O consumismo desenfreado e o apego aos bens materiais

Estudantes do Evangelho TV 26/01/2026 1:24:43

Com Artur Henrique

Transcrição

Boa tarde. >> Boa tarde. >> Ah, agora sim nós estamos com eh com algumas modificações aqui. Então, agradecer muito a todas as pessoas envolvidas no projeto, né, a vocês que tudo é feito com a nossa colaboração, com a colaboração de vocês. Agradecer bastante, dizer que é um privilégio enorme eh começar o ano nessa casa. Eu, particularmente, tava com muita saudade mesmo, né? Eh, queria muito, desejei muito estar aqui com vocês e que nós comecemos aí, então, um excelente ano, com muito trabalho, com muita parceria, muita troca de energia. Eu conto também com o compromisso de vocês de estarem vindo aos domingos, né? Aquela missão gostosa de às vezes tá trazendo um amigo, um convidado, um familiar, né? É tão importante. Às vezes a gente consegue estender um convite para alguém e acaba que o que o domingo que a federação acaba agregando muita coisa para as pessoas, né? Muita coisa boa. E a gente é responsável também pela manutenção dessa casa. Vocês também são responsáveis. E mais uma vez meu muitíssimo obrigado e que sorte que eu tenho de poder estar aqui tocando com vocês. Tá bem agora. Quando eu errar, não tem desculpa, né? Não posso dizer que o som não tá bom, né? Agora é o tocador, não é? Te ofereço paz. Te ofereço amor. Te ofereço amizade. O sulto as necessidades. Vejo tua beleza. Sinto os teus sentimentos. Minha sabedoria flui de uma fonte superior. E reconheço essa fonte em ti. Trabalhemos juntos. Trabalhemos juntos. Te ofereço paz, te ofereço amor. Te ofereço amizade. >> Ouço tuas necessidades. Vejo tua beleza. Sinto os teus sentimentos. Minha sabedoria flui de uma fonte superior e reconheço essa fonte em ti. Trabalhemos juntos. Trabalhemos juntos. Pode baixar um pouquinho. Pode baixar um pouquinho da Kaká, por favor. A gente tá ainda dequando aqui, pessoal. Vai relevando aí. Coração e pensamento para falar com Deus. Para falar com Deus. Tem que rezar para falar com Deus. Tem que rezar. >> Vamos juntos. Feche os olhos. >> Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer:

ão e pensamento para falar com Deus. Para falar com Deus. Tem que rezar para falar com Deus. Tem que rezar. >> Vamos juntos. Feche os olhos. >> Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: >> "Eu amo você". coração e pensamento para falar com Deus. Para falar com Deus tem que rezar. Para falar com Deus tem que rezar. Feche os olhos com carinho. Imagine o céu. E Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo você e Jesus dizer: >> Eu amo você e Jesus dizer: >> "Eu amo você". Jesus dizer: "Eu amo você. Tá bom, >> tá bom. >> Uma palavra tão linda, já quase esquecida. me fez recordar contendo sete letrinhas e toda juntinha se lê cativar. Cativar é amar, é também carregar um pouquinho da dor que alguém tem. Tem que levar coloços fortes criou. Responsável tu és pelo que cativou no deserto, no deserto tão só entre um mês de bem, vou tentar >> vou tentar >> cativar >> cativar >> viver perto de alguém Vou tentar, >> vou tentar >> cativar, >> cativar viver perto de alguém. >> Deus está aqui neste momento. Sua presença, sua presença é real em meu viver. Entregue sua vida e seus problemas. >> Fale com Deus, ele vai ajudar você. Oh, Deus te trouxe aqui para aliviar o seu sofrimento. Ele o autor da fé, do princípio ao fim de todos seus momentos. E ainda se vier noites traçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, >> mas Deus te quer sorrindo. E ainda se vier noites traiçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. >> O mundo pode até fazer você chorar, >> mas Deus te quer sorrindo. Seja qual for o seu problema, >> fale com Deus, ele vai ajudar você. Após a dor vem alegria, >> pois Deus é amor e não te deixará sofrer. Oh, Deus te trouxe aqui para aliviar o seu sofrimento. Oh, ele, o autor da fé, do princípio ao fim de todos seus momentos. E ainda se vier noites traiçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará

frer. Oh, Deus te trouxe aqui para aliviar o seu sofrimento. Oh, ele, o autor da fé, do princípio ao fim de todos seus momentos. E ainda se vier noites traiçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, >> mas Deus te quer sorrindo. E ainda se vier noites trai zoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. Pai, eu quero te amar, tocar o teu coração e me derramar aos teus pés. Mais perto eu quero estar, Senhor, e te adorar com tudo o que sou e te render. >> Glória. Aleluia. >> Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Quando lutas vierem me derrombar, firmado em ti eu estarei, pois tu és meu refúgio, ó ó Deus. E não importa E não importa onde estiver, no vale ou no monte adorarei. A ti eu canto. Glória, aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Você pode aumentar para mim, por favor, no microfone, é no da Kaká. um pouquinho de agudo e tenta dar um pouquinho de eco também. Se a gente a gente faz uma alteração aqui. Vamos lá com cá. Sim. >> Senhor, eu preciso do teu olhar, ouvir as batidas do teu coração. Me esconder em teus braços, ó Pai. Toda a minha alma deseja a ti. Junto com os anjos cantarei. Tu és santo, exaltado. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Deus está aqui. Aleluia. Tão certo como aqui eu respiro. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta. Tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. >> Vamos juntos. Jesus, Jesus está aqui. Aleluia. Tão certo como o ar que eu respiro. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta. Canta tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. >> O amor, >> o amor está aqui. Aleluia. Tão certo como ar que eu respiro. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta, tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. A melhor oração é o amor. E vamos melhorar essa oração. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar. Tu precisas orar. Jamais tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade. Caridade é também

A melhor oração é o amor. E vamos melhorar essa oração. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar. Tu precisas orar. Jamais tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade. Caridade é também oração. >> Gentileza, auxílio e perdão. São as preces sublimes do teu coração, gentileza, auxílio e perdão. A melhor oração é o amor. A melhor oração é o amor. >> Tu precisas orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Carade é também oração. Gentileza, gentileza, auxílio e perdão. São as preces, >> São as preces sublimes do teu coração, gentileza, auxílio e perdão. Quando todos os meus medos já não cabem mais em mim, Quando o céu está de bronze, parece que é o fim. Quando o vento está revolto e o mar não quer se acalmar, quando as horas do relógio se demoram a passar, muitas vezes não consigo os teus planos compreender, mas prefiro confiar sem entender. Eu creio em ti. Eu creio em ti. Eu olho para ti >> e espero em ti. E Deus responde assim essa oração. Quando você sente medo, do teu lado eu estou. E é bom que você saiba que eu sinto a sua dor. Nunca, nunca se esqueça que o mar posso acalmar e que eu sei o tempo certo da vitória te entregar. Este tempo é necessário para te amadurecer e depois tem novidades para você. Eu cuido de ti. Eu cuido de ti. Descansa em mim. Comece a sorrir. O que eu tenho é bem melhor, pois só eu sei do amanhã. Então, recebe o abraço meu, pois da tua vida cuido eu. Eu cuido de ti. Eu cuido de ti. Descansa em mim. comece a sorrir. >> Boa noite. >> Boa noite. É com muita alegria e satisfação que nós recebemos todos vocês no nosso auditório Bezerra de Menezes, desta casa espírita Estudantes do Evangelho. Quanta alegria nós sentimos depois deste recesso ter vocês aqui conosco. Hoje nós temos alguns avisos para fazer e o primeiro deles é em relação aos nossos cursos. Estão abertas as inscrições no nosso site www.casaespesespíritaestudantesdoevangelho.com.br. São cursos online e presenciais. Em relação aos online, nós temos a introdução ao estudo do espiritismo e

. Estão abertas as inscrições no nosso site www.casaespesespíritaestudantesdoevangelho.com.br. São cursos online e presenciais. Em relação aos online, nós temos a introdução ao estudo do espiritismo e o estudo de obras espíritas. Os presenciais são os estudos sistematizados da doutrina espírita e o estudo aprofundado, também estudo do Evangelho e das obras de André Luiz. As inscrições estão abertas e as aulas vão se iniciar dia 1eo de fevereiro. Sintam-se todos convidados. Agora nós vamos passar para o sorteio dos livros. São duas obras. Um deles é O livro dos espíritos e o outro é Família, Vida e Paz do Adeilson Sales e da Ana Teresa. Nós vamos sortear aqui entre os números 1 e 390. Na cadeira de vocês, no braço lateral tem os números. Quem é o número 310? e o 363. Depois nós vamos tomar, viu, a leitura de vocês pra gente ter certeza se leu. Se não leu, vai ter que repassar de novo para alguém. Nós vamos convidar agora o Tom, que ele é diretor da nossa casa espírita, e a dona Márcia Ramos, que é presidente da FERGO, para dar uma palavrinha com vocês, viu? Boa noite, meus amigos. >> Boa noite. >> Que satisfação nós estarmos novamente aqui, né? Eh, estamos aqui a Márcia, que é a presidenta FEGO, e eu sou o Tom Aguiar. Eu estou como diretor da Casa Estudantes do Evangelho, não é? E nós estamos aqui para dar uma palavrinha inicialmente da abertura do ano, né? Agradecendo a presença de vocês. Márcia, por favor. >> Querida família espírita, é uma alegria aqui estarmos. Na verdade, a gente estava ali na livraria e todos os domingos a gente tem esse momento musical, exatamente para que as pessoas que saírem daqui possam passar na livraria. Quando aqui está lotado lá também tem a transmissão pela televisão. E aí o Tom chega e fala assim: "Estamos abrindo o trabalho este ano e seria muito bom que estivéssemos juntos". E aí eu disse para ele: "Juntos a gente sempre está, sempre esteve e estaremos sempre juntos". Mas esse é o momento da gente desejar a todos um feliz 2026 de muita harmonia, de muita amizade,

juntos". E aí eu disse para ele: "Juntos a gente sempre está, sempre esteve e estaremos sempre juntos". Mas esse é o momento da gente desejar a todos um feliz 2026 de muita harmonia, de muita amizade, equilíbrio e paz. Amizade tem sido a nossa bandeira nestes 3 anos que estamos à frente da Federação Espírita. Concluiremos o mandato no final do ano e queremos estar muito juntos todo este ano de 2026. E ficamos afastados alguns dias, exatamente porque devem ter observado a melhora do do nosso auditório Bezerra de Menezes. Fizemos a reforma do teto e vamos continuar. Só paramos agora porque senão seria um prazo muito longo para os trabalhos ficarem suspensos, mas lá para o mês de julho a gente vai concluir as obras aqui do auditório. Vai ficar lindíssimo porque a doutrina espírita merece. Dr. Bezerro de Menezes, que dá o nome ao auditório e todos nós também merecemos estar num lugar bonito, aconchegante e agradecemos a participação de todos, porque como a gente fez isso em parceria, eu tenho certeza que eu perturbei muito Tom e ele deve ter transmitido às senhoras e aos senhores também essa perturbação minha. Vamos, vamos, vamos. Mas aqui está o resultado. E para além disso também nós estamos caminhando para o nosso 42º Congresso Espírita. A gente já viu agora a pouco anunciando o congresso. O tema dele é muito especial, Jesus e Kardec para os tempos atuais. E ele será aberto pelo presidente da Federação Espírita Brasileiro, Jorge Godinho. Mais 11 palestrantes. Teremos o a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal, que vai participar conosco também. Mais três tenores. Teremos um momento musical belíssimo, uma peça de teatro também, a má notícia, né, José Alberto? José Alberto tá aí. A má notícia é que a gente só tem 50 inscrições. Portanto, saiam daqui, passem ali e façam a inscrição, porque graças a Deus para nós é uma boa notícia. Para aqueles que ainda não fizeram as excreções, talvez não seja tão boa assim, mas será um momento lindo. Levaremos 11.000 títulos de

çam a inscrição, porque graças a Deus para nós é uma boa notícia. Para aqueles que ainda não fizeram as excreções, talvez não seja tão boa assim, mas será um momento lindo. Levaremos 11.000 títulos de livros lá para o congresso, muitos standes, muito, muitos patrocinadores, então vai ser um momento muito especial e nós esperamos encontrá-los aqui, ali na livraria, mas sobretudo no Congresso Espírita. E por derradeiro a gente fica muito feliz de estar aqui neste nesta tarde, abrindo o ano de 2026, onde a palestra será do Dr. Artur. Dr. Artur está conosco também na Associação Médico Espírita, que está funcionando aqui também na sede da Federação Espírita. Então são boas notícias e recebendo as vibrações e as energias de todos e transmitindo-as também a todos que aqui nos se encontram e aqueles que nos honram com a presença pelas redes sociais. Muito obrigado e um ano de 2026 de muitas alegrias, bênçãos e paz. Gratidão, >> meus irmãos, minhas irmãs. É uma satisfação muito grande a gente estar aqui na reabertura do ano, não é? A importância. Eu até fiquei surpreso porque tava chovendo bastante e na reabertura do ano eu pensei assim: "Poxa, deve devemos ter menos pessoas", né? Olha que bção. Graças a Deus. Vocês perceberam a mudança do auditório? Nós trocamos todo o telhado, o forno melhor. Melhoramos o telhado, né? Trocamos todo o forro para melhorar a condição do som. Melhoramos aqui um pouco o palco, trocamos a mesa de som, trocamos as caixas de som, né? Eh, ainda estamos um projeto em andamento. Temos que fazer a porta ali, ainda temos que cuidar do piso, né? Mas são melhorias que a gente vai fazendo ao longo do tempo, graças a Deus, né? Aqui na nossa casa, nós somos, nesse prédio, nós somos duas entidades para paraa melhoria da administração. Tem a Federação Espírita, que a Márcia está conduzindo, não é? E tem a Casa Espírita Estudantes do Evangelho, que estamos na diretoria aí com outras sete pessoas. Nós somos oito pessoas na diretoria, não é? Nosso mandato também se encerra nesse

conduzindo, não é? E tem a Casa Espírita Estudantes do Evangelho, que estamos na diretoria aí com outras sete pessoas. Nós somos oito pessoas na diretoria, não é? Nosso mandato também se encerra nesse ano agora e a gente tem feito assim, procurado melhorar o ambiente. Vocês perceberam que nós pintamos a casa toda, pintamos lá fora, pintamos o gradil, nós colocamos ali no portão lateral um interfone eh de comunicação interna, porque às vezes as pessoas chegavam aqui durante o dia e aquele gradio gera um afastamento, né? Aí nós colocamos lá fora um interfone que a pessoa pudesse interfonar e falar conosco aqui dentro. Nós temos a a atividade durante o dia e temos aqui a obra do berço, temos o o armário de luz, temos o atendimento espiritual, né? Tudo isso demanda que a gente consiga comunicação, né? Eh, nós temos aqui a programação, vocês viram na parede, né? Nós temos muitas atividades, gente, muitas atividades. Uma das principais que eu que eu falo é o atendimento espiritual, porque essa pessoa conversa, né? Hoje precisamos conversar mais, o mundo está muito acelerado, né? Eh, aí no no no espaldar dos bancos tem um QR code, vocês perceberam, né? Isso para vocês nos ajudarem, porque a casa espírita ela precisa de recursos, como vocês sabem, né? E nós fizemos um aporte aqui com antecedência, antecipamos os gastos, vamos dizer assim, gastamos na frente e a gente vai pagando ao longo do tempo. Aí nós estamos no crédito, né? E se vocês puderem considerar nos ajudar, né? Tem o Q code aí. Nós temos parcelas para mais paraa frente, né? Então considere nos ajudar. A casa tá limpinha, tá bonitinha, estamos cuidando do som, não é? São investimentos necessários. Eh, 2026 tá aí na porta. Já estamos, né, agradecendo a vocês pela presença, pela confiança de estar conosco. Esperamos fazer o nosso melhor aqui, né, com a casa sempre bonitinha, arrumadinha, né? E porque o Cristo merece, né, gente? O Cristo merece a gente estar arrumadinho. A nossa casa lá, na nossa casa matéria a gente faz melhorzinho. Aqui também temos

asa sempre bonitinha, arrumadinha, né? E porque o Cristo merece, né, gente? O Cristo merece a gente estar arrumadinho. A nossa casa lá, na nossa casa matéria a gente faz melhorzinho. Aqui também temos que fazer bem, né? Vamos começar o nosso trabalho da noite agradecendo a Jesus, né? A nossa leitura de harmonização hoje é exatamente o que a gente passa todos os dias. Eu imagino que também eu passo, nós todos, né? Chama a irritação. Então, vou convidar a vocês para entender um pouquinho. É um texto do Divaldo Franco, a psicografia do Divaldo, né? No texto da Joana de Angeles fala assim: "Ao sair do trabalho, defrontas os problemas da condução e do trânsito na busca da tua oficina de trabalho. Transportes abarrotados, pessoas rudes, multidões apressadas, violência pela disputa de lugares, ruas e avenidas movimentadas. Se chove, em perra o trânsito e as dificuldades se ampliam. Se faz sol, o calor produz mal-estar e as reclamações promovem aborrecimento. Se dispões de veículo próprio, não te podes mover conforme gostarias, pelas vias de acesso em congestionamentos crescentes. Todos têm que chegar a tempo. O relógio não para. Os que se atrasaram pretendem recuperar os minutos perdidos e atropelam os que estão ao lado ou à frente. A irritação chega e se instala, perturbando-te e levando-te a competir também com os agressivos. As buzinas produzem bulha, os semáforos te interrompem a marcha e tudo parece estar contra os teus propósitos. Mantenha a calma, gente. Mantenha a calma. Eh, vão convidar os irmãos para nós fazermos a nossa prece de abertura para nós que fiquemos em silêncio nos nossos corações, elevando o nosso pensamento a Jesus, o nosso mestre querido, que nos acolhe todos os momentos. Ele que nos dá força e coragem para que nós enfrentemos as nossas batalhas diárias. nos capacita para termos energias, para vencermos as nossas dificuldades íntimas e maiores. Nós somos capazes de vencer os obstáculos que se interpõem entre nós, nos colocam para baixo muitas vezes.

. nos capacita para termos energias, para vencermos as nossas dificuldades íntimas e maiores. Nós somos capazes de vencer os obstáculos que se interpõem entre nós, nos colocam para baixo muitas vezes. Ó Jesus, não nos falte nesses momentos dificultosos. Não nos desampare diante das dificuldades da vida, Senhor. Fica conosco em cada momento de dor e de tristeza, mas sobretudo esteja conosco em todas as dores da vida, dando-nos força e coragem para enfrentá-las todas e vencê-las, porque nós somos capazes, porque o Senhor acredita em nós. Ó mestre querido Jesus, nesse início de ano aqui na casa espírita estudantes do Evangelho, esteja sempre presente na vida de cada um de nós, dos nossos dirigentes, dos nossos trabalhadores, dos frequentadores aqui, dos irmãos espirituais que congregam conosco em todos os momentos. Ampara esta casa, Senhor. Ampara a Federação Espírita e todos os seus trabalhadores para que nós possamos alcançar os objetivos propostos. Fortaleça cada um de nós, Jesus, estando conosco onde quer que estivermos, pelos caminhos da vida aa que assim seja. Graças a Deus. Obrigado, meus irmãos. Estejamos todos felizes em 2026. Como a dona Márcia já falou, hoje o nosso palestrante é o Artur Henrique, trabalhador da Casa Espírita Paulo de Tarso. Ele nos falará sobre o consumismo desenfreado e o apego aos bens materiais. Que o Cristo te abençoe e que você possa falar aos nossos corações, viu, Artur? >> Boa noite a todos. >> É uma alegria imensa, né, poder retornar a essa casa. Uma honra poder fazer a a primeira palestra presencial do ano. Eu confesso a vocês que eu gosto muito de palestra online, sabe? Mas estar presente aqui com essa energia desse ambiente abençoado é muito bom. E vê tanto que essa casa, né, se dispõe a melhorar cada dia para que a gente possa ter um ambiente confortável. Mais do que nunca, nós rogamos ao nosso divino mestre Jesus, nosso modelo e guia, que possa nos abençoar, nos trazer a paz das reflexões necessárias da noite de hoje, tão importantes pro nosso

rtável. Mais do que nunca, nós rogamos ao nosso divino mestre Jesus, nosso modelo e guia, que possa nos abençoar, nos trazer a paz das reflexões necessárias da noite de hoje, tão importantes pro nosso crescimento, da nossa evolução. E o tema de hoje, mais do que nunca relevante, atual, eu tenho certeza que nós, como espíritas, convictos da imortalidade do espírito, nós nós nos nós já nos vemos livres disso aqui, né, gente? Atira a primeira pedra, né? Quem já se desprendeu desses dilemas, desses ditames do consumismo e do apego dos bens materiais. Infelizmente, a gente vive esse conflito, apesar de sabermos o quanto o apego aos bens materiais e o consumismo nos desvia dos objetivos da nossa encarnação. Então, essa reflexão na noite de hoje, ela serve para que a gente possa nos interiorizarmos, né, entrarmos um pouco para dentro de nós, refletirmos qual a direção nós estamos dando à nossa encarnação. Eu acho que o objetivo de estarmos aqui nesses domingos, recebendo, né, essas vibrações amorosas do ambiente, trazendo informações e estudos importantes para pras nossas reflexões, nos servem justamente para que possamos guinar ou mudar a trajetória equivocada que muitas vezes nos incorremos. Então, em falar em consumidos desenfreados, consumismo por si só já é o exagero do consumo. Então, desenfreado ainda é mais é um pleonasma, é uma redundância, né? Então, quando a gente olha na humanidade, né, nós vivemos sob a lei do progresso e nos últimos anos nós vivenciamos uma evolução tecnológica impensada até pouco tempo atrás. Eu falo até pouco tempo atrás porque da minha geração, eu me lembro que eu comecei a usar um telefone celular, eu já eu já tinha mais de 20 anos. E e hoje os recursos que nós temos, eles são impressionantes e nós não conseguimos acompanhar a velocidade desse crescimento. Mas o que nos parece eh e o que acontece que apesar de toda a evolução tecnológica, apesar de tudo que nos está disponível, o ser espiritual ainda se encontra imaturo para lidar com essas

crescimento. Mas o que nos parece eh e o que acontece que apesar de toda a evolução tecnológica, apesar de tudo que nos está disponível, o ser espiritual ainda se encontra imaturo para lidar com essas atualidades, né, com tantos recursos que nós temos. Então, no livro O Despertar do Espírito, né, da psicografia do nosso querido irmão Divaldo, pelo espírito de Joano de Anando, ele fala que o homo tecnológico, este homem atual, ainda é um ser imaturo para lidar com tudo que nos está acontecendo. Então, nunca a humanidade teve tanto acesso a bens, tecnologia e conforto. No entanto, estivemos tão marcados por ansiedade, insatisfação crônica e perda de sentido. Nós vivemos uma pandemia dos transtornos da mente. A depressão, mais do que nunca, se faz presente na vida da humanidade, dos nossos lares, as os transtornos de ansiedade, do pânico, né, as incertezas do futuro que está por aí. E aí o convite, né, que o Espiritismo nos faz é justamente entendermos esse processo. Nós nós temos as nossas vinculações mentais, né? Nós somos herdeiros de nós mesmos. Nós costumamos ou tendemos a fazer o que nós sempre fizemos. Até a gente fala que a gente tem sempre vontade de saber o que que a gente fez na vida passada, né? Quem eu fui? Normalmente você vê nesses pessoal falando, todo mundo foi rei, né? príncipe general. Ninguém foi ladrão, bandido, corrupto. E na verdade, se a gente quiser saber o que que a gente é, o que a gente foi, basta a gente ver o que que a gente faz na vida hoje. As nossas dificuldades, elas eram e continuavam e continuam a ser as dificuldades que nós tínhamos na nas encarnações anteriores. E aí nós temos aqui então esse dilema do consumo versus o consumismo. O consumo, nós somos seres encarnados. A gente precisa da matéria para sobreviver. Consumo é uma coisa natural da humanidade. A gente precisa disso. Inclusive os recursos, eles são recomendados. A gente trabalhar, conquistar os bens materiais, é importante para que a gente possa ter o conforto, mas com o objetivo óbvio, de

. A gente precisa disso. Inclusive os recursos, eles são recomendados. A gente trabalhar, conquistar os bens materiais, é importante para que a gente possa ter o conforto, mas com o objetivo óbvio, de crescermos, evoluirmos, né? E o consumismo, na verdade, é um sintoma espiritual, psicológico, onde o bem material torna-se um fim, então nos torna uma dependência para nós. E aí esse desequilíbrio surge quando o ter é usado para sustentar o ser. Então, a matéria, por si só, é um elemento neutro, tá? O destino ou fim que nós damos a esse elemento compete a nós. É um se o a matéria é inerte, mas a partir do que eu imprimo nessa matéria, da minha vontade, o que eu uso para dessa matéria, é o que vai definir, né, ao que eu estou vinculado. E aí a gente tem uma armadilha da identidade. Eu acho que a as a internet, obviamente, as redes sociais, as mídias, elas amplificaram muito, né, esse contexto. Eu lembro nitidamente na minha infância, eu lembro que eu tinha um tênis para poder fazer as atividades físicas, um sapato para passear, um chinelo, né? A gente não tinha tantos recursos assim e não não era uma coisa que parecia, nossa, tá faltando alguma coisa na minha vida. E o que que a gente percebe que hoje a oferta, né, dos bens materiais, isso é uma coisa boa, é uma evolução. Hoje os hoje está disponível para nós uma possibilidade imensa, né? Então, a cadeia de produção aumentou, né? A produção a a de alimentos aumentou exponencialmente no mundo, né? No século XVI, acreditava-se que pela velocidade do crescimento da população, a população ela ia morrer de fome. Mas com a tecnologia, obviamente, a capacidade de produção aumentou. E aí, como é que nós estamos lidando com isso? A gente quer se sentir pertencente a um uma determinado nicho, né? A gente quer ser admirado, a gente quer que as pessoas acreditem que nós somos seres importantes, inteligentes. Infelizmente a gente condiciona o sucesso da nossa existência à riqueza. Então, se o aquela pessoa, ela anda com uma roupa mais ou menos assim, ah, ele

m que nós somos seres importantes, inteligentes. Infelizmente a gente condiciona o sucesso da nossa existência à riqueza. Então, se o aquela pessoa, ela anda com uma roupa mais ou menos assim, ah, ele não deve ser um bom profissional, não. Se o carro dele não é bom, ah, isso aí não é confiável. Por que isso? Por que que a gente, apesar de saber que a verdadeira essência é do ser, a gente dá tanta vazão e importância ao ter? A gente é bombardeado. Nós somos bombardeados diuturnamente com propagandas, com estímulos. E hoje a gente tem os influencers, né? Então, nós somos influenciados constantemente, mas esses influencers eles existem desde que existe a humanidade. Existem os influencers espirituais, que nós podemos chamar muitas vezes de obsessores, quando esses espíritos tentam nos induzir a más influências, à situações equivocadas e os bons influencers, da mesma forma que existem os bons influencers nas redes também. Então, quando a gente costuma colocar a culpa, né, a culpa é do dono da meta, né, do Instagram. A culpa é nossa, né, porque o mundo ele tá aí com inúmeras potências e possibilidades de influenciação, mas a ideia central que eu trago dentro de mim, aquilo que me toca, aquilo que me apetece, é o que vai me influenciar. Então, a culpa de sermos obsidiados tanto pelos os maus espíritos quanto por essas redes é nossa. É o descuido, é em vivilância dos nossos pensamentos. Então, nessa construção, né, do ser que se vê ligado à matéria, o que importa, eh, na verdade é o que eu apareço ser, o que aparenta. Então, hoje nós entramos numa numa distopia onde o corpo perfeito tem que ser atingido, senão eu sou infeliz. Se eu não conseguir aquela viagem que aquela determinada influência que eu admiro, eu sou infeliz. Se eu não conseguir comprar aquele carro que eu possa andar e as pessoas me admirarem, eu sou infeliz. E aí a gente começa a entrar numa armadilha, a gente começa a entrar num processo de falta de propósito existencial. E aí a gente entra nessa anatomia do

dar e as pessoas me admirarem, eu sou infeliz. E aí a gente começa a entrar numa armadilha, a gente começa a entrar num processo de falta de propósito existencial. E aí a gente entra nessa anatomia do vazio. Então a gente tem um vazio interior, falta de propósito. Aí a gente já viu, ah, se eu tô estressado, eu vou comprar que eu alivio a tensão. Se eu tô preocupado, se eu comprar, eu alivio a tensão. E esse processo desencadeia em nós o nosso cérebro. Ele tem uma plasticidade interessante que ele começa a se habituar a qualquer coisa que a gente começa a viver cotidianamente. Então, como é que funciona esse processo de satisfação pelo consumo exagerado? Eu desejo um objeto, eu luto por ele, eu trabalho para adquirir esse objeto e eu fico, eu sofro e aí quando eu conquisto, eu tenho uma descarga de endorfinas, de hormônios que me deixam satisfeitos. Mas essa satisfação, ela é duradora. Schopenhauer dizia, ele chamava isso como pêndulo de Schopenhauer. Ele falava o seguinte, que quando nós direcionamos, né, canalizamos a nossa energia pro consumo, o ser humano ele vive como um pêndulo do sofrer ao tédio. Então aquele objeto do desejo, aquilo que eu quero adquirir, aquilo que eu quero consumir, eu sofro para conquistar aquele objeto. E a partir do momento que eu conseguir conquistar, eu passo pro tédio. E não é assim nas nossas vidas. Aquele que eu desejei tanto depois que eu adquiri, aquele carro que eu sonhei adquiri, passou alguma semana, você não deixava o carro limpo, passou um ano, você deixa o carro sujo, você pode passar lá que você não tá preocupado. Então você tem a promessa, o objeto, né, que teoricamente vai ser a razão da sua felicidade, pertencimento. Essa compra te anestesia, ela te dá uma satisfação, mas que é transitória e depois obviamente a frustração. E aí a gente começa a procurar outro outro bem. Então a gente percebe que isso é um um saco sem fundo, né? não existe limite para esse desejo, porque nós vamos condicionar a nossa felicidade a esse momento. E aí eu

omeça a procurar outro outro bem. Então a gente percebe que isso é um um saco sem fundo, né? não existe limite para esse desejo, porque nós vamos condicionar a nossa felicidade a esse momento. E aí eu começo a lutar constantemente para esse consumismo. E por isso que muitas vezes aquele que é portador da riqueza, que tem uma condição eh maior, ele faz isso de uma forma mais intensa. E aí que chega um momento que não tem mais, ele atingiu o que ele poderia conseguir, aquilo lá já não satisfaz, ele começa a se utilizar de outros meios para se entorpecer, para se anestesiar. muitas vezes a questão das drogas, da bebida, do álcool e tudo isso. Então, o consumo promete preencher, mas apenas distrai, né? E aí eu trouxe esse slide aqui porque só pra gente entender como é que funciona o processo de obsessão. Isso aqui é é um estudo que a gente estava fazendo na AM sobre o livação e reação, que a gente tá estudando agora todas as quartas-feiras às 8 7:30 da noite a gente tem o estudo online e a obra é ação e reação. E esse aqui tá no capítulo oito, onde André Luiz a junto com o benfeitor Silas, ele ele vai até um local em loculo, né? eles ele estuda como é que faz o o processo da obsessão. Então, existe uma um desejo central do do espírito encarnado. E esse espírito, nesse caso, que é o Luiz, ele é muito avarento. Ele herdou uma terra, né, do pai. E essa terra foi fruto de um de uma um crime que o pai cometeu com os irmãos. E esses irmãos, então, no processo de obsessão, ficava ali eh influenciando o tempo todo o o Luiz. E aí o André Luiz, ele vê como se processa esse processo obsessivo. Então o o espírito obsessor, ele projeta a imagem que ele quer nesse eh eh espírito encarnado. E essa projeção, ele ele idealiza até as imagens. Então ele vê o que ele quer e ele começa a a se alimentar daquele processo e existe, né, quase um processo de fascinação do espírito obsessor pelo obsidiado. Então, eh o processo obsessivo sempre existiu, mas agora, né, eu falo que existe agora um novo modelo de obsessão, que é o tal

né, quase um processo de fascinação do espírito obsessor pelo obsidiado. Então, eh o processo obsessivo sempre existiu, mas agora, né, eu falo que existe agora um novo modelo de obsessão, que é o tal do algoritmo. Então, um algoritmo, ele percebe a nossa ideia central, o qual que é o objeto do meu desejo, e ele começa a bombardear 24 horas. Eu posso abrir o que eu quiser lá no Instagram que vai aparecer uma coisa que eu tenho vontade, mas quem vai dominar e mudar a direção do que eu verdamente quero sou eu, né? Então eu consigo limitar, né, o acesso. No começo a gente tem que fazer isso até quando a gente depois não se importar mais do que das dessas das imagens que sempre tenta nos influenciar. Então a crise do coletivismo, nós estamos nós estamos imersos num universo, no turbilhão onde é uma correnteza e eu quero fazer parte dessa correnteza. Eu não quero dstoar da normosa, eu não quero dstoar das pessoas, porque isso é o normal, é o cotidiano. Mas se o meu objetivo como cristão, como espírita, eh, evoluir, né, então eu tenho que sair, né, desse processo, eu tenho que me esforçar para sair dessa situação. Então, o que que a ciência nos fala sobre o acúmulo de bens materiais, o acúmulo de riqueza? Então tem um estudo gigantesco que foi feito, começou na década de 40 em Harvard, que chama Grand Study. Esse estudo é aberto, ele finalizou em 2000, onde eles pegaram um grupo de eh ehgressos da Universidade de Harvard e acompanharam esses essas pessoas durante 60 anos. E a conclusão do trabalho, esses essas pessoas eram eram bastante diferenciadas, formaram na melhor universidade do mundo. Então eles foram muito bem sucedidos financeiramente e eles viram que a conclusão do estudo é que o acúmulo de bens materiais não leva à felicidade. O que verdadeiramente levou à felicidade a esse grupo são pessoas que conseguiram ter relações humanas estáveis e significativas. Outro trabalho capitaneado pela Universidade de Cornel, uma das faculdades mais importantes na do departamento de psicologia,

ão pessoas que conseguiram ter relações humanas estáveis e significativas. Outro trabalho capitaneado pela Universidade de Cornel, uma das faculdades mais importantes na do departamento de psicologia, eles viram que o acúmulo de bens materiais também não nos traz felicidade, nem um acúmulo de de bens o processo de riqueza, mas as experiências que eu posso fazer com esse dinheiro junto com as pessoas da minha convivência, das pessoas que eu amo. Então são as experiências e a gente vê vivencia isso, né? Você lembra do que que você comprou há 10 anos atrás? Mas aquela viagem que você fez com a sua família, do piquenique que você foi, de um passeio que você fez no parque, você lembra com muito carinho, mas aquilo que você comprou passou, já comprou mais 10 coisas pra frente. Então a ciência ela nos direciona a isso, né? El elas eh nos direciona à pessoas que têm auto propósito de vida. Essas pessoas têm mais tendência à felicidade. Um instituto conduzido no Japão, o que eles chamavam de ikigai. As pessoas aposentadas que tinham propósito de vida, mesmo após parada do trabalho regular, essas pessoas vivem mais, elas têm um senso de felicidade mais porque ela continua a sua jornada evolutiva trabalhando até o fim da sua vida. E aí eu trago essa frase do da Lailama, eu acho que todos já viram e ela se encaixa perfeitamente do que nós vivemos. Então, os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde e por pensarem ansiosamente no futuro, e é isso que acontece, né? Porque quando eu tiver e eu só vou começar a a fazer caridade quando eu tiver a minha casa, não, eu só vou começar depois que eu conseguir meu primeiro e e a gente vai procrastinando, a gente vai demorando. Então, e por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente, de forma que acabam por não viver nem no presente, nem no futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido. E esse é um dilema que a gente percebe porque eh vários depoimentos de pessoas que trabalham em

em no presente, nem no futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido. E esse é um dilema que a gente percebe porque eh vários depoimentos de pessoas que trabalham em hospitais e que vivenciam o momento onde as pessoas ali estão eh no final da vida, no processo já eh eh de um estágio terminal, de alguma doença grave e que quando é perguntada e confrontada o que que você mais queria se você pudesse voltar no tempo? Nenhum respondeu: "Eu queria ter comprado alguma coisa. Eu queria ter trabalhado mais para juntar dia. Ele queria o tempo para poder resgatar as lembranças boas que ele teve com as pessoas com que ele viveu. Então a gente percebe que a gente sabe disso, né? O interessante é que todos nós sentimos, mas a gente ainda tem uma dificuldade tremenda de lutar contra essa essa esses ditames do do mundo moderno. Eh, eh, isso nos apetece ainda. E eu trouxe aqui essa esse slide é para eu eh eh eu li um livro, eu não tinha as férias agora, um livro curto. Eh, eu não sei quanto tempo eu tenho ainda, só para saber, para eu ter uma noção. Tem mais uns 10 minutos, 15. Ah, tá. Então, esse livro eh ele foi escrito no início do século passado e ele chama em seus passos o que faria Jesus. E numa igreja de uma cidade americana eh durante um culto num o reverendo, uma pessoa muito bondosa, entrou um um um uma pessoa, um maltrapilho, um jovem maltrapilho, emagrecido, sofrido. E lá ele não entrou pedindo dinheiro, ele entrou e fez. O que vocês querem dizer? O pessoal tava cantando uma música que falava: "Aonde quer que seja, com Jesus irei". E ele pergunta: "O que que vocês querem dizer com que aonde quer que seja com Jesus irei?" Porque eu tô aqui nessa cidade já há mais de uma semana eu perdi um emprego por conta da tecnologia. Minha família tá passando fome, eu pedi ajuda para várias pessoas por emprego. Eu não quero dinheiro, eu quero oportunidade de trabalho. Mas grande parte desses que estão aqui presentes nessa igreja me olharam com indiferença.

fome, eu pedi ajuda para várias pessoas por emprego. Eu não quero dinheiro, eu quero oportunidade de trabalho. Mas grande parte desses que estão aqui presentes nessa igreja me olharam com indiferença. E isso gerou um um uma situação de desconforto extremo, né, naquela naquela comunidade ali. E o próprio reverendo ficou extremamente sensibilizado com aquela questão. Logo esse jovem ele desmaiou, foi levado. Enfim, no outro domingo, esse reverendo muito sensibilizado com esse processo, questionou a todos, falou: "Realmente, o que que nós estamos fazendo quando que que a gente quer dizer quando onde Jesus for, eu irei?" que nós no conforto da nossa casa, onde existe, nesse grupo existe uma abundância material de alimento, ali nós muitas vezes nós ficamos indiferentes, distantes do mundo real. E aí esse reverendo ele faz um convite. Esse convite que durante um ano quem tivesse interesse, não era obrigatório, durante um ano, todas as ações que cada um ali se propusesse a fazer, o que faria Jesus primeiro? Então isso gerou uma uma onda, uma mudança de comportamento dentro daquela comunidade que reverberou para várias outras cidades dos Estados Unidos. Também é um livro muito interessante para que quando a gente fala assim, tudo bem, eu tô consumindo aqui, mas eu trabalho, eu sou um cara do trabalho, meu trabalho honesto, eu não não roubo de ninguém. Quando eu tô consumindo, eu tô estimulando a economia, né? Porque o nosso EG, ele consegue justificar um monte de coisa. Eu tô estimulando a economia, então tô fazendo bem. E aí a gente vai na questão 642 do livro dos espíritos, quando pergunta Kardec pergunta: "Basta não fazer o mal para ser agradável a Deus e assegurar o futuro melhor?" A resposta é dura, né? Não é preciso fazer o bem no limite de suas forças, porque cada um responderá por todo o mal que resulte do bem que não tiver feito. E é isso que dá uma dá um peso, um peso nas nossas ações. Porque a partir do momento que eu dou valor ao consumo, ao que me apetece, ao que alimenta o meu

o mal que resulte do bem que não tiver feito. E é isso que dá uma dá um peso, um peso nas nossas ações. Porque a partir do momento que eu dou valor ao consumo, ao que me apetece, ao que alimenta o meu corpo, eu obviamente deixo de olhar de lado. Eu utilizo esses recursos que eu consegui, lógico, através do meu esforço, mas os talentos que Deus nos deu sem ser os recursos financeiros. o talento de no meu trabalho poder agir com cortesia, com educação, com ética, né? E quando sim esses recursos podem servir pro auxílio. E a gente percebe que muitos aqui dessa casa utilizam desse tempo precioso e que muitas vezes nós negligenciamos e preferimos ah não de ficar no conforto da nossa casa ou procrastinando e deixando para depois a oportunidade fundamental de auxiliarmos aqueles que precisam, que estão à nossa volta. Porque, enfim, aquele que nós ajudamos, né, esse ato de caridade, onde nós nos conectamos mais plenamente com Jesus, é quando nós nos sentimos mais felizes. Então, no capítulo 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo, nós temos lá servir a Deus e a mamão. E aí no evangelho de Lucas, Jesus fala, né, a passagem, ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará um ou amará o outro, ou se prenderá um, ou desprezerá outro. Então, ninguém pode servir a Deus e a mamã. E a mamon aqui representa não apenas o dinheiro, né, mas aquilo que governa as nossas decisões, define as nossas prioridades, o nosso status, a nossa preocupação em aparecer alguma coisa que verdadeiramente nós não somos justamente para que nós não nos sintamos distantes ou não pertencentes do nicho. E aí essa raiz do problema, segundo Joana de Anes, é a nossa imaturidade espiritual. E essa imaturidade espiritual vem como? Ela vem depois de uma palestra dessa. A palestra ela serve só para as vezes inspirar, né? Normalmente o que mais precisa é o que tá falando. Então, que seja que que a a a palavra, né, que o ambiente nos sirva de inspiração para as nossas reflexões, né, quando a gente tiver na nossa casa e a gente

ente o que mais precisa é o que tá falando. Então, que seja que que a a a palavra, né, que o ambiente nos sirva de inspiração para as nossas reflexões, né, quando a gente tiver na nossa casa e a gente pensar nesse conforto. Primeiro, a gratidão, que é um dos sentimentos mais nobres que o ser humano pode ter, agradecer pelo que a oportunidade nós temos, mas ao mesmo tempo o conhecimento nos traz responsabilidade. essa responsabilidade quando a gente sabe que não basta a gente não fazer o mal, né? A gente tem que fazer o bem no limite das nossas forças, né? Então a gente tem que lutar obviamente com esse esse apego, esse medo de gente perder as coisas, né? A gente a gente fala de bens materiais, mas quantos aqui que têm aquele sentimento, aquele amor posse, aquele que não aceita, né? A gente vê, infelizmente, uma casuística grande de feminicídios no Brasil por conta de pessoas, de homens que não aceitam o fim de uma relação porque sentem como donos, né, da pessoa. E aí quando você perde, você perde o seu chão, você não aceita isso. E a gente fica vinculado. E e interessante que a do espiritismo, né, eu particularmente na gente estuda as obras Mund de André Luiz, como ele explica essas esses vínculos mentais que nós fazemos quando nós estamos tão vinculados à matéria? eh os processos obsessivos, como eles são deletérios, o quanto que eles são perniciosos por nossa encarnação. Porque no planejamento reencarnatório a gente vem com uma potência, umas uma uma possibilidade, inúmeras possibilidades eh eh e auxílio espiritual, mas para que a gente tenha esse auxílio e consiga atingir a potência, nós temos que nos sintonizar com os espíritos elevados. E esses pensamentos que nos levam e nos nos detém junto à matéria justamente nos distanciam. Então nós não conseguimos atingir a nossa potencialidade com esse tipo de atitude. E a gente chega lá, igual no livro dos mensageiros, com uma gama de possibilidades e a gente chega lá com a consciência extremamente triste, frustrado. Por quê? Porque mais

e com esse tipo de atitude. E a gente chega lá, igual no livro dos mensageiros, com uma gama de possibilidades e a gente chega lá com a consciência extremamente triste, frustrado. Por quê? Porque mais uma vez o projeto reencarnatório foi por água abaixo por conta do nosso apego. Mas aquele em compensação que consegue vencer essas barreiras, que conseguem completar a sua missão de forma coerente, de forma digna, eles chegam no plano espiritual como completistas. Eles conseguem cumprir, né, com o que foi planejado. E isso é uma glória, uma vitória da consciência. enorme, porque é fruto de muito esforço, né? Nada que a gente faz para mudar é é fácil. E quando eu falo a capacidade do nosso organismo tem, que a gente tem essa essa neuroplasticidade, tudo que a gente começa a fazer e se habitua, a gente acostuma. Então, vou dar um exemplo simples, né? Quando a gente fala assim: "Poxa, o meu médico falou que eu tenho que fazer atividade física porque é importante, ninguém começa a fazer feliz e satisfeito. É difícil. Você na primeira semana você fica ruim. dói tudo. Na outra semana parece que arruma um monte de coisa para te inibir, mas se você persiste, você começa a ter uma recompensa. O seu organismo começa a ficar feliz quando você faz atividade. E não é assim quando a gente começa a estudar também, eu sempre dou um exemplo das minhas palestras quando na minha casa começou a fazer o culto no lar há muito tempo atrás e existia no início uma uma dificuldade tremenda. Parece que toda vez era para dar errado. É, acontecia alguma coisa. E graças à perseverança da minha avó, que sempre estava lá, independente do que aconte podia estar fazendo chuva, sol, o que tivesse, ela estava lá na minha na minha casa para fazer o culto. E a partir do hábito, aquilo se tornou um momento de consagração familiar, que é inimaginável a gente deixar de fazer o culto, porque aquilo traz uma satisfação pra nossa casa, pro nosso ambiente de fortalecimento, que muda tudo na vida de cada um. E não é assim quando a gente

e é inimaginável a gente deixar de fazer o culto, porque aquilo traz uma satisfação pra nossa casa, pro nosso ambiente de fortalecimento, que muda tudo na vida de cada um. E não é assim quando a gente começa a fazer a caridade, sair de sábado cedo de casa para ir numa comunidade para ajudar pessoas. No começo é difícil. Meu Deus, eu podia estar dormindo até mais tarde, podia estar ali curtindo o quê? Comprando mais coisa na internet, né? Mas aí quando eu vou para lá, né? E quando nós, quem se dispõe aí e vê aquela, aquele momento de troca de sentimentos, de fraternidade, de compaixão, a gente se sente pleno, a gente se sente eh eh feliz porque a gente se alinha com as leis de Deus. a gente começa a a se distanciar, né, desses ditames da matéria e aí a gente começa a nos reposicionarmos o nosso o nosso eu profundo. A gente deixa de alimentar aquele ego, aquilo que faz com que eu acho que eu sou melhor que os outros, porque eu tenho mais do que os outros, eu sou mais inteligente. E na verdade a gente começa a utilizar desses bem materiais para o benefício da coletividade. Então, o espiritismo, assim como Jesus, ele não fala para nós que a proposta é negação da matéria. Ah, vou fazer um voto de pobreza, nada disso. Tudo que a gente faz com equilíbrio reverbera, obviamente, em bênçãos paraa nossa vida. Porque nós estamos na matéria, nós temos que conviver com a matéria. É impossível viver plenamente o espírito. Então, para eu não ser tentado da matéria, eu vou virar um ermitão no meio do nada. Mas cadê as relações? Como eu melhorei, como é que eu consegui lidar então com as ofertas que me fazem todos os dias? Eu não aprendi, eu só fugi. E a fuga é só atrasar o meu processo de aprendizado. Então, né, o antído que a gente sempre fala, né, a interiorização, é a reforma íntima, isso aí não tem como conhecer-se a si mesmo. Eh, todo o processo de mudança, ele requere esforço e disciplina. Nada eh vem fácil, né? E eu acho que isso é a beleza da vida. É difícil, mas a gente reconhece que a

tem como conhecer-se a si mesmo. Eh, todo o processo de mudança, ele requere esforço e disciplina. Nada eh vem fácil, né? E eu acho que isso é a beleza da vida. É difícil, mas a gente reconhece que a misericórdia divina ela permite que todos os dias nós temos novas oportunidades de mudar. Aquilo que eu fiz para trás de equívoco, de erro, não existe o apontamento da consciência do Cristo para que possa te apontar os seus erros. pelo contrário, só tem novas oportunidades. E isso nos dá uma esperança muito grande, porque cada dia que começa eu posso ser diferente, fazer um novo futuro. E isso é o que nos leva aqui, o que a gente projeta, né, que essa transcendência, essa conexão mais intensa com a espiritualidade maior, né? Então, a transição do ter para usar sem sem depender, possuir sem se escravizar, desfrutar sem vício. Então, eu sei que acabou o meu tempo, eu vou falar para que a gente possa só iniciar o processo de mudança desse consumismo. Quando a gente for comprar alguma coisa, a gente deve fazer três perguntas. A primeira pergunta: Eu quero aquele objeto que eu tô querendo? Eu tenho vontade ou eu estou sendo influenciado por outras pessoas? Porque o outro tem, eu quero ter por isso? Então, eu quero aquele aquele bem. Primeira pergunta. Segunda pergunta, eu posso? Muitas vezes as pessoas se sacrificam, sacrifica o seu orçamento, sacrifica a vida familiar para adquirir alguma coisa que não vai acrescentar no seu crescimento espiritual e ela acaba gerando uma questão de ansiedade porque ela não dá conta, ela se endivida. Então eu eu posso e por último, eu preciso, eu verdadeiramente preciso desse bem. O que que ele vai acrescentar na minha vida de positivo? Se uma dessas três perguntas forem negativas, não compre. Acho que esse é o primeiro passo para que a gente possa, né, entender o que que a gente vai levar na bagagem ali na na alfândaga, né, do Cristo. Então, só uma chave para fixação. Não, o consumismo é um sintoma de vazio e a gente tem que procurar o nosso propósito. Cada um tem o seu

gente vai levar na bagagem ali na na alfândaga, né, do Cristo. Então, só uma chave para fixação. Não, o consumismo é um sintoma de vazio e a gente tem que procurar o nosso propósito. Cada um tem o seu propósito. Por isso que a reforma íntima e o autoconhecimento é tão importante. E o despertar espiritual, que é o consumismo é um convite mal compreendido da felicidade. E o despertar espiritual é a resposta correta a esse chamado. Gente, muito obrigado a todos. Tenham uma ótima semana. Nós expressamos nosso agradecimento ao nosso irmão Artur Henrique. Muito obrigada pela brilhante palestra. E nós convidamos nesse momento os nossos irmãos passistas para se prepararem pro momento do passe. Sigamos com os nossos pensamentos elevados, a fim de que possamos receber do nosso Pai Celestial, por meio dos mensageiros, a espiritualidade maior, as bênçãos e as energias luminosas. E que possamos, ao sairmos daqui, levar conosco essa paz interior, a qual aqui alcançamos, cultivando em nossos corações o amor, o perdão, a paciência e a serenidade para resolução de nossos problemas e provações. Que a esperança e a fé em dias melhores permaneçam sempre latentes em nossos corações. Que assim seja. Sì. Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houverdio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver discorve a união. >> Onde houver dúvida que eu leve a fé. Onde houver eu, que eu leve a verdade. Onde houver desespero, que eu leve a esperança. Onde houver tristeza, que eu leve alegria. Onde houver trevas que eu leve a luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. Compreender que ser compreendido amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado. E é morrendo que se vive. para a vida eterna. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. que ser compreendido >> amar que ser amado, >> pois é dando que se recebe >> é perdoando que se é perdoado >> e é morrendo que se vive. para a vida eterna.

eu procure mais consolar que ser consolado. que ser compreendido >> amar que ser amado, >> pois é dando que se recebe >> é perdoando que se é perdoado >> e é morrendo que se vive. para a vida eterna. Queridos amigos, queridos irmãos, é uma alegria enorme hoje novamente podermos estarmos aqui nessa congregação de anseio pelo pela paz, pelo amor, pelo engajamento nas coisas. do alto. Obrigada, Jesus, nosso irmão amado. Obrigada a Deus, nosso pai querido. Obrigada a todos os nossos irmãos aqui presentes que nesse instante juntamente conosco e com a ple de espíritos maravilhosos que envolve essa casa, esse lar que abriga essa escola, trazendo novas oportunidades, momentos aonde podemos refletir recordar, porque de todas as palestras que já escutamos até hoje nessa casa, que vive há mais de 40 anos nesse trabalho de domingo, nós viemos repetindo a todos os instantes: Senhor, dai-nos força para vencermos dentro de nós todos os desafios que nos envolvem a continuar a repetir a cada encarnação aquilo que já aprendemos, aquilo que já encontramos dentro de nós, mas não conseguimos ainda vivenciar. Por isso, Pai, a tua bondade infinita, o Teu amor misericordioso nos dá essa oportunidade de nos juntarmos, aprendermos, escutarmos, vivenciarmos e pedir mais uma vez. Dai-nos, Jesus neste momento, nesse momento de fluidificação das nossas almas, dos nossos corpos físicos, dos nossos corpos emocionais e espirituais. Dai-nos, Senhor, a humildade de conseguir receber esses ensinamentos e transformar em ações diárias no nosso cotidiano. Porque a vida terrena é rápida, mas a eterna. Nós queremos chegar como um bom combate, como Paulo, cumprindo a sua missão, mesmo sem conhecer e acompanhar os teus passos. Esses somos nós hoje, Jesus. Às vezes pensamos que não o conhecemos, mas nós o sentimos em nossos corações. Então, neste momento, pedimos, Senhor, a paz senta o nosso coração. Dai-nos a consciência plena de entendermos o nosso propósito, a nossa missão e concluirmos a nossa jornada.

imos em nossos corações. Então, neste momento, pedimos, Senhor, a paz senta o nosso coração. Dai-nos a consciência plena de entendermos o nosso propósito, a nossa missão e concluirmos a nossa jornada. Ampara aqueles que ligados a nós estão pelos laços físicos e espirituais. aqueles que convivem, os que não convivem conosco, aqueles encarnados e os desencarnados. E juntar em nossos corações uma só voz de gratidão e de amor. Obrigada, Senhor, por mais um dia hoje, agora e sempre. Que assim seja, Senhor. Um sentimento me ronda. Não sei dizer tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. >> Eu te ofereço o meu pranto, as dores da alma que quer nascer. Eu ouvi tua voz. Teu falar me encantou. Quis seguir caminhar, que saber para onde vou. Eis-me aqui, minha do sereno. Tua palavra me sona, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi a voz teu falar me encantou. Quis seguir caminhar, que saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor sereno. Oh.

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