O ESPIRITISMO EM MINHA VIDA - Ricardo Honório [COMUNHÃO INSPIRA]
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de viver doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. [música] Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão foi nessa casa que >> Boa noite. Boa noite >> agora sim. Boa noite a todos. >> Sejam todos muito bem-vindos à nossa querida comunhão espírita de Brasília para mais um comunhão espira. E só para fazer uma brincadeira, hoje o Wagner sou eu, eu sou o Ricardo e o Ricardo é o convidado. [risadas] Então, estamos aqui com mais um comunhão espírita e nós gostaríamos de agradecer a presença de todos, agradecer também a todos que nos acompanham pelos canais. Hoje nós temos aqui como convidado o Ricardo Honório, que vai falar sobre o Espiritismo em minha vida. Nós vamos ter uma um bate-papo aqui sobre isso, sobre o espiritismo na vida dele, na minha vida também. Aí o Wagner também tá ali. E agradecer também a presença do Wagner. E antes de nós iniciarmos, nós temos também a Débora, que vai colher perguntas ali. Se vocês tiverem, quiserem fazer alguma. Vamos passar a palavra ao Wagner, que vai fazer a nossa prece inicial. >> Boa noite, Flaviana. Boa noite, Ricardo. É um prazer imenso estarmos aqui. Boa noite aos nossos ouvintes que estão nos acompanhando pelo YouTube. Vocês também podem deixar as suas perguntas aqui. Sempre que a gente puder responder, a gente nós estaremos respondendo. Não deixam de clicar no nosso site, seguir a nossa página, deixar o seu like e fazer aqui os seus comentários para esse programa tão interativo. Vou convidar a todos agora pra nossa prece inicial e devolver a palavra pra Flaviana. E peço em particular a nossa mentalização hoje pelos nossos irmãos de Minas Gerais que estão passando por uma dificuldade neste momento de muitas mortes, muitos desabrigados, muito sofrimento. Que a espiritualidade amiga possa nesse momento estar com toda a sua equipe lá amparando os nossos irmãos e por todos aqueles no mundo também que passam por algum problema neste momento. Vamos fechar os nossos olhos, agradecer a Deus
nesse momento estar com toda a sua equipe lá amparando os nossos irmãos e por todos aqueles no mundo também que passam por algum problema neste momento. Vamos fechar os nossos olhos, agradecer a Deus Pai de infinita bondade, ao nosso mestre amado Jesus, a todos, a Dr. Bezerra de Menezes, diretora espiritual dessa casa, que com sua equipe prepara esse ambiente para adentrarmos aqui e sentir essa harmonização, essa tranquilidade, essa serenidade no coração e que possamos levar isso para onde estivermos quando saímos daqui. Sim, mestre Jesus, te pedimos permissão para dar início a mais um comunhão espírita da comunhão espírita de Brasília, dando graças a Deus e graças a Jesus. Passo a palavra para você, Flaviana. >> Obrigada, Wagner. Boa noite, Ricardo. Que bom recebê-lo aqui. >> Boa noite, Flaviana. Boa noite a todos. Eh, eu acho que essa cadeira é mais confortável do que essa daqui. >> Não sei não. Eu tenho minhas dúvidas. Vamos lá. Vamos para Hoje o Ricardo vai falar, né, sobre como foi o espiritismo na vida dele e nós vamos fazer a primeira pergunta, né, Ricardo, como o espiritismo entrou na sua vida? Como >> é, é interessante, né? Cada um tem uma uma história, tem uma maneira de responder essa pergunta. E a minha seu, quando eu tinha, por volta de 19 anos de idade, eu tinha acabado de de entrar na Força Aérea, era soldado, e eu estava mexendo nos fichários e a o sargento, que era o meu chefe, ele me cutucou com o pé. Eu olhei para cima e ele disse assim: "Você gosta de ler, soldado?" Aí eu disse: "Sim, sargento, eu gosto de ler. E se não gostasse, começava a gostar, né, para agradar o sargento. Eu falei: "Gosto de ler, sargento". Aí ele disse: "Então leia esse livro aqui." E o livro era Memórias do Padre Germano, da Amália Domingos. E o interessante que pouco tempo antes eu devia, quando eu tinha por volta dos 16 anos de idade, morava lá no interior da Paraíba. Um domingo o meu pai me mandou ir pra missa na família toda católica. E eu fui pra missa. Cheguei na igreja um
devia, quando eu tinha por volta dos 16 anos de idade, morava lá no interior da Paraíba. Um domingo o meu pai me mandou ir pra missa na família toda católica. E eu fui pra missa. Cheguei na igreja um pouco mais cedo, não tinha ninguém ainda. Sentei e o padre me viu lá sozinho e ele foi conversar comigo e nós começamos a conversar. E nesse bate-papo eu fui ficando à vontade com o padre e comecei a fazer perguntas para ele, né? Algumas perguntas. E naquele momento, eu acho que o padre, olhando para mim, um garotão ainda, né? Eu acho que ele pensou que não valeria a pena responder tanta coisa. E ele começou a me responder de que tudo era mistério. Não, isso eu não posso te responder porque isso é mistério. Isso daqui também é mistério. E eu fiquei com aqueles mistérios na cabeça. E quando eu comecei a ler, quando comecei a ler o livro Memórias do Padre Germano, muitas daquelas perguntas e vieram, muitas daquelas respostas, né? E e aquilo me estimulou a buscar cada vez mais respostas para perguntas que eu não tinha ainda nenhuma eh eh resposta que me atendesse às demandas. Então, quando eu terminei de ler o o Memórias do Padre Germano, eu li uma segunda vez e li uma terceira vez. E quando eu voltei para devolver o livro lá pro pro sargento, eu perguntei: "Tem mais desse?" Ele disse: "Não, eu tenho mais sim". E a partir dali ele começou a me emprestar livros e eu me interessei. Até que um dia ele me convidou para conhecer a casa espírita, onde ele trabalhava lá em Recife. E eu comecei a assistir palestras e fui gostando e me interessando, né? E de maneira que foi assim que a doutrina chegou para mim. E e o interessante, Flaviana, porque como você falou no início, né, como como que o espiritismo entrou na na minha vida especificamente, mas eu eu gosto de falar sobre essas experiências porque cada um de nós tem a sua história própria. E se cada um de nós for contar a sua história, certamente nós vamos conseguir influenciar outras pessoas. E o conhecimento ele se dá dessa forma,
cias porque cada um de nós tem a sua história própria. E se cada um de nós for contar a sua história, certamente nós vamos conseguir influenciar outras pessoas. E o conhecimento ele se dá dessa forma, a transmissão do conhecimento se dá dessa forma. A gente pode pensar, mas que importância tem para as pessoas saber a maneira como eu cheguei à casa espírita? É importante sim, porque muitas vezes tem alguém precisando de um estímulo para isso, né? Eh, essa semana mesmo, tem umas duas semanas, uma colega de trabalho conversando comigo, na verdade ela é médica, eu ela está eu estava me consultando com ela e de repente ela começou a falar, como eu converso muito, ela ficou à vontade e começou a falar de alguns problemas que ela tava passando. E eu perguntei: "Mas você já foi a uma casa espírita?" Ela se assustou. Mas o que tem a ver uma coisa com a outra? E eu falei, olha, o espiritismo muitas vezes ou sempre, né, ele nos dá respostas para muitas coisas na nossa vida. Muitas vezes aquilo que a gente considera que é um problema, na verdade, é apenas um chamamento, é apenas um fator convidando a gente para conhecer algo maior na nossa vida. E e ela veio até aqui a à comunhão, já assistiu algumas palestras e segundo ela tá gostando. Imagina se eu não falo nada para ela naquele momento, se eu não comento, se eu não tenho a coragem, digamos assim, de assumir que sou espírita e oferecer essa oportunidade para outra pessoa, né? Então, todos nós, eu vejo, todos nós somos divulgadores da doutrina, todos nós temos um pouco de responsabilidade na divulgação e na caridade que nós praticamos ao fazermos isso. Porque não é só um convite para conhecer uma casa espírita, é um convite para conhecer talvez a solução ou a porta que te leva às soluções de muitos problemas existenciais que você está vivendo. >> Isso mesmo, Nório. Eh, quando nós também através das nossas atitudes, né, as pessoas às vezes perguntam: "Ai, você faz o quê?" Ou então porque a doutrina espírita ela transforma a vida da gente.
o. >> Isso mesmo, Nório. Eh, quando nós também através das nossas atitudes, né, as pessoas às vezes perguntam: "Ai, você faz o quê?" Ou então porque a doutrina espírita ela transforma a vida da gente. E é importante a gente refletir o que que me trouxe a doutrina. Será que eu continuo com aquele mesmo encantamento do momento que a quando a gente vem pra doutrina a gente se encanta, né? E as E você continua encantado pela doutrina? >> Continuo, Flaviana. Como eu falei, eu conheci a doutrina aos 19 anos, né? E de lá para cá, não, em nenhum momento eu coloquei em dúvida a importância da doutrina. E essa importância, ela se avoluma a cada dia. Por exemplo, quando eu comecei a frequentar aquela casa espírita que o o sargento me levou a conhecer, naquela época eu conheci a a minha esposa, né, a Cícera, eh, na época ela tinha por volta dos 17 anos de idade e já com alguns extertores da mediunidade. E e foi extremamente oportuno, porque quando eu a conheci, eu já tinha e dado esse primeiro passo eh no sentido da doutrina e eu falei: "Olha, isso é mediunidade, né? Vamos ao centro espírita". Então você vê o o o o meu chefe me apresentou o livro que me eh me fez adentrar a doutrina por intermédio disso. Aí eu já levei na época a namorada à Casa Espírita, que também foi se educando e e até hoje hoje ela é uma médio ostensivo ostensiva, trabalha na em uma casa espírita. Então, quando e quando a gente vai percebendo a os efeitos que a doutrina provoca na nossa vida, não tem como voltar atrás, né? Não tem como voltar atrás. é dali paraa frente. E e aí agora falando da espiritualidade, eu acho que a espiritualidade é sempre muito sábia, porque ela vai conduzindo esse processo de maneira magistral, eh dando pra gente ao mesmo tempo a oportunidade de de avançar no processo. E quando percebe que a gente tá um tanto refratário, né, vem as lições que a vida nos oferece, que nos empurra pra frente. Então, mais uma vez, transformando esse nosso, essas nossas experiências em benefício para todos que nos ouvem.
tanto refratário, né, vem as lições que a vida nos oferece, que nos empurra pra frente. Então, mais uma vez, transformando esse nosso, essas nossas experiências em benefício para todos que nos ouvem. Fiquemos atentos a isso. Fiquemos atentos aos sinais que a vida nos dá, né? Nada na nossa vida acontece por acaso. Nada acontece por acaso. Uma doença, um problema de saúde, um problema de relacionamento, né? Uma questão profissional. Então, eu costumo dizer sempre isso nas palestras. Fiquem atentos aos sinais, porque aquilo pode ser a porta que você precisa para seguir um caminho que certamente vai te levar a lugares que, provavelmente, se você não se encaminhar por aquela porta, você não chegará lá. E os caminhos da doutrina espírita, nem sempre eles são, a princípio, floridos. Muitas vezes um caminho espinhoso é o caminho que a gente precisa >> várias vezes, >> né? É o caminho que a gente precisa. >> Você falou, Ricardo, que eh você começou aos 19 anos através do seu eh do sargento, aí conheceu sua esposa, levou ao centro e começou, né, a frequentar, frequentar, muitos, né, frequentam. E o que que te levou a se aprofundar nos estudos espíritas? Tem algum fato tal? >> Eh, eu não lembro agora de nenhum fato especial, ô Flaviana, mas uma coisa que é característica minha, eh, eu sempre gostei de estudar, eu sempre gostei de ler e quando eu comecei a estudar a doutrina espírita, alguma coisa depois é que eu vim saber porquê. alguma coisa me chamava para aquilo, né? Então eu diria que ali os 10 primeiros anos do meu contato com a doutrina foi de muita leitura, pouco trabalho, mas muita leitura. E hoje eu eu costumo utilizar essa minha experiência para aqueles que estão chegando paraa doutrina agora, que se que muitos dizem assim: "Ora, mas eu eu leio, eu assisto palestra, mas eu não consigo ainda pôr em prática aquilo eh que eu vejo nos livros". Não se preocupe com isso, né? Eh, alguém já disse, a natureza não dá saltos. O processo que nós estamos iniciando muitos nesta encarnação, por intermédio
em prática aquilo eh que eu vejo nos livros". Não se preocupe com isso, né? Eh, alguém já disse, a natureza não dá saltos. O processo que nós estamos iniciando muitos nesta encarnação, por intermédio da doutrina espírita, não se tem ideia de quando que ele vai atingir o seu apogeu. Provavelmente não será nessa encarnação. Então, muitas vezes, os 60, 70, 80 anos que nós temos de contato com a doutrina espírita nesta encarnação é apenas a porta de entrada para para algo maior que vai acontecer ao longo da nossa vida, não da nossa existência. Então eu digo, não se preocupa com isso. Continua se esforçando, né, seguindo o conselho do Kardec, reconhece se o verdadeiro espírito é pelo esforço que ele faz para se melhorar. vai fazendo esse esse esforço e deixa que a vida eh segue o o seu o seu caminhar. Então isso me levou a a ler bastante. Chegou um momento que eu comecei a sentir necessidade de fazer alguma coisa, uma cobrança e interior. E, e, e para aproveitar o gancho da sua pergunta, naquela primeira casa que eu comecei a frequentar, e nós frequentamos, eu e a e a Cícera, nós frequentamos por 8 anos. Semanalmente estávamos lá assistindo palestra, tal, e chegou um momento que eu comecei a me oferecer para trabalhar, né? Eu queria fazer alguma coisa. Eu achava bonito ali o palestrante, eu achava bonito aquela pessoa que lia as mensagens introdutórias, eu achava bonito a pessoa que ia lá entregar água fluidificada. E eu eu quero fazer isso também. Eu queria fazer alguma coisa. E eu chegava pros dirigentes da casa e aí, meu irmão, né? E eu estou frequentando aqui a casa, tem alguma coisa que eu possa fazer para ajudar? Não, não, ninguém tá precisando não. Eu falei, mas tá danado, né? Eu não sirvo nem para servir água. E ficamos nisso uns 8 anos. Eu me oferecia e nada acontecia. Até que depois eu vim a conhecer uma outra pessoa, o professor já na universidade, e ele me levou para conhecer a casa onde ele trabalhava. E foi exatamente o contrário. Nos primeiros dias que eu cheguei para
depois eu vim a conhecer uma outra pessoa, o professor já na universidade, e ele me levou para conhecer a casa onde ele trabalhava. E foi exatamente o contrário. Nos primeiros dias que eu cheguei para aquela casa, já fui recebido como se fosse um o antigo trabalhador dela e as portas se abriram e foi ali que eu comecei a e o acolhimento foi no sentido de oferecer trabalho. >> Maravilha. Eh, nós temos uma pergunta, né? >> E é uma pergunta bem interessante, Ricardo. >> Hum. é o quão difícil é para você aplicar os conhecimentos da doutrina espírita no dia a dia tão contubado ultimamente não é fácil. >> Eu falo isso muito em palestra. >> É verdade, Wagner. Gente, a vida na Terra não é fácil. A experiência humana não é fácil. Se alguém disser para vocês que é, não acredite. E não é fácil por várias razões. Uma delas, nós somos espíritos milenares. Trazemos experiências de outras existências que continuam vivas no nosso psiquismo. O Dr. Inácio Ferreira tem um livro que eu já citei ele aqui outras vezes que se chama Egos. em conflito. O que é um ego? De acordo com a psicologiaunguiana, o ego é o centro psíquico responsável pelo nosso consciente. Então, quando nós nascemos, quando nós reencarnamos, à medida que nós vamos crescendo, o o ego, ele vai se formando em função das experiências vividas até que ele toma conta do nosso consciente e é o diretor da nossa vida enquanto encarnados. Mas os egos que nós tivemos em encarnações anteriores, eles permanecem vivos e presentes numa área do nosso psiquismo chamada de inconsciente coletivo. Então, daí o título deste livro do Inácio Ferreira, egos em conflito. O ego do momento em que eu fui, Pedro, Maria, eh João, não sei quem, encarnações, afios. Esses egos permanecem presentes e influenciando o ego atual. E nós entramos em conflitos. Esse é um fator que dificulta o nosso processo. O outro fator, as demandas do momento. Antes de eu ser espírita, antes de eu ser um espírito em processo evolutivo, eu sou um pai, sou um marido, sou um
Esse é um fator que dificulta o nosso processo. O outro fator, as demandas do momento. Antes de eu ser espírita, antes de eu ser um espírito em processo evolutivo, eu sou um pai, sou um marido, sou um profissional. Eu tenho que dar conta da minha casa, tenho que pagar as contas, eu tenho que atender as demandas profissionais, eu tenho que atender as demandas do ponto de vista legal. Então, imagina tudo isso e nós ainda termos que nos preocuparmos em fazer a coisa certa do ponto de vista espiritual. Então, não é fácil. Mas o fato de não ser fácil não quer dizer que seja impossível. Por isso que o Kardec usou uma palavra extremamente importante no conceito que ele dá do verdadeiro espírita, que é a palavra esforço. Falei agora a pouco e repito, conhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço que ele faz para domar as suas más inclinações? Então, o primeiro desafio é conhecer e reconhecer as más inclinações. Porque se eu não souber quais são as más inclinações, como é que eu vou combater? Então, eu tenho que conhecer e reconhecer, porque, infelizmente, muitas vezes, nós conhecemos o nosso gargalo moral, mas a gente não reconhece. Já viu aquela pessoa que se alguém diz assim: "Ah, mas ô Flaviana, você é muito perfeccionista". E a Flaviana diz assim: "Não, eu não sou perfeccionista, eu sou apenas cuidadosa, né, Flaviana? Você é muito ciumenta. Não, eu não sou ciumenta, eu apenas tenho cuidado. Nós vamos arrumando desculpas e não reconhecemos as nossas mazelas. Então, veja, eu já citei aqui duas dificuldades, mas quando nós temos o mínimo de consciência da necessidade de crescermos, de evoluirmos, eu costumo dizer que a espiritualidade amiga, ela está tão ávida por nos ajudar que qualquer estalar de dedos que nós dermos, eles nos pegam e nos conduzem para o bom caminho. Então, quando a gente se deixa levar, por exemplo, por um convite para ir à casa espírita, e aqui eu não vou ser eh não vou defender só o espiritismo, qualquer religião digna de respeito, né? E a princípio todas são. Que te conduz
levar, por exemplo, por um convite para ir à casa espírita, e aqui eu não vou ser eh não vou defender só o espiritismo, qualquer religião digna de respeito, né? E a princípio todas são. Que te conduz para uma religião, que te conduz para uma filosofia, que te oriente para o bom proceder, que te leve para os caminhos cristãos. A espiritualidade vendo o teu interesse vai te socorrer e vai te te dar forças para você continuar. Eu me coloco nessa posição, Wagner, e a pessoa que fez a pergunta. Hoje eu sou o mesmo Ricardo de 30 anos atrás? Claro que não, né? Tem coisas do do meu passado nesta encarnação que eu olho assim e a gente diz: "Meu Deus do céu, era eu mesmo?" Era, era eu naquele momento. Devo me envergonhar daquilo? Não. Vergonha nenhuma. Era o meu momento. Naquele tempo, eu representava aquilo. Eu teria vergonha se hoje, com todo o conhecimento que tenho, que não é tanto, mas é alguma coisa, com a experiência que tenho, seria vergonhoso o senhor continuasse repetindo as mesmas coisas. Mas naquele momento era compatível. Então, respondendo eh diretamente, não é fácil, mas a gente se esforça e com esforço e a ajuda dos amigos espirituais a gente consegue. >> Pegando esse gancho aí, tem algum fato na sua vida que poderia ter sido diferente se você não tivesse o conhecimento espírito? Olha, a Flaviana tem vários, mas no momento eu estou lembrando de um e que foi uma prova de fogo muito grande e que naquele momento a doutrina espírita me sustentou. Eh, sabe aquela aquele conto eh fala assim, né, que alguém olhou, tava caminhando na praia, né, >> e sempre via duas pegadas e era a pegada dele e a pegada do Cristo. E chega um momento que só tem um par de pegadas, né? E a pessoa diz: "Ó Jesus, então no momento mais difícil tu me abandonaste?" E segundo a história, Jesus diz: "Não, meu filho, essa pegada não é sua, é minha, porque nos momentos mais difíceis eu te carreguei no braço." Então, teve um um momento muito difícil que foi o assassinato de um irmão, né? Eu tive um irmão assassinado.
ssa pegada não é sua, é minha, porque nos momentos mais difíceis eu te carreguei no braço." Então, teve um um momento muito difícil que foi o assassinato de um irmão, né? Eu tive um irmão assassinado. Isso numa cultura extremamente revanchista lá no no interior da Paraíba, né, onde se mata um, tem que matar outro, né? Não sei se ainda hoje é assim, mas naquele momento eu fui extremamente cobrado para revidar, revidar, né? E e pelo fato de eu ser militar, a cobrança era maior ainda. Então, muitas pessoas chegavam para mim e dizia assim: "Mas como assim? Você é o militar? Mataram o seu irmão e você não vai não vai fazer nada?" E você fica assim: "Caramba, né?" E você vê que naquele ambiente ninguém vai concordar com a a tua justificativa espírita, né? Não, isso é papo de fraco. Isso é fraqueza. tem que ir lá e e tem que fazer, né? Então, algumas pessoas chegaram a se afastar de mim, inclusive naquele momento, por conta disso. Então, esse foi um momento, esse é um momento que eu lembro que se não fosse a doutrina espírita, talvez eu tivesse embarcado na cultura do revanchismo e não teria cortado, encerrado ali um processo que talvez já viesse eh de outras >> de outras existências, né? Um mata um, outro mata o outro, mata um, mata o outro. Não, ali, eh, a doutrina espírita me segurou. >> Muito bem. Eh, temos mais uma pergunta, né, Wagner? >> Sim, temos mais uma pergunta. O, a pessoa tá perguntando o seguinte, ela tá falando que ela gosta muito do livro, considera o livro um matuto, uma obra prima da literatura espírita. Então, combinei comigo, combinei comigo que sempre compraria este livro e passaria paraa frente. De um tempo para cá, tenho sentido, resistência, dificuldade em fazer isso. As pessoas estão mais resistentes. Ou é impressão minha, o que você faria? Acho isso importante. É a hora da divulgação. Você sempre fala isso também nas suas palestras. Com toda licença, assistam as palestras do Ricardo Honório toda a última segunda-feira às 18 horas. É uma lição.
so importante. É a hora da divulgação. Você sempre fala isso também nas suas palestras. Com toda licença, assistam as palestras do Ricardo Honório toda a última segunda-feira às 18 horas. É uma lição. >> Muito obrigado, Wagner. Nós combinamos para ele fazer essa propaganda. >> Mas olha só, eh, a pessoa tá, o nosso amigo tá nosso amigo, amiga, né? Tá bom. essa dificuldade de divulgar. Eu vou confidenciar uma coisa para vocês. Eh, eu comecei a fazer palestras em 1994 e de vez em quando me bate assim um sentimento de enxugar gelo. Sabe aquele sentimento assim? Você disse: "Caramba, tô fazendo isso não tá, né? Tá adiantando de nada, né? Eh, eh, há uns 3 anos eu resolvi criar um canal no YouTube, porque eu pego as palestras, a as palestras da comunhão, elas são gravadas. Então, eu pego, a, a comunhão me fornece e eu republico no meu canal. E em outras palestras que eu faço em outras casas, eu gravo e publico lá também. Aí você vai no YouTube, aí tem alguém que filmou um gato brigando com o cachorro. 1 milhão de visualizações. Aí você faz uma palestra, 50 visualizações, bate um assim um desengano, né? bate um desalento. Mas sabe o que é que acontece? Nós vamos ler o Evangelho Segundo o Espiritismo. E tem lá no Evangelho, não lembro agora o exatamente o onde, onde diz assim: "Falareis para quem não quererá ouvir, pregareis para os dissolutos. falareis para quem não tem nem menor interesse no que você tá falando, mas continue. Então são dois momentos. No momento vem o desalento. Quando você lê o evangelho, você diz: "Então, tô no caminho certo". Então tô no caminho certo. Então você não pare de oferecer o matuto ou qualquer outra obra. Continue insistindo. Uma prática boa para quem quer fazer uma divulgação espírita sem ser direto. Compre um livro, leia até onde você quiser. No ônibus. Esqueça ele no banco do ônibus. Esqueça ele no banco do metrô. Esqueça ele no banco da praça onde você foi. Esqueça ele no ambiente de trabalho, >> consultório médico. >> Esqueça no consultório médico.
squeça ele no banco do ônibus. Esqueça ele no banco do metrô. Esqueça ele no banco da praça onde você foi. Esqueça ele no ambiente de trabalho, >> consultório médico. >> Esqueça no consultório médico. Uma coisa que eu aprendi nesse tempo como trabalhadora espírita, uma coisa que eu aprendi que nós não devemos nos preocupar jamais, é com a colheita do nosso trabalho. E como Wagner tem falado, isso eu tenho sido repetitivo nas palestras. Nós somos semeadores, nós não somos coletores. Então, gente, vamos semear. Mesmo que a gente não receba a recompensa, digamos assim, da atenção, não se preocupe. Mesmo que a gente receba grosserias em função do nosso trabalho, façamos ouvido de mercador. Mantenha a proa, como se diz. Nós estamos aqui para semear. O restante é com a espiritualidade. >> Imagine se Paulo, se Pedro, né, se eles tivessem desistido, nós não teríamos, né, toda essa beleza que nos foi trazida por eles, né, do do Evangelho de Jesus que foi divulgado para o mundo. Então, eh, aí tem ele falando aqui, eu me lembrei do uma história do Beijaflor, que a floresta está incendiando e todos os os bichinhos saem da floresta com medo, né, do incêndio. E o beij flor vai, pega uma gotinha de água e vai. E alguém pergunta, um dos animais pergunta para ele: "Eh, você não vai conseguir pagar apagar o incêndio?" E ele fala: "Mas eu vou tô fazendo a minha parte." Então, que nós façamos a nossa parte em divulgar a o Chico dizia, né, que a doutrina ela é consoladora, que é uma caridade divulgar a doutrina espírita, não com proselitismo, mas com amorosidade, porque a doutrina ela consola, ela é extremamente consoladora. Eh, tem mais uma pergunta aí, Wagner, hoje tá bom de pergunta. Ricardo, >> eu trouxe essas pessoas, eu combinei >> o Ricardo, eu vi que o Ricardo chegou numa combi, tá sendo >> Eu trouxe uma combi com o pessoal, >> a pessoa se identificou, então eu posso falar o nome. Se chama Rodrigo. Atualmente, infelizmente, ainda há um preconceito do brasileiro com a religião espírita, o
Eu trouxe uma combi com o pessoal, >> a pessoa se identificou, então eu posso falar o nome. Se chama Rodrigo. Atualmente, infelizmente, ainda há um preconceito do brasileiro com a religião espírita, o mundo inteiro, tá, gente? Porém, no século XX, o preconceito era ainda maior. Como que foi para o Ricardo lidar com os olhares de indiferença, preconceitos e e desprezo para com a sua religião? Obrigado. >> Pois é, Rodrigo. Eh, eu acho que eu nunca senti isso, não, Rodrigo. Preconceito, eu acho que não. Eu acho que muita desinformação. Eh, eu trabalhei num ambiente onde tinha algumas alguns colegas de outras religiões e e nas conversas, quando eu começava falava alguma coisa de espiritismo, as pessoas se, né, meio que se assustavam assim. O que é que eu fiz? Eu comecei levar na minha mesa, eu coloquei assim uma mini biblioteca. Eu tinha o Evangelho Segundo Espiritismo, tinha alguns livros do André Luiz, etc, etc, etc, né? E deixava lá em cima da mesa. E eu percebia, eu saía para pro almoço e às vezes quando eu voltava um pouquinho antes, tinha gente bisbilhotando minha biblioteca, né? Aí quando eu chegava, aí soltava o livro assim, não pode continuar lendo, né? Foi um dia, tinha uma uma colega que ela falou assim: "Ah, eu tava linda que esse livro é espírita". Eu falei: "É espírita". E vocês acreditam em Jesus? Aí eu disse assim: "Eu já acreditei". Aí ela se assustou mais ainda, né? Eu digo, eu já acreditei hoje eu tenho certeza, porque acreditar é diferente de saber, não é isso? Acreditar é diferente de saber. E a partir dali nós começamos a criar grupos de de bate-papo ali na hora do almoço. E daqui a pouco tinha evangélico, tinha católico, todo mundo ali na rodinha batendo papo e a gente falando de espiritismo. E ali eu comecei a plantar uma semente de admiração daqueles colegas para com a doutrina espírita. Antes eu poderia dizer que eles eram preconceituosos. Mas a experiência mostrou que na verdade era simplesmente ignorância, não conheciam. Então, a doutrina espírita ultimamente
m a doutrina espírita. Antes eu poderia dizer que eles eram preconceituosos. Mas a experiência mostrou que na verdade era simplesmente ignorância, não conheciam. Então, a doutrina espírita ultimamente ela tem sido muito divulgada, mas eu quero crer que não tem conseguido ainda atingir uma boa parte da população de maneira mais efetiva e isso tenha ainda eh eh isso faz com que se mantenha ainda muita ignorância. preconceito. Eu acho que não. Eu eu não vejo como preconceito, eu vejo como desconhecimento mesmo. Talvez a gente precise ser mais assertivo na nossa forma de divulgar a doutrina espírita. Talvez a gente precise ser menos tímido, porque a gente fala muito de espiritismo dentro da casa espírita. Talvez a gente precise falar de mais de espiritismo fora da casa espírita. falar no nosso ambiente de trabalho, deixar que os nossos colegas saibam que nós somos espíritas. E aqui aproveitando, Rodrigo, enquanto de um lado a gente pode ver como preconceito, por outro lado eu identifico também, sabe o quê? Vergonha de se declarar espírita. Tem muita gente que tem vergonha de se declarar espírita. Sabe aquele espírita que alguém pergunta assim: "Qual é a sua religião?" Sou espírita. Eh, qual é a sua religião? Espírito, né? Fala para fora. Não tenha vergonha nem medo. Eu sou espírita. Não tenha medo de ser eh rechaçado. Não tenha medo de ser criticado. Daí mais uma importância. Estude a sua doutrina. Porque muito, pelo menos aconteceu muito comigo, ah, você é espírita e começa a fazer pergunta. Começa a fazer pergunta. Então, se prepare. Se você quer dizer que você é espírita, seja verdadeiramente espírita. Estude capítulo sexto do Evangelho Segundo Espiritismo. O Espírito da verdade diz: "Espíritas, amai-vos." Primeiro ensinamento. E o segundo ensinamento, instruí-vos. Então, o espírita que não se instrui, que não lê, que não estuda, tá sendo o espírita meia boca. Quando ele for confrontado em qualquer ambiente, ele não vai ter o que responder, não. Ele não vai ter como eh conversar com
não se instrui, que não lê, que não estuda, tá sendo o espírita meia boca. Quando ele for confrontado em qualquer ambiente, ele não vai ter o que responder, não. Ele não vai ter como eh conversar com aquelas pessoas. Então, nos preparemos e nos permitamos ser quem somos em qualquer ambiente. Ah, aí sim nós vamos efetivamente estar disseminando a doutrina espírita em ambientes onde ela normalmente não chega. E além disso comportarmo-nos como espíritas, como cristãos, porque o nosso comportamento vai ser uma grande divulgação, porque às vezes as pessoas, como ele pode, como o Rodrigo falou, né, pode olhar meio torto, mas quando elas percebem quem você é, como você age, e aí elas começam a até, né, ter curiosidade e entender, né, como que você passa por isso, como que você passa por um sofrimento assim com, né, com força, com coragem. E daí a doutrina, né, que faz toda a diferença na vida da gente com relação às situações e às dificuldades e os desafios. >> Flaviana, isso que você falou é tão importante, se você me permite. Eh, e aqui vai uma uma uma forma de elogio aos nossos irmãos evangélicos. essa questão do comportamento. Eh, um colega de trabalho, quando ele descobriu que eu era espírita, sabe o que ele disse? Ué, eu pensei que você era evangélico. Então você vê que os nossos irmãos evangélicos, eles já conseguem imprimir para a sociedade uma postura que os identifica. Nós precisamos também. E se alguém nos confundir com os evangélicos, isso é o elogio, né? Os evangélicos, eu os respeito muito pelo esforço que eles fazem também em serem os melhores cristãos possível. Isso vale para qualquer religião. >> Temos perguntas, Wagner, por favor. Obrigado, Flavena. Ricardo, hum, >> por favor, como se manter dentro do propósito espírita num mundo tão bélico à beira de um colapso? Bem interessante essa pergunta. Com um conflito a cada esquina. Grata Catarina. Obrigado, Catarina. >> OK, Catarina. Realmente é um desafio, né, Catarina? Mas Catarina, olha só, eu acho que vocês estão acompanhando aí
essa pergunta. Com um conflito a cada esquina. Grata Catarina. Obrigado, Catarina. >> OK, Catarina. Realmente é um desafio, né, Catarina? Mas Catarina, olha só, eu acho que vocês estão acompanhando aí as reportagens. Ontem começou um novo conflito lá no Oriente Médio, né? E começam, naturalmente começam aquelas discussões, quem é contra de um lado, quem é a favor do outro. Isso acontece desde que o mundo é mundo. A própria Bíblia nos traz exemplos, né, do Deus dos exércitos. Eu não consigo entender Deus comandando um exército e não comandando o outro se todos somos irmãos. Mas tudo bem, nós não temos, nós aqui, eu, vocês, nós não temos nenhum poder neste momento de resolver os problemas bélicos no Oriente Médio ou onde quer que eles aconteçam. Nós não temos, mas nós podemos fazer algumas coisas, porque antes de um conflito se transformar em bélico, antes de um conflito envolver nações, na sua gênese, esse conflito envolveu um indivíduo e os seus próprios egos. Nada nasce tão grande desse jeito. Tudo começa do micro ao macro. Nós temos alguma influência lá na Guerra do Oriente Médio? Se eu disser que tem, temos. Nós não aprendemos que o fluido cósmico universal é aquele fluido que envolve o universo, que envolve o nosso planeta e que os nossos pensamentos, nossos sentimentos navegam nesse fluido, influenciando-nos uns aos outros. A doutrina nos ensina isso, não ensina? Então, eu não tenho poder de resolver o problema, mas todos nós temos poder de contribuir com o problema de um lado ou de outro, de um jeito ou de outro. Então, como espíritas, nós temos duas missões. A primeira é de nos pacificarmos. Olha, eu gostaria de pacificar o Oriente Médio, não consigo, mas eu posso me pacificar. Eu posso e devo evitar que, por exemplo, numa conversa que se transforme numa discussão mais acalorada com a Flaviana, por alguma razão, eu tenha a iniciativa de dizer: "baixa a bola, prefiro ter paz do que ter razão." No momento que eu percebi a Flaviana se se eh se alterando, né? Eu digo: "Opa, essa
com a Flaviana, por alguma razão, eu tenha a iniciativa de dizer: "baixa a bola, prefiro ter paz do que ter razão." No momento que eu percebi a Flaviana se se eh se alterando, né? Eu digo: "Opa, essa conversa tá indo num caminho que não vai dar certo. Eu tenho a tenha a iniciativa de arrefecer os ânimos. Isso numa escala individual. Eh, transportemos este comportamento para a escala doméstica, né? Na hora que a esposa ou o marido ou o filho sejamos nós o responsável por arrefecer os ânimos, esse essa mesma experiência, esse mesmo comportamento no ambiente de trabalho, no trânsito. Tá vendo como a coisa vai crescendo? Se todo mundo pensasse assim, não existiriam as guerras. Mas a gente não pode comandar o sentimento dos outros, desses irmãos que estão em postos chaves, decidindo se tem guerra ou se não tem guerra. Nós não podemos influenciá-los diretamente, mas de cá onde estamos, uma oração pode fazer muita diferença. Tem relatos da Segunda Guerra Mundial de que algumas comunidades no interior da Europa passaram ila ila de ataques do Rich. E depois os analistas confirmaram, chegaram à conclusão de que não foram atacadas em função dos grupos de oração que tinha naquelas comunidades. Então nós podemos contribuir dessa forma, cada um de nós orando, quer seja no individualmente, quer seja na hora do nosso evangelho no lar, fazermos uma mentalização de paz para aquela região, onde quer que haja conflito, que em nossos ambientes de trabalho sejamos, por exemplo, eh levemos a sugestão de ali, vamos fazer aqui um momento de oração. Não tenhamos vergonha disso. Se na sua sala trabalha ali cinco pessoas, seis pessoas, vem cá, gente, determinada hora, vamos dar uma paradinha aqui, 2 minutos pra gente fazer um Pai Nosso e dedicar essa vibração para a pacificação dos momentos. É assim, respondendo agora que eu vejo que nós espíritas poderemos participar neste mundo conturbado, tão bélico, de maneira diferenciada, porque guerras existem desde o tempo do Cristo, antes do Cristo, muito antes. E continua
que eu vejo que nós espíritas poderemos participar neste mundo conturbado, tão bélico, de maneira diferenciada, porque guerras existem desde o tempo do Cristo, antes do Cristo, muito antes. E continua havendo e o planeta continua, a humanidade continua. A diferença está nas escolhas que nós fazemos. Agora, rapidinho para terminar, Fabiana, se nos momentos, ao invés de fazer essas de termos essas iniciativas pacificadoras, nós começarmos bem empregado, né? Ah, devia ter bombardeado mesmo. É, eu não gosto daquilo. Nós estamos alimentando. Não tomemos partido, gente. Porque alguém já disse em toda a guerra, sabe quem é que morre primeiro? Sabe quem é a primeira vítima? A verdade em toda a guerra, a primeira vítima é a verdade, porque cada lado tem a sua verdade. Qual é a verdade verdadeira? E como é que nós daqui dessa distância nós vamos tomar partido se a gente não conhece? Então, não tomemos partido. Oremos pela pacificação. É a melhor e a melhor coisa que a gente tem que fazer. Isso. A psicosfera do planeta, ela, né, éxo da nossa psicosfera. Nós ainda somos pouco nito. Então, e a prece, como disse o Ricardo, ela a gente às vezes não dá o valor necessário, mas uma prece muda muita coisa. Então, que nós possamos realmente eh ter fé nas nossas preces. Vamos lá, Wagner. Tem mais pergunta aí, né? >> O pessoal da Kombi tá funcionando, hein? >> Bom, eu vou pedir trazer uma vanda próxima vez. >> Você lembra quando eu comecei a prece, que eu pedi a prece para Minas Gerais e pelo mundo? Então, a prece é muito importante para nós, gente. É uma é a maior caridade, né, Ricardo? pra gente ganhar tempo aqui. Eh, essas duas perguntas eu vou transformar em uma, porque tem >> a pergunta, o conteúdo é o mesmo, só >> tá, >> cada uma pergunta uma coisa. Na primeira, ela vai perguntar sobre a sua caminhada pelo espiritismo nessa relação do mundo hoje muito triste, no cenário do feminicídio. Guarda isso daí na sua cabeça. E a outra pergunta é do mesmo jeito também, só que ele vai perguntar sobre as trajetórias
spiritismo nessa relação do mundo hoje muito triste, no cenário do feminicídio. Guarda isso daí na sua cabeça. E a outra pergunta é do mesmo jeito também, só que ele vai perguntar sobre as trajetórias de como palestrante, como você teria nos falar sobre o mundo caótico do suicídio aumentando. Então, estamos falando do suicídio >> e do feminicídio dentro do espiritismo e da sua experiência como palestrante que eu divulguei aqui. Olha só. Uma vez eu eu terminei uma palestra aqui na comunhão e nos primeiros 10 minutos da palestra aproximadamente eu consegui perceber uma jovem que entrou lá pela porta principal. Ela sentou lá no último banco e a palestra foi prosseguindo e ela veio descendo de banco. De vez em quando ela levantava e sentava mais para cá e foi. Quando eu terminei a palestra, ela tava sentada aqui na frente. E aí eu, ao sair, ela me abordou e pediu para conversar comigo. E ela desabafou, descreveu, contou alguma coisa, alguma experiência desagradável da vida dela. E ela me fez uma pergunta que é o que me fez lembrar disso. Ela falou: "Você me acha feia?" Não. Era uma jovem bem bonita, era uma morena bem bonita. E ela falou: "Por que que eu não consigo um companheiro que me que me ame, que eh que cuide, né, que tenhamos que para que para construirmos uma relação? Como é que eu vou responder isso, né?" E eu falei: "Mas você já tentou?" Ela disse: "Cinco." Ela falou: "Eu já tive cinco casamentos. Eu fiz uma conta rápida. Ela não devia ter 30 anos de idade, cinco casamentos. Depois eu entendi, foram cinco relacionamentos. E ela disse assim: "Eu não entendo porque em todos esses relacionamentos eu me doei ao máximo e depois ela foi mais específica. Eu dei tudo que eles queriam". Isso me chamou atenção e eu falei: "E o que é que eles queriam?" E ela meio que se assustou com a minha pergunta porque para ela era óbvia a resposta. Sexo. E eu falei: "Entendi". Então veja, na cabeça daquela jovem, o fato de ela ter uma plástica, uma beleza física, já era suficiente
sustou com a minha pergunta porque para ela era óbvia a resposta. Sexo. E eu falei: "Entendi". Então veja, na cabeça daquela jovem, o fato de ela ter uma plástica, uma beleza física, já era suficiente para atrair um pretendente. Sabemos que isso não é determinante. Se fosse, eu estaria solteiro até hoje. Isso não é determinante. Beleza física não determina. Segundo o que o outro quer receber de você? Vem cá, você está se anulando já de início. E o que você quer receber do outro? E outra coisa, quem disse que uma relação ela é construída nessa matemática? Eu dou o que você quer e você me dá o que eu quero. Uma relação longeva, ela se constrói sobre uma base de comunhão de sentimentos, pensamentos e objetivos. é o que os dois querem, não é o que eu quero, o que você quer. Então, quando nós começamos uma relação desse jeito, nós já entramos com um que de negativo ao nosso desfavor. Esse é um fator em que algumas pessoas não se valorizam diante do outro na relação. Um outro fator é o seguinte. A doutrina espírita tem nos ensinado, e é fácil de comprovar, que a humanidade vive hoje um processo de última chance para muitos espíritos em processo evolutivo. Eu já ouvi dizer, inclusive em reunião mediúnica, claro, de forma alegórica, os umbrais estão vazios. Por quê? Porque os espíritos umbralinos, considerando a misericórdia divina nesse processo de transição planetária, tá reencarnando todo mundo. Então, nós temos atualmente reencarnado na humanidade terrena espíritos de índoles inimagináveis. E esses espíritos, eles não estão, eles não se apresentam de forma diferente de nós, não. Eles não vão aparecer com chifre, com não. É um ser humano igualzinho e alguns até revestidos de uma plástica belíssima. mulheres belíssimas, homens belíssimos, mas que o cerne é >> o moral extremamente, né? Então, quando nós juntamos seres humanos carentes da atenção do outro, dando qualquer coisa que o outro quer para que seja reconhecido e encontra alguém que do outro lado disposto a fazer maldades
né? Então, quando nós juntamos seres humanos carentes da atenção do outro, dando qualquer coisa que o outro quer para que seja reconhecido e encontra alguém que do outro lado disposto a fazer maldades das mais, pronto. Então, quando nós não encontramos o que nos completa, isso pode provocar a saída pelo suicídio. espíritos, eh, não sei se é a palavra correta, mas que se vem vazios em si e como não acha nada para preencher esse vazio, mas a influenciação que continua grande de lá para cá, optam pela pelo suicídio e, por outro lado, outros, se não estou dizendo que isso justifica todos os casos, tá gente? Mas por outro lado, o outro se entregando de maneira não arrazoada, pode se dar eh a uma pessoa de natureza de uma índole má, o que tem provocado, eu acho que de uma forma é é uma epidemia a os feminicídios hoje em dia, né? Tornou-se uma epidemia. Então, como espíritas, o que é que nós temos que fazer? Primeiro, orar muito para nos proteger. Segundo, observar nossos pensamentos, nossos sentimentos para ver se nós não entr não estamos entrando nessa faixa de vibração que vai nos expor a alguma coisa dessa natureza e depois ajudar aqueles que porventura estejam passando por experiência dessa dessa monta. Um assunto que dá um grande estudo, viu, gente? Falar sobre suicídio é um estudo grande, feminicídio também. Então, eh, Wagner, tem mais alguma pergunta? >> Não, Flávina. A pessoa aqui do chat só tá te agradecendo pelas respostas que você respondeu várias perguntas que estavam na mente dela. >> E eu agradeço a ela pela pergunta. Certamente a pergunta dela favoreceu a todos nós refletir sobre isso. >> Então, já chegando nossos momentos finais, eu tinha muitas perguntas para fazer, mas eu não vou poder fazer. Nós vamos pedir para que você dê uma mensagem para todo mundo e em seguida faça prece. >> Tá, posso divulgar aquelas? >> Pode. >> Tá, gente, é o seguinte. Em 2014, eu publiquei um livro, foi o A vida sempre ensina. Foi uma tiragem pequena. Esse livro tá esgotado, mas eu estou trabalhando numa
posso divulgar aquelas? >> Pode. >> Tá, gente, é o seguinte. Em 2014, eu publiquei um livro, foi o A vida sempre ensina. Foi uma tiragem pequena. Esse livro tá esgotado, mas eu estou trabalhando numa terceira edição. Até o final do ano ele deve sair. Até o meados do ano ele deve sair. Mas já saiu essa semana um livro que eu fui nós fizemos em parceria com aquele professor que me levou lá pro centro, o Jorge Santana. Nós acabamos de publicar um livro, ele foram duas versões. Ele tá publicado na versão ebook na Amazon do Brasil, o livro Autonomia. E ele está disponível no clube de autores na versão impressa, tá? Só na internet. Eh, então, se alguém tiver algum interesse, eh, estão disponíveis aí para quem quiser, tá bom? Uma mensagem para todo mundo e a prece de encerramento. >> Gente, a mensagem, eu não gosto de fazer essas mensagens finais que elas duram 50 minutos. Pessoal da Kombi tem que me ajudar aí agora, hein, gente. Ninguém saia antes de eu terminar a mensagem. Brincadeira. Mas a mensagem é a seguinte, gente, o espiritismo não veio por acaso. A espiritualidade superior comandada por Jesus tem objetivos muito bem definidos para a nossa humanidade. A doutrina espírita faz parte desse processo. Não nos preocupemos com o número de adeptos. Ah, porque a doutrina espírita no último senso, isso não é preocupação nossa. Como nós falamos agora a pouco, um vídeo de um gato brigando com o cachorro rapidamente bate 1 milhão de visualizações. Uma palestra espírita não. Então não é quantidade que vai determinar a qualidade. Segundo, tenhamos muita perseverança no nosso processo de aprendizagem espiritual. Nenhum de nós é santo, mas nenhum de nós aqui tá condenado a ser qualquer outra coisa. Todos nós temos condições de sermos melhores a cada dia e no final desse périplo de podermos somar cifras positivas em termos de crescimento moral. Tenhamos muita determinação, como foi falado já, não é fácil, mas é possível. A leitura espírita nos ajuda e nos fortalece. Os grupos de estudo espírita ajudam e
itivas em termos de crescimento moral. Tenhamos muita determinação, como foi falado já, não é fácil, mas é possível. A leitura espírita nos ajuda e nos fortalece. Os grupos de estudo espírita ajudam e nos fortalecem para que nós possamos vencer as adversidades, as provas que não são poucas em todos os níveis. familiar, individual, profissional, social. Nós temos provas o tempo todo. Então, fiquemos atentos para que nós não percamos essa oportunidade que a gente está tendo. Esta é a mensagem. E a prece, >> prece. >> Tá bom. Então, vamos. Aqueles que se sentirem à vontade podem fechar os olhos para facilitar a concentração. E vamos imaginar neste momento o nosso divino mestre aqui conosco, olhando para cada um de nós, esperando de cada um de nós a determinação de ser efetivamente um seguidor seu. Jesus, aqui estamos, mestre, nessa caminhada espinhosa, procurando ser melhores a cada dia, tentamos tentando vencer a nós mesmos nessa busca do nosso aprimoramento espiritual. Não nos abandona, mestre. permanece conosco, releva nossas falhas, nossas quedas, nos sustenta e nos levanta para que nós possamos continuar essa caminhada. Mãe Maria de Nazaré, que teus anjos possam estar sempre próximos de nós, nos socorrendos em nossas quedas. Deus, pai de amor e misericórdia, permite, Senhor, que Jesus e todos os anjos da sua seara possa possam continuar conosco, nos sustentando e nos dando toda a energia necessária para vencer essas provas, vencer a nós mesmos na busca do nosso aperfeiçoamento. Que assim seja em nome de Deus e em nome de Jesus. Graças a Deus. >> Assim seja. Graças a Deus. Eh, nós agradecemos, Ricardo. Muito obrigada. Foi muito boa sua participação, não é, gente? Foi fantástico, Ricardo. Ele é bom aqui e é bom aqui. [risadas] >> Obrigado, gente. >> Obrigada, Wagner, por nos auxiliar aqui nesse nas questões. A Débora que tá ali sempre conosco e cada um de vocês que contribuem, né, para que a doutrina continue viva entre nós e aqueles que nos acompanham também pelos canais. Uma
iar aqui nesse nas questões. A Débora que tá ali sempre conosco e cada um de vocês que contribuem, né, para que a doutrina continue viva entre nós e aqueles que nos acompanham também pelos canais. Uma boa noite, um ótimo final de semana a todos. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha [música] a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que [música] cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos
ontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que [música] cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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