O duelo

TV Goiás Espírita 18/07/2025 (há 8 meses) 1:00:57 5 visualizações

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Transcrição

esse tempo para perder. E quem quer saber? A vida é tão rara, tão rara, mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, até quando o corpo pede um pouco mais de alma, eu sei, a vida não para. A vida não para não. A vida é tão rara. เฮ Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me sonda, me conta do rei que espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz, teu falar me encantou que segui caminhar e saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor sereno. Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço meu pranto as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz deu falar me encantou. Que seguir, caminhar. Quis saber para onde vou. Eis-me aqui minha dor sereno. Pai, Deus protetor, aqui me ponho aos seus pés para lhe falar, pai. Ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei Toda a minha devoção, a doutrina da consolação. Pai, meu criador, bênção maior, tesouro igual nesse lugar não há, pai. Ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda a minha Minha devoção, a doutrina do meu coração. เฮ V Maria, gracia plena dó dos tempos bem Bened frutos ventres Santa Maria. Santa Maria or pronobis noises pecator. a mortes nostre Amen. Mabou. Naquela tarde azul, eu pude te sentir no monte Galileu. Teu chamado eu compreendi. Então meu coração de esperanças palpitou e uma alegria imensa me invadiu, me levantou. Cristo, estou aqui tão pequeninho a te seguir. Tomo a minha luz. Eu sou fermento do evangelho de Jesus.

mpreendi. Então meu coração de esperanças palpitou e uma alegria imensa me invadiu, me levantou. Cristo, estou aqui tão pequeninho a te seguir. Tomo a minha luz. Eu sou fermento do evangelho de Jesus. Cristo, estou aqui tão pequenininho, a te seguir. Tomo a minha luz. Eu sou fermento do evangelho de Jesus. Boa noite, som boa. Boa noite, queridos irmãos. Que a paz de Jesus esteja conosco. Eu queria que vocês vibrasse com o coração e com a alma pro Nei, que nos encanta tanto com as músicas. E hoje foi um dia puxado para ele e ele veio do trabalho e tá aqui conosco nesse momento e a gente fica emocionado, viu, Nei? Obrigada, meus irmãos. Eh, nós estamos em mês de férias, né? Estamos aí com público reduzido, mas nosso público desencarnado a gente sabe que é bem grande. Os necessitados que nós trazemos no nosso coração também é de número muito grande. Então vamos buscar essa conexão espiritual, rogando a Jesus que esteja presente conosco, que nos envolva, que ele sabe que cada um de nós é divulgador da sua mensagem consoladora. Cada um de nós tem um conselho amigo, tem uma prece a fazer, tem um acolhimento. Então, nós somos aqui os discípulos de Jesus. Sobre a nossa casa. Os avisos que a gente tem para esse momento, eles estão aqui nos slides. A gente já tá divulgando o retorno das atividades, dos estudos a partir de da primeira semana de agosto. Então, todos os informes nossos estão aqui. Além do que também a gente tem tudo publicado nas redes sociais. Tem alguém que está vindo da nossa casa pela primeira vez? já são conhecidos, mas vamos todos ser bem-vindos a esse momento que nós separamos para estudar e meditar no evangelho de Jesus, que é tão importante na nossa vida. Nós cumprimentamos os nossos irmãos que nos acompanham pela internet, rogando a Jesus a presença em todos os lares, apaziguando os corações, que nós possamos vibrar pela nossa pátria do evangelho, pelo nosso planeta, pela pacificação das lideranças das nações. Então, que todos nós possamos ser esses

todos os lares, apaziguando os corações, que nós possamos vibrar pela nossa pátria do evangelho, pelo nosso planeta, pela pacificação das lideranças das nações. Então, que todos nós possamos ser esses trabalhadores de Jesus. O nosso sorteio de hoje vai ser o livro O Evangelho Segundo Espiritismo, para lembrar que nós estamos estudando o capítulo 12, amar a eh amar os nossos inimigos, né? O título do capítulo. Hoje o sorteio, o primeiro número, número 16 está com você. Ah, eu esqueci de trazer a pomadinha, mas a gente te entrega no final, tá bom? Pumadinha do vovô Pedro. Boa leitura para você. Então, meus irmãos, vamos buscar aqui uma leitura para que a gente possa harmonizar os nossos pensamentos, cultivar, né, o pensamento aqui no presente. E eu vou ler um texto do livro Vinha de Luz, que é psicografado por Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emanuel. O título é Em nossa luta. Ele faz uma referência a um versículo da segunda epístola de Paulo aos Coríntios, no capítulo 13. Segundo o poder que o Senhor me deu para edificação e não para destruição. Paulo, em nossa luta diária, tenhamos suficiente cuidado no uso dos poderes que nos foram emprestados pelo Senhor. A ideia da destruição assalta-nos a mente em ocasiões incontáveis, associações de forças menos esclarecedoras no bem e na verdade. Somos tentados a movimentar processos de aniquilamento. Companheiros menos desejáveis nos trabalhos de cada dia. Intentamos abandoná-los de vez. cooperadores endurecidos, deixá-los ao desamparo. Manifestações apaixonadas em desacordo com os imperativos da prudência evangélica. Nossos ímpetos iniciais resumem-se a propósito propósito de sufocação violenta, algo que nos contraria as ideias e os programas pessoais. Nossa intolerância cristalizada reclama destruição. Entretanto, qual a finalidade dos poderes que repousam em nossas mãos em nome do divino doador? Responde-nos Paulo de Tarso com muita propriedade, esclarecendo-nos que recebeu faculdades do Senhor para edificar e não para

nalidade dos poderes que repousam em nossas mãos em nome do divino doador? Responde-nos Paulo de Tarso com muita propriedade, esclarecendo-nos que recebeu faculdades do Senhor para edificar e não para destruir. Não estamos na obra do mundo para aniquilar o que é imperfeito, mas para completar o que se encontra inacabado. Revolvendo, renovemo-nos para o bem, transformemos para a luz. O Supremo Pai não nos concede poderes para disseminarmos a morte. Nossa missão é de amor infatigável para a vida abundante. Então, com essa lição inspiradora, nós vamos unir os nossos pensamentos em oração, rogando a presença de Jesus entre nós, pedindo que ele nos envolva com as bênçãos do amor, da compaixão, da fraternidade, derramando sobre nós as bênçãos que aqui viemos buscar, que são tão necessárias para que nós sigamos essa nossa jornada. de aprendizado nesse caminho de porta estreita que ele nos explicou a finalidade. Obrigado, Jesus por esses recursos que nós temos recebidos na nossa vida. Pedimos, Senhor, que essas bênçãos aqui derramadas sobre nós se estendam aos nossos lares, envolvendo os nossos familiares, envolvendo essas pessoas queridas a quem o Senhor colocou no nosso caminho para que seja possível também, Senhor, que nós saiamos dessa experiência encarnatória um pouco melhor, que possamos acertar as nossas diferenças, que possamos burilar os nossos entendimentos, os nossos ímpetos e que nós possamos, Senhor, distribuir todos os dons divinos que o Senhor tem nos contemplado. Que a tua doce e sublime paz esteja conosco, envolva o nosso palestrante da noite e que nós possamos, Senhor, absorver os teus ensinamentos e durante a semana exercitarmos a aplicação de cada um deles. Que a tua paz esteja conosco, mestre. Que assim seja. Meus irmãos. O nosso palestrante da noite é muito querido, nosso, já esteve aqui conosco várias vezes trazendo lições memoráveis. E hoje ele vai falar para nós, ainda nesse capítulo 12, amai os vossos inimigos no item O duelo. William, seja bem-vinda.

uerido, nosso, já esteve aqui conosco várias vezes trazendo lições memoráveis. E hoje ele vai falar para nós, ainda nesse capítulo 12, amai os vossos inimigos no item O duelo. William, seja bem-vinda. Boa noite a todos. Boa noite a todas, aos amigos internautas. Boa noite. Eis aqui um homem pecador que ousa falar o nome de Jesus. Agradeço a casa pelo convite, pela oportunidade de trabalho e o tema, como foi dito pela Sônia, é o capítulo 12 itens de 11 a 16, o duelo. Só é verdadeiramente grande aquele que não deixa que seus passos se desviem do caminho reto. só é verdadeiramente grande aquele que não deixa que seus passos se desviem do caminho reto. Essa é uma das primeiras frases que se apresenta no capítulo, no item 11. Então, o espírito já abre, eu não me lembro o nome do espírito que que transcreve essa mensagem, eh, mas no capítulo 11, primeira frase é essa: Sou é verdadeiramente grande aquele que não deixa que seus passos se desviem do caminho reto. O que vão pensar de mim? Essa é a grande pergunta que às vezes a gente se faz e essa pergunta acaba norteando os nossos as nossas decisões. O que que vão pensar de mim? essa vergonha, esse orgulho que a gente tem social que às vezes faz com que a gente toma algumas atitudes. Antigamente tinha a frase que a honra lava-se com sangue. Eh, hoje pelo menos não vejo mais com tanta frequência, mas antes era muito comum essa frase. que quando a gente fala do duelo, é essa exatamente a a frase, o sentimento que vai definir o o duelo. O que que vão pensar de mim caso eu não responda à altura uma ofensa que me fizeram? O que vão pensar de mim se eu não retrucar, se eu não responder, se eu não ferir quem me feriu? Isso é muito olho por olho, dente por dente. Então a gente volta, o duelo é como se nós voltássemos lá 2000 anos atrás. É este o princípio. E muit das vezes nós ficamos com nós tomamos decisões baseados nisso. O que que vão pensar de mim? E Luther King, ele tem uma frase que eu acho bem interessante, que ele fala assim, ó: "A escuridão não pode expulsar

s nós ficamos com nós tomamos decisões baseados nisso. O que que vão pensar de mim? E Luther King, ele tem uma frase que eu acho bem interessante, que ele fala assim, ó: "A escuridão não pode expulsar a escuridão. Apenas a luz pode fazer isso. O ódio não pode expulsar o ódio. Só o amor pode fazer isso. Então, se eu tenho escuridão e eu lanço mais escuridão, eu vou ter um breu maior. Se eu tenho mal e para combater aquele mal eu lanço um mal maior, o mal será imenso. Então, o único remédio e e o Emânuel fala isso, que o bem é o único dissolvente do mal. Então, se eu quero dissolver o mal que me atinge, a gente tem que responder com bem. Ah, William, é difícil. O que que vão pensar de mim se eu não responder à altura? O bem é o único dissolvente do mal. Mas ainda falando desse do duelo tradicional, no duelo ele há um assassinato ou um suicídio. Porque vocês já viram que ninguém ofende outra pessoa mais forte, geralmente ofende alguém que eu considero mais fraco, né? E no duelo, a pessoa, a mais forte, ela sabendo que ela vai matar o outro, ela sabe que isso é um assassinato. E a pessoa, sabendo que é mais fraca, ao aceitar o desafio, isso é um suicídio, né? Ou um assassinato ou um suicídio. Não tem outra outra situação. E aí e e uma um argumento do evangelho é que isso é inútil. Por quê? Porque se morre o ofensor, as palavras desse ofensor não vão morrer. A ofensa vai continuar. Agora, se morre o ofendido, não adiantou também, porque não houve a reparação da ofensa. Então, para que que serve o duelo? Aquele duelo tradicional. Eh, e o evangelho ele lembra de uma de uma situação que é bem interessante assim, ele mostra como a gente já evoluiu e ele fala que vai chegar uma hora em algum momento da Terra em que o duelo vai ser simplesmente uma lembrança longínqua nos livros de história. Ele lembra que antes as pessoas duelavam no meio de todo mundo. Alguém me ofendia, eu ficava enfurecido com aquilo e eu desafiava o outro, o outro aceitava e todo mundo abria espaço para nós dois duelarmos.

mbra que antes as pessoas duelavam no meio de todo mundo. Alguém me ofendia, eu ficava enfurecido com aquilo e eu desafiava o outro, o outro aceitava e todo mundo abria espaço para nós dois duelarmos. E quem morresse morreu, era só mais um. Hoje, e é curioso isso, hoje quando nós passamos na rua e vemos um acidente, por exemplo, fatal, o nosso coração dói, não dói? quer dizer que a gente evoluiu. Hoje a gente entende que aquela pessoa que faleceu é um pai de família, ele é um filho, ele é uma mãe, é uma filha e a gente se coloca no lugar daquela pessoa. É um exercício de empatia que nós fazemos hoje, que antes não se tinha, era normal alguém morrer por aí. Hoje o nosso coração já dói. Isso é um bom sinal. É um bom sinal. Um sinal que a humanidade está evoluindo. Então, o que vão pensar de mim baseia outra frase do Evangelho. Salva a honra diante dos homens, mas perde-a diante de Deus. Então, eu me preocupo muito mais em salvar a minha honra diante das pessoas do que em salvar a minha honra diante de Deus. E aí eu tomo decisões em nome da honra. Há alguns anos atrás, talvez aconteça em algum lugar hoje, pais expulsavam de casa filhas adolescentes que engravidavam, porque era uma vergonha social eu ter na minha casa uma filha jovem grávida, né? Então, em nome da honra social, eu abandono a minha filha e eu esqueço que eu tenho que Deus vai me perguntar: "O que fizeste dos seus filhos?" E eu vou ter que falar para Deus, eu abandonei, eu expulsei da minha casa, né? Então, em nome da honra, do nosso orgulho, honra, diga-se orgulho, a gente toma decisões ruins. Mas onde que inicia o duelo? Ele inicia no ofensor ou no ofendido? Onde inicia o duelo? É na semente que é jogada na terra ou na terra que absorve essa semente. Lá na no na parábola do semeador, as sementes são boas. É Jesus o semeador. Mas existe quem semeia sementes más, tá? Existe quem semeia sementes más. E existem terras que essas sementes más elas não nascem, mas existem corações que a partir do momento que a semente má

meador. Mas existe quem semeia sementes más, tá? Existe quem semeia sementes más. E existem terras que essas sementes más elas não nascem, mas existem corações que a partir do momento que a semente má cai no meu coração, ela brota com uma facilidade, com uma força e ela dá frutos. O mal dá fruto em alguns corações. Então, quando essa semente cai no meu coração, como que está o meu coração para absorver, para acolher essa semente maldosa que foi jogada? Então, a responsabilidade não é do outro. Eu não consigo controlar o outro. Eu não consigo controlar as ofensas que o outro me faça me fale, mas eu controlo a minha reação a essas ofensas. Então a responsabilidade é do ofendido. Infelizmente, a responsabilidade de aumentar ou não essa ofensa é do ofendido. Sou eu que vou dar abrigo para essa semente do mal. para essa semente da ofensa no meu coração. E eu brinco muito em consultório, brinco não, eu falo verdade, né? É sério isso. Como é que os casais conversam? Eu já falei isso aqui, eu acho. Eles falam assim: "Ah, você falou aquilo para mim naquele dia e eu fiquei extremamente chateado, chateada com você". Que que a outra pessoa responde? Ah, mas eu falei aquilo para você aquele dia porque você o ano passado falou aquilo, aquilo, aquilo para mim. Aí eu respondo, né? Mas eu falei lá aquilo o ano passado, porque você há 5 anos atrás falou aquilo, aquilo para mim. E o outro responde: "Ah, mas eu fiz 5 anos atrás porque você há 20 anos atrás". o outro. Ah, mas é porque você fez há 87 anos atrás e vai escalando isso e de repente as pessoas ficam os casais ficam numa briga que começou por causa de um, sei lá, um creme dental espremido no lugar errado, um papel higiênico para cima ou para baixo. Isso escala de uma forma e isso isso é tão real que não é incomum a gente ver no jornal o vizinho matou vizinho por causa de uma briga de garagem, fulano matou fulano por causa de R$ 20. Por quê? Porque foi um jogo de sementes maldosas em que elas foram sendo acolhidas nos corações alheios.

izinho matou vizinho por causa de uma briga de garagem, fulano matou fulano por causa de R$ 20. Por quê? Porque foi um jogo de sementes maldosas em que elas foram sendo acolhidas nos corações alheios. E isso vai crescendo e a gente vai duelando com a outra pessoa até o fim às vezes ser trágico. Então, e existe uma diferença muito grande, gente, entre bonito e me sentir bonito. Existe uma diferença muito grande entre eu ser inteligente e me sentir inteligente. Existe uma diferença muito grande entre eu ser amado, mas eu me sentir amado. A pessoa fala: "Mas eu te amo, tá? Mas eu eu não sinto o seu amor." E pras coisas ruins também acontece. Existe uma diferença muito grande entre eu ser humilhado e eu me sentir humilhado. Tem gente que quer me humilhar, mas eu nem percebo que aquilo era uma humilhação, porque eu não percebi. Ao contrário, tem gente que fala coisas sem nenhuma intenção, mas isso me ofende profundamente. Existe uma distância entre eu ser humilhado e eu me sentir humilhado. Jesus foi humilhado, foi. Ele se sentiu humilhado, não? Eh, quando a gente fala sobre a questão de de dessa dessa semente cair em nosso coração, eu acho que eu já falei disso aqui também, mas eu vou repetir porque é um conceito importante. A gente usa a nossa máscara emocional. como que é a nossa máscara emocional. Vou contar uma historinha. Eu trabalhei na época da Covid-19. Eu trabalhei no hospital de da Covid aqui em Goiânia. Então trabalhei 1 ano e 3 meses lá. Na época do furacão, eu tava lá no meio com outras pessoas trabalhando na linha de frente. E nós tínhamos um paciente lá, vou contar rapidinho porque eu já contei essa história aqui, ele dava muito trabalho. Era um paciente que ele queria atendimento cinco estrelas, todo mundo morrendo no hospital e ele queria atendimento de cinco estrelas. E tinha uma uma médica que um dia eu tava andando no corredor, a a médica vindo e nós viramos no mesmo corredor e ela: "Oi, William, vem, vem". E ela falou para mim: "Will, tô indo lá visitar aquele paciente. Nossa, se eu

a que um dia eu tava andando no corredor, a a médica vindo e nós viramos no mesmo corredor e ela: "Oi, William, vem, vem". E ela falou para mim: "Will, tô indo lá visitar aquele paciente. Nossa, se eu pudesse eu dava alto para esse paciente hoje. Eu não tô aguentando aquele paciente mais." Ninguém aguentava esse paciente. E eu falei para ela, "Doutora, por que que a gente usa máscara?" Na época todo mundo usava as máscaras, né? Ela falou: "Ah, eu para eu não pegar COVID". É verdade. Mas na verdade são dois motivos. O primeiro para eu não pegar a sua COVID é sua, cuida dela. O segundo motivo é para eu não passar a a COVID que possivelmente eu tenha para você. É minha, deixa que eu cuido. Emocionalmente, doutor, é a mesma coisa. A gente usa a nossa máscara emocional porque os seus problemas emocionais são seus. Resolve. Ao mesmo tempo, eu tenho os meus problemas emocionais. Deixa que eu resolvo. E aí a gente a gente consegue entender que eu preciso me distanciar da doença emocional do outro. William, como imagine vocês que uma criança de 2 anos dá um tapa na cara de vocês. Vocês vão falar para ela assim: "Levanta sua criança, lute como homem, vai fazer isso?" Não. Por quê? Resposta óbvia, é uma criança. Se um doente na UTI lá te dá um tapa na cara, você vai falar: "Levante desse leito, tira o soro, lute como homem". Vai fazer isso? Não. Resposta óbvia, tá doente. Então, quando alguém nos ofende, a gente usa a nossa máscara emocional pensando, eu não falo porque é ofensivo, tá? Eu reconheço no outro que ele ou é uma criança ou ele tá doente. Eu reconheço, eu faço o exercício empático, gente, porque não é normal alguém me ofender. Ou essa isso é real. Ou a pessoa tá doente, ou ela é infantil, não tem outra explicação. E eu vou bater numa criança, eu vou discutir com um doente, não vou. E eu consigo me distanciar. da doença emocional do outro. Isso é muito importante. Eu consigo me distanciar. E Jesus fez isso na cruz. Que que ele fala? Pai, perdoe porque são crianças, não sabem o que que estão

o me distanciar. da doença emocional do outro. Isso é muito importante. Eu consigo me distanciar. E Jesus fez isso na cruz. Que que ele fala? Pai, perdoe porque são crianças, não sabem o que que estão fazendo. Adulto sabe o que que tá fazendo, criança não sabe. Só é verdadeiramente grande aquele que não deixa que seus passos se desviem do caminho reto. Há mais honra em oferecer a outra face. Qual a outra face? Pode ser a face mesmo ou pode ser a face da moeda, o contrário. Qual é a outra face do ódio? O amor. Há mais honra em oferecer a face do amor do que em retrucar com a mesma moeda, a moeda do ódio. É muito mais honroso eu devolver o mal com o bem, porque eu garanto a minha a minha honra limpa junto a Jesus, a Deus, do que eu devolver com mal. Porque eu só tô preocupado com os homens. Eu me infecto com a doença das outras pessoas. E o próprio Cristo falou isso, né? Quando Pedro vai defendê-lo e Pedro tira a espada do guarda, né? Fere a orelha do guarda e Jesus fala: "Pedro, para sua espada". O que que Jesus estava falando com isso? Não ao duelo. Não retruque o mal com o mal. duelo não. E e Em Emanuel ele fala, né, que no terceiro dia Jesus ressuscitou e ele não cobrou nada de ninguém, né, Pedro, Judas traiu e ele não foi lá tirar satisfação de Judas. Tiago, João, Pedro dormiram lá na hora da sua agonia e ele não falou nada sobre isso. Não falou com os romanos, não cobrou nada de ninguém. Por quê? A todo mal devolvo o bem. Isso é Jesus. Mas quais são os duelos de hoje? Os duelos de hoje, a gente já falou alguns, são os duelos verbais, por exemplo, onde as pessoas ficam na época de política. Então isso é terrível, né? Famílias se separaram ou se distanciaram por causa da política há alguns anos atrás. E e eu quero impor a minha verdade. Eu não tô preocupado com a sua verdade. Eu quero te convencer minha, que a minha religião é melhor, que o meu time de futebol é melhor, que o meu político é melhor. Não interessa a sua opinião. Eu quero impor a minha sobre você. Eu quero matar

quero te convencer minha, que a minha religião é melhor, que o meu time de futebol é melhor, que o meu político é melhor. Não interessa a sua opinião. Eu quero impor a minha sobre você. Eu quero matar a sua opinião sobre o que você pensa, sobre a sua religião, sobre a sua político, sobre o seu time de futebol. E as pessoas ficam escalando as suas discussões. Ah, os duelos mentais, às vezes eu não falo, às vezes eu não xingo, às vezes eu não brigo, mas eu fico aqui, né, falando: "Ah, mas aquela pessoa vai ver quando eu encontrar com ela". Se eu tivesse falado aquilo da próxima vez eu a gente fica e a gente não dorme direito, não vive direito, porque a mente tá ligada obsessivamente a outra pessoa, né? Mas eu queria chamar atenção no dia de hoje, eu acho que é o nosso objetivo maior, pra gente chamar atenção pros duelos internos. Eu queria chamar atenção para vocês nisso. Qual que é a diferença de duelo e conflito? Toda relação, ela vai ter conflito. O conflito, ele faz parte da relação. Isso é em qualquer nível de relação vai ter o conflito. Aqui tem conflito. Pinta a parede de azul ou de branco. Vai ter gente que vai querer azul, vai ter gente que vai querer branco. Natural, né? discutem ali, ah, resolveu, é branco, não resolveu, é azul, tudo certo. Então, o conflito ele ele sugere crescimento, ele sugere desenvolvimento, ele sugere evolução. O duelo, ele sugere aniquilação, matar a opinião do outro, matar o outro necessariamente, matar a identidade da outra pessoa. E essa é a diferença. O conflito, ele é positivo. O duelo é sempre negativo. Então, no meu conflito interno, eh, às vezes a gente quer matar a nossa parte ruim e nem sempre é possível a gente matar a nossa parte ruim. E às vezes a gente tem algumas características nossas. Eh, por exemplo, as pessoas maldizem muita ansiedade. Gente, a ansiedade é muito boa. A ansiedade ela é necessária. Vou dar um exemplo para vocês. Qual é o conceito de ansiedade? é um futuro ruim que o meu cérebro percebe e ele traz para agora

ansiedade. Gente, a ansiedade é muito boa. A ansiedade ela é necessária. Vou dar um exemplo para vocês. Qual é o conceito de ansiedade? é um futuro ruim que o meu cérebro percebe e ele traz para agora como se fosse presente e me prepara para eu enfrentar esse problema no futuro. Então, imagine vocês que eu estou atravessando uma rua, o meu cérebro percebe que tem um carro vindo a uma velocidade X e eu estou indo na velocidade Y. Ele entende que no ponto X futuro eu vou morrer. Que que ele faz? Ele pega essa morte, antecipa ela e me eu ganho energia, corro, o carro passa e eu não morro. A ansiedade é ruim? Não, a gente só tá vivo graças a ela. O problema é o excesso de ansiedade. Aí é ruim excesso de ansiedade. Ah, e Joana de Angeles fala no livro Plenitude, ela traz um conceito do Buda sobre eh Buda fala que o caminho da felicidade é o caminho do meio. Então, em tudo na vida, gente, caminho do meio, exceto o amor. amor a gente pode abusar, mas o restante caminho do meio, OK? Só que às vezes a gente quer matar os nossos nossos nossas características. E aí eu lembro daquele daquela parábola de Jesus que vocês vão lembrar em que um fazendeiro ele faz uma colheita extraordinária que ele não esperava colher daquele tanto. E aí ele pensando, o que que eu faço com esse tanto de coisa que eu colhi? Ele fala: "Já sei, vou derrubar os meus celeiros, vou construir maiores e vou falar paraa minha alma: "Durme em paz, porque agora você tá tranquilo". E Deus responde: "Insato, hoje mesmo vão levar a sua alma". Lembra disso? Qual que é a solução que ele pensa em derrubar os celeiros existentes? Gente, não dá para derrubar. Eu preciso transformar. Por isso que o Espiritismo fala tanto de reforma íntima. O espiritismo não fala de demolição íntima, é reforma. E a gente sabe que reformar dentro da de casa é difícil, não é poeira, bagunça, não é assim. E com a gente é assim. Pra nossa evolução íntima, não adianta eu querer matar de um dia pro outro as minhas más tendências. É transformação,

o da de casa é difícil, não é poeira, bagunça, não é assim. E com a gente é assim. Pra nossa evolução íntima, não adianta eu querer matar de um dia pro outro as minhas más tendências. É transformação, é reforma, é pegar o que não está bom, é aquele celeiro que está pequeno e eu ir ampliando ele para caber mais virtudes. O espiritismo não fala de demolição interna, de demolição íntima. É reforma. É a partir dos pilares que já estão construídos em mim, a partir dos pilares de todas as experiências milenárias que eu já venho. A partir de tudo isso, transformar, reconstruir um homem novo, a mulher nova, uma pessoa direcionada com foco no caminho reto. Só que às vezes a gente mata a parte boa em nome da honra. Ao invés de a gente dar atenção à caridade, a gente valoriza mais o nosso amor próprio, que o evangelho fala do estúpido amor próprio. Ao invés de a gente cultivar o amor, a gente cultiva a nossa tola vaidade. O amor é honrar a Deus. A vaidade é honrar os homens da terra. Ao invés da gente cultivar a humildade, a gente mata a humildade e a gente deixa que cresça a semente do louco orgulho. E o que vão falar de mim, gente? O que vão falar de mim tá muito mais ligado ao que a outra pessoa é, pensa do que eu próprio, né? Vocês acharam que eu não ia falar da minha careca hoje? Toda vez eu falo, né? Hoje vou falar. Vocês acharam que eu não ia falar, eu vou falar da minha careca. Então pensa em vocês. Eu com a minha careca, uma pessoa com muito cabelo, ela vai falar o que de mim? Vai curtir comigo? Falar: "Oh, seu, né? vai inventar um monte de nome, xingar, curtir, sorrir, zombar. Uma pessoa que não tem nada de cabelo vai falar, vai invejar o pouco cabelo que eu tenho. Não é sobre o meu cabelo, é sobre a realidade de cada um, entendem? Então, não adianta, qualquer coisa que eu fizer, haverão pessoas boas que vão falar: "William, é isso, vai lá, segue". E pessoas ruins que vão falar: "Willam, larga de ser bobo, larga de ser idiota. Não é sobre mim, os meus cabelos continuam do mesmo jeito. É o olhar da

que vão falar: "William, é isso, vai lá, segue". E pessoas ruins que vão falar: "Willam, larga de ser bobo, larga de ser idiota. Não é sobre mim, os meus cabelos continuam do mesmo jeito. É o olhar da outra pessoa sobre mim é que vai dizer o qual é a opinião dela sobre mim. Então, o que vão dizer de mim?" Máscara emocional. É uma questão da pessoa. O que importa é que eu esteja direcionado ao caminho reto. É isso que vai fazer a diferença. Tem uma poesia do pra gente já caminhando pro final do Godói Paiva, que ela chama Juízo Final. E ela fala assim: "Sentado o Padre eterno em um trono refugente, o olhar severo envia toda aquela gente. Enquanto uns anjos cantam, outros vão levando ante a figura austera desse venerando as almas que da tumba emigram assustadas, vendo o tribunal solene e majestoso, onde serão julgadas. Dois grupos são formados. O da direita, o céu, o da esquerda, a verno e Satanás ao canto. Chifre fumegante, espera impaciente, impáve do arrogante, a turma para o inferno. Abraçando o filho à alma bem amada, mas que na terra fora algo desassisada, uma mulher se chega e sua prece faz, rogando ao padre eterno: "Poupe do inferno, pobre rapaz. Confia a enorme barba branca, o padre eterno. Os óculos ajusta a ponta do nariz. O olhar dirige então a pobre desgraçada e compassado diz: "Os anjos levar-teão ao paraíso e dar-teão a recompensa, o descanso eterno. Porém, o seu filho mau vai para o inferno. Um anjo toma o moço e o leva a Satanás. E a mãe, ao ver partir o filho, aflita, corre atrás. E ao atingir as hostes infernais, eis que grita o Padre eterno em tom assustador: "Mulher, onde vais?" E o que aconteceu então? Ninguém esquece mais. Vou para o inferno, ao lado de meu filho, a compartilhar comigo a sua desventura. As gotas do meu pranto, as lágrimas de mãe acalmarão no averno suas queimaduras. Deixo para ti este teu céu, essa mansão sublime, onde o amor é surdo, onde se goza a contemplar tormentos, onde a palavra amor represa um absurdo. Desprezo este teu céu,

ão no averno suas queimaduras. Deixo para ti este teu céu, essa mansão sublime, onde o amor é surdo, onde se goza a contemplar tormentos, onde a palavra amor represa um absurdo. Desprezo este teu céu, entregue este teu céu a essas mães malvadas vis, pois só essas mejas podem no céu ouvir gritar os seus filhos sem se consternar. Desprezo este teu céu. O meu amor é gigante, enorme, assass sublime e posso te afirmar que se não te incomodam os gritos lá do inferno e os que no estão são todos filhos seus, então o meu amor de mãe supera o amor do próprio Deus. E ante o estupefato olhar do Padre Eterno, a mãe abraçou o filho e foram os dois para o inferno. Lindo esse poema, né? E ele pode ser considerado também a luta que a gente tem cotidianamente entre o bem e o mal, entre o céu e o inferno que habita em nós, na nossa condição de espíritos ainda habitantes em mundo de expiação e prova. Essa luta, ela é constante na nossa vida. Mas só é grande, verdadeiramente grande aquele que não se deixa, não deixa que seus passos se desviem do caminho reto. Ela nessa, nesse conflito interno, ela opta pelos seus valores. Ela opta pelas coisas que são importantes para ela. Ela opta pelo amor. Ela opta em acompanhar o seu filho, em proteger o seu filho nas nos momentos difíceis que possivelmente ele iria passar. Então, não se trata de uma grandeza orgulhosa, se trata de uma grandeza de valores. Mesmo que signifique sujeitar-se às humilhações, estejamos no caminho reto. Mesmo que a discrença tente nos roubar a esperança, estejamos no caminho reto. Mesmo que os prazeres nos convide à traição de nós próprios, estejamos no caminho reto. Mesmo que a raiva, o ódio, a vingança nos empurre para o abismo de comportamentos infelizes, estejamos no caminhos, no caminho reto, na certeza de que os rebaixados serão exaltados pelo nosso Senhor Jesus, o Cristo. Muito obrigado. Boa noite, agradecemos nosso companheiro, irmão William, muito obrigado pela palestra, né? Muito importante. Finalzinho ficou um pouco concorrendo

os pelo nosso Senhor Jesus, o Cristo. Muito obrigado. Boa noite, agradecemos nosso companheiro, irmão William, muito obrigado pela palestra, né? Muito importante. Finalzinho ficou um pouco concorrendo com os fogos, né, de alegria. Eh, pedimos, vai ser projet tocada uma música, né? Então, vamos nos recolher e à medida do possível nos concentrar, nos preparar para o momento do passe. Acompanhado da música vai tocar, por favor. Convidamos os irmãos e as irmãs passistas a se posicionarem no salão. No mesmo sentido, também convidamos a todos que estejam dispostos a fecharem os olhos, buscando a introspecção necessária, tomando um longo e profundo respiro. Ó Deus todo- poderoso, criador de tudo e de todos, inteligência primeira e suprema, infinita bondade e infinita justiça, vós apresentados na boa nova do Cristo, nosso modelo e nosso guia, rogamos a vós em louvor por todas as maravilhas que realiza cotidianamente em nossas vidas. Louvado seja seu santo nome, ó Senhor Mestre Jesus, entregamos a vós nosso coração para que a sua semente lá semeada possa oferecer frutos de um para 100. Rogamos ao mestre divino, que nos auxilie, por meio dos seus anjos guardiões, a proteger este solo de qualquer semente de adversários. Que o orgulho, o egoísmo não encontre nesse solo terreno fértil para se converter no disenso, no na disputa, no duelo. Mestre Jesus. Rogamos a vós que possamos ser fruto de seu trabalho e que essa terra fértil por vós semeadas possa converter em auxílio ao próximo, em consolo, em virtudes, em amizades, em caridade. M Jesus, agradecemos por essa oportunidade de refletir sobre sua passagem e pedimos, Senhor, que as suas palavras reverberem dia a dia até que possamos novamente nos encontrar em sua casa para esse momento de reflexão e aprendizado. Ainda assim, Senhor, antes de terminarmos, levamos nossos pensamentos coletivamente, rogando por todos aqueles que mais precisam, por aqueles que são num leito de hospital, na cela de uma cárcel, aqueles que estão abandonados, Senhor, os desiludidos, os

ssos pensamentos coletivamente, rogando por todos aqueles que mais precisam, por aqueles que são num leito de hospital, na cela de uma cárcel, aqueles que estão abandonados, Senhor, os desiludidos, os desvairados, os alucinados. Mestre Jesus, traga o seu conforto aqueles que nós pessoalmente não possamos ser o seu auxílio, rogamos, Senhor, que ampare com seus anjos e envie os seus mensageiros para que eles sejam acolhidos e atendidos por ti. Muito obrigado, ó Senhor. Muito obrigado. Esteja conosco hoje e sempre, ó Divino Mestre. Que assim seja. Convidamos todos a tomar água fluidificada aqui ao lado e agradecemos a presença mais uma vez e esperamos nos encontrar na próxima quinta-feira. Vão com Deus.

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