O JUÍZO FINAL - Ruy Meireles [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual o [música] valor dessa missão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando >> a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. >> Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui. Vamos começar a fazer nossa Eu sei que vocês já se harmonizaram, não? Porque quando a gente pensa em estar vir aqui para assistir uma palestra, para receber o passe, a gente já tem uma harmonização interior. A palestrante que fez antes desse horário, ela falou isso, que quando nós acordamos e que nós estamos senhor, acho que eu vou lá na comunhão assistir uma palestra, tomar um passe, a gente já entrou num processo de harmonização. A espiritualidade já sabe que nós a gente que vamos vir, então ela começa a favorecer para que aqui a gente chegue. Então quando a gente olha assim tá tudo tão tranquilo, tão sereno, mas vamos a serenar mais ainda um pouquinho. E para isso nós vamos fazer uma leitura desse livro Encontro de Paz, que é do psicografia Franciscante Xavier, pelo espíritos diversos. E o espírito que tá falando sobre lembranças de paz é o André Luiz. Ele fala assim: "Reconhecer, mas reconhecer é mesmo que trabalhando e servindo estamos acima de tudo cooperando em favor de nós próprios". Perseverança no trabalho de execução dos compromissos que assumimos significa 90 100 90 por 100 na soma do êxito. Não desestimar a oportunidade e o valor de pessoa alguma nos instantes de crise, usar o silêncio ao invés do azedume. Zangar-se, alguém será sempre de lapidar o a própria tarefa. Perdão para as faltas alheias é a melhor forma de alcançar a desculpa dos outros em nossos próprios erros. Observar o sinal vermelho para o mal no trânsito das palavras. Um gesto de simpatia ou de gentileza pode ser a chave para a solução de muitos problemas. Perfeitamente possível administrar a verdade sem ferir, desde que seja no bálsamo da bondade ou no veículo da
Um gesto de simpatia ou de gentileza pode ser a chave para a solução de muitos problemas. Perfeitamente possível administrar a verdade sem ferir, desde que seja no bálsamo da bondade ou no veículo da esperança. Nunca nos esquecermos de que a paciência favorece o socorro de Deus. Então, é esperar pelo socorro, né? Nós pedimos e queremos que isso chega muito rápido, né? assim instantaneamente. Mas então vamos fazendo nossa prece também que faz parte desse início dos nossos trabalhos, voltando os nossos pensamentos e o nosso coração a Deus em forma de agradecimento por hoje estarmos aqui, podermos estar aqui, nos termos dado esse privilégio, esse prazer de chegar aqui para uma reflexão de um tema. depois participarmos do encontro do passe, nos alimentarmos das boas energias para termos uma noite de muita paz e um amanhecer muito saudável. E assim, Jesus amigo, nós te rogamos o seu auxílio para esse nosso momento, auxílio para aqueles dos nossos familiares que se encontra em dificuldade, para aquele amigo também, para toda a nossa nação, para todo o mundo que se encontra em desalinho com as palavras de Jesus, com os exemplos de Jesus, com aquilo que eles nos ensinou, que é o amor a todos, ao próximo, a todos nós. E assim também pedimos pelo nosso palestrante, que ele seja iluminado no tema da noite de hoje e que ele possa receber esta graça. Que assim seja e vamos começando esse nosso momento. Bom, amigos, hoje, opa, desliguei, achei que já tava tudo pronto. Vocês nem sabem do tema, não é? Nem sabem do nome do palestrante, não é mesmo? Hoje nós temos aqui é o Rui Meirelles que vai falar para nós sobre o juízo final que está nesse livro que vocês já até conhece, né? Em torno do mestre do Vinícius. Então, a palavra tá com ele. Queridas irmãs, meus queridos irmãos, muita paz aos nossos corações. Mais uma vez, uma alegria imensa estar aqui na comunhão espírita de Brasília para um momento de estudo e de reflexão. Como a Rute disse, o tema que nos foi proposto nesta noite é o juízo final.
ações. Mais uma vez, uma alegria imensa estar aqui na comunhão espírita de Brasília para um momento de estudo e de reflexão. Como a Rute disse, o tema que nos foi proposto nesta noite é o juízo final. Esse essa mensagem, o juízo final, está no livro Emono do Mestre, eh, de Vinícius, que é o pseudônimo de Pedro de Camargo. E ele vem nos trazer uma interpretação evangélica fidedigna, porque ele alia o seu entendimento com a mensagem de Jesus. No evangelho de Jesus, que está nessa edição do Novo Testamento, que é uma tradução do Dr. Aroldo Dutra, eh, Mateus, no capítulo 25, versículos de 31 a 46, ele vem nos falar sobre esta passagem que o Vinícius nos traz. nesse momento que ele intitulou o juízo final. Juízo final é algo que nós já ouvimos falar muito e vamos ver hoje na ótica espírita o que realmente significa esse juízo final. E a visão espírita do juízo final é a visão do próprio Jesus. Nós vamos então fazer a leitura da passagem do Evangelho Jesus que fala sobre esse momento e depois nós vamos trazer o entendimento, eu repito, fidedigno de Vinícius sobre essa passagem. Então está no relato de Mateus, evangelista capítulo 25 versículo de 31 a 46. E é muito importante lermos estas passagens para nós compreendermos o sentido daquilo que Jesus quis dizer. E o título desta, desse capítulo é o último julgamento. Diz Jesus: "Quando o filho do homem vier em toda a sua glória e todos os anjos com ele, então se assentará sobre o trono de sua glória e serão reunidas diante dele todas as nações. separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos e colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. Então o rei dirá aos que estiverem à sua direita: "Vinde benditos de meu pai, herdai o reino preparado para vós desde a fundação do mundo. Pois tive fome e me destes de comer. Tive sede e me destes de beber. Era estrangeiro e me acolhestes. Estava nu e me vestistes. Estive enfermo e me visitastes. Estava na prisão e viestes a mim. Então os justos lhe responderão,
de comer. Tive sede e me destes de beber. Era estrangeiro e me acolhestes. Estava nu e me vestistes. Estive enfermo e me visitastes. Estava na prisão e viestes a mim. Então os justos lhe responderão, dizendo: "Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos estrangeiro e te acolhemos ou nu e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou na prisão e viemos a ti, em resposta, o rei lhes dirá: Amém. Vos digo que na medida em que fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes. Então dirá aos que estiverem à sua esquerda: Afastai-vos de mim, amaldiçoados para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. Pois tive fome e não me destes de comer. Tive sede e não me destes de beber. Era estrangeiro e não me acolhestes. Estava nu e não me vestistes. Enfermo e na prisão e não me visitastes. Então eles também responderão, dizendo: "Senhor, quando te vimos com fome ou com sede, estrangeiro ou nu, enfermo ou na prisão e não te servimos?" Então lhes responderá, dizendo: "Amém vos digo, que na medida em que não fizestes a um destes mais pequeninos, a mim não o fizestes. E estes irão para o castigo eterno, os justos para a vida eterna". Evidentemente, meus queridos, que a leitura do texto é significativa porque ela é cheia de alegorias e nós sabemos a a intenção, vamos assim dizer, de Jesus para não clarear de imediato todas as coisas, porque viria o tempo para que nós pudéssemos compreender. Então, o Vinícius, ele extrai desse valoroso texto de Jesus uma proposta para nós, que é a mesma proposta do Mestre Jesus, que é o amor. E ele diz o seguinte: "Como se vê, a grande dificuldade que nós vimos nesta passagem evangélica está em venermos o nosso egoísmo. Ele, o egoísmo, é a causa da nossa perdição. E para vencê-los, vencê-lo, precisamos cultivar o amor. Nós vimos na passagem evangélica que Jesus se refere à indiferença das pessoas para com ele, mas ele eh reporta isso, essa indiferença para com ele, da nossa
los, vencê-lo, precisamos cultivar o amor. Nós vimos na passagem evangélica que Jesus se refere à indiferença das pessoas para com ele, mas ele eh reporta isso, essa indiferença para com ele, da nossa indiferença para com o próximo. que justamente quando perguntaram quando eles não deram o amparo, a ajuda para o Cristo, o Cristo responde a eles: "Vocês não fizeram aqueles mais pequeninos". E o Vinícius, ele vem em determinado momento dizer, e nós vamos trazer isso também, que Jesus não tem necessidade do nosso amparo, da nossa ajuda. E vamos ver isso um pouquinho adiante. Portanto, o amor que é a caridade em sua íntima essência, e foi isso que Jesus dizia a aquelas pessoas, representa a escada de Jacó, que nos há de conduzir aos páramos celestiais. Jesus tem em si mesmo a glória e o poder de nós da terra. Nada precisa, nada deseja. Essas palavras são divincias. Quer apenas, isso fica muito claro na fala de Jesus, que nos amemos uns aos outros. vivendo como irmãos, solidários com aqueles que estão ao nosso lado e lutam e sofrem. Jesus não se importa com os pormenores da nossa fé, as particularidades da nossa crença. Um quesito unicamente ele formulará para cada um de nós. E dependendo da nossa resposta, seja ela negativa ou afirmativa, estará, portanto, a nossa ventura ou a nossa desdita. E esse quesito é o quesito do amor. Quando ele nos chama a reflexão na sua passagem evangélica, ele está dizendo da nossa indiferença com todos aqueles que estão desnudos, passando fome, abandonados, enfermos. E nós não observamos. Nós não prestamos atenção nessas pessoas. E quando eu digo nós, eu sempre falo isso, eu estou dizendo a criatura humana, não especificamente algumas pessoas, é um é uma generalidade da criatura. E justamente quando ele assim diz, porque questionaram quando foi que nós vimos o Senhor nessas situações, ele diz, quando nós não fizemos tudo aquilo para os menores dos nossos irmãos, para aqueles que realmente têm necessidade. Então Jesus veio nos chamar aqui para
ue nós vimos o Senhor nessas situações, ele diz, quando nós não fizemos tudo aquilo para os menores dos nossos irmãos, para aqueles que realmente têm necessidade. Então Jesus veio nos chamar aqui para uma reflexão profunda sobre como nós estamos tratando o nosso próximo. Porque em momento algum Jesus fez acepção de pessoas. Por isso Vinícius fala aqui que ele não importa com os pormenores da nossa crença, da nossa fé. Ele quer saber desse quesito que é fundamental para nós. E foi justamente a grande missão dele, nos ensinar a amar. Porque o contrário do amor é a indiferença. Por isso ele chama todos nós para esse despertamento das pessoas não serem para nós indiferentes, serem pessoas ocultas na multidão, porque nós não temos os nossos olhos para elas. E é importante que nós nos conscientizemos cada vez mais sobre isso, porque se o amor foi a foi o grande objetivo da vinda de Jesus na terra, entendamos o quanto precisamos amar. Porque sem o amor nós não seremos felizes. Sem o amor nós não vamos galgar essa escada de Jacó, que é a escada do progresso, da evolução, para chegarmos amanhã sermos espíritos perfeitos na na perfeição da criatura. Então, esse quesito é o quesito do amor, que essa mensagem nos chama o juízo final. E aí o Vinícius nos pergunta como nós estamos vivendo, mas não essa vida material, porque toda a mensagem do Cristo e e também a do Vinícius não fala da questão material, como nós estamos vivendo no aspecto espiritual, Porque para as pessoas não serem diferentes para nós, tem que existir o amor. E ele pergunta: "Como nós estamos vivendo? Estamos vivendo sob o império do egoísmo ou sob o influxo do amor? Porque aí faz-se a grande diferença entre aqueles no texto evangélico que estão à direita e aqueles que estão à esquerda num simbolismo maravilhoso. Se o egoísmo, diz Vinício, domina nossas obras, nossas ações, o nosso pensar, essas obras serão fatalmente más, porque ele, o egoísmo, é a origem de todos os males do homem. Agora, se o se reina o amor em nossos
o, diz Vinício, domina nossas obras, nossas ações, o nosso pensar, essas obras serão fatalmente más, porque ele, o egoísmo, é a origem de todos os males do homem. Agora, se o se reina o amor em nossos corações, nossas obras serão naturalmente boas, porque o amor é a fonte de todo o bem. estão, então está posta, estão postas duas, podemos assim dizer, alternativas para nós, para o nosso despertamento, a vivência no egoísmo ou no amor. E se nós observarmos que no texto evangélico, uns ficaram à direita, outros à esquerda. Uns serão levados à perfeição, outros permanecerão nessa luta ingente nossa para o progresso. Então fica para cada um de nós essas duas opções, porque o processo é de cada um de nós. Nós vivemos no amor, na prática do amor, da caridade, ou vivemos no egoísmo? E os tempos, como diz o evangelho, são chegados. Nós estamos já num processo de transição planetária e a nossa participação nesse planeta regenerado é uma decisão de cada um de nós. Só que todo esse processo de transição é uma meritocracia, não é privilégio. Eu construo a minha passagem para esse mundo regenerado. Não nos iludamos. E aí, Vinícius cita uma frase de Kardec, que é o lema do consolador da doutrina espírita. Quando Kardec diz, "Fora caridade não há salvação". O texto evangélico que nós lemos nos chamam a esta ação da prática da caridade. Porque se não praticarmos a caridade, que como diz Vinícius é a essência íntima do amor, nós não conseguiremos ser felizes. Porque salvação aqui é entendido no sentido de aprimoramento moral, espiritual. E somente através do amor, dessa essência do amor, que é a caridade, nós conseguiremos ser felizes. Equanto mais nós estudamos o evangelho de Jesus, nos aprofund ainda na doutrina dos espíritos, nós vamos compreendendo que isso aí não é peguice mais. É uma necessidade à prática do amor, como os próprios espíritos nos diz, já está passando do tempo. Nós já adentramos num processo de regeneração. E o espírito Emanuel questionado sobre quem são esses regenerados,
dade à prática do amor, como os próprios espíritos nos diz, já está passando do tempo. Nós já adentramos num processo de regeneração. E o espírito Emanuel questionado sobre quem são esses regenerados, quem são essas pessoas que viverão nesse planeta regenerado. E aí ele responde que a maioria das pessoas que vão habitar esse mundo regenerado somos nós mesmos. nós que aqui estamos vivendo. Então é uma proposta de renovação nossa, renovação, transformação moral, espiritual. Porque um dia um amigo me perguntou sobre o processo de transição planetária e ele falou assim: "Será para qual planeta eu vou?" Eu disse para ele, você, eu não sei, mas eu quero ficar aqui. Porque nós achamos que o planeta regenerado é outro planeta e não o planeta Terra. Então, queiramos ficar aqui, porque quem ficara aqui nessa transição já subiu algum dos degraus da escala de Jacó. Sem dúvida nenhuma. Assim, considerando no espiritismo, o conceito de juízo final é interpretado não como um conhecimento único e definitivo, mas como um processo de regeneração da humanidade. O planeta Terra vai caminhar para um planeta regenerado. Então, deixaremos de habitar um planeta de expiação em provas para habitarmos um planeta de regeneração. É um ciclo que se encerra, é uma etapa que nós completamos como as etapas do nosso progresso moral e espiritual. Não há um ponto definitivo final que nós vamos chegar aqui. Acabou. Eu atingi o patamar da evolução. Estamos longe disso, mas caminhando para isso. Então, não tem o sentido de um fim, não tem sentido de uma coisa definitiva, como esse juízo final é colocado. Não há um julgamento final, mas sim esse período de transição e aprendizado contínuo, permanente, onde cada espírito é responsável por seu progresso moral, espiritual. Se fosse um ponto final da nossa caminhada, eu ficaria pensando aqui como que eu estaria nessa situação. Porque se findasse um momento e eu tenho consciência que eu não atingir a a perfeição inerente à criatura e para a qual eu fui criada, criado,
ficaria pensando aqui como que eu estaria nessa situação. Porque se findasse um momento e eu tenho consciência que eu não atingir a a perfeição inerente à criatura e para a qual eu fui criada, criado, alguma coisa ficou para trás, alguma coisa não está dando certo, batendo, está coerente com a justiça divina. Então, o nosso processo rompendo ciclos mais ciclos mais ciclos, etapa mais, sempre num processo contínuo, permanente, nos oportunizando sermos espíritos cada vez melhores. E vamos nesse processo de crescimento, utilizando das experiências, dos conhecimentos que adquirimos. em várias existências, porque a vida que essa vida maior ela é cumulativa. Desde que fui criado até este momento, eu acumulei e venho acumulando todos os acertos, todas pequenas virtudes que já adquiri, mas também trago em mim os desfeitos ainda não transmutados. Então, nós somos uma sequência, nós somos nem uma sequência, uma consequência. desde a nossa encarnação até o momento atual, né? Então, pensar num juízo final, fora da perspectiva espírita com um julgamento estático e apocalíptico, é não crer em Deus. É não crer que Deus é pai, justo, bom, misericordioso. É não acreditar que Deus é inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Acreditar nesse juízo final como uma interrupção de uma caminhada que ainda não se concluiu com o progresso nosso, seria um processo de humanização de Deus, como se Deus fosse alguém que cometesse equivos como nós. Deus nos criou. para a eternidade. Não há nenhuma interrupção nesse nessa nossa caminhada, porque ela foi planejada, ela foi arquitetada, ela foi construída pela bondade divina. Quando lá na pergunta 115 o livro dos espíritos, Cadec pergunta como os espíritos foram criados, bons ou maus? uns bons, outros maus. E os espíritos respondem: Deus criou todo espírito simples e ignorante, sem conhecimento, mas deu a cada um a missão, que é de nós buscarmos o conhecimento para compreendermos essa verdade que é o próprio Cristo, vencendo-nos a nós mesmos e sendo
rito simples e ignorante, sem conhecimento, mas deu a cada um a missão, que é de nós buscarmos o conhecimento para compreendermos essa verdade que é o próprio Cristo, vencendo-nos a nós mesmos e sendo felizes. É uma missão, é uma jornada, é uma caminhada que não se encerra num determinado momento, porque o conhecimento, a evolução é infino. Nós estamos evoluindo sempre. Jesus continua evoluindo. Pensar no juízo final é desconhecer. os atributos fundamentais do Deus Pai, que é a onipresença, a onisciência e a onipotência. Encerrando essa pequena reflexão, pensemos o seguinte: tudo que Deus cria é eterno. Tudo o que Deus cria é bom. Não seria do seu ideal, se assim podemos dizer, interromper uma caminhada nossa. Se houvesse esse juízo final como ponto final da nossa caminhada, Deus não seria esse pai justo, bom amoroso. Deus não cria as coisas para acabarem. A obra divina é eterna. E quando ele nos cria, como nós falamos na pergunta 115, e nos dá essa missão, ele não vai interromperla nunca, porque em qualquer momento onde estivermos, nós estamos evoluindo, nós estamos aprendendo, nós estamos nos construindo. Por isso os espíritos afirmam que nenhum de nós estamos no mesmo estágio de evolução. Se nós não estamos no mesmo patamar de evaluação, no mesmo nível. E é natural que seja assim. Nós somos criados individualidades. Se fôssemos criados em série como são os automóveis, aí sim talvez nós tivéssemos no mesmo nível de evolução. Assim os espíritos nos dizem. E nesse juízo final, que é uma ação perempitória, vai acontecer de qualquer maneira, não é da justiça e bondade divina. Então fica aqui as nossas reflexões que não são nossas, evidentemente que trouxemos aí do nosso de Jesus, né, através do seu evangelho de Vinícius através dessa obra. Esperamos a compreensão de cada um de nós, porque é necessário que nós amemos, porque o amor é a construção da nossa felicidade. Muita paz a todos. Obrigado. Fiquei pensando que o Rui disse que o nosso progresso é acumulativo. Ainda bem, porque já pensou um erro
que nós amemos, porque o amor é a construção da nossa felicidade. Muita paz a todos. Obrigado. Fiquei pensando que o Rui disse que o nosso progresso é acumulativo. Ainda bem, porque já pensou um erro eliminasse um acerto, aí ia ser difícil, né? Porque toda hora nós estamos dando uma tropeçadazinha, mas cada tropeçada é interessante que cada erro ele nos leva para mais alto, porque a gente vê fala: "Nossa, tô errei". Nossa, equivoquei, né? Mas é minha é mais suave, equivoquei. Então, e agora eu aprendi com esse erro. Se não aprende a primeira vez, segunda, a gente aprende da terceira. Então é acumulativo por isso, né? Não, essa das provas que nós fazemos, não. Se se errou uma, elimina um acerto. Então vamos terminando esse nosso momento em agradecimento ao Rui por pela reflexão na noite de hoje. Agradecer a vocês pela presença aqui do salão, aqueles que estão nos ouvindo também. Muito obrigada. E vamos fazendo a nossa prece final, que é a Ave Maria, não é? Ave Maria é uma prece tão linda, né? É hora que nós evocamos a presença de Maria nos nossos corações e mandamos essa esse bem-estar que fica aqui dentro para aqueles que estão necessitados lá fora, que não puder estar aqui, às vezes tá tão longe fisicamente, né, mas tão perto do nosso coração que a gente sente esse pulsar, sente essa necessidade, sente esse estado que a outra pessoa está passando. Então vamos nos recolhendo, né, no nosso silêncio íntimo e falando: Ave Maria, cheia de graças, o Senhor é convosco, bendita sois entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por nós pecadores, agora e na hora do nosso desencarne. Amém. Que assim seja, amigos. Um abraço, um beijo no coração e agora nós passamos vocês aos cuidados do Antônio. Uma boa noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos.
la de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila [música] e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que
de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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