O FILHO EGOÍSTA - Valéria Brüggemann [PAZ NA ALMA]

Comunhão Espírita de Brasília 01/06/2025 (há 10 meses) 3:18 395 visualizações

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Transcrição

o filho egoísta. Mas respondendo ele, disse ao Pai: "Eis que te sirvo há tantos anos, sem jamais transgredir um mandamento teu, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos". Lucas, capítulo 15, versículo 29. A parábola não apresenta somente o filho pródigo, mas agustada atenção e encontraremos o filho egoísta. O ensinamento velado do mestre demonstra dois extremos da ingratidão filial. Um reside no esbanjamento, o outro na avareza. São as duas extremidades que fecham o círculo da incompreensão humana. De maneira geral, os crentes apenas enxergaram o filho que abandonou o lar paterno, a fim de viver nas estroinices do escândalo, tornando-se credor de todas as punições. E raros aprendizes conseguiram fixar o pensamento na conduta condenável. do irmão que permanecia sob o teto familiar, não menos passível de repreensão. Observando a generosidade paterna, os sentimentos inferiores que o animam sobem à tona e eo na demonstração de Souvinice. Contraria a vibração de amor reinante no ambiente doméstico. como autêntico preguiçoso os anos de serviço em família. Invoca na posição de crente vaidoso a suposta observância da lei divina e desrespeita o genitor, incapaz de partilhar-lhe o justo contentamento. Esse tipo de homem egoísta é muito vulgar nos quadros da vida. Ante o bem-estar e a alegria dos outros, revolta-se e sofre através da secura que o aniquila e do ciúme que o envenena. Lendo a parábola com atenção, ignoramos qual dos filhos é o mais infortunado, se o pródigo, se o egoísta, mas atrevemo-nos a crer na imensa infelicidade do segundo, porque o primeiro já possuía a bênção do remorço em seu favor. Emanu pela psicografia de Francisco Cândido Xavier. Pão nosso

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