O EVANGELHO, O GRANDE CÓDIGO DE ÉTICA - João Leal [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda beleza. de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Bota Boa tarde a todos que estão aqui conosco na nossa comunhão espírita de Brasília nessa palestra das sextas-feiras à 1 hora da tarde. Muito obrigado também aqueles que nos assistem pela TV Comunhão, que nos ouvem também pela rádio e através de todos os instrumentos de tecnologia que estão hoje à nossa disposição, para que a gente tenha a oportunidade de fazer o nosso trabalho de divulgação, procurando chegar ao coração no maior número de pessoas que naturalmente muitas vezes estão, como todos nós estamos, ansiosos para perceber o que representa estar nessa morada do Pai que nós chamamos de orbe terrestre. Quais são os nossos compromissos e como naturalmente aproveitar todas as oportunidades que nos são oferecidas em cada uma das nossas encarnações. e recebemos uma uma oportunidade que às vezes questionamos por do esquecimento daquelas situações já vividas por todos nós em outros momentos quando chegamos e recebemos esse planeta preparado e ajustado às nossas necessidades e à nossa condição evolutiva. Esse esquecimento é o que eu chamo da grande bênção, que nos dá a chance de rever todos os nossos valores sem estar diante das situações que nós vivenciamos em tantos momentos que não gostaríamos inclusive nem de lembrar, porque nós achamos sempre que tivemos vidas e situações em momentos de avaliação daquilo que ocorre. nob terrestre como sendo importantes. Nunca achamos que transitamos nos esgueirando sem fazer avaliação de sentimento, de compromisso com a verdade, com a dignidade, com o amar ao próximo como a si mesmo e a fazer o bem sem olhar quem. Então essa grande oportunidade do esquecimento é que nos dá a chance da gente ir revendo os nossos valores e nos ajustando da melhor maneira possível,
o como a si mesmo e a fazer o bem sem olhar quem. Então essa grande oportunidade do esquecimento é que nos dá a chance da gente ir revendo os nossos valores e nos ajustando da melhor maneira possível, sem as angústias e os desesperos de querermos fazer transformações do dia paraa noite, como muitas vezes nos fazem esse convite, nos apresentam essa proposta. E aí basta dar dois, três passos que nós já percebemos que como não vamos conseguir porque não estamos ainda tão ajustados a isso, nós às vezes fazemos o pior, desistimos e essa desistência nos custa muito caro. Então o importante é a gente ser suave com a própria vida, trabalhar em primeiro lugar o que nós achamos extremamente importante, que é o auto perdão. Porque quando nós conseguimos nos perdoar, nós já estamos dando um passo adiante para não achar que todas aquelas situações que nos incomodam, que nós percebemos das atitudes que tomamos ao longo da nossa existência, seja lá com quem for, com aqueles que nos rodeiam no ambiente familiar, que é o grande escaninho nos dado como oferta para que a gente faça os primeiros reencontros e ajustes com a própria sociedade que nós Nós estamos inseridos quando desrespeitamos todas as regras de boa conduta e de convivência, quando não avaliamos os nossos atos e, naturalmente, as situações e consequências que surgem a partir de cada um deles. Então, essas situações eu tô colocando para que a gente entenda que nós temos um papel muito importante. Aqui já tivemos oportunidade recentemente de fazer uma palestra sobre aonde eu exerço a minha espiritualidade. E nós colocamos para reflexão que a nossa espiritualidade nós exercemos em todos os lugares. Não necessariamente eu estar tenho que estar na proteção de algum templo para que isso ocorra. Não, o templo muitas vezes é um local de reflexão, como nós estamos aqui agora parando um pouco fazer um intervalo no nosso dia, nas nossas ocupações que são necessárias pra gente poder repensar. Agora, o exercício da nossa espiritualidade
e reflexão, como nós estamos aqui agora parando um pouco fazer um intervalo no nosso dia, nas nossas ocupações que são necessárias pra gente poder repensar. Agora, o exercício da nossa espiritualidade é no dia a dia, é em todos os momentos de referência da luta que nós temos, ambiente de trabalho, comunidade que nós convivemos, ambiente residencial no país que nós estamos, no espaço físico definido como estado que nós ocupamos, enfim, aí sim é que nós temos que exercer a nossa espiritual atualidade para que todas as avaliações e estudos e aquilo que a gente escuta de muitos possa ter uma ação objetiva nesse trabalho nosso de renovação espiritual. Então, colocando dessa forma, eh, o tema de hoje, eu acho, eh, eu, eu dedico praticamente todo o meu tempo de reflexão a olhar para essas duas situações que eu vou tentar com vocês aqui trabalhar um pouco pra gente perceber o quanto que o mestre quando por aqui passou, que veio com um compromisso na condição de governador do orbiter terrestre, eh, aceitou essa missão e sabia das dificuldades todas que estavam aqui estabelecidas, porque ele também transitou ao longo de todas as suas existências no processo evolutivo, porque o processo evolutivo é meritório, ele não é por indicação. território, porque nós trabalhamos, conseguimos, conquistamos, passamos a ter a oportunidade de se não fizermos a ação e meritória no plano carnal é por processos de indicação, não avaliamos competências. Isso que eu tô dizendo aqui para vocês é mais do que claro, não é? Basta a gente olhar pro mundo que a gente vive em todas as direções. Mas vamos lá. Colocado dessa forma, esse mestre, ele foi de uma oportunidade muito grande em mostrar algo interessantíssimo para nós, a simplicidade. Na verdade, nós ficamos procurando ensinamentos complexos que a gente não consegue às vezes nem traduzir, não entender palavras, não entender as orientações, os idiomas que são colocados, as referências às vezes bombásticas para que a gente se sinta menor diante daquilo que nós chamamos de
s nem traduzir, não entender palavras, não entender as orientações, os idiomas que são colocados, as referências às vezes bombásticas para que a gente se sinta menor diante daquilo que nós chamamos de documentos sagrados. O mestre, ele não fez nada disso, nada. Ele nos trouxe para a simplicidade. Ele nos mostrou que o maior, o todo é construído de pequenas partículas, de uma parte não perceptível. Basta a gente quando estuda a ciência, a física, a gente percebe isso com toda nitidez, um complexo, né, de harmonia que se apresenta com forma de vida, ela surge de um átomo. Então ele mostrou para todos nós o tempo inteiro que nós temos que valorizar do menor para o maior para nos organizar, para reconstruir todos os processos da nossa existência dessa forma e não de uma imensa colocação de situações que a gente já por situação de vida e não ter avançado no processo evolutivo, a nossa mão não alcança. mas não colocou tudo de maneira simples. E o que é que ele podia fazer de mais simples para nós? Por as suas orientações básicas. O período que ele passou aqui como oportunidade de estar mais presente junto a nós, né, fisicamente nos deu chances da gente perceber isso, mostrou. Só que até hoje a gente não consegue parar para ver que essa simplicidade é que tem que fazer valer na nossa intimidade. Então eu vou citar aqui uma situação muito interessante. Nós temos dois grandes documentos de extremo cuidado e com uma facilidade muito grande de perceber. Primeiro, nós temos o sermão da montanha. O sermão da montanha. Se vocês tiverem oportunidade, leiam, releiam. São oito bem-aventuranças ali colocadas, né? que na verdade ela caminha num cunho religioso, mas no fundo ela é vida, ela é lógica, ela é equilíbrio, é determinação. E até para isso, o sermão da montanha tem uma característica interessante. Nós já falamos isso várias vezes, isso é falado constantemente. O seu valor é tão grande que um dos indivíduos encarnados junto a todos nós, que vocês todos conhecem, que foi o Gand, o Gandhi, ele
te. Nós já falamos isso várias vezes, isso é falado constantemente. O seu valor é tão grande que um dos indivíduos encarnados junto a todos nós, que vocês todos conhecem, que foi o Gand, o Gandhi, ele tinha uma admiração muito grande pelo sermão da montanha, porque ele dizia o seguinte: "O Cristo ali ele passou para todos nós todo o sentimento e todas as realizações que nós teríamos que fazer nesses oito pontos para que a a gente pudesse abraçar e vivenciar cada um deles, porque eles não exigem de nós complexidade. Ele exige coração, ele exige fraternidade, ele existe reflexão positiva em relação ao nosso comportamento diante do próximo e de nós mesmos. Então, o Gandia inclusive o seguinte, ele ia mais adiante, se pegarem todas as escrituras e elas forem perdidas, seja lá de que forma for, deixarem de existir e se preservar apenas o sermão da montanha, tudo que nós precisamos saber para fazer e chegar a encontrar essa essência do Deus criador que está na nossa intimidade, ela ocorra. vocês têm para perceber a força do sermão da montanha. Então, é muito interessante que no nesse discurso do mestre que ele faz para tantos, eh, ele escolheu um lugar muito interessante. Isso aconteceu inclusive de acordo com Mateus e Lucas, que foi eh num monte, num local onde tinha uma uma uma ressonância natural que até hoje é usada para isso, aonde muitos pudessem ouvir a sua voz, porque não tínhamos hoje naquela época os instrumentos que nós estamos usando aqui, não é? que é a os equipamentos que estão todos à nossa disposição. Então, eh eh esse sermão ele fala da de situações apenas de quê? Todo esse processo é de conduta moral. É de conduta moral, é de ética. Não precisa passar disso. É moral, é ética, é conduta, é ação positiva diante da vida da melhor forma que a gente puder trabalhar. E nós hoje somos sabidos, nós temos plena consciência do que isso significa. Aí eu faço a pergunta logo em seguida. E aí, o que nós estamos fazendo? Essas perguntas que eu vou fazer ao longo dessa oportunidade que estamos tendo
ós temos plena consciência do que isso significa. Aí eu faço a pergunta logo em seguida. E aí, o que nós estamos fazendo? Essas perguntas que eu vou fazer ao longo dessa oportunidade que estamos tendo aqui de conversar é exatamente isso. É trazer para nós a responsabilidade não apenas de ouvir as bem-aventuranças do mestre, o que foi passado, mas o que nós estamos fazendo em cada uma delas e temos a oportunidade de fazer. E não adianta pedir nada no universo se nós não tivermos fazendo a nossa parte. E temos que entender que as dificuldades que a vida se apresenta, mostra para nós, não são problemas, não. Elas são ações educativas na trajetória da nossa existência para nos mostrar caminhos a modificar, atitudes a corrigir, olhar diferente para todos aqueles que nos rodeiam em coisas tão simples. Às vezes nós damos um bom dia, uma boa tarde, uma boa noite e não temos a reciprocidade numa coisa tão simples que se conseguimos falar nem gasta muita saliva, mas nem isso fazemos, não estendemos a mão e ficamos esperando que os tais problemas sejam resolvidos pelos nossos peditórios. Não. Pedir é ligar o pensamento. Receber é a ação imediatamente eh colocada no nosso trabalho de vida. Então, o que nós temos que fazer nessas bem-aventuranças? E eu vou fazer um apanhado delas aqui pra gente entender um pouco. Então, tá lá. Bem-aventurados os pobres de espíritos, porque deles é o reino dos céus. sempre o mestre tá colocando reinos dos céus como alguma coisa de avanço. Não tá dizendo que nós vamos ter é o céu aqui em cima ou do lado, não é o avanço. Então é colocado dessa forma para que haja uma interpretação específica de, né? Eh, outro, bem-aventurados os que choram. Quer dizer, o choro não é porque a gente chorando vai estar sendo amparado, não. O choro, as angústias, as lutas, as transformações nos levam também a encontrar em algum momento essa energia que todos nós buscamos chamada felicidade ou Deus ou como cada um queira, não é? Então isso no caso é um consolo para todos nós. O terceiro, quer
levam também a encontrar em algum momento essa energia que todos nós buscamos chamada felicidade ou Deus ou como cada um queira, não é? Então isso no caso é um consolo para todos nós. O terceiro, quer dizer os mansos, bem-aventurados, os mansos, quer dizer, os pacíficos, aqueles que já colocam no coração a serenidade. E basta a gente dar um olhar por esse órbit terrestre nesse exato momento, quantas guerras, algumas declaradas, outras não declaradas por conveniência diplomática, mas estão acontecendo. Pessoas nesse momento que nós estamos sentados aqui nesse auditório os que nos ouvem naturalmente em casa ou em algum lugar que estão transitando, não estão diante dessas situações de angústia, mas temos outros problemas perto de nós que também significam atitudes não dignas na nossa trajetória de vida. Então, o que é que nós podemos esperar? E o mestre colocava os mansos, o abrandamento do coração para que a paz, a regeneração chegue nessa morada que a gente fala tanto, planeta de regeneração. Como que vai ter um planeta de regeneração se nós não nos regeneramos? O planeta ele tem vida própria, tá aí, tá em movimento, ele se transforma, modifica. Nós já passamos por tantas fases da face desse planeta Terra. Todos nós sabemos as montanhas que hoje às vezes nós olhamos não, porque isso aí foi na época glacial onde houve uma pressão da parte do núcleo. Aí a as formações vieram chegando e levou tantos milhões de anos para ter essa formação. Então o planeta é um ser vivo que se modifica a cada dia do mesmo jeito que nós. Só que nós já estamos numa fase de fazer a modificação e esses turbilhões da nossa intimidade com a mente, com o coração, com a transformação, porque já caminhamos muito, já conseguimos livre arbítrio e inteligência. Tá difícil usar isso. Usamos para tantas coisas, não usamos em nosso próprio benefício no dia a dia e depois lamentamos. Lamentamos o que fiz a Deus. Ninguém faz nada a Deus. Deus está na sua intimidade. Jamais ele se aborreceria com a criação.
sas, não usamos em nosso próprio benefício no dia a dia e depois lamentamos. Lamentamos o que fiz a Deus. Ninguém faz nada a Deus. Deus está na sua intimidade. Jamais ele se aborreceria com a criação. Ele espera que cada um vá aonde achar que deve no momento que acha que deve. Então a gente tem que olhar para nós e não ficar com essa preocupação. Então vamos lá. Os que têm fome e sede de justiça serão consolados. As justiças que a gente precisa. A gente cobra o tempo inteiro justiça para nós e não quer dedicar justiça para coisa nenhuma, nem para seu ninguém. Que eu tô dizendo aqui não é novidade. Basta a gente olhar para nós mesmos, paraas nossas atitudes, os nossos critérios de avaliação daqueles que nos rodeiam. Temos sempre censuras para fazer e tudo mais. E eu não sou isentão se eu puder colocar dessa forma. Eu não tenho nada para me preocupar. Para para pensar. É mais uma pergunta. para para pensar, para ver o que tá fazendo. Depois os que têm fome, s de justiça, como eu falei, os misericordiosos, quer dizer, aqueles que se dedicam e tal, tudo aquilo que a gente faz, a gente recebe. É causa e efeito. É a lei primeira do universo. É causa e efeito. Já falamos aqui em algumas oportunidades. Causa e efeito. Da lei deriva lei de progresso, lei de amor, lei de fraterno, lei de tudo que vocês quiserem. Mas a base é causa e efeito, ação e reação. É física pura, é energia. Então a gente precisa entender isso. Tem que fazer isso. Se não fizer, pouco nós nos transformamos. Então depois nós vamos um pouco mais os puros de coração. Puro de coração. Nós não vamos surgir do dia paraa noite. Nós estamos fazendo o burilamento desse diamante. Agora temos que andar mais rápido. Já temos um buril mais eficiente, um esmerio mais forte. Vamos usar ele para que a gente consiga ir buscar esse brilho que existe na nossa intimidade, sair da pedra bruta e ir para aquela que brilha e que tem valor em todas as direções. Os pacificadores, esses também serão chamados filhos de Deus. Quantos de nós fazemos o exercício de
sa intimidade, sair da pedra bruta e ir para aquela que brilha e que tem valor em todas as direções. Os pacificadores, esses também serão chamados filhos de Deus. Quantos de nós fazemos o exercício de sermos pacificadores? Não vou generalizar, mas é muito pouco. Nós somos mais eh colocadores de chama nos combustíveis para que as coisas em vez de abrandar elas esquentem mais e vem consequências de chamuscar muita gente. Assim somos os perseguidos da justiça, porque deles é o reino dos céus. São situações que o mestre colocou com extrema propriedade. Oito pontos. Foi difícil? Precisava algum catedrático falar isso aqui? Não. E ele teve esse cuidado porque ele não trouxe essa mensagem agora. Ele trouxe numa época que o entendimento das coisas ainda estavam com nível de dificuldade muito grande, mas foi oportuno, adequado, bem colocado. Nós é que distorcemos ao longo do tempo criando tantas coisas outras até para abafar isso, porque é difícil. Vamos ensinar o simples. Não, para quê? O simples não vai fazer com que a gente detenha poder. Não. O mestre não nunca trouxe para ele nada. Você se curou, sua fé se curou, veio para ensinar, não veio para tomar posse de coisa alguma. Então, o que é que faz? Tá aí pra gente pensar. Esse é o primeiro documento. Agora eu vou fazer aqui um atrevimento com vocês. Eu tenho mais 10 minutos no máximo. E aí o que é que eu vou fazer? Eu vou usar uma passada pelo código de ética primoroso. Código de ética primoroso. Um deles. Já tivemos códigos de ética também há milênios antes do Cristo, colocadas à nossa disposição por assessores de faraós que faziam situações, mostravam condutas a serem seguidas. Então, o código de ética para todos nós é algo que nos acompanha, dizendo: "É aqui o caminho, é aqui o caminho, é aqui o caminho". A gente sempre tá do lado de cá, mas tá aqui o documento, tá aqui de toda ordem. O que ética nós sabemos, se discute ética em faculdade, se discute ética em ambientes políticos, sociais, sei lá lá o que for, se discute ética e cadê essa
tá aqui o documento, tá aqui de toda ordem. O que ética nós sabemos, se discute ética em faculdade, se discute ética em ambientes políticos, sociais, sei lá lá o que for, se discute ética e cadê essa ética? É tão complexa assim? Aí vem o grande código de ética que veio também com base nessas manifestações do mestre, não foram inventados. Nós temos o nosso chamado evangelho segundo o espiritismo. E eu vou como se eu tivesse lendo e falando sobre todos os capítulos do evangelho. Vocês vão dizer: "Cidadão é atrevido". Mas não tem problema. Nós vamos por capítulo pra gente objetivar e ver que é mais simples do que a gente pensa. Apesar de ser uma obra que tem muitos detalhes e desdobramentos e manifestações de entidade, mas tá aqui. Eu vou apenas no índice. Vamos lá. Capítulo 1. Eu não vim destruir a lei. Ele falou isso. Não veio. Ele não veio transformar nada. Ele veio fazer cumprir a lei. Que lei? A lei estabelecida no universo pelo ser criador, o Deus de todos nós, inclusive dele. Tá lá. Não veio mexer na lei, veio dar cumprimento à lei, se submeter à lei, porque sabe que essa lei é justa, porque o universo é justo. A lei de causa e efeito é justa. Vamos pro segundo. Meu reino não é desse mundo. Isso falou porque não é de nenhum de nós. Aliás, não temos reino, mas não é aqui como se atribui que é. E aí vem as nossas lutas, conquistas, desesperos, ansiedades para buscar coisas do mundo material. Substituímos o ser pelo ter. Então, caçamos esse reino. Não tá certo. Tá aqui no evangelho, não é desse mundo. Capítulo terceiro. Há muitas moradas na casa do meu pai. Quando ele disse isso, é verdade. Essa aqui é uma delas. E quantas outras existem? Cada hora os cientistas se avançam mais nesses eh periscópio hubble, não sei quê, eh eh eh foguetes e tal, vai vendo cada vez mais galáxias, galáxias, bilhões, bilhões, bilhões, bilhões, moradas na casa do pai, universo em processo sempre de construção e que nós também somos obreiros disso. Não estamos aqui apêndices do processo,
galáxias, galáxias, bilhões, bilhões, bilhões, bilhões, moradas na casa do pai, universo em processo sempre de construção e que nós também somos obreiros disso. Não estamos aqui apêndices do processo, temos o valor que temos, porque temos Deus na nossa intimidade, dito por esse mestre, inclusive, e a gente nunca leva isso a sério. Façam isso valer a pena. Então, vamos lá. Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo. Reencarnação, processos. Vou andar mais rápido um pouco. Bem-aventurados os aflitos. Está lá citado nas bem-aventuranças do mestre, aqueles que têm agonia. Então vamos lá, vamos lá, vamos avançar que a gente conquista. O Cristo consolador, quer dizer, esse cidadão que veio, como tantos outros consoladores tem por aí, às vezes uma pessoa ao nosso lado ali reside um consolador para nós e a gente não escuta, não ouve, não presta atenção, só porque tá muito perto. Nós temos mania de buscar as coisas longe e as coisas estão muito perto de nós, muito perto de nós. Dá uma olhadinha pro lado, olhe pra frente, olhe para trás, que você vai encontrar essa distância diminuída. Bem-aventurados os que têm puro o coração. Claro, tem dificuldade nisso. Pureza do coração já é essência conquistada, né? Não é aquele que fica na beatice, blá blá blá blá, não. Não é ação, é mudança, é atitude. Bem-aventurados os brandos e pacíficos. Tá lá na bemaventurança. Uma delas puxadas para onde? pro evangelho. Então, se a gente olhar o rebatimento, uma puxada e com aqui alguns desdobramentos para deixar um pouco mais detalhado para nós. Então, vamos lá. Os misericordiosos, a mesma coisa. É o capítulo 10º, já estamos no capítulo 10º. 11º, amar o próximo como a si mesmo. Isso é falado para nós todo o tempo. Todo o tempo. Tá aqui. É um dos capítulos. Não precisa nem desdobrar isso. Todo mundo sabe o que significa. Vamos lá. Amai os vossos inimigos. Aqui é um pouco mais complexo, mas quando ele diz amai os vossos inimigos ele não diz fique pendurado neles olhe com suavidade, não é? Olhe com suavidade.
significa. Vamos lá. Amai os vossos inimigos. Aqui é um pouco mais complexo, mas quando ele diz amai os vossos inimigos ele não diz fique pendurado neles olhe com suavidade, não é? Olhe com suavidade. Não queira ter as mesmas ações, porque um dia esse processo dilui. Porque todos têm a mesma essência do Criador. As nossas desavenças ao longo das existências é que criam essa palavra inimigo antagônico. Temos que rever isso da melhor maneira possível, tá? É isso aí. Não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita. Essa é a mais difícil. Só se a mão direita e a mão esquerda tivessem outro corpo. Porque quando a gente faz alguma coisa com a mão direita, a gente fica se coçando para mostrar logo pra esquerda que a direita fez. Somos assim, queremos nos mostrar. Por isso que o Cristo dizia, você que tá fazendo prece em passa pública, é blá blá blá blá blá, você já ganhou o seu presente, o público já lhe viu. Faça prece transformação no seu coração. Essa é difícil, porque essa você não vai mostrar paraa outra mão, você faz. São gestos, são as mudanças de conduta. Então vamos lá. Mais um. Honrar pai e mãe. Eu vou até ocupar mais um tempinho. Quando eu era garoto, que a gente fazia o evangelho lá em casa, cada um lia um sábado, um capítulo. Eu era bem menino. Aí eu eu abria a minha parte assim porque era aleatório. Quando caía honrar pai e mãe, eu mudava de página pro meu pai e minha mãe não ver, porque era o que eu mais fazia, era desobedecer, desrespeitar. Então o rapaz e mãe é você acolher, é você escutar, porque quem vem primeiro uns do que os outros não são mais sabidos, mas tem mais vivência. E isso é importante, que se escute um pouco, se dê um nível de atenção, porque um dia, se tivermos a oportunidade seremos também idosos, né? Eu mesmo já fui essa criança. Hoje eu tenho 74. Tô recebendo oportunidades de estar por aqui. E hoje tenho coisas talvez vividas que é importante que alguém escute. Precisamos valorizar. Isso é fundamental. Isso nos tira de muitos
Hoje eu tenho 74. Tô recebendo oportunidades de estar por aqui. E hoje tenho coisas talvez vividas que é importante que alguém escute. Precisamos valorizar. Isso é fundamental. Isso nos tira de muitos buracos. Às vezes eu falava pra minha filha assim: "Olhe, as pedras que o seu pai pisou e escorregou, não pise não, que você vai escorregar também. Tem limo. Agora acho que eu pisei, não escorreguei. Dê atenção, pise que ali tá seguro, porque em algum momento o seu pai não vai ter mais pedra para pisar. E aí é você que vai pisar em outras pedras, acertando limo ou não limo para mostrar para outros que vem na trajetória da vida. Esse é o grande mérito que a gente pode um fazer pelo outro sempre, seja lá de que forma for, nem que seja mostrando o caminho, jogando pedrinhas. Você lembra da história de João e Maria, né, para poder se orientar? Eu acho que não contam mais isso hoje não, né? Mas a história da largxa, né? Isso aí da bruxa, isso aí. Então vamos lá. O rap pai e mãe. Fora da caridade, não há salvação. Quer dizer, fora do respeito. Não é chegar lá, toma um saco disso, toma aquilo, aquilo outro, não. Talvez que isso menos importe, mas é o boa noite, bom dia, perguntar o nome, estar junto, dá atenção que aquela pessoa que tá do teu lado existe, pô. É o mínimo. É o mínimo. Porque se você tiver numa situação de constrangimento, você vai pedir socorro. Aí você vai querer que alguém esteja perto para te socorrer. Mas você nunca age dessa forma com ninguém. Você vai querer que a vida lhe favoreça para que isso chegue até você? Não. Aí vem o ensinamento. Vais perceber que não tem ninguém ali à tua disposição, porque você também nunca está à disposição dele. Não entendo isso como repressão, é convite à reflexão. Tudo bem? Então vamos lá. Não se pode servir a Deus e a mamão. Claro que não. Você tem que escolher um caminho. Ficar no no em cima da corda. Não dá. Você vai cair. Escolhe o lado. E nós já estamos bastante esclarecidos para escolher o lado. É só fazer. Então ó lá. Sede perfeitos. Isso
que escolher um caminho. Ficar no no em cima da corda. Não dá. Você vai cair. Escolhe o lado. E nós já estamos bastante esclarecidos para escolher o lado. É só fazer. Então ó lá. Sede perfeitos. Isso é complexo, né? Mas é um chamamento. Sede perfeito. Temos que lutar para isso. Temos que lutar. É o caminho, né? Muitos chamados e poucos escolhidos também. A gente sabe o que que é. Toda hora a gente tá sendo chamado. A gente é que não quer ser escolhido, não é? Fica esperando que algum momento ah, venha me buscar, venha me buscar. Passa um toco, você não se agarra nele. Passa um um pneu e boiando, você não se agarra. Depois diz: "Ninguém veio me buscar". Não. Sim. Você que não quis se ajudar. Então vamos lá. Os trabalhadores de última hora somos nós. A fé transporta montanha. Estamos aí. Olha o que diz a fé transforma a montanha. Eu tenho que ter essa segurança, segurança, confiança que esse Deus tá aqui dentro da minha intimidade. E se ele está, eu estou forte, determinado, confiante e tudo a me transformar. Ah, então lá, falsos profetas, isso aí a gente tem toda hora conhecimento dessas coisas todas. Se a gente não tomar cuidado, até a gente vira logo também um porque você acha bacana, vai, né? Então, vamos lá. Eh, não ponhais a a a candê embaixo da alqueira. Quer dizer, não esconda de você a possibilidade de você ser útil com a palavra, com a ajuda. Seja lá no universo que você puder, buscar e acharei. Tá aí, eu tenho que fazer para encontrar. Eh, dá gratuitamente o que recebemos gratuitamente. É outra coisa, tá aqui evangelho. Já chegando ao finalzinho. Pedi e obtereis. pedir, obtereis e fazer, que é fundamental fazer sem realização, fica um carro sem direção, sem determinar caminho, sem já um GPS para algum lugar. Então, chegamos ao final do evangelho. Então, o meu atrevimento foi dizer isso para vocês. Leiam o Sermão da Montanha. Mas leiam não com aquele viés, ah, é inatingível, leia e se posicione quais são as possibilidades que você tem de fazer essas transformações.
nto foi dizer isso para vocês. Leiam o Sermão da Montanha. Mas leiam não com aquele viés, ah, é inatingível, leia e se posicione quais são as possibilidades que você tem de fazer essas transformações. Eu agradeço a todos vocês que estão aqui no auditório. Agradeço aos que estão nos ouvindo pela TV Comunhão e que nos escutam pela rádio. Meu muito obrigado pela paciência e podem ter certeza que o que eu falei aqui para vocês, eu falei para mim. Por consequência vocês estão aqui no auditório e ouviram, então tá realizado meu compromisso. Uma excelente tarde a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do
am me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a [música] paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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RECEITA DIFÍCIL: O ESFORÇO QUE NOS APROXIMA DA PERFEIÇÃO - Caio Brasil[ A VOZ DO CORAÇÃO ]
Comunhão Espírita de Brasília · Caio Brasil