O Espírito da Coisa | ENTREVISTA GRUPO GRISÁLIDAS - ABRARTE
✨ (PALESTRA ESPÍRITA) ✨ Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. 👉 Assista até o final para não perder nenhum detalhe! 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 📢 Interaja com a gente! Deixe sua opinião nos comentários. ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja um membro apoiador do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais, conforme Lei n.º 9.610/1998 (Lei de Direitos Autorais), e a aplicação de sanções pelo YouTube e e demais redes sociais. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@tvcomunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Olá, sejam bem-vindos ao Espírito da Coisa. E hoje nós temos dose tripla. É isso mesmo. Estamos recebendo aqui artistas maravilhosos. Júlio Nunes, Humberto Costa e Azuma. As apresentações serão feitas por eles mesmos, porque é muita história. Mas Humberto, como é que é um nome tem um nome? Humberto Costa assim, você já sabe quem é Humberto Costa? >> Ué, se eu sei quem é Humberto Costa, eu mesmo eu tenho que falar de mim, mas porque tem um ministro aí que é Humberto Costa também. Tamb em Brasília, né? >> Não é você mesmo? >> Mas eh eh eu sou nascido em Uberaba. E durante 7 anos eu vivi em Uberaba e depois minha mãe casa com Capixaba e a gente vai para pro Espírito Santo. E lá eu cresci numa casa em que eu fiz a arte espírita desde sempre, né? Então esse sou eu, Humberto, que >> um mineraba ou um capicheiro, sei, não sei como é que chama. Minerixaba. >> Eu sou acrioca. >> Eu sou do Acre carioca. Isso. Azuma, como é que é ter um nome desse de artista, gente, desde sempre? >> Não, meu nome é Marcos. >> Marcos, na verdade, Azuma, né? Mas Azuma é mais chamativo, tem uma piada pronta, porque se não for as uma, pode ser as duas. >> Aí a gente pode fazer qualquer coisa aí. >> Mas eu também, eu sou um paulistano >> curitibano, né? Porque eu moro há 37 anos em Curitiba, no Paraná, e já virei curitibano. Meus filhos são curitibanos, né? E gosto daquela terra, né, fria, né? Tem que ser, tem que acostumar muito bem. Eu lembro que quando eu mudei para Curitiba em 1988, tinha 15 anos e nossa, era muito frio, congelava nariz, congelava dedo, né, e tudo mais, mas a gente vai se adaptando, se adaptando e hoje a gente já tá acostumado com o nosso frio. Gosto do frio, prefiro assim várias fases, né, porque Curitiba faz as quatro estações no mesmo dia, então a gente tem, vai se adaptando, né? Então, eu sou Marcos Azuma. Hoje moro em Curitiba, né, e no Paraná. E estamos aqui para contar um pouquinho da gente. >> Maravilha. Júlio, me conta um pouco de você e me conta também como é que você
? Então, eu sou Marcos Azuma. Hoje moro em Curitiba, né, e no Paraná. E estamos aqui para contar um pouquinho da gente. >> Maravilha. Júlio, me conta um pouco de você e me conta também como é que você se reuniu a essas duas almas aí na sua carreira. >> Eu sou Júlio Nunes, eu nasci no Espírito Santo, tá? Mas eu sou muito rodada, tá? Eu com 23 anos fui pro Rio, morei, morei 9 anos no Rio. De lá vim para Brasília, tá? Morei, morei duas temporadas em Brasília, morei entre 94 e 95. Depois morei entre 2010 e 2011. Daqui eu fui pro Acre. >> Ah, cara, não acredito. >> Ol, eu morei no Acre. Morei lá um pouco mais de do anos e dois meses mais ou menos, né? e fui para São Paulo, né? E agora voltei pra Vila Velha, né? Então por isso que então sou rodado. >> É rodado mesmo, >> tá? E nós nos conhecemos. Humberto é meu amigo e porque a gente fez contra o mesmo centro espírita, né? Amigo de infância, né? Eu digo que Humberto não é meu amigo. Humberto é meu irmão. É nossa, nossa relação é de irmão. O Azuma, eu e Humberto participamos da fundação da Abra, Associação Brasileira de Artistas Espíritas. Foi lá que eu conheci o Azuma, tá? >> E como é que foi isso? Fundar uma associação de artistas espíritas. É que antes, né, nós tínhamos assim, cada um pro seu canto, né, cada um na sua cidade, tudo. E aí, eh, um pouquinho da história, eu e o Rogério Silva lá de Florianópolis nos reunimos, vamos montar um fórum, mas não tinha nenhuma ideia de associação, era um fórum de arte espírita que aí foi crescendo, foi crescendo, foi crescendo ao ponto de e como já tinha tanta gente envolvida de várias partes do Brasil, por que não fazer uma associação? Então, em 2007, 4 anos depois, primeiro fórum, segundo fórum, terceiro fórum, quarto fórum aí nacional de arte espírita. E nós fundamos a BRT em Salvador, né, no dia 8 de junho de 2007, né? Então, aí para ter esse envolvimento nacional da gente poder conhecer os outros, conhecer os trabalhos dos outros e ter uma direção, né? Nesse nessa questão da arte espírita,
a 8 de junho de 2007, né? Então, aí para ter esse envolvimento nacional da gente poder conhecer os outros, conhecer os trabalhos dos outros e ter uma direção, né? Nesse nessa questão da arte espírita, >> Humberto, é uma coisa tranquila fazer essa direção no que é para onde tá olhando a arte espírita? Isso é uma coisa tranquila? É fácil ou e a gente tem uma ideia para onde vai a arte espírita? >> Olha, eh, eu acho que não é tão fácil assim, né? Às vezes as pessoas podem até achar que, mas assim, artista em em si já é uma pessoa difícil, né? Imagina uma associação, uma reunião de vários artistas. >> Nossa, você é a primeira pessoa que conseguiu assumir isso, porque eu me acho um artista difícil. >> Não, eu sou, eu sou, eu sou. >> Eu fica esperando aqui tempo já passaram os 30 artistas. >> Não, são maravilhosos, são >> Não, não, não. Cada um tem as suas as suas peculiaridades, né? >> Mas eu acho assim, a gente tem lutado bastante para conseguir encontrar esse caminho, né? a gente entende que o momento, e eu estava agora conversando com a presidente da BR, a Silvia, e ela tava, a gente estava comentando sobre isso, né? A questão assim, a gente precisa agora entender melhor e como fazer a qualidade da arte que a gente faz. Então, a gente tá entendendo, começando, as pessoas já entenderam que precisa caminhar para isso, entendeu? Mas agora a gente tá vendo que a o momento agora a gente vai deixar um pouco aquela coisa de de ah a ah vamos fazer do jeito que dá, né? Não, vamos fazer do jeito que dá, mas pensando na qualidade. Se a gente conseguir fazer com qualidade o do jeito que dá vai ficar melhor. Então eu acho que por aí que a gente tá seguindo. >> Júlio, eu percebi na história de vocês que o caminho de vocês, ele é um caminho longo e que começa muito cedo. Então, você acha que essa qualidade ela pode estar num trabalho que envolva o jovem, a criança, a mocidade, que esse caminho já seja, comece a ser construído a partir daí, porque muitas mocidades já têm engajamento com a arte.
qualidade ela pode estar num trabalho que envolva o jovem, a criança, a mocidade, que esse caminho já seja, comece a ser construído a partir daí, porque muitas mocidades já têm engajamento com a arte. >> Sim. Então o o o começar desde cedo, né, a gente teve a bção de tá de participar de de uma casa, né, que a arte a arte e e a educação era muito muito ostensiva, assim, né? Então a gente teve muita experiência com arte e berto, né, com teatro, com dança, tocando flauta, coral, >> né, e artes artes e eh e manuais, né, muita coisa, muita coisa mesmo, né? Isso aflora, aflora a a o desejo de participar da casa, aflora o desejo de participar fazendo arte, né? E quando chegou a Brax, já tinha uma preocupação em em fazer uma arte com qualidade, né? Porque aí já era uma já não era uma arte só para complementar alguma tarefa da casa para uma festa no final do ano e tudo. Já tinha isso, mas tinham várias preocupações antes, né, que foram se resolvendo e já teve muita tentativa de melhorar. Inclusive a gente tem uma preocupação com a parte técnica, né? Eh, primeiro compromisso com com com a com o espiritismo, né, com a arte a serviço da da eh do espiritismo. Mas a parte técnica sempre foi uma preocupação, né? A gente não conseguiu ainda materializar tanto na formação e do do dos artistas da BRT e de quem mais se aproximar, né? O o os nossos os nossos planos, né, Zuma? Lá do início, não consegui materializar, materializa em parte, né? vai um pouquinho aqui. >> E agora nesse instante a gente tá muito preocupado com a qualidade das transmissões dos nossos encontros que aí você vai no encontro ele tem uma qualidade tal de quem tá lá e participa. Mas quem assiste de casa retransmissão não está vindo pô de boa qualidade. Isso passa uma má imagem como se o que está fazendo evoluiu ou é não é de qualidade. >> O que está acontecendo não tem qualidade, mas não tá tendo qualidade. O problema é do fio em diante, né? quando chega na minha casa. >> Mas o Júlio falou uma coisa, que existe um projeto, que vocês têm um projeto de
tecendo não tem qualidade, mas não tá tendo qualidade. O problema é do fio em diante, né? quando chega na minha casa. >> Mas o Júlio falou uma coisa, que existe um projeto, que vocês têm um projeto de de, vamos dizer assim, de implantação de coisas pela Abra e e fala um pouquinho disso, então, o que que se programa, né? O que que, como que vocês percebem que deve ser, que que deve, >> é a a medida do tempo vai passando, a gente tem essas preocupações e vai buscando o material melhor, a qualidade, lógico, na medida do possível, porque a gente sabe que tudo tem custo, né? Mas a gente tem pelo menos essa preocupação, né? até como ontem mesmo a gente tava conversando nessa questão falando do fórum de Tajaí que teve agora no no feriado de Corpus Cristo, porque a BRAT promove fóruns anuais, né? E teve e cada ano é numa cidade de um estado diferente, né? Até em regiões diferentes. É, esse ano foi em Itajaí, Santa Catarina, ano que vem será em Belém do Pará. né? E aí, então assim, aí a gente fica preocupado nessa questão, né, da transmissão, eh, de você tá levando ao público em geral que não foi lá, não poôde participar um pouquinho daquilo que a gente tá vivenciando. E até uma amiga nossa falou: "Nossa, mas a apresentação de vocês não dava para ver nada, tava estourada a luz, tava não sei o quê". Mas isso era na transmissão, porque depois mandaram fotos para ela, nossa, tava divindo maravilhoso, essas coisas. Então tem esse plano da gente primorar pela qualidade para realmente chegar a um bom produto. >> É, mas a gente tá falando de transmissão técnica e a parte operacional, mas eu fico pensando, Humberto, o seguinte, e a transmissão dos conceitos de como fazer, por exemplo, vocês estão falando que vem de uma casa que já há muito já tem várias expressões artísticas instaladas e consagradas e aceitas. Como é que se pode fazer um trabalho para que isso alcance outros centros que não têm esse olhar? A BRT tem essa preocupação? Vocês tem essa preocupação? >> Eu vou pedir pro Júlio falar um pouco,
tas. Como é que se pode fazer um trabalho para que isso alcance outros centros que não têm esse olhar? A BRT tem essa preocupação? Vocês tem essa preocupação? >> Eu vou pedir pro Júlio falar um pouco, porque o Júlio tá mais envolvido, Júlio, nessa nessa formação, na na nos vídeos que foram feitos antes, lembra do dos da daquelas formações que você coordenou e a ideia que tá tendo aí que que vem coisa, eu acho que melhor você falar sobre isso, por favor. >> Tá? Então, a a BRAS ela ela muitos anos, muitos anos atrás, foi 2015, 2016, nós resolvemos eh fazer estudos para produzir uma material para para para passar pras pessoas, tipo um estudo sistematizado de artista, alguma coisa assim. >> Sim. Perfeito. >> Só que a gente foi testar esses estudos em grupo e chamamos mais pessoas. aquilo deu mais certo do que o planejamento do estudo. E a passou a partir daí, de 15 em 15 dias a gente fazia live, era grupo de estudos de arte espiritismo, tá? Que durou até o final de 2021, 2021, tá? e que aí chamava convidados, era sempre temas diferentes, chamava pessoas que tinham experiência, às vezes era para falar sobre um tema específico, era à vezes era para trazer experiência e tá tudo na eh foram 115, 110 estudos que estão na internet disponível, né, no canal da BRT para poder quem quem pesquisar. Além de alguns livros publicados tem esse material. Então isso daí não era só objetivo principal, né? Não era só transmitir a técnica, o objetivo principal era para mostrar a o conceito do Dark Espírita, o compromisso, o que que ela pode fazer, onde ela pode alcançar. >> Tá perfeito. Humberto, você já viu alguma resistência a a essa informação? Em algum centro? Alguém falou assim: "Ai, eu acho que a gente não quer fazer não. A gente >> não é aqui no Brasil não, né? Desculpa. Aqui no Brasil não. Na Europa é muito, mas aqui não. Olha, tem tem. Mas e eh são são assim, >> são momentos a história do próprio centro, né? >> É porque assim e eh o o espiritismo é maravilhoso, o que atrapalha são os
. Na Europa é muito, mas aqui não. Olha, tem tem. Mas e eh são são assim, >> são momentos a história do próprio centro, né? >> É porque assim e eh o o espiritismo é maravilhoso, o que atrapalha são os espíritas, né, >> menino? Gente, escreve isso aí, escreve um livro. >> Mas é isso. E a pessoa eh ainda não entendeu o que que é, né? Porque a gente ouve muito assim, eh, eh, vou chamar o Azuma para fazer uma pecinha, sabe? Vamos chamar o coisa para fazer uma um teatrinho, uma tocar uma musiquinha, sabe? Então assim, a arte espírita para algumas, tô falando para algumas instituições, eh, é um, é um, um apoio para aquele tempo que a o palestrante não chegou ainda, eh, problema técnico ali que tá precisando, sabe? Então, e e é só isso, por favor e tal. Enquanto vamos, a gente vai para outras casas onde uma reunião mediúnica é tocado, é dançado, sabe? Então assim, as casas tm essas diferenças. Infelizmente a gente vai encontrar o companheiro que é o dono da casa e que tem essa coisa. Então, se eu sou dono, eu decido e acabou, tá? Tá tudo fechado. E a gente chega numa casa como essa, maravilhosa, onde você tem todo o suporte. Claro, deve ter tido uma luta para as pessoas entenderem, né? Então assim, a gente vai sempre vai encontrar, né? Eu acho muito engraçado, eu chego numa cidade e eh o povo gosta de falar e eu gosto de implicar, né? O Júlio fala que eu sou implicante. >> Eu chego, eu chego na cidade de Uberaba, que é a terra do Chico. Falei: "Não, a terra do Chico não, a terra é minha, eu nasci lá, ele não." Mas e aí eu falei assim: "Não, a gente tem uma peça, é uma comédia espírita". Como assim comédia espírita? Eu nunca ouvi falar de comédia espírita. Como você nunca ouviu falar? Então, assim, é diferente as as regiões na dentro das regiões da na própria cidade. Você tem uma casa que aceita, outra outra que não aceita e tal. Então, é, são barreiras que a gente vai conseguindo eh transpor aos poucos, eu acho. A gente vai eh com o tempo a gente vai conseguindo, >> tá? Então, a pergunta era exatamente
a que não aceita e tal. Então, é, são barreiras que a gente vai conseguindo eh transpor aos poucos, eu acho. A gente vai eh com o tempo a gente vai conseguindo, >> tá? Então, a pergunta era exatamente essa. Existe um trabalho de abraçar essas pessoas e acolhê-las e fazer entender que é um caminho bom, >> que é legal, né? Aqui na nossa casa, na comunhão espírita, houve uma um uma batalha, mas foi uma batalha que recebeu muitos apoios também. Porque naquele momento em que a Germana queria implantar uma coisa que era revolucionária, porque queria fazer algo grande que não era teatrinho nem musiquinha, houve aquele estranhamento, mas a liderança da casa falou: "Não, né, >> vamos ver no que que dá, vamos." Eles estavam tremendo como a gente, eles estavam eh um pouco receiosos de como a comunidade iria responder, mas foi maravilhoso. E a partir daí a coisa andou, né? Então, eu acho que é é mais ou menos esse o caminho. Eu, desculpa, mudando totalmente de assunto, eu fico pensando que você virou espírita no dia da primeira comunhão. Que que foi isso, menino? Desculpa, gente. É uma curiosidade pessoal. >> É assim, ó, lá em São Paulo, né? E nó, a minha família sempre foi católica, certo? Mas lógico, sempre vem algo assim diferente. E nesse trâmite, minha mãe conheceu o espiritismo, comprou o livro dos espíritos >> e assim resolvemos de uma hora para outra, pá, ah, vamos procurar saber, conhecer, né? E aí eu já estava na catequese, tinha feito primeira comunhão, 9 anos de idade, mas foi assim, no domingo foi a celebração lá, comunhão, OK, tudo certo. No outro domingo nós fomos pra casa espírita e eu já fui direto pra evangelização espírita, né? E assim, interessante disso, porque assim, né, nós estamos no lugar certo, na hora certa, no momento certo e todo o conhecimento espírita, né, >> ou seja, o que a gente tava ali conhecendo naquele momento, para mim particularmente eu já sabia, ou se já tinha dentro de mim essa essa ideia. >> Fez sentido, >> fez sentido isso com 9 anos de idade e
u seja, o que a gente tava ali conhecendo naquele momento, para mim particularmente eu já sabia, ou se já tinha dentro de mim essa essa ideia. >> Fez sentido, >> fez sentido isso com 9 anos de idade e aí se tipo não estranhava. Nossa, espírito, nossa, comunicação, nossa, né? Nó, para mim era muito natural, muito legal, muito gostoso, né, assim, participar. E eu como desde sempre, desde pequeno já mexia com tudo. Quando eu vinha visitas em casa, eu era palhaço, eu brincava de circo e eu falava que quando eu ia crescer ia ser palhaço, né? E não deixei de ser. Conseguiu, >> conseguiu. E aí assim, cheguei lá, eu falei: "Não, eu pegava, tinha uma cobra de crochê que eu tinha em casa, assim, eu já colocava na calça e virava macaco, sabe? Umas coisas assim bem louca. Era só chegar visita em casa que eu já ia me apresentar. E aí eu sempre tive esse, vamos dizer assim, esse dom da arte na minha nas minhas mãos, na minha veia, desenhava, pintava, brincava. E quando cheguei na na própria evangelização, que eu era me evangelizando, eu já agitava, vamos fazer assim, vamos fazer assado, eu sei fazer isso, eu sei fazer aquilo, vamos fazer isso. Tanto que aí tinha apresentação no final do ano, eu sempre fui, >> gente, aí você se espalhou, né? >> Sim. Aí eu eu sempre eu tava, né, aquela coisa assim, aí a evangelizadora: "Ah, você sabe fazer?" Falei: "Sei, então vamos fazer, vamos fazer". Aí fiz um boneco gigante assim, já apresentei porque eu eu eu sou artesão também, né? Além de várias outras coisas. E aí eu sempre trabalhei >> faz bonecos de espuma. >> É bonecos maravilhosos. Ele trabalha com espuma com facilidade. >> É, hoje vocês vão ver de noite na peça também, né? Que tem muito material assim. E aí então já fui foi indo e aí depois >> mudamos para Curitiba com eu tinha aí, então a gente frequentava a casa espírita, né? Só que nesse trâmite, tá, eu ainda não ia na juventude, né? Só quando vim para Curitiba, fui para Curitiba, né? Que aí eu adentrei a a uma cidade espírita e também já de assim, na
a casa espírita, né? Só que nesse trâmite, tá, eu ainda não ia na juventude, né? Só quando vim para Curitiba, fui para Curitiba, né? Que aí eu adentrei a a uma cidade espírita e também já de assim, na verdade, meu irmão Alexandre entrou primeiro e lá ele falou assim: "Olha, meu irmão gosta muito de teatro, meu irmão gosta disso, porque vamos convidar ele para participar aqui, aí ele também pode colaborar". E aí eu fui para uma cidade espírita por causa do >> do teatro, né? Ah, eu falei: "Então tá bom, eu vou". Eu falei: "Eu vou, eu vou, mas aí do não saí mais". E aí montamos lá várias coisas. Aí já me colocaram como coordenador de arte da mcidade espírita e a gente já >> Gente, eu tô com medo de você. Tô com medo. Olha, você vai Não vou te largar lá no palco não. Você vai tomar nossa equipe técnica para gente falar da peça, porque quando eu vi as três rainhas sem cabeça, eu falei: "Gente, é Ana Bolena, Maria Antonieta e falta outra". Então não sei quem é a outra, mas tudo minha cabeça. Mas como é que foi? Quem que escreveu? Qual é o argumento? >> A história começa com eles. Aí >> fala Humberto. >> Não, a gente tava em Goiânia, não foi? Um fórum de Goian não foi o o fórum de onde Azum me ajuda. Minha memória. >> Fórum virtual. >> Primeiro fórum virtual da pandemia >> 2020. Ou seja, e aconteceu o fórum, veio a pandemia, não ia ter mais fórum, então vamos fazer online. >> E aí assim, naquela época, né, juntou todo mundo, foi mandando material, material para ser para ser eh >> apresentado, >> apresentado via online online. E aí a gente participava do fórum online e através do das salas de reuniões, depois que acabava tudo, a gente se reunia numa sala e ficava papeando, batendo papo, né? >> Até >> como é que você achou? Que que você achou? Que você achou? Até eu cri, a gente criou o grupo era os comentaristas, né? Porque a gente começou a começar, >> mas você escreveram a partir daí. Não, não, não. A, a, a ideia nasceu nesse papo, nesses nesses papos pós e eh eh fórum, né?
riou o grupo era os comentaristas, né? Porque a gente começou a começar, >> mas você escreveram a partir daí. Não, não, não. A, a, a ideia nasceu nesse papo, nesses nesses papos pós e eh eh fórum, né? >> E aí a gente ficou conversando e tudo. Aí uma companheira nossa chegou e falou assim: "Puxa vida, a gente podia fazer uma peça, criar uma peça muito animada assim, ai assim, três rainhas sem cabeça, foram guilhotinadas e não sei o que e tal". A gente vamos fazer isso? Ah, vão legal e tal, tá? Então vamos fazer o seguinte. E o Azuma acho que foi você que falou, né? Eh, eu, Humberto e e o Mateus, vamos ser as rainhas. >> Musus. >> Ah, tá, tá bom, beleza. Então, >> quem escreve Eneida, você escreve? Ah, então v vamos começar e tal, né? Mas >> morreu na casa. >> Morreu ali a história. A história morreu ali, né? >> E aí, eh, >> 2020, >> 2000 é >> aí veio pandemia, aquela coisa toda. >> Não, aí no final de 2020 o Mateus faleceu de Covid. >> De Covid. Nossa, >> uma das rainhas, falei dele. >> E aí não se comentou mais sobre isso, >> ficou parado. Ficou, >> ficou parado. >> E aí, >> aí do primeiro presencial que teve depois disso em Campinas Grande, esses dois me chamam, falou: "Olha, a gente tava com uma ideia, etc. Pá, pá, pá, fazer com o Mateus, mas o Mateus faleceu. Você não quer se juntar a gente no projeto?" Falei: "OK, a peça, mas a gente vai avisar que você escreva a peça." Falei: "OK, o nome da peça é vocês aí na cabeça assim, o que que acontece?" A gente não sabe, a gente só tem o título. Dramaturgo é você escreva. Mas >> mas eles não tinham nem assim o que que vai acontecer. Não, ela tem cabeça. Esse é o título. >> E aí a gente discutindo como vai um dia o Azuma manda uma foto de uma encenação com três atrizes, né? >> Uhum. >> Que carregavam a cabeça aqui, >> né? a roupa delas, a cabeça ficava aqui, mas era uma foto preto e branco e muito impressionante, >> bem tactante assim, né? >> E aquilo me bateu muito, me assustou aquilo, a a a aquilo, eu falei: "Não, eu
a roupa delas, a cabeça ficava aqui, mas era uma foto preto e branco e muito impressionante, >> bem tactante assim, né? >> E aquilo me bateu muito, me assustou aquilo, a a a aquilo, eu falei: "Não, eu não vou querer ver isso no palco. Eu não vou querer ver isso no palco." E isso pode, a gente sabe que dependendo da apresentação, você provoca gatilho na na na plateia. Tem peças que a gente aborda um tema que são trazidos espíritos ligados à aquele tema para assistir a peça para poder resgatar. >> Falei: "Não, isso não pode ser abordado". E pensando em fazer comédia, como fazer comédia com isso, sabe, né? Aquilo ficou na minha cabeça. Acho que os os espíritos usaram isso daí para, tipo, assim, olha, qual que vocês estão fazendo? Vamos cordar aqui. Olha, presta atenção aqui, né? Presta atenção. Aí veio a ideia de mudar a história para poder a comédia entrar e o espiritismo entrar. Que eu eu recebo muita, muita intuição. Já vem as coisas já vem meio pronta, sabe? Aí vou escrevendo assim, vem mais, né? Aí eu apresentei a proposta para eles, porque eu fui estudar sobre a sobre a época, sobre a guilhotina, 40.000 pessoas moram na época da da da 40.000 pessoas foram guilhotinadas na na França, né? >> A guilhotina ainda ficou como sentença de de eh pena de morte na França até 1981. >> Pensa isso, Franço tem rank com a boca. Eu >> tive sonhos assim quando eu era criança. >> Isso é uma fala da peça. A última pessoa que morreu pro Guilherino foi em 1977. Então, como é que você pode esse esse tema ele tem que ser abordado com cuidado, né, pra gente conhecer e para colocar espiritismo aí, né, >> e também não trazer gatilho, não provocar. E a gente conseguiu uma forma bem legal, né, né? conseguiram, conseguiram fazer comédia disso? >> Conseguiram fazer comédia e trás e aí e como entra o espiritismo aí, usa bastante o espiritismo na peça, sabe? De uma forma leve. >> E é assim, né? É porque assim, aquela história, >> eu particularmente, Humberto também, né? Mas eu, a minha vez é cômica. Não tem
mo aí, usa bastante o espiritismo na peça, sabe? De uma forma leve. >> E é assim, né? É porque assim, aquela história, >> eu particularmente, Humberto também, né? Mas eu, a minha vez é cômica. Não tem como. Eu até já fiz eh drama, mas eu sempre depois nos 48 segundos tempo já cai na risada, né? Então não adianta querer fazer. Você sabe que a gente notou isso quando nós fizemos a Primeira comédia oficial, eh, as pessoas, as pessoas elas reagiam de uma forma muito inesperada, porque tinha coisa que não era comédia que elas riam e tinha coisa que era comédia e não ria. Eu tô pensando, não tinha muito registro disso, porque às vezes o ator dramático, >> ele era tão comédia que a presença dele já levava o público. Então, se te colocar num drama vai ser problema. >> É, é verdade. >> Mas gente, eh, e aí você embarcou no projeto também e tá fazendo, vocês estão levando a quanto tempo esse projeto? >> Primeira apresentação foi foi >> pro Rio, né? Foi >> foi Corpus Cris 2024 >> 24 no Rio de Janeiro. >> 24 a gente a gente apresentou foi meio que a toque de caixa assim, né? E mesmo porque estávamos eu e Júlio e em Vila Velha e o Azume em Curitiba. Então é maravilhoso. A gente faz uma, a gente pega avião toda semana. >> A gente começou a gente começou a ensaiar eu em São Paulo. >> Ah, é o Javão. Paulo, >> quase Miguel fala Bela e Cláudia Raia, né? Faz a gente saia todo ali >> nos últimos momentos, no último mês ali, a gente desistia de fazer a peça porque eu não ia poder participar do fórum. É. >> Aí eles arranjaram, arranjaram um colega no Rio, continuou ensaio online, né? Ele entrou na última hora para poder >> poder dar. >> Eu me afastei que teve um falecimento da minha família, eu tava envolvido lá em providências para pr a minha mãe e tudo, né? >> É. >> Você acha que isso resume a vida do artista espírita? É assim mesmo? e eh eh processos de adaptação. >> Olha, é, eu acho que a gente tem uma adaptação, a gente tem que ter uma uma flexibilidade muito grande para essas coisas que vão acontecendo. E e mas
É assim mesmo? e eh eh processos de adaptação. >> Olha, é, eu acho que a gente tem uma adaptação, a gente tem que ter uma uma flexibilidade muito grande para essas coisas que vão acontecendo. E e mas assim, foi muito gostoso. A gente apresentou no Rio, depois apresentamos em Vila Velha, lá na nossa casa. >> Não, mas antes disso a gente apresentou no Paraná, Curitiba, no festival. 5 minutos. Certo. 5 minutos. Paraná. Minutos. >> Eh, a gente tá tá muito chique. Então, Paraná. Vila Velha. Depois fomos a a Itajaí, né? Itajaí. Eh, Brasília. E no final de semana que vem a o final de o final de o final do mês mês apresentar no interior do Espírito Santo. >> No interior do Espírito Santo. >> É. >> Não. Muito bacana. >> Então assim, tá muito. >> Você me falou uma coisa que que eu fiquei pensando aqui, ficou enganchado na minha cabeça. >> Ai, meu Deus. >> Você falou não foi uma coisa, não é enganchar do bem. Do bem, né? que você falou assim que precisa de qualidade, que a gente tem que pensar na qualidade. E aí eu acho assim, eu não sei como é que é para você, mas eu acho que a qualidade do trabalho, se a gente retirar a parte técnica, que pode ser inclusive contratada, mas se a gente pensar na qualidade considerando os artistas, será que não vem junto também um compromisso que é um compromisso mais forte, que ele demanda mais? que ele pega um pedaço maior da vida da pessoa. Porque se você vai fazer uma musiquinha, um teatrinho e uma dancinha, você não precisa ter aquela disciplina que o artista precisa ter para entregar um produto de qualidade. Então, como é que veio? Qual é o tamanho da arte na sua vida? Qual o pedaço que a arte pega da sua vida? >> Olha, eu eu queria ter tido chance de fazer como o Júlio fez, né? entrar numa parte de de formação mesmo, entrar num Eu até entrei num curso, mas eu e o o o >> André >> não, não foi vice-presidente, companheiro nosso, Rique, Rique de Biaz, eu e o Rick entramos para fazer um curso técnico lá no Espírito Santo lá em Vitória, mas
ei num curso, mas eu e o o o >> André >> não, não foi vice-presidente, companheiro nosso, Rique, Rique de Biaz, eu e o Rick entramos para fazer um curso técnico lá no Espírito Santo lá em Vitória, mas tinha muita criança e o o professor não tinha paciência, então ele generalizava, brigava com todo mundo. E aí a gente fazendo, querendo fazer um trabalho sério, tudo, mas tinha muita criança e tal, não deu certo, a gente parou. Então eu gostaria muito de ter tido essa oportunidade. Ainda terei essa oportunidade, com certeza. Mas eh >> mas mesmo assim, quando eu perguntei para você, eu não pensei muito em formação, eu pensei mais em dedicação, >> não é isso que eu ia falar? Então assim, eh, a minha a minha a minha decisão dentro da doutrina espírita é o meu foco é a arte espírita. Então, eh, fui convidado para participar de mediúnica. Eu falei: "Gente, mas eu nunca pensei em trabalhar em mediúnica. Adoro trabalhar em mediúnica, acho muito bonito, trabalho é muito interessante, dali saem muitas coisas, sabe, que eu que eu guardo porque cabe em alguma algum momento em que eu crio alguma coisa. Então eu acho muito legal, muito interessante, mas eu deixei claro pro meu coordenador, eu falei: "Olha, se eu tiver que ensaiar no dia da reunião, a reunião vai ficar em segundo plano". Ah, mas como é que, né? Ele não faz, não fez isso porque isso retoma, Júlio, uma coisa que é, eu não sei se eu tô falando corretamente, mas existe uma tecnologia nova que coloca coisa no seguinte plano: é o trabalhador espírita na área da arte. Ele é um trabalhador. Então, na verdade essa escolha é possível de ser um trabalhador da casa nessa área. >> Sim. E a FEB já reconheceu isso. Em 2014 tem um documento e eh da FEB, resolução número 5, 2014, que fala sobre o trabalhador da arte espírita, tá? Que reconhece esse trabalho tanto na sua contribuição como na sua formação, sabe? de de de enfocar esse lado. E a gente tem a a uma uma um ganho, uma novidade muito boa. a cerca de dois ou três, não tem mais, tem
e esse trabalho tanto na sua contribuição como na sua formação, sabe? de de de enfocar esse lado. E a gente tem a a uma uma um ganho, uma novidade muito boa. a cerca de dois ou três, não tem mais, tem uns 4 anos, né, que a FEB criou o departamento, área de artes na FEB, >> ela não tem o mesmo objetivo que é a Abra, que é o artista, mas inserir a arte dentro da casa aliada a vários departamentos, não só a evangelização, como a gente já tá acostumado de infância e juventude, mas a área de de de do doutrinária, área de mediunidade, sabe? Há várias áreas, áreas da assistência e social espírita, né? E ele tá e é um trabalho paralelo com o mesmo objetivo que aí a arte ao espiritismo. O que que a arte pode trazer para transmitir a a a mensagem espírita, tá? Então, no caso, o foco da da da FEB é a arte dentro da casa espírita. E o o o a Abra, ela passa um pouco mais disso, né? que não é só dentro da casa espírita, mas para o público em geral, como a gente pode levar essa arte para transmitir e não só como divulgação, mas um instrumento de reflexão, um instrumento de de de tocar aquela pessoa, né, >> sobre sobre espiritismo, ela é um instrumento, né, >> maravil. Vocês já foram para fora? Vocês já saí, já fizeram apresentações fora da cência? >> Nós nós tínhamos um grupo eh chamado Grupo Ânima de Teatro Espírita. lá, eu Júlio fizemos parte, fomos coordenadores desse desse grupo. E aí a primeira primeira vez nós fomos, eu fui ajudar num evento que teve em espírita num teatro que é o teatro da cidade assim, né? >> E aí eu tava conversando com a moça lá, eu falei assim: "Como é que como é que faz para para alugar o teatro aqui?" Aí eu fal: "Ah, você tem que fazer um projeto e tal que não sei o quê. tem que fazer esse projeto, tem que ser levado e tal, porque era do estado. E aí eu falei assim: "Tá, mas eh é complicado isso, tal, eu posso eu Tem data, tem data." Ela falou assim: "Tem, mas tem que ter o projeto". Eu falei: "Tá, mas você pode ver se tem data. Tem, não tem data aqui
alei assim: "Tá, mas eh é complicado isso, tal, eu posso eu Tem data, tem data." Ela falou assim: "Tem, mas tem que ter o projeto". Eu falei: "Tá, mas você pode ver se tem data. Tem, não tem data aqui e tal, não sei o quê". E ela gostou do trabalho que a gente fez, que foi uma suí sinfônica que foi apresentada lá, meu padrasto, que que foi psicografia, né? Eh, foi um trabalho de mediúnico. E aí ela gostou do trabalho lá, então ela viu que alguma coisa tava sendo feito séria dentro dessa coisa espírita aí. E aí eu fui falei assim: "Então tem data, né?" Ela falou: "Tem, essa data aqui tá tá liberada, você quer reservar?" Eu falei: "Reserva para mim". Então tá, reservou. Mas e o projeto? Aí eu falei: "Não, eu vou preparar o projeto". Aí ela me chamou no canto, falou: "Aqui não precisa do projeto, não tá? Preciso de um projeto. Falar alto tá gravando. Preciso de projeto não. Não houve não. Houve >> não houve. Não houve. >> Aí não preciso de projeto não. E tá tá tá tá legal. Vamos vamos fazer. Aí eu liguei o Jú porque na época era, sei lá se era mensagem. Aí eu falei assim: "Gente, consegui uma eh uma data no teatro Carlos Gomes". Esse aqui surtou. O que teatro Carlos Gomes que tratou? Não sei o quê. >> Mas mas isso daí foi a suí. Depois a gente começou o teatro. Já foi pra apresentação do dos BFA. É uma peça fizemos uma peça feita com ele tava também. >> Não, não. Aí, aí eu aí eu morava no Espírito Santo nessa época. É, >> aí era uma festa feita só com jovens. Foi feito dentro de um de um encontro de jovens com de cidades. O elenco era todo de jovens. A gente ficava e eh só na coordenação, coordenação, no bastidor. >> E levamos mais duas peças desse jeito. Depois eu saí de lá, eles continuaram levando peças para teatro. Aí, então esse grupo continuou, esses jovens muitos foram saindo, mas ficamos com um grupo ainda muito grande. E aí a gente e a experiência foi muito boa fora, inclusive tivemos alguns problemas assim de trazer os os espíritas pro teatro porque eh cobrava, né? Ai d gente, é,
os com um grupo ainda muito grande. E aí a gente e a experiência foi muito boa fora, inclusive tivemos alguns problemas assim de trazer os os espíritas pro teatro porque eh cobrava, né? Ai d gente, é, dai de graça o que de graça recebeu. Então tá, paga o teatro, paga luz, paga as coisas, paga ecad. Se você pagar tudo isso pra gente, eu faço tudo de graça. E aí teatro, teatros do interior, fora do estado, a gente apresentou. E olha, o mais incrível, assim, nós tivemos retorno de pessoas do do das religiões evangélicas que adoravam, porque a gente fez muita coisa de de falando de Jesus, falando de amor, falando de não exatamente assim de falamos de reencarnação, né? mas falava dessa coisa do de uma forma de evangelho e tal. Então isso a gente teve um rapaz que ficou muito emocionado. Uma cena que a gente fez da crucificação com sombras. Ele falou ficou impactado. Olha, eu não acredito em reencarnação não, mas se tem, eu tava lá nesse dia, porque isso me impactou muito. Então é muito bonito. A gente saiu muito. Sim. >> Muito obum. Eu fiquei muito curioso, eh, mesmo já nosso tempo já avançando um pouquinho, mas eu fiquei muito curioso com o seu projeto do teatro em 5 minutos. Eu achei isso tão interessante, gente. >> Olha só. Então, é o seguinte, eu tinha a vontade de fazer um festival de teatro, mas o festival de teatro requer muito empenho, infraestrutura, tal, peças grandes para apresentar, né? Então, aí falei, por que não vamos fazer um festival de sketes de 5 minutos? E isso já dura 23 anos lá em Curitiba, né? >> E aí eu sou criador, né? Fundador, organizador, e tudo mais, mestre de cerimônia, >> tudo, tudo, faz de tudo. >> E aí assim funciona dessa forma, né? As pessoas mandam os skets, se inscrevem para o festival. São duas etapas. A primeira etapa é só pros participantes para apresentar os esquets para uma banca avaliadora. É, >> ele tem uma equipe, ele tá falando assim porque ele começou só assim, mas ele tem uma equipe da Aí nessa banca avaliadora a gente dá sugestões, dicas de como
s esquets para uma banca avaliadora. É, >> ele tem uma equipe, ele tá falando assim porque ele começou só assim, mas ele tem uma equipe da Aí nessa banca avaliadora a gente dá sugestões, dicas de como melhorar isso e aquilo. E os 10 sketes mais pontuados ali na no dia da da dessa banca passa pra segunda fase que é aberto ao público, que aí são só 10 esquetes que a gente chama de top 10 fc, né, que são os 10 sketes que mais fizeram pontos na primeira fase. E são ideias assim que você não faz ideia. Ideias que você não faz ideia em 5 minutos. Teatros em 5 minutos. Então tem aqui a apresentação de sketch 5 minutos. Daqui a pouco troca tudo, vem outro grupo, apresenta, vem em outro grupo, apresenta numa noite fica muito legal. Eu fiquei, eu fiquei assim muito interessado em trazer isso paraa nossa mocidade, pros jovens daqui. >> Eh, e convido o pessoal dos outros centros também a participar que vocês tm essa facilidade. Interessante. Júlio, você se referiu à criação da área da arte pela FEB e isso, de uma certa maneira abre espaço para que os centros autonomem suas próprias áreas da arte, mas isso não significa necessariamente que esse grupo faça uma adesão ao projeto da Abrart. Então, me fala, por que ser associado da BRT? Qual a importância pro artista em fazer isso? >> Tá? Eh, um dos objetivos da Abra é essa integração a nível nacional dos artistas e seus esforços para trazer a vivência espírita dentro das suas obras, né? Então, os encontros, sejam presenciais ou virtuais, nos alimentam com essa troca de experiências, tá? e a nossa identificação com situações que a gente vive no nosso grupo, na nossa casa espírita, acontecendo no Nordeste, acontecendo no Sul, no Centroeste, lá no Amazonas. E grupos de iniciantes também podem ter a sensação, olha, eu não pensei nisso, mas eu posso ir para esse caminho, ó, então esse caminho tá legal, é muito bom, tá? Não estou verificando que a a a mensagem pode ser explorada dessa forma. Essa toca de experiência é muito boa e isso
mas eu posso ir para esse caminho, ó, então esse caminho tá legal, é muito bom, tá? Não estou verificando que a a a mensagem pode ser explorada dessa forma. Essa toca de experiência é muito boa e isso faz da gente, traz um sentimento de família. A partir do momento que a gente começa a se conectar com pessoas do Brasil inteiro com realidades diferentes, ainda que estamos no Brasil, né, comidades diferentes, mas dentro da mesma área de atuação, que é a arte ligada ao espiritismo, nós nos identificamos e deixa de ser só nosso centro espírita, de ser só as pessoas que são ali que a gente convive, né? Mas passa a ser o Brasil, o projeto para o Brasil da arte no Brasil, porque nós temos, gente, um objetivo maior. Quem lida com arte no espiritismo tá abençoado por uma equipe espiritual liderada por Leopoldo Machado, que já deu várias mensagens nesse sentido, tá? Então, a gente eh unir forças não é só somar, a gente multiplica, a gente aumenta a capacidade que a espiritualidade tem de agir através de nós e de fundir a mensagem espírita através da arte, né? Perfeito. >> E a gente se fortalece voltando para casa e entrando nessa coisa da arte dentro da casa espírita e fazendo um trabalho melhor, porque eu tava ali sempre naquela coisinha e tudo. Quando eu encontro o Júlio, quando eu encontro Azuma lá em Curitiba, caramba, o Azuma tá fazendo uma coisa que eu não pensei em fazer, sabe? E eu ligo o tempo inteiro pra Zuma. Zuma, o que que você acha? Eu posso fazer assim e tal, não sei o quê. Eu já quero fazer o F5. Você quer fazer aqui em Brasília? Eu quero fazer. Então assim, a gente se reúne lá em em em num num fórum e a gente volta mais rico do que a gente chegou lá. A gente chega levando a experiência que a gente tem, mas a gente traz na bagagem a experiência dos outros, que é fantástico isso, sabe? É muito legal. >> E essa questão de família que o Júlio falou é uma coisa muito interessante, né? porque já tivemos várias eh mensagens assim da espiritualidade falando que nós, artistas espíritas, há
É muito legal. >> E essa questão de família que o Júlio falou é uma coisa muito interessante, né? porque já tivemos várias eh mensagens assim da espiritualidade falando que nós, artistas espíritas, há muitos e muitos séculos atrás nos reunimos e combinamos estarmos juntos agora aqui nesse momento de renovação. Nós estamos no século das artes. A arte espírita ela nos envolve, ela nos transforma primeiramente a nós, o próprio artista, para depois atingir o público. Então é um benefício para nós mesmo, né, esse trabalho, esse engajamento, mas vai também da nós do nosso comprometimento, né, de estar comprometido. E a BR nos liga a isso, né, de estar comprometido com a arte, com o nosso colega, com o nosso amigo, que o Júlio, né, o Humberto, Germana, todos que nós nos nos envolvemos assim, a gente olha um pra cara do outro assim, não é possível que eu só conheço você agora. Não, eu já conheço você de muito tempo, né? Isso dá esse engajamento para nós e a BRT é o elo de ligação disso, né? Então assim, ser associado da BRT nos traz grandes realizações. A gente conhece o Brasil, a gente vai participar dos fóruns, a gente faz projetos juntos, né? Se não fosse a BRTE, a gente não se conheceria >> e a gente não estaria junto hoje promovendo arte aqui na comunhão. Então assim, vale a pena. A gente precisa realmente est engajado nisso, porque é algo benéfico para todos nós. >> Muito obrigado, meus queridos. E agora eu queria abrir um espaço para vocês para que façam as suas considerações finais para o público que tá ouvindo a gente, que tá vendo a gente. Quer começar, Júlio? >> Tá. Então, eh, a gente tava comentando, né, fora do do da gravação assim sobre o jovem, a participação do jovem na arte, né, na arte geral. Então, eh, nós três aqui tivemos uma uma vivência que é muito importante. Nós começamos a mexer com arte jovem aí. Isso nos liga, não só a arte, a gente, isso nos liga à casa espírita, nos liga ao movimento espírita, nos liga a um compromisso com espiritismo de uma forma geral, que é
mos a mexer com arte jovem aí. Isso nos liga, não só a arte, a gente, isso nos liga à casa espírita, nos liga ao movimento espírita, nos liga a um compromisso com espiritismo de uma forma geral, que é uma forma prazerosa, né, de não só a gente praticar, seja seja lá se quiser queritar para vaidade, mas de nos integrarmos, de fazermos amizade, de ampliarmos e e esse laço que nos une até hoje, né? É, não só entre nós, mas com o espiritismo geral. Então, jovem, faça a arte, você vai gostar, tá? Eu vejo agora uma tendência muito grande eh dos jovens se identificando, ó, arte vai mudando, né? Com o vídeo. Façam vídeos. >> Isso, exatamente. >> Esse é o caminho. Façam vídeo. Gostou de fazer música? Faça música, faça teatro. Às vezes você nem sabe que você vai se encontrar na naquele tipo de arte. Façam arte, jovem. >> É, eu eu muito importante isso que o Júlio falou e eu me me lembro de uma oportunidade que eu tive na na nossa casa espírita cristã lá de Vila Velha. Eu eu ainda muito jovem fui convidado por um companheiro nosso, seu Mário, já desencarnou, e ele me chamou para ser o dirigente jovem do departamento que ele que ele dirigia na casa. E aí aquilo eu falei: "Caramba, mas eu como que eu vou fazer?" "Uai, você tem muita experiência". Eu falei: "Mas eu não tenho, sou novo ainda. Não, eu preciso de você, você veio me ajudar" e tal. e foi o primeiro diretor da casa que teve um jovem como como seu auxiliar. Eu não lembro de ter feito muita coisa, mas isso para mim já foi de uma importância muito grande. Então, como diz o outro, deixa eu olhar pra câmera lá, eu queria falar com com os os dirigentes das casas. Acredite, os espíritos estão reencarnando e são muito capazes. Esses jovens têm muito para oferecer. abraça esse jovem, porque eu fui abraçado. Eu tinha 8, 9, 10 anos, eu já fui abraçado e eu queria eh de tá junto com os jovens da casa, mas eu era criança. Eu falei: "Cara, eu tenho que eu tenho que aparecer de alguma coisa para ser visto ali e a dança me trouxe para dentro desse grupo." Então, assim,
e tá junto com os jovens da casa, mas eu era criança. Eu falei: "Cara, eu tenho que eu tenho que aparecer de alguma coisa para ser visto ali e a dança me trouxe para dentro desse grupo." Então, assim, eh, favoreça esses jovens a terem aquilo que eles gostam. E aí muita gente fica assim: "Ah, mas o jovem faz muita bagunça e tal". observa a bagunça, orienta o jovem, ele vai entender, ele entende sim. Quem tá falando para vocês é um professor, realmente, olha só como o Júlio falou, nós vivenciamos isso, a mocidade, né, na juventude. Eu realmente fui paraa juventude por causa do teatro, né? Então isso é muito prazeroso, mas realmente requer também a questão do dirigente. E já tá tudo aí. Temos setor de arte da FEB, a arte na casa espírita, tudo regulamentado, direcionando para que as casas abram, para que a arte adentre, não só na mocidade, mas principalmente na mocidade, na na infância, na juventude, né? Mas em todos os trabalhos da casa espírita tem um um manual, né, de orientação assim além do setor agora que foi feito lá da da FEB e vai tá trazendo e a BR também traz muito material para isso. Então, jovem venha participar da casa espírita. É muito prazeroso. Eu lembro dos meus tempos de mocidade e assim, a gente brincava, a gente produzia, a gente ia pra casa do outro, né? Trocar figurinha, fazer montar e espetáculo e tudo mais. Mas lógico, dentro com os ensinamentos da doutrina espírita, isso engrandecia mais ainda a nossa vivência. Então, vale a pena. Eh, a gente chama todo mundo para isso. O festival 5 minutos lá de Curitiba não é diferente, né? Reúne, envolve principalmente a juventude, mas também o público adulto também com grupos de teatro, crianças. Meu filho está agora na mocidade espírita, ele teve a iniciativa de de fazer o sket, ele que envolveu todo mundo 13 anos, né? Então, vale a pena. Vá, participe, venha paraa casa espírita. Vamos encher as nossas casas espíritas que vocês vão ver depois vira os grisálidas, né? Aí você já vê que já não foi, não tem mais para
é? Então, vale a pena. Vá, participe, venha paraa casa espírita. Vamos encher as nossas casas espíritas que vocês vão ver depois vira os grisálidas, né? Aí você já vê que já não foi, não tem mais para não perder tempo, né? Mas essa é o convite que a gente faz para todos vocês, né? Para que venham e hoje não percam. Hoje não sei se vai que hora que vai esse ar, mas hoje nós temos apresentação aqui no Comunhão das três rainhas sem cabeça, ó. Vamos lá. Muito obrigado, meus queridos e a você que pôde curtir essa conversa muito bacana, nós agradecemos também. Então, até a próxima. Eu sou Artur Souza e esse é o espírito da coisa. Yeah.
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