. Uhum. Naquela época, a Kardec não tinha acesso a informações científicas que nós já temos hoje. É aquela história, qualquer garoto de 5 anos de idade, qualquer criança de 5 anos de idade hoje tem acesso a conhecimentos, culturas, eh eh conteúdo. Tô falando de 5 anos porque ainda não foi alfabetizado.

ela história, qualquer garoto de 5 anos de idade, qualquer criança de 5 anos de idade hoje tem acesso a conhecimentos, culturas, eh eh conteúdo. Tô falando de 5 anos porque ainda não foi alfabetizado. Uhum. Né? Você coloca uma criança de 5 anos na frente de uma TV, vê meia dúzia de documentários. É um doutor mega power das galáxias do metade do século XIX não tinha, que não tinha aquela informação, né? E essa criança com 5, 10 anos já tem acesso a isso, né? Qualquer um de nós pode ir agora para olhar os documentários que foram feitos dos 50 anos do da ida do homem à lua. É. né? Então nós fazemos esses comentários porque eu tenho uma preocupação e ainda ontem na casa de Lázaro nós fazíamos uma palestra nesse sentido para que nós não finquemos o pé naquilo que a gente lê e ache que aquilo é verdade absoluta e eterna, não é? Gente, lembremos do sábio comentário que o Kardec fez. Quando uma informação escrita por ele der de frente com uma realidade comprovada pela ciência, fiquemos com a ciência. Por que que o Kardec falou isso? Porque ele sabia que a obra humana, qualquer que seja ela, ela é limitada no tempo e no espaço. Com o passar do tempo, as coisas podem ir se aperfeiçoando, se inovando, surgindo coisas novas, novas revelações. Se a gente for para campo filosófico, religioso, nós vamos chegar a Moisés. E foi uma evolução. Só o ato de vamos lavar as mãos antes das refeições. A lei de Talião foi um avanço enorme para a humanidade naquele tempo, naquele momento, né? Aham. Naquele momento, a lei de italião, né? Foi um progresso enorme. 15 anos depois vem Jesus e atualiza a lei de italião. O dente por dente, olho por olho, foi substituído por amar ao próximo. Amar ao próximo. Foi o dente por dente, olho por olho, foi substituído por se alguém te bater na face oferece a face esquerda. Olha como as coisas vão evoluindo, vão caminhando. 18 anos depois de Jesus, vem a doutrina espírita, complementa, traz mais informações. Mas quem garante que daqui a 1000 anos não teremos uma

squerda. Olha como as coisas vão evoluindo, vão caminhando. 18 anos depois de Jesus, vem a doutrina espírita, complementa, traz mais informações. Mas quem garante que daqui a 1000 anos não teremos uma revolução, uma nova, eu nem vou dizer uma nova revelação, uma revolução em todos esses conhecimentos. E e é aquelas a há 150, se você me permite, há 150 anos atrás, eh, nós não tínhamos a psicologia, não como ela é hoje, nem tinha nada. A psicologia surgiu cientificamente ali no início do do final do século XV, início do século XIX com o Freud, né? Final do século XIX, início do século XX, perdão. Final do século XIX, início do século XX. Obrigado. Freud e depois outros pensadores, Lacan, Jung, por aí vai. Uhum. E hoje em dia é é uma ciência grandemente eh eh fluida, fluida, importante para a manutenção dos nossos equilíbrios, etc, etc. Então, as coisas elas caminham sempre paraa frente. Por isso que eu tive essa senti essa necessidade de comentar isso. E mais uma vez o Kardec, ele foi eh eh pontual, né? É, ele é metodicamente os limites estreitos impostos pela natureza. Então, o que a natureza nos impõe hoje pode não ser amanhã. E nós tenhamos que ir nos adequando com isso. E eu digo isso para finalizar o meu comentário, Almeida, para que nós não nos fechemos. Não, eu li no livro dos espíritos que é isso, fecha, empacota e acabou. Não, mantenhamos a mente aberta, porque ninguém é dono da verdade. E com certeza a natureza tem muita coisa a nos revelar ainda. É isso? Com certeza. Já falei demais, Almeida, seu comentário. Não, acho que tá perfeito compreender essas tem umas coisas e e e acontecimentos recentes nos conduzem a compreender isso. O que é ciência, né? Uhum. Ciência é uma investigação sobre a realidade, né? E eu acho que a gente já falou algumas vezes, mas nunca é demais repetir. A ciência hoje acha que é A, amanhã ela pode dizer que é B e negar o A. É verdade, né? Eh, eh, o que não quer dizer que ela deixou de ser ciência. Ciência não é construída com certezas,

emais repetir. A ciência hoje acha que é A, amanhã ela pode dizer que é B e negar o A. É verdade, né? Eh, eh, o que não quer dizer que ela deixou de ser ciência. Ciência não é construída com certezas, ela é construída com perguntas, com dúvidas. E digo mais, Almeida, deixaria de ser ciência se ela não se permitisse essa renovação e e inovar, né, as suas eh as suas certezas eh eh eh temporais, digamos assim. Uhum. E e eu gostaria de relembrar apenas porque eu é um assunto que me apaixona particularmente, o fato de o Einstein ter provado que a gravidade, que existe uma teoria universal da gravidade que explica as elipses, as translações dos corpos dos planetas em volta do sol, não destruiu o o que veio antes, não destruiu Newton. Mas ele falou um monte de coisas que Newton não previu. Complementou, avançou. Avançou, né? Agora é aquela história, né? As paralelas se unem no infinito. [risadas] É verdade. Mas Euclides nunca aceitaria isso. É verdade. É verdade. E Euclides já tá longe, hein? Tá longe, mas no mundo em que nós vivemos, a a a geometria, a compreensão do mundo real ou a física de Euclidos continua valendo. Sim, sem dúvida. Continua valendo. 1 segundo é 1 segundo e 1 minuto é composto de 60 segundos ou 1 hora por 60 minutos. É, exceto se você tiver perto de um buraco negro. [risadas] Não complica, Almeida. Eh, mas tudo isso, mas é aquela história, eh, ciência é isso, é compreender que as coisas são e não são. E já que a gente tá num programa espírita, é, a gente pode até dizer o seguinte: você disse que o o caramba, me fugiu o nome agora, Newton. Euclides, Clides. Euclides não aceitaria não. E quem sabe, mas ele pararia para pensar. Não. [risadas] E quem sabe se ele já não aceitou depois? Sim. Quem sabe se o Mas aquele é o client aquele é o client aia naquele momento ele não aceitaria. É aquela história, né? Eh, como é que é o nome, gente? Tem aquela famosa frase que dizem que o Einstein disse, dizem que o Einstein não disse. Deus não joga dados. É, né? Mas joga.

ele não aceitaria. É aquela história, né? Eh, como é que é o nome, gente? Tem aquela famosa frase que dizem que o Einstein disse, dizem que o Einstein não disse. Deus não joga dados. É, né? Mas joga. Diz que é dele. Mas joga. Deus não joga dados. Mas joga. É, a ciência quântica fala sobre isso. Ah, não. Interessante. Ela joga com probabilidade. As coisas são probabilísticas. O universo não é determinístico. Mas não vamos coisa agora compliquei. Mas deixa para lá. É, isso é coisa para depois. Isso é coisa. Vamos uma coisa de cada vez. Vamos, vamos agradecer o pessoal que o nosso relógio agora, eu acho que já foi. Não, eu tô olhando aqui. Tá bem, tá bem próximo. Sim, Almeida, Almeida, nós fizemos uma questão apenas. a questão 593, mas eu gostei dos comentários eh aquilo que a gente fala sempre, nós não temos nenhuma preocupação de correr com esse livro. Estamos com pressa, não, né? Não tem pressa nenhuma. Eh, quanto mais a gente conseguir levantar elementos para que os nossos ouvintes eh eh elaborem suas lucubrações sobre a temática, eu acho que a gente tá eh oferecendo um um bom serviço para a para a nossa audiência. Ok, Almeida. Semana que vem a gente continua ainda falando de os animais e o homem. Muito obrigado mais uma vez. Eu que agradeço. Agradeço a participação de vocês, né, que estão sempre aí com a gente. Abração. Este é o programa de número 236. Isso significa que além deste vocês têm mais 235 programas disponíveis no YouTube desde a primeira questão de O Livro dos Espíritos. Vocês verão que os primeiros programas eles eram feitos apenas em áudio. A partir de determinado número passou a ser em áudio e vídeo, mas são importantes também ouvi-los para que vocês tenham uma ideia, um acompanhamento geral de toda a obra O Livro dos Espíritos. Muito obrigado mais uma vez pela companhia de todos. Se gostaram, deixe o seu like. Se não gostaram, deixem o seu dislike, mas nesse caso, deixe também o seu comentário dizendo o que que não gostou para que na medida do possível a gente

panhia de todos. Se gostaram, deixe o seu like. Se não gostaram, deixem o seu dislike, mas nesse caso, deixe também o seu comentário dizendo o que que não gostou para que na medida do possível a gente possa eh corrigir essa falha. Grande abraço a todos e a gente se vê na próxima semana, se Deus quiser. Grande abraço.

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