O Espírito da Coisa | ENTREVISTA COM DENISE DE LUCENA
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Olá seja bem-vindo você está em TV Web comunhão e emissoras associadas eu sou Artur Souza e esse é o espírito da coisa hoje conosco em nosso estúdio essa para que morou longo tempo na Bahia e hoje reside em Curitiba no Paraná tem formação em artes visuais teatro e dança é casada com Edmundo César e mãe do Davi e da vitória seja muito bem-vinda Denise obrigada obrigada a todos pelo convite estar aqui você uma grande uma a respeito de dança e dança Espírita então para começar eu gostaria de saber de você como foi esse seu contato com a dança e principalmente o seu primeiro contato com a dança Espírita Uhum Então a dança surgiu primeiro na minha vida né assim aos 13 anos eu já fazia balé né como maioria das meninas e acabei indo pra área profissional da dança né e na faculdade fazendo teatro foi que eu tive meu contato com a doutrina espírita através que seria depois meu esposo né o Edmundo César que me apresentou o Livro dos Espíritos e me convidou a fazer parte né da da parte técnica né da iluminação do espetáculo que o Renato Prieto fazia na época que era o além da vida então a doutrina entrou na minha vida já me abraçando com a arte né E aí foi pouco tempo pra gente pensar né como reunir essa essa informa essa formação que eu tinha na área da dança né com a própria doutrina nós iniciamos a atividade primeiro né junto à Federação Espírita do Estado da Bahia dentro do da coordenação de artes né com o trabalho com o teatro e a gente fazia preparação corporal né da turma trabalhava montando algumas coreografias pro espetáculos e daí foi o nosso primeiro exercício né em ligar esse trabalho com a doutrina mas Denise a dança é uma manifestação artística que é tão contida em si mesmo por que dança Espírita então é uma é uma pergunta que geralmente as pessoas fazem né assim mas é uma proposta nova é um estilo novo Tem alguma coisa de diferente e o que a gente tem sinalizado sempre né eu sempre brinco até com a questão da gramática né tava comentando isso com você ontem né
as é uma proposta nova é um estilo novo Tem alguma coisa de diferente e o que a gente tem sinalizado sempre né eu sempre brinco até com a questão da gramática né tava comentando isso com você ontem né de que assim o adjetivo ele traz uma qualidade pro substantivo né Então a partir desse princípio se eu acrescento Espírita à dança é porque eu tô qualificando essa dança né então o que a gente tem destacado e buscado sempre sinalizar né é que se a gente quer dançar por dançar tem muitas escolas tem muitas academias né em todas as cidades em todos os lugares né você pode ir fazer a sua dança estilo que você quiser o que você gostar de fazer né mas quando a gente se propõe a agregar né a dança o a o adjetivo Espírita né a gente tá querendo dizer com isso que a gente quer uma dança que ela seja embasada que ela seja olhada pensada realizada com os fundamentos da doutrina espírita E aí a gente eh se coloca numa posição de que assim a gente abdica da dança mas a gente não abdica do Espírita né então se a gente vai buscar a para uma dança Espírita que que a gente tem que olhar né pegar a qual é o objeto de estudo da dança em si é o corpo então a dança Espírita vai ter como objeto de estudo né como objeto de pesquisa o corpo sob o olhar sobre a ótica Espírita E aí as pessoas começam a compreender um pouco Qual é a nossa a o nosso diálogo com a dança e a doutrina né então se a gente percebe se eu perguntar assim nossa mas onde é que a gente vai encontrar na na literatura básica na literatura espírita sobre dança Espírita talvez poucas pessoas possam me responder mas se eu perguntar né onde é que a gente encontra na doutrina sobre corpo aí facilmente a gente enumera né Várias literaturas Vários trabalhos de de de peso inclusive dentro da própria obra básica a da obra de and Lu né a gente estava comentando na na palestra hoje pela manhã de que a gente se baseou estamos agora nos debruçando sobre evolução Entre Dois Mundos né Eu disse nunca vi um livro tão dança né porque ele fala de corpo em
comentando na na palestra hoje pela manhã de que a gente se baseou estamos agora nos debruçando sobre evolução Entre Dois Mundos né Eu disse nunca vi um livro tão dança né porque ele fala de corpo em cada quase duas páginas né então é um livro pra gente perceber justamente né recolocar o corpo no lugar do Santuário Sublime que emu nos diz e quando você fala do corpo isso me a questão do indivíduo e para mim é um pouco contraditório porque quando a gente pensa em dança Pelo menos eu eu penso muito em dança espetáculo em dança expressão artística para a plateia como é que essa ligação do corpo da dança Espírita e o indivíduo então a dança Espírita né Ela já ela é uma história que tá sendo construída né dentro da área de arte ela é a caçula vamos dizer assim né né embora na história da arte a dança seja mãe de todas as artes dentro da doutrina espírita Ela acabou chegando por último e a gente compreende bem essa necessidade né Por ela tá focada Justamente na questão do corpo né mas aí ela vem trazer uma história que já tem algo de de cerca de 20 25 anos né então existem grupos já com 15 com 20 anos de existência a nossa referência principal dentro da dança Espírita tem sido a amostra de dança Espírita de Araras né no interior de São Paulo junto com o Instituto de difusão Espírita né que eh criou praticamente o primeiro grupo de dança Espírita que é o GD que é o grupo espírita de dança evolução né então alguns grupos eh que nós temos hoje eles têm esse foco no artístico mas o artístico como a gente tá falando de dança Espírita né então é um artístico voltado para o b para o estético né Na Busca do Belo que leva o bem do bem que traz ao Belo né e não mais na da busca da vaidade da busca do aplauso da busca da né só simplesmente da técnica pela técnica né mas o que a gente tem percebido ao longo dessa história é que a dança Espírita pela base doutrinária ela não vai trabalhar apenas com a linguagem estética né mas ela vai tá trabalhando com a visão espírita sobre o corpo e a gente precisa lembrar somos
ória é que a dança Espírita pela base doutrinária ela não vai trabalhar apenas com a linguagem estética né mas ela vai tá trabalhando com a visão espírita sobre o corpo e a gente precisa lembrar somos corpo somos per espíritos somos espíritos e falando sobre o corpo eu acho que existe uma uma complicação aí porque a nossa o Nossa maneira Espírita de lidar com o corpo é um pouco ainda confusa e tende-se a uma erotização vamos dizer assim do corpo como que a dança Espírita lida com isso dentro de uma proposta de divulgação doutrinária sim é uma coisa interessante porque assim a nós somos reflexos né da nossa sociedade da comunidade onde a gente tá inserido E se a gente fosse remontar ao início da história da humanidade a dança fazia parte do Sagrado a dança estava ligada à comunicação com o Divino né aí isso vai ser quebrado só a partir da idade média né onde você tem uma cisão realmente entre corpo e espírito e aí você vai para libertar o espírito mortificar o corpo né Essa visão a gente vai carreando ao longo da história né e trazendo para nós para né Para nossa nossos conceitos e aí inevitavelmente isso vai ser impregnado também dentro da doutrina Mas se a gente se debruçar sobre o que os espíritos falam sobre o corpo né até mesmo dentro da própria obra básica né o próprio Livro dos Espíritos a gente vai est sinalizando de que o corpo é é sede do espírito é instrumento dele pra evolução né Emmanuel tenho um um um capítulo no livro roteiro né que ele que é intitulado exatamente Santuário Sublime em que ele vai falar justamente do corpo como o Santuário Sublime do Espírito Então na verdade o corpo é o nosso instrumento de evolução né então a gente precisa retomar esse caminho que a gente fez né e recolocar o corpo nesse contato com o sagrado com o Divino mas como dizer isso pras pessoas que é isso Que é isso que tá sendo feito pois então a gente precisa né se debruçar sobre a a a a nossa própria literatura sobre o nosso próprio nossa própria base doutrinária uma coisa que eu acho muito interessante
é isso que tá sendo feito pois então a gente precisa né se debruçar sobre a a a a nossa própria literatura sobre o nosso próprio nossa própria base doutrinária uma coisa que eu acho muito interessante é que justamente por lidar com o corpo e com uma linguagem que a gente já encontra uma certa resistência em função disso né a gente acabou meio que forçando o pessoal que tá trabalhando com a dança Espírita né a se debruçar mais sobre o doutrinário a ter mais cuidado com o que apresenta né a ter uma relação de ressignificação desse corpo né então buscar outras referências e o que a gente tem percebido né A além desse mote né Desse viés da questão estética a gente tem encontrado grupos que T trabalhado por exemplo junto da evangelização né num processo de Educação do Ser de reencontrar no seu seu corpo As Memórias né do que vem acarreando nessa história milenar e trazer um nova uma nova vestimenta através da dança né então você tem um outro olhar de buscar a espiritualização desse corpo porque a gente não pode espiritualizar né o ser se a gente mortificar esse corpo né no próprio Evangelho Segundo espiritismo a gente vai ter essa fala né assim ali onde fala sobre corpo e espírito né Nós somos iros nós somos os três ao mesmo tempo a gente não pode trabalhar né apenas com o ser se anulando justamente o instrumento que a gente tem então assim a gente não pode estar questionando-se do violinista né do violino porque o violinista é ruim essa questão do corpo é a nosso maior entrave né As pessoas sempre eh T uma maior resistência porque a nossa referência do mundo é essa né A gente aí fora tá vendo quanto a banalidade né o quanto a vulgaridade está presente no corpo né e é justamente esse suporte da doutrina né o conhecimento desse corpo como instrumento do ser né o conhecimento do corpo como possibilidade de ressignificar né as suas memórias as suas histórias né trazendo os alices da doutrina é que vai nos dar o suporte dentro da dança pra gente poder estar fazendo o trabalho com esse corpo
ssibilidade de ressignificar né as suas memórias as suas histórias né trazendo os alices da doutrina é que vai nos dar o suporte dentro da dança pra gente poder estar fazendo o trabalho com esse corpo utilizando ele de forma sublimada e não né na forma vulgar que o mundo faz então é isso que a gente justifica muito com o pessoal que começa a fazer o trabalho da dança é assim se você só quer dançar Você não precisa est na casa Espírita né você pode fazer em qualquer lugar né da dança tá aí no mundo para quem quiser do jeito que quiser mas se você quer estar na casa Espírita quer usar a dança como um instrumento né de ressignificação do corpo de conhecimento da sua história porque a gente traz traz né em nós todo esse passado milenar que nós construímos né a natureza não dá saltos Então para que a gente possa espiritualizar esse corpo a gente tem que iniciar esse processo e a dança é um exercício disso né de trazer para esse corpo a verdadeira função dele porque se a gente não precisasse dele né a gente não reencarnaria com certeza Denise mas de qualquer forma a dança é uma arte e uma arte que exige lapidação que exige expressão pensada elaborada Você tem uma formação como dançarina você é uma pessoa que tem uma formação em dança mas nós tivemos oportunidade aqui no programa de conversar com o Lucas montanet que é do GD que você já mencionou aqui também e que ele teve um caminho completamente diferente Ele entrou em contato com a dança na casa Espírita a minha pergunta para você é o seguinte ISO a perfeição técnica e estética é o objetivo da dança Espírita ou a coisa é um pouco mais além Olha eu diria que é bem mais além né a história que a gente tem construído tem nos levado a grupos né e pessoas ligadas à Dança Espírita Que Tem trabalhado por exemplo com portadores de necessidades especiais como é o caso né das Casas André luí em São Paulo a gente tem a experiência de grupos no interior de Minas trabalhando com as crianças assistidas a gente teve na na última amostra Espírita de dança de Belo
é o caso né das Casas André luí em São Paulo a gente tem a experiência de grupos no interior de Minas trabalhando com as crianças assistidas a gente teve na na última amostra Espírita de dança de Belo Horizonte né a oportunidade de assistir as crianças dançando Ave Maria numa versão cantada em português e a gente se pergunta né assim eles passaram cerca de 2 3 meses semanalmente ouvindo Ave Maria ensaiando Ave Maria eles nunca mais ouvirão Ave Maria do mesmo jeito porque agora isso tá impregnado neles né eles conseguiram colocar isso nas suas células né Então as mãezinhas né que cuidavam ah dos Enxovais por exemplo as vozinhas né Que várias casas espíritas T geralmente são pessoas mais idosas né passam horas sentadas ali fazendo crochê fazendo bordado né elas precisam do trabalho com a dança também para esse corpo cansado esse corpo já limitado né a gente hoje conversava com uma amiga aqui de Brasília e fal ela falava sobre a assistência a as gestantes né e a gente dizendo Olha uma oportunidade do trabalho com a dança né porque as gestantes assistidas lá na casa né ah geralmente são já tem uma gestação difícil né uma relação às vezes com a família às vezes só uma gestação sozinha né E esse espirito Zinho que tá ali chegando sabe onde é que tá vindo sabe o ambiente que vai recebê-lo né então o trabalho com a dança ali harmonizando Essa gestão harmonizando elas em contato com esse próprio bebê que tá para chegar né a gente tem o trabalho também ligado à questão da terapia né da educação então assim a dança tem hoje nós temos hoje uma média de quase 30 grupos com um trabalho específico na área de dança e como que você vê esse essa de uma certa forma essa perspectiva muito Ampla pro trabalho da dança na casa espírita você acha que os dirigentes de casa Espírita ele T eles têm essa noção de que isso pode ser utilizado em tantas áreas porque eu vou reconhec isso para você agora para mim quando fala assim dança Espírita eu quero ver um espetáculo de dança que me remonte a uma situação
o de que isso pode ser utilizado em tantas áreas porque eu vou reconhec isso para você agora para mim quando fala assim dança Espírita eu quero ver um espetáculo de dança que me remonte a uma situação espiritual Sublime edificante mas eu tô espantado com a quantidade de possibilidades que a gente tem aí é o que a gente tem conversado com os grupos e com as pessoas que se interessam pelo o trabalho da dança né da dança Espírita é justamente assim existem grupos que realmente não não estão inseridos em casas né a gente tem a experiência do gedre que é o grupo Reforma Íntima do espírito santo que tem um apoio da Federação Espírita mas a gente sabe que são casos isolados né mas o que a gente tem buscado sempre é que sempre que possível sim esteja atrelado a uma casa né e para que a dança entre na casa Espírita é preciso que você conheça a casa que você tá né então se a casa tem um trabalho social se a casa tem um trabalho mais voltado ao estudo né se a casa tem uma abertura pro trabalho estético pro trabalho da busca do Belo porque é aí que você vai se inserir e a proposta do grupo vai surgir a identidade do grupo nascerá da necessidade ncer da identidade da casa né porque senão você só quer um espaço para ensaiar E aí se só é um espaço para Ah não precisa ser a casa Espírita né então o grupo tem que est inserido na casa ele tem que fazer par da casa né E aí perceber justamente aonde dentro do espaço da casa dentro das atividades da casa né aonde é que o conhecer o corpo ressignificar o corpo a gente tá falando da música por exemplo a música Tem Uma aceitação muito boa dentro da doutrina espírita né e é já ponto Pacífico de que a música Ela modifica o ambiente ela modifica a vibração do ser né A diferença é que o o músico ele vai pegar essa energia essa vibração e vai transmitir pro instrumento o bailarino vai fazer isso no seu corpo e vai utilizar-se desse corpo para trabalhar com a assistência a plateia que está com ele então primeiro a ser beneficiado com essa energia com
pro instrumento o bailarino vai fazer isso no seu corpo e vai utilizar-se desse corpo para trabalhar com a assistência a plateia que está com ele então primeiro a ser beneficiado com essa energia com essa vibração com essa emoção é o próprio bailarino Então se isso Vai resultar no produto estético é uma possibilidade porque antes disso você tem o trabalho do ator do artista né então a gente fala assim por que que o artista ensaia tanto porque ele precisa primeiro criar nele essa vibração ele precisa aprender a manipular essa energia a trabalhar com essa forma pensamento com essa ideia para que na hora da apresentação a espiritualidade possa utilizar dessa energia para benefício da plateia encarnada E desencarnada então você tá dizendo que de uma certa maneira um dançarino um bailarino que esteja realmente Conectado e conhecedor do poder que ele tem de mobilização fluídica e vibratória ele vai dar oportunidade para que a espiritualidade também atue nele para expressar essa nele Sem dúvida nenhuma em primeiro lugar né porque se a gente aquela história do do vaso sujo né se o vidro tá sujo você não enxerga nada através dele então precisa primeiro seru trabalho do artista precisa ser e por isso a gente ensaia repete tanto gente fala assim ah por que a gente ensaia tanto para decorar os passos não é é porque a gente precisa fazer primeiro essa vivência estar em nós e ser verdadeiro em nós né a gente tem uma uma questão que é assim nós espíritas às vezes eh estudamos a questão do Espiritismo a questão do dos espíritos e a gente às vezes se pega eh achando que espírito é só aquele que vem ou nos orientar Ou aquele que nós acolhemos na reunião de intercâmbio né e nos esquecemos que eles estão o tempo inteiro conosco né E que nós somos espíritos né então se todos nós estamos em contato com a espiritualidade se nós somos espíritos né nós também estamos nesse exercício de melhoria né o trabalho é de parceria costumo dizer as pessoas perguntam assim ía o o dançarino então é um médium é um trabalho
tualidade se nós somos espíritos né nós também estamos nesse exercício de melhoria né o trabalho é de parceria costumo dizer as pessoas perguntam assim ía o o dançarino então é um médium é um trabalho mediúnico é um trabalho de parceria né Ele é um trabalho de troca e Sem dúvida nenhuma se a gente pensar que a espiritualidade superior né Não age inutilmente uma energia que é manipulada que é trabalhada que é vibrada ali durante um tempo de ensaio né como no caso que eu coloquei né de da Ave Maria né você tá ali 2 3 meses ouvindo né com as crianças a Ave Maria trabalhando com elas o gesto o movimento ouvir a música né claro que a espiritualidade se aproveita dessa essa energia né e muitas vezes a gente se pega compreendendo Porque que a gente vai assistir um espetáculo e a gente se emociona tanto a a Gama de possibilidades do trabalho da dança dentro da casa é muito grande e para que a gente possa trazer a dança né Realmente onde ela precisa atuar a gente precisa conhecer a casa a gente precisa estar inserida na atividade da casa né como eu falei se é só um espaço para ensaio se é só para dançar a gente tem outros espaços para fazer isso né trazer paraa casa é dialogar com a casa e uma coisa muito interessante é que como você colocou né muita gente vê no trabalho da dança a questão do espetáculo né A questão da da da estética unicamente e esse cuidado né com essa limitação que a gente tem de ver o corpo com ainda muito ligado às questões da sensualidade das questões do erotismo fazem com que a os grupos que estão surgindo dentro da doutrina né Tenha um cuidado maior com a pureza doutrinária a gente não pode trabalhar dentro da doutrina sem conhecer a doutrina né não se pode falar de dança de espiritismo através de veículo nenhum se você não conhece espiritismo não adianta não é o veículo não é a forma que você vai utilizar se você se a mensagem não chega o que você tá falando Denise é que o o bailarino Espírita o dançarino de dança Espírita ele é essencialmente espírita
ão é o veículo não é a forma que você vai utilizar se você se a mensagem não chega o que você tá falando Denise é que o o bailarino Espírita o dançarino de dança Espírita ele é essencialmente espírita ele precisa ser primeiro Espírita que é esse que a gente tava colocando assim a gente pode abdicar da dança mas a gente não pode abdicado o Espírita né se a gente tiver que colocar em cheque né eu vou dançar ou eu vou ser Espírita A gente vai deixar a dança pra próxima encarnação mas a gente vai continuar com a doutrina espírita né porque ela só tem a acrescentar a esse nosso trabalho então quando a gente pensa em dança com o olhar da doutrina a gente pensa em ição a gente pensa em remodelar esses nossos arcanos a gente está muito mais próximo da tribo né do que da angelitude Então para que a gente se aproxime dessa espiritualização a gente utiliza Esse instrumento Divino que Deus nos permitiu para estar na terra né e é Esse instrumento que a gente o nosso amigo muass Margo né costuma dizer que a gente precisa ser redundante no bem porque a gente não tem em nós isso né mas ao mesmo tempo nós nunca estivemos tão bem Se o Espírito não não reto agem né então nós nunca estivemos tão bem nós nunca fomos tão claros nós nunca tivemos tantas oportunidades nós vivemos hoje um momento tão importante né a gente tem recebido né da espiritualidade o tempo inteiro uma informação estamos em transformação Mas eles têm nos cobrado muito porque eles T estão esperando que a gente Desça do céu né esse mundo de regeneração e dê de mão beijada para vocês a gente tá indo reencarnar e vamos passar pela mão de vocês se preparem para nos receber e onde que a dança entra como um meio efetivo fundamental para a divulgação doutrinária então ah dentro do trabalho dos grupos por exemplo vamos pegar exemplo dos grupos que têm né um viés artístico eh como o gedre né do Espírito Santo o crisálida do Rio de Janeiro o o próprio GD de Araras né eles têm uma preocupação né de estar o tempo inteiro colocando ess esses conceitos esse
um viés artístico eh como o gedre né do Espírito Santo o crisálida do Rio de Janeiro o o próprio GD de Araras né eles têm uma preocupação né de estar o tempo inteiro colocando ess esses conceitos esse conhecimento da doutrina né à frente do próprio trabalho se a gente for fazer uma analogia se a gente pensar assim ao subir no palco se você colocar um espelho diante de você e a imagem que você vê for a sua desça porque a imagem que precisa est lá é a do né a gente tem um cuidado muito grande porque o artista né a gente tem foi uma fala nossa inclusive lá na comunhão mineira né que a casa Espírita precisa acolher o artista porque o artista além do egoísmo e do orgulho que são as Chagas da humanidade ele tem uma luta férrea contra a mãe desses dois que é a vaidade né então se a gente teve várias oportunidades no passado né para colocar a nossa arte lá no alto né Eu costumava falar há um tempo atrás com conversando com uma amiga lá em Santos dizendo para ela que assim nós já tivemos oportunidade de estar em muitos Palácios né enquanto artistas enquanto o povo tava na lama a gente estava lá nos Palácios né com os reis né sendo ah sustentados por eles agora a gente precisa resignificar essa Nossa Arte a gente precisa reaprender a trabalhar essa arte colocando realmente onde ela importa e quem vai nos dar esse alicee é a doutrina espírita então quando a casa Abraça o artista Espírita ela está auxiliando também esse artista né a criar esse essa Âncora a trabalhar essa questão da vaidade e colocar a sua emoção a sua sensibilidade porque o artista tem isso desenvolvido né o próprio humano fala isso né que ele tá mais conectado com o mundo espiritual do que com o mundo físico e é comum a gente dizer que o artista tá sempre fora da casinha né é alguém que tá sempre à frente de seu tempo é alguém que tá sempre vendo o que o outro não vê ele olha pro cotidiano e vê o que não é cotidiano né ele vê olha pro comum e vê o incomum porque ele tem esses essa percepção da emoção muito avançada mas a
ém que tá sempre vendo o que o outro não vê ele olha pro cotidiano e vê o que não é cotidiano né ele vê olha pro comum e vê o incomum porque ele tem esses essa percepção da emoção muito avançada mas a vaidade o derruba né então no momento em que ele consegue ter esse porte da doutrina esse conhecimento para direcionar a sua sensibilidade para direcionar a sua emoção seu trabalho ele se torna instrumento da espiritualidade ele se torna instrumento de divulgação da própria doutrina então ser artista Espírita é ser antes de tudo o espírita com certeza com certeza é a bandeira que a gente precisa ter à nossa frente né assim o nosso espetáculo tem um diretor que é Jesus e é ele quem tem que tá em em CNA né é muito interessante porque as palavras que definem numa psicografia o grupo ah da casa da nossa casa que se chama grupo teatro Vida fala exatamente isso que o diretor da peça é Jesus muito interessante você trazer e a mensagem que precisa estar lá é a é a mensagem dele né assim a nossa oportunidade nesse momento é de justamente poder colaborar com a essa situação não porque somos merecedores dela mas porque precisamos aprender a ressignificar a nossa arte né precisamos agora dar veio né colocá-la Realmente no patamar correto no direcionamento específico é E para isso né Denise eu acho que nós temos tido um apoio muito interessante Porque existe uma Associação Brasileira de Arte Espírita da qual você é membro faz parte inclusive de uma uma das coordenadorias da parte doutrinária isso e que eu acredito que pode realmente conduzir esse movimento numa direção segura Então gostaria de falar um pouquinho agora sobre a sua participação na brart sobre os eventos né eu tenho conhecimento Que você participou de várias ah mostras regionais você mencionou Araras mas também em Belo Horizonte no Rio de Janeiro ISO esse ano nós tivemos a primeira do Rio de Janeiro Então você já tá aí conhece todo esse esse mosaico né que tá sendo apresentado pra dança espírita no Brasil Denise eu queria que
no Rio de Janeiro ISO esse ano nós tivemos a primeira do Rio de Janeiro Então você já tá aí conhece todo esse esse mosaico né que tá sendo apresentado pra dança espírita no Brasil Denise eu queria que você falasse um pouquinho pra gente agora sobre a Associação Brasileira de Arte Espírita contar pra gente um pouquinho do trabalho dessa Associação que tem auxiliado tanto as casas espíritas na condução dos movimentos artísticos em suas casas então a brart é realmente uma grande alegria pra gente né quando nós começamos com a comunidade arte paz a nossa instituição lá em Salvador né Nós já desenvolvíamos várias atividades da casa com a arte e nós achávamos que era uma coisa localizada a gente achava que era Sozinho no Mundo né Nós pobres artistas tentando falar de doutrina através da arte conhecer a arte e a doutrina ver essa ligação né e trabalhar em função da doutrina através da E aí começamos a descobrir que na verdade nós tínhamos ecos em vários estados né em 200000 não em 98 em 98 nós recebemos uma mensagem da espiritualidade nos falando de que da da Bahia partiriam as caravanas de artes para o país e nós na época achávamos que estava falando de nossa casa né E foi um uma alegria e ao mesmo tempo a gente diz meu Deus como é que a gente vai levar para o país inteiro né O que que é isso as padar às vezes nos pega a Bahia como sempre a Estação Primeira do Brasil né Pois é né então a nós recebemos essa essa mensagem aguardamos e em 2001 né Ah nós tivemos o conhecimento sobre amostra de Araras amostra Espírita de Araras né de dança em 2004 2005 nós tivemos conhecimento de alguns grupos no rio eh no sul do país principalmente que estavam se reunindo e que seria um encontro né lá em Araras para falar justamente sobre a questão do artista Espírita A Essa época eles já tinham uma lista de e-mails né onde haviam trocas de informações sobre o que cada um fazia e os eventos que aconteciam e eh o Edmundo foi a esse evento com alguns colegas nossos lá da da comunidade arpis e trouxe para Salvador o próximo fórum
trocas de informações sobre o que cada um fazia e os eventos que aconteciam e eh o Edmundo foi a esse evento com alguns colegas nossos lá da da comunidade arpis e trouxe para Salvador o próximo fórum era o terceiro Fórum de arte que acontecia e trouxe para Salvador né o quarto Fórum de artes isso foi 2007 e Foi estabelecido então que nesse fórum seria feita a fundação da Associação Brasileira de artistas espíritas E aí a gente repassando as mensagens entendemos o que é que a nossa espiritualidade dizia né na verdade a Bahia estava saindo as caravanas da fundação da associação né e ah de lá para cá nós temos percebido né como a abrash tem sido é importante não como uma direcionadora né Não no sentido de dizer como é que tem que ser feito o que é que tem que ser feito nós temos um movimento Espírita num país Continental onde a gente precisa respeitar as diversidades onde a gente precisa respeitar os movimentos locais onde a gente precisa estar em harmonia e em diálogo com os movimentos também da doutrina espírita aonde quer que estejamos então a Abras ela não nasce com o intuito de um movimento paralelo mas ela nasce com o intuito justamente de ser um espaço de diálogo de troca de união entre os artistas né entre aqueles que querem trabalhar com a arte dentro da doutrina espírita para que nós estejamos em contato com o movimento Federativa das federativas com o movimento esp esp e é uma alegria muito grande para nós saber que a nossa Federação maior acolheu e Entendeu essa nossa ação né então hoje já a abrash tem uma Fundação recente se a gente for considerar diante de outras outras classes representativas dentro do movimento né E nós já temos hoje o apoio da Federação Espírita brasileira nós temos uma cadeira hoje no CFN a FEB já nos convidou a colaborar a construção do documento de orientação sobre a arte Espírita dentro da casa Espírita né esse documento ele tá sendo revisto e e ampliado na próxima reunião agora em novembro do CFN então é uma alegria para nós estarmos né recebendo esse apoio da
a arte Espírita dentro da casa Espírita né esse documento ele tá sendo revisto e e ampliado na próxima reunião agora em novembro do CFN então é uma alegria para nós estarmos né recebendo esse apoio da Nossa Casa Mater né E acolhendo também essa nossa vontade estendendo essa nossa vontade de estar junto às demais federativas como é o caso da Federativa da Bahia que nos acolheu enquanto grupo e depois enquanto instituição o gedre que tem o apoio da Federação Espírita do Espírito Santo né então a gente tem Sem dúvida nenhuma muito a ganhar com o movimento de unificação e não há nenhum interesse é claro do movimento paralelo Então quer dizer que a brart já pegou Não é isso nós esperamos que sim né e estamos abertos inclusive na no último na última reunião do conselho o nosso Presidente o Cláudio Marins né colocou a disp posição das federativas a abrar no intuito de estar junto às federativas na nas suas reuniões nos seus encontros estaduais nas suas atividades né para esclarecer para dialogar para trazer a nossa experiência né como eu disse não no intuito de dizer Esse é o caminho Esse é o certo esse é errado mas no no intuito de ser uma ponte né E H há uma coisa interessante o site da Abart né Tem um mapinha do Brasil que tem ali os seus associados e é muito interessante a gente ter o contato às vezes de algum estado de alguma cidade né perguntar mas aqui quem é que é da abrar a gente diz entra no site da abrar e clica no mapa né E aí a pessoa vai lá né e a pessoa é do Piauí ela vai lá e clica no estado do Piauí e aparece a lista lá dos Associados da AB Olha a primeira coisa hoje que eu vou fazer chegar em casa e clicar no Acre ninguém você vai ter que fazer alguma coisa para arrumar alguém no Acre ex eu estou esperando também que aumentem ali o número de participantes Associados em Belém né que é minha terra natal amada né que eu também gostaria muito que o norte abraçasse muito a gente sabe que tem atividades nós tivemos inclusive conhecimento de uma amostra de dança lá mas que ainda está
e é minha terra natal amada né que eu também gostaria muito que o norte abraçasse muito a gente sabe que tem atividades nós tivemos inclusive conhecimento de uma amostra de dança lá mas que ainda está sozinha aquela estrelinha em cima do mapa né sozinha ali depois da linha do Equador e a gente ainda tá tentando juntar e reunir né esse pessoal de lá também Denise eu gostaria também de falar de um outro assunto que é um assunto muito importante para a dança espírita no nosso país que é a primeira amostra Nacional de dança Espírita que ocorrerá entre 15 e 18 de novembro na cidade de Vitória no Espírito Santo eu gostaria que você falasse um pouquinho que representa para a dança Espírita A primeira amostra nacional é um passo grande né a ideia da amostra Nacional ela surgiu justamente no ano passado na primeira amostra de Belo Horizonte né quando a gente percebeu a necessidade de dialogar de ampliar né esse esse nosso espaço como a gente estava falando sobre a questão né das possibilidades da dança dentro da casa Espírita A gente precisa fazer com que esse conhecimento essa história que tá sendo construída né até as pessoas a nossa a nossa fala é de que assim a gente só pode partir de algo que a gente conhece né pra gente se debruçar sobre um trabalho a gente precisa saber quem foram os pioneiros que picadas já foram abertas Quais são as necessidades né Araras foi um ponto Marco né nessa questão trazendo a primeira amostra Espírita de dança fez nove edições consecutivas da amostra mas a gente sabe que quem tá lá no Acre fica difícil pegar um grupo né de dança de 10 12 15 pessoas quando tem criança isso dobra né E se dirigir pro interior de São Paulo então amostra Nacional ela surge com o intuito de ser Bienal para se alternar com as regionais e de ser Itinerante para Que ela possa ser permitir né que se chegue a outros estos que é o meu grupo que não pôde ir para Araras que não pode chegar até a amostra de Belo Horizonte que não pode chegar até a amostra do Rio de Janeiro né possa
permitir né que se chegue a outros estos que é o meu grupo que não pôde ir para Araras que não pode chegar até a amostra de Belo Horizonte que não pode chegar até a amostra do Rio de Janeiro né possa chegar até algum lugar onde a amostra vai acontecer então essa nossa primeira edição nós em primeiro momento pensamos em fazer em Araras pela importância de Araras em relação ao movimento Mas ela tomou um um um crescimento tão grande nós estamos com quase 300 participantes né e Araras não comportaria não teria como acolher tanta gente mais trabalhadores né e a Federação Espírita do Espírito Santo que já abrigava o o gedre Né o grupo espírita Reforma Íntima nos acolheu então com esta ideia e Subimos um pouquinho mais ficamos mais próximo do Norte quem sabe a gente tem a presença mais firme né de lá dos nossos companheiros do norte do nordeste do centro-oeste né E vamos ver aí onde será essa nossa próxima segunda edição da amra nacional Denise você menciona que não tem uma literatura Espírita especificamente sobre dança Espírita Então como é que a gente pode se conduzir Existe algum trabalho que tá sendo feito no sentido de colocar isso em papel para que as pessoas possam discutir e estudar sobre dança Espírita então a gente precisou realmente se debruçar né sobre as obras da literatura espírita né as obras básicas as obras complementares para est criando esse alicee de diálogo entre a dança e a doutrina quando nós fizemos o curso para coreógrafos em Araras nós tivemos que realmente elaborar o material né Para que aqueles que fossem fazer o curso pudessem estar ali com algum norte né a guiá-los nós compreendemos que essa tarefa ela está em início ela é um primeiro levantamento ela é um primeiro olhar né sobre a questão da dança e ela parte exatamente da experiência e da vivência daqueles que fizemos o curso né Nós somos seis eh profissionais à frente desse curso o Paulo de Viçosa a Paula de Campinas a Eneida de Franca a Daniela de Belo Horizonte eu atualmente em Curitiba
ncia daqueles que fizemos o curso né Nós somos seis eh profissionais à frente desse curso o Paulo de Viçosa a Paula de Campinas a Eneida de Franca a Daniela de Belo Horizonte eu atualmente em Curitiba na época estava em Salvador né e esqueci alguém a Maria Ângela do Rio de Janeiro né então nós seis fomos então nos debruçar sobre a nossa experiência e a nossa vivência para fazer então um material que nós apresentar em discussão para trabalho junto aos coreógrafos espíritas em Araras nós tivemos duas edições desse curso esse nosso exercício nos levou à construção de 15 artigos e a reunião desses artigos acalentou em nós uma necessidade justamente de materializar essas informações nós fizemos para Araras em um CD né gravad tal com os artigos para aqueles que participavam do evento mas a gente percebia que assim aquele que não foi Araras aquele que não pode ir mostra como é que pode né iniciar o primeiro pensamento sobre a dança Espírita e acalentamos Então essa ideia de transformar esses artigos em um livro e nós temos a alegria né de agora na mostra primeira mostra nacional no espírito santo poder estar apresentando a nossa comunidade Espírita né claro em primeiro lugar aqueles que estarão lá que tem interesse imediato sobre a dança Espírita né o livro diálogos sobre dança Espírita que é justamente o fruto dessa nossa busca né de tentar criar um diálogo entre a dança e a doutrina espírita parabéns pelo trabalho parabéns obrigada Denise pra gente finalizar o programa eu te queria queria te fazer a pergunta que é a pergunta que vamos dizer assim resume o nosso papo de hoje fazer dança Espírita qual é o espírito da coisa sem dúvida nenhuma é a gente está pronto para enfrentar né a nós mesmos é olhar né paraa nossa história pro nosso passado ver esse esse espírito milenar que construímos até aqui e colocar a nossa emoção o nosso sentimento a serviço da tarefa do Cristo se a gente quer o mundo espiritualizado a gente precisa começar a espiritualizar a nós mesmos né e a o começo dessa
s até aqui e colocar a nossa emoção o nosso sentimento a serviço da tarefa do Cristo se a gente quer o mundo espiritualizado a gente precisa começar a espiritualizar a nós mesmos né e a o começo dessa espiritualização ou um caminho possível para essa espiritualização Sem dúvida nenhuma é através do instrumento do espírito que é o corpo Então se a gente conseguir colocar o nosso corpo no seu patamar correto colocar a nossa arte a serviço do bem e do Belo colocarnos à disposição dessa tarefa de reconstrução para esse mundo de beleza PR esse mundo de de bem que a gente quer né dando realmente vazão para que o artista maior se expresse em nós aí sim a gente vai estar colocando a nossa arte a serviço do Cristo e em seu devido lugar Denise Muito obrigado pela entrevista Eu que agradeço agradeço o presenç agradeço estar aqui nessa idade tão maravilhosa né que acolhe tamanha importância na vida brasileira nos nossos di dias né nas decisões das nossas vidas e que Sem dúvida nenhuma construída com uma grande importância paraa Nossa nação tem aqui também né o coração do mundo o coração do Brasil pulsa em Brasília obrigado então agradecemos a Denise de Lucena e agradecemos principalmente a você que nos brindou com a sua audiência no dia de hoje eu sou Artur Souza e esse é o espírito da coisa l
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