O Espiritismo e o Proselitismo - com Kadu Santana
Palestra: O Espiritismo e o Proselitismo - com Kadu Santana
Boa noite, queridos irmãos, queridas irmãs. Sejam bem-vindos ao lar de Jesus. Uma alegria recebê-los a todos aqui, encarnados e desencarnados, viu? A gente não pode esquecer que nós somos uma só população. Então, muitos que aqui vêm vem às vezes pela primeira vez física e espiritualmente falando para conhecer essa doutrina de amor, essa doutrina que vem explicar e mostrar, né, a grandeza, o amor do nosso Deus por nós e o que essa doutrina pode fazer pelas nossas vidas. Na noite de hoje, nós teremos a grata satisfação de receber o nosso irmão Cadu Santana. Ele é um orador já de longa data, um tarefeiro espírita de longa data. E graças a Deus eh nós temos alegria de estar com ele aqui conosco hoje para falar de um tema muito importante, espiritismo e proselitismo. Para muitos as duas palavras vão parecer um palavrão, né? Porque tem muitos que nem conhecem o que é o espiritismo. Então, tomara que essa palestra possa chegar a todos os nossos irmãos que também não espíritas e que possam ser esclarecidos, né, sobre a nossa doutrina. E nessa nesse trabalho de divulgação, né, nós pedimos desde já todos que gostarem da palestra que divulguem, que repassem seus contatos para que essa essas palavras possam chegar a mais e mais irmãos nossos. E nesse trabalho nós contamos com a colaboração também dos nossos parceiros de transmissão que é o Igese, a TV Secal de Santa Catarina, TV Deus Conosco, Rádio Nova Luz de Catalão, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e Rádio Portal da Luz. Então, o nosso agradecimento a todos os nossos irmãos que nos ajudam a levar essa mensagem para mais e mais irmãos. Então vamos, como sempre fazemos, fechar nossos olhos, fazer a nossa prece inicial, pedir ao nosso mestre, Senhor, que mais uma vez possa estar conosco através de seus benfeitores, através da espiritualidade amorosa que com tanto amor preparou este ambiente para nos receber na noite de hoje. Nós devemos lembrar que cada templo de oração é um local de refazimento, de amparo e de socorro a todos os irmãos
e amorosa que com tanto amor preparou este ambiente para nos receber na noite de hoje. Nós devemos lembrar que cada templo de oração é um local de refazimento, de amparo e de socorro a todos os irmãos encarnados e desencarnados que buscam a Jesus, que buscam o socorro e o amparo espiritual. E é nessa tarefa que aqui estamos, mestre querido, esperamos poder colaborar para que essa luz, para que o pão, enfim, para que todo bem possa chegar aos nossos irmãos que vieram aqui buscar, Senhor Jesus. E assim, mestre amado, rogando a tua proteção e as tuas bênçãos para nossa reunião, nós damos então por iniciado a palestra pública da noite de hoje. Que assim seja. Bem, então mais uma vez anunciamos o nosso irmão Cadu Santana, que vai falar para nós espiritismo e proseritismo. Explica para nós isso aqui então, Cadu, por favor. Boa noite, prezadas senhoras e senhores, queridas irmãos, irmãs e queridos irmãos. Ah, todas as vezes que eu venho aqui ao lar de Jesus, é sempre motivo de muita alegria, porque tenho amigos aqui de de longas datas e de várias gerações. Alguns deles que cumprimentamos nesse momento, né, e outros já inclusive retornaram, né, ao mundo espiritual. E nesses anos eh de contato, de atividades conjuntas, né, sempre foi motivo de muita alegria da minha parte estar aqui. Então, sintam-se todos cumprimentados. Os as irmãs e os irmãos que nos ouvem através da internet e de outros meios, né, de comunicação também sintam-se abraçados. O o tema que nos foi pedido para conversarmos nessa noite eh se refere basicamente a uma dúvida que existe de vários companheiros e companheiras no movimento espírita de como deve ser o nosso papel, não só pessoal, mas institucional na questão da divulgação da doutrina. espírita. Tanto que o tema se refere justamente a essa questão do espiritismo e do proselitivo proselitismo que vamos abordar a seguir. O termo espiritismo, ele foi criado, né, uma palavra nova, como o próprio professor Allan Kardec, codificador da doutrina espírita no século XIX, como
selitivo proselitismo que vamos abordar a seguir. O termo espiritismo, ele foi criado, né, uma palavra nova, como o próprio professor Allan Kardec, codificador da doutrina espírita no século XIX, como ele mesmo deixou claro, né, nos seus escritos. as novas ciências, os novos conhecimentos precisariam de uma palavra nova. E a palavra espiritismo não existia até então. Foi utilizado pela primeira vez por ele em o livro dos espíritos, quando se referiu à doutrina espírita, que naquela ocasião por muitos era considerada uma nova ciência. Então, já existiam palavras como espiritualismo, eh, espiritualista, mas a palavra espiritismo e espírita foi nova, foi um neologismo, né, criado por ele e pelos espíritos que orientaram aquele início da codificação para se referir a esse novo conjunto de ideias. Embora muitos dos preceitos, das ideias, dos conceitos estabelecidos pela doutrina espírita não sejam propriamente novos, como a mediunidade, a comunicabilidade dos espíritos, a existência da vida após a morte, enfim, são temas que já eram conhecidos pela humanidade há bastante tempo, mas o termo espiritismo ele era novo naquele momento. Então, eh, dessa forma, ah, muitas pessoas dizem de forma pouco esclarecida, que o espiritismo teria sido, por alguns, eh, o entendimento de alguns proibido, por exemplo, em expressões bíblicas do Antigo Testamento, o que não é verdade, porque a palavra espiritismo nem existia naquela época, nem mesmo a doutrina espírita, o espiritismo ainda ainda havia nascido. E isso ocorreu em 1857, formalmente com a publicação de O Livro dos Espíritos. Então, novas ideias, novas palavras, como dizia o professor Allan Kardec. Então, dessa forma, a ideia do espiritismo, ela foi se consolidando ao longo do tempo, mas houve uma série de contribuições anteriores que vieram com o objetivo de fundamentar a humanidade nos seus conhecimentos e, ao mesmo tempo, preparar o terreno para todo esse conjunto de ideias que surgiria lá no século XIX. Por por exemplo, a primeira revelação
objetivo de fundamentar a humanidade nos seus conhecimentos e, ao mesmo tempo, preparar o terreno para todo esse conjunto de ideias que surgiria lá no século XIX. Por por exemplo, a primeira revelação foi trazida por Moisés. Moisés personificou um momento muito importante da história da humanidade. Eh, e essas boa parte das suas contribuições estão relatadas, né, nos nos livros, nos primeiros livros do Antigo Testamento, né, o Pentateuco, que vai ali do Gênesis até Deuteronômios e se refere a muitas das tradições do povo hebreu, várias passagens importantes da sua história, mas também da sua cultura, dos seus conhecimentos e da forma com que que o povo conduzia, né, as suas próprias ideias e as suas expectativas em relação à ideia de um Deus único, né, como um povo que realmente cultivou a ideia monoteísta da existência de um único Deus. E esse preparo feito por Moisés, pelos profetas que vieram após ele e todo um conjunto de contribuições realizadas sob a orientação do Cristo, acabaram culminando com a vida do com a vinda do próprio Messias corporificado a Terra, né, diretamente ao nosso planeta hrás. Então Jesus trouxe para nós aqui o que ficou conhecido como a segunda revelação, como sendo um conjunto de ideias tão importante paraa humanidade que teria sido um divisor de águas, um momento em que a humanidade divide a nossa história entre antes e depois das contribuições que o mestre nos trouxe do seu evangelho da boa nova. Mas o próprio Jesus à época ele entendia que o papel da sua mensagem do evangelho era auxiliar a todas as criaturas. Tanto é verdade que ele mesmo dizia sobre a importância de que ele e os seus apóstolos e todos os conjuntos de discípulos que se formaram, né, em toda a Palestina daquela época, da Galileia até a Judeia, né, passando pela Samaria, por Cesareia, por todas aquelas regiões antigas, Jesus foi um grande divulgador da ideia da justiça divina e do amor divino a todas as criaturas. Então, ele mesmo dizia, né? Ide e pregai ou seja, transmiti todos esses conhecimentos que
iões antigas, Jesus foi um grande divulgador da ideia da justiça divina e do amor divino a todas as criaturas. Então, ele mesmo dizia, né? Ide e pregai ou seja, transmiti todos esses conhecimentos que eu vim trazer para toda a humanidade que pudesse ter acesso. Tanto é verdade que Paulo de Tarso se transformou num verdadeiro apóstolo divulgador da mensagem do Cristo aos antigos chamados eh que eram propriamente os gentios, né, que eram os pagãos da época. em várias regiões da Turquia, da Grécia e de muitas outras regiões. Então, a mensagem viva do Cristo foi divulgada amplamente até que por volta, né, do século depois da presença do Cristo aqui, houve uma mudança de perspectiva, porque a o cristianismo acabou se tornando uma religião de estado incorporado ao estado romano, né? E dessa forma houve uma série de consequências para paraa história do cristianismo da Terra. Durante séculos e séculos, houve confusões da humanidade no sentido de desviar-se daquele princípio original que o mestre nos trouxe de simplicidade das suas ideias, de utilização de parábolas, de mensagens simples, de conceitos complexos, mas que poderiam estar à disposição de toda a humanidade. Mas nós humanos que passamos por aquela fase e continuamos muitos de nós até hoje vinculados a esse conjunto de ideias, muitas vezes nos colocamos na posição de desvirtuadores da mensagem do mestre, ou seja, criamos conceitos próprios humanos, criamos instituições e religiões que em vários casos desviaram aquela proposta inicial do evangelho primitivo, do evangelho na sua simplicidade e houve um processo de imposição do pensamento cristão a todos os povos que eram conquistados, que eram realmente submetidos ao pensamento de determinada igreja ou de determinado poder real, imperial de vários povos. até um determinado momento em que o pensamento na Terra começou a ser tão levado para esse para essa redução do acesso ao conhecimento, pela imposição das ideias, que surgiu aquela visão do proselitismo. O que que é o proselitismo
que o pensamento na Terra começou a ser tão levado para esse para essa redução do acesso ao conhecimento, pela imposição das ideias, que surgiu aquela visão do proselitismo. O que que é o proselitismo propriamente, né? Se nós fôssemos fazer uma uma definição e a melhor forma é recorrermos a algum dicionário, por exemplo, o dicionário Micaeles, ele fala que proselitismo é a tentativa persistente de persuadir ou de convencer outras pessoas a aceitar as suas crenças, em geral relativas à religião. Então, é uma tentativa persistente. Alguém tenta de forma muito insistente convencer, persuadir, impor as suas ideias ao semelhante, né, e ou as suas crenças, os seus posicionamentos religiosos, ideológicos ou de qualquer natureza, sem respeitar o direito que o outro, que o seu interlocutor, que o seu semelhante tem de fazer as suas próprias escolhas, né? E isso aconteceu durante muitos séculos ao longo da história da humanidade. povos que ao assumir o poder em determinadas regiões do planeta, impunhaam as suas ideias e determinavam o modo de pensar, o modo de sentir e as suas relações religiosas com os deuses, segundo as suas concepções, ou com o próprio Deus único, que veio, né, estabelecer, que foi estabelecida essa, esse conceito, essa concepção desde a época do povo hebreu propriamente. Então, ah, muitas ideias eram impostas e a própria ideia de Jesus foi extremamente imposta a muitos povos que tinham outras origens culturais, outras origens de pensamento, de forma muito negativa, de forma a desrespeitar a natureza desses povos e das suas religiões, que não era, nunca ficou clar ficou claro desde o início que não era A intenção do Cristo fazer isso era sim divulgar a levar a ideia do pensamento do evangelho a todas as criaturas, mas como uma fonte de esclarecimento e de consolo, não como uma determinação, uma imposição que geraria séculos e séculos de sofrimento, de dor para muitas pessoas e para muitos povos. E isso provocou uma reação inevitável. aquelas pessoas, por exemplo, e pensadores que
inação, uma imposição que geraria séculos e séculos de sofrimento, de dor para muitas pessoas e para muitos povos. E isso provocou uma reação inevitável. aquelas pessoas, por exemplo, e pensadores que não concordavam com esse tipo de atitude, tomaram medidas muito duras de revolta, de eh de críticas e e de discussões às vezes muito graves, né, e que acabaram defendendo um racionalismo exacerbado, exagerado, como uma espécie de reação a esse a esse pensamento religioso imposto. Por isso que nós acabamos tendo duas grandes vertentes na humanidade. aquela religiosa de várias vertentes, de várias origens, de várias doutrinas e um pensamento mais racionalista, que em vários casos se tornou materialista e em outros defendeu pensamento ateísta ou agnóstico e que se distanciava do pensamento religioso e do pensamento divino. Essas reações eram naturais, porque ninguém gosta ou admite a importância de que as suas ideias sejam desconsideradas, a imposição da ideia do outro como sendo uma verdade. E essa verdade absoluta, ela não existia propriamente na Terra. Ninguém, nenhum ser humano aqui na Terra poderia ter a pretensão de dizer que as suas ideias eram as únicas que deveriam ser aceitas por todos. E isso gerou muito problema. A chegada da doutrina espírita no século XIX foi uma alternativa extraordinária a essa polarização de ideias de oposição de religiosos, muitos dos quais muito vinculados aos seus dogmas, ao seu dogmatismo, mas também aquela perspectiva de imposição de ideias, até mesmo por estados inteiros. e o pensamento que começou a se mobilizar nos ambientes acadêmicos, filosóficos e científicos da razão sendo uma alternativa à fé. Ou seja, naquele momento se estabeleceu de forma dura uma contraposição entre fé e razão. Os religiosos obtusos defendiam uma fé cega em que nós todos teríamos que aceitar aquele pensamento religioso sem questionar. O pensamento racionalista exagerado, estabelecia que a fé não tinha nenhum significado paraa humanidade, só tinha causado muitos problemas ao longo eh de
ar aquele pensamento religioso sem questionar. O pensamento racionalista exagerado, estabelecia que a fé não tinha nenhum significado paraa humanidade, só tinha causado muitos problemas ao longo eh de tantos séculos e jogava todas as expressões de fé numa única panela, digamos assim, informalmente, desmerecendo qualquer pensamento de natureza religiosa e a negação total de qualquer expressão religiosa de forma materialista e exagerada. Por outro lado, a doutrina espírita veio num momento muito interessante, porque embora tivesse nascido com a preocupação de esclarecimento científico, a doutrina espírita, ela conciliava as três grandes vertentes do pensamento científico, filosófico e religioso. Ela despertava a importância das pessoas se conectarem com a fé, mas não a fé cega, a fé conciliada com a razão. Então, o Espiritismo, desde o seu momento nascente, ele estabeleceu exatamente essa aliança entre a ciência e a religião, a união da fé com a razão como uma alternativa fundamental para que o espírito imortal, ao longo das suas sucessivas reencarnações, das suas experiências, as mais diversas, pudesse realmente crescer. Então, a doutrina espírita, ela de forma muito brilhante, Allan Kardec em todas as suas obras, o livro dos espíritos, o Evangelho Segundo o Espiritismo, no livro dos Médiuns, e o Evangelho Segundo o Espiritismo, no céu e no inferno e na Gênese. entre outras, inclusive na própria revista espírita, nos vários anos em que ela foi publicada, né, de 1858 até 19 1869, ao final com a sua desencarnação eh desse período, né? Em seguida, ela também teve mais alguns números, mas, enfim, durante a a vida de Kardec aqui encarnado, ela foi de 1858 até 1969. muitos escritos tentando justamente expressar essa importância da conciliação da fé com a razão. Então, não caberia a ninguém o direito de impor as suas ideias, de comprometer a fé do outro ou a própria razão do outro com imposição de pensamento. E isso ficou claro desde os primeiros momentos, porque Kardec colocava na sua, no método
de impor as suas ideias, de comprometer a fé do outro ou a própria razão do outro com imposição de pensamento. E isso ficou claro desde os primeiros momentos, porque Kardec colocava na sua, no método que ele utilizava, né, de análise experimental, de espírito de observação, de uso do raciocínio, da descoberta das verdades, né, espirituais. E ele sempre colocava a importância de nós termos essa fé e a razão. Tanto que tem uma frase dele cérebre, né, que diz: "Olha, h, fé inabalável só é aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade." Então, ficava claro que fé e razão tem a sua fundamental importância e não caberia a ninguém essa imposição das suas ideias. Por exemplo, na própria revista espírita de 1861, ele fala assim: "Aqueles que têm a coragem de sua opinião, que estão acima das mesquinhas considerações humanas, diremos o que tem a fazer." Limita-se em falar abertamente do Espiritismo sem afetação, como de uma coisa muito simples, muito natural, sem pregá-la. e sobretudo sem procurar nem forçar as convicções e nem de fazer prosélitos, ou seja, de utilizar um pensamento proselitista. Ou seja, Kardec já em 1857 e posteriormente em 1861, reforma reforça essa ideia de que a doutrina espírita deveria ser sim divulgada, porque o seu papel de esclarecedora, de consoladora e de iluminadora das mentes humanas poderia e deveria chegar a todos os ambientes, mas de forma respeitosa e respeitando também todas as consciências alheias e cada um despertando no seu tempo diante desse conjunto de ideias. E dessa forma, né, vários eh o próprio eh muitos poderiam dizer assim, mas não haveria uma contradição no evangelho? Jesus ao mesmo tempo, ele dizia, né, que nós deveríamos pregar o evangelho a todas as criaturas. E ele dizia também: "Ninguém acende uma candeia para pô-la debaixo do alqueire. Põe-a ao contrário sobre o candeeiro, a fim de que ilumine a todos os que estão na casa". Ou seja, Jesus sim falava que o evangelho deveria ser transmitido a
ma candeia para pô-la debaixo do alqueire. Põe-a ao contrário sobre o candeeiro, a fim de que ilumine a todos os que estão na casa". Ou seja, Jesus sim falava que o evangelho deveria ser transmitido a todos, mas tem uma passagem muito, muito profunda relatada pelo espírito Humberto de Campos no livro Boa Nova, no capítulo 4, em que Humberto de Campos relata um diálogo de Jesus com Zebedeu. Zebedeu, pai, né, dos dos apóstolos, Tiago e João. Um momento assim em que Jesus falava com todos ali, particularmente com com Zebedeu. Zebedeu inspirado com as palavras de Jesus disse assim: "Senhor, Senhor, trabalharemos convosco, pregaremos o vosso evangelho, aumentaremos o número dos vossos seguidores." Ele naquele momento entendia que era muito importante o evangelho ser divulgado para que o número de seguidores de Jesus pudesse aumentar exponencialmente, não com essas palavras, mas de forma muito grande. Ele estava preocupado com a expansão do evangelho para aumentar o número de seguidores de Jesus. E Jesus transmitiu a seguinte mensagem a ele: "Ouve, Zebedeu, nossa causa não é a do número, é a da verdade e do bem". Jesus deixou claro ali naquele seu diálogo que sim, seria fundamental e importante divulgar o evangelho a todas as criaturas que estivessem aptas e com vontade de ser esclarecidas, mas não com uma imposição de ideias e não para violentar as consciências alheias. Porque se fosse assim, nós teríamos que desmerecer todas as as outras importantes e grandes religiões que são respeitadas pela doutrina espírita e que existem no mundo, não só religiões, mas visões filosóficas. Porque senão nós teríamos que admitir que apenas o cristianismo tem importância ou a visão cristã tem importância no mundo. E nós estaremos desmerecendo, por exemplo, o pensamento dos hinduístas que pensam numa outra perspectiva e tem os seus importantes conceitos dos nossos irmãos conectados ao judaísmo, que não reconhecem o Cristo como o Messias. o enviado de Deus para a o consolo da humanidade, mas que tem o
ra perspectiva e tem os seus importantes conceitos dos nossos irmãos conectados ao judaísmo, que não reconhecem o Cristo como o Messias. o enviado de Deus para a o consolo da humanidade, mas que tem o seu papel importante na divulgação do bem paraa humanidade. Então, o Cristo deixou claro ali que a importância não estaria no número de adeptos, no número de pessoas convertidas, e sim na disseminação do bem e da verdade a todas as criaturas que pudessem ter acesso, mas sempre respeitando o direito do outro. de entender o seu momento. Então, como espíritas, não nos cabe violentar o pensamento de ninguém, nem dentro da nossa família, nem na nossa unidade social, comunitária, nem no nosso ambiente de trabalho, porque poderemos sim divulgar o pensamento espírita, mas sempre com respeito à oportunidade que o outro tem de pensar da forma que quiser. Mas a partir do momento que alguém demonstrar interesse e quiser maiores esclarecimentos, poderemos fazer essa contribuição. Sem sombra de dúvida. Tem uma passagem muito interessante a respeito disso do nosso grande escritor, né, e companheiro espírita Herculano Pires, em que ele fala assim: "O espiritismo não é proselitista, não entra na disputa sectária de adeptos das religiões, mas devem os espíritas necessariamente interessar-se pelos que se interessam pela doutrina espírita, ou seja, por aqueles que demonstrarem interesse, cabe-nos auxiliar, orientar, esclarecer, divulgar, difundir o pensamento espírita a todos que realmente manifestarem interesse, né? Esclarecer e orientar sempre é dever do espírita. Não precisamos aumentar forçadamente os nossos grupos. Somos contrários a essa essa esse proselitismo, a forçar o outro a pensar como nós. Sabemos que nem todos podem aceitar os nossos princípios, pelo menos naquele momento. Mas sabemos que a verdade deve ser sempre colocada ao alcance de todos. Por isso, né, que eh dentre outros aspectos importantes, o nosso movimento espírita defende a ideia de nós nos unirmos na divulgação, na
mos que a verdade deve ser sempre colocada ao alcance de todos. Por isso, né, que eh dentre outros aspectos importantes, o nosso movimento espírita defende a ideia de nós nos unirmos na divulgação, na difusão da doutrina espírita em função de vários vários princípios, vários princípios. Um deles, inclusive ficou muito consolidado no plano de trabalho do movimento espírita brasileiro, que foi um documento elaborado pelo Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. O Conselho Federativo Nacional é formado pela união de todas as federações espíritas do nosso país. Nós temos aqui no estado de Goiás a nossa FEGO, né, nossa Federação Espírita do Estado de Goiás. E em cada uma das unidades, das 27 unidades da federação, tem uma federação lá, uma unidade federativa. E elas se reúnem quatro vezes por ano para analisar o pensamento espírita no nosso país, representando todos os estados que, por sua vez tem os vários centros espíritas integrados e participando desse processo. E esse documento desse plano de trabalho tem pelo menos 11 diretrizes. E a primeira dessas diretrizes está relacionada justamente com a difusão da doutrina espírita. E o objetivo dessa dessa diretriz, desse documento, é difundir a doutrina espírita por meio do estudo, divulgação e prática, colocando-a a alcance e a serviço de todas as pessoas, sem distinção de qualquer natureza, tendo como referencial as obras da codificação espírita e as de autores e de coautores. E além disso, para finalizar, queridas irmãs e queridos irmãos, esse documento se baseia numa uma frase, num período muito importante colocado por Allan Kardec no livro dos espíritos, lá na parte dos prolegômenos e que fala sim esse documento. O processo de unificação do movimento espírita tem por finalidade promover e realizar o estudo, a difusão e a prática do espiritismo, colocando-o ao alcance e a serviço de todos os seres humanos, de modo a cumprir a sua missão, que é, aí vem a passagem mencionada, a citação de Kardec, que é qual que é a missão da
ica do espiritismo, colocando-o ao alcance e a serviço de todos os seres humanos, de modo a cumprir a sua missão, que é, aí vem a passagem mencionada, a citação de Kardec, que é qual que é a missão da doutrina espírita? instruir e esclarecer a humanidade, os seres humanos, os homens, né, abrindo uma nova era para a regeneração da humanidade com respeito, com atenção a todos aqueles que forem os nossos semelhantes envolvidos no processo, nunca com imposição, mas entendendo que a doutrina espírita, na sua função esclarecedora, consoladora e iluminadora As consciências, sem sombra de dúvida, tem muito a contribuir com a humanidade e não nos cabe desrespeitar, né, o pensamento de todos aqueles que nós encontramos na jornada. Essa visão consoladora do Espiritismo já era colocada por Jesus lá no Evangelho, nas anotações do evangelista João, João evangelista, né, quando ele ele dizia de forma assim muito muito clara para nós, né, Jesus dizia: "Olha, se me amais, guardais os meus mandamentos e eu rogarei ao meu pai e ele vos enviará outro consolador, a fim de que fique eternamente convosco o espírito de verdade que o mundo não pode receber porque não o vê e absolutamente não o conhece. Mas quanto a vós, conhecê-lo eis, porque ficará convosco e estará em vós. Porém, o consolador, que é o Santo Espírito que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que eu vos tenho dito. Então, a doutrina espírita como o consolador prometido por Jesus veio com esse objetivo de nos auxiliar a entender a mensagem do Mestre Jesus, de melhorar a nossa condição espiritual ao longo dessas muitas experiências que nós temos e, sem sombra de dúvida, ampliar a perspectiva da humanidade ser a nossa grande família, mas sempre numa perspectiva de amor e de respeito a todas as criaturas que pensarem iguais ou diferentes de nós, que optarem pela doutrina espírita ou por qualquer outra forma de pensamento, mas sempre colocando aqui o que o mestre diz, né, que eh que o o Allan Kardec, o
que pensarem iguais ou diferentes de nós, que optarem pela doutrina espírita ou por qualquer outra forma de pensamento, mas sempre colocando aqui o que o mestre diz, né, que eh que o o Allan Kardec, o professor Allan Kardecou claro para nós. Conhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega, né, que faz para conter as suas inclinações negativas, as suas más inclinações. Então, como Cristo disse, seremos conhecidos, né, como cristãos, como seguidores do evangelho, por muitos nos amarmos. Então, esse é o papel fundamental da doutrina espírita. e convocamos todos os irmãos, todos aqueles que realmente eh adotam a visão espírita, a respeitar, né, a divulgar sim com todas as forças o o conhecimento que nós abraçamos, mas sempre respeitando a todos aqueles que encontrarmos pelo caminho. Muito obrigado, os irmãos, nós queríamos agradecer, minhas irmãs, né? Claro, agradecer o nosso irmão Cadu por esse importante relato, né? Para vocês que estão chegando no espiritismo, é importante a gente entender isso, que o espiritismo não é uma religião que vem fracionar, dividir, pelo contrário, nós estamos aqui para somar. E Jesus nos deixou uma frase que eu acho que nós ainda não entendemos a grandeza dela, que é: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Então essa verdade ela foi ensinada desde sempre, como nosso irmão Cadu bem colocou, desde o tempo de Moisés, Deus vem trazendo para nós paulatinamente essa verdade à medida da nossa possibilidade de compreensão. Então, se nós tivemos a lei com Moisés, tivemos o amor com Jesus e agora o cumprimento daquilo que Jesus tinha deixado para nós, que nos enviaria o consolador prometido, que nos explicaria todas as coisas e nos anunciaria coisas futuras. Então, o espiritismo faz parte destas revelações, dessa grande verdade que é uma só, mas que nós precisamos entender que nem todos os nossos irmãos estão ainda em condições de compreendê-la na sua inteireza. Então, por isso, o respeito profundo a todos os nossos irmãos e o
e é uma só, mas que nós precisamos entender que nem todos os nossos irmãos estão ainda em condições de compreendê-la na sua inteireza. Então, por isso, o respeito profundo a todos os nossos irmãos e o desejo que nós ficamos de que todos possam conhecer o Espiritismo, porque o Espiritismo, eu costumo falar, Cadu, eh, não é uma religião, assim como o cristianismo não é uma religião. Fizeram dela uma religião, assim como os 10 mandamentos não é uma religião, é um conhecimento. É um conhecimento que veio do alto. Então esse conhecimento, como em Moisés não foi só pro povo hebreu, como Jesus não foi só pro povo judeu, o espiritismo não é salva espíritas, então é um conhecimento que nos liberta. Então, por isso, nós devemos realmente divulgá-lo, né, dentro das nossas possibilidades e com todo respeito aos nossos irmãos, porque é uma só verdade que Paulatinamente, né, o Cristo vem trazendo até nós. Então, vamos nos aproveitar dessa dessa bção da gente já poder conhecer essa verdade que nos liberta, né? Não que nós a conhecemos na integralidade, mas aquilo que já conhecemos já nos permite não errar tanto mais, né? Então vamos focar nossas vidas para que a gente realmente tenha uma vida de muito êxito e assim entendermos melhor as palavras do Cristo. Então nós vamos passar paraa nossa fase final, nossa prece. Felipe de Pazilda fazer a prece para nós. Nós agradecemos desde já a todos que estiveram conosco na noite de hoje, desejando uma ótima noite para vocês. E o nosso L Jesus tá aqui sempre aos domingos 18 horas e às quintas 19:30 para recebê-los com muito amor, muito carinho. Muito obrigado mais uma vez, Cadu. Palavra a nossa irmã Zilda. >> Mestre Jesus. Continue conosco nesta noite, após ouvir um assunto tão esclarecedor, que pensemos nisto, que este seja mais um motivo de orientação nas nossas vidas, que consigamos, através do esclarecimento, boas decisões para os nossos dias que virão. E que isso nos ajude também a conviver com muita fé, com muita esperança perante todos aqueles que
nossas vidas, que consigamos, através do esclarecimento, boas decisões para os nossos dias que virão. E que isso nos ajude também a conviver com muita fé, com muita esperança perante todos aqueles que fazem parte da nossa vida. Cristo continue conosco agora e sempre. Que assim seja. Boa noite a todos e chamo os médiuns para o passe, né? Nós temos agora o momento do passe. Quem quiser tomar o passe, por favor, só aguardar. Prezadas irmãs, prezados irmãos, iniciamos agora o passe e o tratamento. Vamos acalmar nossas mentes, encher nossos corações de vibrações amorosas, elevando nosso pensamento a Jesus, nosso mestre de amor. Sinta a sua presença irradiando luz, amor, paz e a cura que tanto necessitamos. Jesus amado, neste momento rogamos a tua proteção, a tua misericórdia e as tuas bênçãos a todos que dela necessitam. Os sofridos e abandonados, os desesperados, os aflitos, os doentes que estão nos hospitais ou em casa, os profissionais de saúde que se dedicam dia outurnamente ao cuidado dos pacientes e a todos os que estão nas listas de tratamento das casas espíritas. aos lares e famílias que sofrem com a partida de seus familiares e aos que partem, rogamos proteção, amparo e tratamento pro mundo espiritual para que possa entender a sua atual condição. Que as energias curadoras de Jesus e seus auxiliares cheguem a cada um, envolvendo em paz, acalentando, trazendo o alívio, a cura. Pedimos agora a fluidificação das águas apresentadas, que cada molécula seja portadora das benéces benfazas que possam contribuir para o restabelecimento e equilíbrio de que tanto precisamos. Façamos a nossa prece íntima. Assim, envolvidos nessas boas vibrações, fortalecidos na fé, pedimos ainda bênção para a humanidade, para que cada dia Jesus esteja nos corações de todos, trazendo amor, esperança e paz. Encerramos nossos trabalhos dessa noite com imensa gratidão. Obrigada, Pai.
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