O livre-arbítrio e a responsabilidade individual - com Valéria Pedroso
Palestra: O livre-arbítrio e a responsabilidade individual - com Valéria Pedroso
Que a paz de Cristo esteja em nossos corações. Sejam todos bem-vindo a essa casa de oração e consolo. Tenho certeza que hoje será um dia, uma noite, né, muito interessante, porque nós estamos aqui com a nossa irmã Valéria, trabalhadora da casa, né, que veio nos brindar com com seus conhecimentos acerca de muita experiência na doutrina espírita, né? E para nós é sempre uma bênção ter esses irmãos trabalhadores, né, que não medem esforço para est aqui ajudando, né? Eh, gostaria de agradecer aos nossos parceiros de transmissão, eh, o Iges, a TV Goiás Espírita, TV Secal de Santa Catarina, Rádio Nova Luz, a Rádio Deus Conosco e Mensageiros da Luz. E também agradecer a os nossos internautas que através do YouTube, né, vai poder assistir essa palestra também. Eu já peço a vocês que compartilhem com o máximo de pessoas para eles terem essa oportunidade também de ouvir os ensinamentos de hoje, tá? Então vamos fazer a oração pra gente dar início aos trabalhos. Vamos fechar os nossos olhos, elevar os nossos pensamentos até o Pai Celestial, esse Pai de amor e misericórdia que que nos enviou o seu filho querido para nos ensinar o caminho até ele. Obrigado, Pai, por essa oportunidade de mais uma vez estarmos aqui nessa casa de oração e consolo. E todos nós encarnados e também os desencarnados que aqui estão possam assimilar os ensinamentos da noite de hoje para que possamos trabalhar em vossa causa, trabalhar na causa de nossos irmãos, aqueles que mais precisam e nos colocamos também nesse meio. Obrigado, meu Senhor por nos apresentar essa doutrina maravilhosa que nos dá a possibilidade do crescimento espiritual para um dia merecermos estar mais perto do Senhor. Que a sua vontade seja feita sempre acima da nossa, meu mestre querido, mãezinha santíssima. Damos início ao aos trabalhos da noite de hoje. Que assim seja. Quero convidar agora a nossa querida Valéria para nos brindar com seus conhecimentos. >> Boa noite. Como vocês estão? Que bom, que bom, muito bom. Nós vamos refletir hoje sobre livre
. Que assim seja. Quero convidar agora a nossa querida Valéria para nos brindar com seus conhecimentos. >> Boa noite. Como vocês estão? Que bom, que bom, muito bom. Nós vamos refletir hoje sobre livre arbítrio e autorresponsabilidade. Mas antes de tudo é fundamental lembrar-nos que somos centelha divina. O ser superior em cada um de nós é a centelha divina com todos os aspectos divinos, com todas as qualidades para que possamos desenvolver. Então, estamos em Deus e Deus está em nós sempre, em qualquer circunstância, em qualquer lugar, em qualquer tempo. Uma outra observação que eu vejo como importante, eu tenho refletido muito sobre isso, é, existe uma única vida. O estamos na matéria, ora estamos menos materializados. Mas é uma única vida. a um contínuo, não há uma secção, não há uma separação. Nós separamos, né? Ou quando vamos falar a respeito, de forma didática, nós falamos encarnados e desencarnados, mas o mundo espiritual e o mundo material é um só. Poderíamos dizer que são duas faces da moeda, né? os dois lados de uma única moeda. Então, estamos falando de um ser integral, estamos falando de um todo e precisamos começar a pensar em termos de todo, né? Um outro aspecto que também tenho refletido muito é tudo que vivemos são apenas experiências. experiências que têm por objetivo o nosso aprimoramento, a nossa evolução, porque tudo em natureza e todos os aspectos da vida é evolucionário. Nada é estanque, né? Isso traz uma nos traz uma valorosa lição, porque quando nos equivocamos há um aprendizado e isso nos possibilita sermos mais assertivos. Então, é muito importante começarmos a abrir mão dos nossos apegos, porque nos apegamos a experiências que foram prazerosas, felizes e a experiências desagradáveis, especialmente experiências dolorosas. Então, é preciso que identifiquemos a que eu estou apegada, apegado, a que experiências, a que sensações, a que sentimentos, aqui pensamentos. Porque o apego ele nos impede de continuar caminhando de uma forma mais leve, de uma forma mais tranquila. Outro
ada, apegado, a que experiências, a que sensações, a que sentimentos, aqui pensamentos. Porque o apego ele nos impede de continuar caminhando de uma forma mais leve, de uma forma mais tranquila. Outro aspecto importante, não existe castigo, não existe inferno, existe padrão vibratório. Se eu estou aqui e lembro de uma experiência triste, todo o meu corpo vai reagir a esse essa lembrança triste. A minha respiração muda, meus batimentos cardíacos muda, meu fluxo sanguíneo muda, absolutamente tudo na minha neurofisiologia muda, a minha postura corporal muda, porque eu recordei de uma lembrança ruim, de uma lembrança dolorosa. Mas no momento em que eu recorro a uma lembrança feliz, a uma conquista, a uma superação de qualquer coisa na minha trajetória, o meu padrão vibratório já se eleva um pouquinho e tudo muda na minha forma de sentir, no meu olhar, na forma de perceber a vida. Então, uma pista importante, aqui eu estou apegado porque os apegos a que nos detemos ah compromete esta liberdade, né? Eu uso a minha liberdade de escolha, o meu livre arbítrio, de uma forma distorcida. Eu não aproveito da melhor forma. Obviamente que nos primórdios da criação nós temos um livre arbítrio muito limitado, muito rudimentar. E na medida em que vamos avançando em todos os níveis do ser, evoluindo do ponto de vista físico, emocional, mental, relacional e espiritual que forma um todo, o meu livre arbítrio se expande. E livre arbítrio está relacionado à capacidade de pensar. E a capacidade de pensar, eh, ela tem uma origem, né, no homo sapiens. Foi a partir do homo sapiens lá atrás que nosso sistema nervoso central periférico foi se expandindo, a nossa nosso aprendizado foi se expandindo, porque tudo que está à nossa volta, né, eh interfere no nosso desenvolvimento, no nosso aprimoramento. É o que se chama epigenética, né? A genética por si só não é suficiente, não explica tudo. A epigenética vem, nos mostra, né, o como o nosso olhar, os acontecimentos à nossa volta interferem para o nosso
que se chama epigenética, né? A genética por si só não é suficiente, não explica tudo. A epigenética vem, nos mostra, né, o como o nosso olhar, os acontecimentos à nossa volta interferem para o nosso desenvolvimento, para o nosso avanço. É preciso eh voltarmos e refletirmos sobre a função e a pressão e a tensão que as crenças, a cultura exerce sobre nós. cultura familiar, a cultura da cidade onde eu moro, do país onde eu moro, do planeta onde eu resido, dos acontecimentos sociais da atualidade, mas também dos acontecimentos do passado, a interferência espiritual, ou seja, dos desencarnados, porque também tudo é espiritual, mas de encarnados para desencarnados, de encarnado para encarnado, de de encarnado para desencarnados. O sol, a temperatura, a pressão, a umidade do ar, a paisagem, tudo interfere no nosso pensar, no nosso sentir, no nosso existir. Então, a capacidade de cada pessoa, que cada pessoa tem de tomar decisões de forma autônoma, escolhendo entre diferentes possibilidades sem estar totalmente determinada por forças externas e internas. Na medida em que avançamos em termos evolucionário, essas influências elas vão diminuindo a tensão sobre nós, a influência sobre nós, porque vamos expandindo as nossas capacidades divinas. E essa expansão espiritual, cognitiva, emocional está diretamente relacionada à consciência, expansão da consciência. E expansão da consciência só acontece quando eu me comprometo em me autoobservar. É a minha relação comigo mesma. é deixar o outro de lado no sentido de ficar observando o que o outro faz ou querendo que o outro mude para que eu me sinta feliz, para que a minha vida seja melhor. É a minha relação comigo mesma e Deus. Madre Teresa de Calcutá, em um poema, ela fala disso, no final das contas, traduzindo, sou eu e Deus. Então, eu não tenho que me preocupar com o julgamento das pessoas. Eu não tenho que esperar aprovação alheia. A princípio, a aprovação de que eu preciso é a divina. E ele me dá, e ele nos proporciona o livre arbítrio para que possamos
ar com o julgamento das pessoas. Eu não tenho que esperar aprovação alheia. A princípio, a aprovação de que eu preciso é a divina. E ele me dá, e ele nos proporciona o livre arbítrio para que possamos nos apropriar da nossa existência, essa grande dádiva divina. Mas para que possamos fazer isso, nos apropriar da nossa existência, precisamos necessariamente no nos autorresponsabilizarmos. Abrir mão de que alguém se responsabilize pelo que acontece comigo. armos de culpabilizar aos outros a vida e até a Deus pela dor que eu sinto, pela má sorte, entre aspas, porque tudo é experiência e tudo que acontece na minha vida eu crio, eu estabeleço. Ah, não é possível isso. É assim que acontece. Porque se eu acredito que eu não mereço ser amada, eu vou me comportar na vida desta forma. Inclusive eu comigo mesmo. Eu não vou me respeitar. Se eu acredito que eu não sou importante, o que pras pessoas, é assim que eu me comporto comigo. Eu não me dou, não me dou importância. Então veja como a crença que eu tenho sobre mim mesma interfere na minha percepção em relação a vida, ao mundo e interfere diretamente no meu livre arbítrio. Se eu não tenho consciência dessas crenças a meu respeito, né, eu não mereço, eu não mereço ser próspera, eu não mereço ser feliz, eu isso ou aquilo, eu estou aqui para sofrer, porque afinal de contas essa vida é para sofrer. Nós não estamos aqui para sofrer. Nós sofremos porque resistimos à experiência que nos é oferecida. Isso não significa dizer que a experiência não seja dolorosa em determinados momentos. Há experiências muito dolorosas para todos nós. Mas novamente vai depender da forma como eu penso essa experiência, como eu penso os acontecimentos, como eu penso sobre mim mesma. Se eu penso que eu sou uma rejeitada na vida, eu vou me comportar assim e eu vou trair atrair situações assim para mim. Na medida em que eu mudo o padrão do meu pensamento, eu atuo, né, na minha liberdade de escolha de forma positiva e saudável. é um exercício, mas eu só posso mudar esse estado de
ações assim para mim. Na medida em que eu mudo o padrão do meu pensamento, eu atuo, né, na minha liberdade de escolha de forma positiva e saudável. é um exercício, mas eu só posso mudar esse estado de coisas na minha vida através da autoobservação e como consequência ampliação da consciência. Eu só mudo aquilo que eu conheço. Eu preciso questionar os meus pensamentos. Eu preciso questionar. Vou trazer uma crença antiga, bem antiga, mas que eu sempre ouvi desde pequeno e eu tô bem mais velha, né? É assim, comer melancia à noite faz mal e a pessoa pode morrer. Vocês já ouviram isso? Comer manga com leite faz mal. A pessoa pode morrer. Em algum momento vocês questionaram: "Quem falou isso? Qual é a verdade sobre isso?" Entende? E aí quando a gente não para para pensar e questionar e buscar a origem de uma crença dessa, a gente entra no automatismo e passa a reproduzir esses comportamentos sem ter nem para que, mas pelo medo de morrer. Então, não vou comer melancia à noite, não vou comer manga com leite. E aí, como é que fica, né? A vitamina de manga com leite ou suco de melancia à noite ou um pedaço de melancia. Alguém já morreu aqui por causa disso? Não. Então tudo na vida é preciso que a gente questione. Por que eu me sinto não merecedora? Onde é que tá escrito isso? Que eu não sou merecedora. Se meu pai, o criador me proporciona a vida. me proporciona oportunidades de crescimento. Ah, mas eu não tô crescendo profissionalmente, eu não tô crescendo nas minhas relações pessoais, eu não estou crescendo em vários aspectos. Então eu preciso olhar para mim e ver quais são os impedimentos que eu coloco ao meu crescimento, ao meu progresso, porque é da lei. Tá na parte terceira de o livro dos espíritos, lei de progresso, lei de sociedade, lei de amor, justiça e caridade, lei do trabalho, lei de destruição. Porque pra gente construir algo, a gente destrói o anterior e assim sucessivamente, né? a gente vai abrindo mão de coisas do passado para que a gente possa construir no agora e estabelecer um futuro melhor.
pra gente construir algo, a gente destrói o anterior e assim sucessivamente, né? a gente vai abrindo mão de coisas do passado para que a gente possa construir no agora e estabelecer um futuro melhor. Mas no apego a gente não faz isso. Então a gente entra ano e sai ano. Não adianta fazer promessa de começo de ano, na virada do ano, se eu não mudo a minha maneira de pensar. Na questão 843, Kardec pergunta aos espíritos: "Tem o homem o livre arbítrio de seus atos?" Aí eles respondem: "Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente de obrar". Sem o livre arbítrio, o homem seria uma máquina. Mas hoje, pensem, hoje quando vocês acordaram, de que forma vocês acordaram? De que forma vocês saíram da cama? De que forma vocês fizeram? Todas as coisas que vocês fizeram hoje para chegar aqui? Foi com consciência ou foi no automatismo? O quanto foi de automatismo? Eu vou fazendo as coisas, vou fazendo, já tô acostumada? Não, mas sem prestar atenção no que eu tô sentindo, sem prestar atenção se eu quero, em que medida quero, se devo, sem consciência, só repetindo padrões. Tá claro isso para vocês? tá fazendo sentido, né? Uma outra questão é a velocidade, né? No automatismo. É como se a gente passasse a sexta marcha no carro e eh pisasse no acelerador até o final. Tem jeito, se a gente faz isso dirigindo de apreciarmos a paisagem na nossa vida cotidiana. Se eu entro no automatismo, se eu estou sempre apressado, apressada, porque eu tô sempre atrasado, atrasado, eu não sinto a experiência. Eu apenas vou fazendo coisas e no final do dia eu tô cansado. Não sei por tô cansada. cansado. No final do dia, às vezes me sinto frustrada, frustrado. Então é necessário questionar como eu estou agindo. Essa semana eu vi uma pessoa dizendo uma coisa muito bacana e hoje eu não tenho mais pressa. Então essa pessoa foi levar a filha ao supermercado e ficou no carro esperando no estacionamento porque não tinha vaga, né? Então, se precisasse, ela sairia. Aí a filha agoniada, né? Não, pode deixar,
Então essa pessoa foi levar a filha ao supermercado e ficou no carro esperando no estacionamento porque não tinha vaga, né? Então, se precisasse, ela sairia. Aí a filha agoniada, né? Não, pode deixar, é rápido, eu vou rapidinho e volto. Ela olhou pra filha e diz assim: "Filha, eu não estou com pressa. Vá com calma, vá tranquila, faça o que você precisa fazer, mas com tranquilidade, porque com tranquilidade a gente pensa, a gente faz escolhas daquilo que realmente a gente precisa e abre mão daquilo que a gente não precisa. A gente não se altera com a pressa, porque a pressa eleva o nosso nível de estresse. A ansiedade vai lá para cima, a neurofisiologia toda fica alterada, né? Há um desgaste muito grande do corpo, da mente, das emoções. O que nos distingue das outras espécies evolutivamente é que adquirimos a capacidade de fazermos escolhas, de pensarmos em nós mesmos, de pensarmos sobre nós mesmos, de acessarmos o que sentimos, de nomearmos o que sentimos. de identificarmos o que de fato precisamos no automatismo, a gente não sabe. É como se a gente chegasse no restaurante, tá na hora de comer, tá na hora de almoçar ou jantar e aí eu vou no self service e vou pegando, vou pegando, vou pegando coisas. Aí quando vou passar na balança, o prato tá assim montanhoso, aí eu vou comer. Aí saio estufada. Nossa, comi demais. Porque não prestou atenção, não usou a liberdade de escolha, né, refletindo, desacelerando, avaliando, eu quero comer agora. O que eu quero comer de fato? o quanto eu preciso. Veja que estamos falando do cotidiano e são essas pequenas ações e fundamentais ações das nossas vidas que constituem o nosso dia. Porque geralmente quando a gente pensa em livre arbítrio, muitos de nós associa grandes decisões. As grandes decisões passam necessariamente pelas pequenas decisões, pelo nosso atender de necessidades básicas para suprir esse corpo físico sagrado abençoado, pelo qual somos responsáveis, porque bilhões de células, seres da criação, irmãs nossas, se organizam
isões, pelo nosso atender de necessidades básicas para suprir esse corpo físico sagrado abençoado, pelo qual somos responsáveis, porque bilhões de células, seres da criação, irmãs nossas, se organizam harmoniosamente. para que possamos habitar este planeta neste corpo. Quando negligenciamos esse corpo, estamos no automatismo, estamos na inconsciência ou no uso deliberado do livre arbítrio, infringindo as leis da harmonia, da justiça, do amor. Obviamente que se eu abuso disso, se eu não uso de uma forma saudável o meu livre arbítrio, o que eu estou gerando paraa minha vida é um cerceamento da minha liberdade. Não é castigo divino, é um cerceamento. É mais ou menos assim, exemplo simples e corriqueiro. Como eu falei do restaurante, se eu como em demasia, o que vai acontecer com o meu corpo, com o meu estômago? Eu vou me sentir leve? Eu vou me sentir tranquila. Vai ser prazerosa aquela refeição, não vai. Uma série de sintomas podem ser ocasionados em função de excesso de alimentação. E quando esse excesso de alimentação está aliado a uma alimentação lixo, traduzindo alimentos processados e super processados, aí o negócio dano todo, né? A consequência é um processo de adoecimento físico, emocional e mental. Isso relacional, porque a coisa consegue ficar pior, né? Se eu não estou me sentindo bem, eu não vou sorrir, certamente. Eu vou evitar o contato social, eu vou me isolar, eu vou na farmácia gastar dinheiro com medicamento para tentar aliviar o excesso do alimento que eu comi ou o lixo que eu comi, né? aquelas coisas que são muito bonitas em que elicia a vontade, ele a salivação e a vontade de comer do tipo assim: "Ah, eu mereço e aí no eu mereço eu me dano toda, né?" Então o que vai ocorrer? Cerceamento de liberdade. Porque muitas pessoas eh se tornam diabéticas porque se acederam ao consumir massas e doces de uma maneira geral. né? Que que vai ocorrer? Se eu fico diabética, eu vou ter que reduzir tudo e vou ter que entrar numa dieta e no uso de medicamento. E aquilo que para mim
consumir massas e doces de uma maneira geral. né? Que que vai ocorrer? Se eu fico diabética, eu vou ter que reduzir tudo e vou ter que entrar numa dieta e no uso de medicamento. E aquilo que para mim era um prazer, pelo abuso, eu deixo de poder fazer uso. Isso vale para tudo na vida, né? Então, o abuso do livre arbítrio, a forma equivocada no uso do livre arbítrio, promove cerceamento de liberdade como proteção para que a gente não abuse ainda mais. É uma barreira dizendo assim: "Chega para aqui". Tá fazendo sentido para vocês? Isso se dá em todos os níveis, né? Nos relacionamentos. Primeiro no relacionamento comigo mesmo, depois no relacionamento com outro, que é uma consequência, relacionamento com a vida. Se eu não cuido dos recursos hídricos, o que vai acontecer? O que já está acontecendo? Ninguém come dinheiro, ninguém bebe dinheiro. O dinheiro é algo importante para que a gente viva nesse planeta. Mas se para ganhar dinheiro eu passo por cima desses limites, eu uso equivocadamente meu livre arbítrio, né, esgotando os recursos naturais, né, sem nenhum cuidado com a natureza de espécie alguma, promovendo cada vez mais lixo. Vai chegar um momento, se eu não alcançar nessa encarnação, meus filhos, meus netos vão passar sofrimento atroz. Tudo tem uma relação de causa e consequência. E não fica só no papel de balinha que eu joguei aqui no chão. Nossa, que exagero, Valéria. Não é exagero, porque esse papel de balinha vai parar num rio, numa nascente, no mar. E aí os peixes comem e morrem. Não é assim? Então, absolutamente tudo. Não há nada que eu faça, que eu pense, que eu sinta, que não interfira a minha volta nesse processo evolucionário, né, nesse processo eh de avanço do ser. A primeira manifestação nas primeiras formas são dos instintos, né? Quando a gente fala em instinto, a gente associa muito aos animais. Eu vou colocar, entre aspas, irracionais, porque nós temos notícias de muitas pessoas que se comportam irracionalmente e cada vez mais a gente tem notícias
instinto, a gente associa muito aos animais. Eu vou colocar, entre aspas, irracionais, porque nós temos notícias de muitas pessoas que se comportam irracionalmente e cada vez mais a gente tem notícias disso, não é? como, por exemplo, aqueles garotos, rapazes, quatro rapazes em Santa Catarina, que puseram pregos numa madeira e mataram um cãozinho da praia cruelmente. Mas esse cãozinho não fazia isso. Ele ficava alegrinho abanando a calda e chegava perto de todos que já o conheciam ali naquela praia e fazia muito bem, faz bem a saúde mental, a saúde emocional. Por isso que eu coloquei, entre aspas, né? Eh, nós ainda manifestamos esse aspecto primitivo e existe uma correspondência no nosso sistema nervoso central nessa região aqui de trás chamado o cérebro reptiliano, onde guarda relação com as reações, as nossas reações, a nossa agressividade, todos nós temos. Isso tem uma função. Por exemplo, o cachorrinho quando se sente ameaçado, ele vai reagir, mas ele reage só se sente ameaçado. Se alguém vai invadir a minha casa, eu vou reagir, mas porque eu estou me sentindo ameaçada, o que não quer dizer que eu vou matar a pessoa, né? Eh, então isso faz parte e está em nós, estará sempre, né? Avançando um pouco mais, nós temos sensações e sentimentos. No Evangelho Segundo Espiritismo, eh, tem uma mensagem do espírito Lázaro que diz assim: "O amor resume toda a doutrina de Jesus, porque é o sentimento por excelência e os sentimentos são os instintos elevado à altura do progresso realizado." Então, do átomo ao arcanjo, do ser mais rudimentar ao ser superior, ao ser mais avançado. Nós caminhamos num contínuo para este ponto, para este amor aqui. Lázaro traz na sua mensagem e que expressa a lição do Cristo. O seu ponto de partida, o homem só tem instintos. Mais avançado e corrompido, só tem sensações. Mais instruído e purificado, tem sentimentos. E o amor é o requinte do sentimento. Não amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que reúne e condensa em seu foco ardente
só tem sensações. Mais instruído e purificado, tem sentimentos. E o amor é o requinte do sentimento. Não amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que reúne e condensa em seu foco ardente todas as aspirações e todas as revelações sobre humanas. está em nós. O processo evolutivo é para que a gente possa expandir essas qualidades divinas em nós. Todos os seres do átomo arcanjo tem como finalidade nesse processo a expansão do ser divino que é. Se a gente atrasa é por conta e risco, né? Eh, e todas essas etapas do processo evolutivo estão gravadas em nós. Absolutamente tudo. Todas as nossas experiências a nível dos instintos, das sensações estão gravadas em nós e tem uma correspondência no nosso sistema nervoso central, né? Essa região do córtex motor fica mais ou menos aqui no centro, não é? é responsável por todas as atividades de autorrealização. Mais recentemente, em termos evolutivos, é o córtex pré-frontal. Essa região daqui é uma região nobre, é uma região avançada. E a gente pode observar que nos primatas eles não têm essa região protuberante, né? porque eles estão em processo evolucionário como nós. Mas segundo eh consta do livro nas obras de do espírito André Luiz, nós não utilizamos da nossa capacidade ainda daquela que nós já podemos utilizar em termos dessas capacidades cognitivas, neurofisiológicas e consequentemente e ou por conseguinte eh o nosso livre arbítrio. Nós usamos 10% dessas possibilidades que temos. Por quê? A gente precisa aderir ao plano da encarnação. A gente precisa aderir ao projeto evolutivo nosso, sem ficar pegando assim: "Ah, eu vou me prender ao João a Brasília porque ele fez alguma coisa que eu não gostei. Mas se ele melhorar um pouquinho, eu fico tranquila e sigo em paz. Se ele não quer, ele fica e eu sigo em paz. e vou ajudá-la na medida do possível. Se a Brasília quer, não tem jeito de f com inveja, porque a Brasília consegue tudo que ela quer e eu não consigo nada. Eu sou infeliz mesmo, sou uma pobre coitada, eu sou esquecida por Deus. Não,
vel. Se a Brasília quer, não tem jeito de f com inveja, porque a Brasília consegue tudo que ela quer e eu não consigo nada. Eu sou infeliz mesmo, sou uma pobre coitada, eu sou esquecida por Deus. Não, o que que ela faz que ela consegue? O que que eu não tô fazendo que eu não consigo? O que que nós não estamos fazendo? É muito interessante porque no processo de gestação, quando nós vamos encarnar, né, em uma célula, né, duas células, gameta masculino, gameta feminino, que se unem para formar ovo ou zigoto, né? E essa célula, ela vai se multiplicar numa forma que está predestinada a ser, que é o ser humano. Mas quando observamos, né, isso a ciência já nos demonstra muito tempo, este ser em formação, ele vai manifestar formas, a forma do peixe e a forma de outros seres, revelando a nossa memória experiencial. Na gestação, nós revivemos todas as experiências que já vivemos desde os primórdios. É uma revivescência e isso é muito interessante. E essa experiência armazenada que está no nosso inconsciente também interfere nas nossas escolhas. Então a pergunta é: o livre arbítrio? livre arbítrio que me é concedido por Deus é livre mesmo. Eu exerço esse livre arbítrio plenamente? Não, nós não exercemos o nosso livre arbítrio plenamente porque ainda estamos numa condição evolutiva muito limitada por nós mesmos e pelo próprio processo, porque é processo, né? Eh, nós vamos expandir, mas novamente, vamos viver despertos. Tem uma lição que agora eu não vou lembrar qual é a lição do de um daqueles livros da coleção Fonte Viva. É uma lição de Jesus, obviamente, que ele fala: "Deixais os os mortos enterrar os seus mortos". E o cerne dessa lição é nos chamando a atenção para que existem ou nós muitas vezes estamos adormecidos ainda. É como se nós vivêsemos na Terra como zumbis, sem estarmos despertos. Existem aqueles que já estão despertos. Nós oscilamos entre despertar e o adormecer e o automatismo estar nesse adormecimento. Então, o que eu escolho fazer? O livre arbítrio, ele traz uma dimensão
s. Existem aqueles que já estão despertos. Nós oscilamos entre despertar e o adormecer e o automatismo estar nesse adormecimento. Então, o que eu escolho fazer? O livre arbítrio, ele traz uma dimensão moral, psicológica, religiosa e científica em termos de responsabilidade. Então, se eu não tenho consciência, eu tenho responsabilidade sobre as escolhas que eu faço, já que essas escolhas estão sob o domínio do automatismo. Eu não tenho a responsabilidade pegando a comparação de um adulto e de uma criança. A criança vai lá, põe o dedinho na tomada, leva um choque. Isso pode ser grave, pode ser fatal, mas com essa experiência é muito difícil ela voltar a colocar o dedinho na tomada novamente, né? O susto, a dor que ela sentiu, o queimorzinho no dedo faz ela não voltar a repetir essa experiência. Quando ela pega um objeto, sabe aquela louça mais cara ou aquele enfeite da mesinha de centro ou sei lá de onde e pega? E aí ela solta assim e acha graça porque o negócio espatifou lá. E a a proprietária geralmente daquele objeto ou se for um carrinho de coleção de alguém e aí quebrou, a pessoa fica atacadíssima, né? E quer dar bronca na criança, quer colocar de castigo, não faz o menor sentido, porque ele não tem a intenção, ele só é curioso, ele tá experimentando, né? Mas se eu, enquanto adulta, ainda que mentalmente eu não seja amadurecida, eh, eu faço alguma escolha, eu sou responsável pela escolha que eu faço, ainda que eu não tenha consciência, mas não no sentido de castigo. Existem aquelas pessoas que têm consciência do que fazem, né? Como os meninos que já são rapazes que mataram o cachorrinho, ou outro corredor que colocou um colega na UTI, né? e tantas outras coisas que a gente vê absurdas, né? Mas essas coisas precisam aparecer para que as leis modifiquem e possamos viver numa sociedade mais justa, menos violenta e que possamos nos educar, não é? Então essa é a questão. Uma outra questão que é relevante é que muitas vezes julgamos as pessoas porque cometeram um homicídio. Ah, mas
ade mais justa, menos violenta e que possamos nos educar, não é? Então essa é a questão. Uma outra questão que é relevante é que muitas vezes julgamos as pessoas porque cometeram um homicídio. Ah, mas como, Valéria, uma pessoa que cometer homicídio tem que ir pra cadeia, tem que ter pena perpétua. Há casos em que exames de neuroimagem identificaram que determinadas pessoas que cometeram determinados atos homicidas e suicidas tinham uma alteração estrutural no sistema nervoso central, tinha um tumor em determinada região do cérebro que altera o comportamento, que altera a percepção. Então, essa pessoa é culpada. Nos Estados Unidos, alguns casos que eu pesquisei, as pessoas foram eh encaminhadas para tratamento, mas muitas outras em todo o planeta são colocadas em prisão perpétua ou prisão a longo prazo ou até a pena de morte, como em muitos países ainda existem. Por uma questão neurofisiológica. Uma pessoa com febre alta por muito tempo, ela pode ter alucinações, altera o comportamento. Uma pessoa com a glicemia muito baixa altera o comportamento. Uma pessoa com eh anemia, já tiveram anemia? Alguém já teve anemia aqui? Dá vontade de quê? Dá vontade de nada, né? altera o comportamento, é fisiológico, é biológico. Então isso também nos traz uma reflexão importante. Não devo julgar porque não sei das causas, né? uma pessoa que comete suicídio, e muitas pessoas, infelizmente, cometem suicídio em todo o planeta Terra e atualmente muitas crianças cometem suicídio, eh, elas estão com alteração do pensamento, com alteração da percepção. Transtornos mentais altera a percepção da pessoa. Então, não vamos julgar, né? Quanta coisa nós precisamos buscar, entender, ampliar nosso conhecimento para expansão da nossa consciência a respeito de nós mesmos? Porque consciência eu só posso ter de mim mesmo. Mas o conhecimento nos ajuda a isso, nos ajuda a perceber, nossa, eu julguei tanto, não sabia que a pessoa poderia ter uma patologia tão grave que alterasse o comportamento dela. Eu já trabalhei em manicom judiciário
to nos ajuda a isso, nos ajuda a perceber, nossa, eu julguei tanto, não sabia que a pessoa poderia ter uma patologia tão grave que alterasse o comportamento dela. Eu já trabalhei em manicom judiciário como estagiário. E aí, dentre muitas pessoas que estavam lá sob medida de segurança, que é um hospital psiquiátrico chamado manicôm judiciário, em que as pessoas foram diagnosticadas com um transtorno grave e que cometeram ah um ato ilícito grave, portanto, foram encaminhadas para esse hospital. É um hospital prisão, na verdade, essas pessoas não vão sair daí. Em muitos casos, tem um caso que me chamou muita atenção, a pessoa matou toda a família, esposa, filho, sogra e depois se castrou. É normal isso, gente? Entende? Já outro eh sociopata, baixinho, desse tamanhinho, Zequinha, ele sorria para todo mundo, mas a gente não podia dar as costas para ele, porque ele poderia dar uma gravata na gente e já era. Então, o livre arbítrio, ele só se expande na medida em que nos autorresponsabilizamos, na medida em que aderimos ao nosso projeto evolutivo, ao nosso projeto de ascensão a convite de Jesus, nos possibilitado, nos dado por Deus. É isso. Tem muito mais coisa, né? Mas obviamente aqui foram só algumas eh só incitei vocês para que vocês comecem a pesquisar a respeito disso. Vale muito a pena. Deus nos abençoe. Um abraço afetuoso em cada um de vocês. Fiquem com Deus. Bom, pessoal, eh hoje tivemos uma aula, né, sobre o livre arbítrio, né, e uma das coisas assim que, eh, a nossa irmã Valéria falou muito importante sobre a causa do merecimento, né? E porque no livre arbítrio, resumindo, fala que tudo posso, mas nem tudo devo, né? E quando a gente leva isso paraa vida da gente, a gente passa a refletir sobre as nossas ações, sobre as nossas atitudes, né? a gente passa a pensar um pouco mais sobre tudo aquilo que a gente faz no dia a dia, porque muit das vezes cometemos atos impensados, né, e depois nos arrependemos. É o tal do livre arbítrio, né? Deus nos deu essa oportunidade, porque caso
bre tudo aquilo que a gente faz no dia a dia, porque muit das vezes cometemos atos impensados, né, e depois nos arrependemos. É o tal do livre arbítrio, né? Deus nos deu essa oportunidade, porque caso contrário, seríamos máquinas, como a Valéria disse, né? Então isso é muito importante a gente levar isso pra vida da gente. Tudo posso, mas nem tudo devo, né? E gostaria de falar com vocês também, pessoal, fazer o convite eh para o curso do ESD, tá? que vai começar agora em março. As inscrições estão abertas porque no espiritismo a gente aprende que o conhecimento é libertador e as palestras espíritas, né, igual estamos aqui hoje, as quintas-feiras, é um dia da gente receber conhecimento, mas é só um dia na semana. E os outros dias, o que que nós estamos fazendo? Nós estamos buscando esse conhecimento, estamos aproveitando a oportunidade que a doutrina espírita nos mostra que precisamos evoluir intelectualmente e principalmente moralmente. E a gente só evolui moralmente se a gente estudar, se a gente for atrás do conhecimento, porque o mal é ignorância, o bem é conhecimento. Quanto mais você conhece, menos erros, né? E e menos mal a gente vai fazer. Porque quando aparece a oportunidade de fazer a coisa errada, para quem já tem o conhecimento, a gente vai pensar duas vezes. A gente sabe que nada é por acaso. Então, o ESD é uma oportunidade única, pessoal, da gente eh aproveitar eh os ensinamentos que Jesus nos deixou através dos seus apóstolos, através da das da das psicografias pra gente evoluir. Então não deixe de participar, é só uma vez por semana, é aos domingos, às 4:30 da tarde, é 1 hora, 1 hora e pouquinho que você vai dedicar a sua evolução espiritual. E o que você faz aqui, gente, você adianta do lado de lá, porque do lado do lado de lá a gente faz muito estudar. Agora, se você já faz isso aqui também, você já adianta, já chega lá mais fácil, aí fica mais fácil a transição, tá bom? Então, eh, pra gente finalizar, eu gostaria de convidar a Dagmar para fazer a oração
, se você já faz isso aqui também, você já adianta, já chega lá mais fácil, aí fica mais fácil a transição, tá bom? Então, eh, pra gente finalizar, eu gostaria de convidar a Dagmar para fazer a oração final. Vamos fechar os nossos olhos, elevar os nossos pensamentos até o nosso Pai, agradecendo a oportunidade de estarmos aqui mais uma vez reunidos em nome do Senhor Jesus. Muito obrigada pela presença de cada um de vocês que aqui estiveram. Obrigada pela palestra tão maravilhosa da nossa irmã Valéria, que veio nos esclarecer sobre o livre arbítrio que cada um de nós carregamos. Obrigada a esse lar, obrigada a essa casa que nos atende, que nos acolhe. Obrigada pelos trabalhadores desta casa. Obrigada por tudo o que o Senhor nos empresta para que possamos viver bem na nossa caminhada terrena e que cada um de nós possamos levar para os nossos lares esses ensinamentos. Que Nossa Senhora possa nos cobrir com o seu manto, nos acolher no seu seio e nos livrando de todos os males deste plano terreno. Muito obrigada, Senhor, por tudo. E assim damos encerrados os trabalhos dessa noite de hoje e começamos os trabalhos dos passes. Que assim seja.
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